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PF: FOI CRIME MESMO, NÃO HOUVE EDIÇÃO. FOLHA DE SÃO PAULO, TEMER, MOLINA SÃO CRIMINOSOS TAMBÉM POR OBSTRUÍREM JUSTIÇA. ADVOGADO DE TEMER DIZ: FICA DIFÍCIL

P: Produção Afinsophia

O que os golpistas (deputados, Senadores, Eliseu Padilha, Eduardo Henrique Alves, Moreira Franco, Gedel Viana, o suíno, alcoólatra e chorão)  que depuseram a presidente eleita do Brasil, Dilma Vanna Rousseff com 54.501.118  queriam não aconteceu. Que a gravação feita por Joesley Batista tivesse sofrido edição. “Necas tibiribas”. A gravação é original. Foi um trabalho minucioso feito pelo INC (Instituto Nacional de Criminalística); os peritos perceberam mais de 180 interrupções “naturais” no diálogo entre Temer e Joesley naquela noite, madrugada do dia 7 de março quando adentrou no palácio com nome falso de Rodrigo, nos porões do golpe foram feitas tratativas nada republicanas, nada éticas, nada que conduzisse o Brasil para a Ponte do Futuro – tratava-se ali da pinguela que se transformou o golpe de Estado que depôs a presidente e a democracia no nosso país.

Os peritos descobriram ainda, que há diálogos por revelar que são ainda mais comprometedores. Há no áudio aquela parte que falam do pagamento mensal a Eduardo Cunha e Lúcio Funaro para se manterem em silêncio e não entregarem a quadrilha. Isso se caracteriza como obstrução da justiça. Como obstrução também é descaracterizar uma gravação como mentirosa e para isso contratando um perito de auditório de televisão para dizer que a gravação é “Ela é ruim e deve ser descartada. Eu não posso garantir que ela não foi manipulada”. Perito Ricardo Molina.

Temer na ocasião se pronunciou: “Essa gravação clandestina foi manipulada e adulterada com objetivos nitidamente subterrâneos. Incluída no inquérito sem a devida e adequada averiguação, levou muitas pessoas ao engano induzido e trouxe grave crise ao Brasil. Por isso, no dia de hoje, estamos entrando com petição no Supremo Tribunal Federal para suspender o inquérito proposto até que seja verificada em definitivo a autenticidade da gravação”.

O resultado subterrâneo está dado: a perícia aponta interrupções em áudio (o aparelho tem o sistema de emudecer quando há silêncio, ausência de sons) de Temer, mas descarta edição.

A situação do golpista, campeão das gafes na sua viagem mais longa à “República Soviética da Rússia”, “visita ao monarca sueco” na Noruega e ao “parlamento brasileiro” em Oslo,  ficou muito difícil. Seu advogado  Antônio Claudio Mariz de Oliveira, admitiu na quinta que se a perícia da PF não mostrasse nada, seria preocupante; “Se a perícia não mostrar nada, fica difícil”. Só resta ao golpista a renúncia e a prisão. Ao povo o direito de participar de eleições diretas já para presidente, para o senado e a câmara dos deputados, pois essas três instituições estão comprometidas e não oferecem credibilidade ao povo e à democracia.

Seria muito bom se nosso parlamento funcionasse em Oslo, mesmo.

TEMER E RODRIGO MAIA E A CADEIRA MAL DITA

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     Quando os brasileiros democratas elegeram Dilma Vana Rousseff com mais de 45 milhões de votos presidenta do Brasil, eles esculpiram a cadeira que ela iria sentar para governar com tranquilidade o país que seguiu suas ultrapassagens como potência-governo popular. A cadeira bem dita. A cadeira bem enunciada. A cadeira bem como espírito-superior por ser coletivamente democracia. 

     Dilma compôs com os eleitores-democratas o corpo-bom fundamental para a administração humanizada do Estado Brasileiro, a confirmação da satisfação do povo, posto que nenhum governante pode realizar a práxis-política sem a segurança de onde Estar. Estar-No Mundo protegida pelos utensílios ontológicos, diria o filósofo Sartre. Utensílios-corpos-bons produtores de aumento da potência de agir imprescindível a constituição da democracia.    

     Porém, como sempre ocorre, a cadeira bem dita, representação e materialização da potência-povo, passou a ser objeto da inveja dos andrajosos, dos dementes, dos impotentes, dos indigentes, dos crápulas que aceitavam observar a felicidade expressada pela cadeira bem dita. Então, foi consumado o golpe dos pervertidos. Como a cadeira do bem dito não serve aos mal ditos, eles não necessitaram de qualquer esforço para eleger sua cadeira mal dita. A cadeira que enuncia o mal. A cadeiral mal como espírito-inferior por ser privadamente antidemocrata. A cadeira que não expressa qualquer signo da potência-povo.

