Archive for the 'Buraco Negro' Category

CASO DE REDUNDÂNCIA DO SIGNIFICANTE: JANOT DIZ QUE GILMAR SOFRE DE “DECREPITUDE MORAL E DESINTERIA VERBAL”, PORQUE GILMAR DISSE QUE ELE FEZ REUNIÃO EM OFF PARA VAZAMENTO

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 É muito simples de entender, mas impossível de aceitar, e nem precisa o devir da filosofia da diferença de Deleuze e Guattari. Tudo é muito explícito para uma criança do jardim da infância.

 A criança do jardim da infância conhece a redundância do significante na prática de seu movimento que tenta todo segundo se livrar da coerção paranoica dos adultos. Ela sabe que a redundância do significante é a dança macabra circular do signo que salta sobre outro signo, mais outro, mais outro, sendo sempre o primeiro signo como palavra de ordem. Ordem para que não escape nenhuma variação que quebraria a dança macabra circular do significante como palavra de ordem dominante, onde não há comunicação e nem informação, mas apenas a tirania do significante. O discurso-paranoico-indireto. Também contado pelo filósofo Nietzsche como tagarelar. Ecoar sem práxis do conceito-ultrapassante. 

  Mesmo promovendo as políticas sociais que tiraram mais de 40 milhões de brasileiros da faixa da miséria e possibilitaram transformações nas concepções de política social, antes dominantes propagadas por desgovernos de direitas, os governos populares não enfraqueceram a subjetividade dominante implantada pela dogmática paranoica do capitalismo no Brasil durante todos esses séculos. Durante os 14 anos de governos populares, grande parte da população brasileira vivenciou pela primeira vez um nova subjetividade que se encadeava como nova forma ontológica de existência comunalidade, mas que vivia sobre a ameaça da dogmática paranoica capitalista. Até que o golpe se concretizou.

   Hoje, as chamadas autoridades representativas das instituições no Brasil, ligadas ao golpe, materializam, sem pudor, a dança macabra circular da redundância do significante em deplorável ecolalia como replicantes do capital internacional, mormente o capital norte-americano. Daí que a criança do jardim de infância sabe que quando o ministro Gilmar Mendes afirma que procuradores se reuniram em off para decidir sobre vazamento de nomes de políticos, e o procurador-geral da República Rodrigo Janot, corporativamente se sentindo atingido, diz que ele sofre de “decrepitude moral e disenteria verbal”, ela sorrir diante da confirmação da clara redundância do significante.

   Como os dois participaram do golpe, não há qualquer diferença entre os dois. Não há qualquer variável democrática em um que o povo brasileiro possa afirmar: “Esse tem, democraticamente, razão”. A criança do jardim de infância entende que trata-se apenas de querelas vaidosas. Falsas lutas pela predominância da ética democrática. Tudo não passa de manutenção da palavra de ordem do golpe.

    Diante dessa ordem macabra circular da redundância do significante, acriança do jardim da infância entende convictamente que a única variável que pode ser produzida para eliminar o estado-molar do golpe, é a variável-povo. Só a variável-povo pode rachar o corpo hierático-imóvel do golpe. O buraco negro da dor instalado no Brasil.   

O SENADOR DO PT, LINDBERGH FARIAS, MOSTRA DIRETO A MORAES QUE ELE MENTIU NA SABATINA, APESAR DE SEUS CÚMPLICES, SENADORES DELATADOS NA LAVA JATO, OUÇA E VEJA O VÍDEO

 

ENUNCIAÇÕES DOS FILÓSOFOS DELEUZE, GUATTARI E SARTRE PARA COMPREENDER O OLHAR DO CÚMPLICE DE TEMER, ALEXANDRE DE MORAES

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As relações entre homens e mulheres se materializam primeiramente através da fenomenologia do corpo. O corpo à distância, já que o homem é um ser das distâncias, como bem disse o filósofo Nietzsche. Eu vejo alguém que passa na calçada em uma perspectiva de corpo inteiro. É esse ser fenomenológico do outro que determina minha consciência como reflexão de que alguém é observado por mim. Se me aproximo desse outro, e então percebo seu rosto, tenho o ser do fenômeno de seu rosto. Aí, posso estabelecer compreensões sobre esse outro. 

