Archive for the 'Brasil Atual' Category

DESGOVERNO TEMER TREME COM GREVE DE CAMINHONEIROS QUE VEEM A PONTE PARA O FUTURO LEVAR A LULA DE NOVO COM A FORÇA DO POVO

Ricardo Stuckert

Produção Afinsophia

Os golpistas quando derrubaram a presidente Dilma Rousseff eleita com mais de 54 milhões de votos prometiam o paraíso para os brasileiros. Uma ponte levaria os levaria ao futuro. Como o futuro de gente que não é vanguarda é a eterna repetição do velho, do conservador, da inércia, da superstição, Temer e o pessoal da Lava Jato, na pessoa do seu juiz parcial Moro, estão, já a algum tempo a ver que este Maio de 2018 está se movendo para aprontar mais uma.

Claro, que este maio de 2018 não é como aquele Maio de 1968 nas ruas de Paris. E nem temos, nestes idos, apesar de muitos estudantes terem tido acesso às faculdades e Universidades nos governos populares de Lula e Dilma aquela subjetividade de revolta que moveu a estudantada parisiense. Lá, parecia que tudo estava tranquilo, mas não estava. Os estudantes se incomodaram com o que o sistema educacional apresentava. Na Universidade de Nanterre eles resolveram se manifestar. Manifestar contra a violência da guerra do Vietnã, por exemplo. Se manifestar contra o conservadorismo da sociedade capitalista dominada já pelos Estados Unidos. Se manifestar contra as leis trabalhistas que já escravizavam a classe trabalhadora. E os estudantes foram ganhando adeptos, foi se espalhando e depois não teve mais quem segurasse a turma do é proibido proibir.

No Brasil dos golpistas temos tudo para uma grande reação popular. Só que passada a ditadura convivemos com a democracia que parecia duradoura. Lula ganhou duas eleições, fez ótimo governo. Dilma ganhou duas eleições, fez um primeiro mandato muito bom, mas no segundo, os golpistas inviabilizaram a continuidade do mesmo derrubando-a. 

Não percebemos que os golpistas do Norte planejaram e derrubaram governos em Honduras e no Paraguai. Como não era conosco, só os democratas questionaram e defenderam Lugo e o presidente de Honduras que foi até sequestrado. Depois, fomos nós que enfrentamos duro golpe de Estado.

Os que na época levantavam bandeira contra a Dilma, queimavam bandeiras do PT, hoje, estão vendo que o chicote que bate em Chico bate em Francisco também. Só que o papa é diferente, ele bate também. Carteiros e caminhoneiros foram duas categorias raivosas contra Dilma. Fizeram manifestações, ajudaram derrubar a presidente. Ainda hoje, tem caminhoneiro ressentido contra o governo popular de Lula e Dilma.

A greve dos caminhoneiros deve ser analisada de várias formas. São os caminhoneiros mesmo que estão por trás da greve. Não são os empresários, presidentes de Associação, aqueles que querem manter monopólios que estão promovendo essas paralisações?

Uma coisa é certa, o desabastecimento de combustível já atinge várias cidades, assim como o abastecimento de alimentos. Aeroportos e ônibus deixarão de circular em São Paulo e noutras capitais. Voos são cancelados e alguém vai ter que apagar a última luz do aeroporto.

Os responsáveis por tudo isso chamam-se golpistas: Michel Temer e todos seus dublês de ministros, Rede Globo de Televisão, Folha de São Paulo, Estadão, Uol, Revista Veja, Época, Isto é, Tv Bandeirantes e correlatas, Lava Jato, Sérgio Moro, Dallagnol, STF, TRF-4, e o presidente da Petrobras, Raimundo Parente, que numa administração desastrosa, num desgoverno fará os golpistas cairem, todos e darão oportunidade para que, com muita dificuldade, nosso país volte à democracia e retomada do desenvolvimento com a eleição do mais querido e popular, o maior presidente que o Brasil já teve, Luis Inácio Lula da Silva.

