Archive for the 'Historia' Category

JUÍZES E MEMBROS DO MP QUERIAM SEMELHANÇA A DEUS, MAS A CÂMARA NEGO ESSE DESEJO: APROVOU A EMENDA QUE OS PUNE POR CRIME DE ABUSO DE AUTORIDADE

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Era madrugada dessa quarta-feira, dia 30, quando deputados reunidos votavam as 10 medidas de combate à corrupção. Os deputados, de acordo com suas perspectivas, não se encontravam satisfeitos com o desejo de membros do Judiciário que não queriam a inclusão da medida que lhe imputa punição quando de crime de responsabilidade. Um claro poder de estamento hegeliano. Possivelmente a maioria não estudou a Crítica da Filosofia do Direito de Hegel, escrita por Marx, por tal ainda não concebeu o Estado real como reflexo da Democracia.

      Diante do desejo de, como Deus, não serem atingidos pelos simples mortais, 313 deputados contra 132, colocaram no chão da realidade democrática a fantasia teológica da onipotência hegeliana. Eles agora voltaram a transitar entre os simples mortais, cientes de que a existência real não se encontra nas abstrações do filósofo do idealismo, Hegel, para quem o Estado é a projeção da ideia de Deus, e seus burocratas em forma de corporações são seus maiores representantes.

     Com a decisão, mesmo com os arroubos de contestações dos que pretendiam o privilégio-teológico, tanto juízes como os membros do Ministério Público serão punidos quando da prática de abuso de autoridade.

      A democracia real segue em seu processual de expressão de novas formas de existir.

 

NOS 36 ANOS DO PT LULA MANDA VER: “O PARTIDO QUE MAIS FEZ PELO BRASIL, O MAIS IMPORTANTE DA POLÍTICA BRASILEIRA”

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O mais importante líder da história da política brasileira e o mais odiado de todos os tempos pelos espectros-teratogênicos contrários à democracia brasileira Lula, falou sobre o Partido dos Trabalhadores no dia em que ele comemora os seus 36 anos de revolucionária existência, segundo as pessoas lúcidas, engajadas, realistas, éticas e diferente dos ambiciosos e invejosos sujeitos-sujeitados que caracterizam os corpos das direitas.

Lula gravou um vídeo falando sobre o que todos os partidos das direitas jamais podem falar. Principalmente o partido da burguesia-ignara que sempre atuou totalmente contrário a democracia e sempre lutou pelo capital internacional como hoje luta Serra para entregar o pré-sal a exploração do capitalismo predador. Lula afirmou que o Partido dos Trabalhadores cometeu erros e que ele está pagando por esses erros. Reconhecimento de erro que nenhum partido das direitas, nem de qualquer das instâncias das direitas da sociedade, reconheceria. Primeiro porque nunca foram grandes para ter que reconhecer um erro. E segundo porque não têm lucidez e nem justeza para tal.

Lula disse que é preciso “uma reflexão sobre a importância do que este partido já fez pelo Brasil e que é o partido mais importante da política brasileira”. E que fez “uma revolução” dando “vez e vos aos trabalhadores”.

Quem conhece a história dos partidos políticos do Brasil, sabe muito bem como esses partidos foram criados. Alguns com subjetividade comunista, socialista, seguiram o modelo apresentado pela União Soviética e adaptaram para o corpo político da sociedade brasileira. Embora o socialismo e o comunismo no Brasil, já tenham seus germes muito antes da Revolução Russa, em 1917. Outros partidos surgiram com os corpos próprios da subjetividade de classe e capital dominante. Assim, foram criados partidos dos cafeicultores, dos fazendeiros, dos banqueiros, entre outros, com os propósitos de defender só os interesses econômicos dessas classes. Por exemplo, como o PSDB que defende o capital internacional. Aí a submissão que Fernando Henrique levou o Brasil diante do Fundo Monetário Internacional (FMI).