      O senso comum carrega sua psicologia de interpretação dos traços dos rostos das pessoas acreditando no que ele encontra as pessoas inteiras expressadas em cada rosto. “Tem um rosto bom. Tem rosto de ladrão. Tem rosto de psicopata”.  Na verdade, não passa de projeção do interpretador sobre o outro. Não há aí nem um indicador filosófico, mas tão somente linguagem resultante do processo de seleção, classificação e hierarquização que o interpretador foi submetido pela voz de comando do poder dominante. Classificar tipos é o que o poder dominante quer para se manter protegido.

     Como o desgoverno golpista oferece um rico leque de personagens que servem a estudos para além dos sociológicos, que leva muitos articulistas, juristas, intelectuais, sindicalistas, estudantes, a sociedade civil, em suas nuances democráticas, a se dedicarem aos entendimentos e opiniões, hoje, o personagem mais em evidência para estudos é o indicado de Temer para o Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.

     Apenas como breve contribuição para esses estudos, nós apresentamos duas enunciações dos filósofos Deleuze e Guattari e Sartre para a compreensão dos rostos e do olhar do indicado de Temer.

      Os filósofos Deleuze e Guattari, no 3 Volume da obra Mil Platôs – Capitalismo e Esquizofrenia, afiram que o homem nasce com cabeça, mas sem rosto. O rosto é uma produção. “O rosto não é um involucro exterior que fala, que pensa ou que sente”. O rosto é um sistema muro-branco-buraco negro, onde são inscrito uma semiótica significante e uma subjetivação. A rostidade. O muro do significante e o buraco-negro da subjetivação.

    Os dois filósofos resume assim o conceitos de rostidade: “Os rostos concretos de uma máquina abstrata de rostidade, que irá produzi-los ao mesmo tempo que der ao significante seu muro branco, à subjetividade seu buraco negro”. Os dois filósofos afirmam que não há nada a explicar e interpretar, mas sabe-se que a máquina abstrata produz rostidade paranoica como o rosto-significante-subjetividade-capitalista.  Entretanto, todo rosto pode ser destruído para fazer surgir outro. Possivelmente a rostidade revolucionária.

       A enunciação do filósofo Sartre é endereçada a fenomenologia do olhar que é desenvolvida em sua obra O Ser e O Nada. Para Sartre a questão não são os olhos, mas o olhar. Como toda pessoa é liberdade, todo olhar é um olhar que se quer transcendência-transcendida. Ou seja, todo olhar como liberdade transcendência-transcendida propende a coagular, empastar o olhar-liberdade do outro.

     Em outro entendimento. Eu sou surpreendido por alguém me olhando. Pronto! Volatizou minha liberdade. Agora sou objeto posicionado do olhar do outro. Poderia até se dizer que vivencio um instante de nadificação do meu Para-si. Sou um imobilizado Em-si. Impotente diante desse olhar que me coloca no “olho do mundo”. É semelhante à vergonha que vivencio quando estou atento a olhar uma situação que tomo como proibida e sou surpreendido com alguém me olhando. Deixo de ser sujeito do olhar para me tornar objeto do olhar do outro que com seu olhar mantém sua liberdade, enquanto eu perco a minha como objeto dele. A conhecida sangria existencial.

      Deleuze e Guattari não aceitaram a fenomenologia do olhar apresentada por Sartre, e também a teoria do olhar apresentada por Lacan que foi extraída de Sartre. Todavia, para o propósito desse texto tanto o conceito de produção de rostidade de Deleuze e Guattari e a fenomenologia do olhar de Sartre servem para o nosso propósito.

       No caso do cúmplice de Temer, Alexandre de Moraes, trata-se de se observar sua rostidade como significante de uma semiótica voz de comando em que as inscrições codificadas ficam bem visíveis e concretizadas por força de suas condutas. E observar no rosto, espaços que ainda não foram fixadas inscrições tanto da linguagem significante a da subjetivação. Claro que as análises da psicologia dos tipos não chegam a esse agenciamento das máquinas abstratas produtoras de rostidade, porque se resumem a relação objetiva de comportamentos.