   Hoje, 90% do povo brasileiro conhece o enunciado da cadeira mal dita e luta para que ela seja fragmentada. Por onde se anda é escutada a enunciação mal dita. O fim da Previdência Social, deforma trabalhista, que tira os direitos históricos dos trabalhadores, a violência contra a aposentadoria, mais de 14 milhões de desempregados, economia escorregando em toda velocidade em sua pior posição, etc., embora a cadeira mal dita propale debochadamente que tudo vai bem. Um recurso mistificador: incorreta definição dos fatos, como afirma o antipsiquiatra Ronald Laing.

   Por enquanto a cadeira mal dita se cadaveriza. O arquiteto-mor da cadeira mal dita viajou, mas deixou seu representante maior na ordem da mal dicção: Rodrigo Maia, presidente da Câmara Federal investigado pela Polícia Federal onde aparece no relatório como beneficiado com dinheiro emitido pela empresa OAS, de Léo Pinheiro.

     Como a cadeira mal dita não contém estruturas filológicas como suporte significadores-reais, mas delirantes, logo, logo ela, diante do verbo-popular, ela irá se escafeder. 

CORREGEDOR DA JUSTIÇA NACIONAL DEU 15 DIAS PARA SÉRGIO MORO EXPLICAR PORQUE DIVULGOU ÁUDIO DE DIÁLOGO ENTRE A PRESIDENTE DILMA E LULA

O golpe contra Dilma estava a todo vapor. Eleita por 54.501.118 votos seus detratores faziam tudo para inviabilizar seu governo. Numa das últimas iniciativas suas, para tentar novos caminhos, indicou Lula para compor seu governo como ministro da Casa Civil. De Gilmar Mendes a Sérgio Moro a gritaria foi tamanha. Mendes no STF negou a posse e Moro chegou ao descalabro de divulgar um áudio entre a presidente e Lula. Agora, um áudio que não tinha autorização da justiça. Na época, dizíamos que a atitude do juiz atentava contra a segurança Nacional. Um presidente da República não pode ter suas falas telefônicas transmitidas em rede nacional de televisão. E isso saiu no jornal nacional da Rede Globo.

Só que agora Moro tem que se explicar ao Corregedor Nacional de Justiça, João Otávio de Noronha. São 15 dias para Moro buscar explicações ao inexplicável. Insistimos. A gravação de diálogos presidenciais configura crime contra a segurança nacional. 

DILMA CONTRARIOU INTERESSES PESSOAIS DE LADRÕES E DO CAPITAL NACIONAL E INTERNACIONAL

Dilma foi golpeada sem crime. Os verdadeiros criminosos estão soltos, presos e por serem presos. Como diz Joesley Batista, que se beneficiou e patrocinou o golpe contra Dilma:  “Temer comanda a mais perigosa organização criminosa do país, o PMDB.”

O PSDB disputou a eleição com Aécio Never. Fizeram uma das campanhas mais odientas da história. Foi muito difícil vencê-los. Eles não admitiram a derrota porque ficariam mais quatro anos sem roubar e fazer conchavos com empreiteiros e grandes empresários nacionais e estrangeiros. Nesta altura se tivessem saídos vitoriosos no pleito já teriam entregue para o capital privado nacional e internacional todas nossas grandes empresas, a água e a Amazônia, como já o fez o golpista Temer autorizando a invasão norte americana por estas plagas.

É preciso que o povo continue indo às ruas como fez BH ontem, dia 16, que teve a participação de mais de 40 mil democratas, protestando, não permitido que essa gangue continue levando nosso país ao precipício. Temer não tem nada o que fazer na Rússia e nem na Noruega. Neste momento nenhum chefe de Estado  visitou o Brasil e nem acenam com esse interesse. Fogem do país. O Brasil não oferece segurança política, empresarial para ninguém. Será mais um gasto que o ladrão fará com dinheiro do povo.

Temer deve reescrever sua carta de renúncia, não seguir orientações de Moreira Franco porque a situação da organização criminosa a cada dia que passa  está a piorar mais. A justiça determinará como proceder após a renúncia. Se todos serão presos ou não. Por que ter medo agora?