 

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IMPEDIR LULA NA ELEIÇÃO É USURPAR O DIREITO DE MAIS 30% DA POPULAÇÃO, DIZ HADDAD

Ex-prefeito coordena plano de governo de Lula e nesta sexta-feira deu mais detalhes sobre esse trabalho. Senadora Gleisi afirmou que nome de candidato a vice pode surgir de aliança com partidos.
por Redação RBA
A soberania do voto popular está em jogo com a prisão de Lula, disse o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad no início da noite desta sexta-feira (18). “Mais de 30% da população quer votar no presidente Lula e pode ter esse direito usurpado, como já teve outros direitos usurpados ao longo dos últimos três anos. Temos de evitar mais uma usurpação, mais um tapetão”, afirmou ao defender o direito de Lula participar das eleições. Haddad argumentou com base nas pesquisas eleitorais, que apontam Lula em primeiro lugar. A mais recente delas, da CNT/MDA, confere 32,4% ao ex-presidente, superando de longe todos os concorrentes.

ATAQUES A DIREITOS HUMANOS É TENTATIVA DE MANTER PACTO COLONIAL, DIZEM EX MINISTROS

Universidade Federal do Paraná reúne ex-ministros de áreas sociais dos governos Lula e Dilma para debater retrocessos sociais cometidos pelo governo golpista de Michel Temer
por Gibran Mendes 

Porem.net – História, avanços e retrocessos no Brasil e no mundo foram temas do debate sobre a desconstrução dos direitos humanos, realizado na Universidade Federal do Paraná (UFPR), na noite de sexta-feira (18), que contou com a presença dos ex-ministros Paulo Vannuchi e Nilma Lino Gomes.

Nilma, que foi ministra da Igualdade Racial e Direitos Humanos de Dilma Rousseff, avalia que os ataques aos direitos humanos ocorrem não apenas no Brasil, sendo uma onda internacional. “Principalmente em países latino-americanos e africanos”, exemplificou.

Segundo ela, nestas nações há uma tentativa de manutenção de determinado status quo. “Existem forças colonizadoras dominantes que nunca aceitaram sair deste lugar, sempre tentaram manter um laço colonial, mas hoje um laço colonial do século 21”, afirmou.

Estes ataques, embora tenham crescido no Brasil após o golpe de 2016, já existiam, ou ao menos ocorreram tentativas, conforme lembra a ex-ministra. “Também vivemos tensões durante todo o tempo em que estive no ministério. Existia muita pressão de setores conservadores e fundamentalistas para não aprofundarmos pautas como questões quilombolas, raciais, LGBTI, entre tantas outras”, recordou.

Os avanços obtidos ao longo dos últimos anos, segundo ela, são frutos de ações de um governo “democrático e popular”. “Estes temas são considerados questões sociais que demandavam resposta do estado, tornavam-se temas propositivos. Hoje estas pautas são vistas como entraves”, disse a ex-ministra.

Embora ações de desconstrução dos direitos humanos sejam políticas de governo, de um projeto de Estado, elas igualmente encontram apoio em setores da sociedade, como explica Nilma. “Quando esta leitura conservadora é implantada, estas análises que demonizam os direitos humanos encontram eco em uma parcela da sociedade, em setores da classe média, na elite e inclusive em alguns setores populares”, lamentou.

O retorno do Brasil ao Mapa da Fome, a aprovação da “Reforma” Trabalhista, que fragiliza ainda mais as relações de trabalho e atinge diretamente mulheres e jovens, a PEC do Teto de Gastos Públicos e a própria intervenção militar no Rio de Janeiro, são golpes nos direitos humanos, avalia a ex-ministra.

No caso da presença do Exército nas ruas da capital fluminense, especialmente, Nilma avalia os reflexos sociais. “Não é apenas o direito de ir e vir, mas o reforço da ideia de que os sujeitos considerados suspeitos são os que estão nas vilas e favelas onde o Exército está. Quando se faz isso, reforça-se a ideia de que esses sujeitos são considerados ‘suspeitos número um’ e eles devem ser exterminados”, exemplificou.

