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TEMER FANTASIA QUE A QUADRA NATALINA VAI FAZER O BRASILEIRO ESQUECER UM POUCO DELE. LEDO (IVO) ENGANO: NEM O PAPAI NOEL COCA-COLA FARÁ ESSE MILAGRE

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O homem não é reificação, fetichização, alienação. O homem é real, diz Marx. Real em sua totalidade. Os objetos e as ideias que produzem a realidade humana continuamente afetam os homens, mulheres e crianças. Não é porque em um determinado momento a consciência de alguém lhe posicione direcionada a um objeto ou ideia que esse alguém abstraiu do mundo. O homem é sua consciência posicionada e sua consciência circunvizinha.

         Há temas atuais que se tornam presentes nas pessoas, principalmente temas coletivos que se impõem intensivamente a elas. São os temas tidos como concretamente imprescindíveis ao entendimento e a práxis. Como o tema principal de toda sociedade é apresentado como tema econômico, de onde desdobram outros temas, que fazem das pessoas suas contínuas totalizações, destotalizações e retotalizações, como mostra o filósofo Sartre, o brasileiro atual, dessa época cruel do golpe, não faz qualquer abstração do sofrimento que vem vivenciado pela imposição perversa das aberrações golpistas.

       Dizem que o golpista-mor, Temer, espera que, contagiados pelo espírito natalino, os brasileiros, esqueçam um pouco do Brasil atual. Ledo (Ivo) engano. O povo brasileiro não esquece a dor em razão da intensidade de dois corpos. Um é que o Natal é festa-comunalidade, onde o povo encadeia afetos produtivos de existir coletivamente. Existir sem a opressão da dor. Como, no momento, o povo sofre, coletivamente, ele vai se lembrar dos causadores dessa dor que violenta a afeição-móvel da alegria natalina. Ou seja, a dor, que é composta de corpos econômico, social e imoral, estará sendo questionada durante esse momento cruel que é uma brutalidade contra a confraternização-cristã.

       O outro corpo é o Papai Noel Coca Cola, que continuamente tenta desfigurar o verdadeiro sentido da festa natalina que é simbolizada original e singularmente, pelo presépio onde os personagens Cristo-menino, Maria, José, os Reis Magos e os animais encadeiam movimentos afetivamente alegres.

        O Papai Noel Coca Cola não tem qualquer relação com o Natal, nascimento de Jesus Cristo. O Papai Noel Coca Cola é uma personagem criada como figura de marketing no ano de 1931, aproveitando a tradição de São Nicolau, no século 3 depois de Cristo, com as cores vermelho, branco e cinto preto criado por Thomas Nast, em 1886, para empurrar a venda do condicionante refrigerante aos norte-americanos e aos americanófilos  espalhados pelo mundo.

        Como a Coca Cola é a representação maior do capitalismo consumista dos Estados Unidos espalhada pelo mundo, e quando se fala de mundo também se inclui o Brasil, apesar dos golpistas estarem fazendo todos os esforços para excluí-lo do mundo -, essa representação se mostra como possibilidade de compra no contexto da sociedade de consumo que transformou a comemoração de Natal (?) em gastos e lucros. E é aí que parte dos brasileiros vai lembrar de Temer travestido de Papai Noel da Coca Cola. Um Papai Noel que pretende arrotar abacaba*, mas só arrota Coca Cola. Para a dor desses brasileiros.  

           Temer não tem escapatória. Com São Nicolau ou com o Papai Noel Coca Cola, Temer será lembrado com um sonoro Fora Temer.

           Natal é presépio e não Papai Noel Coca Cola. 