Já o Partido dos Trabalhadores, que embora tenha sido uma produção criada pela composição da heterogeneidade das potências de vários saberes e dizeres em corpo político, sociológico, artístico, antropológico, religioso, econômicos, etc., foi, em sua essência, um processual político do corpo trabalho. Foram os trabalhadores que o produziram. Aí sua relação comungante com os seguimentos básicos da sociedade, principalmente os corpos criativos, distributivos e combativos chamados de movimentos sociais.

Daí que Lula tem razão ao afirmar que o Partido dos Trabalhadores fez “uma revolução”.

Veja e ouça o vídeo.

VAMOS FALAR SOBRE GÊNERO?

IMG-20150915-WA0013Por: Brenda Oliveira*

Existem muitas características que nos tornam diferentes um dos outros ao passo que somos muito parecidos em outros aspectos. Dependendo da localidade onde nascemos e nos desenvolvemos adquirimos características bem diferentes em relação a uma região bem próxima da nossa. A escolaridade, a religião e a cultura nos fazem tão diversos.

Desde criança somos ensinados se comportar de maneira a corresponder às expectativas que foram colocadas no momento da nossa concepção. Se nascermos com uma vagina nossos pais nos ensinam tudo o que uma menina deve fazer e nós devemos seguir a risca esse padrão, ou contrário, seremos confundida com outro gênero, e isso é inaceitável.  

Crescemos dentro de uma perspectiva, que meninos jogam bola e meninas brincam de boneca, e nenhum pode entrar na brincadeira do outro. É como se em duas caixas fossem colocados os papéis de menina e os papéis de meninos. Cada um só pode usar as características das caixas que correspondem ao seu gênero imposto no momento do nascimento. Se alguém ousar sair da regra pode sofrer várias consequências.

Observamos isso de forma muita clara na sociedade, onde os papéis de gênero são construídos socialmente. Ser mulher é uma construção social, assim com o ser homem também é uma construção e isso nada tem a ver com o genital.

Para a biologia, o sexo é definido pelo tamanho das suas células reprodutivas (pequenas: espermatozoides, logo, macho; grandes: óvulos, logo, fêmea), e só. Mas isso não define um comportamento feminino ou masculino a forma como vou me colocar no mundo, a forma como meu gênero será imposto e como será minha expressão de gênero.  Isso varia conforme nossa cultura.

O conceito de ser homem e ser mulher é diferente em cada cultura, assim o que é considerado papel de mulher na Islândia pode ser considerado papel de homem no Brasil. Ser masculino no Japão é bem diferente de ser masculino no Brasil, por exemplo.

O gênero é social, e isso nada tem a ver com seus cromossomos ou o formato da sua genitália, tem a ver com o autoconceito, sua autopercepção. O papel de gênero que vamos adotar ou não independe de nossos genitais, está mais ligado à expressão social.

Se observarmos o tempo e a história, em algum momento passamos por mudanças e inversão de papel. Comportamos-nos como é imposto ao gênero oposto, seja em uma brincadeira de criança, ou seja, em caso de sobrevivência como foi para Maria Quitéria que se vestiu de homem para lutar na guerra da independência.

Dentro dessas nuances que é o ser humano, nasce a transexualidade. Atualmente o DSM V aponta a transexualidade como Disforia de Gênero, patologizante. Só que a transexualidade não é uma doença, não é contagiosa e muito menos uma perversão sexual. É uma questão de identidade de gênero. Vamos deixar claro aqui que nada tem a ver com a orientação sexual. A orientação sexual está no campo da afetividade, por quem ou por qual eu direciono minha libido, meu desejo sexual ou não. Transexualidade está no campo do autoconceito, da forma como me vejo e me coloco no mundo. Logo uma pessoa transexual pode ser hétero, bissexual, homossexual, pansexual ou assexuada.  

A transexualidade não é um capricho, podemos inclusive observar ao longo da historia. Para ser bem claro, mulher transexual é qualquer pessoa que reinvidica o reconhecimento como mulher. E homem transexual é qualquer pessoa que reinvidica o reconhecimento como homem, como bem definiu Jaqueline Gomes de Jesus.

