Archive for the 'Ética' Category

CASO DE REDUNDÂNCIA DO SIGNIFICANTE: JANOT DIZ QUE GILMAR SOFRE DE “DECREPITUDE MORAL E DESINTERIA VERBAL”, PORQUE GILMAR DISSE QUE ELE FEZ REUNIÃO EM OFF PARA VAZAMENTO

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 É muito simples de entender, mas impossível de aceitar, e nem precisa o devir da filosofia da diferença de Deleuze e Guattari. Tudo é muito explícito para uma criança do jardim da infância.

 A criança do jardim da infância conhece a redundância do significante na prática de seu movimento que tenta todo segundo se livrar da coerção paranoica dos adultos. Ela sabe que a redundância do significante é a dança macabra circular do signo que salta sobre outro signo, mais outro, mais outro, sendo sempre o primeiro signo como palavra de ordem. Ordem para que não escape nenhuma variação que quebraria a dança macabra circular do significante como palavra de ordem dominante, onde não há comunicação e nem informação, mas apenas a tirania do significante. O discurso-paranoico-indireto. Também contado pelo filósofo Nietzsche como tagarelar. Ecoar sem práxis do conceito-ultrapassante. 

  Mesmo promovendo as políticas sociais que tiraram mais de 40 milhões de brasileiros da faixa da miséria e possibilitaram transformações nas concepções de política social, antes dominantes propagadas por desgovernos de direitas, os governos populares não enfraqueceram a subjetividade dominante implantada pela dogmática paranoica do capitalismo no Brasil durante todos esses séculos. Durante os 14 anos de governos populares, grande parte da população brasileira vivenciou pela primeira vez um nova subjetividade que se encadeava como nova forma ontológica de existência comunalidade, mas que vivia sobre a ameaça da dogmática paranoica capitalista. Até que o golpe se concretizou.

   Hoje, as chamadas autoridades representativas das instituições no Brasil, ligadas ao golpe, materializam, sem pudor, a dança macabra circular da redundância do significante em deplorável ecolalia como replicantes do capital internacional, mormente o capital norte-americano. Daí que a criança do jardim de infância sabe que quando o ministro Gilmar Mendes afirma que procuradores se reuniram em off para decidir sobre vazamento de nomes de políticos, e o procurador-geral da República Rodrigo Janot, corporativamente se sentindo atingido, diz que ele sofre de “decrepitude moral e disenteria verbal”, ela sorrir diante da confirmação da clara redundância do significante.

   Como os dois participaram do golpe, não há qualquer diferença entre os dois. Não há qualquer variável democrática em um que o povo brasileiro possa afirmar: “Esse tem, democraticamente, razão”. A criança do jardim de infância entende que trata-se apenas de querelas vaidosas. Falsas lutas pela predominância da ética democrática. Tudo não passa de manutenção da palavra de ordem do golpe.

    Diante dessa ordem macabra circular da redundância do significante, acriança do jardim da infância entende convictamente que a única variável que pode ser produzida para eliminar o estado-molar do golpe, é a variável-povo. Só a variável-povo pode rachar o corpo hierático-imóvel do golpe. O buraco negro da dor instalado no Brasil.   

MAIS DE 30 MIL MANIFESTANTES EM MANAUS SE POSTARAM CONTRA A DESFORMA DA PREVIDÊNCIA E CONTRA OS DIREITOS DOS TRABALHADORES

Depois de alguns meses sem manifestações contundentes como forma de movimento político libertário, em Manaus, ontem, dia 15, data da paralisação nacional dos trabalhadores contra as violências praticadas pelos golpistas comandados pelo golpista-mor, Temer, parte dos trabalhadores tomaram conta das ruas de Manaus exercendo seu dever de produzir a democracia.

Foram mais de 30 mil manifestantes mostrando que o desgoverno Temer não se mantém diante da potência-povo. A potência-povo sabe que nenhum corpo triste, como o dos tiranos, porque tem baixo grau de inteligência, sensibilidade e ética, pode se manter por muito tempo em um topos por ele assaltado. Não há como os tiranos se manterem ilesos diante da potência-povo.

