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FILMAGEM SÁDICA DE “QUATRO VIDAS DE UM CACHORRO” MOSTRA OBSCENIDADE ANTROPOMÓRFICA DA AMBIÇÃO DO LUCRO SOBRE OS ANIMAIS

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 O filósofo Jean Baudrillard mostra a obscenidade como êxtase do real. A dissipação do real pelo virtual. O fim da objetividade como referência dos sujeitos reais. A antropomorfização dos animais, atribuir sentimentos chamados humanos aos animais, é uma forma de obscenidade. O animal perde seu instinto natural, sua natureza, através da força obscena do homem.

 Desde pequena a criança, e os adultos e idosos de hoje, é obrigada a ter dos animais um entendimento “humanizado”. Cujo objetivo é tornar o animal seu parceiro. Principalmente quando é uma criança criada sozinha, sem irmãos, ou colegas com quem ela possa distribuir vivências reais.

    Antropomorfizados os animais foi fácil transformá-los em fonte de lucro. O circo é um cruel exemplo. Com a indústria cinematográfica, essa fonte de lucro foi super dimensionada. Disney que o diga. Sem essa violência contra os animais não haveria esse pseudo mundo infantil que é a Disney World. A ilusão compensatória de adultos cujas infâncias foram obstruídas. A mentira satisfatória, como diz Baudrillard, para o adulto acreditarem que existe um mundo adulto fora da Disney.

  Seguindo essa fonte perversa de lucro, o deus Mamon do capitalismo, a companhia de filmes Universal Pictures resolveu produzir o filme “Quatro Vidas de Um Cachorro”, que conta a luta do cachorro, personagem principal, por sua sobrevivência, e que será lançado no dia 28 de janeiro. Só que durante as gravações, o cachorro, melhor amigo do homem, homem que não alcançou o grau superior da amizade, é continuamente violentado para realizar os objetivos das filmagens que vão servir de adestramento sensorial e mental do público cúmplice. Que vai pagar o ingresso para confirmar sua cumplicidade antropomórfica. E voltar para casa, se tiver algum bichinho doméstico, para transferir sua cumplicidade ao amigo do lar.

   O técnico-homem das gravações, amigo do cachorro, tenta jogar o amigo de Lázaro – esse era amigo – em uma piscina simulando correnteza, mas o amigo de Lázaro se opõe à tortura. O técnico-homem não quer que o personagem principal tenha um momento de autonomia e o tenta jogar da água. O cachorro, amigo de Lázaro, reluta, mas é empurrado para o sadismo dos produtores do filme. Até que o cachorro afunda e os técnicos e a direção ficam preocupados. Preocupação não com o cachorro, é óbvio, mas a perca de lucro se o cachorro morre.

   O site TMZ obteve o vídeo e jogou na rede. A maior ONG do mundo responsável pela defesa dos animais A People For The Ethical of Animals (PETA) entrou em ação e já deflagrou o boicote ao filme que para ser realizado violentou o amigo de Lázaro. Daí, a lógica capitalista ser um estrondoso deboche contra o público: segundo os realizadores o filme é uma mensagem de amor pelos animais. Há quem goste desse tipo de “amor”, mas não os animais.

   Síntese da antropomorfização-fílmica: o mal contra o cachorro como forma de entretenimento para fortalecer o mal que é capitalismo.

    Vejam o vídeo, ouçam e constitua sua consciência defensora dos direitos à vida dos animais. E de quebra, se nega a seguir o êxtase do real, a obscenidade.

     E aqui o trailer do filme para os cúmplices da violência contra os animais. É tão bonitinho! Parece comigo.

PREVISÕES DA MÃE TRANSVISÃO PARA O ANO DE 2016

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Embora conhecendo o adágio temporal-sacro de que “o futuro a Deus pertence”, membros dos vetores comunicacionais da Associação Filosofia Itinerante (Afin), Blog Esquizofia e Blog Afinsophia , fizeram uma vista a Casa da Mãe Transvisão com o intuito de pedir a ela que, em sua potência-transcendental, realizasse algumas previsões para o ano de 2016 que já se encontra adentrando no ano de 2015. Ano em que as direitas do Brasil contam minuciosamente os segundos para que encerre seu ciclo, visto que fora um ano em que elas não tiveram qualquer de suas intenções conspiradoras consumadas. Entre elas, depor Dilma e prender Lula, dois expressivos brasileiros por suas originalidades.