O reconhecimento da identidade trans* ocorre ainda na infância para algumas pessoas, mas para outros ocorre ao longo da vida, principalmente na adolescência. Em sua maioria, tardam esse reconhecimento por diversos motivos, os principais são o preconceito (aqui vamos usar o termo transfobia, que é o termo usado dentro da comunidade T para se referir a discriminação de pessoas travestis e transexuais), repressão e a falta de conhecimento sobre o assunto.

Muitas mulheres trans* no inicio de sua identificação são lidas e se leem como homens gays afeminados e com os homens trans* a mesma coisa, no inicio são lidos como mulheres lésbicas masculinizadas.

Depois que chegam ao entendimento sobre sua identidade essas pessoas passa pela transição, ou seja, a adequação do corpo ao gênero com o qual se identifica. E graças aos avanços da medicina homens e mulheres trans* podem se hormonizar e alcançar um corpo igual ao de homens e mulheres biológicos, ou seja, cisgêneros. Isso claro, se a pessoa tiver dinheiro para custear todo o tratamento.

Do contrário o que o senso comum diz a cirurgia de adequação genital não muda o gênero. Como sempre diz Daniela Andrade, mulher transexual e ativista do movimento T no Brasil, “ninguém deita em uma mesa de cirurgia homem e levanta de lá mulher, assim como ninguém deita mulher e levanta homem” existe todo um trabalho que antecede essa cirurgia, incluindo uma equipe multidisciplinar de pessoas cisgêneras que vai “julgar” se você pode ou não ir para uma fila de espera (aproximadamente 10 anos). Existe um protocolo transexualizador, além de uma hormonização compulsória que as pessoas transexuais passam para poder ter o aval da equipe multidisciplinar.

Assim cada pessoa adota uma expressão de gênero correspondente ao que se identificam, mulheres transexuais reivindicam o direito de serem tratadas como qualquer outra mulher, com os deveres e direitos que lhe são reservados, assim como os homens transexuais também adotam uma expressão de gênero masculino e reivindicam nome e tratamento conforme sua identidade de gênero.

Para essas pessoas, a necessidade de viver de forma completa como se sentem interiormente é prioritária. Por isso a necessidade de um novo nome, usar o banheiro adequado ao gênero, trabalho, aceitação social e a cirurgia de transgenitalização. Algumas pessoas optam por não fazer essa cirurgia.  

Outra nuance do ser humano é a travestilidade. Como bem definiu Jaqueline Gomes de Jesus, “entende-se, nesta perspectiva, que são travestis as pessoas que vivenciam papéis de gênero feminino, mas não se reconhecem como homens ou como mulheres, mas como membros de um terceiro gênero ou de um não-gênero.”

Para esse grupo, é imprescindível o tratamento no feminino. É considerado um insulto tratar uma travesti no masculino. Não se trata de homens travestidos, mas sim de uma figura feminina, que não é homem e nem mulher. Por isso enfrentam tanta dificuldade de adentrar no mercado de trabalho, muitas empresas são discriminatórias, preferem não associar sua imagem a esse ser, inusitado, uma incógnita, um terceiro sexo.

Dada a situação social de uma travesti, visto que muitas saem cedo da escola sem terminar os estudos por conta de sua condição, o abandono da família e dos amigos, muitas recorrem a prostituição como única fonte de sustento. Isso não quer dizer que toda travesti é uma profissional do sexo.

A grande dificuldade do homem é entender que a transexualidade e a travestilidade é mais uma forma de ser e de se manifestar do ser humano. Por isso ele marginaliza e o trata de forma tão excluída pessoas que pertençam a esse grupo. Para deixar o preconceito de lado é preciso humanizar-se.

*Brenda Oliveira estudante do curso de Psicologia e pesquisadora sobre sexualidade e transgêneros. 