Assassinatos de lideranças como a (vereadora) Marielle (Franco, do Psol-RJ, assassinada em 14 de março), segundo a ex-ministra, são reflexos destas políticas e também são um recado. “É uma mensagem para quem luta pelos direitos humanos. Esta mensagem está sendo transmitida das formas mais diversas para nós neste momento. É uma mensagem de morte”, completou.

Modelo em xeque

O ex-ministro dos Direitos Humanos de Lula, Paulo Vannuchi, por sua vez, recordou as lutas que envolvem o tema ao longo da história. Desde Zumbi dos Palmares, passando pela resistência contra a ditadura e o movimento pelas Diretas Já, lembrando também a morte da vereadora carioca.

Vannuchi também citou o movimento estudantil durante a ditadura civil-militar, do qual identificou José Dirceu como uma das principais lideranças. O ex-ministro recordou, no momento do debate, que Dirceu poderia estar a caminho de Curitiba, um dos possíveis locais de sua detenção. “Foi condenado a 30 anos de prisão, pena que nenhum serial killer teve no Brasil, nenhum torturador do DOI-CODI que violentou mulheres. Aliás, o discurso para o prender foi de ‘para não favorecer a impunidade’. Mas vem, coincidentemente, de quem sempre se opôs à punição destes torturadores.”

O ex-ministro também analisou os avanços dos direitos humanos ao longo dos últimos governos desde a redemocratização e aproveitou para comentar a afirmação de que “não há liberdade sem igualdade e não há igualdade sem liberdade”.

Segundo Vannuchi, é impossível uma sociedade com liberdade, igualdade e fraternidade em um modelo capitalista. “Caso teu tenha uma empregada e entregue para ela metade do meu salário, ainda assim não seremos iguais. Eu serei patrão. Uma sociedade assim só poderá ser construída desde que deixe de existir a exploração da força de trabalho de um ser humano por outro”, concluiu.

EFEITO DO GOLPE, MORTALIDADE INFANTIL CRESCE, DEPOIS DE 15 ANOS DE REDUÇÃO

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Em 2016, “óbitos evitáveis” de crianças de um a cinco anos de idade aumentou em 11%. “A retirada de programas específicos impacta no aumento da mortalidade”, afirma gerente-executiva da Fundação Abrinq

por Luciano Velleda, da RBA

Um enorme esforço do governo federal e da sociedade civil durante 15 anos para diminuir as taxas de mortalidade de bebês e crianças começa agora a ser desfeito, às custas do argumento do ajuste fiscal promovido pelo governo de Michel Temer. Depois de mais de uma década com quedas consecutivas, a taxa de mortalidade na infância (proporção de óbitos de menores de cinco anos para cada mil nascidos vivos) subiu 11% em 2016, em comparação com o ano anterior.

Os dados foram tabulados pela Fundação Abrinq, a partir de informações do Ministério da Saúde/DataSUS, IBGE e outras fontes oficiais. Seguindo as metas dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) definidas pela Organização das Nações Unidas (ONU), a mortalidade na infância caiu de 30,1/para cada mil nascidos vivos, no ano 2000, para 14,3, em 2015.

“O enfrentamento foi significativo e o Brasil se tornou referência. As taxas vinham decrescendo, com exceção à mortalidade materna, com taxas ainda distantes (em relação aos ODS). A partir de 2015 há um declínio nas taxas de redução e, em 2016, uma tendência de crescimento, uma sinalização concreta de que estamos quebrando esse padrão de declínio com a perspectiva de aumento”, diz a gerente-executiva da Fundação Abrinq, Denise Cesário.

Ela explica que o Brasil tem uma série de programas específicos para enfrentar a mortalidade na infância, e que o aumento agora constatado está relacionado aos cortes nos programas sociais feitos pelo governo Temer, aliado ao não prosseguimento de outras ações que se relacionam com o bem-estar da criança. Entre os programas que sofreram cortes, Denise Cesário destaca o Rede Cegonha, o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) – que garante acesso à alimentação saudável de crianças pobres na pré-escola –, o Mais Médicos, o Bolsa Família, e a situação de quase extinção do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).