Mãe Transvisão, como sempre carinhosa, solícita, meiga e inteligente atendeu os consultantes. Em seu salão nobre, completamente colorido, de um psicodelismo envolvente, enlevado por aromas agradáveis, sonorização fluente, ela, em seu traje singular composto por traços cativantes, envolveu-se com a transcelestidade, transtemporalidade, transhistoricidade e trancedência e realizou seus contatos que nos foram comunicados como formas de previsões.

Como Mãe Transvisão é uma mulher eminentemente politizada, ela começou suas previsões pelo que há de pior no Brasil: as ignóbeis trapaças das direitas golpistas comandadas pelo seu persona non grata, Eduardo Cunha.

Então, leiamos as previsões da infalível Mãe Transvisão.

  • No começo do ano de 2016, Eduardo Cunha conquistará a tríplice coroa: será destituído da presidência da Câmara Federal será cassado e preso.

  • Aécio Cunha vai aumentar mais ainda seu tônus biliar: Dilma continuará seu objeto de desejo inatingível. Continuará tramando, mas vai aos pousos ficando mais isolado que já se encontra. Até os coxinhas lhe abandonarão. E para acabar de vez com sua simulação de honestidade, Janot vai pedir ao Supremo Tribunal Federal (STF) investigação sobre a Lista de Furnas. Esquema de corrupção comandado pelo PSDB sob a orientação do próprio ressentido-compulsivo.

  • Fernando Henrique vai sofrer um grande baque em seu narcisismo já tão anêmico: Dilma vai ter a popularidade de seu governo aumentada.

  • Serra sofrerá investigações e terá seus projeto entreguista do pré-sal totalmente combalido.

  • O senador Agripino Maia vai ser condenado pelos crimes de corrupção e perder o mandato.

  • O vice-presidente Michel Temer, continuará sendo apenas uma figura decorativa no governo Dilma. E sua fama de golpista vai aumentar e nem as mídias aberrantes, suas defensoras, vão conseguir protege-lo.

  • O deputado Jean Wyllys do PSOL vai conseguir maior aderência em suas ideias que serão compartilhadas por grande parte da sociedade brasileira.

  • A deputada Jandira Fegalli do PCdoB vai se tornar a representação-mor das mulheres combativas do mundo indicada por organismos internacionais.

  • Os institutos de pesquisa eleitoral vão sofrer o ano inteiro: terão que divulgar resultados de suas pesquisas para a eleição presidencial de 2018 com Lula disparado na liderança.

  • O deputado racista e homofóbico Bolsonaro será definitivamente condenado por ter ofendido a deputada Maria do Rosário (PT/RG).

  • Fernando Henrique terá um ano doloroso e tenso: as investigações sobre esquema de propina na Petrobrás em seus governos aumentarão de tal forma que nem as mídias, suas protetoras, poderão escamotear as notícias sobre esse esquema de onde se originaram Paulo Roberto Costas e Pedro Borusco, ambos presos pela Operação Lava Jato.

  • Dilma não vai sofrer impeachment, a economia vai voltar a crescer, a maioria dos brasileiros terão suas vidas melhoradas e parte das direitas vai morar na Argentina para apoiar o governo Macri.

  • Lula será indicado ao Prêmio Nobel da Paz e Fernando Henrique será acometido de forte crise de invejite-tremules.

  • Os movimentos sociais e os sindicatos serão mais fortalecidos e terão maiores participações em decisões importantes para a sociedade brasileira.

  • As artes como o cinema, teatro, música, literatura, dança, todas as formas de expressões populares terão maiores investimentos.

  • Os estudantes do ensino público do estado de São Paulo, que mudaram o conceito de educação no estado defendido pelo governador Geraldo Alckmin com seu plano de ‘reorganização’, vão constatar o fim desse plano.

  • O compositor, cantor, escritor, teatrólogo, poeta, articulista Chico Buarque receberá das mãos de um organismo internacional o título de representante-maior da sensibilidade e inteligência frente estupidez-arrogante da burguesia-desvairada.

  • A surpresa das eleições municipais de 2016 será o número de prefeitos eleitos de partidos progressistas, assim como vereadores.

  • Em Manaus, o prefeito que jurou aplicar uma surra em Lula, Arthur Neto, não será reeleito apesar do grande esquema de cooptação de funcionários como cabo eleitorais. Seu pior cabo eleitoral serão os buracos que ele produziu em Manaus como continuação das gestões de prefeitos anteriores como seu amigo Amazonino, ex-prefeitos Serafim e Alfredo. Professores, médicos e outros profissionais lambaios continuarão votando nele, mas não será um número insuficiente para reelegê-lo.

  • Muitos vereadores que usam as igrejas como catapulta para a vereança não serão reeleitos, assim como os chamados novos também.

