Archive for the 'Fórum' Category

FÓRUM SOCIAL TEMÁTICO COMEÇA HOJE, EM PORTO ALEGRE, E VAI DISCUTIR A CRISE CAPITALISTA, DEMOCRACIA, JUSTIÇA SOCIAL E AMBIENTAL

Na perspectiva de contar com mais de 10 mil pessoas como participantes, entre elas 300 integrantes de entidades internacionais, todas como sujeitos realizadores dos temas do evento como marcha de abertura, palestra, eventos, oficinas, o Fórum Social Temático inicia hoje sua jornada que terá como suportes os temas: crise do capitalismo, democracia e justiça social e ambiental. Serão 270 atividades que se estenderão até sábado. A marcha de abertura ocorrerá na quinta-feira, dia 23, às 15h no Largo Glênio Peres.

Mauri Cruz, organizador do fórum, em entrevista, disse que os temas são pertinentes aos discursos debatidos internacionalmente pelo mundo Oriental e Ocidental, tendo com base o capitalismo com suas ininterruptas crises e as novas formas enunciados democráticos.

“Estabelecemos os temas da crise capitalista e justiça social e ambiental, que já eram da primeira edição, e agregamos o tema da democracia. Não só por causa das mobilizações no Brasil, mas também por tudo que está acontecendo desde 2010, no Oriente Médio. O debate é realmente internacional.

Os jovens querem outro modelo de democracia para discutir a aprofundar. Isso é o centro do debate, é muito importante discutir outra alternativa de democracia. Temos aqui novos sujeitos, que foram para as ruas no Brasil, no Marrocos, na Tunísia, no Egito e que estão em Porto Alegre discutindo outro modelo de democracia”, disse Mauri Cruz.

AS DISTRIBUIÇÕES DAS PRÁXIS

Em razão de sua semiótica diversificada, o fórum se processará em suas práxis como heterogeneidade poiética. Clara criação em seus dizeres. Vozes múltiplas como codificadoras e decodificadoras se manifestarão em formas de mesas redondas, cozinha comunitária, economia solidária, artes coletivas como hip-hop, espaços étnicos para altercações culturais, leituras alternativas e artes comprometidas com as realidades expostas.

Na parte da política oficial, o fórum contará com as presenças de prefeitos, o governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, o ministro Gilberto Carvalho que participará na Assembleia Legislativa do estado, da mesa redonda onde será debatido o tema “Contra o capital, democracia real”. Fora da política oficial, vai se fazer presente na quinta-feira o filósofo-teólogo Leonardo Boff. Também, na quinta-feira, em Canoas, ocorrerá o Fórum Mundial da Educação, considerado a primeira atividade do Fórum Social Temático. No sábado, dia 25, o último a ser debatido será “Cidades justas e sustentáveis”. Ainda vai ocorrer o Forinho dedicado às crianças e se desenrolará na Escola Rio Grande do Sul. Por sua vez, o espaço alternativo Ubuntu ocupará o Largo Zumbi dos Palmares onde realizarão 30 oficinas, com a participação de convidados internacionais.

“Decidimos colocar o espaço do movimento social negro como Ubuntu, que representa a coletividade de companheiros, algo que todo mundo constrói junto”, comentou o coordenador do Fórum de Educação Étnico-Cultural do Estado do Rio Grande do Sul, José Antônio Santos da Silva.

FÓRUM MUNDIAL DE DIREITOS HUMANOS DISCUTE O TRABALHO ESCRAVO E O TRABALHO INFANTIL

O Fórum Mundial de Direitos Humanos que vem ocorrendo em Brasília, discutiu ontem, dia 12, Os Direitos Humanos no Mundo do Trabalho. Entre os enunciados tratou do trabalho escravo e a exploração do trabalho infantil. Um fato que preocupa humanamente, porque são 215 milhões de crianças trabalhando no mundo e de forma degradante que ofende a dignidade humana. No Brasil, em função de políticas desenvolvidas pelos governos Lula e Dilma, segundo avaliação nacional e internacional, o número de exploração do trabalho infantil caiu de maneira considerável, a ponto do país ter sido considerado modelo à ser seguido. 

