Archive for the 'Amazonas' Category

LULA, DILMA, ARTISTAS E O POVO FESTEJAM A INUNDAÇÃO DO SERTÃO NORDESTINO

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O Sertão nordestino está em festa. Nunca deixaremos de cantar essa conquista que é a chegada da água no Sertão do Ceará, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte.

A classe dominante e a seca  foram muito severos com o nordestino. Esse povo comeu o pão que essa elite e os coronéis amassaram. É um povo de retirantes como muito bem cantou João Cabral de Melo Neto no poema Morte e Vida Severina.

A seca expulsou nordestinos para o Sul e para o Norte. No Amazonas tornaram-se soldados da borracha. Para cá vieram levas deles para trabalhar na exploração do látex que promovia o boom da economia no Amazonas. Dessa época, fruto do suor desses trabalhadores foram construídos prédios como o Teatro Amazonas, Palácio da Justiça, Palácio Rio Negro, símbolos da burguesia predadora amazonense. Nos panteões desses monumentos não aparece nenhum nome desses soldados da borracha, desses trabalhadores, trabalhadoras. Só constam nomes dos governantes.

“Setembro passou/ Oitubro já veio/ Já estamos em Novembro/ Meu Deus que a de nós/ Assim fala o povo/ Do seco Nordeste/ Com medo da peste/ Da fome feroz” mandou ver o poeta da roça, Patativa do Assaré.

O eu lírico cantante interrogava, questionava a seca, o medo e a fome. Meu Deus o que a de nós?

As quatro estações que no Sul do Brasil são todas definidas, no Sertão só é Sol e verão. E tem eleições e só os coronéis, classe dominante as ganham e o povo a morrer, tísico, como retirante vai pro Sul, Centro Oeste tornar-se Candango.  Constrói Brasília.

Sempre explorado em todas as partes e a Literatura e as demais artes como o Cinema mostrando o Cangaço, Lampião e Maria Bonita, Padre Cícero e o Juazeiro do Norte, a forma de mistificação e religiosidade usada para cultivar a dominação como se vê em Antônio Conselheiro, Canudos, Os Sertões de Euclides da Cunha, Geografia da Fome de Josué de Castro.

Não podemos esquecer o alagoano, autor de Memórias do Cárcere, Vidas Secas, Angústia, São Bernardo, Graciliano Ramos. E cabe aqui citarmos um trecho de sua obra Vidas Secas intitulado Festa. É uma família que morava no Sertão e um dia foram participar de uma festa religiosa na cidade. As crianças nunca tinham ido à cidade. Quando lá estão a chegar deparam-se com coisas e objetos que nunca tinham visto e não sabiam seus nomes. Ficaram maravilhadas. Será que tudo aquilo tinha nome? Os homens tinha capacidade de memorizar tantos nomes?

É dessa forma que hoje estamos a ver no nordeste do Brasil,  todo mundo maravilhado com a chegada da água da transposição do rio São Francisco feita por Luís Inácio Lula da Silva, Dilma Vana Rousseff e por milhares de trabalhadores que devem ter seus nomes gravados e mencionados nos panteões de concreto dos aquedutos, reservatórios e nos eixos de distribuição. A água eles não conheciam na quantidade e volume que chega hoje. Só ouviam falar, era rara, escassa. Era racionada. Ninguém pulava na água. Hoje, tem peixe e pescadores. Hoje, onde ela chega é motivo de festa e festa porque ela foi idealizada por um grande brasileiro, o maior e melhor presidente do mundo. O turismo e o comércio nas margens dos reservatórios é um sucesso.

Natural de Garanhuns no Sertão de Pernambuco, o maior, pobre, retirante foi pra São Paulo no Pau de Arara e nunca esqueceu os seus concidadãos. Era preciso resolver o problema da seca no Nordeste. Nas duas monarquias que este país teve esse projeto foi pensado. Dom Pedro II e Dom Fernando Henrique Cardoso príncipe sem Trono amigo de um afrodescendente originário de países nórdicos não os concretizaram. Concreto mesmo, só com o nordestino, Doutor Honoris Causa de inúmeras Universidades espalhadas por todo o mundo, Luís Inácio Lula da Silva.Resultado de imagem para imagens de lula e Dilma na transposição do São FranciscoA transposição da água do rio São Francisco para o Sertão de Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte é obra iniciada em 2007 com Luís Inácio Lula da Silva. A ida, outro dia lá, do golpista Temer foi só pra nos fazer rir porque o povo do nordeste, do Brasil e até os minerais sabem, principalmente a água que o idealizador do projeto foi Lula e continuado por Dilma a presidenta que foi eleita com 54.501.118 votos.