  • Os principais candidatos que disputarão a prefeito de Manaus serão um de partido progressista e outro, como é comum no Brasil, de um partido reacionário. Mas não serão do PSDB, PPS, DEM, SD e REDE.

  • O governador do Amazonas, José Melo, será cassado, mas vai recorrer em outra instância. Porém, no final será cassado de vez.

  • No mesmo momento da derrota de Arthur e a cassação de Melo, jornalistas e empresas de comunicação submissas e calculistas a ambos cuspirão nos pratos que babaram.  

  • A TV Globo vai continuar perdendo audiência junto com sua emissora de rádio CBN, e será denunciada e investigada pelo FBI no esquema de corrupção da FIFA e ainda será, terminantemente, obrigada a pagar sua dívida com a Receita Federal.

  • As inúteis revistas lamê Veja, Época e IstoÉ diminuirão suas finanças, irão despedir funcionários e ficarão com os pés na cova do capitalismo.

  • Por sua vez, os blogs, sites, portais progressivos, também conhecidos como “sujos”, aumentarão seus acessos. E também terão aumentados seus anúncios de publicidades.

  • A Seleção Brasileira vai continuar sofrendo em busca de sua classificação para a Copa do Mundo. Porém, só no ano que vem é que se saberá ao certo se será classificada ou não.

No fim das previsões, os membros dos blogs pediram que Mãe Transvisão, fizesse algumas previsões para a Afin. Então, ela pousou nos membros dos blogs um olhar cândido e sorrindo suavemente disse que a Afin apenas processasse seus devires com confiança, engajamento e responsabilidade como vem fazendo há mais de 13 anos.

O que eles queriam mesmo era saber qual seria a conclusão do processo que a Afin vem respondendo no Paraná porque seu Blog Afinsophia publicou um artigo, em 2012, sobre um caso de racismo e foi acusada de prática de ofensa e ter que pagar R$ 30 mil de indenização.

Ao saírem da casa sagrada Mãe Transvisão abraçou todos os abençoando  proferindo louvor: “Axé, meus filhos e filhas!”. Ao que eles responderam: “Axé, Mãe Transvisão!”

Governo de São Paulo decide implantar internação involuntária de usuário de Crack

Em uma parceria  do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), com o Ministério Público e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, decidiu implantar a internação involuntária de usuários de crack.

De acordo com a Agência Brasil, a internação involuntária será da seguinte maneira:

“A internação começará no Centro de Referência de Álcool, Tabaco e outras Drogas, que será criado para casos de emergência. Após ser atendido pelo serviço de saúde, o dependente químico será avaliado por médicos que oferecerão tratamento.

Caso o paciente recuse o auxílio, um juiz poderá determinar a internação compulsória depois de a equipe médica atestar que o usuário perdeu o domínio sobre sua saúde e condição física. O governo estadual informa que a internação involuntária será aplicada em conjunto com a família”.

Na opinião de Geraldo Alckmin a internação involuntária é um avanço: “Estamos avançando; essa é uma tarefa permanente. Temos consciência do problema, que já melhorou muito. Estamos reduzindo o número [de dependentes nas ruas] e vamos continuar, de um lado com as equipes de abordagem e de outro a internação, agora com juiz, promotor e advogados para os casos mais graves”.

Já faz um ano que usuários de crack foram violentamente removidos da chamada Cracolândia, em São Paulo. Uma operação policial, reunindo a força da Polícia Militar e da Guarda Metropolitana, agiram ostensivamente contra traficantes e usuários. Contudo a violência na retirada dos usuários foi tão evidente que o próprio ministério público de São Paulo se manifestou contra a operação, considerando-a inútil.

Nesta ocasião, o ministério público de São Paulo entrou com uma ação civil pública contra o governo paulista pedindo indenização de R$ 40 milhões por danos morais individuais e coletivos, acreditando que estava havendo violação dos direitos humanos por parte do governo estadual.

Em operações como esta, pode-se claramente perceber o quanto o Estado de Direito, abusando de seus poderes constitucionais e do controle da violência — seja a praticada pelo próprio Estado e/ou a praticada para conter ações subversivas à sua ordenação — deriva para ações repressivas.

Neste caso, é instalada, por meio de um controle político-sanitário, uma divisão entre aqueles que podem circular na cidade e os que não podem. Não se trata aqui de negar o problema que as drogas apresentam para a cidade. Ao contrário, queremos dizer, que o problema não é percebido e tratado de forma clara e adequada. Não se percebe o usuário de droga como um efeito de uma sociedade drogatizada e, tanáticamente, fundamentada na lógica do capital, onde o que menos importa é o humano como produção do bem comum.

