Archive for the 'Teatro Maquínico' Category

PREFEITO DE MANAUS ESTIMULA A PRODUÇÃO AGRÍCOLA URBANA: MORADORES PLANTAM BANANEIRAS NOS BURACOS QUE INFESTAM RUAS DO NÚCLEO 16, LOT. VITÓRIA E NOVO ALEIXO

IMG-20170513-WA0102[1]

O golpe de Estado jurídico, parlamentar, empresarial, norte americano e midiático que derrubou a presidente Dilma Vanna Rousseff eleita com 54.501.118 votos democraticamente vem impondo ao trabalhador brasileiro inúmeras consequências.

Os golpistas com as desformas que estão promovendo na área da Educação, previdência, trabalhista, na aprovação da terceirização e nenhum investimento que retome a volta do pleno trabalho e emprego faz com que o trabalhador brasileiro seja criativo. FHC foi o grande incentivador desse negócio. Enquanto ele, príncipe dos sociólogos comprava apartamento em Paris e em Higienópolis, na cidade de São Paulo, o povo percebeu que vender churrascos e outras iguarias era um grande negócio.

Nos anos de FHC nunca se vendeu tanto churrasco. Agora com o desemprego atingindo 14 milhões na era golpista, na cidade de Manaus, a população resolveu inovar. Deixaram o churrasco de lado porque a carne está muito cara. Os moradores do Núcleo, bairro Cidade Nova IV, Loteamento Vitória, Rua 7 e Rua 197 resolveram protestar contra o abandono da Prefeitura de Manaus que tem como prefeito do PSDB aquele que quis surrar Lula.

As ruas estão infestadas de buracos. Com as chuvas torrenciais dos últimos dias tem entupido bueiros, inundado casas e os esgotos estão despejando fezes e muito barro humano nas casas dos moradores que não suportam mais  o mal cheiro e o abandono que o poder público municipal legou aos cidadãos da terra de Ajuricaba.

Por isso, na tarde de ontem, dia 13 de Maio, para não esquecermos o golpista Salazar, na cova da Iria, Jesus aparece pra Virgem Maria na copa de uma bananeira que os moradores resolveram plantar nas ruas para chamar a atenção dos responsáveis dos serviços públicos e do mundo, porque é inadmissível que numa capital rica como é Manaus as ruas estejam nesse estado de calamidade.

Como a banana é uma fruta tropical muito consumida e a maior parte vem de outros Estados, os moradores resolveram investir nesse novo negócio implementando a política do III ciclo da era anacrônica de Arthur Neto.  Plantar bananeiras nos buracos do prefeito de Manaus, a  não-cidade. E o negócio é tão bom que já tem bananeira dando cachos. Em algumas ruas elas estão plantadas próximo ao acostamento como determina o código diretor da cidade, os moradores observaram esse critério, pois os buracos estavam nesses locais, noutros, não, como os buracos estavam no meio da rua lá foi plantada a pacovão. Há quem tenha até criado novos nomes de bananas: “Pracovão”. Não tem “Pracovinha”. As covas são grandes demais.

Os moradores da Rua 197 não só plantaram bananeiras como resolveram interditar o acesso à mesma amontoando geladeira velha, sofás, e muitos pedaços de paus.

Como já postamos aqui, a não cidade de Manaus é a cidade dos buracos. Os buracos são tantos que se um dia tivermos que ter túneis para metrô as construtoras quando deixarem de ser movidas a propinas para seus executivos lobistas, não vão ter muito trabalho. Por que os buracos comunicam-se entre si, como aparecem na peça do teatro maquínico da Afin “A farsa da verdade golpista”. Há buraco que vai do Jorge Teixeira IV até a Compensa, do centro até o Cemitério dos Índios, na Nova Cidade.

 

IMG-20170513-WA0104[1]

A cidade de Manaus nestes primeiros 5 meses da velha gestão do prefeito do PSDB está abandonada.

Para vencer a eleição contra o em fé zado, o candidato prefeito só falava em iluminação led. Manaus ia se transformar na cidade Luz, suplantaria Paris.

Para enganar analfabeto político, contratou várias empresas para tapar buracos. Era dia e noite as caçambas com asfalto a tampar buracos. Terminada as eleições esse serviço também acabou. Não se vê a bastante tempo nenhuma caçamba a carregar asfalto. O que se vê, são infiltrações nas grandes avenidas e os buracos a surgir a cada instante. Ora, na Torquato Tapajós, ora, na Paraíba. O morador desta não cidade deve ter muito cuidado porque a transitar por qualquer dessas ruas  pode ser sugado por uma cratera e ser despejado lá no Rio Negro ou no Solimões e ser engolido por uma piraíba ou por um jaú e ai “bau bau” dia das mães.

