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LULA É A TRAVESSIA PARA O MAR POR SER TÃO BRASILEIRO E ESTADISTA

Nosso país possui hoje mais de 13 milhões de trabalhadores desempregados. Há fome e muitos brasileiros e brasileiras passando necessidade.

Lula e Dilma são responsáveis por isso?

Não. Os responsáveis por isso nominamos. Aécio Never, o mineirinho que não aceitou a derrota. A presidenta Dilma foi eleita democraticamente com 54.501.118 votos. Michel Temer que através do PMDB organizou toda uma estrutura de arrecadação financeira ilícita para compor um congresso que impedisse aprovação de qualquer projeto da presidenta eleita. Pelas delações da Odebrecht aparecem 140 deputados compráveis. Mas são mais de 300 picaretas. Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados, preso, hoje em Curitiba aceitou o golpe das alcunhadas pedaladas fiscais. Os ministros do STF nenhum, mesmo o Supremo provocado, não se posicionaram como ministros, contra o medonho. Por sinal o presidente do STF compôs a ópera que derrubou a presidenta dos 54.501.116 votos. Todos os deputados e senadores que votaram a favor do golpe, todos os coxinhas, todos os paneleiros e paneleiras, Rede Globo de Televisão,  Folha de São Paulo, Estadão, Valor, Época, Quanto é?, empresários, e afins, mais Sérgio Moro, todos os procuradores de Xarope Dallagnol e parte de delegados da Polícia Federal são responsáveis pelas dificuldades, desemprego, fome,  mazelas, quebra da engenharia nacional, da Odebrecht e de outras grandes empreiteiras que nosso país enfrenta.

Era para estarmos vivendo essa situação?

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Não. Os dois mandados de Lula tiraram o Brasil da miséria, a fome foi erradicada e o governo desenvolveu inúmeras políticas sociais nunca dantes vista neste país. Lula investiu em saúde, educação, ciência, tecnologia. No Amazonas temos muita água doce. Grande parte de seus moradores vivem nas várzeas e interiores longe da sede de seus municípios. Lula e Dilma trouxeram o Luz para Todos. E o Luz para todos está em todo o Brasil. Uma outra grande obra que a mídia golpista não divulga mais está causando uma grande alegria a todos os brasileiros é a transposição das águas do rio São Francisco pelo sertão nordestino. Nunca, nunca um representante da classe rica pensou nisso. Mas nossos literatos, cantores, repentistas cantaram como no vídeo abaixo: “o sertão vai virar mar e o mar vai virar sertão”, que rendeu ao nosso cinegrafista da Esquerda Valente, um “Valeu Lula, Dilma, obrigado governo do PT.

Dilma ganhou a eleição com 54.501.118. O capitalismo predador com seus deputados, senadores, parte do judiciário, meios de comunicação golpistas, empresários, preconceituosos vendidos ao sistema capitalístico internacional golpearam nossa democracia impondo o desemprego, a fome e a miséria. E não venham dizer que vocês, lambaios do grande capital internacional não são responsáveis. Quando a democracia for reconstituída não haverá prisão que suporte tantos ladrões.

E 2017, 2018?

É uma travessia. Lula é uma subjetividade, um devir. É Translulação. Dia 03 de maio, Sérgio Moro vai ver o que é isso. Quer porque quer, com aquela sua voz afásica interpelar o maior presidente do mundo. Mesmo já tendo sido inocentado por todas as testemunhas no caso do Triplex. Curitiba terá o maior comício do mundo. Se levado para depor na marra, de São Bernardo para Congonhas, em Sampa, sem o povo saber já houve todas aquela solidariedade a Lula, imaginem o melhor presidente do Brasil indo a Curitiba no dia 03 de maio depois do dia lº, dia do Trabalhador que o homenageará em todos os cantos do Brasil.

E depois de 2017 e 2018?