Este controle, também, é uma forma de vigilância que avança até o registro de pessoas que serão vistas pelo Estado como possíveis suspeitos, uma vez que estão sob constante vigilância, tanto criminal como médica. Aqui, o controle se apresenta de modo econômico. O espaço público da cidade deixa de ser a construção livre dos corpos produtores. A cidade é vista unicamente no seu sentido mercadológico, que precisa ser regulado através, por exemplo, de corpos unificados, homogêneos. Não há lugar, neste tipo de cidade, para corpos que escapem a esta regulação, a esta vigilância e ao controle político-sanitário imposto.

A melhor forma de garantir tal regulação passa a ser, portanto, tanto a ação do Estado quanto o direito, neste caso, com a defesa da Ordem dos Advogados do Brasil. Nem se imagina questionar o porquê dependentes de drogas surgirem no mundo. O quanto eles procuram se esquivar de uma realidade advinda de uma subjetividade insuportável.

Junto com Mireille Delmas-Marty, podemos perceber o quanto o Estado, em casos como estes, deixa de lado sua responsabilidade social e política, pois fica evidente como “Todos nós podemos nos tornar suspeitos sob vigilância”. Pois não são apenas usuários de crack que estão na mira do controle, da vigilância, do registro e da internação involuntária imposta pelo Estado, mas qualquer um que possa representar o mínimo perigo à sua ordem.

Para quem procura uma identidade no uso de drogas, fica claro o quanto as leis, o direito e os aparelhos de Estado não fazem parte da existência de muitos. Para resolver este problema, basta uma forma de tratamento que, como tudo indica, tem como objetivo a ocultação de suas causas?

O MUNDO É GAY

(enunciações geradores de afectos alegres)

O que lhe faz alegre? Preocupo-me em agir procurando sempre o que há de bom nas coisas, investigando, estudando e analisando suas possibilidades, de um modo que o pensamento seja ordenado pela alegria. Então não transa com o preconceito? De jeito algum. O preconceito é justamente ao contrário da alegria, ele corrompe a geração da alegria e nos leva a tristeza. Sim; a tristeza é da ordem da ignorância, assim como a tristeza é da ordem dos maus encontros e engendra a ação dos homens maus. E estas ações estão constituídas em um mundo que se engendrou a partir de efeitos de ações perversas, as quais o processo do capital escamoteia suas causas. Esforçar-se para que tudo possa nos parecer como natural. Sim, mas identificar indivíduos dentro de uma realidade constituída para que eles possam ser sujeitados a uma disciplina e controle normalizador é fazer com que muitos queiram para si o papel do juiz-normalizador da sociedade. Sim, uma sociedade que julga a todo momento. Uma sociedade da vigilância onde quem faz seu corpo e razão sair da norma é suspeito e, logo depois, condenado. Por isso, a ignorância é da ordem de um pensamento confuso, banhado de supertição, de um olhar estreito para o mundo. Sim, pois quando se tenta olhar ao longe, distante, encontra apenas sua própria imagem cristalizada como modelo. Pensamento confuso? Talvez nem sequer pensamento, pois a má vivência nos impede de pensar. Entendeu? Clara e distintamente como as estrelas sobre nós e a terra em que pisamos. E você? Clara e distintamente como o amor coletivo que gera esta nossa alegria no beijo que doamos a nós.

 (conversações pelos vários espaço/tempo da existência)

“Discriminação: Amsterdã acabou com ela”. Com essa Spinoza deve está uma alegria só! E não é?! Por mais que ele saiba que o orgulho é delirante, pois é considerar a imaginação como real e, assim, por conseguinte, ter uma opinião sobre si mesmo superior do que lhe é justo ter, a alegria foi as ruas contra o preconceito na Holanda. Foi sábado. As ruas de Amsterdã se encheram de gente para celebrar o Desfile do Orgulho LGBT pelo 17° ano consecutivo. Nem a chuva foi problema. A chuva é da natureza. É, ela só veio refrescar mais ainda a luta contra a ignorância. Qual? Não fizeram por lá uma nova legislação anti-LGBT imposta na cidade há quatro meses. Viche! Mas quero ver se isso vai ficar assim na Holanda?