Os méritos dessa grande, portentosa  e magnífica obra é dos governos populares de Luís Inácio Lula da Silva, Dilma Vana Rousseff, João Cabral de Melo Neto, Ariano Suassuna, Patativa do Assaré, Belchior, Lampião e Maria Bonita, Zumbi dos Palmares, Graciliano Ramos, Lourival Holanda, Glauber Rocha, João Guimarães Rosa, Manuel Bandeira, todos, todos que trataram sobre as mazelas e misérias do nordeste e especialmente é obra do Povo, dos verdadeiros democratas sem demo do Brasil.

 

LULA É A TRAVESSIA PARA O MAR POR SER TÃO BRASILEIRO E ESTADISTA

Nosso país possui hoje mais de 13 milhões de trabalhadores desempregados. Há fome e muitos brasileiros e brasileiras passando necessidade.

Lula e Dilma são responsáveis por isso?

Não. Os responsáveis por isso nominamos. Aécio Never, o mineirinho que não aceitou a derrota. A presidenta Dilma foi eleita democraticamente com 54.501.118 votos. Michel Temer que através do PMDB organizou toda uma estrutura de arrecadação financeira ilícita para compor um congresso que impedisse aprovação de qualquer projeto da presidenta eleita. Pelas delações da Odebrecht aparecem 140 deputados compráveis. Mas são mais de 300 picaretas. Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados, preso, hoje em Curitiba aceitou o golpe das alcunhadas pedaladas fiscais. Os ministros do STF nenhum, mesmo o Supremo provocado, não se posicionaram como ministros, contra o medonho. Por sinal o presidente do STF compôs a ópera que derrubou a presidenta dos 54.501.116 votos. Todos os deputados e senadores que votaram a favor do golpe, todos os coxinhas, todos os paneleiros e paneleiras, Rede Globo de Televisão,  Folha de São Paulo, Estadão, Valor, Época, Quanto é?, empresários, e afins, mais Sérgio Moro, todos os procuradores de Xarope Dallagnol e parte de delegados da Polícia Federal são responsáveis pelas dificuldades, desemprego, fome,  mazelas, quebra da engenharia nacional, da Odebrecht e de outras grandes empreiteiras que nosso país enfrenta.

Era para estarmos vivendo essa situação?

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Não. Os dois mandados de Lula tiraram o Brasil da miséria, a fome foi erradicada e o governo desenvolveu inúmeras políticas sociais nunca dantes vista neste país. Lula investiu em saúde, educação, ciência, tecnologia. No Amazonas temos muita água doce. Grande parte de seus moradores vivem nas várzeas e interiores longe da sede de seus municípios. Lula e Dilma trouxeram o Luz para Todos. E o Luz para todos está em todo o Brasil. Uma outra grande obra que a mídia golpista não divulga mais está causando uma grande alegria a todos os brasileiros é a transposição das águas do rio São Francisco pelo sertão nordestino. Nunca, nunca um representante da classe rica pensou nisso. Mas nossos literatos, cantores, repentistas cantaram como no vídeo abaixo: “o sertão vai virar mar e o mar vai virar sertão”, que rendeu ao nosso cinegrafista da Esquerda Valente, um “Valeu Lula, Dilma, obrigado governo do PT.

Dilma ganhou a eleição com 54.501.118. O capitalismo predador com seus deputados, senadores, parte do judiciário, meios de comunicação golpistas, empresários, preconceituosos vendidos ao sistema capitalístico internacional golpearam nossa democracia impondo o desemprego, a fome e a miséria. E não venham dizer que vocês, lambaios do grande capital internacional não são responsáveis. Quando a democracia for reconstituída não haverá prisão que suporte tantos ladrões.

