Archive for the 'Filosofia' Category

ASSOCIAÇÃO FILOSOFIA ITINERANTE (AFIN) LANÇA A CAMISA ‘LULA ECCE HOMO’

 

Produção Afinsophia.             

A  Associação Filosofia Itinerante (AFIN), Ong sem fins lucrativos que há mais de 16 anos trabalha no Amazonas produzindo junto com as comunalidades novas formas de afetos: sentir, novas formas de perceptos: ver e ouvir e novas forma de conceitos: pensar, através das potências práxis-ação e a poieses-criação movimentados pelo kinemazófico, teatrosófico, esquizo-som, afrosófico, filosófico, entre outros corpus produtivos, aproveitou o trabalho do artista Jô Hallack com o rosto de Lula quando fichado durante sua prisão como líder metalúrgico, e criou a camisa ‘Lula Ecce Homo”. 

   Ecce Homo foi a frase que Pilatos enunciou no momento em que Cristo encontrava-se diante de seus carrascos ambiciosos e embrutecidos: judeus e romanos. O Ecce Homo, que traduzido do latim, significa Eis o Homem, teve durante séculos o entendimento vulgar que representa o ato de Pilatos entregar Cristo aos seus algozes, mas não significa isso. O filósofo Nietzsche, que escreveu uma de suas mais contundentes obras em que ele faz um entendimento de sua vida com o título de Ecce Homo, junto com outros filósofos como Deleuze e Guattari, entende totalmente diferente. Para o filósofo da Vontade de Potência  quando Pilatos enuncia essa frase ele não enuncia como uma sentença acusatória, mas como o reconhecimento da grandeza de Cristo. O Homem Superior. Ecce Homo o Homem Superior cuja vida ativa o pensamento e o pensamento afirma a vida. É o que entende o filósofo Deleuze para quem Cristo é o mais amado, o que não prega a culpa, a cobrança, a acusação, a perseguição, o julgamento e a condenação. Cristo não cobra nada, não ameça, não pune, como fazem os hipócritas fariseus. Cristo em sua grandeza se diferencia dos homens reativos, má consciência e ascetismo moral. Os vingativos, odientos, hipócritas, covardes, orgulhosos, insignificantes, medrosos, submissos, magoados, rancorosos, inúteis. 

    A camisa Lula Ecce Homo não foi criada para ser vendida, mas usada pelos membros da AFIN como forma de seu engajamento em defesa de Lula, a democracia e o Estado de Direitos Brasileiro com sua soberania que se encontram ameaçados por antipatriotas que, como escravos dominados pela exacerbação de suas insignificâncias, seus sentimentos pobres de frustrados e martirizados, daí a predominância de uma consciência neo-colonial,  se subjugam a força do capital norte-americano e se apresentam como trapaceiros da Nação Brasileira. Afirmação inconteste de personagens golpistas.

     Agora, se o acessante quiser copiar o modelo Lula Ecce Homem, tem total liberdade. A AFIN como propulsora da inteligência coletiva não exerce qualquer proibição. Proibir e punir é coisa de paranoico, já dizia Michel Foucault, e não ato de Lula Ecce Homo. 

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BLOG AFINSOPHIA COMUNICA AOS ACESSANTES: O WORDPRESS USA ESPAÇO DO BLOG PARA FAZER PUBLICIDADE SEM AUTORIZAÇÃO

Colcha de Retalhos

Colcha de Retalhos. Logo da Associação Filosofia Itinerante (AFIN)

 Breve histórico-virtual. O Blog Afinsophia, corpo-virtual da Associação Filosofia Itinerante (AFIN), iniciou contrato com o WordPress no mês de agosto do ano de 2007. Portanto, há exatamente 10 anos. Tratou-se de um contrato discriminado como plano de domínio. O que significava que o WordPress não poderia exibir publicidade no espaço-virtual do blog em virtude do mesmo não ter qualquer interesse em participar do mundo enebriante da publicidade-capitalista, visto que como um englobante-filosófico acredita no escritor George Orwell quando ele diz que a publicidade é o fruto mais sujo do capitalismo.