“A gente percebe que a redução do investimento e a retirada de programas específicos, acaba impactando no aumento da mortalidade infantil e da mortalidade na infância”, afirma a gerente-executiva da Fundação Abrinq. “Isso indica que as famílias mais pobres são aquelas mais impactadas com a falta de investimentos em políticas sociais. Percebemos rapidamente o impacto destes indicadores em quem precisa do serviço básico de saúde, em quem precisa de uma série de programas e suporte para alimentação.”

Denise Cesário explica que tais mortes estão relacionadas com cuidados no pré-natal, com a gestante e o bebê após o nascimento, destacando que os primeiros mil dias de vida (cerca de três anos) são considerados vitais para o desenvolvimento da criança. Entre os cuidados fundamentais está o próprio momento do parto, que deve ser de preferência normal, o período do aleitamento materno de no mínimo seis meses, o início da alimentação e a atenção ao calendário de vacinas.

“Precisamos estar atentos até os cinco anos (de idade) para que não ocorra a mortalidade na infância. Se tivermos toda essa atenção, vamos garantir o desenvolvimento”, afirma. A gerente-executiva da Fundação Abrinq pondera que os dados de 2016 mostram um pequeno declínio na taxa de óbito até um mês de vida. O aumento dos “óbitos evitáveis” (aqueles que poderiam mais facilmente não acontecer) acontece em bebês de um mês até um ano de vida (mortalidade infantil), e entre um e cinco anos de idade (mortalidade na infância).

Entre os óbitos evitáveis, Denise Cesário cita o retorno de problemas que já haviam sido bem enfrentados pelo governo federal, como as mortes causadas por questões gastrointestinais, como diarreia, algo muitas vezes ligado ao saneamento básico e a qualidade da água usada para consumo humano.

A gerente-executiva da Fundação Abrinq ainda enfatiza os efeitos nocivos da Emenda Constitucional 95, que congela por 20 anos o orçamento do governo federal. “Tem impacto considerável, são questões bastante preocupantes. Sabemos que na crise o primeiro corte é na área social e quem mais sofre é a população mais vulnerável”, afirma.

Austeridade fiscal

As escolhas políticas de Temer para enfrentar a crise econômica do país são duramente criticadas por Tereza Campello, economista e ex-ministra de Desenvolvimento Social e Combate à Fome do governo de Dilma Rousseff.

Sem meias palavras, ela define como “burra” a opção de cortar o investimento social no curto prazo e não levar em conta, a médio e longo prazo, o aumento do gasto na rede pública de saúde. “Custa menos você prevenir a desnutrição e a diarreia, do que tratar uma criança hospitalizada num leito de UTI. Então não é uma opção fiscal inteligente, racional, é ineficaz do ponto de vista da austeridade fiscal”, afirma Tereza Campello.

Enquanto cortava nos programas sociais, a ex-ministra lembra que o governo Temer privilegiou o parcelamento e descontos de até 90% para micro e pequenos empresários em dívida com a União, por meio do Programa Especial de Regularização Tributária das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Refis). Escolha semelhante também foi feita com relação às dívidas de fazendeiros, atendendo demanda da bancada ruralista em detrimento do investimento em programas sociais. “Além de uma grande injustiça, é uma burrice fiscal”, critica a ex-ministra.

Tereza diz que o país hoje assiste a volta de doenças que estavam controladas, como sarampo, sífilis, tuberculose e hanseníase. “O Brasil era pioneiro na redução de doenças como tuberculose e hanseníase, que agora voltam a crescer junto com a mortalidade infantil.” Ela vincula o retorno da diarreia e da desnutrição à renda da população, além de relacionar o aumento de doenças respiratórias com o fim da Farmácia Popular.

“É um escândalo. Fecharam a Farmácia Popular, que distribuía de graça remédio pra asma! Isto vai ter impacto nas doenças respiratórias, como pneumonia e infectorespiratórias. Então essa família pobre, precarizada com o desemprego, precarizada com a reforma trabalhista, fica sem o remédio da asma. Você acaba com a Farmácia Popular e agora vai aumentar a hospitalização de criança com pneumonia. O impacto a médio e longo prazo é muito alto. Mesmo do ponto de vista fiscal, essa escolha é burra”, critica a economista.