       Já a fenomenologia do olhar de Sartre endereça ao olhar-sujeito como liberdade transcendência-transcendida sobre a liberdade do personagem que em um momento de sua existência foi surpreendido pelo olhar que empastou sua liberdade impossibilitando sua transcendência-transcendida, vocação do Para-si. O sujeito-olhar determinou nele a situação de objeto-olhado empastado. Um olhar inquiridor, reprovador, punitivo, judicativo lhe imprimiu um olhar-culpa, olhar-medo, olhar-desconfiança, olhar-defensivo.

       Como as pessoas de seu círculo estão mais preocupadas com suas atuações-egoícas não percebem seu olhar. E também, seu olhar-culpado é deslocado do olhar dos outros por suas performances tidas por alguns como desajeitadas que leva os analistas políticos, jurídicos, e outros, o classificarem como um ministro sem os elementos essenciais para ocupar o cargo no STF. Mas é preciso entender que suas performances são suas defesas para ocultar a força do olhar que lhe imobilizou para que ele não se veja descoberto sem a liberdade ontológica que ficou presa no olhar do outro que para si foi seu primeiro olhar-original no mundo. O olhar que colocou no mundo. Um mundo ameaçador. Uma demonstração existencial: seu autoritarismo. Trata-se de defesa contra o olhar-medo.

      Se tomarmos Deleuze, Guattari e Sartre como fundamentação para aproximação com os outros, fica fácil de entender que Lula e Dilma falharam nas escolhas dos ministros para o STF, porque não levaram em conta a rostidade e a fenomenologia do olhar.

       Atenção, Lula, em 2018! A questão não é o rosto, é a rostidade. A questão não são os olhos, mas o olhar.  

ENQUANTO ISSO NO SENADO… RENAN PERMANECE PRESIDENTE COM O ESCOLHIDO DOS REAÇAS EUNÍCIO, VULGO ÍNDIO NA DELAÇÃO DA ODEBRECHT

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 Sem qualquer dimensão política que possa ser tomado como movimento democrático real o Senado Federal atual, om raras exceções, é um corpo que não segrega potência politica como liberdade. Não há na maioria dos senadores qualquer signo da liberdade política, como a firma Rosa Luxemburgo. Pode-se se dizer que é um imenso buraco-negro que atrai os corpos mais tristes da cena partidária.

   Foi nesse quadro tanático que a simulação de eleição para presidente se deu. A triste subjetividade dominante da Casa, prevaleu: o reacionarismo. A escolha de Eunício Oliveira (PMDB/CE) para ocupar o cargo de Renan Calheiros (PMDB/AL), ambos denunciados em corrupção e personagens fundamentais para que o golpe se concretizasse abalando a democracia popular dos governos Lula e Dilma, não muda nada. Tudo fica como antes. A inexistência da produção política necessária à sociedade brasileira, continua. 

  Também mostraram suas indigências políticas alguns senadores do Partido dos Trabalhadores, que para defenderem suas lógicas alienadas, afirmaram que era para fazer parte da mesa e atuar como força democrática. A vetusta lógica dos que querem se dar bem em todas. Ao apoiarem o candidato golpista fortalecera o que se afirma além das bocas de Matildes. Que havia no PT paralmentares que trabalhavam pela saída de Dilma.

    Porém, como diz a sabedoria popular que eleição é como carnaval, tem sempre, e aí se pode mudar a fantasia, 2018 vem aí e muitos desses reacionários senadores irão deixar o cargo. Então, será a hora do povo escolher os seus verdadeiros representantes. Só no Amazonas serão dois: Vanessa Grazziotin (PCdoB) e Eduardo Braga (PMDB). Vanessa é totalmente diferente de Eduardo. É engajada e tem formação política. Já Eduardo Braga é totalmente igual a subjetividade reacionária dominante no Senado. Não tem qualquer formação política. Por isso, não sabe que a liberdade é política. Eduardo é produto dos representantes partidários mais reacionários que dominaram o Amazonas e lhe impuseram 30 anos atraso. 

     Preparemos as fantasias democráticas para 2028!  

