Archive for the 'golpe' Category

DEU CHABU. PERSONAGENS COM BAIXO GRAU DE INTELIGÊNCIA QUE GRITAVAM FORA DILMA, FORA PT ESTÃO SEM PANELA E COMIDA. SÓ ALGUNS DEGENERADOS FORAM ÀS RUAS. ENQUANTO ISSO, LULAPALOOZA É O NOSSO CANTO. CHORA, COXINHA! CHORA PATO! E SE IMISCUI A LAVA JATO.

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Antes do golpe jurídico-parlamentar-midiático contra a democracia brasileira, contra a Presidenta Dilma e seus 54.501.118 votos, nos idos de 2013 pessoas com baixo grau de inteligência, segundo o filósofo holandês Espinoza saíram às ruas, bateram panelas, frigideiras, bacias, alguidares, contra a corrupção. Vestiram a camisa verde amarela da corrupta CBF. Eduardo Cunha e todos os deputados golpistas, Aécio e todos os senadores delatados, Michel Temer e vários peemedebistas estronchados , exceto Kátia Abreu e Roberto Requião.  Sérgio Moro, Dallagnol e muitos procuradores,  alguns delegados da PF, STF acovardado, PGR complacente. Os procuradores de Curitiba saíram propagando um projeto de 10 itens contra a corrupção.  Todos   adversários de Dilma, Lula e do PT. Políticofastros, coxinhas e os patos não saiam das ruas a protestar contra a corrupção como se fossem íntegros e éticos. Hoje, muitos deputados e senadores  estão a chafurdar na grana e não comparecem para um chamado do MBL e do Vem pra Rua. Deixaram aquelas duas aberrações a ver o povo de Lula fazer a festa. Os éticos, incorruptíveis, olham a rua e ela está vazia. Logo hoje, dia 26 de março de 2017, data escolhida para uma mega manifestação contra a corrupção e a favor de Sérgio Moro e da Lava Jato. A polícia se recusou a estimar o número de participantes. Não dava para estimar. Não havia ninguém. Os ninguém que compareceram, foram os Zé Ninguém que Wilhelm Reich descreveu num de seus famosos escritos. Os degenerados que mostraram a faixa fora Corruptos esses estão no mais abaixo  grau da inteligência. Os demais que não protestaram estão escondidos, mais não deixam também de fazer parte do golpe e por isso são responsáveis pelo desastre político econômico, social em que o Brasil está mergulhado. Enquanto coxinhas e patos neste momento dizem – somos um fiasco, a translulação no seu devir povo, que desde domingo passado soa em uníssono pelo Brasil vai rimbombando por todos os cantos no Brasil numa só alegria que não escapa nem de uma banda de Rock no Lollapalooza de São Paulo. Sinfônica e eletronicamente a guitarra reverbera um solo, o som sai, vai contagiando, o povo vai cantando e a vida surge: “Olê, olê, olê, olê o lá, Lula, Lula.” Isso é lindo, lindo lindo. Chora coxinha, chora patos da FIESP. “Lula é um diamante Bruto e não está morto”, disse o ministro da ditadura Delfim Neto. Chora Moro, Chora Xarope. Curte povo do Lula e do Brasil.

CASO DE REDUNDÂNCIA DO SIGNIFICANTE: JANOT DIZ QUE GILMAR SOFRE DE “DECREPITUDE MORAL E DESINTERIA VERBAL”, PORQUE GILMAR DISSE QUE ELE FEZ REUNIÃO EM OFF PARA VAZAMENTO

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 É muito simples de entender, mas impossível de aceitar, e nem precisa o devir da filosofia da diferença de Deleuze e Guattari. Tudo é muito explícito para uma criança do jardim da infância.

 A criança do jardim da infância conhece a redundância do significante na prática de seu movimento que tenta todo segundo se livrar da coerção paranoica dos adultos. Ela sabe que a redundância do significante é a dança macabra circular do signo que salta sobre outro signo, mais outro, mais outro, sendo sempre o primeiro signo como palavra de ordem. Ordem para que não escape nenhuma variação que quebraria a dança macabra circular do significante como palavra de ordem dominante, onde não há comunicação e nem informação, mas apenas a tirania do significante. O discurso-paranoico-indireto. Também contado pelo filósofo Nietzsche como tagarelar. Ecoar sem práxis do conceito-ultrapassante. 

  Mesmo promovendo as políticas sociais que tiraram mais de 40 milhões de brasileiros da faixa da miséria e possibilitaram transformações nas concepções de política social, antes dominantes propagadas por desgovernos de direitas, os governos populares não enfraqueceram a subjetividade dominante implantada pela dogmática paranoica do capitalismo no Brasil durante todos esses séculos. Durante os 14 anos de governos populares, grande parte da população brasileira vivenciou pela primeira vez um nova subjetividade que se encadeava como nova forma ontológica de existência comunalidade, mas que vivia sobre a ameaça da dogmática paranoica capitalista. Até que o golpe se concretizou.

   Hoje, as chamadas autoridades representativas das instituições no Brasil, ligadas ao golpe, materializam, sem pudor, a dança macabra circular da redundância do significante em deplorável ecolalia como replicantes do capital internacional, mormente o capital norte-americano. Daí que a criança do jardim de infância sabe que quando o ministro Gilmar Mendes afirma que procuradores se reuniram em off para decidir sobre vazamento de nomes de políticos, e o procurador-geral da República Rodrigo Janot, corporativamente se sentindo atingido, diz que ele sofre de “decrepitude moral e disenteria verbal”, ela sorrir diante da confirmação da clara redundância do significante.

   Como os dois participaram do golpe, não há qualquer diferença entre os dois. Não há qualquer variável democrática em um que o povo brasileiro possa afirmar: “Esse tem, democraticamente, razão”. A criança do jardim de infância entende que trata-se apenas de querelas vaidosas. Falsas lutas pela predominância da ética democrática. Tudo não passa de manutenção da palavra de ordem do golpe.

    Diante dessa ordem macabra circular da redundância do significante, acriança do jardim da infância entende convictamente que a única variável que pode ser produzida para eliminar o estado-molar do golpe, é a variável-povo. Só a variável-povo pode rachar o corpo hierático-imóvel do golpe. O buraco negro da dor instalado no Brasil.   

AQUI PSEUDOS DEPUTADOS DO AMAZONAS INIMIGOS DOS TRABALHADORES: PAUDERNEY, ATILA LINS, SILAS CÂMARA E SABINO CASTELO BRANCO

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A aprovação do Projeto de Lei 4.302/1998, de autoria do Executivo, com 231 votos a favor, 188, contra, e, 8 abstenções, libera a terceirização para todas atividades das empresas. É um atentado predador aos direitos dos trabalhadores, porque vai roubar a carteira assinada e os direitos trabalhistas por contratos temporários de trabalho. Tudo que os patrões exploradores e embrutecidos em suas voracidades pelo lucro máximo, queriam.

   Os golpistas, embora tenham levado a vantajem sórdida (na sordidez não há vantagem) para explorar e denegrir a força de trabalho dos trabalhadores historicamente em luta por seus direitos, nessa votação não tiveram os mesmos números de votos de tempos passados. Alguns golpistas votaram contra como foi o caso dos deputados do Amazonas, conhecidos sobejamente como antidemocratas, Hissa Abrão (PDT), Conceição Sampaio (PP), Alfredo Nascimento (PR) e Arthur Virgílio Bisneto (PSDB) (filho de Arthur que quando senador afirmou surrar Lula). Mudaram seus votos talvez imaginando as eleições de 2018 temendo não conseguir qualquer voto de trabalhadores. A não ser voto de falso trabalhador conformado com sua situação de escravo. 

    Esses deputados votaram contra a terceirização impulsionados pelo calculismo-eleitoral, mas o eleitor não esquece seus passados antidemocratas, principalmente quando participaram fortemente na trama do golpe que destituiu a presidenta Dilma Vana Rousseff eleita com mais de 54 milhões de votos democráticos. O eleitor não esquece e aquele que esquecer será lembrado pela campanha que vai ser desencadeada pelos democratas para que eles não sejam reeleitos.

    Porém, alguns pseudos deputados do Amazonas são como consciência-molar: não mudam. O vetusto Átila Lins, o mais velho do Amazonas, vitalício de eleições, continua uma bruta antidemocracia. Sempre reacionário sem qualquer vibração de pós-modernidade. Sua biografia vem do tempo da Arena, a falsa agremiação política criada pela ditadura,a Aliança Renovadora Nacional, partido dos ditadores, e no Amazonas aliado fiel dos mais reacionários governadores e prefeitos que estão impondo um atraso de mais de 30 anos no estado.