Teremos dificuldades mas as superaremos porque tudo que os golpista fizeram e estão fazendo vai ser revertido. Como tudo foi tramado para derrubar a presidenta eleita com 54.501.118 votos o que eles estão fazendo não tem valor. Quem está investindo dinheiro na compra da Petrobras, em terras, minérios, água, agricultura vai perder tudo. Serão revogadas todas as PECs assassinas, principalmente a da morte. Ninguém mais morrerá no Brasil. Mais muita gente vai se ver com a Justiça.  Até o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes vai perder o cargo porque foi sabatinado na Chalana do Amor. A Papuda vai ser reformada para receber todos os golpistas: Aécio, Temer, Padilha, Jucá, Angorá, Renan, Lobão, Sarney, Aluísio 300, Mabel, Suíno, José Serra, Henrique Alves, Ana Amélia, Omar ó Terra Aziz, Eduardo Acorda Tarde Braga, Anastasia, Agripino Gripado Maia. Todos os deputados e senadores golpistas.

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FILÓSOFO E SOCIÓLOGO ZYGMUNT BAUMAN DA “MODERNIDADE LÍQUIDA”

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 Nascido no mesmo ano do filósofo francês Gilles Deleuze, 1925, o filósofo e sociólogo polonês Zygmunt Bauman, casado com Janine Lawinson-Bauman no pó-guerra, que que ele participou, tem como sua mais consistente e difundida teoria a “modernidade líquida”. As formas de relações sociais na pós-modernidade.

      “Viver entre uma multidão de valores, normas e estilo de vida, em competição, sem uma garantia firme e confiável de estarmos certos é perigoso e cobra um alto preço psicológico”, mostra o filósofo no seu Amor Líquido.

  A modernidade líquida apresenta uma pós-modernidade onde predomina o individualismo impondo corpos antagônicos nas relações sociais. Uma clara deferência ao que se experimenta hoje, como no Brasil do golpe. O filósofo é um ativo militante que luta contra todas as formas de antidemocracias, e principalmente contra a tirania do capitalismo.

    Seu último livro apresentado no Brasil foi “A Riqueza de Poucos Beneficia Todos Nós?”. O corte existencial de Zygmunt Bauman dado na linha do tempo cronológico é 91 anos, mas na intensidade aion é infinito.

   “O capitalismo é um sistema parasitário. Como todos os parasitas, pode prosperar durante certo período, desde que encontre um organismo ainda não explorado que lhe forneça alimento.

     Numa sociedade de consumo, compartilhar a dependência de consumidor – a dependência universal das compras é a condição sine qua non de toda a liberdade individual.  Acima de tudo na liberdade de ser diferente, de “ter identidade.1

(…) um comercial de TV mostra uma multidão de mulheres com uma variedade de penteados e cores de cabelos, enquanto o narrador comenta: “Todas únicas; todas individuais; todas escolhem X” (X sendo a marca anunciada de condicionador). O utensílio produzido em massa é a ferramenta da variedade individual. A identidade – “única” e “individual” – só pode ser gravada na substância que todo o mundo comprar que só pode ser encontrada quando se compra. Ganha-se a independência rendendo-se.

   A tarefa é o consumo, e o consumo é um passatempo  absolutamente e exclusivamente individual, uma série de  sensações que só podem ser experimentadas – vividas –  subjetivamente. As multidões que enchem os interiores dos “templos de consumo” de George Ritzer são ajuntamentos, não  congregações, conjuntos, não esquadrões; agregados, não totalidades. Por mais cheios que possam estar, os lugares de consumo coletivo não têm nada de “coletivo”.

Numa sociedade sinóptica de viciados em comprar/assistir, os pobres não podem desviar os olhos; não há mais para onde olhar. Quanto maior a liberdade na tela e quanto mais sedutoras as tentações que emanam das vitrines, e mais profundo o sentido da realidade empobrecida, tanto mais irresistível se torna o desejo de experimentar, ainda que por um momento fugaz, o êxtase da escolha. Quanto mais escolha parecem ter os ricos, tanto mais a vida sem escolha parece insuportável para nós.

Claude Lévi-Strauss, o maior antropólogo cultural de nosso tempo, sugeriu em“Tristes trópicos” que apenas duas estratégias foram utilizadas  na história humana quando a necessidade de enfrentar a alteridade dos outros surgiu: uma era a antropoêmica, a outra antropofágica.

A primeira estratégica consiste em “vomitar”, cuspir os outros vistos como incuravelmente estranhos e alheios: impedir o contato físico, o diálogo, a interação social e todas as variedade de commercium, comensalidade e connumbium. As variantes extremas da estratégia “êmica” são hoje, como sempre, o encarceramento, a deportação e o assassinato. As formas elevadas, “refinadas” (modernizadas) da estratégia “êmica” são a separação espacial, os guetos urbanos, o acesso seletivo a espaços e o impedimento seletivo a seu uso.

A segunda estratégia consiste numa soi-disant “desalienação” das substâncias alheias: “ingerir”, “devorar” corpos e espíritos estranhos de modo a fazê-los, pelo metabolismo, idênticos aos corpos que os ingerem, e portanto não distinguíveis deles. Essa estratégia também assumiu ampla gama de formas: do canibalismo à assimilação forçada – cruzadas culturais, guerras declaradas contra costumes locais, contra calendários, cultos, dialetos e outros “preconceitos” e “superstições”. Se a primeira estratégia visava ao exílio ou aniquilação dos “outros”, a segunda visava à suspensão ou aniquilação de sua alteridade.

Em um dos maiores sucessos entre os popularíssimos livros de autoajuda (vendeu mais de 5 milhões de cópias desde a publicação em 1987), Melody Beattie adverte/aconselha seus leitores: “A maneira mais garantida de enlouquecer e envolver-se com assuntos de outras pessoas, e a mais mais rápida de tornar-se feliz é cuidar dos próprios”. O livro deve seu sucesso instantâneo ao título sugestivo(Codependent no More), que resume seu conteúdo: entrar resolver os problemas de outras pessoas nos torna dependentes, e a dependência oferece reféns ao destino – ou, mais precisamente, há coisas que não dominamos e há pessoas que não controlamos; portanto, cuidemos de nossos problemas, e apenas de nossos problemas, com a consciência limpa.

Há pouco a ganhar fazendo o trabalho de outros, isso desviaria nossa atenção do trabalho que pode fazer senão nós mesmos. Tal mensagem soa agradável – como uma confirmação, uma absolvição e uma luz verde necessária – a todos os que, sós, são forçados a seguir, a favor ou contra seu próprio juízo, e não sem dor na consciência, a exortação de Samuel Butler: “No fim, o prazer é melhor guia que o direito e o dever”.

Ao fim da sessão de aconselhamento, as pessoas aconselhadas estão tão sós quantos antes. Isso quando sua solidão não foi reforçada: quando sua impressão de que seriam abandonadas à sua própria sorte não foi corroborada e transformada em uma quase certeza. Qualquer que fosse o conteúdo do aconselhamento, este se referia a coisas que a pessoa aconselhada deveria fazer por si mesma, aceitando a inteira responsabilidade por fazê-las  de maneira apropriada, e não culpando ninguém pelas consequências desagradáveis que só poderiam ser atribuídas a seu próprio erro ou negligência.

A infame frase de efeito de Margaret Thatcher “não existe essa coisa de sociedade” é ao mesmo tempo uma reflexão perspicaz sobre a mudança no caráter do capitalismo, uma declaração de intenções e uma profecia auto-comprida: em seus rastros veio o desmantelamento das redes normativas e protetoras, que ajudavam o mundo em seu percurso de tornar-se carne. “Não sociedade” significa não ter utopia nem distopia: Peter Drucker, o guru do capitalismo leve, disse, “não mais salvação pela sociedade” – sugerindo (ainda que por omissão e não por afirmação) que, por implicação, a responsabilidade pela danação não pode ficar com a sociedade, a redenção e a condenação são produzidas pelo indivíduo e somente por ele – o resultado do que o agente livre fez de sua vida.

