Archive for the 'Inteligência Coletiva' Category

MORO FAZ SUA PARTE: AUMENTA O NÚMERO DE FILIADOS DO PARTIDO DOS TRABALHADORES

Produção Afinsophia.

O filósofo Nietzsche nos leva a entender que existem dois tipos de conceitos sobre justiça.  O conceito de justiça institucional, na qual muitos homens e mulheres empatizam suas realidades psicológicas; e o conceito de justiça natural, a justiça em que homens e mulheres são traspassados pela vontade de justiça que não nasce através do curso de direito.

A justiça institucional é coisa dos homens. Faz parte de seus negócios comprometidos com a realidade humana, diria o filósofo Sartre. A justiça natural é modus de ser da substância-natureza-naturante, pensa o filósofo Spinoza. Porém, essa justiça também se move por entre os enunciados da justiça institucional transpondo seus significados judicativos. Ou seja, escapa de suas determinações não expressando a vontade designadora do juiz.

Como já é do conhecimento até das pedras que não rolam, por isso não criam limo, o objetivo maior de Moro é auxiliar as direitas para que Lula não seja candidato em 2018. Ele sabe que Lula é o único que pode ser eleito e, através de um governo popular – como já fez – mudar o quadro terrorificante produzido pelos golpistas.

Daí, que Moro, como agente da justiça institucional com sua compulsiva prática persecutória contra Lula, não pôde entender que sua decisão de condenar Lula iria servir de drive (para Freud trieb, libido) para que pessoas buscassem se filiar no Partido dos Trabalhadores. Na linguagem freudiana, investir suas libidos-narcísicas no objeto ideal de seu amor. São mais de 3 mil pedidos de filiação ao partido depois de sua decisão judicativa que é contestada por grande maioria do povo brasileiro. Só não pelos abstraídos globotários.

Desta forma, a democracia agradece a Moro por sua grande contribuição para o aumento de membros do PT. Aliás, o único partido que cresce no momento em que parte dos acéfalos se tomam como cientistas políticos e querem o fim de todos os partidos. Coisa de mentecapto. Ou, em outra ortografia, coisa de porra-louca.

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FAMA DE MORO CORRE CÉLERE: É ALVO DE PROTESTO NA UNIVERSIDADE DE COLUMBIA, EM NOVA YORK

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Manifestantes gritam contra Moro em Nova York

   Impulsionado por sua voraz necessidade de reconhecimento – síndrome, afirma Freud -, la foi o moro tentar palestrar na Universidade de Columbia, em Nova York. Como a fama de alguém forjada em tendenciosidade facilmente volta contra si em forma inversa; negação, não deu outra.

    Em frente e dentro da universidade pessoas dotadas de inteligência capaz de discernimento sobre o que é irreal, realizaram fervoroso protesto contra ele. E ainda mostraram que ele pratica lawfare, perseguição, contra Lula. 

     Enquanto isso as mídias aberrantes e falsos brasileiros, submissos ao capital norte-americano, tecem loas ao juiz vaiado.

    Veja e ouça o vídeo.

 

HOJE É DIA DE GREVE E PARALISAÇÕES EM TODO O BRASIL CONTRA O DESMONTE QUE O DESGOVERNO GOLPISTA VEM IMPONDO AO PAÍS COMO FORMA DE OFENSA À POPULAÇÃO

Os sindicatos, movimentos sociais e outras entidades da sociedade civil estão hoje se manifestando em todo o Brasil contra o desmonte do país que o desgoverno golpista, irresponsavelmente, vem concretizando.

        O que se cogita muito antes do golpe, agora se encontra em forte execução. O desgoverno golpista do golpista-mor, Temer vem realizando o que a embrutecida direita sabe muito bem fazer: prevalecer às regras e ambições do capitalismo.

        Tudo não passa de falácia e engodo o argumento de que a contenção de despesas é para fortalecer a economia e fazê-las crescer. A PEC 142, agora 55, não tem outro objetivo do que tirar direitos dos trabalhadores para distribuir com o capital privado. O exemplo mais desavergonhado é a entrega do pré-sal para empresas estrangeiras como a Shell.

