Archive for the 'IBGE' Category

DEPOIS DE DIVULGAR QUE A MORTALIDADE INFANTIL CAIU, IGBE MOSTRA QUE A EXPECTATIVA DE VIDA DOS BRASILEIROS AUMENTOU PARA 75 ANOS E 2 MESES

mortalidade infantilAntes a expectativa de vida dos brasileiros divulgada pela Tábua Completa de Mortalidade era de 74 anos e 9 meses. Agora, é de 75 anos e 2 meses correspondendo um aumento de três meses e 18 em relação ao dado anterior. E mais, as mulheres vivem 78,8 anos em média que os homens que vivem.

Na divulgação realizada ontem, dia 1°, pelo Diário Oficial da União (DFU), a unidade da Federação ficou assim:

  • Santa Catarina: expectativa de vida 78,4. Mulheres, 81, 8 anos. Homens, 75,1 anos.
  • Distrito Federal: 77,6 anos.
  • Espírito Santo: 77,5 anos.

A Região Sul, Sudeste e Distrito Federal ocupam os oito primeiros lugares com a média de 75,2 anos. O Rio Grande do Norte tem a média do Brasil. Maranhão, 70 anos; Piauí, 70,7 anos; e Alagoas, 70,8 anos.

O aumento da expectativa de vida dos brasileiros aumentou em virtude das políticas sociais produzidas pelos governos populares nos últimos 12 anos. Principalmente nas famílias de baixa reanda. Além das políticas referentes à saúde, moradia, trabalho, educação e higiene.

IBGE DIVULGOU QUE A INDÚSTRIA BRASILEIRA CRESCEU 5% NO MÊS DE FEVEREIRO

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A Pesquisa Industrial Mensal da Produção Física Brasil (PIM/PFBRSIL) divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou que a produção indústria brasileira no mês de fevereiro cresceu 5% comparada com o mesmo mês doa ano de 2013. O crescimento foi detectado em todas as categorias de uso e 21 dos 27 ramos pesquisados.

O tema que exerceu maior influência positiva sobre o crescimento foi o segmento de veículos automotores, avançando 12,9% em um ano. Ficaram envolvidos nesse segmento fabricação de automóveis, veículos para transporte de mercadorias, chassis com motor para caminhões e ônibus, caminhão trator para reboques e semirreboques de caminhões.

Outros segmentos que contribuíram para o crescimento foram material eletrônico, aparelho e equipamentos de comunicação, máquinas e equipamentos, outros equipamentos de transportes, máquina para escritório e equipamento de informática, farmacêutica, alimentos, bebidas, vestuários e acessórios, borracha e plástico.

IBGE APONTA QUE TAXA DE DESEMPREGO É A MENOR DESDE O ANO DE 2002

http://www.redebrasilatual.com.br/economia/2014/03/desemprego-maior-retrata-economia-mais-fraca-mas-nao-causa-preocupacao-6468.html/industria/image_preview

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) tornou público que a taxa de desemprego no mês de fevereiro foi a menor desde 2002. E ainda apontou que houve uma pequena subida de 0,3% em relação aos 4,8% em janeiro. O resultado reflete o conjunto das seis principais regiões metropolitanas sintetizadas em 51%.

No mês de janeiro do ano passado a queda foi de 0,5%. Em fevereiro a população desocupada encontrava-se em 1,2 milhão de pessoas cuja elevação, em relação a janeiro, era de 6,9%. Comparada com fevereiro do ano passado há uma queda de pessoas desocupadas de 8,3%.

Nada eu sirva para as direitas.

 

IBGE E O CENSO INDÍGENA BRASILEIRO

Dentre um dos trabalhos feitos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) está o Censo Brasileiro que conta o número de pessoas presente em nosso território e suas características como gênero, profissão, classe social, etc.

Porém desde 1991 o IBGE vem organizando um Censo Indígena Brasileiro que mapeia e consegue numerar o número e a presença dos povos indígenas no Brasil. Em uma época de luta de direitos e de auxílio dos orgãos.

