Archive for the 'Fantasia' Category

O DESLUMBRADO-BEIJOQUEIRO, DEPUTADO CHICO ALENCAR DO PSOL, E O FALSO REVOLUCIONÁRIO DE MARX

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Resultado de imagem para imagens do jornalista noblat Não que a humanidade seja dividida entre os bons e os maus. Ou, entre os que se consideram bons e os que se consideram maus de acordo com suas orientações (ou desorientações) para seus objetivos que são tomadas como finalidade de suas existências. Nada disso. Existem as noções comuns, mostradas pelo filósofo holandês, Spinoza. Há sempre corpos que se relacionam entre todos.

  Porém, essas noções comuns, mesmo sendo comuns a todos, levam cada um escolher o que lhe é conveniente para perseverar na vida. Perseverar pelo que é fundamental para o homem, ou outro animal, possa continuar seu processual vital. Não sucumbir. Na escolha de uma existência contrária a práxis do conactus, ato de perseverar mostrado por Spinoza, não há como a vida se fazer um processual gratificantemente sensorial, cognitivo e ético, como confirma a existência burguesa-capitalista.

   É pois, pelo ato de perseverar na vida, que é um ato coletivo, já que a vida é uma plano de imanência, como dizem os filósofos Deleuze e Guattari, que se pode entender as escolhas dos indivíduos. E são as duas subjetividades-políticas mais expressadas no mundo, a subjetividade-política economia política capitalista, e economia política socialista, que levam os indivíduos a cortarem as noções comuns que os dispõem às relações. No sentido coletivo, não há no burguês-capitalista qualquer corpo que seja necessário ao socialista. Assim, como não há no socialista qualquer corpo necessário ao burguês-capitalista. Logo, politicamente, não há noções comuns entre essas duas subjetividades políticas.

    O deputado Chico Alencar do Psol que se diz socialista (ou comunista?) e que se toma como combatente ao ‘lulismo’, claro que para se autopromover ressentidamente, já que nasceu no Partido dos Trabalhadores, compareceu de livre escolha ao regabofe dos golpistas promovido por um dos mais submissos representantes da imprensa brasileira defensora do capital norte-americano: Ricardo Noblat. No rega estavam as principais figuras do golpe e, por tal, os representantes da burguesia-capitalista. De Aécio a Temer. Uma burguesia brasileira, mas brasileira.

  O socialista (ou comunista?), entre umas e outras, resolveu expressar no recinto a indecorosa subjetividade da casa parlamentar. Passou a comentar relações dos personagens presentes. Entre esses comentários sobrou para Aécio, no bom sentido, para eles. Além de elogiar Aécio, um dos mais delatados na Lava Jato e Furnas, ainda lhe beijou a mão.

  Com a publicidade em torno do caso beijoqueiro, ele tentou tirar as broncas, e entre as broncas disse que era amigo de Noblat das antigas e escrevia em seu blog por isso havia ido ao rega. Um socialista (comunista?) amigo de um burguês cuja consciência-ideológica-teclados -antigamente se dizia a pena- defende avidamente o patrão Marinho, proprietário da maior inimiga do Brasil a Rede Globo, defensor e mantenedor do capital. Um Noblat conhecido como um importante reacionário que inveja os sujeitos-ativos que pensam um mundo em que a vida persevere como alegria de viver.

  Agora, corre informação que seus lábios não ficaram só na mão de Aécio (que traição). Ele beijou também o invejoso amigo do reacionário Roberto Freire, Raul Jungmann, todos golpistas que estão se locupletando com o desmonte das estruturas do Estado brasileiro. Pode ser que as umas e outras tenham liberado o verdadeiro burguês do socialista (ou comunista?) Chico Alencar que, no caso dele, ninguém é de ferro. Só que nem alcoólatra vive toda a vida nos braços de umas e outras. Sendo assim, ele vai ter que lutar muito para representar para seus eleitores o socialista (ou comunista?) que antes da cenas beijoqueiras ele representava.