         Abacaba é uma palmeira da Amazônia que produz um fruto que é usado para fazer um gostosíssimo vinho. Na linguagem da Amazônia é usada para tirar sarro de gente que tenta simular o que não é. “O cara tá arrotando a maior abacaba”. Exemplo mais concreto: “O otário toma Coca Cola e vem aqui com a gente arrotar a maior abacaba”

PAPAI NELSON NOEL DIZ ÀS CRIANÇAS QUE 2016 SERÁ MUITO MELHOR

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Poucos se enganam: o mundo construído pelo delírio capitalista de alguns sujeitos-sujeitados não é para criança. É um mundo em que a força da irracionalidade pelo lucro máximo coloca os adultos estúpidos como personagens e intérpretes principais. É um mundo em que a criança só é necessária quando é transformada em mercadoria através da falsa ludicidade caricaturada em “brinquedos” que a torna, como mercadorias, oral consumista compulsiva. Como impõe o ideário do lucro infinito capitalista.

Os rituais consumistas, como o natalino, servem de exemplo didático para se compreender essa máquina enferrujada, mas que ainda não perdeu sua funcionalidade molar. A funcionalidade que imobiliza todos os desejos de vida. Mas essa prisão de desejos autênticos não funcionaria eficazmente se não tivesse o amparo e o estímulo de governos cujas parcerias prontificam esse constante ajuste de suas peças indesejante. Governos que fluidificam as engrenagens que esmagam os desejos-naturais transformando-os em espectros de desejos expressados em suas mercadorias narcisadas como formas multifacetadas do capital. O universo dos objetos que brilham hipnoticamente com seu psicodelismo inebriador. Onde não há qualquer rastro de Cristo. A não ser o Cristo capitalizado. O que não é o Cristo filhos Maria. O revolucionário que fez os judeus e o Império Romano tremerem temerosos de seu Amor.

Nelson Noel 2012 (41)Nelson Noel 2012 (40)Nelson Noel 2012 (39)Nelson Noel 2012 (36)Como Manaus é um território do mundo, não poderia ser diferente. Manaus é um lugar também para adultos onde as crianças não são cuidadas como devem ser. Aliás, muitas delas são tratadas como alguns adultos entendem: com violência. Certamente, adultos parceiros de Eduardo Cunha na aprovação da redução da maioridade penal. Adultos que refletem também a falta de infância.

Dessa forma, em Manaus, existem crianças que tem outro tratamento pelos adultos. Ganham presentes, viajam para Disney, moram em condomínios, estudam em escolas particulares, tem plano de saúde, mas, em verdade, não podem ser tidas como essencialmente crianças, visto serem nada mais do que objetos onde seus pais projetam suas inseguranças de adultos muito bem capitalizados. Ou melhor, infantilizados pela força dos vícios burgueses. Adultos que quando crianças não experimentaram a dimensão superior da infância como devir criativo e distributivo, como dizem os filósofos franceses Deleuze e Guattari, encadeados com o filósofo alemão Nietzsche.

Nelson Noel 2012 (26)Nelson Noel 2012 (17)Nelson Noel 2012 (19)Nelson Noel 2012 (14)Nelson Noel 2012 (8)Quem habita Manaus, e não tem apenas um endereço, sabe disso, já que habitar é se tornar potência-criadora do território habitado em forma de comunalidade. Sabe que a criança, apesar das políticas para infância e adolescência criadas pelo governo federal, não é cuidada como deve, posto que criança é para ser cuidada pelos que alcançaram o grau da responsabilidade histórica do mundo. Tomar a criança como seu cuidado, é tarefa de que se responsabiliza pelo mundo. Ser seu companheiro oblativo e não captativo como forma policial-judicativa como fazem os adultos infantilizados. Assim, cuidar é ser responsável pela história que a criança está entrando para se tornar um adulto também responsável pela história. E é brincando, se satisfazendo, que a criança produz, junto com esse adulto, seus percursos que lhe tornarão um ser históricizado.

img_5519 img_5680A criança de Manaus, essa que não vai para Disney (melhor para ela), que mora nos bairros abandonados pelas alcunhadas autoridades (autoridade é quem trabalha com a razão no plano do diálogo, como diz a filósofa Hannah Arendt) não tem qualquer opção de entretenimento público. Quando essa criança quer entretenimento ela mesma cria nas ruas onde habita. Algumas vezes reúne umas moedas e vai a um parquinho de diversão que se instalou no bairro. Prefeitura, estado não têm um projeto de diversão gratuita para criança. A própria escola que deveria ser um território do entretenimento infantil, não é usada.

