CARTA MAIOR: A NARRATIVA GOLPISTA E OS CAMINHOS PARA DERROTÁ-LAS (IV)

Em torno da legitimação da condenação de Lula e da impugnação de sua candidatura à presidência, a narrativa golpista, em seu ano decisivo, joga com vigor para garantir seu futuro

Por Eliara Santana e Juarez Guimarães 

4. Lula versus Jornal Nacional: o centro da disputa

Em torno da legitimação da condenação de Lula e da impugnação de sua candidatura à presidência, a narrativa golpista, em seu ano decisivo, joga com vigor para garantir seu futuro. Nesse sentido, a principal estratégia desenvolvida e implantada foi a formação de consenso em torno do tema/repertório corrupção (prevalecendo a ideia de que a corrupção, num momento histórico recente, destrói o Brasil). Agora, é sobretudo a criação de um inimigo comum – Lula – vinculado ao tema. Dessa forma, a narrativa golpista em crise busca encontrar um caminho para unificar novamente as forças.

A fabricação de um consenso é uma estratégia poderosa porque ela permite o exercício de poder e da dominação sem os riscos da coerção explícita e do uso de força. No caso da mídia corporativa, essa estratégia está fundamentada no pressuposto do senso comum – ainda bastante forte – de que a imprensa é independente e está comprometida em levar “a verdade” ou a realidade ao público. E apesar dos movimentos que contribuem para a consolidação de um contradiscurso de informação, essa percepção ainda é bastante ativa no público em geral. Resumindo, a ideia geral em relação à mídia é: existe uma realidade externa a nós, em algum lugar que não alcançamos, e é o relato da imprensa que trará essa realidade ao nosso alcance. Pois bem, a questão é que, como salienta Chomsky em Manufacturing consent, há um modelo de propaganda (que não é somente publicidade) que vai sustentar a produção desse consenso, e tal modelo mobiliza determinados vieses e segue padrões na escolha das notícias (o que é destaque e o que não é).

Situando essa estratégia no caso brasileiro e na narrativa golpista, produzir determinado consenso em torno de um personagem foi uma ação calculada e reiterada na cobertura do Jornal Nacional(JN) em relação a Lula, o que se intensificou em certo momento do pós-golpe. Para além das várias horas de cobertura prioritariamente negativa, a fabricação de consenso em relação à culpabilidade de Lula trabalhou a partir de dois sustentáculos: a consolidação de um tema/repertório, que, de modo recorrente, embasou o noticiário, e a construção de um inimigo comum. Sobre o repertório – corrupção – já discutimos aqui em outros artigos, e ele foi o grande tema que pautou o noticiário antes e depois do impeachment. Quanto à construção dessa ideia de um “inimigo” comum, ela foi pautada, no noticiário do JN, por alguns aspectos que compuseram um padrão na narrativa:

1. Ligar o personagem ao repertório: ao longo do noticiário, a figura de Lula foi sistematicamente sendo trazida para o centro do tema corrupção, ganhando mais proporção que outros atores, mesmo sem que houvesse, em determinados momentos, novas denúncias. Após o golpe consolidado, o repertório “crise econômica” perde espaço e importância, chegando a desaparecer do noticiário, e apenas o repertório “corrupção” se mantém.

2. Parceria Mídia-Judiciário: esse “trabalho conjunto” foi, sem dúvida, a grande sustentação para a projeção desse inimigo comum e a construção do consenso. Ganha contornos expressivos a estratégia de vazamentos cada vez mais frequentes das ações da PF com a encenação da notícia e o espaço que as fontes legitimadoras (sempre do Judiciário) ganham. O espetáculo ocupa o lugar de um noticiário equilibrado.

3. Fatos inconvenientes: ganha efetividade também uma estratégia (descrita por Chomsky) de trazer à tona fatos “inconvenientes” (como as denúncias envolvendo outros políticos alinhados ao sistema do golpe, de maneira moderada, com enquadramentos apropriados, sem uma conexão histórica (a repercussão das denúncias nunca encontra eco em outros processos e outros momentos históricos do país, como se o tema corrupção fosse algo pertencente apenas a certo período da história brasileira, ou seja, a corrupção como fenômeno é datado)

4. Silenciamento como política editorial: o não dizer em um discurso, como política do silêncio, portanto, não aleatória, diz muito sobre o projeto daquela instância que tem a voz. Assim, na parceria Mídia-Judiciário, essa política foi sistemática ao se calar sobre os desdobramentos das delações – ou seja, os holofotes eram jogados apenas sobre os aspectos que interessavam para reforçar a vinculação de Lula ao repertório corrupção – bem como sobre os indícios de violações nesse processo. Se a narrativa institui uma realidade – ao trazer um dado de real ao público – então, quando determinado acontecimento não integra aquela narrativa, ele deixa de fazer parte do contexto. Portanto, na narrativa das denúncias de corrupção no processo do golpe, violações e outros desdobramentos não estavam postos, não existindo para o público. Havia apenas o espetáculo heróico dos atos da PF. O silenciamento é, portanto, constitutivo da narrativa midiática desse período.