Ontem quando FHC pulou da pinguela é porque já sabia o que a Revista Época traria hoje, como capa da semana, a entrevista de JB, bem como  já devem ter conhecimentos da delação de Lúcio Funaro. O líder do PT, quer dialogar com os golpistas do PSDB que nunca procuraram o PT para dialogar. Eles queriam ver o PT eliminado do Brasil. Porque  agora o líder do PT querer dialogar com golpistas. Lugar de golpista é na cadeia. Deputados e Senadores que votaram a favor do golpe ou deixaram de voltar como é o caso de um senador golpista do Amazonas tem que dialogar com a justiça na penitenciária.

Enquanto Dilma era acusada de pedaladas fiscais para efetuar pagamentos que atendiam interesses populares, esses ladrões roubavam para mandar dinheiro para paraísos fiscais, fazer reformas em casa de filhos, filhas, sogras.

A gangue que roubou o Brasil é esta: Aécio Never, Eduardo Cunha, Michel Temer, Henrique Meireles, Gedel Vieira, Moreira Franco, Eliseu Padilha, Henrique Eduardo Alves, todos os senadores e senadoras, deputados e deputadas federais que naquele fatídico 17 de abril de 2016 impulsionou o país para a depressão, o desemprego, a violência. O golpe, entretanto, nos proporcionou uma vitória. Os ladrões caíram na própria armadilha. O que não aconteceu com Dilma que até hoje, podem falar que era durona, séria, mas não há nenhuma acusação de ser ladra do dinheiro do povo. Assim como Luís Inácio Lula da Silva. O ódio de Aécio Never contra os dois o levará dentro de horas, à Papuda. E ai, sim, João Dória terá toda a obrigação do mundo de ir visitar Aécio Never na Papuda levando a Mineirinho chocolate.

 

AS 82 PERGUNTAS DA PF QUE TEMER DEVERÁ RESPONDER SEM CENSURA DE SÉRGIO MORO

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A Polícia Federal formulou 82 perguntas para Michel Temer responder no prazo de 24 horas. São perguntas se MT costumava receber empresários altas horas da noite sem estar agendada a visita; que explique a frase “tem que manter isso,” dita a Joesley. Os federais querem saber também sobre a relação dele com Loures. Abaixo as perguntas que arrepiaram, assustaram a defesa e Temer ontem, ao recebê-las.

Bloco 1

1. Qual a relação de Vossa Excelência com Rodrigo da Rocha Loures?

2. Desde quando o conhece? Já o teve como componente de sua equipe de trabalho? Quais os cargos ocupados por ele, diretamente vinculados aos de Vosssa Excelência?

3. Rodrigo da Rocha Loures é pessoa da estrita confiança de Vossa Excelência?

4. Vossa Excelência confirma ter realizado contribuição financeira à campanha de Rodrigo da Rocha Loures à Câmara dos Deputados, nas eleições de 2014, no valor de R$ 200.650,30? Quais os motivos dessa doação?

5. Vossa Excelência realizou contribuições a outros candidatos nessa mesma eleição? Se a resposta for afirmativa, discriminar beneficiários e valores.

6. Vossa Excelência gravou um vídeo de apoio à candidtaura de Rodrigo da Rocha Loures à Câmara dos Deputados em 2014. Fez algo semelhante em prol de outro candidato? Quais?

7. Rodrigo da Rocha Loures, mesmo após ter assumido vaga na Câmara dos Deputados, manteve relação próxima com Vossa Excelência e com o Gabinelte Presidencial?

8. Vossa Excelência confirma ter estado com Joesley Batista, presidente do Grupo J&F Investimentos S/A em 7 de março de 2017, no Palácio do Jaburu, em Brasília, conforme referido por ele em depoimento de fls. 42/51 dos autos do Inquérito nº 4483?

 

9. Qual o objeto do encontro e quem o solicitou a Vossa Excelência?

10. Rodrigo da Rocha Loures teve prévio conhecimento da realização desse encontro?

11. Por qual motivo a reunião em questão não estava inserida nos compromisso oficiais de Vossa Excelência?

12. Vossa Excelência tem por hábito receber empresários em horários noturnos sem prévio registro em agenda oficial? Se sim, cite ao menos três empresários cm quem manteve encontros em circunstâncias análogas ao de Joesley Batista, após ter assumido a Presidência da República.

13. Vossa Excelência já havia encontrado Joesley Batista fora da agenda oficial? Quando, onde e qual o propósito do(s) encontro(s)?