Pois foi exatamente analisando a situação da criança em Manaus que o empresário democraticamente lúcido e engajado, Nelson Rocha criou o personagem Papai Nelson Noel. Há 13 anos Papai Nelson Noel, no dia 24 de dezembro, percorre alguns bairros abandonados de Manaus, onde milhares de crianças se encontram com seus direitos a diversão e entretenimento negados, e distribui com a fantasia de Papai Nelson Noel, sorvetes e picolés. É a festa criada e comandada por Papai Nelson Noel e as crianças, e muitas vezes com a participação de alguns adultos que cuidam dessas crianças. O carro com Papai Nelson Noel em cima, acenando, desejando boas-festas, às vezes descendo do carro para abraçar as crianças, e quem aparecer pela frente para receber um abraço natalino, compõe o fator dionisíaco de um Cristo que não se metamorfoseou na cobrança, castigo, condenação, credor, mas na festa libertária.

Nelson Noel 2012 (13)Nelson Noel 2012 (11)Nelson Noel 2012 (9)Nelson Noel 2012 (2)altahxbmwd1smfeipavrujkk7wwdzl9podrs3fseov2evhu img_5493 altag6itwqdkg_pu3uk_3yze0n2bfbs7ndbf8mp8arwg7ckEntretanto, nesse natal de 2015, o Papai Nelson Noel não pôde se mostrar materializado às crianças. O seu criador passa por um momento existencial que lhe deixou impotente para fazer passar o personagem-coletivo, Papai Nelson Noel. Mas, ele mandou sua mensagem positiva às crianças.

No dia 24 de dezembro do ano de 2016, se Papai Nelson Noel permitir, ele estará atuando como Papai Nelson Noel. Palavra de Nelson Rocha.

NELSON NOEL, 13 VEZES NATAL REFRESCANDO COM PICOLÉS E SORVETES CRIANÇAS DOS BAIRROS DE MANAUS

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No início era Papai Noelson, mas o verbo se fez necessidade então, para se autentificar, se fez Nelson Noel. Na intensidade de Papai Noelson e, agora, Nelson Noel, se movimentam 13 anos junto com as crianças no Natal. É a festa refrescante com picolés e sorvetes distribuídos para as crianças no encantamento da alegria no calor de Manaus.altAlc6eCPcJYrkBGzWTvZ6tYUv5WDjR4MgOd-gd2ztezwJ

altAg1GXqZC1BeiJLckM-vsYwApmVmWiJypTN0VzsuVAtnQ altAg1PfmyARTpgp1z7tnoNjb7FDkCx5kU8L3-ZFcR4TrZY altAg6ITwQdkG_Pu3uK_3YzE0n2BfBS7nDBF8Mp8arwg7ck altAg6rzHfTZk7DvzH0laNYzthMdUfMsxB9wNVSlfOTK85n altAhXBMwd1sMfeiPAVRujkK7wWDZl9pODRS3FsEov2EVHu altAiYivLwsESLJsNBKLdrD7b7WlgkZhQ-hyqQzkw4FbFo- altAj9FgRzvXb6taEgc5rthOkfgMrAUuzMa42-KH9yE9AIy altAk-AY9nCnofP6cUGq3SXVjRyaKnd6BIp9t1cslSopb3QA não-cidade de Manaus carrega um triste passado quando se trata de entretenimento público. Todos os prefeitos nada ofereceram de festividade pública para as crianças no Natal. E agora, o presente de Manaus, contínua triste nessa gestão pouco pública do prefeito Arthur Neto do PSDB, partido da burguesia-ignara. Daí a necessidade e a importância da atuação do Nelson Noel nesse período. Não é pela falta de administração pública, que as crianças dos bairros desassistidos de Manaus vão ficar sem uma alegria.

