Arquivo para setembro \30\UTC 2017

LULA PARTICIPA DE ATO PELA SOBERANIA NACIONAL NO RIO DE JANEIRO

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva viaja nesta segunda-feira (2) para o Rio de Janeiro onde participa, às 17h, da abertura do 8º Encontro Nacional do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), com o tema “Águas para a Vida e não para a Morte”. Na terça-feira (3), às 17h, Lula participa de um ato político pela soberania nacional, contra as privatizações e o desmonte das estatais na porta da Petrobrás, no centro do Rio de Janeiro.

8º Encontro Nacional do MAB

Local: Terreirão do Samba

Data: 02/10/2017

Horário: 17h

Ato em defesa da soberania nacional

Local: Sede da Petrobras

Data: 03/10/2017

Horário: 17h 

 

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“TENHO MUITO A CONTAR”, AMEAÇA EDUARDO CUNHA

Cunha fala à imprensa pela primeira vez depois de ser preso e ataca Rodrigo Janot, Joesley Batista, Lúcio Funaro, Sérgio Moro e Lula; o ex-presidente da Câmara nāo faz menções diretas a Michel Temer ou ao PMDB, mas diz ter muito a revelar em sua delação.

 

O ex-deputado e ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha está prestes a prestar a fazer delações, como parte de seu acordo para reduzir a condenação. Ele concedeu sua primeira entrevista desde que foi preso, em outubro de 2016, e à revista Época, afirmou ter “histórias quilométricas para contar, desde que haja boa-fé na negociação”.

“Tenho muito a contar, mas não vou admitir o que não fiz”, reforçou.

Crítico ao juiz Sérgio Moro, o responsável por sua ordem de prisão, Cunha se considera um preso político no Brasil. “Minha prisão foi absurda. Não me prenderam de acordo com a lei, para investigar ou porque estivesse embaraçando os processos. Prenderam para ter um troféu político. O outro troféu é o Lula. Um troféu para cada lado. O MP e o Moro queriam ter um troféu político dos dois lados”.

Cunha é acusado de receber propina de contrato de exploração de Petróleo no Benin, na África, e de usar contas na Suíça para lavar dinheiro. Na época, o argumento do Ministério Público para que ele fosse preso é de que, em liberdade, ele representa risco às investigações e à ordem pública. E que “há possibilidade concreta de fuga em virtude da disponibilidade de recursos ocultos no exterior” e da dupla cidadania. Cunha tem passaporte italiano e teria um patrimônio oculto de US$ 13 milhões em contas no exterior.

Em março de 2017, o ex-deputado foi condenado pela primeira vez na Lava Jato a 15 anos e quatro meses de prisão pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

Leia mais:
Luis Nassif é condenado por ferir a imagem de Eduardo Cunha.

Na entrevista, ele negou ter recebido propina de empresários da JBS para “manter silêncio sobre qualquer coisa” – fato que sustenta a acusação contra o presidente Michel Temer de obstrução à Justiça.

Disse também que Joesley Batista fez uma delação seletiva para atender aos próprios interesses e que fez omissões graves. “O Joesley poupou muito o PT”.

Criticou o ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot: “Só uma criança acreditaria que Janot toparia uma delação comigo. E eu não sou uma criança. O Janot não queria a verdade; só queria me usar para derrubar o Michel Temer”.

Para o ex-deputado, as investigações da Lava Jato e as delações são uma operação política, e não jurídica. 

“O Janot tem ódio de mim. Mas o ódio dele pelo Michel Temer passou a ser maior do que a mim. Então, se eu conseguisse derrubar o Michel Temer, ele aceitava. Mas eu não aceitei mentir. E ele preferiu usar o Lúcio Funaro de cavalo”. 

SOB AMEAÇA, COMISSÃO DA ANISTIA SOFRE INTERVENÇÃO DO GOVERNO TEMER

DITADURA

Movimentos de direitos humanos organizam abaixo-assinado contra reprovação de pedidos de reparação a vítimas da ditadura

Norma Odara

Brasil de Fato | São Paulo (SP)

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Ouça a matéria:

Movimentos de direitos humanos promovem abaixo-assinado online, para barrar as decisões da AGU, que passam por cima da Comissão de Anistia - Créditos: José Cruz/ Agência Brasil
Movimentos de direitos humanos promovem abaixo-assinado online, para barrar as decisões da AGU, que passam por cima da Comissão de Anistia / José Cruz/ Agência Brasil

Movimentos populares, entidades e cidadãos que defendem os direitos humanos estão organizando um abaixo-assinado para evitar o fim da Comissão de Anistia. Nos últimos meses, o governo do presidente golpista, Michel Temer (PMDB), vem realizando intervenções nas decisões da comissão, fato nunca ocorrido antes.