A encenação da notícia traz uma forte carga de dramaticidade, potencializando a transmissão de ideias e valores, reforçando o repertório e consolidando a narrativa golpista. Há somente a espetacularização no tratamento da notícia, marcada pela encenação. Impõe-se, no percurso da notícia encenada, uma visão de mundo (alicerçada por valores, crenças e interesses de grupos ou classes), conformada no repertório corrupção e na exposição dos atores que ocupam o palco (e que são, de antemão, condenados), e tal visão se consolida na narrativa (forma e conteúdo) trazida pela notícia.

A encenação do acontecimento é um elemento que marca essa fabricação. Tomando o exemplo da edição do JN do dia 24/01, dia do julgamento de Lula pelo TRF4, a dramatização imposta ao noticiário busca conquistar o público espectador e legitimar um dizer, a condenação, sem a possibilidade de questionamento. Essa dramatização e a excessiva publicização de processos jurídicos (que ganham contornos espetaculares na mídia) contribuem para que se consolide uma convergência em direção à justificação de uma condenação. As fontes que falam – com absoluta predominância para a acusação – são mostradas em discurso direto, sem interferência dos locutores, que apenas antecipam certos dizeres, reforçando algumas ideias (necessidade combater a corrupção, projeto de poder de Lula, que se corrompe para mantê-lo). O tempo que têm as vozes contrárias, da defesa de Lula, é muito menor (34 segundos ao todo) e é editado.

Os termos trazidos em destaque pelos locutores, que sempre abrem a fala das fontes, reforçam o repertório corrupção e a ligação inquestionável do investigado a ele. O acontecimento é trazido ao público num esquema de dramatização, estereotipagem, falta de perspectiva histórica, ausência de vozes dissonantes, de vozes contraditórias que tragam outros elementos para reflexão sobre aquele acontecimento e seu desfecho

Todos esses elementos buscam disseminar e consolidar um conjunto de valores e crenças de uma narrativa que potencializou a concepção de um inimigo comum, aquele que enganou o país e se locupletou (e aqui não interessa muito a dimensão dessa locupletação – pedalinhos, um sítio comum, um apartamento comum -, o importante é a ideia da corrupção, do roubo, da enganação), chefiando um esquema de corrupção nunca antes visto no país (e a não vinculação histórica na abordagem desse assunto serve para inserir o tema corrupção em momentos específicos, recentes). Pela ação sistemática da mídia, direcionada pela narrativa colocada pelo Jornal Nacional, Lula se torna, então, o inimigo que precisa ser combatido, de modo inquestionável, pelo bem do Brasil.

Cabe aqui um parênteses para destacar um aspecto muito relevante para entender como funcionou a mídia brasileira. A imprensa, de modo geral, em todo o mundo, não é, de fato, um monolito sólido, que funciona de modo coeso. No entanto, no período pré e pós-impeachment, o que observamos é uma atuação bastante coesa da imprensa brasileira – todos os grandes veículos e meios – no sentido de priorizar um único viés e não abrir espaço a outros enquadramentos, atuando como um bloco bastante unido, onde não há espaço para divergências na cobertura dos fatos. Portanto, espectadores, leitores e ouvintes tiveram e têm acesso a um mesmo tratamento dos fatos, a uma única perspectiva diante do processo que se desenrolava.

Reconstrução da narrativa golpista?

Com seu background internacional, com seu poder político e econômico, sua vantagem de potência comunicativa histórico-estrutural, sua vasta rede de intelectuais orgânicos e sua inteligência estratégica, seria um erro dar a narrativa golpista como já derrotada.Apesar de estar em clara crise e com forte redução de sua potência persuasiva, ela tem, ao mesmo tempo, uma força inercial, um ponto de mutação e uma capacidade de renovação da sua unidade frentista.