    Irmanado com Átila Lins tem o conhecido folclórico Pauderney, do DEM, que jamais esboçou qualquer sinal de democrata. Como Átila Lins, é produto de governadores reacionários que paralisaram o estado. Não expira qualquer corpo cognitivo de uma política racional que possa encadear potências criadoras de novas formas de existir comunitariamente. Na mesma esteira de desnecessidade para o estado, aparece o evangélico da Assembleia de Deus, Silas Câmara, um falso pastor cuja missão é ir ajudando a embotar a razão dos eleitores com suas promessas mistificadoras que só mantém os eleitores no solo da conformidade passiva.

    Agora, de volta, o mesmo Sabino Castelo Branco de antes. Como não havia sido eleito, ficou na suplência de Marcos Rotta, hoje vice-prefeito de Arthur Neto. Como trata-se de escola antidemocrática, Sabino, como bom aluno dos governadores reacionários, sempre foi uma falsa representação democrática do Amazonas na Câmara Federal. Como bom discípulo-reacionário, votou contra os trabalhadores. O que não podia ser diferente. Manteve sua consciência politicamente alienada.  

     Em síntese, como diria o filósofo político Rui Brito (ex-PCdoB), eles todos estão certos em suas posições alienadas da política como produção de existências gratificadas. Por essas posições deverão sofrer uma forte campanha para que não sejam reeleitos para o bem do estado do Amazonas. O Amazonas não suporta mais uma representação tão alienada como esta atual.

CONDUÇÃO COERCITIVA DE EDUARDO GUIMARÃES PELA PF É UM ATENTADO CONTRA A LIVRE MANIFESTAÇÃO DE PENSAMENTO E PERSEGUIÇÃO POLÍTICA

Blog da Cidadania por Eduardo Guimarães

Nós, da Associação Filosofia Itinerante – AFIN e seus Blogs Afinsophia e Esquizofia queremos nos solidarizar com o blogueiro Eduardo Guimarães do Blog da Cidadania pela condução coercitiva feita pela Polícia Federal hoje, de manhã, na cidade de São Paulo para depor sobre a condução coercitiva que o presidente Lula sofreu no dia 4 de março de 2016 por determinação de Sérgio Moro.

Eduardo Guimarães não tinha recebido nenhuma intimação. Ao acordar hoje de manhã os federais já estavam às 6 horas na porta de sua casa. Conduziram-no coercitivamente, prenderem seu notebock, telefone celular e o de sua esposa. O blogueiro neste momento está sem seus instrumentos de trabalho.

A condução coercitiva foi para Eduardo informar aos federais quem tinha lhe repassado as informações da condução coercitiva de Lula no dia 04 de março do ano passado. Como diz Eduardo, eles sabem quem é a pessoa, mas fizeram isso para dizer quem era, não respeitando o direito de ser mantida em sigilo a fonte.

Eduardo Guimarães não é jornalista e mantém a 12 anos o Blog da Cidadania. No Brasil não existe mais a exigência de só jornalista produzir informações, notícias. Principalmente num pais, como diz, Mino Carta, onde jornalista chama patrão de companheiro.

A informação repassada por Eduardo Guimarães sobre a condução de Lula foi muito importante. Denunciava com isso uma arbitrariedade do juiz Sérgio Moro e da Polícia Federal contra o maior e melhor presidente do Brasil, Luis Inácio Lula da Silva. Se não fosse essa notícia e mais a determinação do “Brigadeiro Rossato, gaúcho de Caxias do Sul, para quem o ex-presidente da República continua carregando a simbologia de Chefe das Forças Armadas. Ele não permitiu que a Polícia Federal levasse Lula para Curitiba. Foi algo civilizatório”, segundo João Pedro Stédile, a condução coercitiva de Lula teria se consumado.

Foram dadas muitas asas de Ícaro para a Polícia Federal. Está na hora do Diretor Geral dessa polícia chamar seus delegados e dizer o seguinte: Vamos acabar com o glamour. Chega de entrevistas coletivas após operações. Só devem se pronunciar, quando tiver operação para prender golpista, por exemplo, o Ministro da Justiça (não serve dublê) e o Diretor Geral e ninguém mais. Afinal, não se fala tanto em segredo de justiça.

É companheiro Eduardo, fica aqui nossa solidariedade, nosso apoio a você e a todos os que sofrem perseguição por divulgar seus pensamentos. Seguimos o que Voltaire disse: Posso não concordar com o que você pensa, diz, mas jamais vou proibir que o manifeste. É isso.