   Pois bem, passada toda essa década o contrato foi cumprido. Porém, a partir de umas semanas para cá começou aparecer no Afinsophia propagandas sem qualquer autorização da direção do blog. Como o blog é acessado e seguido por pessoas que acreditam nos discursos expressados e defendidos por ele, como verdades necessárias para criação de novas formas de sentir, ver, ouvir e pensar,como afirmam os filósofos Deleuze e Guattari,  tínhamos a obrigação de procurar saber o motivo de tal procedimento do WordPress, porque para nós trata-se de uma violência contra o corpo-virtual-filosófico do blog que atua junto com a inteligência coletiva na produção  ontológica do existir.

    Diante de nossa inquirição o WordPress informou que as propaganda estavam sendo exibidas porque nosso plano permitia e que se quiséssemos  impedi-las teríamos que contratar outro plano. E mais, que os anúncios eram para pagar os custos. Orá, nós pagamos todo ano a taxa referente ao direito de domínio, como já foi escrito, que significa que o WordPress não oferece gratuitamente o espaço-virtual usado pelo Afinsophia. E mais do mais, o WordPress usa o espaço dos blogs que não têm plano de domínio para exibir publicidade. Para isso basta que o blog tenha um bom acesso. Um exemplo: quando no passado deixamos de pagar a taxa, logo começaram a desfilar propagandas. Quando pagamos a anualidade elas foram retiradas. 

    Como esse comunicado visa especialmente nossos acessantes e seguidores, queremos informar que estamos tomando as devidas providências, com possibilidade de acabar o contrato com o WordPresss.

                                                Abraços afinsophianados.    

O FILÓSOFO NIETZSCHE PERGUNTA, AOS BRASILEIROS INDIFERENTES, EM QUE ERA VIVEM

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Produção Afinsophia.

 O filósofo Nietzsche, afirma que os homens agidos são aqueles que não agem só reagem. Por tal, são os niilistas. Os que cultuam o pessimismo como forma de impedir o movimento da Vontade de Potência. São homens cujo nascimento já os trouxe como epígonos: os que nascem com os cabelos brancos. Para quem a vida é sofrimento eterno.

   Imobilizados, eles se apegam as ilusões que suas perspectivas ressentidas lhe proporcionam. Sua luta é se manter longe dos embates da vida como florescimento do viver. São homens enfermos, mas que essas ilusões lhes deposita satisfaçam como se fossem a representação da saúde. Ao contrário da vida ativar o pensamento neles e o pensamento afirmar a vida, neles o que predomina é a existência sem vida ativa e pensamento confirmador.

    Nesse quadro mórbido, inimigo da vida, eles não poderiam se arrastar de outra forma, a não ser como macabros indiferentes. São eles os que no momento atual, em que o Brasil passa pela maior dor de sua história, onde o pessimismo vem se consagrando como o rumo necessário, em forma espectral, que curvam as cabeças em uma dor lânguida como forma de se desvencilharem da vida. 

      Eis a pergunta de Nietzsche.

     “A mais nobre virtude. – Na primeira época da humanidade superior a valentia é considerada a mais nobre das virtudes; na segunda a Justiç, na terceira, a moderação, na quarta, a sabedoria. Em que era vivemos? Em qual vive você?”.  

O FILÓSOFO MARXISTA ANTÔNIO CÂNDIDO, EM 1946, DISSE: ´”É PRECISO RECUPERARMOS NIETZSCHE”. E ESCREVEU “O PORTADOR”. DIANTE DA CRISTALIZAÇÃO DO NAZIFASCISMO NO BRASIL, CÂNDIDO-NIETZSCHE SÃO IMPRESCINDÍVEIS

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 Não se descreve um poeta, muito menos um filósofo. Ainda mais quando esse poeta-filósofo é filólogo: conhece as entranhas do perceber e conceber o mundo. O que lhe faz um ser político, porque a filosofia é política, assim como a poesia, já que ela ao enunciar o novo, muda o mundo com seus estados de coisas cristalizados. Daí por que não há poesia e nem filosofia burguesa, posto que o mundo burguês é molar. Contraído sem possibilidade qualquer ao Para-si, a ultrapassagem do Em-si.

    Antônio Cândido, ao perceber que na década de 40 o filósofo demolidor de ídolos era pouco conhecido no Brasil, e que no mundo havia uma aversão a sua obra filosófica, onde apedeutas da filosofia o chamavam de teórico do nazismo, inimigo do socialismo, resolveu acabar com a estupidez: escreveu o artigo O Portado que foi publicado, em 1946, no semanário Diário de São Paulo, no caderno Notas de Crítica Literária. Depois impresso no Observador Literário, em 1959. 

