Arquivo para 9 de setembro de 2017

BREVES TOQUES DE ZÉ DIRCEU E DO FILÓSOFO JEAN BAUDRILLARD PARA PALOCCI

Produção Afinsophia.

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Zé Dirceu:

    “Só luta por uma causa quem tem valor. Os que brigam por interesse têm preço. Não que não me custe dor, sofrimento, medo e às vezes pânico. Mas prefiro morrer que rastejar e perder a dignidade.”

 

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O filósofo Jen Baudrillard:

  “Mais vale ser vítima do ostracismo do que se tornar uma casca de ostra”

  “Na Amazônia, algumas borboletas simulam as manchas de seus congêneres venenosos para proteger-se. Quando não se tem chance de ser venenoso, é preciso enganar”. 

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JANOT PEDE PRISÃO DE JOESLEY BATISTA, RICARDO SAUD E EX-PROCURADOR MARCELO MILLER

O pedido deverá ser analisado pelo ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato. A expectativa é que Janot envie também ao STF a rescisão do acordo de colaboração premiada firmado por Joesley e Saud com a Procuradoria Geral da República.

Os pedidos de prisão serão encaminhados ao ministro Edson Fachin, relator da Lava-Jato no STF. Segundo reportagem da Folha de São Paulo, o pedido está sob sigilo e não há previsão de quando Fachin irá despachá-lo.

Newton Menezes/Futura Press

Em conversa gravada, Joesley e Saud conversam sobre a suposta interferência de Miller para ajudar nos acordos de delação premiada. O ex-procurador ainda fazia parte do Ministério Público quando começou a conversar com os executivos.

Os dois também falam sobre como arrancar do ex-ministro José Eduardo Cardozo revelações comprometedoras sobre ministros do STF.

O termo de delação prevê que o acordo perderá efeito se o colaborador mentiu ou omitiu, se sonegou ou destruiu provas. Portanto, se Fachin autorizar as prisões, o acordo de delação premiada firmado entre a JBS e a Procuradoria-Geral da República deve ser rescindido. Mesmo que os termos da delação sejam suspensos, continuarão valendo as provas, depoimentos e documentos.

LUIS NASSIF: JANOT E O PEDIDO DE PRISÃO DE MARCELO MILLER

O pedido de prisão do ex-procurador Marcelo Miller, feito pelo Procurador Geral Rodrigo Janot, é a demonstração definitiva de que Janot é um dos piores caráteres da vida pública nacional. No post anterior fiz algumas brincadeiras sobre o fato de sua fraqueza ser mais responsável pela perda de rumo do que o caráter. Foi apenas um jogo de palavras.

Em tempos passados, atrás da indicação para a PGR, Janot bajulava como podia o então presidente do PT José Genoíno. Uma noite, imerso em uma das libações alcóolicas frequentes, Janot chegou a oferecer sua casa a Genoíno, para se abrigar das intempéries políticas que se abateram sobre ele com a AP 470.

Empossado PGR, sua primeira decisão foi solicitar a prisão de Genoíno, apesar de saber da inocência do ex-amigo.

​Com a decisão de pedir a prisão de Miller, Janot coroa sua carreira pública com mais uma traição. Poderá acabar com a vida de um dos mais brilhantes procuradores da sua geração, cujos erros que cometeu estão a léguas de distância de um crime.

A não ser que tenha surgido uma evidência de última hora, tudo o que saiu até agora sobre Miller jamais justificaria medida tão drástica. Liquidar com a vida de um ex-colega foi a forma simples e prática de Janot, para fugir às críticas da mídia e de Gilmar Mendes.

Seu caráter extremamente frágil permitiu esse jogo pavloviano em cima dele. Gilmar Mendes o trata como uma marionete. Basta afirmar que Janot é petista para ligar um choque mental que induz Janot a tomar atitudes drásticas contra o PT, para provar que não é. Passa três dias, Gilmar aperta de novo o botão do petismo e Janot reage da mesma maneira.

Bastou Gilmar, com a leviandade que lhe é peculiar, dizer que Janot e Miller eram ligados para Janot decretar a morte profissional e civil do colega, mandando-o à prisão. 