Sabes o que é “caminho da sodomia”? É o caminho pelo qual chegamos primeiramente apalpando. Deixa de lezeira! Tá bom; diz o que é então. O pastor americano Kevin Swanson, do Colorado, em um programa de rádio disse que os bonecos criados por Jim Henson devem morrer, por seguirem o “caminho da sodomia”. Minha nossa! Quanta ignorância social!pois não é!? Tudo aconteceu porque a “Jim Henson Co.”, empresa criadora dos bonecos Muppets – decidiu rescindir o contrato com a empresa de fast food “Chick-fil-A” por sua postura contra o casamento igualitário. Já devia ter recendido antes por conta do colesterol altíssimo que estes fast food causam. Daí o pastor destilou o veneno: “Vila Sésamo e os Muppets estão seguindo o caminho da sodomia”. Tem mais: “a perspectiva cristã para a homossexualidade era a pena de morte, foi assim entre os anos 350 aC e 1850 aproximadamente. Por 1.500 anos, este modo de vida quase foi eliminada, exceto em alguns lugares, onde permaneceu escondido durante quase 1.000 anos, até recentemente “. justificou. Sabes o que é superstição? Sei: medo. Este pastor toma o irreal por real e não percebe quantos problemas há entre o céu e a terra que nem sonha a sua vã religião. Não sabe mesmo? Olha o apelido da empresa homofóbica: “frango de Jesus”. Minha nossa, Jesus agora é comerciante!

Casal Alejandro Grinblat (à dir.) e Carlos Dermger com o bebê, Tobias (Foto: Leo La Valle/Efe)

Essa aqui é para festejarmos com toda  alegria que temos. Manda lá!  Um casal gay, na Argentina, inscreveu nesta terça-feira o filho no registro civil de Buenos Aires sem a mediação de uma decisão judicial, um caso único no mundo. Maravilha! “É o primeiro caso em nível mundial onde a certidão de nascimento é expedida diretamente pelo registro civil como filho de dois homens. Em outros casos foi feito a partir de uma decisão judicial, que retificava a certidão anterior”, Maria Rachid, dirigente da ONG LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) explicou. Sabe qual a única luta de Carlos Grinblat, 41, e Alejandro Dermgerd, 35, os pais que registraram o pequeno Tobias? Diga. Formar uma família. “Nossa única luta era formar nossa família. É outro passo no reconhecimento dos direitos igualitários. Este é um caminho que começou há anos, e um marco foi o casamento igualitário”. Há minha Buenos Aires querida, minha Argentina de tantos tangos, de lutas contra torturadores e outras cositas mais…

 

Vamos “Todos Contra a Homofobia”. Vamos que vamos! Campanha contra a homofobia nas urnas. A política é o lugar onde o preconceito não deve mesmo existir. Mas… Sei, tem até demais. Mas isso não impede que possamos embarcar nesta campanha. Pelo contrário, vamos com tudo, digo, com toda alegria contra a ignorância. A campanha é: “Eu voto contra a homofobia” “Precisamos de políticas voltadas aos LGBTs, de pessoas que nos defendam. Por este motivo temos que estar atento aos candidatos que nos apoiam”, disse um dos responsáveis pela campanha. Mas lembremos que a política não tem que ter identidade, mas sim destacar o quanto puder as diferenças. Para participar da campanha, você precisa enviar uma foto com a frase “Eu voto contra a homofobia” para contra.a.lgbtfobia@gmail.com.

Se você mora em São Paulo vou lhe dá uma dica. Mas só para São Paulo? Sim. Então fale. “Estão abertas as inscrições para a 5ª edição do curso à distância “Conquista da Cidadania LGBT: a Política da Diversidade Sexual em São Paulo”. Realizado pela Coordenação de Políticas para a Diversidade Sexual, da Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania em parceria com a Escola de Governo e Administração Pública (EGAP) da FUNDAP, o curso tem como objetivo capacitar quatro mil funcionários públicos do Estado, criando discussões sobre políticas públicas e reafirmando a concretização dos direitos da população LGBT. As aulas terão início em 28 de agosto”. Informações  aqui.

 

E pensar que o Milan já foi um time dos operários. Por que tá dizendo isso? O atacante Antonio Cassano, do Milan, foi multado em € 15 mil (R$ 37 mil) pela Uefa por declarações homofóbicas durante a última Eurocopa. O que ele disse? A declaração foi essa: “Se eles são “frocio” (termo vulgar em italiano para se referir a gays), o problema é deles. Eu espero que não exista qualquer “frocio” . depois pediu desculpa, ainda. Mas aí já era; até parece que poderia resolver o que disse retirando a culpa de si mesmo. Tem cada uma de cada um que vou te contar!