       Daí que diante dessa irracionalidade antidemocrática e antinacionalista só resta a sociedade brasileira se posicionar na luta por seus direitos. E é isso que ela vem realizando hoje em todo o Brasil. Como diz o verso-nacional, “verás que um filho teu não foge a luta”. É o que vem se confirmando hoje nas manifestações.

         Principais reivindicações no Dia Nacional de Greve.

PEC 241

ENQUANTO EM MANAUS A CANDIDATURA DE ZÉ RICARDO DO PT É ÓBVIA COMO A DOS OUTROS, EM SÃO PAULO A DE HADDAD É DEMOCRATICAMENTE ATIVA

Haddad

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O poder constituído, segundo o filósofo italiano Toni Negri, é a forma em que os corpos, econômico, político, social, estético, etc., são apresentados como realidade pelo governo de um Estado. São corpos regrados e normatizados usados pelos dirigentes para conduzirem e orientarem os habitantes desse Estado. Sem qualquer ilusão, na verdade é força-molar de imobilização.

O grande objetivo dos governantes é fazer com que o poder constituído se mantenha como realidade a ser preservada pelos sujeitos não ativos. Os sujeitos dos espíritos cativos, como afirma o filósofo Nietzsche. Uma realidade inalterável como verdade, onde todos os atos dos habitantes são meras repetições sem criação e atuação renovadora.

Já o poder constituinte, que na verdade deve ser conceituado como potência constituinte, é o “movimento real”, como afirma Marx que transforma o estado de coisa imóvel que o poder constituído resguarda como verdade inalterável. Ao contrário do poder constituído, a potência constituinte se mostra como corpos mutatio-renovatio, porque é fundado pela práxis e a poiesis. Ação como criação do novo.

A potência constituinte é a potência da multidão, multitudo como virtù criadora de novas formas ontológicas de existências. A democracia radical expressa em Machiavel, Spinoza e Marx que não se deixa prender pela democracia representativa burguesa que é o poder constituído reflexo do capitalismo. O capitalismo paranoico, como afirmam os filósofos Deleuze e Guattari.

A potência constituinte não é processada, como novo, apenas pelos corpos econômicos, mas, também, pelos corpos estéticos que expressam movimentos criativos que saem da potência criadora dos trabalhadores, dos artistas em forma de trabalho social revolucionário. Assim, como movimento ontológico práxis e poiesis, a potência constituinte emerge como criação no poder constituído para produzir nova forma ontológica de estar-no-mundo, onde o homem não deve sofrer privações como ocorre no poder constituído do capitalismo paranoico.

Em uma campanha eleitoral, dependendo da sensibilidade, inteligência e ética dos candidatos, os programas-projetos apresentados refletem ou o poder constituído ou a potência constituinte. Porém, no Brasil, a maioria dos candidatos, dado suas indigências políticas, reflete o poder constituído. Mesmo que alguns tentem passar uma superficialidade de ser diferente, os programas são os mesmos estados de coisas.

Em São Paulo, a candidatura do prefeito do Partido dos Trabalhadores, Fernando Haddad, é essencialmente devir potência constituinte. Nela os corpos que se movimentam se movimentam sempre como mutatio-renovatio. É um movimento criador que não se resume em Haddad, porque não há o novo sem a potência da multidão. É um movimento criador porque as individualidades dos sujeitos-ativos se compõem como potência da multidão. Devir, virtù, vontade de potência. Um movimento em que as singularidades dos habitantes produzem cartografias de desejos coletivos que se materializam como direitos de todos.

Infelizmente, em Manaus, a candidatura do deputado Zé Ricardo do Partido dos Trabalhadores não é traspassada pelo processual da potência constituinte. O programa-projeto, como práxis e poiesis, de Zé Ricardo, não é constitutivo de corpos que afirmam a vida coletiva como potência da multidão. Ele, com poucas exceções, é óbvio e tatibitate como os dos outros candidatos. Nada de novo. Todos são representantes do estado de coisa reacionário da direita. Os candidatos cronologicamente mais novos, são tão velhos em ideias fossilizadas politicamente como os velhos cronologicamente candidatos. Como diriam os sábios gregos, em relação às eleições em Manaus: “Não há nada de novo sob a luz do sol tropical de Manaus!”.