A sua força inercial: se é verdade que o sentido da narrativa golpista perdeu muito de sua potência persuasiva, ainda permanecem fortes as dimensões fundantes de seu diagnóstico – da política como o lugar da corrupção(“todos os políticos são corruptos”), de que o “Brasil está quebrado” e de que não há outro jeito senão cortar e diminuir gastos – continuam a ser ainda fortes sensos-comuns. A crítica a uma narrativa só se completa quando se estrutura uma alternativa coerente e de conjunto a ela. Senão, ela continua a funcionar como paradigma negativo, a moldar o futuro com a sua inércia presencial.

O seu ponto de mutação pode ser identificado no episódio Janot/JBS/Jornal Nacional de levar a público, em horário nobre, com picos de audiência, em princípio de maio de 2017, as denúncias de corrupção casadas, gravadas e filmadas, de Temer e Aécio Neves (veiculou-se também,na mesma reportagem, a denúncia de uma conta secreta no exterior de Lula que, de tão inconsistente, teve de ser desmentida depois, é claro, com menos alarde). 

O episódio prestou-se a muitas interpretações sobre a posição da corporação Globo no consórcio de poder golpista e na disputa de um futuro candidato presidenciável. O que é certo é que, pela primeira vez na história, um presidente do PSDB e ex-candidato à presidência da República sofreu em tal grau uma exposição negativa no Jornal Nacional. E o titular do governo golpista sofria também uma confrontação direta e explosiva da empresa Globo. 

O fato de a corporação Globo ter recentemente adquirido controle total sobre o jornal financista Valor Econômico, o movimento simultâneo de financistas célebres assinando manifesto público pelo afastamento do PSDB em relação ao governo Temer e exigindo a saída de Aécio Neves da presidência, movimentos em torno de uma eventual substituição de Temer por Rodrigo Maia e o início público de uma possível candidatura Luciano Hulk apontavam no sentido de maior autonomia de movimentos políticos da Rede Globo em relação à sua parceria histórica com o PSDB.

O que interessa aqui, no entanto, é que ali estava se firmando a possibilidade de uma relegitimação da narrativa golpista, com um certo afastamento crítico em relação ao desgastado governo Temer e em relação às desgastadas lideranças nacionais do PSDB. As denúncias comprovariam o interesse supra-partidário da Rede Globo na denúncia da corrupção, a sua posição de watch dog, a sua credibilidade e, enfim, a sua disposição em apoiar um candidato outsider do sistema político corrompido para a presidência.

De lá para cá, Temer renovou seu poder de compra em relação à sua base no Congresso Nacional, Aécio reuniu forças para resistir, apesar de todas as evidências de corrupção, o PSDB se recompôs em torno da candidatura Alckmin, o Jornal Nacional diminuiu sua crítica ao governo Temer. Claramente ainda não prosperou uma recomposição da narrativa golpista, embora essa recomposição possa ser dinamizada ainda no cenário da disputa eleitoral. É em meio a esse impasse que a narrativa golpista enfrenta agora a condenação e a tentativa de retirar Lula da disputa eleitoral de 2018.

O Jornal Nacional 

Com as lideranças políticas do golpe profundamente desgastadas, com o sistema judiciário com escasso grau de legitimação pública e cada vez mais notoriamente envolvido na polarização política do país, a narrativa golpista conta, agora, sobretudo com o Jornal Nacional para disputar a formação de opinião. A imprensa corporativa que apoiou o golpe – jornais e revistas- fala para públicos restritos e partidarizados, não tem um público de milhões. As redes virtuais, ainda formadas em certo grau de pluralismo e de disputa, têm o poder imenso de difundir, mas não de estruturar uma narrativa em crise. Mais do que nunca, a história do golpe e de seu futuro está sendo contada em capítulos diários no Jornal Nacional, que centraliza e tem potencial comunicativo para difundi-la para dezenas de milhões. É notável, nesse sentido, que a maioria dos blogs de resistência ao golpe dialoguem criticamente com os jornais e revistas mas não, de modo sistemático e qualitativo, com o mais poderoso veículo de legitimação da narrativa golpista.

Daí o poder comunicativo de Lula. A sua liderança pública, ao mesmo tempo, solda potência comunicativa (fala para dezenas de milhões), potência persuasiva (a memória recente de seus governos) e potência orgânica (a sua base social organizada e em movimento). Assim, o episódio do seu julgamento é um teste decisivo para a narrativa golpista em crise, definindo o grau de sua credibilidade futura.