 Esta é antiga mais vale apena. Já sei o que é. Eu vi no meu Face. Tu tens, é? Claro, mas não reduzo minha vida a estas tecnologias, tanto que estamos aqui neste passeio lindo sob o luar. Então diz o que é. Tá bom: A imagem da união civil dos sargentos Will Behrens, de 34 anos, e Erwynn Umali, de 35 anos, oficializando a união deles fazendo o registro na capela de McGuire-Dix-Lakehurst, em Nova Jersey, nos Estados Unidos. Então mostra. Claro, amor.

Os militares Will Behrens e Erwynn Umali viraram viral no Facebook após casamento gay (Foto: Reprodução)

 Ficastes sabendo daquela da Joelma, da banda Calypso, que causou polêmica na rede social por aconselhar um fã gay a “se converter, virar homem e ter um filho”. Se vi. Até agora estou surpresa, pensei que ela não fosse assim. E não é? O que o Chibinha pensou disso? Sei lá. O que sei é que a Gaby Amarantos decidiu, neste sábado (4), fazer uma campanha contra a homofobia. Eu vi, ela tascou no perfil dele no Facebook, uma mensagem com uma camiseta contra o preconceito de LGBTs e escreveu: “Homofobia? Tô fora!”. Olha a foto. A ignorância tá até no meio artístico. Tá mesmo!!!

O companheiro Toni Reis mandou esta aqui para nós:

Para  conhecimento: RedeTV nega direito de resposta à ABGLT – pelo programa  Vitória em Cristo que   ofendeu  a comunidade  LGBT. Vamos  recorrer ao Ministério Público e ao Ministério  das Comunicações. As televisões são concessões públicas e não podem ser usadas para massacrar uma minoria.

Toni Reis

 

“O ódio que é inteiramente vencido pelo amor transforma-se em amor; e por essa razão, o amor é maior do que se o ódio o não houvesse precedido.” (Spinoza)

 

A CONDIÇÃO DO IDOSO NA SOCIEDADE DE CONTROLE: SEIS ANOS DE ESTATUTO

Hoje comemora-se o Dia Internacional do Idoso. Pontuação burocrática temporalizante, armadilha da sociedade de consumo, atribuir um dia especial a uma categoria social que, se bem capturada, enredada na teia da semiótica capitalística, cai, e se acredita especial nesta data, ignorando que os outros 364 dias do ano – igualmente uma pontuação burocrática! – também serão especiais se eles assim o fizerem.

Idoso é todo aquele que possui idade. Uma criança de um ano é idosa, pois possui já na contagem cronológica uma idade. A sociedade do consumo e do culto à um ideal de vida que nada tem da Vida, mas que é uma caricatura tanática, criou modos de ser cujas expressões anulam a potência de agir e transformam o corpo em dócil produtor do que interessa aos ditames desta sociedade.

Daí a chamada “terceira idade” ser o retrato da passividade e da morte-em-vida no plano político, social, e principalmente ético-estético, nas produções coletivas do corpo. Uma velhice apassivada, triste, que não tem envolvimento com a coletividade, e que concentra a existência no consumo, comprando e aceitando docilmente o mote “saúde é o que interessa”, é o efeito de uma existência dentro da estratificação sócio-temporal que se produz na sociedade burguesa: nesta chamada terceira idade, cuida-se das mazelas adquiridas nas décadas anteriores, de exploração absoluta da força de trabalho.

Resultante de uma existência falhada na sua potência de agir, o idoso que cai no engôdo da terceira idade cultua um corpo destroçado por décadas de trabalho explorado e improdutividade existencial, e só não é descartado imediatamente porque ainda têm capacidade de consumo. A indústria de fármacos que o diga.

Ao contrário, a velhice como efeito de uma existência ativa e produtiva é apenas uma mudança, sutil mudança nos modos de sentir e perceber. É, como afirma o filósofo Deleuze, uma outra suavidade, um modo diferente de sentir a existência. Plenitude e beatitude, um corpo ativado pelo aumento da potência de agir, e que não aceita a passividade e o lugar que lhe destina a sociedade de controle. Daí outro filósofo, Toni Negri, afirmar ser inaceitável a aposentadoria, já que ela não coaduna com os fluxos criadores da vida. Se não sabemos do que um corpo é capaz (Spinoza), em termos de produção de afetos (modos de existir), também não podemos lhe determinar um “prazo de validade”, nem mesmo do ponto de vista biológico.