Pelas explicações dadas até agora, em nenhum momento Miller passou qualquer informação sensível para a JBS, ou sequer teve acesso a informações da Lava Jato. Segundo explica, em algumas notas esparsas de jornais, desde o ano passado estava afastado da Lava Jato, não teve nenhum contato com a Operação Greenfield, e se afastou dos colegas até nos grupos de WhatsApp, para não dar margem a insinuações sobre seu profissionalismo.

Atropelou procedimentos burocráticos, sim. Solicitou afastamento do MPF e teve uma reunião-jantar com Joesley antes que houvesse a publicação do documento aceitando seu pedido. Se for isso mesmo, o máximo de irregularidade foi não ter obedecido a uma medida burocrática, posto que o ato de sair do MPF se materializou no dia em que solicitou o afastamento.

Espera-se que o Ministro Luiz Edson Fachin tenha o bom-senso de impedir esse assassinato de reputação perpetrado por Janot. Equiparar Miller aos barras pesadas da JBS, apenas com base nas conversas mantidas entre eles, seria o cúmulo. Ou puni-lo com prisão pela ousadia de trocar o MPF por um grande escritório de advocacia, extrapola qualquer limite.

E não se trata de demonstração de isenção, de “cortar na própria carne”. A carne da carne de Janot é uma jovem advogada, recém-formada, que, sem experiência alguma passou a participar dos processos de algumas das grandes empresas envolvidas com a Lava Jato.

Espera-se que o restante da equipe da Lava Jato na PGR, e os procuradores do Rio de Janeiro, onde Miller foi ouvido, não compactuem com esse ato de Janot. É baixaria que marcará indelevelmente por toda a vida o caráter dos autores.

“JACOBINOS” DA LAVA JATO PROVAM DO PRÓPRIO “TERROR”

Casos Miller-Friboi e Moro-Duran colocam carrascos na posição de alvo, como na Revolução Francesa
 Marcelo Camargo / ABr e Lula Marques / AGPT
Janot e Moro

Janot e Moro: e agora?

Um ex-procurador de Justiça da Operação Lava Jato, Marcelo Miller, é suspeito de ter tramado com a JBS-Friboi um jeito de induzir o presidente Michel Temer se incriminar, e agora tem de se explicar. O juiz Sérgio Moro, estrela da operação, tem um padrinho de casamento acusado de comercializar vantagens para delatores lá na 13a Vara Federal de Curitiba, e também tem de se explicar.

No Congresso, símbolo maior da presa nas caçadas de Miller e Moro, a classe política, há quem considere os episódios pedagógicos.

“Estamos vendo acontecer aqui o que aconteceu com os jacobinos dos comitês de salvação pública da Revolução Francesa: os algozes – juízes, procuradores – viraram vítimas”, diz o deputado Orlando Silva (PCdoB-SP). “É para a sociedade ver que o problema do Brasil é um pouco mais complexo, não é só da política, dos políticos.”

Leia Mais:
A íntegra da denúncia por organização criminosa contra a cúpula do PT
Janot, a JBS e a seletividade das críticas à Lava Jato

Os jacobinos eram os radicais da Revolução Francesa (1789), mais ligados às massas. Comandaram a segunda fase do movimento, a do “Terror”, em que a guilhotina trabalhou sem descanso. Criaram os Comitês de Salvação Pública para defender a Revolução e depois membros dos comitês acabaram sem a cabeça, caso de Danton. Quando terminou a fase do Terror, o máximo líder jacobino também perdeu a dele, Robespierre.

Miller deve depor nesta sexta-feira 8 na Procuradoria-Geral da República (PGR), onde trabalhou por anos até ser exonerado em abril. Terá de esclarecer suspeitas sobre si surgidas das confidências trocadas pelos criminosos delatores da JBS Joesley Batista e Ricardo Saud em uma gravação conhecida nos últimos dias.

Na gravação, há indícios de que Miller sabia do plano da dupla friboiana de escapar da cadeia grampeando figurões da República – caso de Temer naquela conversa na calada da noite no Palácio do Jaburu em 7 de março – para entregar a cabeça deles à PGR em troca de um acordo generoso de delação. Não só sabia, como teria sido uma espécie de co-autor do plano.