  Mas é Marx quem nos mostra que Chico Alencar, o socialista (ou comunista?) é um o falso socialista (ou comunista?), mas um verdadeiro burguês. Marx diz que nas lutas revolucionárias se unem três tipos para lutar.

   – Um, o revolucionário engajado comprometido com as causas libertárias e conhecedor das necessidades de libertação do proletariado. Esses são os autênticos revolucionários. Os que estão sempre em luta. Lutam todas horas, todos os dias, todas as semanas, meses e séculos (Há uma certa relação com o poemas de Brecht que tratam dos homens que lutam.

   – Dois, os que lutam porque conhecem a necessidade da libertação do proletariado e em todas as lutas eles contribuem com suas presenças, porque aspiram outra sociedade, embora não tenham o engajamento dos primeiros.

   – E por terceiro, os que se envolvem nas lutas, mas não tem qualquer compromisso com a revolução. Estão sempre aproveitando o momento dos conflitos para conseguirem respeitabilidade como se fossem revolucionários. São tipos que não servem para a autêntica revolução do proletariado. No Brasil existem milhares. A ditadura de 64 mostrou. São burgueses travestidos de revolucionário, já que a vestimenta, para eles, lhes conferem, ilusoriamente, um glamour de esquerdistas. Claro, que só para otário alienado historicamente.

  Um beijo para quem adivinhar em quais dos três Chico Alencar se encaixa perfeitamente! 

ZÉ MELO, GOVERNADOR DO AMAZONAS, ENVOLVIDO POR SEU ESPÍRITO-HAGIOGRÁFICO AFIRMOU QUE NO MASSACRE NÃO “MORREU NENHUM SANTO”. ORA, ORA, SANTO NÃO PODE SER PRESO, MAS HOMEM SIM.

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Segundo o discurso da hagiografia, que trata da vida dos santos, nenhum santo foi sempre santo antes de ser canonizado. Todo santo, ou santa, antes foram homens e mulheres. As suas santificações são decorrentes de suas existências comprometidas com as causas humanas. Primeiramente, carregam o pathos da essência da indignação, e, depois, passam as tentativas das soluções que possam libertar os homens e mulheres dos sofrimentos. Mesmo que para isso também, em suas práticas, tratem de temas metafísicos.

        Muitos que foram canonizados tiveram existências perseguidas pela brutalidade, irracionalidade e covardia dos tiranos. Sofreram torturas físicas, foram mantidos no cativeiro durante anos. Alguns chegaram a morrer no cativeiro. Embora trabalhassem em nome da dogmática cristã-católica, o que concebe um plano sobrenatural, eles sempre observaram o mundo real e nesse mundo real agiram em benefício dos homens. Porque, afinal de contas, eram homens e mulheres escravizados pelas forças opressoras, detentoras do poder econômico.

     O governador do estado do Amazonas, Zé Melo, em processo de cassação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e que faz parte do grupo reacionário de alcunhados políticos que há mais de trinta anos trabalham pelo atraso no estado, em entrevista, afirmou que entre os presos, 56, do massacre no Sistema Prisional Anísio Jobim, em Manaus, não havia um santo. Com essa afirmação ele apresentou dois tipos de ignorância. Uma hagiográfica. E outra capitalista-jurídica. Porém, as duas sintetizadas em uma moralidade claramente burguesa.

     Em sua ignorância hagiográfica, Zé Melo, mostrou que não sabe nada do mais elementar sentido de ser santo. Ele não sabe que santo não vai preso. Mesmo que fosse não ficaria um segundo preso, visto que tem o dom da imaterialidade. Por isso que pode em plano distante se comunicar com seus crentes. Inclusive presos. O que significar, para a sociedade, que o cristianismo de Zé Melo é apenas da ordem psicológica compensatória. Ou seja, em benefício próprio. Um solipsismo.