Ainda que produtivo, é evidente que do ponto de vista físico/fisiológico, as relações são outras. E numa sociedade que privilegia a produção extensiva e a exploração da força de trabalho em todos os sentidos possíveis, é preciso, do ponto de vista do direito, garantir a essas pessoas a possibilidade de exercer sua cidadania de forma equitativa. Daí a importância do Estatuto do Idoso, que completa hoje seis anos, garantindo direitos básicos dentro de uma sociedade que é feita para uma velocidade extensiva, mas que não carrega nada de produção intensiva. Coisa que somente uma existência suave poderia trazer. Esta sociedade precisa da velhice mais do que a velhice precisa dela.

PROSAMIM: DO MARKETING À INTERDIÇÀO SOCIAL

A moral de classe é um sistema de valores e enunciações hierarquizantes que tem por objetivo estabelecer uma ordem classificatória e segregatória dentro de uma sociedade.

Entende-se daí que esta moral é um mecanismo incorporal de capturação de linhas de produção, que atinge todo aquele que ainda não conseguiu realizar um exame racional da sua condição no mundo. Assim, a classe média incorpora no seu trato social os valores e enunciados das alcunhadas elites, sem no entanto compreender que é justamente este sistema de valores que lhe segrega e estabelece a fronteira divisória da moral do rebanho. A morte do Desejo como produção autônoma, a diminuição da potência de agir e a capturação pelo buraco negro do Significante Despótico.

Claro que um governo que esteja a serviço desta ordem moralizante e que prefira construir armadilhas para seu povo a permitir que as linhas produtivas de comunalidades irrompam livremente irá trabalhar no fortalecimento da segregação pela signagem da moral de classe.

Assim, um povo educado é um povo bem adequado aos ditames do modo de produção do capital. Como é o caso do governo do Amazonas. Evidência profética, diriam alguns, a exibição do déjà vu, diriam os mais atentos, quando anos atrás, o então governador e agora prefeito sub judice, Amazonino Mendes, dava tapinhas à cabeça do então candidato e hoje governador, Eduardo Braga, exclamando “esse é o meu garoto!”. Toda “boa educação” é efeito da subalternidade. Por isso, como afirmam os filósofos Michel Foucault e Antonio Negri, cada um a seu modo, o Estado teme a Multidão. Nela, não há elementos de controle, os signos da dominação moral não encontram território para estabelecerem a troca simbólica.

Como governante bem educado, Braga, bom cristão que é, sabe que “a boa educação começa em casa”. Significa dizer que a família, como elemento propagador da ordem moralizante, cumpriu seu papel de sufocar a maior parte das manifestações de Vida e da potência de agir de seus membros. A neurose familiar, como bem mostrou o antipsiquiatra David Cooper, quando mostra que, nas famílias bem ajustadas, não é a “ovelha negra” mas sim o filho exemplar, o que mais exibe os sintomas da interdição.

PROSAMIM: DO MARKETING À INTERDIÇÃO SOCIAL

Como já mostrado neste bloguinho, o Prosamim carrega menos elementos de transformação social efetiva num plano constitutivo de uma cidade que de ação marketística de ordenamento hierárquico tocado a golpes de fórceps. Já ficou claro que num plano cosmético – a cosmética da assepssia social – o programa é um sucesso, quando o quesito é mover num plano físico os problemas sociais fermentados sob décadas de miserabilidade sustentadas pelos governos.

Quando os agentes governamentais tentam cobrir a ferida social aberta com o programa, que apenas transporta a violência e a ausência de perspectivas de desenvolvimento econômico para as famílias, num estado onde a economia é apêndice, fica claro a predominância da imagem do pensamento do Estado.

Daí os agentes do Prosamim tomarem os efeitos pelas causas, e proporem cursos de boas maneiras (a chamada “etiqueta”) para os moradores transferidos. São temas anódinos e expressivos da incapacidade do Estado em atender as reais demandas sociais de uma cidade que não se fez cidade. Evidência da incapacidade dos governos que passaram e os atuais em ver que que “os pobres se esquivam pelas barreiras e cavam túneis que enfraquecem as muralhas” (Toni Negri).

Uma ilustração é o próprio Prosamim: na área onde tudo foi ‘reurbanizado’, e que passa por baixo da ponte Benjamin Constant, a ponte metálica, enquanto toda a estrutura para um parque fica à míngua, e vários quiosques de comércio apodrecem à espera de que algum apadrinhado das secretarias estaduais/municipais tomem conta, do outro lado, na Av. São João, na Santa Luzia, os moradores do Parque Residencial Jefferson Péres transformaram o calçadão em mini-shopping, com venda de bebidas, roupas, bares e até uma danceteria.

Longe da submissão aos ditames da moral de classe e do controle social dos governos, a população mostra que não precisa que lhe mostrem o que é bom. Basta que abram o caminho e ela mesma o faz.