A pesquisa DataFolha, divulgada logo após o julgamento do TRF-4, deve ser lida com desconfiança, mas como um indicador do equilíbrio instável da disputa em curso. A desconfiança resulta do fato de que o jornal tem uma clara definição editorial pela condenação de Lula e pela impugnação de sua candidatura, tendo já ocorridos graves episódios que revelam que não apenas a edição da pesquisa é orientada, mas a própria divulgação dos dados.

Por ela, as intenções de voto de Lula não se alteraram com a condenação, indicando possível vitória em um primeiro turno e uma grande capacidade de transferência de votos, caso sua candidatura seja impugnada (27 % dos eleitores votariam, com certeza, em um candidato por ele indicado). A sua condenação não forma uma clara maioria como antes, mas já divide a opinião dos brasileiros: 51% julgam a decisão justa, contra 44% que a reprovam. A impugnação da candidatura de Lula mostra já um quase empate: 51% a aprovam, contra 47%. E, na série temporal, as opiniões em favor de Lula continuam a crescer, em movimento inverso aos que se posicionam decididamente contra ele.

É uma clara demonstração da crise da narrativa golpista, de suas crescentes dificuldades de legitimação e da possibilidade das forças de esquerda e de oposição formarem uma opinião majoritária contra ela neste ano de 2018. Mas os caminhos desta construção precisam ser agora bem delineados no plano da potência comunicativa, da potência persuasiva e de sua potência orgânica. 

Créditos da foto:  
 
 
Anúncios

0 Responses to “CARTA MAIOR: A NARRATIVA GOLPISTA E OS CAMINHOS PARA DERROTÁ-LAS (IV)”



  1. Deixe um comentário

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

w

Conectando a %s




USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

esquizofia.wordpress.com

CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

_________________________________

BLOG PÚBLICO

Propaganda Gratuita

Você que quer comprar entre outros produtos terçado, prego, enxada, faca, sandália, correia, pé de cabra ou bola de caititu vá na CASA UYRAPURU, onde os preços são um chuchu. Rua Barão de São Domingos, nº30, Centro, Tel 3658-6169

Pão Quente e Outras Guloseimas no caminho do Tancredo.
PANIFICADORA SERPAN (Rua José Romão, 139 - Tancredo Neves - Fone: 92-8159-5830)

Fique Frio! Sabor e Refrescância!
DEGUST GULA (Avenida Bispo Pedro Massa, Cidade Nova, núcleo 5, na Rua ao lado do DB CIdade Nova.Todos os dias).

O Almoço em Família.
BAR DA NAZA OU CASA DA VAL (Comendador Clementino, próximo à Japurá, de Segunda a Sábado).

Num Passo de Mágica: transforme seu sapato velho em um lindo sapato novo!
SAPATEIRO CÂNDIDO (Calçada da Comendador Clementino, próximo ao Grupo Escolar Ribeiro da Cunha).

A Confluência das Torcidas!
CHURRASQUINHO DO LUÍS TUCUNARÉ (Japurá, entre a Silva Ramos e a Comendador Clementino).

Só o Peixe Sabe se é Novo e do Rio que Saiu. Confira esta voz na...
BARRACA DO LEGUELÉ (na Feira móvel da Prefeitura)

Preocupado com o desempenho, a memória e a inteligência? Tu és? Toma o guaraná que não é lenda. O natural de Maués!
LIGA PRA MADALENA!!! (0 XX 92 3542-1482)

Decepcionado com seus desenganos? Ponha fé nos seus planos! Fale com:
PAI GEOVANO DE OXAGUIÃ (Rua Belforroxo, S/N - Jorge Teixeira IV) (3682-5727 / 9154-5877).

Quem tem fé naõ é um qualquer! Consultas::
PAI JOEL DE OGUM (9155-3632 ou paijoeldeogum@yahoo.com.br).

Belém tá no teu plano? Então liga pro Germano!
GERMANO MAGHELA - TAXISTA - ÁGUIA RADIOTAXI - (91-8151-1464 ou 0800 280 1999).

E você que gostaria de divulgar aqui seu evento, comércio, terreiro, time de futebol, procurar namorado(a), receita de comida, telefone de contato, animal encontrado, convites diversos, marocagens, contacte: afinsophiaitin@yahoo.com.br

Outras Comunalidades

   

Categorias

Arquivos

Blog Stats

  • 4,194,090 hits

Páginas

fevereiro 2018
D S T Q Q S S
« jan   mar »
 123
45678910
11121314151617
18192021222324
25262728  

Arquivos

Anúncios

%d blogueiros gostam disto: