Archive for the 'Capoeira' Category

A “NOITE NEGRA” SE MOSTROU NEGRITUDE NO PÓRTICO DAS ARTES DA AFIN COMO CINEMA, PALESTRA, MÚSICA, POESIA, CAPOEIRA E, PRINCIPALMENTE, CRIANÇA

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A intenção era atualizar o virtual ou realizar o possível. E aconteceu. Artistas, capoeiristas e crianças como composto-estético produziram outras formas de sentir, ver, ouvir e pensar no Pórtico das Artes da Associação Filosofia Itinerante (Afin) no Bairro Nova Cidade, em Manaus.DSC01804 DSC01809 DSC01825 DSC01832 DSC01834

Foi uma Noite Negra que se mostrou singularmente Negritude: a consciência livre do negro sobre si mesmo fora da brancura opressiva do sistema capitalista. Seu engajamento história em viver por si mesmo, sem modelo macho, homem, branco e europeu, como mostram os filósofos Deleuze e Guattari.

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A Negritude do eu-mesmo como liberdade do negro, negando a história branca que o oprimiu, como diz o filósofo da liberdade, Jean Paul Sartre. A estrutura ontológica do negro como resultantes da reflexão que fez sobre a a-história imposta pela voracidade branca. O negro deixando de ser objeto de dominação do olhar do branco para se tornar sujeito de seu próprio olhar sobre o branco. Mostrar o branco como objeto do olhar do outro. Sendo o olhar do negro sua potência criadora livre. Sua Negritude.

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Já na quinta-feira, membros da Afin estiveram na Escola Francisco Guedes de Queiroz, no Bairro Tancredo Neves, mais um bairro pobre da pobre Manaus. Lá, realizaram, junto com os estudantes, professores e pedagogos, a conferência, O Entendimento da Filosofia Política sobre o Conceito de Negritude. Foi uma festa filosófica-política, já que trata-se de poiesis e práxis. Os corpos que produzem transformação.

DSC01909 DSC01914 DSC01915 DSC01916DSC01922 DSC01924 DSC01925Como a vivência não pode ser traduzida em palavras, visto que viver é atuar em consistência e existência em presença, como dizem os filósofos existencialistas, oferecemos aos acessantes deste blog algumas imagens, movimentos e sons, criados nos acontecimentos Negritude. 

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CONVITE PARA CURSO, BATIZADO E ENCONTRO CULTURAL DA CAPOEIRA NAGÔ

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GRANDE FESTA AFRO NO BATIZADO E TROCA DE CORDAS DA ASSOCIAÇÃO DE CAPOEIRA SENZALA NEGRA

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No último dia 23, a Associação de Capoeira Senzala Negra realizou na sede do Sest-Senat o seu 16º evento de Batizado, Troca de Cordas e formatura. O grupo que já tem uma longa tradição na capoeira de Manaus recebeu diversos convidados de outros grupos como o Grupo Raizes do Mestre Espiga e Mestre Tiquinho, a Associação de Capoeira Terreiro da Amazônia do Mestre Ronaldo, o Grupo Manaus Capoeira do Mestre Xangô e a participação especial do convidado Mestre Armando Babalú do Grupo Ginga Bahia de São Paulo.

O evento começou com as boas vindas dada pela Formada Abelha e enseguida foi lido os versos do cordel que conta a história do Senzala Negra e trazia a cada rima nomes importantes para a capoeira no Amazonas, que continua em sua produção.

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Com um auditório repleto de espectadores a noite foi aberta com uma grande roda de aquecimento onde jogavam na roda entre si os capoeiristas da mesma categoria. E percebeu-se na roda uma grande energia e respeito em um jogo onde não importava qual grupo estivesse na roda.

No vídeo abaixo vemos alguns mestres e contra-mestres jogando.

Após a roda foi a vez de começar o evento de graduação e formatura que começou com a corda de iniciante ou de incentivo, que no grupo Senzala Negra é a corda cinza, e trazendo pela primeira vez a roda a jovem Jaciá que tem apenas alguns meses na arte da capoeira.

Abaixo vemos ela jogando com o mestre Babalú.

A equipe deste bloguinho conversou com o mestre Babalú do Grupo Ginga Bahia, localizado em São Paulo no bairro no bairro de Jaçana, que contou sobre a experiência de estar em Manaus pela primeira vez e o contato com a moçada do Senzala Negra que esteve em São Paulo e criou uma grande amizade.

DSC00847É uma grande satisfação estar aqui nesta cidade pela primeira vez, muito acolhedora, já estou me sentindo em casa. Estes meninos estiveram em São Paulo na véspera de um grande evento que estava realizando lá, um Encontro Nacional de Capoeira e eles me foram apresentados por um colega meu lá de São Paulo, o Fininho da Marimbondo Sinhá e nós fizemos uma grande amizade. Daí eles voltaram a segunda vez para São Paulo e fizeram o convite para quando tivesse o próximo evento em Manaus ter minha presença e eu fiz questão de vir.Eu estou gostando muito, o pessoal é muito receptivo, muito bacana não só o do Grupo Senzala Negra como os grupos em geral que conheci aqui em Manaus. Hoje tem muitos mestres aqui de grupos diferenciados mas dentro da roda há uma harmonia muito bacana, com muito respeito.

A festa seguiu com a troca de cordas  na ordem das graduções. Quanto mais graduado ia ficando o capoeirista com mais mestres, contra-mestres e professores ele tinha que lutar. Dentro de cada graduação havia vários formandos o que mostra que a capoeira amazonense continua forte e numerosa.

Percebeu-se durante o jogo com os graduandos algumas brincadeiras nas rodas que muitas vezes chegavam ao contato físico e incitavam certas formas de violência que não são comuns na capoeira. Como existe muito respeito entre os grupos e todos levaram as hostilidades através da camaradagem a festa pode seguir tranquila e de forma a não ofuscar a importância desta noite para a cena manauara.

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Vemos nas fotos acimas dois jovens recebendo a corda verde depois de terem entrado na roda. Como a cada corda trocada o nível técnico aumentava o público presesente prestigiava aplaudindo  e incentivando cada novo graduando.

Nosso bloguinho também conversou com o Mestre Ronaldo que falou da participação de eventos como este no enriquecimento da arte da capoeira, que já faz parte da história do povo amazonense.

IMG_2064“Esta é mais uma confraternização da capoeira pois hoje se reune todos os camaradas. E em Manaus geralmente o pessoal faz o batizado no final de ano. O Senzala tem uma tradição diferente que é muito boa, de começar o ano já formando a garotada. E esta grande congregação de quem tá pegando a corda é um crescimento muito grande pra Capoeira aqui no Amazonas. Muita gente diz que a capoeira é só pro negro escravo. Não. Nosso povo índio também praticou a capoeira e por isto não se deixou escravizar pela capoeiragem que vem no meio da mata.Hoje até em São Paulo tem esta discussão sobre a manifestação da capoeira que não vem só dos negros. A capoeira nasceu no Brasil com filhos de negros africanos e hoje você vê o crescimento da capoeira. Manaus com mais de 80 grupos de capoeira reunido e isto é muito bom pro intelecto desta garotada aqui hoje que poderia estar no mundo vadiando ou fazendo outras coisas erradas mas a capoeira tem esta transformação. Mestre Ronaldo

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Acima vemos os capoeiristas que receberam sua corda amarela.

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Vemos que houveram diversos graduandos e o Senzala inclusive produziu novos graduados e estagiários. O tempo passava e a festa continuava animada. O berimbau, o atabaque e o pandeiro davam o ritmo cada vez mais forte e junto com os cantos levavam as performances a um elevado nível técnico.

Após a entrega de cordas mais uma vez foi feito uma grande roda e o jogo continuou cada vez “botando mais dendê” e temperando a noite com esta festa afro.

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A festa seguiu até o fim da noite, e que encontro importante para a disseminação da capoeira como luta, esporte e dança entre jovens de Manaus.

Ano que vem o Senzala apresentará um novo evento para graduação e troca de cordas para quem faz da capoeira o seu compromisso e diversão.

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Por que Senzala Negra
É a minha camisa
Não tiro, não troco
Não vendo e nem dou

CONVITE PARA AÇÕES DA CAPOEIRA SENZALA NEGRA

16º Evento Da Senzala Negra

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Quinta Feira – Dia 21/03/13 Ás 19:30 H – Realizaremos Uma Roda De Boas Vindas Na Bola Do Produtor Para Recepcionar Nossos Convidados Para Este 16º Evento Da A.C.S.N

Sexta feira – Dia 22/03 Ás 19:00 Hrs – Ocorrerá A Abertura Do Evento Com Roda E Participação Do M. Armando Babalú – (Ginga Bahia)São Paulo.

Local. Arar Do Mutirão – Zona Leste.

Sabado – Dia 23/03 Ás 18:00 Hrs – Ocorrerá Batizado E Troca De Graduação E Formatura De Capoeira

Local Sest-Senat Av: Autaz Mirim Prox. A Bola Do Produtor Cidade De Deus.

PRODUÇÕES AFRO NO CURSO E BATIZADO DO GRUPO CAPOEIRA NAGÔ EM MANAUS

A cultura brasileira tem centenas de expressões provenientes da presença negra em nosso país. Isto sem contar a beleza infinita das manifestações engendradas aqui pelo nosso povo mestiço. Uma desta prática criada pelos negros com base em sua expressividade, dança e força de sua tradição foi a capoeira, uma produção afro de nossa cultura.

Com o passar do tempo a capoeira negra virou brasileira, mas continou com a força dos negros. O negodito Itamar Assumpção em seu último disco Pretobrás cantou sobre o desapego alguns negros pela nossa própria cultura e tradição, devido as presentes formas de preconceitos. Diz negodito:

“Negro jogando pernada, negro jogando rasteira
Todo mundo condenava uma simples brincadeira
E o negro deixou de lado acreditou na besteira
Hoje só tem gente branca na escola de capoeira”

Porém a produção da capoeira pelos negros e brancos é uma expressão afrobrasileira em nossa cultura, e não pode ser deixada de lado por todo o nosso povo. O importante é a produção e presença negra em nossas vidas. E assim como o samba teve sua expressividade com Noel Rosa e Almirante, dois grandes sambistas de pele clara, nossa capoeira continua forte na vitalidade do Brasil Mestiço.

PRODUÇÕES AFRO NO CURSO E BATIZADO DO GRUPO CAPOEIRA NAGÔ

Um dos grupos da expressão da capoeira em Manaus é o grupo Nagô, nome proveniente de uma denominação dada ao iorubano, como a todo negro da Costa dos Escravos que falava ou entendia o ioruba. Vindo em grande número para o Brasil como escravos, os nagôs tiveram influência social e religiosa entre o povo mestiço, conservando, apesar dos processos de aculturação, seus mitos e tradições sacras. Os Nagôs é o grupo negro mais conhecido em seu complexo social vivo (conforme Dicionário de Folclore de Câmara Cascudo).

E nesta alegria de nossa cultura, o grupo Capoeira Nagô produziu um curso e batizado de capoeira aqui em Manaus, mostrando que se depender da cultura popular não faltará opções em todas as quebradas de nossa não-cidade.

E com um evento único, bem diferente das apresentações dos grupos de capoeira, os Nagôs fizeram, além do batismo e rodas onde se jogou capoeira,diversas apresentações tipicas da cultura afro, como Maculelê, Puxada de rede e até o Frevo que vale ressaltar que além de ser uma dança tipica de Pernambuco (Estado natal do Professor Pulga) tambem tem raizes africanas e um dos maiores divulgadores dessa arte foi um Amazonense, Sr. Frascisco do Nascimento Filho. “O Nascimento do Passo”.