14. Em pronunciamento público acerca do ocorrido, Vossa Excelência mencionou que considerava Joesley Batista um “conhecido falastrão”. Qual o motivo, então, para tê-lo recebido em sua residência, em horário, prima facie, não usual, em compromisso extraoficial e sem que o empresário tivesse sido devidamente cadastrado quando ingressou às instalações do Palácio do Jaburu (segundo as declarações do próprio Joesley Batista)?

15. Vossa Excelência aventou a possibilidade de realizar viagem a Nova York, no período de 13 a 17 de maio de 2017? Rodrigo da Rocha Loures chegou a comentar com Vossa Excelência sobre o interesse de Joesley Batista de encontra-lo na sede da JBS, naquela cidade?

16. Vossa Excelência sabe se o ex-ministro Geddel Vieira Lima mantinha encontros ou contatos com o empresário Joesley Batista, segundo referido por este às fls. 42/51? Se sim, esclarecer a finalidade desses encontros?

17. Vossa Excelência tem conhecimento se o Ministro Eliseu Padilha mantinha encontros ou contatos com o empresário Joesley Batista, segundo referido por este às fls. 42/51? Se sim, esclarecer a finalidade desses encontros?

18. No mesmo depoimento de fls. 42/51, Joesley Batista disse ter informado Vossa Excelência, no encontro, sobre a cessação de pagamentos de propina a Eduardo Cunha e da manutenção de mensalidades destinadas a Lúcio Bolonha Funaro, ao que Vossa Excelência teria sugerido o prosseguimento dessa prática. Em seguida, o empresário afirmou “que sempre recebeu sinais claros de que era importante manter financeiramente ambos e as famílias, inicialmente por GEDDEL VIEIRA LIMA e depois por MICHEL TEMER para que eles ficassem ‘calmos’ e não falassem em colaboração premiada”. Vossa Excelência confirma ter recebido de Joesley Batista, na conversa havida no Palácio do Jaburu, a informação de que ele estaria prestando suporte financeiro às famílias de Lúcio Funaro e de Eduardo Cunha, como forma de mantê-los em silêncio? Em caso de resposta negativa, esclareceu a Joesley Batista, na ocasião, que não tinha qualquer receio de eventual acordo de colaboração de Lúcio Funaro ou de Eduardo Cunha?

19. Existe algum fato objetivo que envolva a pessoa de Vossa Excelência e seja passível de ser revelado por LÚCIO BOLONHA FUNARO ou Eduardo Cunha, em eventual acordo de colaboração?

20. Vossa Excelência sabe de algum fato objetivo que envolva o ex-ministro GEDDEL VIEIRA LIMA e que possa ser mencionado em acordo de colaboração premiada que eventualmente venha a ser firmado por LÚCIO BOLONHA FUNARO ou por Eduardo Cunha?

21. Vossa Excelência conhece LÚCIO BOLONHA FUNARO? Que tipo de relação mantém ou manteve com ele? Já realizou algum negócio jurídico com LÚCIO BOLONHA FUNARO ou com empresa controladas por ele? Quais?

22. LÚCIO BOLONHA FUNARO já atuou na arrecadação de fundos a campanhas eleitorais promovidas por vossa Excelência ou ao PMDB quanto Vossa Excelência estava à frente da sigla? Se sim, especificar a(s) campanha(s).

23. Joesley Batista também aduziu no depoimento de fls. 42/51 que Vossa Excelência se dispôs a “ajudar” Eduardo Cunha no Supremo Tribunal Federal, através de dois Ministros que lá atuam? Vossa Excelência confirma isso? Se sim, de que forma prestaria tal ajuda? Quais eram esses dois Ministros?

24. Joesley Batista afirma, no depoimento de fls 42/51, que RODRIGO ROCHA LOURES foi indicado por Vossa Excelência, em substituição a GEDDEL VIEIRA LIMA, como interlocutor ao Grupo J&F Investimentos S/A. Vossa Excelência confirma tê-lo indicado para tal função? Se sim, quais temas estavam compreendidos nessa interlocução?

25. Vossa Excelência já indicou RODRIGO DA ROCHA LOURES para atuar como interlocutor do Governo Federal em alguma questão?

26. Vossa Excelência sabe se RODRIGO DA ROCHA LOURES efetivamente reuniu-se com Joesley Batista, aós o encontro mantido entre Vossa Excelência e esse empresário, no Palácio do Jaburu? Se sim, qual a finalidade do encontro?