        Assista o vídeo dos Jornalistas Livres

CORRA, CORRA QUE NÃO HÁ MAIS VAGA NEM EM LOMBO DE JEGUE, MULA, E BODE PARA PARTICIPAR DA FESTA DA TRANSPOSIÇÃO DO SÃO CHICO COM LULA E DILMA

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 Verdadeira loucura, meu! Os caras calcularam umas cinco mil pessoas na festa da tranposição do São Francisco com a participação de Lula e Dilma e os cálculos defasaram. Não há mais lugar em hotéis, pousadas, pensões, ônibus, vans, lombo de mula, jegue, bode e outros animais-transportes antropomorfizados.

   O acontecimento será domingo, dia 19, e há uma multidão querendo participar da festa não só pela inauguração da obra histórica que é a transposição do Rio São Francisco, mas, também, pela festança de poder testemunhar a presença de Lula e Dilma como os responsáveis pela magnânima realização hídrica-arquitetônica-humana. Um testemunhar que dissipa qualquer tentativa de posse de golpista que se quer passar como o autor da magnânima-realização. Como vem ocorrendo com o golpista-mor Temer, e seus asseclas. Se golpe é o corpo fálico da política, não tem potência de agir, como pode realizar uma obra que implica relações sociais entre habitantes de regiões como modus de melhoria de suas existências? Golpista como golpista-corpo-fálico não se relaciona nem com matéria e nem afetos variadores-criativos.

   A transposição do Rio São Francisco é autoria de Lula com a participação de Dilma e mais a mão de obra eminentemente nordestina. A portentosa realização nordestina acirra o ódio das aberrações nazistas que imaginem um mundo só deles. Imaginam? Imaginam nada. Nazifascista cultua a morte, tem medo da vida e para construir um mundo e essencial amar a vida.

    Vamos lá, moçada! O que é nosso é nosso e nenhum golpista tasca! Vamos lá que São Francisco é nosso!

MAIS DE 30 MIL MANIFESTANTES EM MANAUS SE POSTARAM CONTRA A DESFORMA DA PREVIDÊNCIA E CONTRA OS DIREITOS DOS TRABALHADORES

Depois de alguns meses sem manifestações contundentes como forma de movimento político libertário, em Manaus, ontem, dia 15, data da paralisação nacional dos trabalhadores contra as violências praticadas pelos golpistas comandados pelo golpista-mor, Temer, parte dos trabalhadores tomaram conta das ruas de Manaus exercendo seu dever de produzir a democracia.

Foram mais de 30 mil manifestantes mostrando que o desgoverno Temer não se mantém diante da potência-povo. A potência-povo sabe que nenhum corpo triste, como o dos tiranos, porque tem baixo grau de inteligência, sensibilidade e ética, pode se manter por muito tempo em um topos por ele assaltado. Não há como os tiranos se manterem ilesos diante da potência-povo.

Os manifestantes, sempre alegres, já que a festa só é festa democrática com alegria, sentiram a falta da participação de outros trabalhadores que em razão de suas realidade existenciais não se fizeram comparecer. Alguns deles, já conhecidos como pelegos, se mantiveram em suas condições deprimentes de falsos trabalhadores. Principalmente a categoria que deveria se mostrar engajada por ser a responsável pelos movimentos dos saberes e dizeres: os professores. É possível que essa categoria seja a mais alienadas do estado do Amazonas, principalmente da capital. É uma categoria que vota unida com o que há de mais reacionário no estado, que ajuda a manter esse tipo antidemocrata que vem atrasando o estado ha mais de 30 anos.

Porém, deixando de lado essa especie grotesca, o pelego, o que se pode festejar mesmo foi a nova produção de desejo de transmutação que os trabalhadores que compareceram na manifestação atualizaram como potência-povo.

Aqui publicamos algumas imagens produzida pelo fotógrafo-educador, bonequeiro e ator, Alcir Madureira da Associação Filosofia Itinerante (Afin).  

KARNAL, EM ENCONTRO CARNAL COM MORO, SE REVELA AOS INCAUTOS

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É muito simples de entender, mas impossível de compactuar.

No prólogo-apologia do segundo volume de sua obra, Humano, Demasiado Humano, escrita entre os anos de 1879 e 1880, Nietzsche, o filósofo da vontade de potência, afirma: “Devemos falar apenas do que não podemos calar; e falar somente daquilo que superamos – todo o resto é tagarelice…”.