Zé Ricardo não fez essa leitura, e não fazendo essa leitura não teve a compreensão do mundo manauara cujos representantes partidários reacionários privam, com suas indigências políticas, a população da alegria de existir sem privação. Zé Ricardo não entendeu que com os mesmos códigos desativados da semiótica dominante ele não atinge os sujeitos-ativos que podem trepidar a molaridade do estado de coisa triste em que Manaus está submetida. Apanhado por essa trapaceira semiótica, Zé Ricardo só tagarela. Não percebeu e compreendeu que a única (com respeito ao candidato Queiroz do PSOL) candidatura que poderia encadear desejos mutatio-renovatio nessa eleição era a sua. Já que as outras são golpistas.

Mas Zé Ricardo não pode de todo ser tomado como o único responsável pela falta de ativação em sua candidatura, já que uma candidatura é coletiva. Por isso não há que se comparar sua candidatura com a de Haddad. Em São Paulo a candidatura de Haddad se movimenta em composição-ativa como heterogeneidade. Vários corpos tecem a cartografia de desejos da potência constituinte. Os artistas, os intelectuais são sujeitos-ativos. Em Manaus, ao contrário, parece que não existem artistas e muito menos intelectuais. Só mesmo tagarelas, reacionários, e alienados presos em suas camisas de forças vaidosas.

POR NOSSO DESEJANTE DEVIR-POLÍTICO COMO FELICIDADE CONTÍNUA DO NOVO

Logo Colorido

O desejo pode ser tido como uma imaginação-temporal-futura boa ou ruim de um fato. Uma imaginação-temporal-futura, que por ser imaginação não deve ser confundida com a confirmação do fato. Já que todo fato só pode se realizar no presente que para esse desejo não ocorreu. Que se já tivesse ocorrido não seria um desejo.

Esse tipo de desejo surge como querer. E como querer é constituído de corpos supersticiosos tocados por elementos teológicos. Quem deseja se mostra referente a Deus que conhece todos os tempos. Deus não tem angústia, porque sabe do futuro. Só o homem se angústia, porque não conhece o futuro. Desejar Feliz Natal, Feliz Ano Novo é se mostrar Deus sem apropria-se do futuro. Mas de certa forma se mostra contido em Deus como seu mensageiro. “Quero-lhe bem!”, mostra meu desejo-Deus. Como imagem de Deus, posso desejar o bem.

O desejo também pode ser tido como apetecível gastronômico. Desejo comer um jaraqui frito. O Jaraqui é um peixe da água doce saboroso com farinha e pimenta. E se desejar, com uma cachacinha ou cerveja ele agradece o desejo etílico. Porém, esse desejo apetecível encontra-se no futuro como objeto a ser atingido. Objeto do desejo. Diferente do desejo Feliz Natal, Feliz Ano Novo que se encontram no futuro, mas não como objetos. O desejo de comer o jaraqui frito se concretiza, freudianamente, como investimento de minha libido narcísica fora de mim, mas que atua sobre mim suprimindo minha necessidade fome e meu desejo de escolha pelo jaraqui.

Nós dois casos do desejo apresentados, há imaginação-projetiva que não implica o sujeito-desejante. Ou seja, o sujeito que produz pela potência do desejo o mundo fora de si. O desejo não surge como uma produção que modifica o mundo ou toca em sua inércia. Não toca em sua condição desativada como ocorre com o desejo da filosofia política, potência-devir como processante do novo.