27. Rodrigo da Rocha Loures reportou a Vossa Excelência algum assunto tratado com Joesley Batista? Quais?

28. Vossa Excelência esteve com Rodrigo da Rocha Loures após a conversa mantida com Joesley Batista, em 7 de março de 2017? Se sim, aponte, com a máxima precisão possíveol, quando e onde se deram tais encontros.

29. Recorda-se de Joesley Batista, na conversa mantida com Vossa Excelência no Palácio do Jaburu, ter feito comentários acerca do comando do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), assim como da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e da Receita Federal do Brasil? Qual o interesse manifestado pelo empresário acerca desses órgãos?

30. Vossa Excelência teve ciência, através de Rodrigo da Rocha Loures, do interesse do Grupo J&F Investimentos S?A em questão submetida ao CADE, envolvendo o setor de energia? Quais informações foram levadas a Vossa Excelência?

31. Vossa Excelência determinou a Rodrigo da Rocha Loures que interviesse junto ao CADE no sentido de atender a interesses do Grupo J&F Investimentos S/A?

32. Vossa Excelência tomou conhecimento (antes da divulgação jornalística) de encontros mantidos entre Rodrigo da Rocha Loures e Ricardo Saud, diretor do grupo J&F Investimentos S/A? Se sim, soube do encontro antecipadamente? Qual a pauta dessas reuniões?

33. Vossa Excelência compareceu à inauguração da Casa Japão, em São Paulo, em 30 de abril de 2017. Rodrigo da Rocha Loures viajou com Vossa Excelência no avião presidencial? Se sim, Rodrigo da Rocha Loures reportou a Vossa Excelência , durante a viagem, detalhes dos encontros que tivera com Ricardo Saud, executivo do Grupo J&F Investimento S/A, naquela mesma semana? Se sim, em que termos foi o relato?

34. Vossa Excelência soube que Ricardo Saud, em encontros realizados em 24 e 28 de abril de 2017, expôs a Rodrigo da Rocha Loures, em detalhes, um “esquema” envolvendo o pagamento de vantagens indevidas decorrente da suposta intervenção do então parlamentar junto ao Cade, em prol dos interesses do Grupo J&F Investimentos S/A?

35. Em caso de resposta negativa, o que tem a dizer acerca desse episódio, mesmo que dele tenha tomado conhecimento somente por sua veiculação na imprensa?

36. Rodrigo da Rocha Loures chegou a levar ao conhecimento de Vossa Excelência a disponibilidade do grupo J&F Investimentos S/A em fazer pagamentos semanais que girariam entre R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais) e R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais), por conta da resolução da questão que estava em trâmite no Cade?

37. Vossa Excelência soube, também por Rodrigo da Rocha Loures, que tais pagamentos semanais estavam garantidos até dezembro do corrente ano e, a depender da extensão do contrato firmado entre empresa do Grupo J&F Investimentos e a Petrobras, poderiam se prolongar por até vinte e cinco anos?

38. Caso não tenha tomado conhecimento, Vossa Excelência acredita que Rodrigo da Rocha Loures possa ter participado de tais tratativas com o Grupo J&F Investimentos S/A com intuito de obter exclusivamente para si as quantias que, na hipótese da mencionada dilação contratual, chegariam pelo menos à casa dos R$ 600.000.000,00 (seiscentos milhões de reais)?

39. Vossa Excelência tomou conhecimento (antes da divulgação na imprensa) do recebimento, por Rodrigo da Rocha Loures, de R$ 500.000,00 (quinhentos mil erais) do Grupo J&F Investimentos S/A, em São Paulo, em 28 de abril de 2017? O que tem a dizer sobre tal fato (ainda que tenha tomado conhecimento do mesmo pela imprensa)?

40. Após a divulgação desses fatos pela imprensa, que demonstraram a participação inequívoca de Rodrigo da Rocha Loures em conduta aparentemente criminosa, Vossa Excelência manteve algum contato com ele, seja diretamente, seja por interpostas pessoas? Se sim, por qual meio e qual finalidade do contrato?

41. Ricardo Saud, em depoimento prestado na Procuradoria-Geral da República, conforme vídeo já amplamente divulgado, afirmou que tratou com Rodrigo da Rocha Loures sobre os repasses semanais já mencionados, mas ressaltou, categoricamente, que o dinheiro era direcionado a Vossa Excelência. O que Vossa Excelência tem a dizer a respeito?

42. Vossa Excelência considera a hipótese de Rodrigo da Rocha Loures ter usado o nome de Vossa Excelência para obter valores espúrios do grupo J&F Investimentos S/A?