Durante as discussões foram tratados também temas como o trabalhador rural e urbano e suas lutas, conquistas e relações no trabalho. E ainda o trabalho das mulheres que são alvos de constantes preconceitos.

Falando sobre o tema e a possível erradicação do trabalho escravo no Brasil, o doutor em Ciências Políticas, Leonardo Sakamoto, disse que esse problema é de ordem estrutural.

“Trabalho escravo não é uma doença é um sintoma que algo não vai bem dentro do organismo. E que organismo é esse? A sociedade. Só vai acabar quando a gente mudar o nosso modelo econômico que passa, também, pela reforma agrária. A socialização por meio de produção no campo significaria pesar no bolso desse modelo que se aproveita dos trabalhadores.

Apesar da queda dos índices no Brasil e no avanço do combate a exploração de crianças no mundo, não estamos agindo com velocidade necessária para combater a violência e a miséria que empurra as crianças para essa condição de degradação.

É mais fácil viver algo determinado pelo passado do que tentar romper com a inércia que mantém cidadãos de primeira classe: como homens, ricos, brancos e heterossexuais. E de segunda classe como: mulheres, pobres, negros, índios, quilombolas e homossexuais. Todos nós temos responsabilidade em vista da formação que tivemos e é um longo caminho para se alcançar, para que se tenha decência com o sexo oposto”, analisou Leonardo Sakamoto.

FÓRUM MUNDIAL DOS DIREITOS HUMANOS É LANÇADO EM BRASÍLIA

Entre os dias 10 e 13 de dezembro, o Fórum Mundial dos Diretos Humanos, que foi lançado ontem, dia 31, em Brasília, e que é organizado pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH-PR) e entidades da sociedade civil, se reunirá para debater junto com o público os direitos humanos no mundo entre os movimentos sociais, poder público e organizações internacionais. O Fórum pretende juntar diferentes entidades e defensores de direitos humanos cujas práxis sejam de diferentes vertentes.

Comitês locais poderão formar caravanas para participar em dezembro do debate, e assim reforçar as propostas do Fórum.

“Queremos nos basear na construção de redes, para que vejamos os direitos humanos como um todo. Uma luta reforça a outra, muitas vezes de crianças e adolescentes não percebem que sua luta é a mesma luta contra o trabalho escravo, contra a discriminação com o deficiente.

É necessário construir e reforçar as diretrizes, para fortalecer a luta pelos direitos humanos.

Entidades que propõem a democratização dos meios de comunicação foram convidadas, esperamos uma resposta positiva para que possamos avançar no tema” informou a assessoria de comunicação da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.

JOVENS PODERÃO CRIAR POLÍTICAS PÚBLICAS ATRAVÉS DE PLATAFORMA VIRTUAL

O Governo Federal lançou ontem de maneira experimental, através da Secretaria Nacional de Juventude  da Secretaria-Geral da Presidência da República, a plataforma Observatório Participativo da Juventude (Participatório). Criada para incentivar a participação dos jovens e interessados na criação de políticas públicas, a plataforma amplia o diálogo social e se torna um dispositivo de participação popular. Para participar da plataforma é necessário fazer um cadastro simples e respeitar os termos de usos do sítio.

De acordo com a secretária Nacional de Juventude, Severine Macedo, aproxima das decisões os jovens que não participam de organizações sociais, além de conectar pela internet diversos jovens pois o Brasil quer “que esses jovens que militam e não podem participar de uma conferência tenham diálogo com outros jovens e com o governo federal.”

O Observatório Participativo, que traz em seu conteúdo um blog de debates, possibilidade de criação de comunidades, vídeos, eventos e discussões, dialoga também junto as chamadas redes sociais.