E 2017, 2018?

É uma travessia. Lula é uma subjetividade, um devir. É Translulação. Dia 03 de maio, Sérgio Moro vai ver o que é isso. Quer porque quer, com aquela sua voz afásica interpelar o maior presidente do mundo. Mesmo já tendo sido inocentado por todas as testemunhas no caso do Triplex. Curitiba terá o maior comício do mundo. Se levado para depor na marra, de São Bernardo para Congonhas, em Sampa, sem o povo saber já houve todas aquela solidariedade a Lula, imaginem o melhor presidente do Brasil indo a Curitiba no dia 03 de maio depois do dia lº, dia do Trabalhador que o homenageará em todos os cantos do Brasil.

E depois de 2017 e 2018?

Teremos dificuldades mas as superaremos porque tudo que os golpista fizeram e estão fazendo vai ser revertido. Como tudo foi tramado para derrubar a presidenta eleita com 54.501.118 votos o que eles estão fazendo não tem valor. Quem está investindo dinheiro na compra da Petrobras, em terras, minérios, água, agricultura vai perder tudo. Serão revogadas todas as PECs assassinas, principalmente a da morte. Ninguém mais morrerá no Brasil. Mais muita gente vai se ver com a Justiça.  Até o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes vai perder o cargo porque foi sabatinado na Chalana do Amor. A Papuda vai ser reformada para receber todos os golpistas: Aécio, Temer, Padilha, Jucá, Angorá, Renan, Lobão, Sarney, Aluísio 300, Mabel, Suíno, José Serra, Henrique Alves, Ana Amélia, Omar ó Terra Aziz, Eduardo Acorda Tarde Braga, Anastasia, Agripino Gripado Maia. Todos os deputados e senadores golpistas.

BANDINHA DO OUTRO LADO FAZ FESTA MOSTRANDO QUE É NETA SINGULAR-ORIGINAL DE DIONÍSIO

4360506631_cce515d11b_oEntre os vários vetores fluxos mutantes e quantas desterritorializantes da Associação Filosofia Itinerante (Afin) que agenciam há mais de 14 anos em Manaus produções-moventes como corpos de novas formas de existir, sentir, ver, ouvir e pensar, a Bandinha do Outro Lado é festa singular e original da potência dionisíaca.

p1090569 p1090574 p1090576 p1090577 p1090581 p1090584 p1090589 p1090590 p1090599 p1090600A Bandinha do Outro Lado se imbricou como corpo dionisíaco há nove anos na Rua Jaú do Bairro Novo Aleixo, zona Leste de Manaus. Uma das muitas regiões populacionais desassistidas pelos governos reacionários que se apossaram do estado do Amazonas e da capital Manaus. Na linguagem politicofastra (linguagem do falso político, o tagarela do Legislativo, Executivo e Judiciário, corpos alienados da democracia), é um curral eleitoral onde esses personagens exploradores da miséria do povo, que eles mesmos fomentam, conseguem suas eleições, reeleições constantes.

Desde sua inicial apresentação nas ruas do bairro que a Bandinha do Outro Lado se atualiza como real através das próprias criações das crianças. Suas fantasias são concebidas e elaboradas por elas. Certo que com o auxilio de alguns moradores. Como Dona Antônia, por exemplo.

p1090602 p1090604 p1090609 p1090622 p1090627 p1090640 p1090652Como a Afin é um corpo comunalidade e sua atuação é sempre um processual coletivo, não seria coerente a Bandinha do Outro Lado, como expressão do personagem que forneceu corpos para a emergência do Teatro Grego, a Filosofia e a Política, que os moradores ficassem fora da composição festeira de seus netos.

p1090653 p1090663 p1090665 p1090678Nesse carnaval, que apesar de Temer e seus cúmplices golpistas, a Bandinha do Outro Lado fez sua festa em outra zona abandonada pelos exploradores governantes: Bairro Nova Cidade, que de novo só tem o nome: segue a antiga violência administrativa de outras zonas que não têm seus direitos urbanos garantidos. Fica no extremo de Manaus. Agora, a Bandinha do Outro Lado se apresenta na última rua, número 72, do bairro no limiar da mata, fronteira com um cemitério indígena. Porém, a potência dionisíaca-contínua segue a movimentação intensiva da poieses.

p1090686 p1090690 p1090691 p1090697 p1090702 p1090723 p1090742 p1090749 p1090757 p1090761Aqui a letra desse ano do carnaval da Bandinha do Outro Lado. Carnaval que vibrou por todo Brasil em um uníssimo Fora Temer! Para o bem da Democracia!