TEMER CONTINUA SENDO CITADO PELA ODEBRECHT. AGORA, FOI MÁRCIO FARIA, IMPORTANTE EXECUTIVO DA EMPRESA, QUE AFIRMOU TER PROPINADO O GOLPISTA-MOR

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Com essa delação de Márcio Faria, Temer aumenta o número de vez citado na Lava Jato versão Odebrecht. Agora, são 44. O executivo da empresa afirmou em delação que propinou Temer e Eduardo Cunha, porque o golpista-mor havia prometido contratos na Petrobrás.

Simples de entender. Simplíssimo porque se trata de golpistas. No ano de 2010, Márcio Faria da Silva, foi ao escritório político de Temer, em São Paulo, para realizar ritual da propina. Participaram do ritual da propina Eduardo Cunha, vulgo Caranguejo, e o lobista João Augusto Henrique, coletor das propinas do PMDB na Petrobrás.

Diante da denúncia propinal, Temer, através de sua assessoria, tentou tirar as broncas afirmando que Márcio Faria foi ao seu escritório porque queria lhe conhecer (conhecer Temer, é mesmo que amazonense quere conhecer farinha) e  Eduardo Cunha, o caranguejo, fez a ponte de contato. Ou, a pinguela para o futuro golpe. Segundo a nota, Temer, na reunião não tratou de questão financeira, mas somente formalidades.

Temer não sabe que no mundo dito humano todas as ideias e coisas têm formas para proteger o conteúdo. Daí que quando se usa o termo formalidades para se desembaraçar de uma acusação, a desconfiança salta aos olhos, já que as formas das formalidades não podem ser negadas.

Temer, como a maioria dos representantes do chamado mundo jurídico, é expert em fazer uso dúbio das palavras. Fazem das palavras clichês cujo único propósito é engabelar os incautos.

Temer não atenta que um executivo da Odebrecht não iria a seu encontro para brincar de formalidades: “Agora é tua vez de apresentar tua formalidade”. Depois da brincadeira de formalidades, delatar essas formalidades transformadas (olha a forma aí) magicamente em dinheiro.

Para fortalecer a tirada de broncas, a informação palaciana manda Eduardo Cunha, o carangueja, segurar à parada.

“Se, depois da conversa de apresentação do empresário com Temer, Eduardo Cunha realizou qualquer acerto ou negócio valores para a campanha, a responsabilidade é do próprio Eduardo Cunha”, afirmou o assessor de Temer.

Como diária o filósofo social Rui Brito: nessa onda os dois estão certos.

Veja e ouça as declarações de concreta relação de Temer para com Eduardo, o caranguejo.

SENADORES-CAPACHOS DO CAPITAL PREDADOR CONTRA O TRABALHADOR APROVAM A PEC 55 QUE REPRESENTA 20 ANOS DE SOFRIMENTO DO POVO BRASILEIRO

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Capacho, como se sabe, é tapete. Tapete é um objeto que se coloca na porta das casas para que o visitante não suje o recinto. Celso Laffer, alcunhado de intelectual, ministro de Fernando Henrique, ao visitar os Estados Unidos Tirou os sapatos ao adentrar no recinto oficial. O que significou, não simbolicamente, que um representante do governo brasileiro tinha os sapatos sujos e deveria tirá-los para não sujar o ambiente. O dublê de ministro de Temer, Serra, também teve gesto semelhante.

        De formas, que o capacho é sempre um objeto onde se limpa a sujeira para preservar a ‘saúde’ de outro. Porém, o que acentua a irrelevância do capacho para si mesmo, é o ato dele ser fortemente pisado, para que a sujeira seja extirpada. Aqui o capacho aparece com a função de esconder a sujeira do pisante-limpador. O pisante-limpador esconde sua sujeira para não ser descoberto pelo dono ambiente, se querendo visto como alguém higiênico.

     Assim, o capacho tem duas funções: uma para limpar os sapatos daquele que lhe pisa, e outra para ocultar o objetivo do que lhe pisa diante do proprietário do ambiente. Foi na redução dessas duas funções que os 53 senadores-capachos aprovaram a PEC 55, filha bastarda do golpista-mor, Temer, acusado de corrupção na delação da Odebrecht, já em fim daquilo que jamais iniciou: governo.