altAlTXCA7l1NDQRl2QbpId2Zidl6rMwqWkA1zFnJ0dVmSV altAlxJhDB-4BNYqFc-FZQ47efwQZq_0EyGxYo9A8rsToMr altAmqHT6PkpUQkz8G3mludr_bLsXhRc-Hver2YhzIXImoA altAndZ8TlI3x0mbSXnjxc-M9HbZhv-8kABSB0ZqBCtqUDU altAnQ3aaHPrWMyecbP2GoU5UJBgwf0YIEfqdZwJQ62BzkD altAo_goI24uQ5OeBp_MTGXSxXUsAdso8gQvB0lOIY8LQZG altAoDPCeWsq8Bri6YjXuKwYBq9TeYqkrfu6VrEp4z8PlUoO pós-cinquentão Nelson Noel, apesar das dificuldades que vem tendo financeiramente para realizar essa festa lúdica, não esmorece. Quando inicia o segundo semestre ele já começa a imaginar como vai ser a festa das crianças. Conforme o tempo vai passando e vai se aproximando dezembro, a imaginação começa a se materializar.

altAoGoa_iedtoEGFIlfvcnMksmbPENuQ8X6ooG8Z9EWK_P altAohBSi5ZMtkyRB8Ecig0heS_3IYaqRNElqx1GtOnYrFl altAoOoDkZS7KgykB6JH_yV36sW_uQVDB_HUO7E7Qg9lPZ2 altAp85IH32IQDIq-DjjjyETJWKLOvskK28KOBvpq4gupu2 altApEJoX5GXWpJ7Wa-Rfm_IU5RNw6q69vkXhgnYTHvnKTL altApFYU3EQ3khORVUOmKLSBFnoZ_qqxZy3NZetujkY4f91 altApGlsIpC2JjIDRVltd-1hkWmPMYOgR-ipAhX9K1xmDGn altAq0qOWygFVQ6y0y13tIkaKtgr2oZwm-YCOin4VxUq8ueEntão, chegou o Natal! E lá vai Nelson Noel com seus milhares de picolés e sorvetes para os bairros desassistidos pelo poder público. Nelson Noel acorda bem cedo e, junto com amigos colaboradores, inicia o ritual preparativo para a caminhada. Com sua barba branca de salão de beleza, visto ainda manter a barba preta e que deixou crescer durante todo o ano, se traveste de bom velhinho, como dizem alguns, e cai na estrada.

Ao contrário do alcunhado bom velhinho, que só se materializa nas famílias com dinheiro, Nelson Noel, democratiza o Natal com crianças de famílias desassistidas e só assistidas pelo Bolsa Família. Poderia até se afirmar que o Natal que Nelson Noel proporciona às crianças é o Bolsa Família picolé e sorvete do Natal. Bem que ele gostaria (gosta) que todo dia pudesse distribuir os refrescantes sabores nessa Manaus onde as crianças são cada vez mais empurradas para o isolamento. Mas, ele não é financeiramente um empresário com essas condições.

Não importa, ele vai à luta, como dizem os engajados socialmente que não se restringem a privacidade familiar que só persegue seu pirão primeiro. Então, nesse Natal, Nelson Noel, mandou ver. Quase 40 mil refrescantes distribuídos em vários bairros. Uma festa colorida de crianças e picolés e sorvetes. Crianças com panela, saco, copo, balde, bacia, entre outros objetos, para ganhar suas partes.

Vejam as fotos e confirmem a festividade. Vejam como se encadeou essa festa das crianças que quase sempre não têm dinheiro para comprar o mais simples picolé. Entretanto, essas crianças têm uma diferença abismal em relação às crianças cujos pais têm condições financeiras para comprar sorvete e picolé. Essas crianças saboreiam os refrescantes com os sentidos experimentadores. Saboreiam de forma inusitada, como se fosse pela primeira vez. Uma primeira vez que produz um afeto alegre inesquecível. E ainda mais porque é uma experiência coletiva. Uma experiência entre outras crianças, onde ninguém se encontra em uma posição superior à outra. São intensidades alegres.

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Valeu, Nelson Noel! Valeu, vale e valerá como forma democrática de produzir afetos alegres como expressão de autoestima das crianças! 