    Em sua ignorância capitalista-jurídica, Zé Melo, não sabe que uma grande maioria de detentos que estão confinados nos presídios, cometeram crimes impulsionados por corpos capitalistas. Assaltos a bancos, assaltos à mão armada, tráfico de drogas, latrocínio, arrombamento, furto, corrupção, etc. Crimes que são investigados, julgados e condenados pelo poder judiciário que no seu sentido hierárquico encontra-se abaixo do poder econômico. Logo, os crimes desses detentos estão incluso em todo o corpo do capitalismo, e o que os diferencias de outros crimes, também com sentido capitalista no Estado, como benefícios a estamentos privilegiados, é a moral. Não a moral puramente. Mas a moral aplicada por quem tem, ou se acha, com autoridade para usá-la contra outros. Daí, porque Zé Melo, crente de sua moral, afirmou a sua sentença judicativa: “não morreu nenhum santo”. Zé Melo pode ser cassado por força de acusações que implicam corpos capitalistas.

      As duas ignorâncias de Zé Melo, conjuntamente, podem ser entendidas, sinteticamente, como prova do desconhecimento da política jurídica. Quando ele afirma da inexistência de “santos” entre os mortos, ele tenta buscar apoio dos acusadores (não esquecer que para a psicanálise todo acusador compulsivo tenta esconder suas culpas) que são adeptos e defensores da máxima anticristã que diz que “bandido bom é bandido morto”.

     Só que entre fantasias sobrenaturais e imorais, ele, não sabe que a sociedade civil sabe que o preso encontra-se como custódia do Estado. Tem que ser protegido, mesmo preso, pelas leis do Estado que o condenou em um determinado estrato social-jurídico. E mais, o sentido cristão de presídio é de recuperação. Ou de reeducação para que o preso possa ser reintegrado na sociedade como sujeito-produtivo. Mesmo que seja para ser explorado pelo sistema capitalista como mão de obra barata.

    Zé Melo tentou produzir empatia com a sociedade apelando para a questão santificante e moralizante para eximir seu governo da responsabilidade pelo morticínio-prisional, mas se frustrou: ele não obteve respaldo. Tudo porque Zé Melo não atenta para o mundo ao seu redor com seus signos dominantes que não atendem a questão humana. Se fosse atento teria feito à crítica do sistema dominante e saberia, como diz o filósofo francês Jean Baudrillard, que assim como “existe a Disney para fazer de conta que existe um mundo adulto, existem os presídios para fazer de conta que existe uma sociedade justa”.

      Se soubesse destas obviedades seria um excelente governador. Mas, como mostra que não sabe, fica só como Zé Melo.  

TEMER, CONFUNDINDO PENSAMENTO COM ABSTRAÇÃO FANTASIOSA, PEDE AOS BRASLEIROS PARA QUE FAÇAM “UM PENSAMENTO BEM POSITIVO PARA CONSOLIDAR A IDEIA DE RENOVAÇÃO E ESPERANÇA”

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Pensar é muito difícil. Muitos acreditam que imaginação, lembrança e recognição são pensamentos. Imaginar, lembrar e recognizar são operações das faculdades imaginativa, memorial e reconhecedora.   

        “Incrível eu estava pensando em você, agora mesmo!”. Não estava pensando, estava lembrando. O pensamento é da ordem do novo. Lembrança, imaginação e recognição são da ordem do já posto. Do já determinado. Diria o filósofo Bergson, são operações desativadas. Não contém mais virtual, potência do real, afirmariam os filósofos Deleuze e Guattari.

        Embora o ato de pensar se desloque como fundo, todavia, essas faculdades são necessárias para que o sujeito cognoscente pense. O pensamento parte sempre de um território. Marx diz que o homem faz a história como novo partindo de situações históricas dadas. O que significa que o pensamento é o novo como ultrapassagem de estados de coisas estabelecidas.