MEMORIAL DA RESISTÊNCIA DE SÃO PAULO – ERIC NEPOMUCENO E AMEMÓRIA DE TODOS NÓS

SÁBADO RESISTENTE

Dia 20 de junho, das 14h às 17h30

 

Eric Nepomuceno e A memória de todos nós

O Sábado Resistente que fecha o outono terá a apresentação do livro “A memória de todos nós”, de Eric Nepomuceno, que conversará com o público sobre o impacto dos golpes de Estado e das ditaduras na América do Sul entre as décadas de 1950 e 1990.

Em “A memória de todos nós”, o autor narra histórias passadas na Argentina, no Chile e Uruguai que ilustram os Anos de Chumbo na América Latina.

Jornalista, tradutor e contista, Nepomuceno apresenta, ainda, o programa Sangue Latino. A série, criada e dirigida por Felipe Nepomuceno, é exibida semanalmente no Canal Brasil desde 2010. Nela, entrevista nomes de destaque da cultura latino-americana e espanhola. Nas cinco temporadas já exibidas, foram entrevistados personagens de destaque da luta pela Verdade, Memória e Justiça, como Adolfo Perez Esquivel, Horacio Verbtsky, Eduardo Galeano, Estela de Carlotto, Márcia Scantlebury e Macarena Gelman – a neta do poeta Juan Gelman apropriada pela ditadura argentina após seus pais serem assassinados na prisão, que ele conseguiu encontrar e a quem foi restituída a verdadeira identidade quase 30 anos depois. As três últimas são também personagens de “A memória de todos nós”.

Como tradutor, Nepomuceno verteu para o português obras do escritor colombiano Gabriel García Márquez, do argentino Júlio Cortázar e dos uruguaios Juan Carlos Onetti e Eduardo Galeano. Como jornalista, escreve regularmente para o diário Página 12, de Buenos Aires, além de jornais da Espanha e do México.

Ganhador de três prêmios Jabuti, Eric Nepomuceno é autor de Memórias de um setembro na praça; Quarenta dólares e outras histórias; Hemingway na Espanha; A palavra nunca; Quarta-feira; Coisas do mundo; Antologia pessoal; e do livro de não ficção O massacre: Eldorado do Carajás – uma historia da impunidade.

A atividade é gratuita e não é necessário se inscrever.

PROGRAMAÇÃO

14h – Boas vindas / Coordenação

Aureli Alcantara (Memorial da Resistência de São Paulo)

Milton Bellintani (Núcleo de Preservação da Memória Política)

14h15 – Apresentação do livro “A memória de todos nós”, por Eric Nepomuceno

15h30 – Conversa com o público

Eric Nepomuceno (jornalista, tradutor e contista, autor de “A memória de todos nós” e de outros sete livros)

Os Sábados Resistentes, promovidos pelo Memorial da Resistência de São Paulo e pelo Núcleo de Preservação da Memória Política, são um espaço de discussão entre militantes das causas libertárias, de ontem e de hoje, pesquisadores, estudantes e todos os interessados no debate sobre as lutas contra a repressão, em especial à resistência ao regime civil-militar implantado com o golpe de Estado de 1964. Os Sábados Resistentes têm como objetivo maior o aprofundamento dos conceitos de Liberdade, Igualdade e Democracia, fundamentais ao Ser Humano.

Informações à imprensa:

Memorial da Resistência de São Paulo

Kátia Felipini Neves – (11) 3335.4996 kneves@memorialdaresistenciasp.org.br

Secretaria de Estado da Cultura

Jamille Menezes – (11) 3339-8243 – jmferreira@sp.gov.br

O PARTIDO DOS TRABALHADORES ACABOU! 12% DOS BRASILEIROS O ODEIAM!