IMG-20170513-WA0105[1]IMG-20170513-WA0192[1]IMG-20170513-WA0228[1]

 

Anúncios

TEATRO MAQUÍNICO MOSTRA “O ALEGRE FIM DE LOGRAD’OURO A CIDADE DOS SONHADELOS”

IMG_9134[1]

A Associação Filosofia Itinerante (Afin) como corpus constitutivo da inteligência coletiva carrega como formas de produção poiética e práxis alguns vetores que tentam criar novas formas sensitivas e intelectivas de sentir, ver e pensar. Novas sensibilidades e cognições imprescindíveis para produção de outra subjetividade que escape da subjetividade dominante com seus agenciamentos de sujeitos coletivos laminados.

Entre os vetores kinemasófico, bibliosofia, ludos-sófico, esquizosom, e outros, a Afin também faz percursos-esquizos transformadores com o seu Teatro Maquínico quase sempre com composição textual do próprio grupo, mas sempre com apresentações nas ruas, praças, escolas, centros comunitário, hospitais, fábricas, igreas, onde for convidada. E já é praxe, durante período de eleições, o grupo encenar teatro com cunho relativo ao dito período. Apesar da encenação não se reduzir ao tema eleitoral.IMG_9138[1]IMG_9128[1] IMG_9130 IMG_9140 IMG_9142 IMG_9145 IMG_9163

Esse ano, o Teatro Maquínico encenou a o texto O Alegre Fim de Lograd’ouro A Cidade dos Sonhadelos. O tema trata de uma cidade em que o povo tem seus direitos assegurados. Saúde, escola, entretenimento, emprego, transporte coletivo, segurança, tudo que supre suas necessidades. O que significa que esse povo é feliz.

E a razão dessa felicidade é que todos só trabalham. Não brincam, porque já são felizes. Não sonham, porque são felizes. Por isso, é proibido sonhar. Quem sonha não é feliz e não é feliz porque não trabalha.IMG_9158 IMG_9152 IMG_9172 IMG_9174 IMG_9177IMG_9168

Todavia, tudo não passava de uma fantasmagoria produzida pelos governos e seus comparsas que dominados por uma força que eles não conheciam, acreditavam que o que faziam era na verdade um bom governo que o povo merecia, quando era o contrário. Eles apenas, inconscientemente, reproduziam ordens de invasores cruéis que no passado invadiram a terra, agora chamada de Lograd’ouro, expulsaram seus habitantes autóctones e passaram a mandar sob a força de uma ideologia-alienante.IMG_9104 IMG_9105 IMG_9106 IMG_9161

É então, que estando uma menina de castigo no porão de sua casa, depois de levar uma surra de seu pai por se encontrar lendo um livro em sua escola, cujo tema era sobre a necessidade de sonhar para ser feliz, encontra um menino descendente dos habitantes autóctones que lhe conta toda a história de como surgiram os Sonhadelos. A partir daí, só assistindo a peça.

Essa a letra do poema Canto Político que os dois cantam.

CANTO POLÍTICO

Aquele que não sonha, não luta

E aquele que não luta, não é político

E aquele que não é político, é escravo

E aquele que escravo

Não serve para viver em comunidade

Porque na escravidão não há democracia

E na democracia não há escravidão

A democracia

É um regime ético, sociedade dos amigos

Constitutiva potência da razão.

A apresentação ocorreu na noite de ontem, dia 14, na Escola Municipal Francisco Guedes de Queiroz, no Bairro Tancredo Neves, na Zona Leste, o território mais populacional de Manaus, e o mais desassistido pelos governos e só lembrado em tempo de eleição, como no momento.

A AFIN COM SEU “PROGRAMA BRECHT EDUCADOR”, EM SUA PRODUÇÃO DE DESEJOS AFETIVOS E COGNITIVOS, ESTEVE NO IFAM COM SEU TEATRO MAQUÍNICO COM A PEÇA A EXCEÇÃO E A REGRA DE BRECHT

IMG_4835

A Associação Filosofia Itinerante (Afin) vem produzindo já há alguns meses passados nas escolas, centros comunitários, igrejas, universidades e outros palcos inquietos de Manaus – a triste não-cidade -, o seu Programa Brecht Educador. O programa, em seu movimento deviriano, tenta criar junto com os participantes uma cartografia de desejos que possa auxiliar na descodificação da semiótica dominante que oprime o desejo como potência criadora para que a alegria de agir se torne o princípio humano de comunalidade.