De acordo com o Instituto “o Censo Demográfico 2010 aprimorou a pesquisa da população indígena investigando o pertencimento étnico e as línguas indígenas faladas, além de identificar a população residente nas Terras Indígenas e fora delas. Nesse censo, foi aplicada uma nova metodologia para captação da população indígena dentro das Terras Indígenas, isto é, para aquelas pessoas que não se declararam indígenas no quesito cor ou raça, foi introduzido o quesito “Você se considera indígena?”, de acordo com seus costumes, tradições, cultura, antepassados, etc. Nas tabelas de etnia e língua falada, como também, na localização geográfica – Terras Indígenas, o quantitativo leva em consideração essa nova metodologia, logo não existe comparabilidade com os censos anteriores.”

De acordo com o Censo os três municípios com maior população indígena são São Gabriel da Cachoeira, São Paulo de Olivença e Tabatinga, todos no Amazonas, seguido pela megalopole de São Paulo.

No sítio do Censo Indígena é possível ter contato com gráficos, vídeos, mapas, fotos, estudos entre outras coisas. Com o tempo o Brasil poderá aprimorar e melhorar o conhecimento e a presença destes diversos povos e grupos étnicos nas mais diversas partes do país.

A NÃO CIDADE DE MANAUS É DESARBORIZADA E TEM 20,2% DE ESGOTO A CÉU ABERTO

Às vésperas da reunião dos chefes de Estados de vários países do planeta que acontecerá no mês de junho de 2012, no Rio de Janeiro, temas como Código Florestal, cheias do Rio Amazonas e resultados do Censo Demográfico de 2010 feito pelo IBGE servirão para  análise e um alerta do que está ocorrendo no nosso planeta.

Não é de hoje que ambientalistas e gente do povo vem falando que a poluição do ambiente causada pelo homem vem provocando alterações na vida de todos os seres vivos do planeta.

Ignacio Ramonet, no livro Guerras do Século XXI, novos temores e novas ameaças, publicado pela Editora Vozes,  tece dizeres nada vislumbrantes sobre a vida na Terra. Os desastres ecológicos estão se sucedendo. Teremos problemas com falta de água doce e as florestas morrerão.

Por falar em florestas, a não cidade de Manaus está no meio da floresta amazônica. Era pra ser a cidade mais arborizada do planeta. Mas não é o que vemos. No último censo demográfico de 2010 feito pelo IBGE que apresenta as características urbanísticas do Entorno dos domicílios,  consta que é uma não cidade depenenada, desarborizada, pois só aparece com 25,1% de árvores.

Essa desarborização de Manaus começou no período da ditadura militar a partir de 1964. Na ocasião foi indicado como prefeito-interventor o coronel de exército, Jorge Teixeira. Nessa época as principais avenidas e ruas  da cidade  como João Coelho, Constantino Nery, Luis Antony, Sete de Setembro, Estrada do Aleixo possuíam frondosas mangueiras, flamboyans, pau pretinho,  castanheiras, dentre outras árvores típicas da região.

No afã capitalístico de mercado, empresas construtoras e funcionários públicos municipais iniciaram um reordenamento urbanísticos da cidade começando pela derrubada de árvores históricas para ampliação e asfaltamento dessas vias. O resultado é o que vemos hoje, uma cidade sair num levantamento do IBGE com 25,1% de arborização.

Pra rearborizar algumas avenidas como a Djalma Batista, Max Teixeira, Grande Circular, em 2004 o prefeito Alfredo Nascimento importou de Goiás palmeiras imperiais. Na época foi bastante criticado devido o preço das mudas e a dificuldade que teriam para adaptação. Na ocasião engenheiros agrônomos  disseram que não dariam certo e o recomendado era plantar pau pretinho, típico da região e que oferece uma envergadura ampla com bastante sombra. As palmeiras não evoluíram e estão por aí raquíticas como politicamente está o senador que as importou.

Mas a cidade não apresenta só esse caos. Consta com 20,2% de esgoto a céu aberto, 6,2% de lixo acumulado. Esgoto e lixo são os principais responsáveis por uma série de doenças que vai da simples verme a doenças mais sérias como hepatite, viroses, micoses, meningites.