O mundo está cheio de possibilidade, é como uma mesa de bufê com tantos pratos deliciosos que nem o mais dedicado comensal poderia provar de todos. Os comensais são os consumidores, a mais custosa e irritante das tarefas que se pode pôr diante de um consumidor é a necessidade de estabelecer prioridades: a necessidade de dispensar algumas opções inexploradas e abandoná-las. A infelicidade dos consumidores deriva do excesso e não da falta de escolha. “Será que utilizei os meios à minha disposição da melhor maneira possível”? Será que utilizei os meios à minha disposição da melhor maneira possível? É a pergunta mais assombrosa e causa insônia ao consumidor.

Ninguém ficaria surpreso ou intrigado pela evidente escassez de pessoas que se disporiam a ser revolucionários: do tipo de pessoas que articulam o desejo de mudar seus planos individuais como projeto para mudar a ordem da sociedade.

A tarefa de construir uma ordem nova e melhor para substituir a velha ordem defeituosa não está hoje na agenda – pelo menos não na agenda que se supõe que a ação política resida.

No seu último encontro anual, realizado em setembro de 1997 em Hong Kong, os diretores do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial criticaram severamente os métodos alemães e franceses para trazer mais gente de volta ao mercado de trabalho. Achavam que esses esforços iam contra a natureza “flexível do mercado de trabalho”. O que este requer, disseram, é a revogação de leis “favoráveis demais” à proteção do emprego e do salário, a eliminação de todas as “distorções” que se colocam no caminho da autêntica competição e a quebra da resistência da mão-de-obra a desistir de seus “privilégios” adquiridos – isto é, de tudo que se relacione à estabilidade do emprego e à proteção do trabalho e sua remuneração”, trechos da Modernidade Líquida.

DEMOCRACIA É PRODUÇÃO E NÃO CONTEMPLAÇÃO. TEMER ESCOLHEU TÂNIA, SEGUNDA COLOCADA, NA PRESIDÊNCIA DA FIOCRUZ, MAS PRESSIONADO PELA INTELIGÊNCIA DEMOCRÁTICA, TEVE QUE INDICAR A DOUTORA NIÍSIA, PRIMEIRA COLOCADA

Nísia Trindade em vídeo de campanha para a presidência da Fiocruz - Créditos: Reprodução

É regular, moral e correto que o primeiro escolhido em eleição para o cargo de presidente da Fundação Oswaldo Cruz, seja indicado ao cargo. Foi realizada a eleição para a escolha do cargo e coube o primeiro lugar a doutora socióloga Nísia Verônica Trindade Lima que abiscoitou 59,7% dos votos, correspondendo a cifra de 2.556 votos. Já o segundo lugar ficou com a doutora Tânia Cremonini de Araújo-Jorge que obteve 39,6% dos votos.

Como Temer não entende nada de eleição democrática, daí seu ato usurpador como golpista-mor, escolheu para presidir o cargo a segunda colocada. Talvez como recorrência-oculta de sua sua condição de segundo como vice de Dilma. Mas o talvez seja o óbvio talvez: Temer odeia a democracia como expressão do desejo coletivo. Assim, quis impor sua vontade de golpista escolhendo Tânia de Araújo-Jorge.

  Mas Temer não conseguiu consumar seu ato arbitrário. Os funcionários da Fiocruz se reuniram e iniciaram uma onda de protestos para que a doutora Nísia fosse a indicada. Os protestos contra o interesse de Temer, através do dublê de ministro da Saúde, Ricardo Barros, chegaram aos deputados de esquerdas que fizeram, também, pressão para que a democracia prevalecesse.

    Para alguns membros da Fiocruz, a posição de Temer deve ter ocorrido porque a instituição é contrária ao desgoverno que se apropriou do país de forma funesta, principalmente contra os projetos científicos. Alem de quê, a Fiocruz foi contra o golpe que destituiu Dilma do governo. A Fiocruz é historicamente um instituição que sempre fez crítica as formas de opressão adotadas por governantes que atuam fora da racionalidade.