     Vivemos (na verdade, simulamos) na obscenidade do tagarelar, onde Nietzsche é desconhecido para uns e esquecidos por outros. Claro, para que inatividade ontológica seja tida como lógica existencial. A profusão da ausência de linguagem e comunicação que impossibilita o existir ontológica. Uma desrrealização promovida pela mídia-burguesa-analfabeta-política, e, em parte, pelas chamadas redes sociais onde essa profusão é mais profusão do tagarelar, nos diz o filósofo Baudrillard. 

      O tagarela, Leandro Karnal, sem saber que a história não existe sem produção do novo, se dizendo historiador, mas, por glamour, querendo ser tido por filósofo, fez da mídia alienada seu ninho defensivo e conquistou vários incautos com sua exuberante técnica de tagarelar. Entremeando seu tagarelar com citações de pensadores que chagaram ao terceiro grau de inteligência, como diz Spinoza, ele conseguiu fundir em si a imagem necessitada pelos incautos. Fundida a autoimagem extraída do encanto do incauto, ele se tomou como importante e necessário para a opinião pública acima de qualquer dever com seu tagarelar inchado por corpos éticos pessoais.

     Como tagarela, Karnal, não poderia suspeitar de si mesmo e que um ato seu levaria seus encantados incautos a lhe desferirem exuberantes aversões contra sua exuberante tagarelice ocultadora de sua pseuda intelectualidade e eticidade (só um toque filosófico: o filósofo Deleuze se toma como um filósofo com pouca erudição). Karnal, impulsionado por seu tagarelar se transmutou em um protótipo de carne afastado de sua marquetizada intelectualidade e ética acima de qualquer suspeita.

      Karnal participou de uma regabofe com Moro, o perseguidor de Lula e o mais contestado representante do corpo judiciário que a memória social brasileira tem. Um direito seu. Só que em função de seu tagarelar ele tinha (agora, para os incautos não deve ter mais, a não ser para os mais reificados abstraídos) um compromisso existencial-intelectual-ético, mesmo simulado, com seus incautos, mas ele mandou às favas, porque estava sobre o domínio da carne.

       Em seu estado carnal mostrou que não entende nada de Spinoza, apesar de citá-lo continuamente em seu tagarelar: a carne em forma de comida e bebida junto a Moro revelou aos seus encantados incautos o que Karnal realmente não pode esconder: alguém que tagarela, porque não superou o que tagarela.

       Nesse encontro não-spinosiano (para Spinoza só há encontro quando há aumento da  potência de agir, o que eleva o homem como ser que persevera na existência), Karnal negando Nietzsche, afirmou Brecht: “Primeiro a barriga depois a moral”. Ou, como diz o filósofo Chico Piracema, falando pela voz do povo, “a carne é fraca”.

       Karnal vem tentando pedir desculpas, mas ele não sabe, em seu tagarelar, que a desculpa, como diz Nietzsche, não passa pelo sistema nervoso central. Desculpa, como diz Spinoza, é superstição, o mais baixo grau de inteligência. Os corpos fundamentais que promovem os maus encontros. Encontros que baixam a potência de agir, e são expressados como afecções tristes. Ideias inadequadas em forma de paixão. Tudo coisa de Spinoza que Karnal não pratica, mas arrota a maior abacaba* usando seu nome.
Karnal, em sua fraca carne, diz que quer um regabofe com Lula e Ciro. Com o rega degenerou, porque Lula não faz maus encontros. Em Lula a potencia de agir se encontra sempre aumentada, porque ele só produz bons encontros. Com Ciro talvez seja possível, já que Ciro mostra sempre que é dominado por afetos tristes. Não foi por acaso que ele pertenceu a turma do Fernando Henrique. Não é por acaso que ele sempre se expressá impulsionado pela paixão triste: comigo é na porrada. 

      Karnal se mostrou como é, porque em sua pseuda erudição, não recorreu ao sentido do conceito carnaval: carne vai. Se tivesse recorrido teria se livrado da carne e não teria desencantado seus incautos crentes. Mas foi melhor assim: ele revelou sua importância como convêm ao golpe.

       *Abacaba é uma palmeira da Amazônia que produz um fruto saboroso muito usado para fazer o conhecido vinho de abacaba. Por sua importância e sabor é usado na região como enunciação pejorativa contra aqueles que se querem passar por importantes quando não são. “O cara está arrotando a maior abacaba!”.  


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Quer linha de corte? Este é esquizo. Acesse:

CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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