IMG_4788IMG_4807IMG_4813

IMG_4840

O Programa Brecht Educador, tem como partículas impulsionadoras as peças de teatro, os poemas, os artigos e a músicas do teatrólogo, poeta, músico, articulistas, ativista Bertolt Brecht. Sua práxis junto ao público é manifestada em entrelaçamentos de saberes e dizeres já constituídos pelo sistema dominante posto sob a crítica dos enunciados brechtianos. Por exemplo, o poema Soube Que Vocês Nada Querem Aprender. O poema é desdobrado e revela os vários agenciamentos de dominação em que o público – principalmente estudantil e operário – encontra os signos codificadores da dominação e a imobilidade dos sujeitos-sujeitados.

IMG_4797

IMG_4787

Como potência de ‘deseducação’, os signos brechetianos aparecem como crítica à prática alienada na escola e na sociedade interpretada por seus agentes como diretores, pedagogos, professores que preocupados apenas com seus salários – o que é necessário, nisso eles tem razão  – se afastam do entendimento de que uma aula é um ato político, como dizem os filósofos Deleuze e Guattari. E que o amparo dessa alienação fortalece a violência de ser a escola e seus corpos hierarquizados, um marcador de poder. Aí, a importância do Programa Brecht Educador que auxiliado, em parte, pelos dizeres das teorias e práticas dos filósofos da Escola de Frankfurt, como Marcuse, Adorno, Habermas, Horkheimer, revela a força dominante do currículo oculto praticado nas escolas passivas. O programa trata também da força imperiosa das chamadas teletecnologias que dominam vários territórios onde se imobilizam muitos educandos. Mostra como os sentidos e a cognição desses sujeitos-sujeitados, são violentados com a impossibilidade da experiência direta sobre a objetividade. Surgindo em seu lugar uma subjetividade fragmentada, sempre em estado de desaparecimento, onde o virtual-teletecnológico surge como real. A virtualidade fantasmagórica.

IMG_4755

IMG_4752IMG_4779

IMG_4762

Assim, com esses códigos estético/político/educacional constituídos, o Teatro Maquínico da AFIN se apresentou na quarta-feira, dia 19, no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas (Ifam), no Bairro do Zumbi, Zona Leste, o território mais populoso e mais pobre de Manaus, com a peça A Exceção e a Regra. Apesar de um toró de causar inveja a Noé, os estudantes se fizeram presentes de forma participativa como pede uma encenação brechtiana.

Tendo a peça como vetor-enunciativo-estético, depois da apresentação os estudantes passaram a produzir entendimentos sobre o que poderia ser inferido do texto. Daí foi possível experimentar enunciados sobre a exploração do patrão sobre o trabalhador, a mais-valia ou mais valor – dependendo do tradutor -, a necessidade da sindicalização do trabalhador, a política nacional e internacional do petróleo, a força do poder econômico sobre o Poder Judiciário, a condição da mulher-mãe desamparada por uma lei que deveria ampará-la, a terceirização, e como não poderia ficar de fora, a atitude do ministro Joaquim Barbosa, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) na decisão de como determinou a prisão dos condenados.

IMG_4783

Analisando um dos versos da pega, “estranhe o que não for estranho”, o estudante Gilmar disse que infelizmente para a maioria da sociedade tudo que acontece para ela é normal, até mesmo a violência. Já as estudantes Silva e Fernanda, do Curso de Paisagismo, afirmaram que fica óbvio, na peça, a força do Poder Econômico sobre as decisões do Poder Judiciário, porque o juiz  absolve o comerciante explorador e assassino do carregador. Outra estudante do Curso de Ecologia observou que a ambição pelo petróleo como fonte de lucro mostrada na peça, é muito presente nos tempos atuais. Para estudante Elton, o que mais lhe chamou atenção foi a modernidade da peça. Escrita em 1925, ela apresenta a questão da sindicalização e a necessidade do trabalhador ser sindicalizado para poder lutar contra as imposições patronais. Pelo corpo docente, além do professor de Educação Artística, Aurélio, responsável pelo acontecimento estético/educacional/político, considerar o texto, a encenação e a interpretação dos atores com cunho profissional, embora todos sejam amadores – percebeu-se uma massageada de ego nos chamados artistas da Afin -, o professor Dênis aproveitou situações do tema sindicalização para analisar os malefícios da terceirização. E mostrou, como exemplo, os trabalhadores de serviços gerias terceirizados no próprio IFAM. E comparou suas situações com as situações dos professores concursados.

Em síntese, a composição estética/educacional/política do Programa Brecht Educador, foi possível em razão da disposição dos estudantes e dos organizadores, e educadores da instituição.

