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QUEM É VOCÊ? EU SOU O ANO 2018! E POR QUE TODA ESSA ALEGRIA? POR SER O ANO QUE LULA VAI SE TRIELEGER! AGORA MESMO A PESQUISA IPSOS RECONFIRMOU LULA, O COMANDANTE, DISPARADO NA FRENTE

  Uma criança do jardim da infância contou que conforme os encadeamentos bio-psíquico-social do animal chamado homem se processavam, ele processava mutações em suas faculdades perspectivistas. Suas perspectivas se tornavam configurações infra-humanas. Eram os entrelaços se compondo para posteriores práxis e pieses.

 De acordo com o que contou a criança, foi nesse movimento perspectivista que o homem inventou a linguagem impulsionada pela necessidade de informação como suporte de comunicação-comunitária. Falar reflexos de experiências. Enunciar-vivências. Inicialmente o discurso-direto. Forma linguística-real do vivenciado. Posteriormente, o discurso-indireto, a ecololalia, redundância, a enunciação do não vivido.

   Foi esse discurso-indireto, de acordo com o que contou a criança do jardim da infância, que serviu para os meios de comunicação de massa arquitetarem uma estratégia triunfalista de formação de opinião pública. Ou seja, fazer a sociedade significar, através da redundância-clonante, o que esses meios de comunicação de massa ficcionavam como realidade. A lógica da repetição do que eles produziam como verdade necessária à sociedade.

  Daí então, segundo o que contou a criança do jardim da infância, os meios de comunicação de massa passaram se tomar como deuses da comunicação: tudo que enunciassem seria repetido pela sociedade como verdade. Logo, a sociedade seria a grande guardiã dessas falácias. No Brasil, a Rede Globo foi a que mais delirou nessa anoia (inexistència da mente)ou ecnoia (insanidade). Mas não foi só o corpo dos globotários que se deixou imolar nesse enunciado fictício-paranoico. Alguns dos nosso companheiros democratas também acreditaram e acreditam que a Rede Globo domina a massa. Ledo (Ivo) engano fatal. Como diz o filósofo Baudrillard, a massa não refrata os meios de comunicação. Ela é nela mesma.

  Porém, como afirma Tomé, só vendo para crer, emergiu o cristão-católico Lula para desfazer a superstição: o povo tem sensibilidade, inteligência e ética própria que se materializa na democracia. O devir-povo é a conjunção das potências de todos, e não de classes privilegiadas que se querem dominantes. 

  Por essa realidade indestrutível, o instituto de pesquisa Ipsos, hoje, dia 30, divulgou pesquisa que confirma 2018 com total razão. Ou melhor, 2018 já é agora. Lula dispara na frente de seus inimigos-invejosos que lhe odeiam (querem ser ele e tê-lo) com 38% das aprovações dos entrevistados, e com o menor índice de rejeição, 59%. Comparado com a pesquisa de fevereiro, Lula subiu sete pontos. É mole, golpista? É? Não desespera, vem mais.

  Os outros:

Aécio – 11% de aprovação e 74% de reprovação.

Alckmin – 16% de aprovação e 67% de reprovação.

Serra – 20% de aprovação e 70% de reprovação.

Fernando Henrique – 23% de aprovação e 67% de reprovação.

E o janota-desnarcisado Dória? Nada!

  Aí a irrefutável prova de que as mídias acéfalas não determinam a opinião pública. Não não têm o poder de transformar a sociedade em sua escrava. Assistir tele-jornal e tele-novela, não significa ser seu escravo. Claro que seria prova maior de ativação do existir não lhes conceder audiência, mas… 

  O devir-povo-polivocidade é incapturável, contou a criança do jardim da infância.

   

CASO DE REDUNDÂNCIA DO SIGNIFICANTE: JANOT DIZ QUE GILMAR SOFRE DE “DECREPITUDE MORAL E DESINTERIA VERBAL”, PORQUE GILMAR DISSE QUE ELE FEZ REUNIÃO EM OFF PARA VAZAMENTO

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 É muito simples de entender, mas impossível de aceitar, e nem precisa o devir da filosofia da diferença de Deleuze e Guattari. Tudo é muito explícito para uma criança do jardim da infância.