E com a alegria a festa foi produzida e fortalecndo nossa cultura o grupo Nagô continua com seu envolvimento e criação de vários forma de vermos e sentirmos nossa nação afrobrasileira.

CURSO DE CAPOEIRA NAGÔ EM MANAUS

2º BATIZADO DO GRUPO DE CAPOEIRA RAÍZES

Eu vou fugir
Eu vou capitão do mato

Minhas mãos tão calejadas
Minha alma está cansada
Já não aguento esse lugar
O Quilombo dos Palmares
Ajude a me curar

Eu vou fugir
Eu vou capitão do mato

Sem mim não tinha riqueza
Conheci fome e tristeza
E o chicote a me espancar
Vou prá perto de Zumbi
Ele está a me esperar

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Em seu segundo ano de atividade retomada, o Grupo de Capoeira Raízes, sob o comando do famoso mestre Espiga, reuniu-se no Ginásio Zezão, na zona Leste de Manaus, no sábado passado (4), para seu 2º Batizado e Troca de Cordas.

Formado por diversos núcleos, havia capoeiristas do grupo Manaus e outros municípios, além de mestres e outras graduações de vários outros grupos, como: Ginga de Ouro, Legião Brasileira, Senzala Negra, Guerreiros na Selva, Marabaiana, Capoeira Brasil, Capoeira Nagô, entre outros.

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Para entrar na comunhão com o Grupo Raízes, antes de formar a roda para a capoeira foi formada a roda para uma apresentação de hip-hop de uma garotada que faz um trabalho fundamental de integração e inclusão educacional durante a semana também no ginásio.
E a moçada da capoeira também curte o hip-hop e também acompanhou na roda a batida que também é uma manifestação de origem negra.
Os b-bys e b-girls fizeram no final fizeram demonstrações individuais de uma batalha de b-boys, da qual participaram muitos capoeiristas.
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Depois do hip-hop, a roda só fez aumentar e entrou imediatamente o belo som do berimbau, animando o tradicional jogo da benguela e da regional, envolvendo crianças e pessoas de todas as idades, sem distinção de qualquer espécie. Cada um recebia uma corda nova, que havia se desenvolvido, jogava com os demais.

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Que navio é esse
que chegou agora
é o navio negreiro
com os escravos de Angola
acorrentados no porão do navio
muitos morreram de banzo e de frio

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Enquanto a roda se desenvolvia, conversamos pelo responsável por esse maravilhoso trabalho, o lendário Mestre Espiga, que passou seus entendimentos da capoeira, como faz toda a semana no Zezão.
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“Este é o batizado geral unificado do grupo, no qual vêm pessoas não só daqui de Manaus, mas também de outros municípios, como Parintins, Barreirinha, Boa Vista do Ramos. Então a gente centraliza aqui no Zezão em Manaus, e vem muitos convidados, muitos amigos, mestres, que vem prestar o seu apoio e também observar um trabalho que tem resgatado jovens, que tem mostrado um outro lado da vida, um trabalho que diz não à violência. Esse ano nós tivemos muitas surpresas, o grupo cresceu mais, o nível cresceu mais, em quantidade e qualidade.
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A capoeira foi criada no tempo da escravidão como luta de libertação. Hoje a capoeira continua sendo uma luta de libertação, mas não como era antigamente. Libertação de quê? Dos vícios, da marginalidade, a capoeira é um elemento de resgate. A capoeira tem essa força maravilhosa de unir as pessoas. Inclusive hoje a capoeira ajuda a difundir nossa própria língua no exterior. Uma das condições no exterior é que o aluno só é graduado se ele falar português, a conhecer a cultura brasileira. Então a capoeira cria uma integração entre as nações.”

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Sou Raízes livres de coração
Sou Raízes livres com malícia e tradição
Yá-Yá me deu de presente uma guia
Pra me livrar de mau olhado e magia


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Quer linha de corte? Este é esquizo. Acesse:

CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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