Os manifestantes, sempre alegres, já que a festa só é festa democrática com alegria, sentiram a falta da participação de outros trabalhadores que em razão de suas realidade existenciais não se fizeram comparecer. Alguns deles, já conhecidos como pelegos, se mantiveram em suas condições deprimentes de falsos trabalhadores. Principalmente a categoria que deveria se mostrar engajada por ser a responsável pelos movimentos dos saberes e dizeres: os professores. É possível que essa categoria seja a mais alienadas do estado do Amazonas, principalmente da capital. É uma categoria que vota unida com o que há de mais reacionário no estado, que ajuda a manter esse tipo antidemocrata que vem atrasando o estado ha mais de 30 anos.

Porém, deixando de lado essa especie grotesca, o pelego, o que se pode festejar mesmo foi a nova produção de desejo de transmutação que os trabalhadores que compareceram na manifestação atualizaram como potência-povo.

Aqui publicamos algumas imagens produzida pelo fotógrafo-educador, bonequeiro e ator, Alcir Madureira da Associação Filosofia Itinerante (Afin).  

KARNAL, EM ENCONTRO CARNAL COM MORO, SE REVELA AOS INCAUTOS

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É muito simples de entender, mas impossível de compactuar.

No prólogo-apologia do segundo volume de sua obra, Humano, Demasiado Humano, escrita entre os anos de 1879 e 1880, Nietzsche, o filósofo da vontade de potência, afirma: “Devemos falar apenas do que não podemos calar; e falar somente daquilo que superamos – todo o resto é tagarelice…”.

     Vivemos (na verdade, simulamos) na obscenidade do tagarelar, onde Nietzsche é desconhecido para uns e esquecidos por outros. Claro, para que inatividade ontológica seja tida como lógica existencial. A profusão da ausência de linguagem e comunicação que impossibilita o existir ontológica. Uma desrrealização promovida pela mídia-burguesa-analfabeta-política, e, em parte, pelas chamadas redes sociais onde essa profusão é mais profusão do tagarelar, nos diz o filósofo Baudrillard. 

      O tagarela, Leandro Karnal, sem saber que a história não existe sem produção do novo, se dizendo historiador, mas, por glamour, querendo ser tido por filósofo, fez da mídia alienada seu ninho defensivo e conquistou vários incautos com sua exuberante técnica de tagarelar. Entremeando seu tagarelar com citações de pensadores que chagaram ao terceiro grau de inteligência, como diz Spinoza, ele conseguiu fundir em si a imagem necessitada pelos incautos. Fundida a autoimagem extraída do encanto do incauto, ele se tomou como importante e necessário para a opinião pública acima de qualquer dever com seu tagarelar inchado por corpos éticos pessoais.

     Como tagarela, Karnal, não poderia suspeitar de si mesmo e que um ato seu levaria seus encantados incautos a lhe desferirem exuberantes aversões contra sua exuberante tagarelice ocultadora de sua pseuda intelectualidade e eticidade (só um toque filosófico: o filósofo Deleuze se toma como um filósofo com pouca erudição). Karnal, impulsionado por seu tagarelar se transmutou em um protótipo de carne afastado de sua marquetizada intelectualidade e ética acima de qualquer suspeita.

      Karnal participou de uma regabofe com Moro, o perseguidor de Lula e o mais contestado representante do corpo judiciário que a memória social brasileira tem. Um direito seu. Só que em função de seu tagarelar ele tinha (agora, para os incautos não deve ter mais, a não ser para os mais reificados abstraídos) um compromisso existencial-intelectual-ético, mesmo simulado, com seus incautos, mas ele mandou às favas, porque estava sobre o domínio da carne.

       Em seu estado carnal mostrou que não entende nada de Spinoza, apesar de citá-lo continuamente em seu tagarelar: a carne em forma de comida e bebida junto a Moro revelou aos seus encantados incautos o que Karnal realmente não pode esconder: alguém que tagarela, porque não superou o que tagarela.

       Nesse encontro não-spinosiano (para Spinoza só há encontro quando há aumento da  potência de agir, o que eleva o homem como ser que persevera na existência), Karnal negando Nietzsche, afirmou Brecht: “Primeiro a barriga depois a moral”. Ou, como diz o filósofo Chico Piracema, falando pela voz do povo, “a carne é fraca”.