 A criança do jardim da infância conhece a redundância do significante na prática de seu movimento que tenta todo segundo se livrar da coerção paranoica dos adultos. Ela sabe que a redundância do significante é a dança macabra circular do signo que salta sobre outro signo, mais outro, mais outro, sendo sempre o primeiro signo como palavra de ordem. Ordem para que não escape nenhuma variação que quebraria a dança macabra circular do significante como palavra de ordem dominante, onde não há comunicação e nem informação, mas apenas a tirania do significante. O discurso-paranoico-indireto. Também contado pelo filósofo Nietzsche como tagarelar. Ecoar sem práxis do conceito-ultrapassante. 

  Mesmo promovendo as políticas sociais que tiraram mais de 40 milhões de brasileiros da faixa da miséria e possibilitaram transformações nas concepções de política social, antes dominantes propagadas por desgovernos de direitas, os governos populares não enfraqueceram a subjetividade dominante implantada pela dogmática paranoica do capitalismo no Brasil durante todos esses séculos. Durante os 14 anos de governos populares, grande parte da população brasileira vivenciou pela primeira vez um nova subjetividade que se encadeava como nova forma ontológica de existência comunalidade, mas que vivia sobre a ameaça da dogmática paranoica capitalista. Até que o golpe se concretizou.

   Hoje, as chamadas autoridades representativas das instituições no Brasil, ligadas ao golpe, materializam, sem pudor, a dança macabra circular da redundância do significante em deplorável ecolalia como replicantes do capital internacional, mormente o capital norte-americano. Daí que a criança do jardim de infância sabe que quando o ministro Gilmar Mendes afirma que procuradores se reuniram em off para decidir sobre vazamento de nomes de políticos, e o procurador-geral da República Rodrigo Janot, corporativamente se sentindo atingido, diz que ele sofre de “decrepitude moral e disenteria verbal”, ela sorrir diante da confirmação da clara redundância do significante.

   Como os dois participaram do golpe, não há qualquer diferença entre os dois. Não há qualquer variável democrática em um que o povo brasileiro possa afirmar: “Esse tem, democraticamente, razão”. A criança do jardim de infância entende que trata-se apenas de querelas vaidosas. Falsas lutas pela predominância da ética democrática. Tudo não passa de manutenção da palavra de ordem do golpe.

    Diante dessa ordem macabra circular da redundância do significante, acriança do jardim da infância entende convictamente que a única variável que pode ser produzida para eliminar o estado-molar do golpe, é a variável-povo. Só a variável-povo pode rachar o corpo hierático-imóvel do golpe. O buraco negro da dor instalado no Brasil.   

LULA, DILMA, ARTISTAS E O POVO FESTEJAM A INUNDAÇÃO DO SERTÃO NORDESTINO

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O Sertão nordestino está em festa. Nunca deixaremos de cantar essa conquista que é a chegada da água no Sertão do Ceará, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte.

A classe dominante e a seca  foram muito severos com o nordestino. Esse povo comeu o pão que essa elite e os coronéis amassaram. É um povo de retirantes como muito bem cantou João Cabral de Melo Neto no poema Morte e Vida Severina.

A seca expulsou nordestinos para o Sul e para o Norte. No Amazonas tornaram-se soldados da borracha. Para cá vieram levas deles para trabalhar na exploração do látex que promovia o boom da economia no Amazonas. Dessa época, fruto do suor desses trabalhadores foram construídos prédios como o Teatro Amazonas, Palácio da Justiça, Palácio Rio Negro, símbolos da burguesia predadora amazonense. Nos panteões desses monumentos não aparece nenhum nome desses soldados da borracha, desses trabalhadores, trabalhadoras. Só constam nomes dos governantes.

“Setembro passou/ Oitubro já veio/ Já estamos em Novembro/ Meu Deus que a de nós/ Assim fala o povo/ Do seco Nordeste/ Com medo da peste/ Da fome feroz” mandou ver o poeta da roça, Patativa do Assaré.

O eu lírico cantante interrogava, questionava a seca, o medo e a fome. Meu Deus o que a de nós?

As quatro estações que no Sul do Brasil são todas definidas, no Sertão só é Sol e verão. E tem eleições e só os coronéis, classe dominante as ganham e o povo a morrer, tísico, como retirante vai pro Sul, Centro Oeste tornar-se Candango.  Constrói Brasília.

Sempre explorado em todas as partes e a Literatura e as demais artes como o Cinema mostrando o Cangaço, Lampião e Maria Bonita, Padre Cícero e o Juazeiro do Norte, a forma de mistificação e religiosidade usada para cultivar a dominação como se vê em Antônio Conselheiro, Canudos, Os Sertões de Euclides da Cunha, Geografia da Fome de Josué de Castro.