Ao anunciar a existência da gravação, o procurador-geral, Rodrigo Janot, comentou que poderia ter havido crime de improbidade por parte de Miller. Ex-amigo e hoje desafeto de Janot, o ex-ministro da Justiça Eugenio Aragão explicou em entrevista recente a CartaCapital qual seria o pepino.

“As conversas dão conta de um acerto entre o então procurador Marcelo Miller e os investigados antes da ida de Joesley Batista ao Palácio do Jaburu. Parece claro um método e um objetivo: o empresário agiria para colocar palavras na boca de Michel Temer. Ou seja, o Joesley atuou, sem autorização judicial, como uma longa mão do Ministério Público.”

“Longa manus do presidente Michel Temer” foi como Janot descreveu o homem da mala, Rodrigo Rocha Loures, em um dos pedidos de prisão do maleiro apresentados à Justiça.

Na conversa com Saud, Joesley expôs sua intenção de ser um “longa manus” do PGR. “Nós vai acabar virando amigo desse Ministério Público, cê vai ver. Nós vai virar amigo desse Janot, nós vai virar funcionário desse Janot.”

O que torna a situação de Miller complicada não é a gravação friboiana isoladamente, mas uma sequência de fatos que o levou à condição de “longa manus” da JBS.

Miller pediu demissão da Procuradoria em 23 de fevereiro. Saiu de férias em março e encontrou Joesley. Foi em março que ocorreu a conversa das confidências entre Joesley e Saud (dia 17). Miller foi exonerado de fato em 5 de abril e seis dias depois ia à Procuradoria para uma reunião na qualidade de um dos advogados da Friboi, a fim de negociar um acordo de leniência.

Na PGR, um subprocurador-geral tem impressão parecida com a de Aragão sobre o papel duvidoso de Miller na delação da Friboi.

“Fiquei com a impressão de que ele cavou as delações, elas não foram voluntárias. Isso é que torna o acordo de delação nulo, e não a apregoada omissão do Joesley e do Ricardo em contar todos os crimes. Afinal, não levaram a gravação no último dia de prazo? Não vajo omissão deles.”

E o caso de Moro, o Robespierre tupiniquim? Viu-se enrolado em uma trama pouco noticiada até agora, uma história publicada inicialmente na Folha de S. Paulo.

Um ex-advogado da empreiteira Odebrecht, Rodrigo Tacla Duran, acusa um padrinho de casamento do juiz, Carlos Zucolotto Junior, de comercializar delações na 13a Vara Federal de Curitiba. Zucolotto não priva apenas da intimidade de Moro enquanto amigo. Foi sócio da mulher do magistrado, Rosangela, em uma banca de advogados.

Um documento da Receita Federal mostra que o escritório de Duran contratou serviços do escritório de Zucolotto e Rosangela. Esse elo, revelado pela revista Veja, poderia levar ao questionamento da imparcialidade de Moro para julgar casos a envolver Duran e, quem sabe, a Odebrecht, cliente de Duran entre 2011 e 2016.

Logo após a acusação de Duran, Moro divulgou uma nota em que diz, entre outras coisas, que a Folha não deveria dar crédito ao relato de um foragido (Duran está na Espanha, onde tem cidadania).

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Diante da resposta do juiz, um famoso criminalista atuante em Brasília, defensor de encrencados na Lava Jato, Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, divulgou um texto a mostrar como o algoz Moro poderia ser vítima do próprio jacobinismo.

“O juiz diz que não se deve dar valor à palavra de um ‘acusado’. Opa, isto é rigorosamente o que ele faz ao longo de toda a operação!”, diz.

“O fato de o juiz ter entrado em contato diretamente com o advogado Zucolatto, seu padrinho de casamento, para enviar uma resposta à Folha, ou seja combinar uma resposta para a jornalista, seria interpretado como obstrução de justiça, com prisão preventiva decretada com certeza”, prossegue.

“Ou seja, embora exista a hipótese de os fatos serem falsos o que nos resta perguntar é como eles seriam usados pela República do Paraná? Se o tal Deuslagnol não usaria a imprensa e a rede social para expor estes fortes “indícios” que se entrelaçam na visão punitiva. Devemos continuar dando a eles a presunção de inocência, mesmo sabendo que eles agiriam de outra forma.”

Agiriam com guilhotina.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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