Para o secretário-geral da Presidência da República, ministro Gilberto Carvalho,  o projeto surgiu antes das manifestações, mas o lançamento foi antecipado pelos anseios populares: “Há mais de um ano, estamos trabalhando no projeto. Havia previsão de lançamento em julho ou agosto. Claro que ele é oportuno neste momento, mas, de forma alguma, foi planejado a partir das manifestações. Não teríamos condição de lançar uma ferramenta com esta qualidade em um mês”.

Todo nosso Brasil jovem agora tem mais um espaço para debate racional na produção de uma subjetividade composta de afetos alegres constituintes por sua vez de uma nova relação social.

Economia verde emperra documento oficial da Rio+20

No segundo dia das reuniões preparatórias para a redação do documento oficial da conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, a falta de uma definição do que é a economia verde manteve em ritmo lento a evolução do texto que os chefes de estado devem ratificar no próximo dia 22. O embaixador Luiz Figueiredo Machado, negociador-chefe do Brasil na conferência, reafirmou que o texto original é o objetivo, mas sinalizou que toda a diplomacia possível será utilizada para um consenso.

Rodrigo Otávio

Rio de Janeiro – No segundo dia das reuniões preparatórias para a redação do documento oficial da conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, a falta de uma definição do que é a economia verde manteve em ritmo lento a evolução do texto que os chefes de estado devem ratificar no próximo dia 22. Esta sexta-feira (15) é o terceiro é último dia de conversas para os diplomatas chegarem a um acordo nos encontros do Riocentro e apresentarem o texto. Caso o texto não seja apresentado, na teoria, os diplomatas seguem trabalhando para um documento ser oficializado pela ONU ainda no Brasil; na prática, como já se comenta pelos corredores do Riocentro, significa o fracasso da parte oficial do encontro.

“Eu quero ser muito claro, o Brasil não apresentará novos textos desde que exista o texto da negociação. É muito natural que em conferências desse porte surjam rumores de que o país sede tem um texto na manga e que na última hora apresentará. Não é o caso”, afirmou na quinta-feira o embaixador Luiz Figueiredo Machado, negociador-chefe do Brasil na conferência, aparentemente “esticando a corda” por uma definição entre os países.

Durante entrevista coletiva, Figueiredo reafirmou que o texto original é o objetivo, mas sinalizou que toda a diplomacia possível será utilizada para um consenso . “O Brasil trabalha com o texto que é o fruto das várias rodadas de negociação. Porém, é natural que em sua função de presidência o Brasil busque auxiliar a negociação em um sentido de sugerir para casos específicos, onde não haja acordo, opções de solução”, disse.

O diretor de Desenvolvimento Sustentável do departamento de Assuntos Econômicos e Sociais da ONU , Nikil Seth, supervisor das reuniões de quinta-feira, reconheceu que as diversas pendências em casos específicos são fruto de uma impossibilidade de comprensão comum do conceito de economia verde, que possibilite o marco institucional. “O que significa a economia verde para cada país? Para o Brasil é uma coisa, para os países árabes outra e para os países nórdicos uma terceira”, exemplificou.

Pobreza Seth afirmou que “pela primeira vez a ONU vai negociar a redação do texto para direcionar a ideia de economia verde para o desenvolvimento sustentável e erradicação da pobreza. E este tema amplo será explicitado neste documento, porque a pobreza é muito maior do que chegar a um acordo”. Segundo observadores da negociação presentes à entrevista coletiva do diretor, nas entrelinhas da fala de Seth é possível a percepção de como anda a queda de braço entre países ricos, liderados pelos Estados Unidos, e o G77, do qual o Brasil faz parte, sobre a inclusão ou não da palavra “extrema” antes de pobreza na redação final do documento. Ao citar “explicitado”, o diretor teria sinalizado que os EUA, na quinta-feira, levavam vantagem.