Não podemos esquecer o alagoano, autor de Memórias do Cárcere, Vidas Secas, Angústia, São Bernardo, Graciliano Ramos. E cabe aqui citarmos um trecho de sua obra Vidas Secas intitulado Festa. É uma família que morava no Sertão e um dia foram participar de uma festa religiosa na cidade. As crianças nunca tinham ido à cidade. Quando lá estão a chegar deparam-se com coisas e objetos que nunca tinham visto e não sabiam seus nomes. Ficaram maravilhadas. Será que tudo aquilo tinha nome? Os homens tinha capacidade de memorizar tantos nomes?

É dessa forma que hoje estamos a ver no nordeste do Brasil,  todo mundo maravilhado com a chegada da água da transposição do rio São Francisco feita por Luís Inácio Lula da Silva, Dilma Vana Rousseff e por milhares de trabalhadores que devem ter seus nomes gravados e mencionados nos panteões de concreto dos aquedutos, reservatórios e nos eixos de distribuição. A água eles não conheciam na quantidade e volume que chega hoje. Só ouviam falar, era rara, escassa. Era racionada. Ninguém pulava na água. Hoje, tem peixe e pescadores. Hoje, onde ela chega é motivo de festa e festa porque ela foi idealizada por um grande brasileiro, o maior e melhor presidente do mundo. O turismo e o comércio nas margens dos reservatórios é um sucesso.

Natural de Garanhuns no Sertão de Pernambuco, o maior, pobre, retirante foi pra São Paulo no Pau de Arara e nunca esqueceu os seus concidadãos. Era preciso resolver o problema da seca no Nordeste. Nas duas monarquias que este país teve esse projeto foi pensado. Dom Pedro II e Dom Fernando Henrique Cardoso príncipe sem Trono amigo de um afrodescendente originário de países nórdicos não os concretizaram. Concreto mesmo, só com o nordestino, Doutor Honoris Causa de inúmeras Universidades espalhadas por todo o mundo, Luís Inácio Lula da Silva.Resultado de imagem para imagens de lula e Dilma na transposição do São FranciscoA transposição da água do rio São Francisco para o Sertão de Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte é obra iniciada em 2007 com Luís Inácio Lula da Silva. A ida, outro dia lá, do golpista Temer foi só pra nos fazer rir porque o povo do nordeste, do Brasil e até os minerais sabem, principalmente a água que o idealizador do projeto foi Lula e continuado por Dilma a presidenta que foi eleita com 54.501.118 votos.

Os méritos dessa grande, portentosa  e magnífica obra é dos governos populares de Luís Inácio Lula da Silva, Dilma Vana Rousseff, João Cabral de Melo Neto, Ariano Suassuna, Patativa do Assaré, Belchior, Lampião e Maria Bonita, Zumbi dos Palmares, Graciliano Ramos, Lourival Holanda, Glauber Rocha, João Guimarães Rosa, Manuel Bandeira, todos, todos que trataram sobre as mazelas e misérias do nordeste e especialmente é obra do Povo, dos verdadeiros democratas sem demo do Brasil.

 

CHICO O SPINOZISTA/NIETZSCHIANO

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Viver é um processual contínuo de entrelaçamento de corpos-afetos. É encontrar sempre corpos-afetos que se interpõem entre outros corpos. Ninguém escapa. Sejam corpos-afetos tristes incompossíveis, como diz o filósofo Leibniz, ou corpos-afetos compossíveis.

Estar-no-mundo é se encontrar como autômato diante desses corpos-afetos, mostra o filósofo holandês, Spinoza. Eles chegam sem que se peça, sem que se queira. Porém, mesmo como autômato no mundo é possível escolher com quais corpos-afetos se quer compor. Podemos compor com corpos-afetos alegres e com corpos-afetos tristes, nos diz Spinoza.

Se, sou um corpo-afeto cuja potência de agir é baixa eu componho com outro corpo-afeto com baixa potência de agir, porque sou triste. Sou afecção triste. Estado de coisa triste. Não ao modo da tristeza psicológica compensadora como perda. Mas se, sou um corpo-afeto cuja potência de agir é alta componho com corpo-afeto cuja potência de agir também é alta. Sou uma afecção, estado de coisa, alegre. Não alegria no modo psicológico compensador como ganho.

Assim, nesse processual contínuo de entrelaçamentos de corpos-afetos posso ser tanto escravo como tirano porque minha potência de agir é baixa e me agrada ter o poder como força. Mas o processual contínuo de entrelaçamentos de corpos-afetos também me mostra como sendo um ser livre onde minha potência de agir é um crescente e jamais componha com escravo, tirano como forças.

Todavia, para que eu possa compor sempre alegria é necessário que eu tenha atingido o terceiro grau de conhecimento. O conhecimento que atingiu a reflexão cujo ser é causa de si mesmo e não consequência de outra causa externa ou interna. Como causa de si mesmo o ser não fica a mercê de afetos tristes. Seus encontros, occursos, como diz Spinoza, são sempre bons encontros. São essencialmente éticos, já que a Ética é a práxis dos bons encontros, como diz Spinoza em sua obra máxima, Ética. Os encontros que aumentam a potência de agir do ser. Nada de regra e princípios morais como disciplinas. Dessa maneira, racionalmente, conheço minhas noções comuns que são os afetos-bons que constituem meu ser, e os afetos bons que constituem o ser daquele com quem componho bons encontros.

De forma contrária, aquele que sempre compõe mau encontro, assim o faz porque encontra-se no mais baixo grau de conhecimento ou no conhecimento difuso. No primeiro caso ele é resultado do ter ouvido e visto, o que forma a consciência preconceituosa. A consciência que externa o que lhe foi dito e mostrado como verdades e que não chegou ao grau da suspeita e muito menos da reflexão. O que lhe foi mostrado e falado por seus pais ou os que participaram em sua formação. É sempre consequência, jamais princípio. Só compõe maus encontros que baixam a potência de agir.

No segundo caso é aquele que acredita também difusamente no que lhe contaram. Sabe o dia de seu aniversário, porque lhe contaram, acredita em Deus por tradição e não por exame comparativo com outras religiões, como diz Nietzsche. Sabe que água e o óleo não se misturam porque viu e não por análises de suas substâncias. Esse será sempre efeito e jamais causa. Sempre afecção-triste que só compõe com outros corpos-afetos tristes. Para ele nunca existe bons encontros. Os bons encontros para ele são confundidos com reuniões com seus pares familiares, classe e profissão que também são tristes, mas acreditam que não são em função da alegria psicológica compensatória os ganhos, principalmente materiais.

É por esta distinção que Spinoza afirma que nós não nascemos racionais e sociais. Só nos tornamos racionais quando atingimos o terceiro grau de conhecimento e que nos permite processar bons encontros, assim como realizar relações sociais autênticas que são os fundamentos da democracia: a composição das potências políticas de todos. O terceiro grau do conhecimento também nos torna alegres como disposição contínua de humor.

O que fez Chico diante das aberrações-urbanas? Não processou mau encontro. Não compôs com a tristeza escrava-tirânica-força deles. Se Chico tivesse composto? Estaria perdido. Ficaria triste como eles afundado nos dois mais baixos graus de conhecimentos. Por que Chico não compôs? Porque atingiu o terceiro grau de conhecimento que lhe constitui como ser racional e sociabilizado. Por que Chico riu? Porque, como diz Nietzsche, os homens que pensam profundamente têm a impressão de serem comediantes ao lidar com outros que são superficiais. Se tornar cômico é uma forma de lidar com os atrasados que fomos, já que em um tempo passado, também fomos atrasados e os atrasados atuais, do Leblon, nos surgem como fantasmas de nós mesmos. “Engraçado! Nós já fomos assim!” Ou: “Que horror! Nós fomos assim!?”

Como um ser constitutivamente racional e social, Chico, não poderia ter uma relação amigável com as aberrações-urbanas, visto que, como diz Nietzsche, para um homem livre é impossível ter amigo escravo e ser amigo de tirano.

Chico diante das aberrações-urbanas movimentou seu devir spinozista/nietzschiano  suave e alegremente.