ANÊMICA ORNAMENTAÇÃO NATALINA DE MANAUS PROMOVIDA PELA PREFEITURA DE ARTHUR DO PSDB

arvore_de_natalDizem que Natal é uma festa cristã que simboliza a alegria produzida pelo nascimento de Cristo. Embora alguns queiram reduzi-a a uma festa eminentemente familiar, entretanto, concebendo Cristo como um ser/comunidade, ela é precipuamente coletiva.

O próprio evangélico cristão mostra essa realidade política-histórica. O cristianismo, apesar da dor, do ressentimento e da má consciência imposta nele por Paulo, não se constituiria em uma potência sacro-social se Cristo não tivesse assumido seu ser-coletivo.

Alguns filósofos e filósofas, como Hannah Arendt, mostraram em seus escritos-políticos-filosóficos, a importância história de Cristo como um ser implicado em uma ética-coletiva. Já o filósofo Nietzsche, em seu tratado O Anticristo, mostra Cristo como um ser que ama que não cobra, não culpa e não condena. Mas um ser que vive a vontade de potência. Todos como diferenças, mas amor-distributivo.

Com o capitalismo, o Ego-Ísmo-Familiar fez do Natal um caso de coletivização, onde os membros de uma família “celebram” a data com seus afetos-neuróticos muito bem particularizados. Afetos-neuróticos configurados – para alguns psicanalistas, simbolizados – nas trocas de presentes personificados nas lojas suportes da indústria de consumo que sabe muito indicar a ordem natalina. A ordem do capital como representação fetichista mercadoria/família/“amor cristão”. Quem não responde a essa ordem não tem Natal.

Quando o Natal é uma expressão coletiva, as classes desaparecem. Não há hierarquia-financeira estabelecendo a identidade-natalina. Muito pelo contrário. Há um encadeamento de afetos políticos-religiosos que concretizam o amor-cristão. O Natal não de configura em uma comemoração alienada nos afetos-neuróticos-burgueses. Há simplesmente a festa-natalina, o que se bebe e o que se come não segue um modelo imposto por um Natal capturado pelo desvio do desejo do amor-coletivo. Há presença de todos, sem intermediários fantasiosos, culposos e cobradores.

A prefeitura de uma cidade é uma representação coletiva. O prefeito foi eleito para administrar os negócios públicos do município em forma de Bem Comum, ou estatuto da cidade. No caso de comemorações coletivas, ele não pode seguir modelos particulares, mas sim o devir-coletivo. Por exemplo, uma data coletiva não pode ser comemorada como uma data familiar, como um aniversário de um fulano ou fulana de tal. A data coletiva tem que ser composta por corpos-festivos que inclua toda a sociedade.

Como uma cidade é composta de dois corpos, o urbano, os prédios, ruas, logradouros públicos etc., e a cite, a relação entre os seus habitantes, que compõem os movimentos-pulsantes dessa cidade em forma de existência-particular, o prefeito tem por obrigação proporcionar festa coletiva, como o Natal, que afetem de alegria os seus habitantes. Mas não é o que o prefeito de Manaus, Arthur Neto (que, no Senado, ameaçou surrar Lula), do partido da burguesia-ignara, PSDB, vem fazendo. O que ele já deveria, por experiência, saber. Porque se trata da segunda vez que ele é prefeito de Manaus. A primeira foi na era Collor quando que se tornou o primeiro prefeito do Brasil a se aliar ao falso caçador de marajá – Lula chamava de caçador de maracujá -, criado pela mídia acéfala, mormente a TV Globo.

A ornamentação da cidade de Manaus nesse Natal é uma homenagem-triste e anêmica a data do calendário cristão. Uma triste demonstração. Na Avenida Djalma Batista, considerada a mais importante de Manaus por ser composta por várias lojas, bancos, escola, faculdade, shopping, Arthur colocou alguns postes com opacas estrelas que ofendem a ordem celestial-natalina e, por ironia, a ordem capitalistas do comércio da dita avenida. Se seguisse a ideologia comunista, diriam que foi a forma que ele encontrou, como comunista, de se vingar do capitalismo. Mas Arthur não tem qualquer “baque” de comuna. É um puro burguês.