Conta Outra ponto que seguia controverso nas negociações de quinta-feira era a questão das responsabilidades comuns porém diferenciadas. O tema é fruto dos Princípios do Rio, quando durante a conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente, a Eco-92, ficou acordado que todas as nações deveriam buscar novos paradigmas de desenvolvimento e preservação da natureza, porém, no custo desses novos paradigmas, as nações que aceleraram o padrão de produção e consumo a partir de maior degradação ambiental, notadamente os países ricos, deveriam contribuir com uma quantia maior. Com a atual crise econômica, os países ricos pleiteiam “novos tempos, partindo do zero”.

Carta Maior

Cúpula dos Povos: plenária pela liberdade de expressão e marco regulatório

O Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação e as entidades promotoras da campanha pelo direito à comunicação e à liberdade de expressão para todos/as, em defesa de um novo marco regulatório para as comunicações, vão realizar uma plenária no dia 15, à tarde, como parte da programação da Cúpula dos Povos. As entidades que promovem a campanha também participarão do II Fórum Mundial de Mídia Livre.

Redação

Rio de Janeiro – O Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) e as entidades promotoras da campanha pelo direito à comunicação e à liberdade de expressão para todos/as, em defesa de um novo marco regulatório para as comunicações, vão realizar uma plenária no dia 15, à tarde, como parte da programação da Cúpula dos Povos.

A plenária tem o objetivo de discutir as estratégias e o calendário de implementação da campanha, e de apresentar a campanha para as organizações ainda não envolvidas. A atividade também terá a participação do sanfoneiro José Sergival, que vai declamar o cordel “A peleja comunicacional de Marco regulatório e Conceição Pública na terra sem lei dos coronéis eletrônicos”.

A campanha está sendo estruturada por um conjunto de organizações preocupadas com o atual cenário de limites ao direito à comunicação e à liberdade de expressão, e que defendem a necessidade de um novo marco regulatório para o setor. A ausência de diversidade e pluralismo nos meios de comunicação é reflexo de um sistema concentrado, sem mecanismos de regulação democrática e sem instrumentos de participação social. A principal lei que organiza o setor de comunicação é de 1962, e está completamente defasada. É sobre esse cenário que a campanha pretende incidir.

A campanha ainda está sendo gestada, mas já fazem parte de sua coordenação as entidades que compõem a Coordenação Executiva do FNDC (CUT, Conselho Federal de Psicologia, Abraço, Fitert, Barão de Itararé, Arpub, Aneate, Intervozes e Fittel), ABTU, Ulepicc, Ciranda, CCLF, Congresso Brasileiro de Cinema, Conselho Nacional de Cineclubes, Idec, UGT, UNE, Ubes, UJS, Ciranda. Além destas entidades, há outras que ainda ficaram de confirmar participação na coordenação.
A atividade está programada para o dia 15/6, às 14h, na tenda 28 – Patrick Lumumba. Acompanhem a programação oficial para ter as informações atualizadas. As entidades que promovem a campanha também participarão do II Fórum Mundial de Mídia Livre, nos dias 16 e 17, na Escola de Comunicação da UFRJ.

Realização – A coordenação da campanha é formada por: Coordenação Executiva do FNDC (CUT, Conselho Federal de Psicologia, Abraço, Fitert, Barão de Itararé, Arpub, Aneate, Intervozes e Fittel), ABTU, Ulepicc, Ciranda, CCLF, Congresso Brasileiro de Cinema, Conselho Nacional de Cineclubes, Idec, UGT, UNE, UBES e UJS.
Data – 15 de junho de 2012 Horário – 14h às 16h Local – Tenda 28 – Patrick Lumumba.Território da Cúpula dos Povos, Aterro do Flamengo, Rio de Janeiro

Carta Maior


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Quer linha de corte? Este é esquizo. Acesse:

CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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