É esse desejo, filosofia política, que os Blogs Esquizofia e Afinsophia, da Associação Filosofia Itinerante (Afin), processa continuamente em encadeamentos com seus acessantes que diariamente compõem corpos afetivos e cognitivos através dos devires-desejantes semióticos. Devires-desejantes que saltam, como cometas, nas telas em deslocamentos esquizos, e que dionisiacamente atravessam certezas molares dos buracos negros capturadores, corpos indesejantes do capitalismo paranoico.

Seja no Blog Esquizofia composto de desejo-estético expressivo das artes; seja no Blog Afinsophia como heterogeneidade fluxo mutante e quanta desterritorializante, a filosofia política se movimenta como felicidade contínua do novo aos seus acessantes,porque o novo não se movimenta no tempo cronológico, pulsante, mas no tempo Aion, aquele que nunca é, mas como desejo produz a passagem contínua do que estamos sempre nos tornando sem nunca sermos. O virtual como potência do real que nos deixa sem sabermos o que seremos. Não ser que somos sempre o novo enquanto não somos molares objetos do buraco negro formação alienada pelo capitalismo paranoico. O antigo que se ilude pela imaginação-supersticiosa através da linguagem desativada ao proferir a palavra, novo.

Com desejo produção sempre novidade, movimentemo-nos, pois, como filosofia política Felicidade Continua do Novo.

Beijos e Abraços Afinados a todos Acessantes dos Blogs!

A INCONFUNDÍVEL ROSTIDADE DOS COXINHAS: INVEJA E ÓDIO

e196060b-a6d8-4b89-a7ca-f60395210f8aO amigo perguntou: “Você viu os rostos dos coxinhas? Que loucura! Ódio e inveja!”

Você viu o rosto dele? Tinha uma profunda expressão de ódio. Quando ela chegou já deu para perceber que ela não estava para conversa. Verdade. Cara de inveja pela promoção de Cláudia.

Não se nasce com rosto. O rosto é uma inscrição que se processa durante a existência das pessoas. O que há é cabeça, não rosto, dizem os filósofos Deleuze e Guattari. No lugar do que vai ser tido como rosto há um muro branco. Local de inscrição dos signos e das redundâncias. Mas um sujeito não se reduz a signos, redundância-significante. Há uma subjetivação que “não existe sem um buraco negro (D/G)”. O buraco negro é “onde aloja sua consciência, sua paixão, suas redundâncias (D/G)”. Dois estratos.

O rosto começa no muro branco para aparecer vagamente no buraco negro como rostidade pai, mãe, patrão, criança, policial, professor, etc., como traços significantes indexados específicos. A subjetivação necessita do rosto para escava o buraco negro por onde atravessa.

Mas a rostidade como significante e subjetivação não se mostra apenas no processo muro branco-buraco negro. Ela se mostra também nos objetos que também estão rostificados. Uma casa, uma cadeira, uma roupa, uma paisagem que se conectam a máquina abstrata de rostificação. “Essa roupa me olha”. Ou melhor, os objetos me olham. Me olham de acordo com minha rostidade. Meus significantes, minha consciência, minhas paixões.

No caso do rosto de Cristo. Ou rostos de Cristo, há também traços do agenciamento realizado pela máquina abstrata de rostificação. Há o rosto de Cristo o amante, o que não acusa, o que não cobra, que não julga, não persegue e que só ama seu próximo. O Cristo alegre. O rosto que Barrabás e Judas viram. E há o rosto de Cristo criado por Paulo. O rosto do crucificado que rostifica compaixão, dívida, julgamento, castigo, condenação, perdão compensatório e sem amor ao próximo, como liberdade. Esse segundo, a rostidade do homem ocidental onde a superstição, tida por religião, e o capitalismo fazem uso para manter a opressão ambiciosa. “Cristo de mercado. Cristo-tirânico (D/G)”.

Jornalistas livre e pessoas, também livres, se preocuparam em interpretar a redundância-significante dos cartazes exibidos pelos coxinhas, analfabetos políticos. Mas o que havia nos cartazes? Dizeres contra Dilma, Lula e o Partido dos Trabalhadores? Não. Os cartazes exibiam a rostidade dos coxinhas. “Deviam ter mortos todos”, dizia uma rostidade. “Somos Todos Cunha”, se exibia outro. Não havia Dilma, Lula e PT, mas só a rostidade coxinha.