IMG_4794

IMG_4809

TEATRO MAQUÍNICO AFINADO ENUNCIA BRECHT EM UMA APRESENTAÇÃO NA UFAM

IMG_3575A peça didática “A Exceção e a Regra” do teatrólogo, poeta, filosofo alemão Bertolt Brecht trabalha sobre o capitalismo, que em sua desumanidade, além de explorar a mão de obra do trabalhador, expor as diferenças de classe, ainda cria formas perversas de relações pautadas na dominação, humilhação e violação dos direitos do homem.

Porém quando se trata do poder judiciário que deveria julgar as ações que prejudicam o bem comum, a falsa justiça está sempre junta do lado mais forte, com mais dinheiro. Na história brechtiana, um comerciante, um carregador e um guia fazem uma viagem em busca do petróleo para que o comerciante possa ganhar uma concessão. A concessão será dada ao grupo que chegar primeiro, e por isto o comerciante, que está na frente, explora de todas formas possíveis os trabalhadores para buscar seu lucro. Quando o comerciante viola a lei cometendo um homicídio, será levado ao julgamento, para que haja apenas uma confirmação dos valores capitalistas levados pela justiça burguesa.


IMG_3444IMG_3482IMG_3469

IMG_36012

A Afin levou este vetor teatral ao auditório Rio Negro da UFAM na última quarta-feira, onde o público era formado por algumas turmas do curso de Serviço Social da mesma universidade. Este curso como sempre demonstrou seu posicionamento engajado perante a realidade que se acredita não estática. Assim, os acadêmicos não vêm simplesmente uma sociedade fruto de seu tempo e de sua história, mas busca entender suas contradições e apreender formas de transforma-la.

Na montagem da Afin, há a presença de três comerciantes, o que mostra que independente da sua “individualidade genética” os três comerciantes são apenas um, que seguem a mesma forma de exploração. Como já é de costume do teatro dialético de Brecht, entre cada quadro há a passagem de uma placa antecipando os acontecimentos. As placas foram mostradas pelos acadêmicos de Serviço Social, que aproveitaram seu talento, para participar da peça. Após a apresentação, como sempre ocorre no teatro maquínico afinado há uma discussão com a plateia sobre os entendimentos e vivências ocorridas através do texto do espetáculo.

IMG_3521

IMG_3519IMG_3446

IMG_3570

A apresentação das peças ocorrem sempre de graça, o que não tem nenhuma graça pro capitalismo, nos locais onde a Afin for convidada. Caso alguém tenha interesse de levar a peça a sua escola, faculdade, sindicato, igreja, terreiros, centros religiosos, é só entrar em contato para  marcar apresentações nos telefones 3234-3799 (Marcos José) e 9190-1949 (Lucicleia) ou através de comentário em nossos blogs, ou ainda pelo e-mail afinsophiaitin@yahoo.com.br

A Exceção e a regra

IMG_3555

Ficha Técnica

Texto: Bertolt Brecht

Encenação e música: Marcos José

Contra-Regra: Hayssa Madureira

Grupo de estudo filosófico-político-social sobre o tema: Alci Madureira, Ana Nogueira, Anderson Littaif, Edmilson Lima, Larissa Alencar, Marcos José, Melyse Cordeiro, Vinicius Padilla, Solange Botelho, Miguel Oliveira, Lucicléia Lopes

Miguel Oliveira: Comerciante , Juiz
Alci Madureira:  Guia, Comerciante
Vinicius Padilla: Carregador, Condutor da segunda caravana, Estalajadeiro
Lucicléia Lopes: PolíciaI, Mulher do Carregador
Marcos José: Comerciante

PEÇA DE TEATRO “O CANDIDATO QUE SAIU DO POVO” DA AFIN É PROIBIDA DE SER APRESENTADA EM ESCOLAS DA REDE ESTADUAL DE ENSINO DO ESTADO DO AMAZONAS

“Toda pessoa tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferência, ter opiniões de procurar, receber e transmitir informações e idéias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras”. (Artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos)

Nossas fronteiras esbarraram nos portões da Escola Estadual Desembargador André Vidal de Araújo, que tem como gestor, Kepler Evanovich Leitão, que já foi diretor das Estaduais Milton Bandeira e José Bernardino Lindoso. Exatamente numa escola que leva o nome de um agente da justiça, a peça de teatro da AFIN, “O Candidato que Saiu do Povo” foi censurada, proibida de ser apresentada no dia 19 de julho às 19:30 h a partir de ilações, calúnia e delação.

A Associação Filosofia Itinerante possui muitos professores como membros, simpatizantes e sócios. Na Escola citada, ministra aulas de língua portuguesa, no turno vespertino e noturno o professor Carlos Alberto Sampaio que é um incentivador de encontros estéticos-éticos da AFIN e que já intermediou noutros anos  apresentações de peças nessa escola e este ano propôs ao gestor que a peça “O Candidato que saiu do Povo” fosse encenada no horário da noite.