    Os senadores-capachos ao aprovarem a “PEC do fim do mundo”, deixaram o capital limpar sua sujeira sobre eles, e, ao, mesmo tempo, dissimular os reais objetivos deletérios contra a sociedade brasileira dessa aprovação limpeza de sujeira que corresponde a 20 anos de atraso para o país em benefício das riquezas das classes dominantes nacionais e estrangeiras. Que coloca o trabalhador em posição de mendicância.

   Todos os 53 senadores desempenharam os seus papeis de capachos de acordo com a ‘saúde’ do capital, mas houve um que se destacou no estilo capacho-mor: Renan Calheiros, presidente do ofendido Senado. Réu no Supremo Tribunal Federal (STF) e com denúncia promovida pela Procuradoria-Geral da República, que pediu sua prisão e cassação de mandato, ele, para conseguir tempo hábil para votação, abriu três sessões extraordinária no mesmo dia, configurando violação da Constituição.

     A oposição vai recorrer no STF. Não esquecer que essa Corte já liberou Renan mostrando que ele é bem articulado nela. E lembrar sempre que o Congresso Nacional tem em seu corpo mais de 200 capachos – deputados e senadores – citados em corrupção.

   Segundo os capachos a PEC deverá ser promulgada até o fim da semana.   

         Leia a lista dos senadores-capachos, onde mostra, como sempre, as presenças pertinentes e inconfundíveis dos dois senadores reacionários do Amazonas Eduardo Braga (PMDB) e Omar Aziz (PSD). Dois dos responsáveis pelos mais de 30 anos de atraso do estado.

 

53 senadores que votaram a favor da PEC 55/2016

 16 senadores que votaram contra a PEC 55/2016

1- Aécio Neves – PSDB-MG 1 – Angela Portela – PT-RR
2 – Aloysio Nunes – PSDB-SP 2 – Dário Berger – PMDB-SC
3 – Alvaro Dias – PV-PR 3 – Fátima Bezerra – PT-RN
4 – Ana Amélia – PP-RS 4 – Gleisi Hoffmann – PT-PR
5 – Antonio Anastasia – PSDB-MG 5 – Humberto Costa – PT-PE
6 – Antonio Carlos Valadares – PSB-SE 6 – João Capiberibe – PSB-AP
7 – Armando Monteiro – PTB-PE 7 – Jorge Viana – PT-AC
8 – Ataídes Oliveira – PSDB-TO 8 – José Pimentel – PT-CE
9 – Benedito de Lira – PP-AL 9 – Kátia Abreu – PMDB-TO
10 – Cidinho Santos – PR-MT 10 – Lídice da Mata – PSB-BA
11 – Ciro Nogueira – PP-PI 11 – Lindbergh Farias – PT-RJ
12 – Cristovam Buarque – PPS-DF 12 – Paulo Paim – PT-RS
13 – Dalirio Beber – PSDB-SC 13 – Paulo Rocha – PT-PA
14 – Deca – PSDB/PB 14 – Regina Sousa – PT-PI
15 – Edison Lobão – PMDB-MA 15 – Roberto Requião – PMDB-PR
16 – Eduardo Amorim – PSC-SE 16 – Vanessa Grazziotin – PCdoB-AM
17 – Eduardo Braga – PMDB-AM  
18 – Elmano Férrer – PTB-PI  
19 – Eunício Oliveira – PMDB-CE  
20 – Fernando Bezerra Coelho – PSB-PE  
21 – Flexa Ribeiro – PSDB-PA  
22 – Garibaldi Alves Filho – PMDB-RN  
23 – Gladson Cameli – PP-AC  
24 – Hélio José – PMDB-DF  
25 – Ivo Cassol – PP-RO  
26 – José Agripino – DEM-RN  
27 – José Aníbal – PSDB-SP  
28 – José Maranhão – PMDB-PB  
29 – José Medeiros – PSD-MT  
30 – Lasier Martins – PDT-RS  
31 – Lúcia Vânia – PSB-GO  
32 – Magno Malta – PR-ES  
33 – Marta Suplicy – PMDB-SP  
34 – Omar Aziz – PSD-AM  
35 – Otto Alencar – PSD-BA  
36 – Pastor Valadares – PDT-RO  
37 – Paulo Bauer – PSDB-SC  
38 – Pedro Chaves – PSC-MS  
39 – Pinto Itamaraty – PSDB-MA  
40 – Raimundo Lira – PMDB-PB  
41 – Reguffe – Sem Partido-DF  
42 – Ricardo Ferraço – PSDB-ES  
43 – Roberto Muniz – PP-BA  
44 – Romero Jucá – PMDB-RR  
45 – Ronaldo Caiado – DEM-GO  
46 – Sérgio Petecão – PSD-AC  
47 – Simone Tebet – PMDB-MS  
48 – Tasso Jereissati – PSDB-CE  
49 – Telmário Mota – PDT-RR  
50 – Valdir Raupp – PMDB-RO  
51 – Vicentinho Alves – PR-TO  
52 – Waldemir Moka – PMDB-MS  
53 – Wellington Fagundes – PR-MT  
OBS: O presidente do Senado, Renan Calheiros, se absteve de votar.