43. Vossa Excelência conhece Ricardo Saud? Qual a relação que mantém com ele?

44. Vossa Excelência já esteve com Ricardo Saud em alguma ocasião? Onde e qual o motivo do encontro?

45. Já solicitou ou recebeu algum valor através de Ricardo Saud, pretexto de contribuição de campanha?

46. Vossa Excelência, em campanhas eleitorais nas quais foi candidato, recebeu alguma contribuição financeira de empresas pertencentes ao Grupo J&F Investimentos S/A? Discriminar as campanhas, os valores, quem os solicitou e como foram encaminhados (se via diretórios ou diretamente)

47. Vossa Excelência tem alguém chamado “Edgar” no universo de pessoas com quem se relaciona com certa proximidade? Se sim, identificar tal pessoa, mencionando a atividade profissional, eventual envolvimento na atividade partidária, descrevendo, ainda, a relação que com ela mantém.

48. Vossa Excelência conhece Antônio Celso Grecco, proprietário do Grupo Rodrimar, de Santos/SP? Qual relação mantém com ele?

49. Vossa Excelência já recebeu alguma contribuição financeira para fins eleitorais de ANTÔNIO CELSO GRECCO, da empresa RODRIMAR ou de alguma outra empresa a ela vinculada? Quando e qual o valor?

50. Vossa Excelência recebeu alguma reivindicação dessa empresa, ou de outra igualmente atuante no segmento de portos, relacionada à questão do “pré-93”? Se sim, em que termos?

51. Vossa Excelência tem conhecimento se RODRIGO DA ROCHA LOURES recebeu alguma reivindicação da RODRIMAR ou de outra empresa igualmente atuante no segmento de portos, relacionada a esse tema?

52. RODRIGO DA ROCHA LOURES chegou a demonstrar a Vossa Excelência interesse pela questão do “pré-93”?

53. Rodrigo Rocha Loures tem alguma relação com empresas do setor portuário?

54. Vossa Excelência tem relação de proximidade com empresários atuantes no segmento portuário, especialmente de Santos/SP?

55. Vossa Excelência conhece Ricardo Mesquita, vinculado à Rodrimar? Que relação mantém com tal pessoa?

56. Rodrigo da Rocha Loures mencionou a Vossa Excelência o fato de ter encontrado Ricardo Mesquita no mesmo dia (e local) em que esteve reunido Ricardo Saud? Se sim, qual o propósito do encontro com Ricardo Mesquita?

57. Vossa Excelência conhece João Batista Lima Filho, coronel inativo da Polícia Militar de São Paulo? Qual relação mantém com ele?

58. João Batista Lima Filho já teve alguma atuação em campanha eleitoral promovida por Vossa Excelência? Qual a fundação desempenhada por ele?

59. João Batista Lima Filho já atuou na arrecadação de valores a eventual campanha política de Vossa Excelência ou ao PMDB de São Paulo?

Bloco 2

 

60. Joesley Batista afirmou que desde a assunção de Vossa Excelência como Presidente da República, vinha mantendo contatos com o ministro Geddel Vieira Lima. Vossa Excelência tinha conhecimento desses encontros? A que se destinavam?

61. O empresário referiu também que vinha ‘falando’ com o ministro Eliseu Padilha. Vossa Excelência tinha conhecimento desses contatos?

62. Quando Joesley Batista perguntou como estava a relação de Vossa Excelência com o ex-deputado Eduardo Cunha, Vossa Excelência menciono “o Eduardo resolveu me fustigar”, aludindo, em seguida, a questionamentos que ele havia proposto ao juiz Sérgio Moro, em seu interrogatório realizado na 13ª Vara Federal, em Curitiba/PR. Imediatamente, Joesley Batista, referiu que havia “zerado as pendências” (presumivelmente em relação a Eduardo Cunha) e que perdera o contato com Geddel, “o único companheiro dele”, não mais podendo encontra-lo, ao que Vossa Excelência fez o comentário “é complicado”. A quais pendências se referiu Josley Batista?

63. Geddel Vieira Lima efetivamente mantinha relação próxima a Eduardo Cunha?

64. Vossa Excelência via algum inconveniente na realização de encontros entre Joesley Batista e Geddel Vieira Lima? Qual o motivo de ter classificado a situação exposta como “complicada?

65. Em seguida, Joesley Batista, em outros termos, mencionou que investigações envolvendo Eduardo Cunha e Geddel Vieira Lima haviam tangenciado o Grupo J&F Investimentos S/A, afirmando, com conotação de prevenção, que estava “de bem com o Eduardo”, ao que Vossa Excelência interveio com a colocação “tem que manter isso, viu?”, tendo o empresário complementado dizendo “todo mês”.