                  

GREGOS MOSTRAM COMO A GLOBO É OLIGARCA COM SEU 1 MILHÃO GEOMÉTRICO: A DISCIPLINA DA DESIGUALDADE

TESEIONAinda ecoa a tentativa ditatorial e monopolista da TV Globo, e seus congêneres, em querer fazer a sociedade brasileira acreditar em sua indigência sensorial e cognitiva. Recorrendo a mágica-visual, ou melhor, teletecnológica, a TV Globo, junto com Polícia Militar de São Paulo, quis fazer passar como real uma irrealidade.

Divulgou de forma hipocondríaca, que havia nas ruas de São Paulo, a antiga pauliceia desvairada, 1 milhão de participantes, quando não passou de 210 mil, de acordo com o reacionário, comparsa dela, instituto Datafolha que também revelou, em outras pesquisa, que 82% dos imobilizados votaram em Aécio, 37% tem simpatia pelo PSDB e 74% participaram pela primeira vez do tipo de evento. Logico, que envolvida pelo espirito dos mal amados: mostrar que era grande o número de descontentes com o governo Dilma e, ao mesmo tempo, com o espirito dos impedidos na meta, os frustrados, gritar em tom-histeria, que era a vitória sobre o movimento das esquerdas ocorrido no dia 13. O número que ela mais teme e seus aficionados analfabetos políticos.

Na verdade, com seu milhão, a Globo só confirmou o que os gregos já sabiam a maioria da sociedade brasileira sabe. Ela é oligarca, já diziam os gregos. Ele, o povo  criança da antiguidade, daí sua sabedoria, singeleza, singularidade, afirmava que a democracia ensina a aritmética porque ela é a disciplina da igualdade. Já a oligarquia ensinava a geometria por ser a disciplina da desigualdade. Não por um simples acaso que os gregos chamavam a democracia de sociedade dos amigos. Assim, como não foi por acaso que a filósofa Bárbara Cassin, em sua obra Ensaios Sofístico, diz que democracia grega era a igualdade dos diferentes. O conhecido pletos: a igualdade do plural.

Daí que os gregos nos conduzem para o entendimento de que a Globo olha e entende as individuações como formas compactas próprias para serem sinteticamente definidas. Com seu olhar formal, nada a ver com a Gestalt teoria das formas, seria exigir demais da Globo, ela limita tudo em um espaço autoconcebido. ‘Olha, ali naquela calçada tem dez. Então, tem 5 mil pessoas”. O mundo para ela é uma miríades de formas limitadas no interior e no exterior sem qualquer possibilidade de movimento. Para ela a representação figurativa da circunferência é anterior a ideia do circulo, por isso sua veracidade. O filósofo da liberdade Sartre, se fosse se preocupar com esse destrambelhamento perceptivo e cognitivo que ela oferece aos seus obliterados gêmeos, diria que ela tem consciência de engenheiro.

Não que os gregos fossem o Oráculo de Delfos cujas profecias chegariam ao tempo da Globo, mas eles entendiam que existem grupos patológicos – foram eles que contribuíram com os conceitos usados na psicologia, psiquiatria e psicanálise – que ultrapassam os tempos históricos. E a oligarquia é um deles, porque se trata de um grupo que se considera privilegiado e que para defender seus privilégios pretende impor seus interesses – patológicos – de grupo. Em linguagem midiática brasileira: o monopólio da Globo.

Porém, nos dizem os gregos-democratas, uma oligarquia não toma o poder e mantem sozinha precisa de aficionados. No caso específico da oligarca Globo, precisa de sujeitos-sujeitados que sirvam também de seus defensores, por semelhança, como Fernando Henrique, Aécio Neves, Alckmin, Agripino, Roberto Freire, empresários, canastrões, decrépitos lambanceiros do espectro rock, e outros  analfabetos profissionais do tipo dos médicos analfabetos políticos.