A indiferença do prefeito do PSDB com a festa natalina da cidade é tão ofensiva que algumas pessoas estão relembrando com “saudade”, as ornamentações de antigos prefeitos como Alfredo Nascimento e Serafim, todos também reacionários como Arthur, mas que não ficaram indiferentes com a festa-coletiva. Devem ter entendido que ser reacionário não concede direito de anular o que é do princípio coletivo.

Todavia, observando a não-administração de Arthur, já era possível aventar o que hoje ocorre. Há dois anos na prefeitura, ele não apresentou qualquer trabalho coletivo que possa ser digno de consideração pública. Recapeou a Avenida Djalma Batista e algumas ruas, e nada mais. Os velhos e eternos companheiros buracos da cidade de Manaus continuam a proliferar, o sistema de transporte coletivo segue deprimente e ofensivo aos usuários. Lazer público inexiste. Diante dessa desalentadora realidade, já existem pessoas prognosticando que se ele se candidatar a reeleição não ganha.

Mas Arthur não tem sido de todo negativo. Há uma atuação que lhe confere positividade. Ele conseguiu eleger seu filho Bisneto, também do PSDB – não podia ser diferente -, deputado federal com o maior número de votos nas últimas eleições. É lógico que ele não podia passar quatro anos na prefeitura sem realizar uma atuação positiva. Mesmo que fosse atuação em benefício a sua própria família. Assim, como o  individualismo do Natal da família-burguesa.

NA 5ª EXPOCATADORES, DURANTE ACELEBRAÇÃO DO NATAL COM OS CATADORES, DILMA, FALOU EM R$ 200 MILHÔES DE INVESTIMENTOS

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Durante o último dia da 5ª Expocatadores, coincidindo com a Celebração do Natal com os Catadores, a presidenta Dilma Vana Rousseff, anunciou a terceira edição do Programa Cataforte prevendo R$ 200 milhões de investimento que irão possibilitar a inserção de cooperativas no mercado da reciclagem. A 5ª Expocatores reuniu trabalhadores de 17 países latino-americanos que discutiram temas referentes as condições da categoria.

Dilma fez o anuncio do investimento diante de mais de 2 mil pessoas as cooperativas fortalecidas terão mais eficiências no tratamento dos resíduos sólidos, e combate a ideia de manter lixões e incineradores de lixo em funcionamento. As cooperativas criam renda e movimentam o mercado interno brasileiro.

Dilma entregou 11 diplomas do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e ao Emprego (Pronatec) para a população em situação de rua. Os diplomas foram entregues em nome dos mil formandos que participaram do curso entes ano. Ela também anunciou a ampliação do Pronatec, a população em situação de rua. Serão duas mil vagas voltadas a formação dos profissionais da reciclagem.

“Cada vez mais olhamos para os catadores como uma pequena empresa. Essas hoje respondem por 80% dos empregos no Brasil. Nós temos que dar a mesma importância econômica para os catadores.

É aí que a gente ganha dos incineradores. Mostrando que há uma forma muito mais econômica de processar os resíduos e que vocês terão aumento de renda. O que é bom para o Brasil. E para todas as classes sociais.

Nossa concepção é todos os brasileiros têm direitos e oportunidades iguais. É por isso que nós lutamos. Para garantir a todos condições de vida digna.

Estou sempre buscando cumprir as metas que nós acordamos aqui. E aquelas que eu não cumprir vocês têm que cobrar”, observou a presidenta.

Para Roberto Laureano da Rocha, coordenador do Movimento Nacional dos Catadores de Recicláveis, houve um grande avanço nesses 12 anos, em que o governo Lula implantou o programa, mas é preciso diminuir a burocracia para que os catadores tenham facilidade em entrar no programa. Ele pediu que Dilma crie uma equipe para orientar e apoiar os catadores.

 “Em São Paulo ainda temos 20 mil catadores não cooperados, que precisam de apoio e organização. Muitos não conseguem acessar as oportunidades do programa, porque o processo é muito burocrático.