A Advocacia Geral da União (AGU), sob o comando do ministro da Justiça, Torquato Lorena, reprovou, recentemente, diversos processos de reparação histórica julgados pela Comissão de Anistia. Assim, vítimas da ditadura militar no país tiveram o pedido de indenização moral e econômica negados. Diante da pressão, vários integrantes do conselho pediram demissão, o que tem tornado o trabalho ainda mais difícil.

A Comissão de Anistia faz parte do Ministério de Justiça, e foi criada durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, em 2002. Ela é responsável por analisar documentos, ouvir as pessoas e possui autonomia para julgar casos das vítimas da Ditadura Militar brasileira. Os fatos recentes geraram estranhamento diante do compromisso feito pelo próprio presidente Temer de que as atividades seriam mantidas. 

Ana Lucia Marchiori, diretora do sindicato de advogados de São Paulo e membro do Comitê de Acompanhamento das Ações da Comissão de Anistia, ressalta: “o que nos causa espanto é porque é uma política totalmente contrária ao que foi dito, logo que o presidente Michel Temer assumiu o governo, ainda na gestão do ministro Alexandre de Morais”.

Ana ainda ressalta que as decisões da AGU estão sendo tomadas em caráter sigiloso e nenhum advogado consegue ter acesso às deliberações. Diante disso, diversas organizações populares e entidades ligadas aos direitos humanos lançaram um manifesto pedindo o fim da intervenção na Comissão da Anistia. A advogada ressalta que esses fatos violam a Constituição:

“Ela [a AGU] não ouviu as testemunhas, não pediu diligências e não tem legalidade para emitir um novo parecer. Isto é uma afronta à legislação, à Constituição federal, porque a anistia está prevista na Constituição federal, no artigo 8º, das disposições transitórias. Então, não há fundamento legal para essa intervenção da Consultoria-Geral da União (Conjur) sobre a comissão de anistia.

Além da ilegalidade, Saulo Gomes, jornalista e presidente da Associação Brasileira de Anistiados Políticos, destaca a mobilização que vem sendo realizada para reverter a situação: “Estamos trabalhando pela internet, fazendo contatos por telefone” para explicar para as pessoas a importância desse abaixo-assinado. Ele diz que os ocorridos são “um absurdo, o rompimento total da lei, uma falta de compostura, de respeito, de tudo”.

petição online organizada pelos movimentos e entidades de direitos humanos já possui mais de 3.600 assinaturas. O abaixo-assinado será entregue à Presidência da República e dos poderes Legislativo e Judiciário.

Até o momento, a comissão já anistiou 50 mil pessoas, mas ainda restam 20 mil pedidos para serem analisados.

Edição: Vanessa Martina Silva

MARINA LIMA E JEAN WYLLYS VÃO A DEBATE SOBRE ‘CURA GAY’ NESTE SÁBADO EM SÃO PAULO

Evento fará discussão sobre o enfrentamento a terapias de “reorientação sexual”. “’Patologizar’ estes elementos é negar nossa condição humana e nos privar de plena cidadania”, diz ativista
por Redação RBA.
 
MARIO MIRANDA FILHO E CÂMARA DOS DEPUTADOS
Marina e Jean

Cantora e deputado estarão no debate com ativistas de áreas de psicologia e direitos humanos no teatro Sérgio Cardoso

São Paulo – Uma audiência pública vai debater a polêmica decisão liminar de um juiz do Distrito Federal que torna legais “terapias de reversão sexual”, popularmente chamadas de “cura gay“. O evento Ato pela Vida LGBT: Todos Contra a Cura Gay terá presença de especialistas e ativistas sociais neste sábado (30), no Teatro Sérgio Cardoso (Rua Rui Barbosa, 153 – Bela Vista, na região central de São Paulo), a partir das 13h30. Um evento no Facebook foi criado para confirmar a presença de interessados em acompanhar o evento.

A audiência é organizada pelo Instituto Latino Americano de Direitos Humanos (Iladh) e a Associação Centro de Apoio e Inclusão Social de Travestis e Transexuais (Cais), têm confirmadas as presenças do deputado federal Jean Wyllys (Psol-RJ), da cantora Marina Lima, do historiador e ativista João Silvério Trevisan, do diretor do Conselho Regional de Medicina de São Paulo Mauro Aranha e da conselheira do Conselho Federal de Psicologia Sandra Helena Sposito.

Também confirmaram participação a presidenta do Conselho Estadual de Direitos da Pessoa Humana, Maria Nazareth Cupertino, a juíza Kenarik Boujikian, da Associação Juízes para a Democracia, e a conselheira do Conselho Regional de Serviço Social de São Paulo Kelly Melatti. Ativistas de movimentos sociais pelos direitos humanos e de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais também participarão do debate.

A presidenta da Cais, a assistente social Renata Peron, diz que orientações sexuais e identidades de gênero constituem nossa identidade enquanto sujeitos de direitos. “’Patologizar’ estes elementos é negar nossa condição humana e nos privar de plena cidadania”, critica.