Conhecer os acertos

A ex-ministra de Desenvolvimento Social e Combate à Fome propõe que, neste momento de crescimento da mortalidade na infância, se reflita sobre os motivos pelos quais tais mortes vinham diminuindo na última década, de forma permanente e sistemática. Neste sentido, avalia que a principal razão não havia sido apenas a expansão da rede de cuidados médicos, mas sim o aumento da renda da população, com impacto direto na redução da mortalidade causada por doenças evitáveis, como desnutrição, e outras decorrentes da diminuição da imunidade, como diarreia.

“O aumento da crise e do desemprego tinha que ser acompanhado do aumento da rede de proteção, e isto não aconteceu. Este é o problema”, analisa. Segundo Tereza Campello, não basta justificar os cortes sociais como efeitos da crise. Para ela, o governo de Michel Temer abandonou a rede de proteção que daria apoio durante a dificuldade econômica. “É justamente no momento de crise que o Estado deve dar suporte, deve garantir a alimentação escolar melhor, já que ela não vai comer em casa”, avalia, fazendo referência aos cortes no Pnae) e o “fim” do PAA.

“O que ficou do PAA são coisas que tinham obrigações geradas e ficaram sendo pagas. O programa chegou a ter um bilhão de reais e hoje tem alguns poucos milhões, foi completamente desconstituído, e era um programa que distribuía alimentos para populações vulneráveis. Há um conjunto de políticas que deixou de garantir o suporte para o aumento do desemprego e o aumento da vulnerabilidade da população”, afirma a ex-ministra, em sintonia com o diagnóstico da gerente-executiva da Fundação Abrinq.

 “O estancamento do processo de suporte da população mais vulnerável, mais a precarização do trabalho, mais o aumento do desemprego, isto impacta diretamente no público mais frágil, que são as crianças. A gente já sabia que a pobreza no Brasil era mais severa entre as crianças, por isso tínhamos todo um conjunto de políticas protegendo as crianças, e que deixou de existir”, lamenta Tereza Campello.

Apesar da revolta com o aumento das taxas de mortalidade infantil e na infância, a ex-ministra pondera que o país hoje conhece os caminhos para enfrentar o problema, uma experiência acumulada na gestão pública, em parceria com a sociedade civil, ao longo de muitos anos. Com otimismo, ela acredita que, quando houver um ambiente político mais favorável, o Brasil poderá retomar o caminho das políticas para crianças que vinham sendo desenvolvidas até o impeachment de Dilma Rousseff.

PRIMEIRO DE MAIO AO VIVO

COMO SERÁ O PRIMEIRO DE MAIO, NA REPÚBLICA, EM SÃO PAULO E PELO BRASIL

1 de Maio em SP

CUT, CTB e Intersindical promovem manifestação no centro da cidade, acompanhada de apresentações musicais. Rio tem ato na Praça XV. Em Brasília, entre Torre de TV e Funarte.

por Redação RBA

Com organização da CUT, CTB e Intersindical, a manifestação do Dia do Trabalhador em São Paulo será na Praça da República, a partir do meio-dia. Movimentos sociais que compõem as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo participam do ato, que terá como mote a defesa dos direitos atacados pela “reforma” trabalhista e da democracia, pela liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e por seu direito a disputar a presidência da República.

A bandeira da revogação da nova legislação, e de outras medidas como a emenda constitucional do congelamento de gastos sociais, moverá o movimento sindical nas eleições deste ano.

O 1º de Maio da Praça da República terá também apresentações de artistas, como a banda Liniker e os Caramelows, que mescla black music, a rapper Preta Rara, a sambista Leci Brandão, o grupo Mistura Popular, o compositor de sambas enredo André Ricardo, e os cantores e intérpretes, Grazzi Brasil e Celsinho Mody, destaques do carnaval em 2018 pela escola de samba Paraíso do Tuiuti.

Mesmo muita gente e entidades organizando excursões para principal manifestação do dia, em Curitiba, onde as sete maiores centrais sindicais farão uma inédita manifestação conjunta, o 1º de Maio tem atos programados em todo o país com a mesma temática.