PREVISÕES DA MÃE TRANSVISÃO PARA O ANO DE 2016

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Embora conhecendo o adágio temporal-sacro de que “o futuro a Deus pertence”, membros dos vetores comunicacionais da Associação Filosofia Itinerante (Afin), Blog Esquizofia e Blog Afinsophia , fizeram uma vista a Casa da Mãe Transvisão com o intuito de pedir a ela que, em sua potência-transcendental, realizasse algumas previsões para o ano de 2016 que já se encontra adentrando no ano de 2015. Ano em que as direitas do Brasil contam minuciosamente os segundos para que encerre seu ciclo, visto que fora um ano em que elas não tiveram qualquer de suas intenções conspiradoras consumadas. Entre elas, depor Dilma e prender Lula, dois expressivos brasileiros por suas originalidades.

Mãe Transvisão, como sempre carinhosa, solícita, meiga e inteligente atendeu os consultantes. Em seu salão nobre, completamente colorido, de um psicodelismo envolvente, enlevado por aromas agradáveis, sonorização fluente, ela, em seu traje singular composto por traços cativantes, envolveu-se com a transcelestidade, transtemporalidade, transhistoricidade e trancedência e realizou seus contatos que nos foram comunicados como formas de previsões.

Como Mãe Transvisão é uma mulher eminentemente politizada, ela começou suas previsões pelo que há de pior no Brasil: as ignóbeis trapaças das direitas golpistas comandadas pelo seu persona non grata, Eduardo Cunha.

Então, leiamos as previsões da infalível Mãe Transvisão.

  • No começo do ano de 2016, Eduardo Cunha conquistará a tríplice coroa: será destituído da presidência da Câmara Federal será cassado e preso.

  • Aécio Cunha vai aumentar mais ainda seu tônus biliar: Dilma continuará seu objeto de desejo inatingível. Continuará tramando, mas vai aos pousos ficando mais isolado que já se encontra. Até os coxinhas lhe abandonarão. E para acabar de vez com sua simulação de honestidade, Janot vai pedir ao Supremo Tribunal Federal (STF) investigação sobre a Lista de Furnas. Esquema de corrupção comandado pelo PSDB sob a orientação do próprio ressentido-compulsivo.

  • Fernando Henrique vai sofrer um grande baque em seu narcisismo já tão anêmico: Dilma vai ter a popularidade de seu governo aumentada.

  • Serra sofrerá investigações e terá seus projeto entreguista do pré-sal totalmente combalido.

  • O senador Agripino Maia vai ser condenado pelos crimes de corrupção e perder o mandato.

  • O vice-presidente Michel Temer, continuará sendo apenas uma figura decorativa no governo Dilma. E sua fama de golpista vai aumentar e nem as mídias aberrantes, suas defensoras, vão conseguir protege-lo.

  • O deputado Jean Wyllys do PSOL vai conseguir maior aderência em suas ideias que serão compartilhadas por grande parte da sociedade brasileira.

  • A deputada Jandira Fegalli do PCdoB vai se tornar a representação-mor das mulheres combativas do mundo indicada por organismos internacionais.

  • Os institutos de pesquisa eleitoral vão sofrer o ano inteiro: terão que divulgar resultados de suas pesquisas para a eleição presidencial de 2018 com Lula disparado na liderança.

  • O deputado racista e homofóbico Bolsonaro será definitivamente condenado por ter ofendido a deputada Maria do Rosário (PT/RG).

  • Fernando Henrique terá um ano doloroso e tenso: as investigações sobre esquema de propina na Petrobrás em seus governos aumentarão de tal forma que nem as mídias, suas protetoras, poderão escamotear as notícias sobre esse esquema de onde se originaram Paulo Roberto Costas e Pedro Borusco, ambos presos pela Operação Lava Jato.

  • Dilma não vai sofrer impeachment, a economia vai voltar a crescer, a maioria dos brasileiros terão suas vidas melhoradas e parte das direitas vai morar na Argentina para apoiar o governo Macri.

  • Lula será indicado ao Prêmio Nobel da Paz e Fernando Henrique será acometido de forte crise de invejite-tremules.

  • Os movimentos sociais e os sindicatos serão mais fortalecidos e terão maiores participações em decisões importantes para a sociedade brasileira.

  • As artes como o cinema, teatro, música, literatura, dança, todas as formas de expressões populares terão maiores investimentos.

  • Os estudantes do ensino público do estado de São Paulo, que mudaram o conceito de educação no estado defendido pelo governador Geraldo Alckmin com seu plano de ‘reorganização’, vão constatar o fim desse plano.

  • O compositor, cantor, escritor, teatrólogo, poeta, articulista Chico Buarque receberá das mãos de um organismo internacional o título de representante-maior da sensibilidade e inteligência frente estupidez-arrogante da burguesia-desvairada.