DITO-DIRETOR ILALA E DELALA

O Dito-dela-diretor alegou que precisaria ter autorização da Coordenação Distrital 06 que compreende as 28 escolas da Cidade Nova. Só que quando o dito-diretor Kepler Evanovich Leitão foi conversar com a Coordenadora Chefa da CD 06, Professora Emília,  numa atitude própria de dito-deduração, disse que a peça já havia sido apresentada na Escola Estadual Engenheiro Artur Soares Amorim e que o texto da peça falava mal do governador.

AFIN REAGE

A diretoria da AFIN ao tomar conhecimento dessa atitude antidemocrática, anticonstitucional, de comportamento ditatorial e de proibição à liberdade de expressão, através de seus membros e do seu  presidente procuraram obter mais informações sobre a censura e este  não podendo falar com a Coordenadora chefa, professora Emília, que  encontrava-se numa reunião com  gestores , o presidente da AFIN conversou  com a Assessora Terezinha que informou que a coordenadoria tomou conhecimento do fato e que para a peça ser apresentada nas escolas da rede estadual a AFIN  deveria submeter à coordenação um projeto e o respectivo texto da peça, bem como isso deveria ser providenciado também para os outros distritos da SEDUC-AM.  A proibição e a censura transpunham-se dos portões da Escola André Vidal de Araújo para outras fronteiras. Estamos proibidos de apresentar a peça nas Escolas Estaduais do Amazonas.

O distrito tomou essa decisão arbitrária, condenável, pois só vimos isso na época da ditadura militar no Brasil pós 1964, a partir de ilações, calúnias de quem não assistiu a peça, porque se tivesse assistido, como muitos alunos do Artur Soares Amorim, professores, comunitários convidados, nenhum  deles viu no texto qualquer menção à pessoa do governador ou qualquer autoridade constituída  do estado, pois trata-se de um texto artítistico, poético ficcional, que trata sim, de política a partir da Filosofia Spinoziana, e principalmente do projeto de lei popular denominado Ficha Limpa do qual fomos incentivadores, apoiadores e nessa luta pela moralização política do Brasil, somos parceiros do Tribunal Superior Eleitoral fazendo esse trabalho de orientação, reflexão para que tenhamos um país livre da corrupção, da compra de votos e de políticos ficha suja.

No momento que o dito-diretor, Kepler Evanovich Leitão  e a CD 06 censuram, proíbem a apresentação da peça, percebe-se o porquê da educação escolar no Amazonas apresentar índices negativos.

O teatro é arte e a arte que trabalhamos tem como base e referência o método do Verfrfremdunggseffekt (distanciamento) de Bertolt Brecht, isto é, a “plateia deve ser desencorajada no sentido de qualquer perda de seu afastamento crítico da identificação com um ou mais personagens: o oposto da identificação é a preservação de uma existência independente, a ser mantida separada, alheia, estranha – consequentemente o diretor deve lutar para produzir, por todos os meios ao seu dispor, efeitos que manterão a plateia separada, afastada, alienada da ação.”  (Martin Esslin, Brecht: dos males, o menor). E neste caso, como já mencionamos, essa peça trabalha a questão política no sentido de elucidar pedagogicamente o ficha limpa, assim como também é um texto constituído de quatro quadros: Na Praça, Sem Terra o Homem não fica em pé, Poesia Não Rima com Grilagem e o Povo é a Democracia. O teatro começa com um jornaleiro gritanto a manchete daquele dia: “Poderá não haver eleição ano que vem.” A história nesse quadro destaca o projeto ficha limpa. No segundo e terceiro quadro a abordagem é sobre invasões e grilagem de terra e no último, sem candidatos para participarem da eleição, pois até os partidos políticos por possuirem candidatos ficha suja não podem lançar candidatos,  surge como único candidato que é ficha limpíssima, o Povo.  “Eu quero um candidato que saia do povo/Que tenha alegria produção do novo/Composto democrático/afeto razão/Potências que libertam o povo da exclusão.”

ENCONTRO CENSURADO

E na noite do dia 19 de julho de 2012 quando o professor Carlos Sampaio e a AFIN proporcionariam um encontro diferente, de leitura além dos códigos estabelecidos, eis que uma subjetividade danosa, em pleno momento em que a Comissão da Verdade apura a deduração, a tortura, as mortes da ditadura, a escuridão,  o cerceamento abateu-se sobre uma escola, porque nessa escola o seu dito-diretor não leu e nunca lerá que “é de toda arte que seria preciso dizer: o artista é mostrador de afectos, inventor de afectos, criador de afectos, em relação com os perceptos ou as visões que nos dá. Não é somente em sua obra que ele os cria, ele os dá para nós e nos faz transformar-nos com eles, ele nos apanha no composto. (Deleuze e Guattari)

E nesse processual, de não submetermos à violência, essa atitude será propagada para políticos, sites, blogs, formadores de opiniões do Brasil e dos mais diversos países que nos acompanham pela internet, porque a AFIN é uma ONG que trás na sua trajetória criadora de novas formas de dizeres e fazeres a seguinte caminhada.