      Temer, por sua posição na execução do golpe que obstruiu – por enquanto – o movimento real democrático, é a última figura com direito a se dirigir ao povo brasileiro para pedir cooperação para que seja realizada a “renovação” da vida brasileira. Temer não sabe o que é renovação, já que ele é um reacionário, e todo reacionário preserva e defende o mundo desativado. O reacionário não vivencia o tempo, só o espaço configurado em sua consciência privada, diz Marx. O tempo para ele não representa os fluxos mutantes e os quantas desterritorializantes. O tempo para ele é o tempo pulsado como exploração da força de trabalho do operário. O tempo mantenedor do espaço-propriedade-privada.

 E dois são motivos principais para que Temer seja proibido de pedir “pensamento positivo” do povo brasileiro. Um, ele não tem dimensão politica para apreender os corpos fundamentais (o que funda, base, como diz a filosofia alemã) que singularizam uma sociedade e lhe dispõe a poder atuar em benefício de seus interesses constitutivos. Se tivesse jamais seria um golpista. O golpe o torna uma figura execrável, desacreditada sensorial, epistemológico e eticamente. O golpe é violência bruta contra o devir-democrático. Por tal, Temer jamais será ouvido pelo povo brasileiro que não o tem como alguém comprometido com a causa política democrática. Agora, ele, em seu anestesiamento democrático, pede auxílio ao povo. Não há como ser atendido. O golpe é um estado de coisa deplorável onde as pessoas honradas e inteligentes não colocam suas mãos.

        Dois, como Temer é golpista, e golpe não é produto do pensamento, posto que golpe é pulsão irracional, repetição de um sintoma representativo de um trauma social dos que não podem existir com o novo como movimento. Os governos populares de Lula e Dilma que se mostraram como o novo. O pensamento positivado como mutatio-renovatio. O golpe como sintoma, é o reflexo da aberração social que se quer preservada não tanto para seu gáudio, mas para causar dor no outro. Porque todo golpista inveja, odeia e quer castigar os que pensam. Fato que até o filósofo Sartre sabe.

       Temer mostra sua condição incontestável de inimigo do pensamento quando recorre a um clichê enunciativo: “pensamento positivo”. Coisa da psicologia da autoajuda ianque. Coisa de Dale Carnegie psicólogo do “pensamento positivo e sucesso”. Não há qualquer potência criativa nesse “positivo”. O que há mesmo é imaginação-mistificada. Tudo que desloca o homem das coisas reais. Só há positivo com práxis e poises. E mais, o povo brasileiro não vai recorrer a uma mistificação para tentar ajudar um desgoverno, porque ele vai ficar em situação pior.

       O fundamental pensamento positivo do povo brasileiro é ir às ruas para tentar obstruir o rolo compressor que se encontra golpisticamente desmontando as estruturas do país. O povo não vai ficar no “pensamento positivo” temeriano vendo as riquezas do Brasil sendo entregues ao capital internacional, a economia, os direitos trabalhistas e as politicas públicas sendo destruídas em benefício do capital estrangeiro e dos bancos.   

         O povo brasileiro não é responsável pela imobilidade imposta pelos golpistas à vida nacional.

           O povo brasileiro envia a Temer e seu conjunto de golpistas a enunciação revolucionária de Hermann Hesse: “Não quiseste a embriagues? Agora suporta a ressaca!”  

 

TEMER DELIRA ACREDITANDO QUE NORDESTINO É OTÁRIO. “EU TENHO UM SONHO: QUE VOCÊS POSSAM DIZER ‘ESSE FOI O MELHOR PRESIDENTE NORDESTINO QUE PASSOU PELO BRASIL’

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 Como é muito fácil de entender, então carece de simplificar.

 Temer sempre foi uma representatividade abaixo do regular. Nunca teve, por si mesmo, singularidade para atrair eleitores que o tomassem como uma valorosa representação democrática. Na avaliação atual pela população brasileira, somente 8% lhe tomam como bom. O que significa que é o presidente mais rejeitado do corpo presidencial do país. Temer é sempre perseguido pelo Fora, o que lhe faz ser um contínuo ausente das manifestações populares. Nunca vai ao encontro do povo, porque tem pavor da inteligência e coragem do povo. Ao contrário de Lula que é povo.