Ainda em São Paulo, em Osasco, a partir das 8h, tem início a tradicional corrida e caminhada dos trabalhadores e trabalhadoras, em frente à sede da prefeitura. Em Campinas, a partir das 9h, tem início concentração no Largo do Pará, no centro, de onde sairá caminhada até a Catedral, na Praça José Bonifácio, onde ocorrerá ato unificado. Em Araraquara, às 14h, tem início apresentações culturais e ato político na Praça Scalamandré Sobrinho, no bairro Vila Ferroviária. 

Em São Bernardo do Campo, metalúrgicos realizam manifestação na Praça da Matriz a partir das 10h. À tarde se juntam com bancários, químicos, professores, estudantes, petroleiros e diversas outras categorias e movimentos sociais na Praça da República.

A capital paulista tem ainda ato da Força Sindical na Praça Campo de Bagatelle, na zona norte, das 9h às 15h.

Pelo país

No Rio de Janeiro (RJ), às 14h, tem início a concentração na Praça XV (próximo à Rua do Mercado). Haverá um esquete com o grupo Emergência Teatral. Em seguida, começa a batucada com o Bloco da Democracia e caminhada pelo Boulevard Olímpico até a Praça Mauá. Em Vitória, haverá ato na Praça Costa Pereira, das 9h às 13h. 

Minas Gerais terá evento do 1º de Maio em Belo Horizonte (MG), das 8h às 11h, na Escola Municipal Pedro Guerra, na Rua João Ferreira da Silva, 230. Em Contagem, a partir das 7h30, manifestação na Praça da Cemig, Cidade Industrial, seguida da 42ª Missa do Trabalhador.

Em Maceió, a partir das 8h30, no Posto 7, na Jatiúca, tem início o ato com a participação da CUT, frentes Brasil Popular e Povo sem Medo e as centrais sindicais CSP, Conlutas, Nova Central e CTB. Em Macapá, às 9h, será realizada vigília na sede da CUT, Avenida  Manoel da Nóbrega,537 , bairro Laguinho. Em Manaus, a partir das 15h, tem início o ato na esquina da Sete de Setembro com Avenida Eduardo Ribeiro.

A Bahia terá ato unificado em Salvador, a partir das 13h, na Barra, com uma série de serviços gratuitos, como retirada de carteira de trabalho, orientações jurídicas, atendimento à saúde da mulher, entre outras ações. Em Feira de Santana (BA), das 8h às 16h, será realizada missa em memória à vereadora Marielle Franco, e ato por Lula Livre, com atrações musicais. Em Santo Antônio de Jesus, a partir das 8h, terá caminhada nos bairros e palestra sobre a reforma Trabalhista, sindicalismo e o golpe de 2016. Em Santo Estevão, às 9h, será celebrado um ato ecumênico. Em Canavieiras, às 8h, está agendado um café da manhã com trabalhadores na nova sede do Sindicato. Em Conceição de Feira, a partir das 8h, tem missa campal seguida pelo ato Lula Livre.

Em Fortaleza, a partir das 15h começa o ato público que reunirá as frentes Brasil Popular e Povo sem Medo, CUT, CTB e Intersindical no Centro Poliesportivo de Parangaba, na Avenida General Osório de Paiva, Bairro Parangaba. No mesmo local, às 9h, tem o lançamento estadual do Congresso do Povo – pela revogação das medidas do governo Temer, em defesa da soberania nacional e contra o fascismo. Em Iracema, às 7h, tem início a Carreata dos Trabalhadores, que começa na Praça Casimiro Costa (Praça da Mangueira). Ainda no Ceará, ato unificado do Vale do Jaguaribe, acontece às 10h, em Tabuleiro do Norte. E em Caucaia, o 2º Acampamento Estadual do Levante Popular da Juventude encerra sua programação também no 1º de Maio.

Em Brasília, a partir das 9h, a concentração será no estacionamento entre a Funarte a Torre de TV. Haverá debate político com as Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo e CUT, além de apresentações culturais e atividades para as crianças, com o samba da Tapera.