    Em tempo de cristalização da subjetividade nazifascista no Brasil atual, onde seus principais poderes do Estado estão contaminados por corpos psicopatológicos, estabelecendo um quase estado de anomia, se faz necessário publicar seu artigo, mesmo sendo em forma escaneada. 

     A Associação Filosofia Itinerante (AFIN), que tem singela relação com a obra desse camarada que pertenceu ao PCbão e é fundador do Partido dos Trabalhadores (PT), mostra esse artigo, já que o Brasil atual necessita fortemente do pensamento nietzschiano. O texto foi extraído  do livro Os Pensadores, publicado no ano de 1983 que teve a seleção de textos de Gérard Lebrun, a tradução e notas de Rubens Rodrigues Torres Filho e o Posfácio de Antônio Cândido.

      As páginas aparecem riscadas com caneta, são provas de que o artigo do poeta-filósofo-filólogo-militante foram lidas e relidas.

 

MORO ERRA AO AFIRMAR QUE “A GRAVAÇÃO PELA PARTE DA AUDIÊNCIA COM PROPÓSITOS POLÍTICOS PARTIDÁRIOS NÃO PODE SER PERMITIDA…” LULA É A POLÍTICA PURA. NÃO HÁ COMO IMPEDI-LO.

     A banalização dos conceitos pelo vulgo é responsável pelo enebriamento da realidade. O vulgo aqui tratado não é referente só aos iletrados, mas também aos letrados, principalmente aos vaidosos que detém curso superior. Sabe-se muito bem, que as palavras servem para refletir as coisas. Não que elas sejam as coisas, já dizia Foucault. Se elas como reflexos causam impossibilidades de afirmações insuspeitas, imaginemos quando delas são tiradas suas noções reflexivas que saíram de uma práxis empírica.

   É assim, que no discurso social há necessidade de procurar compreender os sentidos mais concretos da linguagem. Saber quando uma palavra, um conceito (palavra e conceito são distintos) têm seus referentes filológicos-históricos-ontológicos. Pelo menos saber com Barthes quando uma linguagem é encrática ou crática. De massa usada, precipuamente, pelos meios de comunicação, e de seguimentos especiais. Para que não se caia no logro linguístico e também se conduza o outro para esse logro.

   O exemplo muito próximo é relativo ao conceito político. A maioria dos falantes (na verdade, tagarelantes; os que não superaram o que tagarelam) tem esse conceito como relativo a partidos, e não a condição do homem como agente de práxis e poieses. Práxis como ação e poiese como criação. Práxis e poises como produtora contínua do movimento real como novo social. Para os tagarelas, política não passa de uma representação parlamentar e executiva. Quando se sabe que o que menos existe, principalmente no Brasil, no Poder Executivo, Legislativo e Judiciário é político. Dai porque todo esse obscurantismo em relação as práxis e poieses dos três poderes. 

   Moro ao se referir a Lula mostra exatamente essa triste realidade a-linguística e apolítica. Ele afirma que o impedimento da gravação audiência com Lula é para evitar um uso com “propósito político partidário”. Ora, Moro não sabe que Lula é o conteúdo e expressão singular do homem político. Ele não sabe que Lula é práxis e poieses política desde menino, quando deixou o sertão por não haver política. Seu ato, junto com sua família, já expressava a política, visto que a política é a potência-social de produção de existência do homem. Onde não há política há privação. E como diz o filósofo Toni Negri, o homem não se encontra no mundo para sofrer privações.

   Depois teve sua política de existência em Santos, e de metalúrgico. Sem contar a política de existência no momento em que foi preso pela repressão ditatorial. Como um homem só não pode ser considerado político, já que a política é uma multiplicidade de singularidades, devires, hecceidades, rizomas, espaços-tempos, plano de consistência, fluxos territorializante e desterritorializantes, como dizem os filósofos Deleuze Guattari, é ontologicamente impossível Lula ser a síntese do povo. Lula é potência-povo como todos os homens, mulheres e criança que compõem com ele a potência-democracia.

  Daí que Moro não sabe que basta alguém lembrar, recordar e imaginar Lula, já encadeou movimento político. O próprio ato de tentar impedir a gravação da audiência, afirma que homem político é Lula. Embora todos que são contra Lula não saibam, em função de suas existências, o que seja política, entretanto, todos eles temem a política em Lula, porque nele se movimenta o devir política como devir-povo. E o devir-povo não necessita de partido político (?). 