  • A surpresa das eleições municipais de 2016 será o número de prefeitos eleitos de partidos progressistas, assim como vereadores.

  • Em Manaus, o prefeito que jurou aplicar uma surra em Lula, Arthur Neto, não será reeleito apesar do grande esquema de cooptação de funcionários como cabo eleitorais. Seu pior cabo eleitoral serão os buracos que ele produziu em Manaus como continuação das gestões de prefeitos anteriores como seu amigo Amazonino, ex-prefeitos Serafim e Alfredo. Professores, médicos e outros profissionais lambaios continuarão votando nele, mas não será um número insuficiente para reelegê-lo.

  • Muitos vereadores que usam as igrejas como catapulta para a vereança não serão reeleitos, assim como os chamados novos também.

  • Os principais candidatos que disputarão a prefeito de Manaus serão um de partido progressista e outro, como é comum no Brasil, de um partido reacionário. Mas não serão do PSDB, PPS, DEM, SD e REDE.

  • O governador do Amazonas, José Melo, será cassado, mas vai recorrer em outra instância. Porém, no final será cassado de vez.

  • No mesmo momento da derrota de Arthur e a cassação de Melo, jornalistas e empresas de comunicação submissas e calculistas a ambos cuspirão nos pratos que babaram.  

  • A TV Globo vai continuar perdendo audiência junto com sua emissora de rádio CBN, e será denunciada e investigada pelo FBI no esquema de corrupção da FIFA e ainda será, terminantemente, obrigada a pagar sua dívida com a Receita Federal.

  • As inúteis revistas lamê Veja, Época e IstoÉ diminuirão suas finanças, irão despedir funcionários e ficarão com os pés na cova do capitalismo.

  • Por sua vez, os blogs, sites, portais progressivos, também conhecidos como “sujos”, aumentarão seus acessos. E também terão aumentados seus anúncios de publicidades.

  • A Seleção Brasileira vai continuar sofrendo em busca de sua classificação para a Copa do Mundo. Porém, só no ano que vem é que se saberá ao certo se será classificada ou não.

No fim das previsões, os membros dos blogs pediram que Mãe Transvisão, fizesse algumas previsões para a Afin. Então, ela pousou nos membros dos blogs um olhar cândido e sorrindo suavemente disse que a Afin apenas processasse seus devires com confiança, engajamento e responsabilidade como vem fazendo há mais de 13 anos.

O que eles queriam mesmo era saber qual seria a conclusão do processo que a Afin vem respondendo no Paraná porque seu Blog Afinsophia publicou um artigo, em 2012, sobre um caso de racismo e foi acusada de prática de ofensa e ter que pagar R$ 30 mil de indenização.

Ao saírem da casa sagrada Mãe Transvisão abraçou todos os abençoando  proferindo louvor: “Axé, meus filhos e filhas!”. Ao que eles responderam: “Axé, Mãe Transvisão!”

QUANDO ALGUÉM É CAPTURADO POR UM AGENCIAMENTO COLETIVO DE ENUNCIADOS MOLARES, ELE ACREDITA QUE FALA, MAS NÃO FALA. ASSIM É A MÍDIA ACÉFALA E SEUS SEGUIDORES: TODOS MUDOS

bocaFECHADA_2(4)A linguagem em um sistema capitalista é uma voz de comando fincada em três estratos de defesa: organização, significante e subjetividade. Uma voz de comando para que aqueles que são seus sujeitos de enunciados conservem e alimentem os seus elementos sobrecodificadores que mantém esse sistema nos seguimentos de seleção, classificação e hierarquização.

Para que o sistema capitalista se sinta bem protegido ele necessita de uma forma de agenciamento coletivo de enunciações molares para ser reverberado pelo sujeito do enunciado. Aquele que foi capturado nesse agenciamento para ser seu defensor. Mero propagador de seus códigos dominantes. Como se trata de um agenciamento cuja atuação é simuladora o sujeito de enunciado não sabe por que tem esse comportamento que ele toma como seu, saído de sua vontade. Ele acredita que fala quando não fala. Ele apenas reverbera os códigos agenciados pelo sistema capitalista dominante.