UMA ITINERÂNCIA DE CONSTRUÇÃO DE NOVOS DIZERES E FAZERES AFINADOS

A Associação Filosofia Itinerante – AFIN, entidade fundada em 04 de julho de 2001 e que desenvolve um trabalho com os fluxos comunitários filosóficos, buscando promover encontros ético-estético-afetivo-políticos para discussão da existência das pessoas no mundo, ai compreendendo sua rua, bairro, cidade, estado, país para além do cotidiano constituído e codificado. A entidade tem como aliados nesse devir filosófico intemporal os filósofos Nietzsche, Espinosa, Bergson, Deleuze, Sartre, Simone de Beauvoir, Foucault, Guattari, Toni Negri, dentre outros.

Além desses filósofos a Associação tem uma parceria com órgãos do governo federal como Petrobrás, Ministério da Saúde, Ministério da Cultura com quem em 2008 firmou um convênio de cooperação 119/2008 para apresentação do teatro maquínico “À procura de um candidato” que foi apresentado em escolas estaduais, municipais, associações comunitárias, terreiros, ruas e quintais, como também  auxilia na divulgação de campanhas desses órgãos em benefício das pessoas e do povo brasileiro.

A Associação possui vários vetores de atuação tais como o teatro, o kinemasófico, bibliosofia que preenche um vácuo de atividades artístico-culturais em Manaus, principalmente nos bairros periféricos e em escolas.

Isso é facilitado porque a Associação conta com um número grande de membros como professores, pedagogos, filósofos,  psicólogos, religiosos, estudantes, médicos, advogados, artistas, atores dentre outros profissionais  que com suas atuações tornam visível e permitem uma rede de relações que engendram e potencializam a inteligência Coletiva.

No teatro, por exemplo, temos membros remanescentes da década de 60 com o Grupo  Universitário de Teatro do Amazonas –GRUTA, que encenou o “Natal na Praça de Henri Gheon, “Pés Descalços no Asfalto Quente” de Marcos José, “O Troco” de Domingos Pellegrini, “O Novo Otelo” de Joaquim Manuel de Macedo, “A Exceção e a Regra” de Bertolt Brecht dentre outros;   passando pelo pessoal da BARCA, com “O Auto do Inferno” de Gil Vicente, “ Lux in Tenebris” , de Bertolt Brecht, “Rabo pra que te Quero” de Marcos José; Teatro Cabocão, “Saúde, Doutor!”  e “Doutor a Justiça é Cega”   e atualmente a AFIN  encenou nestes 11 anos as seguintes peças teatrais: “ Pequeno Conto de Natal” (2001), “O Filósofo Fernando que não  Era Só Pessoa” (2001), a partir de poemas de Fernando Pessoa, “O Político”(2002), “Quanto Custa o Ferro” (2002), de Bertolt Brecht, “A maldição do Boi Babão” (2003), “Para criar um candidato” (2004), “O Candidato Mais Ético” (2006), “Boizinho Rizoma nas Tramas da Zona Franca Verde” (2007).

Pra finalizar este artigo-denúncia contra um atentado à vida, ao artigo 19 da Declaração Universal dos direitos do Homem e do Cidadão, informamos que recorreremos contra essa atitude arbitrária, ditatorial, junto aos órgãos competentes, pois atitudes como essas, que proíbe o teatro numa escola, que independente de um programa pode-se a qualquer hora ser apresentado, pois é algo diferente, novo e de grande serventia, pois caso contrário, diretores como o aqui mencionado pode contribuir para tenhamos como personagem o do poema abaixo de Bertolt Brecht.

MEU ESPECTADOR

Recentemente encontrei meu espectador.

Na rua poeirenta

Ele segurava nas mãos uma máquina britadeira.

Por um segundo

Levantou o olhar. Então abri rapidamente meu teatro

Entre as casas. Ele

Olhou expectante.

Na cantina

Encontrei-o de novo. De pé no balcão.

Coberto de suor, bebia. Na mão

Uma fatia de pão. Abri rapidamente meu teatro. Ele

Olhou maravilhado.

Hoje

Tive novamente a sorte. Diante da estação

Eu o vi, empurrado por coronhas de fuzis

Sob o som de tambores, para a guerra.

No meio da multidão

Abri meu teatro. Sobre os ombros

Ele olhou:

Acenou com a cabeça.