Manaus era pra ser uma cidade. Com o pólo industrial e um povo trabalhador não era para vivermos num lixão como esse. E os responsáveis estão ai mexendo no tabuleiro polítco “brigando” para indicar o candidato para continuar a saga que governa o Estado a mais de 30 anos e quer gerir a administração da descapital.

Se esses senhores tivessem compromissos com o povo era para essa não cidade ser arborizada, não possuir esgoto a céu aberto, não acumular lixo, possuir um sistema de transporte que não humilhasse sua população.

Mas como não há essa preocupação, estamos na passagem do período chuvoso para o verãnoso e ai nos preparemos para os 40º graus na sombra de nossas casas e trabalhos, porque nas ruas desarborizadas vai “feder chifre queimado”.

– Por que tu não falas também sobre Belém que não aparece nada bem nas estatísticas? Belém é Belém. Está assim porque a cidade das mangueiras antes da Carepa que deu uma reorganizada, foi administrada pelo partido do príncipe do sociólogos, Fernando Henrique Cardoso que se preocupou mais em privatizar as empresas brasileiras do que se preocupar com o povo paraense e dos demais estados brasileiros.

Concluindo, queremos dizer que o encontro das autoridades no Rio de Janeiro para debater sobre o meio ambiente vem em  boa hora, pois nosso país vive uma degradação ambiental, moral e ética que precisa ser discutida para que a gerações futuras não sofram as conseqüências de desastres ecológicos como a falta de árvores, de água doce, jaraquis e tambaquis de rio, este último, hoje, já bastante escasso.               

 

Desigualdade cai 11,5% em dez anos no Brasil; DF destrona CE e é o mais desigual

Marcel Gomes – Carta Capital

Desigualdade cai 11,5% em dez anos no Brasil; DF destrona CE e é o mais desigualIBGE divulga mais dados do Censo 2010. Desigualdade de renda entre os domicílios caiu em todas as unidades da federação desde o Censo 2000, mas de modo mais intenso em umas do que em outras. Entre as macrorregiões, Nordeste é a mais desigual e Sul, a mais igual. Na média, desigualdade do Brasil ainda é duas vezes maior do que a de países desenvolvidos.

São Paulo – Nos dez anos que separam o censo de 2010 do de 2000, o Distrito Federal superou o Ceará e tornou-se a unidade da federação mais desigual do país em termos de renda nos domicílios. Os novos dados do Censo 2010 foram divulgados pelo IBGE nesta quarta-feira (16) e permitem atualizar o mapa da desigualdade no país.

Ao longo da última década, a diferença de renda, medida pelo índice de Gini, caiu em todas as unidades da federação brasileiras, mas de maneira mais intensa em umas do que em outras. Por isso houve a inversão no topo do ranking. Desde 2000, a taxa do Ceará despencou 11,3%, para 0,556, enquanto a do Distrito Federal diminuiu apenas 6,8%, para 0,573.

O índice de Gini varia de 0, a menor desigualdade, até 1, a maior. Entre os dois censos, a taxa média do Brasil caiu 11,5%, para 0,536. É um avanço, mas ainda o dobro do registrado nos países mais desenvolvidos da União Européia e no Canadá.

Após o Distrito Federal, dois Estados nordestinos surgem com altas taxas de desigualdade no Censo 2010. Sergipe registrou índice de 0,563 e Piauí, de 0,560.

No lado oposto do ranking, as três unidades com maior igualdade de renda estão na região Sul. Santa Catarina apurou índice de 0,448, Paraná de 0,488, e Rio Grande do Sul de 0,490. No Censo 2000, os Estados mais igualitários eram Santa Catarina (0,544), São Paulo e Rio Grande do Sul (ambos com 0,566) e Rondônia (0,578).