O ORGULHO DO GOVERNO, OS SISTEMAS E OS TERRORISMOS DE ESTADO COTIDIANOS

A inteligência do Estado se manifesta como imagem do pensamento. Mas o pensamento só existe quando se transborda a imagem para constituir o Novo. No estado capitalista, onde predominam a lógica do lucro e a semiótica laminadora que corta os fluxos intensivos produtores do novo, não pode haver pensamento.

No capitalismo, os objetos não deixam de carregar seu valor de uso; no entanto, não é este valor que predomina nas relações. Por exemplo, o mercado da arte, onde um quadro vale menos como objeto fruto do trabalho intelectivo/cognitivo/ do artista do que o status ilusório, patologia do existir, que os grandes milionários exibem quando adquirem “um legítimo Fulano de Tal”. O que, para a psicanálise existencial, revela a autosabotagem e malogro da existência, má-fé que se traduz no elogio à impotência: “não sou capaz de criar, mas posso, com meu dinheiro, me apossar da criação do outro, e assim me sentir, ainda que falsamente, superior a ele”.

As ultratecnologias são uma das formas de expressão da “inteligência” do sistema capitalista. Submetidas à mesma lógica/fórmula da subversão do objeto ao valor-vazio (o equivalente universal), estas ultratecnologias são também uma ilustração da impotente inteligência do estado e de seus agentes.

O homem cria o objeto-mercadoria tecnológico para que ele substitua uma função “natural”. Suas próteses: máquinas que substituem e fazem com uma eficácia “inumana” a maior parte das atividades humanas. Sistemas de informação e redes de comunicação. A assepssia do conhecimento. Redes poderosíssimas, e nada a dizer. Sem ruído, sem turbulência, não há inteligência. É um pouco o que sacaram alguns jovens, nascidos na era do CD, que recorrem ao velho LP para ouvir uma batida.

UMA ANEDOTA DA INTELIGÊNCIA DO GOVERNO DO AMAZONAS

O governo do Amazonas, capturado pela ilusão do afeto-orgulho, lança um sistema informatizado para marcação de consultas e exames na rede pública de atendimento. Logo nos primeiros dias, as notícias de que o sistema não funciona geram filas enormes nos pontos tradicionais de marcação de exames, como o PAM da Codajás, zona sul de Manaus.

Orgulhoso de sua inteligência asséptica, que elimina o tempo e o espaço, fazendo com que os exames e consultas necessárias aos pacientes ocorram automaticamente, sem o indesejado fator de incerteza da “falha humana” – como se não fossem humanos os criadores das máquinas, materiais e imateriais, os representantes do governo do estado atribuem o problema a uma fase de adaptação.

No dia 06 de julho deste ano, um leitor intempestivo deste bloguinho foi até uma unidade básica de saúde na zona sul de Manaus, para uma consulta. Realizada a mesma, foi passado pelo médico um exame simples, um raio-X. O leitor/paciente deixou a guia de requisição do exame com o atendente da UBS para que ele marcasse, via sistema, o local e a data do exame.

Na quinta-feira, dia 08, o exame ainda não havia sido marcado. O leitor/paciente retornou ainda à UBS nos dias 10, 13, 15, 20, 23 e 29 de julho, e em nenhuma destas datas obteve resposta para o seu exame. A justificativa era sempre a de que o sistema estava fora do ar, fosse por telefone, pelo computador, e até diretamente, quando a própria diretora da unidade, em ato contrito, levou todas as guias ao DISA-Sul para tentar marcar.

No dia 31, quando esteve pela última vez na UBS, o leitor/paciente soube que o exame tinha sido finalmente marcado, mas para o dia anterior, 30, às 07h da manhã. O sistema não falha…

Sem ruído, é a lógica da assepssia, um violento desequilíbrio na correlação de forças, que gera, como terapêutica, o surgimento dos fenômenos extremos. Assim, por exemplo, as doutrinas de segurança e de vigilância do tempo e espaço para a garantia da segurança absoluta gera o terrorismo. O terrorismo que encontra no próprio estado a sua maior expressão, a hostilidade ao cidadão, que se manifesta no paradoxo: a justiça informatizada que não escapa ao labirinto kafkiano da Lei e da Injustiça, a saúde que cria doença, a educação que embrutece, o entretenimento que embota as consciências, a comunicação que desorienta, o transporte que imobiliza…

São as armadilhas que os governantes insistem em preparar para os seus cidadãos, em um sistema de governo antidemocrático. Enquanto isso, as costas do leitor/paciente só…


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Quer linha de corte? Este é esquizo. Acesse:

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VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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