Bertolt Brecht. Poemas 1913-1956,

 

      

 

O CANDIDATO QUE SAIU DO POVO EM MAIS UMA APRESENTAÇÃO NA ESCOLA E. ARTHUR SOARES AMORIM

O Teatro Maquínico da Afin é um vetor que carrega um tema a ser discutido com a encenação de uma peça e que após esta encenação abre espaço para uma conversa para que através inteligência coletiva haja a construção de novos saberes coletivos. A cada dois anos, no ano da eleição, a Afin produz seu vetor teatral e apresenta onde for convidado, animando as discussões democráticas por onde passa. Assim como todas outras atividades da Associação, as apresentações são gratuitas e são levadas aonde houver público interessado nas discussões seja em escolas, centros comunitários, igrejas, centros espíritas, associações, sindicatos, entre outros.

Este ano o Teatro Maquínico traz o vetor teatral “O candidato que saiu do povo” que desde junho vem produzindo em vários espaços racionais de discussão sobre as eleições e mais especificamente sobre a Lei do Ficha Limpa. Esta lei é um dos maiores avanços da nossa democracia, já que nasceu da vontade popular em impedir que a corrupção e impunidade continuem existindo em nosso país. O avanço ético produzido a partir da população irá produzir cada vez mais eleições voltadas para o bem comum e impedir que a subjetividade maculada que envolve Demóstenes Torres, José Dirceu, José Serra, Bolsonaro,e tantos outros continue se propagando.

APRESENTAÇÃO DO VETOR TEATRAL NA ESCOLA ESTADUAL ENG. ARTHUR SOARES AMORIM

Na última semana o vetor “O candidato que saiu do povo” esteve presente com mais uma apresentação no bairro da Cidade Nova 3, Núcleo 16 na Escola Arthur Soares Amorim onde os estudantes, professores e membros da comunidade puderam se envolver com o tema do ficha limpa e debater sua implicação sociopolítica nas eleições deste ano.

A produção afinada “O candidato que saiu do povo”possui três quadros. O primeiro quadro “Na Praça” um diálogo entre vários personagens de uma praça por causa de uma manchete de jornal. Assim discute entre outras coisas a mídia e participação popular.

O segundo quadro “Sem terra o homem não fica em pé” expõe a desigualdade social a partirda questão da terra onde ajustiça e os políticos partidarios sempre buscam se aproveitar da situação contra a produção democrática que representa o povo.

O último quadro da peça expõe a realidade dos candidatos ficha suja que foram impedidos de se eleger devido a sua condição anti-democrática. Neste quadro há diversos casos em que coencidem com a realidade como os apresentadores de programas exploradores da miséria humana, radialistas, pastores, entre outros, em que o uso eleitoral de suas funções os envolvem com a corrupção.

A peça apresenta ainda uma ampliação na lei do ficha limpa, onde além dos candidatos, os partidos que tiver em seu quadro qualquer pessoa condenada e envolvida em corrupção fica impossibilidado de lançar qualquer candidatura. Após a apresentação do tema do ficha limpa o público protagonizou a discussão a cerca do tema.

Desta forma esta lei que nasceu da vontade popular, através do vetor teatral “O candidato que saiu do povo” constroi sua práxis além de um documento legal impresso, pois envolve a população nas discussões e faz que ela crie em si a potência da mudança e da limpeza dos cargos públicos através de seu voto na eleição.

Hoje logo mais às 19 horas na Escola Municipal Dom Jackson Damasceno localizada no Valparaíso (próximo a 4a etapa do Jorge Teixeira) haverá mais uma apresentação maquínica do “O Candidato que saiu do povo”.

OS CANALHAS NÃO MORREM

Na América Latina, na África, Oriente Médio e parte da Ásia os movimentos golpistas não cessam. A forma de colonização sofrida por países desses continentes onde a exploração, dominação e subserviência foram marcas indeléveis, permanecem devido a influência dos ricos e poderosos senhores que controlam política, econômica e ideologicamente a sociedade.

A maneira como o Presidente Fernando Lugo do Paraguai foi deposto é um atentado à vida, à democracia. O tempo dado para o presidente defender-se  de supostas acusações foi apenas pro forma para justificar o golpe. Tudo criado, e influenciado por um aparelho ideológico poderoso que vem merecendo comentários, análises, debates que é a imprensa golpista existente nos países latino americanos.

Por trás desse atentado terrorista-golpista está a direita e sua imprensa, além de  banqueiros, latifundiários, religiosos, brasiguaios e governos defensores do sistema capitalista tendo à frente os Estados Unidos da América que imediatamente reconheceu o golpe de Estado.