       Karnal vem tentando pedir desculpas, mas ele não sabe, em seu tagarelar, que a desculpa, como diz Nietzsche, não passa pelo sistema nervoso central. Desculpa, como diz Spinoza, é superstição, o mais baixo grau de inteligência. Os corpos fundamentais que promovem os maus encontros. Encontros que baixam a potência de agir, e são expressados como afecções tristes. Ideias inadequadas em forma de paixão. Tudo coisa de Spinoza que Karnal não pratica, mas arrota a maior abacaba* usando seu nome.
Karnal, em sua fraca carne, diz que quer um regabofe com Lula e Ciro. Com o rega degenerou, porque Lula não faz maus encontros. Em Lula a potencia de agir se encontra sempre aumentada, porque ele só produz bons encontros. Com Ciro talvez seja possível, já que Ciro mostra sempre que é dominado por afetos tristes. Não foi por acaso que ele pertenceu a turma do Fernando Henrique. Não é por acaso que ele sempre se expressá impulsionado pela paixão triste: comigo é na porrada. 

      Karnal se mostrou como é, porque em sua pseuda erudição, não recorreu ao sentido do conceito carnaval: carne vai. Se tivesse recorrido teria se livrado da carne e não teria desencantado seus incautos crentes. Mas foi melhor assim: ele revelou sua importância como convêm ao golpe.

       *Abacaba é uma palmeira da Amazônia que produz um fruto saboroso muito usado para fazer o conhecido vinho de abacaba. Por sua importância e sabor é usado na região como enunciação pejorativa contra aqueles que se querem passar por importantes quando não são. “O cara está arrotando a maior abacaba!”.  

DEPUTADO PAULO PIMENTA APRESENTA O ESCORE DA GOLEADA DE BASQUETE QUE LULA VEM APLICANDO A MORO E SEUS GOLDEN BOYS

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69 não só é uma estupenda goleada de basquete, é muito mais. Se fosse 68 nos reterritorializaria a um perverso momento da dor para os brasileiros perseguidos, presos, torturados e mortos pela ditadura. Mas 69 nos territorializa no aconchego do numerante dionisíaco. A multiplicidade sensorial. Os ns encontros.

O DESLUMBRADO-BEIJOQUEIRO, DEPUTADO CHICO ALENCAR DO PSOL, E O FALSO REVOLUCIONÁRIO DE MARX

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Resultado de imagem para imagens do jornalista noblat Não que a humanidade seja dividida entre os bons e os maus. Ou, entre os que se consideram bons e os que se consideram maus de acordo com suas orientações (ou desorientações) para seus objetivos que são tomadas como finalidade de suas existências. Nada disso. Existem as noções comuns, mostradas pelo filósofo holandês, Spinoza. Há sempre corpos que se relacionam entre todos.

  Porém, essas noções comuns, mesmo sendo comuns a todos, levam cada um escolher o que lhe é conveniente para perseverar na vida. Perseverar pelo que é fundamental para o homem, ou outro animal, possa continuar seu processual vital. Não sucumbir. Na escolha de uma existência contrária a práxis do conactus, ato de perseverar mostrado por Spinoza, não há como a vida se fazer um processual gratificantemente sensorial, cognitivo e ético, como confirma a existência burguesa-capitalista.

   É pois, pelo ato de perseverar na vida, que é um ato coletivo, já que a vida é uma plano de imanência, como dizem os filósofos Deleuze e Guattari, que se pode entender as escolhas dos indivíduos. E são as duas subjetividades-políticas mais expressadas no mundo, a subjetividade-política economia política capitalista, e economia política socialista, que levam os indivíduos a cortarem as noções comuns que os dispõem às relações. No sentido coletivo, não há no burguês-capitalista qualquer corpo que seja necessário ao socialista. Assim, como não há no socialista qualquer corpo necessário ao burguês-capitalista. Logo, politicamente, não há noções comuns entre essas duas subjetividades políticas.

    O deputado Chico Alencar do Psol que se diz socialista (ou comunista?) e que se toma como combatente ao ‘lulismo’, claro que para se autopromover ressentidamente, já que nasceu no Partido dos Trabalhadores, compareceu de livre escolha ao regabofe dos golpistas promovido por um dos mais submissos representantes da imprensa brasileira defensora do capital norte-americano: Ricardo Noblat. No rega estavam as principais figuras do golpe e, por tal, os representantes da burguesia-capitalista. De Aécio a Temer. Uma burguesia brasileira, mas brasileira.