 Temer é golpista, o que já lhe faz ser rejeitado pelos que produzem a democracia como substancialidade da potência política. Ninguém que se sente como sujeito-social da práxis, ação, e poieses, criação, democrática se cumplicia com golpista. Nesse observação, compreende-se que todos que apoiam o desgoverno Temer, apoiam porque também são acometidos pela mesma psicopatologia que acomete todos os que odeiam a democracia.

  Então, ocorreu de Temer, cheio de pavor, aparecer em Maceió, para anunciar a entrega de R$755 milhões para construções de 133 cisternas, microaçudes e programa de acesso à água. Um claro reboque das políticas dos governos populares de Lula e Dilma. Só que em sua estrutura psicológica de golpista, ele não fez qualquer referência sobre os dois presidentes que mudaram o Brasil. Não poderia. Em seu desespero por ser o pior presidente do país ele tem que se agarrar nas mais fantasiosas situações que possam lhe permitir a ilusão de que o povo o admira e o respeita como um presidente legítimo. 

    Foi então que, protegido por uma segurança bem preparada, ele arriscou um discurso para os presentes muito bem selecionados. Aí, manos e manas, ele delirou acreditando que nordestino é otário.

     “Vocês já ouviram aqui um grande relato de tudo que o governo federal está fazendo no Nordeste. Naturalmente tudo isso passa pela minha mesa.

       É que eu tenho um objetivo e um sonho: que ao final do meu mandato, embora sendo eu de São Paulo, vocês possam dizer ‘esse foi o maior presidente nordestino que passou pelo Brasil'”, delirou no “maior presidente nordestino” sendo de São Paulo. Coisa de Temer.

       Em seu delírio, Temer, não sabe que nordestino não é otário. Que nordestino se movimenta como ser de produção de sua história de forma independente sustentado por sua sensibilidade, inteligência e ética. A sua realidade política, econômica, social e cultural confirmam o quanto é sujeito-ativo de suas criações históricas. São faculdades que lhe possibilitam entender o que é engodo, simulação, trapaça e lhe permitem revelar e rejeitar as pretensões golpistas implícitas no vazio discurso.

     Agora, a certeza incontestável que ele pode ter é que o nordestino que vai lembrar dele como o maior presidente nordestino é o fã do Moro, Fagner, o folclórico. 

       Mas Temer não é de todo ineficaz. Não, ele nos possibilita belas gargalhadas. Ele afirma que tem “um sonho”. Aí ele arreganha o universo do riso para nós. O sonho remete a duplicação de sua enunciação. Um como esperança. Tenho um sonho. Tenho esperança. Quem tem esperança nas possibilidades políticas de Temer? Esperança lança para o futuro. Temer, como golpista desgovernante, não tem futuro. Ou nas concepções de Freud. A enunciação de sonho em psicanálise empurra para a trindade inconsciente, supereu e consciente que se revela como conteúdo onírico (pensamento do sonho) e conteúdo manifesto. O sonho para Freud é a realização de desejo. Só que desejo no estamento da vida simbólica do inconsciente,jamais no princípio de realidade.

      Resulta, resultado,como diz o pedagogo-ator-encenador, Abdiel, até recorrendo ao sonho Temer é golpista. O sonho confirma sua irrealidade.  

JUÍZES E MEMBROS DO MP QUERIAM SEMELHANÇA A DEUS, MAS A CÂMARA NEGO ESSE DESEJO: APROVOU A EMENDA QUE OS PUNE POR CRIME DE ABUSO DE AUTORIDADE

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Era madrugada dessa quarta-feira, dia 30, quando deputados reunidos votavam as 10 medidas de combate à corrupção. Os deputados, de acordo com suas perspectivas, não se encontravam satisfeitos com o desejo de membros do Judiciário que não queriam a inclusão da medida que lhe imputa punição quando de crime de responsabilidade. Um claro poder de estamento hegeliano. Possivelmente a maioria não estudou a Crítica da Filosofia do Direito de Hegel, escrita por Marx, por tal ainda não concebeu o Estado real como reflexo da Democracia.