66. Explique o contexto em que se deram essas colocações, esclarecendo, sobretudo, o sentido da orientação final de Vossa Excelência, nos termos “tem que manter isso”.

67. Uma das interpretações possíveis a essa passagem do diálogo é de que Joesley Batista, ao afirmar que “estava de bem”, tenha se referido a pagamentos mensais que vinha efetuando a Eduardo Cunha com o propósito de não se ver implicado em eventuais revelações que pudessem partir do ex-parlamentar. Vossa Excelência sequer considerou essa hipótese?

68. Vossa Excelência tem conhecimento de alguma ilegalidade cometida por Eduardo Cunha? Quais?

69. Avançando no diálogo, Joesley Batista ao mencionar a sua condição de investigado, afirmou “aqui, eu dei conta, de um aldo, do juiz, dar uma segurada… do outro lado, um juiz substituto”, ao que Vossa Excelência complementou: “que tá segundao, os dois…”, o que foi confirmado por Joesley “segurando, os dois”. Logo em seguida, o empresário adicionou a informação “consegui um procurador dentro da força-tarefa”, “que tá me dando informação”; Adiante, o empresário complementa que estava agindo (sem explica como) para trocar um Procurador da República que estava “atrás dele”, fazendo menção, ao que o contexto indica, à atuação de um membro do Ministério Público Federal em alguma investigação. Vossa Excelência, inclusive, se certifica indagando “o que tá em cima de você?”, o que é confirmado pelo empresário. Vossa Excelência percebeu alguma ilicitude nas informações que lhe estavam sendo transmitidas por Joesley Batista?

70. Ao fazer o breve comentário “segurando, os dois”, Vossa Excelência aparenta compreender a alusão do empresário à suposta intervenção que estaria exercendo na atuação de dois magistrados com atuação em investigações instauradas em seu desfavor (de Joesley Batista). O que tem a dizer sobre isso? Caso tenha feito interpretação diversa, a exponha.

71. Se, no entando, Vossa Excelência confira ter entendido, naquele momento, o imediato sentido que emana das expressões usadas pelo empresárioo, explique o porquê de não ter advertido Joesley Batista quanto à gravidade daquela revelação, e também, por qual razão não levou ao conhecimento de autoridades a ilícita ingerência na prestação jurisdicional e na atuação do Ministério público que lhe fora narrada por Joesley Batista?

72. Mais à frente, em contexto diverso, Joesley Batista aparentemente procurou estabelecer (ou restabelecer) um canal de contato com Vossa Excelência: “queria falar como é que é, para falar contigo, qual melhor maneira? Porque eu vinha através do Geddel, eu não vou lhe incomodar, evidentemente”. Vossa Excelência confirma ter mencionado Rodrigo de Rocha Loures nesse momento?

73. Qual função ele deveria efetivamente exercer?

74. Joesley Batista já conhecia Rodrigo Rocha Loures?

75. No tocante à menções feitas pelo empresário à nomeação de presidente do Conselho Administrativo de Defesa econômica (CADE), Vossa Excelência sugeriu a Joesley Batista que procurasse o novo Presidente do CADE para ter uma “conversa franca” com ele? Qual o exato significado dessa orientação?

76. Vossa Excelência, naquele momento, tinha conhecimento de algum interesse específico de Joesley no âmbito do CADE?

77. Joesley Batista mencionou também que o Presidente da Comissão de Valores Milionários (CVM) estava por ser “trocado” e que se tratava de “lugar fundamental”. Vossa excelência, então, orientou o empresário para que falasse com “ele. A quem Vossa Excelência se referiu?

78. Qual a legitimidade de Joesley Batista para interceder (ou tentar, ao menos) na nomeação do novo presidente da CVM?

79. Em seguida, Joesley Batista referiu a importância de um “alinhamento” com o ministro Henrique Meirelles, ao que Vossa Excelência manifestou concordância. Qual o sentido da expressão “alinhamento”?

80. Vossa Excelência autorizou que Joesley Batista apresentasse pontos de interesse ao Ministro Henrique Meirelles? Quais? Vossa Excelência tem conhecimento se isso realmente ocorreu?

81. Joesley Batista também mencionou determinada operação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) que tinha dado certo, sendo que Vossa Excelência manifestou ter conhecimento do tema, mencionando, inclusive, que havia falado com “ela” a respeito. Qual importância referida pelo empresário?