O amigo viu a rostidade coxinha nos cartazes. Um cartaz expressava todos. “Viu os rostos deles?”. A gatinha, a madame mal-amada, o homem-fálico-narcisista, o jovem caráter-anal obsessivo, o bombado, o homofóbico, o racista, o arrivista, o misógino, estavam no muro brando-buraco negro dos cartazes. Foram 795 mil rostos no Brasil? Não. Uma rostidade só. Uma única inscrição. Uma rostidade redundância-significante e uma subjetividade-golpista-nazifascistas. Uma rostidade burguesa-branca, ponto-molar paranoico. Eu atribuível como rostidade determinada sem possibilidade de traços a-significantes e a-subjetivos.

Deleuze e Guattari nos dizem: “Se o rosto é uma política, desfazer o rosto também o é, engajando devires reais, todo um devir-clandestino. Desfazer o rosto é o mesmo que atravessar o muro do significante, sair do buraco negro da subjetividade”.

Mas os coxinhas não querem sair dessa opressão rostificadora. Eles querem continuar a cultuar o rosto do Cristo crucificado como ressentimento e má consciência. Quer dizer: eles não podem. Desfazer o rosto é a morte com quem eles não sabem lidar como criação para o novo. Eles não podem desejar. Eles são estratificados por linhas duras muito bem segmentadas e estriadas. Muito bem estratificadas como identidade, organização e subjetivação molar. Não qualquer possibilidade de variável, resíduos, neles.

Essa a inconfundível rostidade dos coxinhas: inveja e ódio.  

         

            

PARA O CINEASTA CARLOS BARRETO “DIRCEU NÃO É BANDIDO ELE LUTOU PELO BRASIL”, E PARA O JORNALISTA FERNANDO MORAES O QUE A DIREITA QUER É LULA

images-cms-image-000449376Comentando prisão do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, intelectuais se posicionaram claramente contra apresentando as razões de porque não corroboram com sua prisão pela Operação Lava Jato.

Entre os que comentaram a prisão de José Dirceu encontram-se o cinegrafista premiado Luiz Carlos Barreto e o internacional jornalista e escritor Fernando Moraes. Para o cinegrafista, “José Dirceu não é um bandido e estamos caminhando para um caminho muito perigoso”.

“José Dirceu não é um bandido. Ele lutou e arriscou a vida dele pela democracia, conduziu um partido ao poder e estabeleceu um projeto para o país.

Nós estamos caminhando por um caminho muito perigoso. É claro que é preciso extirpar e diminuir a corrupção, que é universal. Agora, há exagero e é preciso que as pessoas saibam que existe um Estado de Direito Democrático e uma Constituição Federal Vigente”, afirmou Luiz Carlos Barreto.

Por sua vez, o jornalista e escritor Fernando Moraes analisa a prisão de José Dirceu por outra perspectiva. A perspectiva de que a intenção da Operação Lava Jato visa, na verdade, o ex-presidente Lula. Em sua conta no Facebook ele escreveu o texto tendo ao lado uma fotografia de Lula.

“A federal prendeu o Zé Dirceu. ele, o irmão e o secretário. mas não é o Dirceu que essa gente quer. Nem ele, nem a Dilma. Eles estão rodeando para chegar nesse rapaz sem o dedo mindinho aí da foto. Eles querem ganhar as eleições de 2018 com três anos de antecedência”, escreveu Fernando Moraes.

Fernando Moraes ao afirmar que o que as direitas tencionam é eliminar Lula das eleições de 2018, ele mostra o óbvio: elas não possuem qualquer representante ou programa para chegar à Presidência da República através de eleições democráticas. Daí que esse estado de destemporalização, no presente fantasiar o futuro, só lhe impõe um estado angustiante de dor e desespero, visto que o futuro para elas já é hoje: sua derrota antecipada.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Quer linha de corte? Este é esquizo. Acesse:

CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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