Em Goiânia, às 14h, as atividades começam na Praça Universitária com apresentação da banda Sã Consciência, além de rodas de conversa, oficina e exibição de curtas-metragens, com curadoria de Benedito Ferreira. Às 15h, tem Diego Mascate, seguido por Mundhumano, Cocada Coral, Terra Cabula e Maíra Lemos.

Em Campo Grande, os atos começam no dia 30 (segunda-feira), com om a Noite Cultural do Trabalhador, a partir das 18h, na Esplanada Ferroviária, sob a organização da CUT, UGT, Nova Central, CTB, Fórum dos Servidores Públicos Estaduais do MS. No dia 1º, a partir das 7h, o ato será na Associação Colônia Paraguaia, R. Ana Luísa de Souza, 610, no Bairro Pioneiros. Das 8h às 13h, haverá atos esportivos e políticos no Pagode dos Bancários, no Clube de Campo dos Bancários. Às 11h, organizado pelo PCdoB, haverá a “Feijoada do Trabalhador”, no Bar da Valu. Às 17h, tem início a manifestação por Lula Inocente, na esquina da Afonso Pena com 14 de Julho.

Ainda em Mato Grosso, em Corumbá, a partir das 9h30, ato internacional do Dia do Trabalhador será realizado na Fronteira Brasil-Bolívia, organizado pela CUT e Central Obrera Boliviana. Em Dourados, às 16h, ato no Parque Rego D’água Jardim Água Boa.

Em Belém, às 9h, haverá ato na Praça da República. O Pará tem programações também nas cidades de Abaeté, Altamira, Barcarena, Cametá e Igarapé Miri.

Em João Pessoa (PB), os atos acontecem desde esta sexta-feira (27), com o café da manhã dos trabalhadores na Federação dos Trabalhadores na Agricultura, seguida de caminhada até a Superintendência Regional do Trabalho e ato público no Pavilhão do Chá. Em Recife, a partir das 8h30, começa o 1º de Maio na Praça do Derby.

Em Porto Alegre (RS), às 10h, o ato será no Parque da Redenção e começa com apresentações de Nei Lisboa, Raul Ellwanger, Grupo Unamérica e outros artistas.

NO ABC, PRIMEIRO DE MAIO COMEÇA COM PROCISSÃO E MISSA

Metalúrgicos farão ato por democracia e por Lula, e depois seguirão para São Paulo e Curitiba

por Redação RBA 

Na região do ABC paulista, o Sindicato dos Metalúrgicos também fará um ato por democracia e pela liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que permaneceu três dias na sede da entidade, em São Bernardo do Campo, até rumar para a Polícia Federal, no dia 7. Com uma concentração a partir das 7h, os metalúrgicos farão procissão em homenagem a São José Operário, padroeiro dos trabalhadores, em direção à Igreja Matriz, na região central, onde às 9h será celebrada a Missa do Trabalhador. Segundo a Diocese, haverá coleta de alimentos para famílias de desempregados.

Tanto a praça como a igreja são locais conhecidos dos metalúrgicos. Na greve de 1980, por exemplo, eles fizeram assembleia na própria Matriz, como no próprio 1º de Maio. De lá, a multidão saiu em passeata até o estádio de Vila Euclides. Vários diretores do sindicato, entre eles Lula, estavam presos. A paralisação durou 41 dias.

“A igreja é também um espaço de luta. A missa é um momento de reflexão para os metalúrgicos sobre sua condição enquanto trabalhador e ser humano em busca da superar a opressão”, diz o secretário-geral do sindicato, Aroaldo de Oliveira. Depois da missa, haverá um ato inter-religioso na Praça da Matriz, em frente à igreja, com apresentações artísticas e culturais.

Os metalúrgicos participarão ainda de atos de 1º de Maio na Praça da República em São Paulo, e em Curitiba, onde haverá manifestação unificada de centrais sindicais. “A luta é pelos direitos e pela garantia de um país democrático para nós e nossos filhos. Faremos do 1º de maio um ato político e de fé na democracia e na liberdade”, acrescenta o presidente do sindicato, Wagner Santana, o Wagnão.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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