Apanhado nesses enunciados sobrecodificadores ele jamais se desterritolizaliza em mutação para outro território como um novo modo de ser. Ele é sempre a ressonância do mesmo. Por mais que troque de mulher, de homem, de roupa, de endereço, de carro, de profissão, de colegas, até de pele, faça inúmeras viagens, ele é sempre agente ecolálico desse sistema. O teatrólogo Bertolt Brecht diz que um homem sente protegido em sua própria pele. Nesse caso ele se equivocou, porque um sujeito de enunciado não tem pele própria. Sua pele é nada mais do que o invólucro produzido pelo agenciamento coletivo de enunciados que é o sistema capitalista.

Capturado nessa sobrecodificação molar, o sujeito de enunciado sequer tagarela, visto que até no tagarelar é possível escapar um tique em forma de atos falhos revelando um além de tal mudez. O que levaria a exclamação: “Olha, ele pode falar!”. Mas ele não fala, porque, também, perdeu o sentido da suspeita. Se ele tivesse o sentido da suspeita ele descobriria que sua mudez não muda nada. Pelo contrário, conserva tudo da mesma forma, substância e expressão. Sem suspeita o mundo não existe, já que ele se mostra em uma harmonia, uma hegemonia e uma paz que perturba até Deus. Tudo o que ele propende: estar acima de Deus. Já que não consegue ser Deus, que seja superior a Ele.

O que ocorre no Brasil atual é essa dificuldade de se perceber e tentar mudar a ditadura da não-linguagem. Perceber que Fernando Henrique não fala, Aécio não fala, Caiado não fala, Eduardo Cunha não fala, Rena Calheiros não fala, todas a mídias acéfalas não falam, muitos empresários não falam, falsos intelectuais não falam, só reverberam os agrupamentos molares da subjetividade estratificada pelos códigos do sistema capitalista. Os ecos desses personagens são fantasmas que esvoaçam seus mantos com o intuito de manter o medo nos fantasmagorizados. Estão todos a serviço do castelo mal-assombrado que refletem os estratos capitalistas.

Daí, que quando alguém tenta responder ao eco de um desses fantasmas não só se ilude como também se paralisa, já que a mudez deles não é traspassada por movimento. A linguagem institui o homem como um ser em movimento que se desloca criando os mundos como conceitos mutantes. Responder a eco é eliminar a linguagem como conceito mutante e desterritorializante. Enquanto alguém se ilude comentando o eco, o eco jamais vai procurar saber de onde vem à voz de comando que ele ecoa. O comentário sobre o eco leva o eco acreditar que é amado, por isso deve continuar ecoando. Tudo que a voz de comando persegue.

Mas o Brasil não é só ecolalia que se quer dominante. Ele tem seus epistratos e paraestratos que se movimentam fora e dentro dos estratos bem organizados, significados e subjetivados. São potências que compõem um corpo social como máquina abstrata de mutação como singularidades periféricas que enfraquecem e deslocam as forças do centro nuclear, estratos-sedimentados, e emergem como políticas movimentos sociais que vão além do Partido dos Trabalhadores que, em verdade, também, em parte, encontra-se sedimentado por esses estratos molares que impedem a passagem das intensidades produtoras de novas formas de existências.  

São singularidades, multiplicidades, corpos moleculares, fluxos mutantes, quantas desterritorializantes que constituem a voz do dono e o dono da voz. A linguagem do corpo que fala por si mesmo. Uma voz inaudível e ininteligível aos sujeitos-sujeitados dos enunciados. 

DIA NACIONAL ANTIMANICOMIAL MOSTRA AUSÊNCIA DE POLÍTICA DE SAÚDE MENTAL

Luta-Antimanicomial-okNo entendimento antipsiquiátrico produzido por Fanon, Basaglia, Bateson, Cooper, Laing e filósofos como Nietzsche, Marx, Sartre, Foucault, Guattari e Deleuze entre poucos, a questão mental no sistema capitalista ainda não foi examinada e mostrada sem metáforas, visto que as psicoses não são ilustrações-imaginárias.

Quando alguém envolvido com essa questão entende o que Marx diz que no sistema capitalista as organizações sociais são patologias, sabe que o entendimento das psicoses não é uma questão meramente de clínica. Há loucos instituídos que não são levados às clínicas e continuam atuando com suas psicopatologias paranoicas para que outros sejam levados aos estados de loucura e aí serem jogados em instituições psiquiatras. Guetos instituídos, onde os internos só esperam o fim.  