Queremos que os catadores de lixo sejam os protagonistas no processo. Para isso, eles devem ser incluídos na gestão de resíduos em todas as cidades, para fazer o que sempre fizeram com apoio e remuneração”, disse Roberto Laureano.

NATAL DE DIRCEU, EM FAMÍLIA, FAZ AS DIREITAS SE RASGAREM DE ÓDIOS

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Não é que as direitas odeiam, porque escolheram, entre os piores afetos, o ódio. É pior: elas são impossibilitas de ir além delas para poder chegar no outro. O psicanalista Lacan/Freud diria que suas pulsões acabam nelas mesmas em forma de alienação de si mesmas. Não há mundo exterior para as direitas. Daí o ódio delas por elas mesmas.

O ministro Luiz Roberto Barbosa, Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou José Dirceu passar o Natal e Fim de Ano com sua família na cidade de Passo Quatro, no estado de Minas Gerais. Estado que Aécio Cunha impôs uma péssima administração, como Fernando Henrique impôs ao Brasil, e ainda impôs censura aos jornalistas que viam essa péssima administração. Assim, como a maior parte de sua população também viu, por isso votou em Dilma.

José Dirceu ficar do dia 23 de dezembro ao dia 2 de janeiro, com sua mãe na cidade mineira. As direitas se mordem com essa autorização. Elas não suportam a alegria do outro, visto que serem o ódio concentrado em si. Nada de Natal com família, nada de cristianismo familiar, nada de desejos de bem compartilhados. Só dor o que elas desejam ao próximo. Por isso, na noite de Natal e Ano Novo, embora suas residências, elas estarão lembrando, de Dirceu alegre e solidário junto à sua família. Dor insuportável.

“Na situação específica, sendo a genitora do requerente senhora de idade avançada, 94 anos, cuja vinda para o Distrito Federal não é viável, considero caracterizada situação excepcional, a justificar a ida do sentenciado ao seu encontro. Faço certo que o apenado continuará em prisão domiciliar, apenas com a mudança temporária do local do seu cumprimento, que seria na residência de sua genitora”, autorizou o ministro Barroso.

NELSON NOEL NÃO É PAPAI NOEL POR ISSO TODO ANO FAZ A FESTA DA CRIANÇADA

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O filósofo holandês Spinoza diz que “o estatuto de um Estado, seja ele qual for, chama-se civil, e o corpo inteiro cidade, os negócios comuns coisa pública”, e que cidadãos são os homens que gozam de todos os privilégios que a cidade concede em virtude do direito civil, e que esses homens são também súditos porque obedecem às regras instituídas pela cidade, ou seja, às suas leis.

O filósofo Spinoza em seu enunciado nos mostra claramente o que é um regime democrático. Um regime produzido pela composição das potências de todos os homens que faz com que todos sejam autores singulares da democracia. Um regime de igualdade que possibilita a existência de todos como cidadãos e súditos da cidade que se movimentam pelos afetos produzidos pelos negócios comuns como coisa pública. Em verdade, um Estado de igualdade.

Como é óbvio, o nosso Estado não é spinoziano. Não há igualdade. Há classes com maiores privilégios que outras. São as classes que detém o Poder Econômico e quase sempre são protegidas pelo Poder Judiciário. É um Estado em que a coisa pública não é tão pública, o que faz com que se diga que há classes sem direito civil, porque os negócios comuns não chegam até elas. Daí a impossibilidade de se afirmar que essa população existe em uma cidade, ela existe em uma não-cidade, porque lhe falta o estatuto civil. Embora se afirme que todo aquele que existe em um Estado é um identidade jurídica, visto se encontrar sob as leis desse Estado.