      Diante do desejo de, como Deus, não serem atingidos pelos simples mortais, 313 deputados contra 132, colocaram no chão da realidade democrática a fantasia teológica da onipotência hegeliana. Eles agora voltaram a transitar entre os simples mortais, cientes de que a existência real não se encontra nas abstrações do filósofo do idealismo, Hegel, para quem o Estado é a projeção da ideia de Deus, e seus burocratas em forma de corporações são seus maiores representantes.

     Com a decisão, mesmo com os arroubos de contestações dos que pretendiam o privilégio-teológico, tanto juízes como os membros do Ministério Público serão punidos quando da prática de abuso de autoridade.

      A democracia real segue em seu processual de expressão de novas formas de existir.

 

COM AS CENAS DE ESTUPIDEZ EXPLÍCITA PRATICADA PELA POLÍCIA CORRENDO MUNDO, TEMER, COM SUA INTELIGÊNCIA RISÍVEL, TACHOU DE “VANDALISMO” AS MANIFESTAÇÕES. TENTATIVA DE DISSIPAR O REAL

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Temer já mostrou várias vezes que não é uma personagem dotada de uma cultura convincente. Sempre que se expressa não pode controlar o incontrolável que é o seu ser risível de tratar assuntos que não tem qualquer intimidade intelectiva. Junte-se a essa realidade de seu caráter de golpista então se tem alguém que causa cócegas. Mesmo em alguém que não tem riso frouxo.

Diante do crescente desejo da sociedade brasileira em vê-lo fora do poder, por ele e sua gangue usurpado do povo brasileiro, quando expulsaram Dilma Vana Rousseff da presidência da República, a compulsão por querer se explicar à sociedade como forma de defesa se tornou praxe. É aí que ele se mostra em sua total realidade: inteligência risível.

 No domingo foi aquele escabroso espetáculo histriônico-midiático que provocou riso coletivo coadjuvado por Renan e Rodrigo Maia. Os três tentaram defender o indefensável: que não queriam o que queriam: anistia para o Caixa 2, e assim, livrar os corruptos na Lava Jato. Sarro geral. Quem viu, como diz o poeta Belchior, “gozou de tanta emoção”.

Agora, sem saber nada sobre os vândalos, a não ser o adjetivo pejorativo usado pelos apedeutas políticos, tachou de “vandalismo” as manifestações promovidas pela consciência política nacional, e que foi reprimida violentamente por sua polícia. Uma forma de deslocar a realidade vista e testemunhada pela sociedade brasileira.

Mas o que ele não afirmou à sociedade, é que o verdadeiro vandalismo, no significado pejorativo usado por ele contra o conceito político-maquínico de vândalos, como afirmam os filósofos Deleuze e Guattari, ocorreu no Senado promovido por seus cúmplices golpistas.

É essa contínua tentativa de dissipar o real que faz Temer uma figura risível e desimportante para o povo brasileiro. Risível no sentido debochado, é claro.  

CARTAZES EM BELO HORIZONTE TIRAM SARRO DA JUSTIÇA BRASILEIRA COM SUA “TEORIA DO DOMÍNIO DO FATO”

Publicado pelo site Mídia Ninja, cartazes mostram tiração de sarro em Belo Horizonte sobre a justiça brasileira com sua Teoria do Domínio do Fato. O sarro questiona a justiça brasileira que vem sendo objeto de exame e protesto por suas expressões incongruentes com o sentido democrático de Justiça. No caso da Lava Jato a negação da presunção de inocência defendida pela Constituição Federal.

Os cartazes exibem frase atribuída à procuradores que afirmaram não ter provas contra Lula, mas têm convicção. E por convicção, Moro acatou o pedido do Ministério Público Federal (MPF), do Paraná,que o transformou em réu.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Quer linha de corte? Este é esquizo. Acesse:

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VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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