Nós não o reconhecemos e estamos do lado dos bravos paraguaios para que lutem e não se deixem submeter à força, à opressão e à dominação. Que o governo brasileiro não reconheça como legítimo o desgoverno golpista.

Neste momento em que vemos um atentado contra o estado de direito, inúmeras vozes  protestam nos quatro ou cinco cantos do planeta Terra, a exemplo do que fez o Senhor José Sarney conhecedor de golpe, embora não tenha participado das tramas do golpe no Brasil em 1964, sendo apenas apoiador nos anos seguintes como político que governa o Maranhão até os dias atuais e está no Senado da República. Conhecedor de golpe, reconheceu que o que aconteceu no Paraguai foi um golpe de Estado.

Assim como Sarney, escritores, jornalistas, professores, estudantes, trabalhadores das mais diversas áreas laborativas irmanam-se na América Latina protestando contra o que ocorreu no Paraguai, conscientes de que esse mal que é o golpe de Estado onde há  canalhas não foi extirpado de nossa sociedade.

O que aconteceu no Paraguai pode acontecer em qualquer parte dos continentes acima mencionados, pois não estamos livres dos canalhas, os canalhas não morrem, como fala um índio, personagem da peça do teatro maquínico   – “ o candidato que saiu do povo” – que a Associação Filosofia Itinerante está apresentando  em escolas, associações comunitárias, terreiros, quintais, igrejas  nesta época de eleições e discutindo política e o Ficha Limpa.

Os canalhas não morrem, apesar de cansados e alguns moribundos. Para isso, não podemos deixar-nos enganar por alianças escusas, desrespeitosas como as que o PT nacional e o do Estado do Amazonas fizeram nos últimos anos e continuam costurando. Aliaram-se à direita e comumente,  aos canalhas e os canalhas não morrem, logo a qualquer momento podem dar um golpe. Lembram do que Demóstenes Sem Partido Torres planejava contra o governo da Presidenta Dilma?

 


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Quer linha de corte? Este é esquizo. Acesse:

CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

_________________________________

BLOG PÚBLICO

Propaganda Gratuita

Você que quer comprar entre outros produtos terçado, prego, enxada, faca, sandália, correia, pé de cabra ou bola de caititu vá na CASA UYRAPURU, onde os preços são um chuchu. Rua Barão de São Domingos, nº30, Centro, Tel 3658-6169

Pão Quente e Outras Guloseimas no caminho do Tancredo.
PANIFICADORA SERPAN (Rua José Romão, 139 - Tancredo Neves - Fone: 92-8159-5830)

Fique Frio! Sabor e Refrescância!
DEGUST GULA (Avenida Bispo Pedro Massa, Cidade Nova, núcleo 5, na Rua ao lado do DB CIdade Nova.Todos os dias).

O Almoço em Família.
BAR DA NAZA OU CASA DA VAL (Comendador Clementino, próximo à Japurá, de Segunda a Sábado).

Num Passo de Mágica: transforme seu sapato velho em um lindo sapato novo!
SAPATEIRO CÂNDIDO (Calçada da Comendador Clementino, próximo ao Grupo Escolar Ribeiro da Cunha).

A Confluência das Torcidas!
CHURRASQUINHO DO LUÍS TUCUNARÉ (Japurá, entre a Silva Ramos e a Comendador Clementino).

Só o Peixe Sabe se é Novo e do Rio que Saiu. Confira esta voz na...
BARRACA DO LEGUELÉ (na Feira móvel da Prefeitura)

Preocupado com o desempenho, a memória e a inteligência? Tu és? Toma o guaraná que não é lenda. O natural de Maués!
LIGA PRA MADALENA!!! (0 XX 92 3542-1482)

Decepcionado com seus desenganos? Ponha fé nos seus planos! Fale com:
PAI GEOVANO DE OXAGUIÃ (Rua Belforroxo, S/N - Jorge Teixeira IV) (3682-5727 / 9154-5877).

Quem tem fé naõ é um qualquer! Consultas::
PAI JOEL DE OGUM (9155-3632 ou paijoeldeogum@yahoo.com.br).

Belém tá no teu plano? Então liga pro Germano!
GERMANO MAGHELA - TAXISTA - ÁGUIA RADIOTAXI - (91-8151-1464 ou 0800 280 1999).

E você que gostaria de divulgar aqui seu evento, comércio, terreiro, time de futebol, procurar namorado(a), receita de comida, telefone de contato, animal encontrado, convites diversos, marocagens, contacte: afinsophiaitin@yahoo.com.br

Outras Comunalidades

   

Categorias

Arquivos

Blog Stats

  • 4,052,416 hits

Páginas

outubro 2017
D S T Q Q S S
« set    
1234567
891011121314
15161718192021
22232425262728
293031