  Realidade que esfacela qualquer tipo de tentativa de imobilidade-molar em querer paralisar o movimento-transformador-molecular. E como política é criação e criação é alegria, só os democratas são alegre. E mais, e como alegria é ética, modus-alegre de ser, aí, Lula ser um homem eticamente alegre!

ELEIÇÃO PARA GOVERNADOR DO AMAZONAS: DIREITAS GOLPISTAS SE OURIÇAM E A ESQUERDA VAI COM DEPUTADO JOSÉ RICARDO DO PARTIDO DOS TRABALHADORES

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  Com a cassação do ex-governador do Amazonas Zé Melo e sei vice Oliveira, vulgo Cabeção, foi estabelecido pelo Tribunal Superior Eleitora (TSE) que o seu sucessor deverá sair de eleição direta em mandato que durará 19 meses. Um tempo suficiente para que o novo governador possa mudar os rumos do atraso implementado por Melo. Na verdade, continuidade do que já havia ocorrido anos passados sob as batutas de outros governadores.

    Ocorre que o entendimento de “um tempo suficiente” para mudar só pode se tornar real se o eleito for alguém da subjetividade progressista. Alguém cuja percepção e concepção de mundo inclua a dimensão humaniora. Humanidade. A dimensão-política que tem da administração publica o entendimento de prática-social que engloba todo o estado e não somente classes privilegiadas que somente procuram defender e manter seus interesses, como vem ocorrendo há mais de três décadas.

    Daí que essa eleição tem atraído os mesmos representantes do atraso. Personagens que participaram explicitamente do golpe que destituiu a presidenta Dilma Vana Roussef do governo. Governo que lhe foi outorgado por mais de 54 milhões de eleitores. Assim, embora haja vários candidatos das direitas, não deve prevalecer engano (alguns chamam logro): todos são reacionários, embora de partidos diferente nas siglas, todos compõe a mesma subjetividade da economia-política-capitalista. Dos que já ocuparam cargos de governos, nenhum desenvolveu uma política que tivesse um mínimo corpo racional. O que faz ser a política uma práxis-ação e poises-criação filosófica, já que a filosofia é o movimento real que produz existência coletiva em forma de comunalidade onde todos são agentes-sociais de afetos e cognições transformadoras.

    Os reacionários como não são traspassado por esses corpos afetivos e cognitivos, querem aproveitar o momento para recolocarem em prática o que já é por demais conhecido pela sociedade amazonense. São pessoa reativas, agidas sem qualquer potência-política para possibilitar mudanças. Porém, para antagonizar esse estado de desativado-politicamente, o Partido dos Trabalhadores lançou ontem, domingo, dia 7, a candidatura do deputado estadual José Ricardo que é no Amazonas o único deputado que atua na ordem da razão-social promovendo tentativas (os reacionários dominam a Assembléia Legislativa) de estabelecer programas que atinjam as populações abandonadas pelo estado e a prefeitura, que também encontra-se nas mãos do reacionário prefeito Arthur Neto e seu grupo-molar.

     É possível que também outros partidos de esquerda lancem candidatos. Como o PSOL que cogita a candidatura de seu membro Queiroz. Assim, como o PSTU que poderá lançar o professor Gilberto. Enquanto isso vamos aguardando as definições e o início das propagandas e trabalhar por um Amazonas que seja politicamente real. 

COISA DE AMAZONINO: “ESTOU TRISTE COM TUDO QUE ESTOU VENDO”.

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       Amazonino Mendes é daqueles que aproveitou a onda que se instalou no Brasil nas décadas de 50 e percorreu 60, e até adentrou em 70: se tomar por comunista. A onda para gente como Amazonino foi apenas gênero, glamour, fantasia que o futuro confirmou como pingos da onda. A onda que atingiu alguns que foram estudar na Rússia.

      Amazonino foi daquele “tipo afoito”, como diz o poeta sobralense Belchior, que jurava querer tomar o poder depois de ter compreendido que o capitalismo é o mal que deve ser combatido, porque uma sociedade dividida em classes não é justa: só o comunismo salva.