  O socialista (ou comunista?), entre umas e outras, resolveu expressar no recinto a indecorosa subjetividade da casa parlamentar. Passou a comentar relações dos personagens presentes. Entre esses comentários sobrou para Aécio, no bom sentido, para eles. Além de elogiar Aécio, um dos mais delatados na Lava Jato e Furnas, ainda lhe beijou a mão.

  Com a publicidade em torno do caso beijoqueiro, ele tentou tirar as broncas, e entre as broncas disse que era amigo de Noblat das antigas e escrevia em seu blog por isso havia ido ao rega. Um socialista (comunista?) amigo de um burguês cuja consciência-ideológica-teclados -antigamente se dizia a pena- defende avidamente o patrão Marinho, proprietário da maior inimiga do Brasil a Rede Globo, defensor e mantenedor do capital. Um Noblat conhecido como um importante reacionário que inveja os sujeitos-ativos que pensam um mundo em que a vida persevere como alegria de viver.

  Agora, corre informação que seus lábios não ficaram só na mão de Aécio (que traição). Ele beijou também o invejoso amigo do reacionário Roberto Freire, Raul Jungmann, todos golpistas que estão se locupletando com o desmonte das estruturas do Estado brasileiro. Pode ser que as umas e outras tenham liberado o verdadeiro burguês do socialista (ou comunista?) Chico Alencar que, no caso dele, ninguém é de ferro. Só que nem alcoólatra vive toda a vida nos braços de umas e outras. Sendo assim, ele vai ter que lutar muito para representar para seus eleitores o socialista (ou comunista?) que antes da cenas beijoqueiras ele representava.

  Mas é Marx quem nos mostra que Chico Alencar, o socialista (ou comunista?) é um o falso socialista (ou comunista?), mas um verdadeiro burguês. Marx diz que nas lutas revolucionárias se unem três tipos para lutar.

   – Um, o revolucionário engajado comprometido com as causas libertárias e conhecedor das necessidades de libertação do proletariado. Esses são os autênticos revolucionários. Os que estão sempre em luta. Lutam todas horas, todos os dias, todas as semanas, meses e séculos (Há uma certa relação com o poemas de Brecht que tratam dos homens que lutam.

   – Dois, os que lutam porque conhecem a necessidade da libertação do proletariado e em todas as lutas eles contribuem com suas presenças, porque aspiram outra sociedade, embora não tenham o engajamento dos primeiros.

   – E por terceiro, os que se envolvem nas lutas, mas não tem qualquer compromisso com a revolução. Estão sempre aproveitando o momento dos conflitos para conseguirem respeitabilidade como se fossem revolucionários. São tipos que não servem para a autêntica revolução do proletariado. No Brasil existem milhares. A ditadura de 64 mostrou. São burgueses travestidos de revolucionário, já que a vestimenta, para eles, lhes conferem, ilusoriamente, um glamour de esquerdistas. Claro, que só para otário alienado historicamente.

  Um beijo para quem adivinhar em quais dos três Chico Alencar se encaixa perfeitamente! 

DILMA, DE MULHER PARA MULHER: “AS MULHERES SABEM, A DEMOCRACIA É O LADO CERTO DA HISTÓRIA. APESAR DE TODOS ESSES ATAQUES, TENHO CERTEZA, RESISTIREMOS COM TODAS NOSSAS ENERGIAS PARA DEFENDER A DEMOCRACIA”,

Veja, ouça e analise o vídeo em que Dilma fala como mulher agenciamento coletivo de enunciação, devir-minoria, que desterritorializa a opressão para territorializar a liberdade humana como movimento ultrapassador da molaridade burguesa.

 

LULA E DILMA COMO FESTA NORDESTINA NA TRANSPOSIÇÃO DO SÃO FRANCISCO

Veja e ouça o vídeo na festa nordestina na transposição do São Francisco nos sentidos-revolucionários de Lula e Dilma. Alegria popular por melhora de condição de vida. Vida mais digna com água em abundância. Água, elemento natural que sem ele nenhum ser vivo pode perseverar sua potência-vida, diz o filósofo Spinoza.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Quer linha de corte? Este é esquizo. Acesse:

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VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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