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BREVES OPINIÕES SOBRE A ‘DEMOCRÁTICA’ DECISÃO DO STF EM AUXILIAR RENAN PARA CONTINUAR A DESCONSTRUÇÃO DO BRASIL

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Aqui apresentamos algumas opiniões de personagens envolvidos na produção da democracia no Brasil que hoje se encontra obstruída pela força deletéria dos golpistas que se irmanaram nos três poderes-hegelianos (os poderes que nascem da abstração-subjetiva negando a objetividade viva do povo) para satisfazerem seus interesses mórbidos – frustrações – de destruição dos direitos coletivos.

            Como não poderia ser diferente, a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em apoiar Renan para que ele permaneça na presidência do Senado, mas sem poder ocupar o cargo de presidente da República, como se Temer fosse ser deposto antes da saída de Renan do cargo em fevereiro, levou várias personagens se manifestarem contestando tal decisão. Em síntese, para todos foi uma afronta cruel contra a democracia.

       Foi uma afronta imoral, não aceitável em um mundo humano, sem ser demasiado humano, pois é deste que sai a afronta, mas não é contra a democracia, já que a democracia não é um objeto, uma forma concreta, uma objetividade-fixa, algo que se possa atingir diretamente. A democracia é um processual, a vontade de potência, a virtú, o movimento real, o devir-contínuo que se move intensivamente como mutatio-renovatio como práxis e poieses. Portanto, nada imóvel, nada objetivo. Por essa ação constituinte não pode ser afrontada pelos golpistas que objetividades degeneradas, como poderia afirmar o filósofo Nietzsche.

     Vamos às opiniões.

     Sociólogo, Roberto Amaral – “O STF, outrora o guardião da Constituição, é o primeiro a ofendê-la”.

     Jornalista, Tereza Cruvinel – “STF salva Renan e completa-se bananal”.

     Jornalista, Marcelo Zero – “STF votou pelo fim da democracia”.

     Ministro do STF, Marco Aurélio – “Eu penso que nós poderíamos ter avançado como eu disse no voto no dia de ontem e que acabamos por endossar um verdadeiro deboche institucional. Isso está no voto, e ao partirmos para o famoso jeitinho brasileiro com a decisão, o Supremo saiu, ao meu ver, como instituição, última trincheira da cidadania, desgastado”.

    Economista, Ciro Gomes – “O Supremo se dobrou a Renan. Se achou uma saída vergonhosa. O episódio introduz a última variável de insegurança na crise: não contar com um judiciário firme. Estamos em estado de anarquia”.

   Jornalista, Luiz Nassif – “Como o Supremo conseguiu esquecer que uma ordem sua foi desrespeitada e manteve Renan Calheiros no cargo de presidente do Senado?

  Senadores – “Decisão do STF é acordão vergonhoso para votarem a PEC 55; não foi o Renan que ganhou”.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Quer linha de corte? Este é esquizo. Acesse:

CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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