     Hoje, depois de ter sido por três vezes prefeito de Manaus, três vezes governador do Amazonas e uma vez senador (quase), ele, protegido por sua segurança capitalista, do alto de seu comunismo nostalgicamente bem sucedido, afirma que está “triste com tudo que estou vendo”.

      Amazonino, com seu ideário comunista, já na década de 80 foi escolhido por Gilberto Mestrinho para ser seu sucessor. Mestrinho havia sido cassado pela ditadura, mas não por ideias políticas. Muito menos como o de seu pupilo Amazonino. No pós-ditadura foi eleito pelos votos das forças mais anacrônicas do estado. Em seguida elegeu Amazonino.

      Amazonino por sua vez, escolheu seu pupilo: Eduardo Braga que fez os mesmos percursos de seu mentor: foi prefeito, governador e agora, como golpista, é senador. Eduardo se associou a Omar Aziz, também governador e agora senador. Antes foi parceiro de Zé Melo que durante esses governos passados sempre ocupou cargos de mando no estado e, agora, encontra-se cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

     Como se trata de uma subjetividade constituída pelas linhas segmentarizadas, molar-capitalista, como dizem os filósofos Deleuze e Guattari, carece de informar os partidos que esses personagens eram e são atualmente, já que em essência há total igualdade em suas práticas. Exemplo, no desgoverno de Fernando Henrique, o príncipe sem trono, a Constituição Brasileira determinava a não existência de reeleição, mas o tal príncipe resolveu, em função de sua insegurança ontológica manifestada em vaidade, resolveu mudar a Carta, e, para isso, precisava dos votos dos parlamentares. Amazonino foi denunciado como o personagem que agenciou a compra de votos de deputados de alguns partidos. Simples igualdade.

      Com a cassação de Melo, a subjetividade dos iguais encontra-se compulsivamente tagarelando (como diz o filósofo Nietzsche) sobre quem deles vai se candidatar ao cargo que durará somente 19 meses. Perguntado sobre o fato, ele, se fez de rogado, mas falou.

         “Não falo de política. Estou tão triste com tudo o que estou vendo. Estou igual a qualquer um de vocês. Mesmo sentimento. Mesmo pensamento. Mesma angústia. Mas não se pode perder a fé. Fé, esperança e determinação”, orou e rezou, ele.

           Certa vez, Amazonino disse que iria ensinar filosofia, política para os jovens dos bairros pobres. Não foi. Para o bem dos professores de ensino de filosofia que apesar de passarem pelo curso de catecismo da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), eufemisticamente alcunhado de Curso de Filosofia, precisam de seus empregos, a Amazonino seria uma grande concorrência.

       Porém, mesmo afirmando que não iria falar aos repórteres, tentou uma sacada, depois de afirmar que é favorável à reforma da Previdência “como qualquer brasileiro responsável”. Infere-se que, certamente, os milhões que são contra não são responsáveis.

       “É uma angústia, mas as coisas são como devem ser”, sacou.

  O vício do poder institucional que vai além do imperativo categórico do filósofo Kant. As coisas nunca são como devem ser. Elas não são predeterminações. São da esfera humana. As coisas são produções atualizadas, já que antes eram virtuais como potências do real. Quando elas são como devem ser caem na esfera da superstição do idealismo-sobrenatural que não inclui a partição produtiva do homem. Nada da epistemologia-produtiva de Marx. Se tivesse afirmado “as coisas são como são”, também seria superstição, pois como diz Foucault, as coisas não são. Se tivéssemos que falar sobre as coisas, diríamos que elas são “clarões”  

        A deforma da Previdência Social encontra-se idealizada, elaborada e forçada a ser consumada pelas forças mais reacionárias que se apossaram do país. Sem eufemismo: as forças golpistas submissas aos patrões-golpistas. Assim, deve-se completar sua assertiva, reflexo da subjetividade-capitalista: “As coisas são como devem ser” de acordo com o capital.

        Em sua não-entrevista, Amazonino manda aos estudantes de filosofia-política uma máxima pessoal:

        “Nasci politico e vou morrer politico”.

     Uma questão aos estudantes sem o sadismo dos professores e professoras que se masturbam fazendo o estudante sofrer.

       – Existem duas subjetividades no mundo: Uma a subjetividade da política econômica capitalista, e a outra a subjetividade da política econômica socialista. Ao afirmar que nasceu político e vai morrer político, qual a política de Amazonino?


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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