Em um plano ilustrativo das formas geométricas, ficaria assim: a Globo no meio; no primeiro círculo exterior, Fernando Henrique e seus gêmeos; no segundo círculo exterior, os empresários; no terceiro círculo exterior, a burguesia-ignara-branca-parasitária; e no último círculo, os decrépitos do tédio, histriônicos-deprimidos autocognominados de artistas. Protegendo todos os círculos uma muralha. Nada a ver com Muralha de Kafka, essa tinha potência, não paranoica, mas deviriana como dizem os filósofos Deleuze e Guattari. A muralha da oligarquia é construída pelas forças oprimidas da dor, inveja, ressentimento, má consciência, todos os corpos reativos que niilisticamente conspiram contra a vida. Alucinação e delírio, porque a vida não pode ser atingida pela inatividade reativa.

E o que nos ensinam os gregos, nós democratas? Primeiro eles nos conduzem a um grande grególogo: o filósofo Hegel- que foi muito combatido por Marx, com razão – ele, nos mostrar que não devemos tomar o particular como absoluto. Depois eles nos conduzem a Foucault que, inspirado em Nietzsche, nos diz que não devemos pensar contra o objeto antagônico, porque pensar contra ele é ser ele, Encontra-se preso a ele. E eles completam nos mostrando Spinoza: a democracia é a Substância em si mesma, criada por si mesma. O que para o nosso caso tem dois fundamentos. Pensar o antagônico é se colocar contra a produção, já que a produção é um devir. O criado por si mesmo prescinde de um corpo patogênico.

 Mais concretamente, não pensar nos oligarcas, significa saber que eles mesmos se destroem entre eles mesmos. Eles estão juntos de acordo com a geometria da Globo, mas são individualistas  e profundamente ambiciosos. Como o clássico paranoico, eles desconfiam um dos outros. Eles não formam a massa que fala Nietzsche, em que cada pessoa mantém sua individualidade como potência criativa. Eles formam uma massa circular, com todos isolados em seus interesses. Por isso a oligarquia é a prática da desigualdade.

Não esquecer que um grupo surge das particularidades. O grupo oligarca é grupo na forma, por tal seus membros defendem seus próprios interesses. É esse seu corpo-suicida. O que a democracia não carrega, porque é individuação e singularidade.

A oligarquia trabalha com numeral, a unidade molar, a democracia com o numerante, o corpo molecular. A oligarquia é um corpo fechado pela sobrecodificação territorializada. A democracia é um devir aberto-desterritorializado como descodificação.

A VIDA DEMOCRÁTICA REAL EM DILMA DIANTE DOS AZOICOS: OS SEM VIDA

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Não basta nascer para se tomar ontologicamente como um ser vivente. É preciso, em sua liberdade, como diz o filósofo Sartre, produzir sua existência como essência humana. Ter vida é agir como necessidade humana e não contingência. Para ter vida é preciso a ação duplicada dos sentidos e razão. Faculdades imprescindíveis para produzir existência social materializada em alteridade e solidariedade.

Embora a população mundial tenha atingido mais de 6 bilhões de habitantes, muitos destes habitantes ainda se encontram na fase azoica considerando suas reações diante da democracia, regime político que pede sensibilidade e racionalidade vivente coletivas. O conceito é grego cujo significado é: era-terrestre quando não havia vida mineral, vegetal e nem animal.

Os azoicos são entes que em função de seus percursos e acasos negativos, não atingiram o estado de vida comunalidade onde os seres viventes realizam suas experiências comuns. Práxis voltadas para o bem-comum como estatuto político de todos.

Como não possuem vida-comunalidade os azoicos odeiam e invejam tudo que pulsa ativamente, já que o que é ativo é vida. Por isso, eles odeiam a democracia real e todos que participam de sua composição com suas potências. O que resulta em uma profunda dor expressada como ódio por não conseguir destruir os que compõem vida-ativa. Essa dor, reflexo de suas frustrações por serem azoicos, não diminui, visto que, como não possuem vida, são incapacitados de atingir os viventes.

Como estão isolados por uma invisível, mas sólida, membrana inexpugnável que os impossibilita de atingir os viventes, eles ecoam, como replicantes, palavras construídas como imitações deles mesmos. Assim, é, que quando lançam impropérios contra os viventes, eles voltam, como bumerangue, contra eles mesmos.