129_1447-alt-bandeira do ptO invejoso tem como seu fator de base ressentido dois dilacerantes propósitos. Um ficar “feliz” quando confirma que a pessoa que ele inveja sofre, e, outro, quando confirma a morte dessa pessoa que ele inveja. Enquanto esses dois propósitos não se realizam ele é total angústia desesperada. Angústia como uma ameaça constante que lhe impede de atuar mesmo de forma tíbia. Porém, para ele é melhor invejar do que se mostrar tibiamente em seus atos, visto serem atos desnecessários para a sociedade.

Como é fácil entender, mas impossível aceitar, o invejoso quer, oral-paranoicamente, o que o outro tem e que ele considera como valor, mas como é tíbio, não pode ter. Daí ele inveja e culpa o outro por seu sofrimento. O invejoso é totalmente destituído da potência como capacidade de suplantar obstáculos, como diz o filósofo Kant, por isso, mesmo que fosse possível – o que não é ainda bem – o invejado transferir sua riqueza ontológica para o invejoso, ele nada poderia fazer, porque sua natureza é tíbia, inerte. Em palavra mais realística: ele é o puro ressentimento.

Com essas enunciações que mostram o modo de ser invejoso, é possível entender porque as direitas invejosas alucinam e deliram o fim do Partido dos Trabalhadores (PT). O PT é o único partido político do Brasil que não foi organizado por uma família, um grupo econômico, por empresários, por fundamentalistas, ou seja, por entidades com objetivos particulares. Códigos estratificados pelo sistema capitalista que afasta a práxis das políticas públicas fundamentalmente distributivas.

O PT nasceu do encadeamento de potências coletivas, como forma de subjetivação, que se expressava em gradientes a-significante e a-sujeitado. Inteligência coletiva como rede de produção de desejos fundante de uma democracia-constitutiva. Em uma língua mais compreendida: produção de desejos socializantes. O agenciamento de enunciações coletivas PT carregou códigos dos trabalhadores, atrizes, atores, produtores cultural filósofos, professores, sociólogos, economistas, donas de casas, estudantes, médicos, psiquiatras, psicólogos, engenheiros, urbanistas, arquitetos, jogadores de futebol, locutores, jornalistas entre outras enunciações. Daí porque  Política, Estética e Ética são seus corpos sociais que afirmam sua singularidade.

Com esse corpo produtivo composto pelas mais ativas existências que emanaram no fim da década de 70 e começo da década de 80, o PT pensou o Brasil presente e futuro se tornando a estrela, que não se queria guia, mas um corpo com luz própria sem precisar do sol da “política” dominante que iluminava e ilumina os partidos conservadores e reacionários. Em verdade, o sol-capitalista.

Com o passar dos anos o PT foi realizando sua atuação como partido político e ocupando cargos legislativos e executivos com administrações eminentemente populares o que permitiu, também, a eleição de Lula duas vezes presidente. Entretanto, durantes esses percurso o partido agregou em seu quadro indivíduos indigentes cognitivos, sensoriais e éticos, fortemente incapazes de compreender a essência do partido compostas pelas insignes personagens que lhe conceberam a existência. Essas indigências possibilitaram aos invejosos elementos para a externarem suas invejas arrolando todo o partido.

Essas invejas apanharam alguns membros do partido que saíram pousando de mais éticos que seus criadores. Na verdade, só mostraram suas indigências cognitiva, sensorial e ética, porque não entenderam que a essência do partido continua. Sua singularidade não mudou. Os princípios básicos do socialismo continuam como corpo do partido. Esses indigentes, moralmente burgueses, só confirmaram que nunca entenderam os pressupostos do partido como entenderam a filósofa Marilene Chauí e o professor e cientista político Emir Sader, entre outros superiores, que permaneceram no partido.

Pois bem, a inveja das direitas aumentou ainda mais, mas não move moinhos. Aliás, não move nem a si. Durantes essas décadas passadas ele, compulsivamente, se deu ao inútil trabalho em querer acabar com o PT. Como mídia alucinada e delirante, ela, paranoicamente, teceu todos os tipos de trama sórdida para atingir o partido. Porém, como o inativo é um corpo morto e o ativo vivo, não há possibilidade de composição entre os dois. Resultado: o PT continua no gosto da maior parte da população brasileira, como partido político.