Uma outra inversão no ranking diz respeito às macrorregiões. O Nordeste tirou do Centro-oeste o título de região mais desigual do país. Em dez anos, o índice de Gini caiu no Nordeste 10,3%, para 0,555, porém uma queda mais intensa ocorreu no Centro-oeste, de 12,4%, para 0,547.

O IBGE aponta ainda que a distribuição do rendimento no Brasil ainda é marcada por grandes desigualdades. Em 2010, o rendimento médio mensal das pessoas de 10 anos ou mais de idade com rendimento foi R$ 1.202. Na área rural, representou 46,1% (R$ 596) daquele da zona urbana (R$ 1.294).

A questão de gênero é um recorte marcante. O rendimento das mulheres (R$ 983) representou 70,6% dos homens (R$ 1.392), com maior diferença na região Sul – R$ 1.045 para as mulheres, ou 70,3% dos R$ 1.486 recebidos pelos homens.

Em termos regionais, Centro-oeste (R$ 1.422) e Sudeste (R$ 1.396) tiveram os rendimentos mais elevados, seguidos pelo Sul (R$ 1.282). A região Nordeste teve o menor rendimento (R$ 806) – 56,7% do verificado no Centro-oeste.

A parcela dos 10% com os maiores rendimentos ganhava 44,5% do total e a dos 10% com os mais baixos, 1,1%. Já o contingente formado pelos 50% com os menores rendimentos concentrava apenas 17,7% do total.

ESTUDO MOSTRA 56,8% DE NEGROS E PARDOS COMO PREDOMINANTES NOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS

Segundo o Mapa da População Negra & Parda no Brasil que seguiu os Indicadores do Censo de 2010 o número de negros e pardos aumentou em 7,6 pontos percentuais, entre 2000 e 2010. Passou de 49,2% para 56,8%.

O estudo que foi elaborado pelo Laboratório de Análises Econômicas, Sociais e Estatísticas das Relações Raciais (Laeser) mostra que em 1.021 cidades (18,3% do total) negros e pardos são mais de 75% da população.  

As pessoas que se declararam negras, em uma década, passou de 6,2% para 7,6%. Mas o número de pessoas que se declararam pardas foi muito maior. No mesmo período passou de 38,3% para 43,1%.

Aproximadamente, em 2010, 91 milhões de pessoas se classificaram com brancas, 15 milhões como negras, 82 milhões como pardas, 2 milhões como amarelas e 817 mil como indígenas.

No Censo de 2010, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), introduziu a pergunta sobre cor ou raça para todos os domicílios não mais usando o método por amostra, como era feito anteriormente.

Para Marcelo Paixão, coordenador da pesquisa, os indicadores com base no Censo de 2010 foram influenciados pelo processo de valorização da presença afrodescendente na sociedade brasileira e a execução de políticas públicas afirmativas.

“Esses dados demonstram não só uma mudança demográfica, mas também política, social e cultural, porque expressa uma nova forma de visibilidade da população negra brasileira ao estimular que as pessoas assumam sua cor de pele de uma maneira mais aberta.

O interessante para 2020 é verificar se esse percentual da população negra e parda vai continuar aumentando. Por que é claro que tem também uma população que não é negra. O ideal é que as bases de dado expressem melhor o perfil da população brasileira, que corresponde a realidade”, observou Marcelo.

O estudo constatou que São Paulo é o estado que tem o maior número de negros e pardos, em todo o Brasil, com cerca de 4,2 milhões. O Rio de janeiro, em segundo lugar, com cerca de 3 milhões. E, em terceiro, a Bahia com cerca de 2,7 milhões.

Quando são considerados apenas negros, a Bahia surge no primeiro lugar com 743,7 mil negros. Em segundo lugar São Paulo com 736 mil. Em seguida o Rio com 724 mil.

Mostrando negros e pardos pelas regiões, o Norte, tem 97,1% nos municípios. O Nordeste, 96,1%. Centro-Oeste, 75,5%. Sudeste, 37,1%. No Sul, 2,3%. Com a cidade de Cunhataí, em Santa Catarina, sem pessoas que se declaram negras.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Quer linha de corte? Este é esquizo. Acesse:

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VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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