Um hilário exemplo visto nessa eleição que chega ao final com o vento alegre da democracia real. Na quarta-feira, o príncipe sem trono, Fernando Henrique, pateticamente iludido que algum dia fora líder político, convocou os eleitores de Aécio Cunha para realizar uma gigantesca passeata em uma principal Avenida de São Paulo, para acabar com “a podridão que está acabando com o Brasil”.

Chabu total! Deu mil pessoas a maioria reacionários paulistanos com direito a cartaz “Foda-se a Venezuela”, mostrado por um dos herdeiros da família Mesquita, proprietário do jornal reacionário, que apoiou a ditadura, Estadão. Como ainda se encontram em condições azoicas, não havia palavra de ordem política para proclamarem. Então, recorreram aos enunciados dos que não têm vida democrática. “Dilma, vai tomar no cu!”. “Chico vai com a Geni pra merda!” “Fora PT dos vagabundos”. Entre outras afasias (ausência de fala) próprias dos azoicos que nesse momento se alimentam com a autovitimização apresentada por seu candidato. Um logro, pois se não há vida, não possibilidade de haver vítima. Onde não há vida não há cultura, história, ciência, artes, antropologia, religião, entretenimento, os referentes sócios-históricos da humanidade.

Enquanto isso, a vida exuberante se mostra rica na democracia real como Devir-TransDilmação.

COMEÇOU, NO ESTADO DO ACRE, A 66ª REUNIÃO ANUAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA PARA O PROGRESSO DA CIÊNCIA (SBPC)

SBPC - Helena Nader

A 66ª reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) começou ontem, dia 22, e vai até o dia 27, domingo, em Rio Branco Acre. Segundo o governo do Acre será a maior copa das ciências.

A reunião que discute as ciências, os pensamentos possíveis de se tornarem realidades para a sociedade, as politicas públicas e outras formas  de conceituações do conhecimento são os elementos de práxis da reunião. Entretanto, este ano, a reunião traz uma ação importante: o avanço do Congresso do Projeto de Lei que trata da biodiversidade. O projeto tramita em regime de urgência. Ele encontra-se há 14 anos no Congresso.

Outro ponto importante dessa reunião são as participações das comunidades indígenas e extrativistas. Segundo a presidenta da SBPC, a cientista Helena Nader, o projeto tem muita importância porque visa às realidades, também, dos dois grupos. Para Helena, a reunião deste ano deve contar com a presença atuante das famílias que é para “desmistificar a ciência” mostrando que ela está constantemente em nosso dia a dia.

De acordo com a cientista, o maior desafio na pauta da ciência tecnológica é o financiamento. O Brasil melhorou, mas para dar o salto precisa ultrapassar o investimento em ciência de 1,1% do PIB.

“Os principais desafios continuam sendo o financiamento e um fluxo constante de financiamento. O Brasil melhorou, mas ainda está muito aquém do que precisa para dar aquele salto. Continuamos na 13ª posição em termos de publicação em periódicos indexados. Nosso impacto, em termos de publicações, tem aumentado, mas ainda está aquém do que o Brasil pode fazer.

Enquanto nós investimos 1,1% do PIB, a China investe mais de 3%. Para que façamos nosso gol, precisamos chegar a 2%. Por isso lutei tanto pelos royalties do petróleo. Vou continuar lutando pelo Fundo Social, 50% vai para educação e saúde. Ainda tem 50%, vamos tentar por 10% em ciência. Se não tiver recursos, o Brasil não vai dar o salto. O setor empresarial também tem que investir mais. O governo é o que mais investe. O investimento, em muitos lugares, está meio a meio, mas há lugares onde o governo investe 100% e o setor empresarial, zero”, analisou a cientista Helena Nader.

A “OI” E SEU SENTIDO PERVERSO DE INOPERÂNCIA TELEFÔNICA

A sociedade humana é composta de objetos naturais e artificiais, também conhecidos como culturais: objetos da produção humana. Mas tanto um como outro, são elementos constitutivos do estar-no-mundo dos indivíduos. Quer dizer: fazem parte da existência dos indivíduos em sociedade. São promotores dessa existência. Os indivíduos promovem suas praticidades em encadeamentos com esses objetos. Quando eles lhes faltam deixam um sentido de inadequação dada suas necessidades na existência de cada um.