Esses loucos que não são levados às clínicas fazem parte do ideário burguês. Compõem o quadro dos agentes de psicotização dos outros. São pais, patrões, economistas, pastores, políticos, professores, médicos, assistentes sociais, falsos filósofos, sociólogos, juristas, mídias, esportistas, jornalistas, etc., todos com a missão determinada para escolher e condenar aquele que será responsável pelas organizações sociais patológica, que diz Marx. O filósofo que contribuiu com suas ideias para psiquiatrização do mundo burguês.

Uma forma instituída de psicotização do outro é apresentado pela relação capital-trabalho no sistema capitalista através da representação do salário como objetividade da força de produção do trabalhador cristalizado na mercadria. Não há possibilidade de saúde mental e física em uma estrutura em que o homem é transformado é mero produtor de valor econômico que abastece a voracidade do mercado enquanto perde seus corpos físico, sensorial, sexual afetivo, volitivo e intelectivo. Ainda mais quando faz parte de uma divisão de trabalho em que seu corpo geral se transforma em um simples objeto parcial. O que levou Marx a afirmar: “O trabalhador se torna mais pobre quanto mais riqueza produz, quanto mais a sua produção aumenta em poder e extensão. O trabalhador se torna uma mercadoria tão mais barata quanto mais mercadoria cria. Com a valorização do mundo das coisas aumenta em proporção direta a desvalorização do mundo dos homens”.

Nessa estrutura que produz e, ao mesmo tempo, reflete as relações sociais o trabalho sente seu mundo se fechando em si. E, como é sabido, quando os sentidos e o corpo são limitados por forças opressivas, que são as formas de produção no sistema capitalista, o homem entra em processo de alienação que lhe conduz à loucura-clínica. Uma loucura por não suportar o mundo que lhe impuseram com suas forças-econômicas coercitivas. De forma cruel, é quando ele escapa da fábrica de enlouquecimento mantida pelo proprietário e os profissionais coadjuvantes citados acima. Os sentidos e mentes paranoicas.

Como se trata de saúde mental é necessário não deixar fora da análise psiquiátrica antimanicomial os parlamentares que votaram pela terceirização contribuindo para precarização do trabalho e a perda de direitos dos trabalhadores e, consequentemente, auxiliando diretamente na fabricação da loucura dos trabalhadores violentados em seus direitos, já que a saúde mental dos indivíduos depende do grau de violência que possa sofrer e suportar. Assim, a terceirização não é só um desmanche dos direitos dos trabalhadores, mas, também, um corpo de opressão que atua na psicotização do trabalhador. Daí, que como esses parlamentares estão capturados e imobilizados pelas linhas-molares do sistema eles, como todos reacionários e embrutecidos burgueses, nem sentem as suas violências. Mas, como diz Marx, não sentem, mas fazem.

Esses parlamentares são apenas um mostra de como as classes, os grupos e instituições contribuem com suas parcelas para o enlouquecimento do outro que lhe serve de objeto de sublimação de suas próprias psicopatologias. Há nesse quadro até gente de boa fé que embora trabalhe na política de saúde mental e luta antimanicomial,  mas como se encontra muito bem institucionalizada, sem saber, é um dos obstáculos internos na produção de uma nova forma de entendimento e terapia para os necessitados. Por tal, o quadro mostra por que ainda é quase nula a politica de saúde mental. 

27e31550-ba07-404a-a5a9-0bbd78648b59Todavia, associações, entidades, grupos de São Paulo aproveitaram o Dia Nacional Antimanicomial, para apresentar, no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp) reivindicações e protestar contra essa violência institucionalizada que a maioria dos governos estaduais e municipais fazem descaso e possibilitam tipos de terapias por grupos que não conhecem as leis e muito menos os tratamentos necessários como são os casos de certas comunidades religiosas, segundo Fernanda Magano, presidenta da Federação Nacional dos Psicólogos.

“As comunidades não têm uma posição laica sobre o atendimento da saúde mental. Acabam se eximindo de todas as diretrizes do Ministério da Saúde e fazendo procedimento de encarceramento dessas pessoas. São novas formas de manicômio com outros nomes.

Com essa falácia de epidemia de crack, se abriu um espaço enorme para as chamadas comunidades terapêuticas.

A gente ainda tem uma concentração de leitos em Sorocaba: são sete grandes hospitais”, observou Fernanda.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Quer linha de corte? Este é esquizo. Acesse:

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VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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