Como o Natal foi transformado em um rito capitalístico propagado pela indústria do consumo e fortalecido pelos sentidos capturados de consumidores vorazes – indivíduos-tristemente abandonados -, onde a alegria da essência da festa cristã foi substituída pela alegria-compensatória proporcionada pelo dinheiro, à igualdade desapareceu. O presépio, símbolo do nascimento do companheiro Jesus Cristo, foi escondido pelo Papai Noel da Coca-Cola – só escondido, porque jamais o substituirá -, representante máximo da força multifacetada do consumismo veiculado pela semiótica capiatalística natalina. Maria, José, Jesus Cristo, os Reis Magos, os Anjos, os animais, as estrelas, a natureza em si, tudo foi escondido. A Substância: Natureza-Naturante e o Homem não cantam no universo perverso do consumismo. 

Diante desse quadro desnatalizado, onde o Estado como estatuto civil está ausente, é ofensivo cantar, “como é que Papai Noel não esquece de ninguém, seja rico ou seja pobre o velhinho sempre vem”. Esse velhinho-sádico só vem para os que têm dinheiro para pagar seus serviços. Ele não vai aos lares cujas crianças não têm sequer sapatinho para colocar “na janela do quintal”. E muitas vezes, nem janela. Nisso a perversão desta desnatalidade: uma vez ao ano as crianças querem, pelo presente, se sentirem amadas juntas à Cristo. Ganhar um presente é irmanar-se com Cristo. Na criança, o Natal, faz do presente um nascimento com Cristo, porque Cristo teve a sublimidade de seu nascimento, também, pelo símbolo dos presentes que ganhou. Um símbolo de comunhão entre os homens e Ele.

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Sabe-se que proporcionar presentes às crianças pela via filantrópica-calculista é recurso desumano de alguns indivíduos degenerados que com seus presentes pretendem o reconhecimento pela afirmação: “Olha como ele é bonzinho. É um verdadeiro cristão. Ajuda o próximo”. Exploração da dor para alcançar um objetivo pragmático-capitalístico. Pura sordidez que é disseminada nessas datas de cunho religioso. Mas esse não é o caso do Nelson Noel (Noël = a Natal, em francês), a pessoa física, Nelson Rocha. O Nelson é conhecedor de todas as hipocrisias da sociedade capitalística de consumo com sua semiótica desumanamente dominante. Por isso, ele escapa do grupo dos filantrópicos-calculistas. Como é um empresário mediano, ele pode realizar uma parte dessa comunhão da criançada em Cristo. Como trabalha com picolé e sorvete, ele pode levar para elas um pequeno presente. Um presente gelado, próprio para o clima de Manaus. Sorvete e picolé. São crianças pobres. Algumas sem sapatinho e outras sem janela.

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Há 12 anos Nelson Noel realiza essa produção infantil. Que em verdade não é só uma produção individual. Muitas vezes alguns moradores da comunidade participam nessa produção. Esse ano foi penosamente diferente. Nelson Noel estava triste. Por razão financeira não iria poder se apresentar para as crianças. Seria um hiato-natalino para ele e as crianças. Como também para a comunidade. Desanimado ele não ficou à “espera do milagre”. Estava decidido: as crianças iam entender. Só que a potência criativa e o espírito da tradição o envolveram e o animaram na dimensão necessária para a produção da festa. Deram-lhe pneuma, impuseram-lhe alma. E ele realizou. Na verdade, como diriam os filósofos Deleuze e Guattari, tudo era possível. Só faltava realização.

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E lá foi o Nelson Noel firmando por alguns bairros e ruas de Manaus a tradição de 12 anos. Tradição que nem precisou convocar a imprensa, porque ela se apresentou crente de que a festa ia acontecer. E lá festejaram as crianças alegres com seus pequenos presentes de Natal: picolés e sorvetes. E lá ia a festa natalina no sol na chuva compondo o espírito cristão. Lá estava presente Cristo como potência criadora da vida comunalidade. E lá estava Cristo afirmando através do filósofo italiano Toni Negro que “o amor não pode ser algo que se fecha no casal ou na família, teve construir comunidades mais vasta, deve tornar-se construtor do outra”.

E lá estava Nelson Noel, comungado junto com as crianças em “Cristo, o mais amado (Nietzsche/Deleuze)” afirmando que “O amor é a chave essencial para transformar o próprio no comum (Toni Negri).  


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Quer linha de corte? Este é esquizo. Acesse:

CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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