Assim que, cada empresa produz um objeto necessário aos indivíduos de acordo com sua força de trabalho, matéria e necessidade. Uma fabrica de fogão tem operários que desenvolvem sua função social com uma finalidade: proporcionar o objeto-fogão ao usuário doméstico. Uma cachaçaria produz cachaça cujo fim é à embriaguez. Uma sapataria produz sapatos cuja função é calçar os indivíduos. Assim que, quando se deixa de fabricar esses objetos (ou qualquer objeto), as pessoas têm suas existências domésticas conturbadas.

A DISSIPAÇÃO DA FUNÇÃO SOCIAL

A fábrica, juntamente com os operários, não cumpriu sua função social. Também do mesmo modo, quando a cachaçaria deixa de fabricar cachaça impede a embriaguez do consumidor alcóolico. E a sapataria ao deixar de fabricar sapatos deixa o consumidor descalço. Nos três casos a falta de produção faz desaparecer a função social que existe em razão da necessidade dos indivíduos. O que acarreta mudanças angustiantes nos usuários que entram em forte ansiedade social visto que os objetos fazem parte de seus universos sociais. 

A DUPLICAÇÃO DO SOM

Sendo assim, uma empresa telefônica, por trabalhar com tecnologia-comunicativa, tem como matéria de sua função social a fala e a audição. O som duplicado: som do emissor, e som do receptor. Mas não se trata de um som qualquer, pois, no caso, seria mero ruído. Entretanto, a telefonia, tirando os ruídos na comunicação, não trabalha com ruídos, trabalha com som-mensagem. O emissor seleciona uma mensagem para enviar a um receptor. Para isso ele usa um canal: o telefone. Que ele tem um contrato como assinante da linha. Desta forma, o telefone é o elemento-canal responsável pela concretização da comunicação entre os falantes-ouvintes. A necessidade da comunicação surge em razão do homem ser um ente das relações. Seja das relações próximas ou distantes (tele do grego, distante). O telefone tem a função social de realizar as relações distantes.

A MORAL INOPERANTE E DESONESTA DA OI

O que significa que ao selecionar uma mensagem a ser transmitida por um aparelho telefônico, o emissor desperta em si um estado-afetivo de perspectiva alternante. Ele pretende, através da mensagem, a conformidade da alteridade do diálogo com quem pretende a comunicação. Vários fatores podem impedir a efetuação dessa alteridade-telefônica: receptor com aparelho ocupado, linha suspensa por falta de pagamento ou, então, pane na companhia telefônica. Pois é exatamente esse último fator o responsável pela perversa inoperância da telefônica OI. Há mais de semanas, usuários de telefonia-fixa estão sem linha em seus aparelhos, na capital do Amazonas, Manaus. As reclamações se transmutam constantemente em inúmeros protocolos seguidos da informação: ”Deu pane em uma centra, mas já está sendo providenciado o reparo e seu telefone dentro de 24 horas ou mais tardar, 48 horas estará funcionado”. Passam horas e horas, os sinos cansam de dobrar, e nada. A Oi continua com sua sádica perversidade impedindo a comunicação de seus usuários.

Além do estado-afetivo de ansiedade social imposta pela perversa Oi aos usuários, o que chama muita atenção é o sentido moral da empresa. Seus atendentes sem qualquer pejo de honestidade e sinceridade, sintomatizado em hipocrisia (a hipocrisia é a mentira em ação) como respostas aos usuários, usam esse tipo debochado de locução: “Colocamos seu caso em prioridade”.

NÃO DIGA OI, DIGA ALÔ

Diante dessa perversa inoperância telefônica, vários usuários estão recorrendo aos seus direitos nos órgãos competentes como o Procom. Por tal desafeto patológico a locução oi, deve ser usada somente nas relações reais. No telefone nada como um Alô!


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Quer linha de corte? Este é esquizo. Acesse:

CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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