     A Bandinha do Outro Lado está na Nova Cidade Ô, Ô,Ô

     Veio lá do Novo Aleixo com sua festa vontade Ô,Ô

     Para fazer o carnaval Dionísio da criança

     Por isso, ninguém vai ficar fora da dança.

     “Corre, corre lambretinha”,” se a canoa não virar”,

     “Eu vou pra Maracangalha” “abre alas que eu quero passar”

     “Viva o Zé Pereira, viva o carnaval,

      Viva o Zé Pereira que a ninguém faz mal”.

     Vejam algumas imagens dionisíacas.

  Vejam um breve vídeo. 

MANAUS: “QUE MORRA”, DISSE EX-PREFEITO AMAZONINO PARA UMA PARAENSE DESABRIGADA PELA CHUVA. COM TUCANO ARTHUR NETO, DESEJO DE AMAZONINO PERMANECE ATUAL

Várias vias ficaram alagadas  (Foto: Divulgação/Manaustrans)

O prefeito tucano de Manaus, Arthur Neto, aquele que ameaçou surrar o presidente Luís Inácio Lula da Silva, das listas de propinas e das campanhas eleitorais milionárias tem o descomando da cidade pela terceira vez.

Nos dois últimos mandatos do prefeito não observamos nenhuma melhoria na infraestrutura  da cidade para beneficiar o povo.

As ruas da cidade se transformaram em grandes buracos; não se construiram creches e nem escolas prometidas em campanha eleitoral.

A insegurança, a violência, o desemprego, rebeliões em penitenciárias e decapitações marcam a vida de familiares e de todos os que não admitem esse fatos como normais.

Por trás de tudo isso há responsabilidades políticas. Os governadores e todos os agentes políticos amazonenses são responsáveis por tudo que os habitantes de Manaus sofrem.

A cada chuva torrencial que cai sobre a cidade a população entra em pânico porque o fenômeno natural provoca deslizamentos e alagações em vários bairros da cidade com famílias de trabalhadores perdendo carros, geladeiras, fogões, colchões, eletrodomésticos fruto de trabalho árduo para perda repentina devido a irresponsabilidade do poder público, neste caso, do prefeito da cidade, que durante a campanha de reeleição se encontrava hospedado num luxuoso hotel desta cidade.

Outro grave problema enfrentado pela população é o péssimo sistema de transporte coletivo da cidade. Não há no Brasil uma cidade que mais tenha convivido com greves no sistema de transporte coletivo do que Manaus. Na última greve os rodoviários desafiaram o Tribunal do Trabalho e a própria prefeitura que pediram para que  greve não fosse deflagrada.

A prefeitura de Manaus é a responsável pelo sistema, mas quem manda é o SINETRAN. Nestes últimos cinco anos da administração do tucano Artur Neto nada foi feito para melhorar o serviço. Não se renovou a frota. Aproveitou as paradas do antigo expresso da administração de Alfredo Nascimento para implantar a linha azul que deu a maior confusão durante a última campanha eleitoral.

O sistema de transporte é subsidiado pelo Governo do Estado e pela prefeitura Manaus. Nestes últimos três anos reajustes  foram concedidos, mas derrubados por decisão judicial. E quanto a justiça impedia esses reajustes, economicamente o Brasil e a população tinha trabalho e salário. Hoje há desemprego e falta de salário. Como se vai pagar uma passagem mais cara se não há dinheiro em poder do povo?