82. A pessoa aludida por Vossa Excelência no contexto é Maria Silvia Bastos Marques, ex-Presidente do BNDES? O que solicitou a ela?

 
 

 

PESQUISA MOSTRA SE HOUVESSE ELEIÇÃO HOJE AÉCIO SERIA ELEITO PRESIDENTE: 63,7% QUEREM QUE ELE SEJA PRESO

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  A maior intenção de Aécio, uma das bílis do golpe, no confuso mundo alcunhado de político sempre foi cair no gosto do povo. Ser o enunciado do discurso popular, já que o enunciado é o corpo estrutural do discurso. Embora Aécio jamais tenha se mostrado e se comportado como alguém que merecesse esse enunciado.

  Alienado do discurso do povo, ele invejou Dilma. Quis ser Dilma, já que o invejoso, como afirma o antipsiquiatra David Cooper, quer ser aquele que ele inveja. É o caso que ocorre com todos que invejam Lula. Um desejo impossível de ser realizado, posto que o invejoso inveja o outro porque é impotente para os valores que o invejado produz. O invejado mostra em público a insignificância do invejoso. Querer ser o outro que ele inveja é querer ter o outro como um esconderijo de sua indigência. Como diz o filósofo Sartre, o invejoso é um ser padecido. Não um ser que produz seu Para-si.

   Agora, Aécio pode deixar sua condição de ser padecido, invejoso. A pesquisa do Instituto Parana divulgada hoje, que apresenta Lula imbatível no primeiro lugar das intenções de votos para a presidência da República, mostra que Aécio, vulgo Mineirinho, o caráter oral, quer engolir todas as formas de valores monetários, como afirmam Freud/Klein, poderia ser eleito se as eleições para presidente da República fossem hoje, dia 31, porque encontra-se sustentado pela opinião pública.

   De acordo com a pesquisa, 63,7% do povo brasileiro querem que ele seja preso. E de quebra, 46% e 45% querem que seu amigão, Temer, o golpista-mor, seja também preso.

   Moral que se pode extrair da pesquisa: na democracia, nem sempre o elemento quantitativo serve somente para a eleição de um presidente, mas, também, para expressar o grau de opinião contrária a um representante antipopular.

  

COISA DE RENAN. RENAN INDICA SUBSTITUTOS PARA TEMER, MAS A LEGÍTIMA ELE NÃO INDICA: DILMA

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 Coisa de reacionário. Renan é um dos mais acusados em delação, mas nos últimos meses vem querendo esculpir um personagem diferente do que o povo aprendeu a tê-lo. Fingiu que se afastou de Temer ensaiando uma aproximação com Lula, mas o povo não é otário e entendeu claramente a trapaça muito comum entre os politicofastros (falsos políticos, para os gregos).

 Hoje, dia 23, em entrevista à Rádio Gaúcha, se tomando como autoridade para opinar sobre a fuzarca-cruel que impuseram a administração-pública brasileira, afirmou que é preciso criar “uma solução negociada” para o afastamento de seu companheiro de golpe Temer. Para ele, Temer, tem que facilitar uma solução.

  “Não será por falta de nomes que vamos deixar de escolher, no curto prazo, um presidente e um vice-presidente da República”, afirmou o hexacampeão de delação.

   Como legítimo ‘democrata’ ele sugeriu os seguintes nomes para substituírem Temer,o golpista-mor: Carmen Lúcia, presidenta do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, ex-ministro Joaquim Barbosa, senadora Kátia Abreu, ex-ministro Nelson Barbosa, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e o presidente do Senado, Eunício Oliveira, os dois últimos gente finíssimas, ambos denunciados em esquema de corrupção.

      A solução negociada talvez seja a renúncia de Temer com a garantia de não ser preso, como já foi noticiado. Temer participa do golpe de forma conspiratória e imoral, é acusado de corrupção antes e depois de se apossar do governo, renuncia e volta para casa como se nada de social e politicamente perverso não houvesse praticado. Ou quem sabe, arranja-se um exílio para ele desfrutar de suas posses financeiras desviadas do poder público.

    Como um bom golpista, Renan não indicou a presidenta Dilma Vana Roussef, presidenta legítima eleita com mais de 54 milhões de votos democratas. Portanto, a legítima para ser indica a retornar ao posto maior da representação democrática. E mais, Renan, como golpista, propaga eleição indireta. Só que o povo brasileiro não aceita cabresto. O povo quer eleições Diretas Já!

    É verdade, Renan não passa de Renan.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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