Demonstração cruel para os invejosos. Pesquisa realizada pelo instituto Vox Populi mostrou que somente 12% da população odeiam o PT. É fácil compreender quem são esses 12%. Os invejosos; é mais do que lógico. Até a lógica aristotélica confirma. 

Com essa realidade grandemente democrática que mostra o PT como o partido mais respeitado pela população, obriga parafrasear o dito popular: Por muito tempo os invejosos vão ter que engolir o PT.

COISA DO PAPA CHICO: O SANTO DO POVO CANONIZOU DUAS SANTAS PALESTINAS

20150517101305272304uUm fato comum com teor fortemente histórico. Missa no Vaticano. O papa Chico chega e diante de várias ditas autoridades políticas, entre elas Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestina e Bernard Cazeneuve, ministro do Interior da França, narra a homilia, acompanhado por milhares de fiéis na Praça São Pedro.

Aí, mano, o papa Chico mandou ver. Canonizou quatro santas que viveram no século XIX. Entre elas, duas palestinas: Mariam Bawardi que viveu entre os anos de 1846 e 1878 e Marie-Alphonsine Ghattas que viveu entre os anos de 1843 e 1927. Além das palestinas também foram canonizadas a santa italiana Maria Cristina Dell’ Immacolata que viveu entre os anos de 1856 e 1906, e a santa francesa Jeanne-Emilie Villeneuve que viveu entre 1811 e 1854.

“Permanecer em Deus e no seu amor, para anunciar com palavras e com vida a ressurreição de Jesus, testemunhando a unidade entre nós e o amor dedicado a todos: foi o que fizeram as quatro santas hoje proclamadas”, santificou Chico.

No mais, os inimigos ficaram se mordendo de despeito – dizem que a inveja é pecado -, enquanto na Palestina é só festa! 

INÊS ETIENNE ESCAPOU DO CENTRO DE TORTURA, CASA DA MORTE, CONTOU SUAS VIVÊNCIAS E SEGUIU HONRADA

238abdc3-a9a4-4f9a-ab64-9de11dc42b4eDurante a ditadura militar-civil que dominou o Brasil entre os anos de 1964 e 1984 vários locais foram criados para que os torturadores colocassem em prática suas taras psicopatológicas sobre os presos considerados inimigos do regime de exceção dominantes. Algumas vezes nem precisava criar locais específicos para a prática da sublimação dessas psicopatologias. Qualquer quartinho, saleta, corredor ou mesmo becos e vielas serviam para tais atos irracionais.

Todavia, houve um centro, entre outros, criado com exclusividade para essa prática anormal. A Casa da Morte, em Petrópolis. Era uma residência que do lado de fora quem passasse e a olhasse jamais desconfiaria que as piores atrocidades fossem praticadas contra seres humanos. Tortura e assassinatos eram comuns. Uma cláusula predominava: quem entrava na Casa da Morte jamais saia vivo.

Inês Etienne Romeu, militante da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) lutou contra a ditadura, foi sequestrada e presa em 1971, em São Paulo, torturada, na Casa da Morte, mas escapou. Na verdade, foi à única que escapou. Uma sobrevivente que, agora, ajudou a Comissão Nacional da Verdade a descobrir alguns torturadores que eram desconhecidos e, ajudou também, a encontrar locais onde companheiros foram enterrados. Por seus serviços prestados como alguém que lutou pela redemocratização do Brasil, em 2008, recebeu o Prêmio Direitos Humanos, categoria Direito à Memória e à Verdade, na época, entregue pelo presidente Lula.

Inês Etienne guarda em seu currículo de militante o ‘louvor’ de ser a última presa política libertada pela Anistia, oito anos após ser presa. Ontem, dia 27, ela confirmou, através da substancialidade de suas vivências, sua honradez, aos 72 anos. 


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Quer linha de corte? Este é esquizo. Acesse:

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VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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