O titular, o tucano Artur Neto neste momento em viagem para a Colômbia onde foi ver o sistema de transporte coletivo de Bogotá que é semelhante ao de Curitiba não está na cidade tratando do reajuste que será concedido por solicitação dos empresários. A população até este momento,  não sabe qual será o valor. Isso tudo, demonstra a fragilidade de uma administração pública comandada por um tucano, cujo partido tem pretensões, sonhos, delírios de dirigir o país. Nessa inconsequente situação o que está combinado com os empresários é que a meia passagem dos estudantes permanecerá R$ 1,50 fato negociado com o prefeito em exercício do PMDB, Marcos Rota.

A viagem do tucano à Colômbia não tem nenhum significado. O único significado é a gastança de dinheiro que uma viagem dessa exige. Passagens, diárias tudo pago com dinheiro do contribuinte.

Como falamos, o sistema de transporte de Bogotá tem semelhanças com o de Curitiba. Os prefeitos anteriores plagiaram Curitiba mas o projeto não deu certo e nunca dará. As ruas de Curitiba tiveram como alargar para que os tubos e as vias comportassem os ônibus. Aqui, executar esse serviço sairá oneroso para o poder público e para a população. Nesse sentido, a vigem do prefeito e de seus convidados é só um jogo de cena, de gastança. Enquanto isso, a cidade vive com as constantes ameaças de paralisações dos rodoviários do sistema de transporte coletivo.

Manaus e seu povo não merecem sofrer. É uma cidade com alta concentração de riqueza que investida em benefício das pessoas não as fariam passar vexames e incertezas.

ANISTIA INTERNACIONAL DIVULGA NOTA CONDENANDO O SISTEMA PRISIONAL DO AMAZONAS, A SUPER POPULAÇÃO E AS PÉSSIMAS CONDIÇÕES DA ANÍSIO JOBIM

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 A rebelião de presos no sistema penitenciário do Amazonas, propriamente em Manaus, que causou a morte de 56 presos de duas facções e mais a fuga de  mais de 100, repercutiu em todo o Brasil e na esfera internacional. O entendimento que tanto a sociedade civil como as autoridades que entendem do tema, foram unânimes em afirmar a mesma causa: o fracasso dos sistema prisional no Amazonas. Que na verdade não trata-se só no Amazonas, mas em todo Brasil.

 Diante da ausência de política presidial, várias entidades que tratam dos direitos humanos se manifestaram contra a situação em que se encontra esse território do Poder Judiciário, onde as pessoas são confinadas sem as garantias que o Estado deve oferecê-las. Conhecendo com profundidade essa cruel realidade, a Anistia Internacional publicou uma nota denunciando o sistema prisional do Estado do Amazonas, as péssimas condições dos presídios e a superlotação do Presídio Anísio Jobim onde ocorreu a rebelião.

   Leia a nota e tome sua posição.

                     Anistia Internacional

“A superlotação e as péssimas condições do Complexo Anísio Jobim, assim como do sistema prisional do Amazonas como um todo, já tinham sido denunciados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e pelo Mecanismo Nacional de Prevenção e Combate à Tortura. Mas as autoridades não adotaram as medidas necessárias e a situação apenas se deteriorou”, aponta a Anistia.

Há tempos o CNJ vem apontando as deficiências do sistema carcerário no Amazonas. Em 2013, quando realizaram o 3º Mutirão Carcerário no estado, o conselho e o Tribunal de Justiça do Amazonas identificaram que 78% dos detentos cumpriam prisão provisória – ou seja, ainda não tinham sido julgados. Entre os casos que mais chamaram a atenção estava o de um homem preso em caráter preventivo e que, mesmo após ser absolvido, não foi libertado, permanecendo 474 dias detido devido “a inaceitável falta de informação entre o Poder Judiciário e as unidades prisionais”.

 

“TAGARELANDO EM NIETZSCHE”, NOVO LIVRO DO FILÓSOFO MARCOS JOSÉ

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Marcos José capturado pela semiótica-imobilizadora do mundo promovida pelo Estado paranoico-capitalista hegeliano, onde tantos os objetos e as ideias representam signos da lógica dos princípios de identidade e da não contradição, pode ser identificado como filósofo, teatrólogo, músico e teórico da psiquiatria materialista, membro da Associação Filosofia Itinerante (AFIN) e autor de textos do Blog da Afin, Afinsophia. Referenciais-identidades resultantes da seleção, classificação e hierarquização dos papeis sociais tão importante para o sistema paranoico de controle. Identidades que servem para a vaidade, prepotência, arrogância-narcísica e glamour da nulidade burguesa. Todas as formas espectrais de reconhecimentos degenerados.     

Todavia, como nada é, mas devém-intensidades, devires, movimentos, repousos, lentidões, velocidades, longitudes e latitudes, como já sabiam os sofistas e os estoicos, Marcos José não é filósofo, teatrólogo, músico, teórico da psiquiatria materialista, membro da Afin e escritor de textos do Afinsophia, mas evanescências contínuas que se territorializam, se desterritorializam e se reatoritorializam em profusão de desejos práxis e poieses. Jamais estado de coisas-imóveis, capturados, como pretende a semiótica dogmática-sobrecodificadora do Estado-paranoico-capitalista com seus agenciamentos coletivos de enunciações que controla o sujeito-sujeitado, como sacam os filósofos Deleuze e Guattari.

São por essas contínuas ultrapassagens, como deslocamentos-políticos, que Marcos José pode afirmar que o Tagarelando em Nietzsche não tem qualquer intenção filosófica em discursar sobre o filósofo Nietzsche em forma de defesa ou negação. E que não há qualquer arroubo filosófico-intelectual-literário nesse sentido. O que se faz no livro é apenas se permitir deslocamentos desterritoriais provocados pelos sopros do filósofo e psicólogo da vontade de potência e do eterno retorno. Se deixar conduzir como uma lança se distribuindo em territórios onde a vida foi obliterada pelo niilismo do humano, demasiado humano contra a própria vida.

E nisso não há melhor corpo-movente para interpretar e avaliar a condição reativa dos homens fracos, ressentidos, de má consciência e ideal ascético, que predominam compulsivamente ainda hoje como simulação de saber, moral e saúde em todos os seguimentos da sociedade contemporânea tida como moderna, do que os sopros provocados por Nietzsche como boa estranheza. A estranheza que é estranha por não servir ao tagarelar que se toma como epistemológico, lógico e ético, sem sê-los.

Saber onde se encontram e como reagem – já que não agem – esses sujeitos-sujeitados produzidos por um agenciamento coletivo de enunciação paranoicamente dominante que os tornou homens cativos, portadores-replicantes dos corpos necessários à imobilização da vida, é o que as enunciações emergidas no Tagarelando em Nietzsche ligam tenuamente a Nietzsche.

Desta forma, Tagarelando em Nietzsche se mostra como enunciação filosófica heterogênea, encadeando potências que interpretam e avaliam a negatividade da existência reativa da linha dura que bloqueia os fluxos e refluxos desejantes através de seus territórios bem modelizados, serializados e registrados com o único propósito  de impedir, pelo medo, que a felicidade seja a confirmação de que ela é vida.

O livro também encadeia conceitos que se deslocaram pelos sopros nietzscheanos, como são os casos dos devires-filosóficos de Deleuze, Guattari, Clèment Rosset, Baudrillard, além de enunciações dos filósofos Spinoza e Marx. Todos se movimentando como corpos dissipadores do tagarelar-tautológico que se encontram como marcadores de poder e de controle na família, escola, trabalho, meios de comunicação, entretenimento, esportes, etc.

O livro Tagarelando em Nietzsche, como flecha que se desloca, é impulsionado por dois aforismos. Um no prólogo do segundo volume do Humano, Demasiado Humano, de 1879 e 1880, “livro para espíritos livres”, onde Nietzsche diz: “Devemos falar apenas do que não podemos calar; e falar somente daquilo que superamos – todo o resto é tagarelice, “literatura”, falta de disciplina. Meus escritos falam apenas de minhas superações”.

O outro aforismo encontra-se no primeiro volume do Humano, Demasiado Humano de 1876, que trata do Homem do Espirito Livre e do Homem do Espírito Cativo, esse o que tagarela. 

Tagarelando em Nietzsche encontra-se infestado do que Deleuze afirma sobre a impotência da palavra em um sistema dominante. “E, verdadeiramente, não há poder das palavras, mas somente palavras a serviço do poder: a linguagem não é informação ou comunicação, mas prescrição, ordenança e comando”.

 Ficha filosófica-literária-editorial.

 Livro – Tagarelando em Nietzsche.

 Autor – Marcos José.

 Páginas – 180.

 Editora Garcia Edizioni.

  Preço – R$ 30.

  Para adquirir o livro fora de Manaus basta usar o e-mail afinsophiaitin.@yahoo.com.br 

MANIFESTAÇÃO EM MANAUS COM DESGOVERNO GOLPISTA DE TEMER MOSTRA O “MOVIMENTO REAL” DE MARX QUE NENHUMA FORÇA OPRESSIVA PODE PARAR

dsc03499O movimento real é a ultrapassagem dos estados de coisas impostos pelo capitalismo, nos afirma Marx. Para saber da operação do movimento real é preciso que a crítica se aproprie da matéria em pormenor, analise sua forma de desenvolvimento e encontre os seus elos internos. É só depois desse trabalho realizado que o movimento real pode ser exposto, desdobra Marx a dialética.

Foi o que o educador, filósofo e ator Miguel Oliveira, como membro da Associação Filosofia Itinerante (Afin), mostrou em seus discursos na manhã de hoje na Praça do Congresso sobre a realidade que nesse momento se mostra cruel no Brasil.

Nós, durante os últimos anos, nos afastamos da singularidade produtora do novo que resulta como produto do movimento real. Nós nos confinamos em nossas existências burguesas, molares, em formas de consumidores, funcionários carreiristas, corpos docilmente domesticados que permitiram os estados de coisas paranoicos proliferarem com sua taras se concretizando em forma de golpe contra a democracia.

O obscurecimento criativo do movimento real nos impediu de compreender que hoje existimos como sociedade fábrica em que o trabalho vivo determinado por Marx, encontra-se capturado pelo capitalismo para satisfazer suas compulsões de lucro máximo. Nossa negação de ser atuante como movimento real possibilitou a emergência cruel dos golpistas como representação jurídica. Midiática e parlamentar.

dsc03332 dsc03338 dsc03334 dsc03344 dsc03343 dsc03350 dsc03354 dsc03357 dsc03362 dsc03375 dsc03380Parafraseando ironicamente o filósofo alemão Heidegger, “o medonho já aconteceu”. Agora, temos que encadear desejos coletivos para que o movimento real se produza como cartografia criadora do novo. Nosso alheiamento ajudou as direitas rasgarem a Constituição de 1988, onde os direitos fundamentais do cidadão brasileiro  encontra-se garantidos, mas estão sendo usurpados. Educação, saúde, previdência, salário, todos os direitos se encontram na Constituição Federal que agora, por razão de nossa passividade, encontram-se ameaçados.

A nossa manifestação em Manaus contra as patologias sociais que os golpistas querem impor aos brasileiros, é o resultado de nossa indiferença que prevaleceu durante os últimos anos. Os governos populares de Lula e Dilma foram duramente atacados pelas forças reacionárias, nazifascistas e nós nos mantivemos em nossas indiferenças.

dsc03388 dsc03392 dsc03389 dsc03398 dsc03396 dsc03406 dsc03407 dsc03413 dsc03420 dsc03431 dsc03446 dsc03450Hoje, estamos nas ruas, praças, logradouros públicos procurando tecer a cartografia de desejos que possa ser movimentada como movimento real produtor do novo. Produção em duas linhas de práxis e poieses. Um para resgatar direitos já adquiridos materializados na Constituição de 88, como objetividade da realidade humana brasileira. Outra para ultrapassar esse estado de coisas, já que o homem, como diz o filósofo Nietzsche, é para ser ultrapassado.

dsc03505 dsc03513 dsc03473 dsc03518 dsc03488 dsc03482 dsc03479 dsc03492 dsc03495 dsc03459Vejam as fotos da manifestação criadas pelo fotógrafo-educador, ator e filósofo Alcir Madureira, membro da Afin.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Quer linha de corte? Este é esquizo. Acesse:

CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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