Para o presidente do Iladh, o advogado e doutor em direitos humanos Dimitri Sales, o momento de unir esforços em torno do enfrentamento de propostas tendentes a “patologizar” orientações e identidades. “Temos de promover a reflexão em torno dos desafios e principais dilemas a serem enfrentados para a defesa, proteção e promoção dos direitos da diversidade sexual e de gênero”, afirma.

MAISTER DA SILVA: PODEM ESTAR SUJAS AS MÃOS QUE ASSINAM CONDENAÇÃO DE LULA

Tacla Duran promete contar tudo em livro

Algo Cheira Mal no Reino de Curitiba

Façamos um pequeno exercício de lógica, baseado em informações disponíveis, a respeito do chamado Reino de Curitiba. Lógica formal simples, formulada num silogismo medianamente complexo.

1 — A advogada Dra. Rosângela Wolf Moro é casado com o Juiz Federal Dr. Sérgio Moro, e se orgulha em afirmar: “eu ‘moro’ com ele.”

2 — O “Casal Moro” tem um grande amigo, do peito, de casa, da intimidade. É padrinho de casamento do casal. É o advogado Dr. Carlos Zucolotto.

3 — O Dr. Zucolotto tem um escritório de advocacia onde a Senhora Moro era sócio até bem pouco tempo atrás.

4 — O advogado Dr. Rodrigo Tacla Duran, que além de ter um escritório de advocacia, também atuava como “doleiro” ( um ser humano que troca dólares por reais e reais por dólares, entre outras funções adjacentes) prestava serviços à empresa Odebrecht. Entre os serviços prestados, segundo descobertas da Polícia Federal, troca de dólares, “lavagem” de dinheiro e pagamento de propinas.

5 — O Dr. Rodrigo foi processado na Operação Lava Jato e sua pena seria a prisão em regime fechado e uma multa de 15 milhões de dólares.

6 — Dr. Rodrigo procura Dr. Zucolotto. Pede ajuda e Dr. Zucolotto se dispõe a ajudar. Após alguns dias Dr. Rodrigo recebe a proposta de Dr. Zucolotto: prisão domiciliar, em casa; redução da multa de 15 para 5 milhões de dólares. O custo: 5 milhões de reais “por fora” para os serviços do Dr. Zucolotto e outros custos não revelados por ele. Logo em seguida o Ministério Público do Reino do Paraná apresenta a Dr. Rodrigo a proposta de “prisão em casa” e redução da multa para 5 milhões para um acordo de “delação premiada”.

7 — O Dr. Doleiro, esperto, “”salvou” os documentos desta negociação e fugiu para a Espanha, pois tem dupla cidadania, e por lá goza livre das benesses da vida europeia com dinheiro brasileiro. O Dr. Moro condena-o à prisão e à multa. A Espanha nega-se a extraditar seu cidadão.

8 — A história chega ao Brasil através da imprensa e o Dr. Rodrigo diz ter tudo bem documentado e está escrevendo um livro a respeito. Dr. Moro sai em defesa do Compadre Dr. Zucolotto, sócio de sua amada Esposa, qualificando-o de “sério, competente, honrado”, e outras loas que tais. Sendo Dr. Moro homem de alta credibilidade no Reino, só pode ser verdade.

9 — Porém: comprova-se através da Receita Federal que o Dr. Doleiro, o “Rodrigo de Espanha”, efetuou pagamentos na conta da Senhora Dra. Rosângela Moro e do Sr. Dr. Compadre Carlos Zucolotto. A troco de que, estes pagamentos?

Perguntados, responderam: “foram pagamentos para tirar cópias de processos”. Confirmado por Dr. Juiz Moro, esposo e compadre, só pode ser verdade.

Três humildes conclusões deste exercício em nove itens:

a) O compadre e primeiro amigo do Juiz Moro, sócio da mulher do Dr. Moro, é acusado de negociar propina com doleiro da Odebrecht, que fez pagamentos à esposa e ao compadre do Juiz. No mínimo merece uma séria investigação, até para que não pairem dúvidas.

b) Algo cheira mal no Reino de Curitiba. O Juízo de Curitiba está sob suspeita.

c) Podem estar sujas as mãos que assinam as condenações de Lula.

*Maister F. da Silva, Militante do Movimento dos Pequenos Agricultores

PAPO COM ZÉ

CARTA AO JORNALISTA JOSIAS DE SOUZA

Caro jornalista Josias de Souza,

O senhor tem feito declarações que transitam entre a ironia e a baixaria, cheias de desrespeito e mentira contra a memória da ex-primeira-dama Dona Marisa Letícia. O objetivo é o mesmo já há alguns anos: ter protagonismo profissional em uma imprensa parcial — a mesma que apoiou um golpe parlamentar rejeitado pela população — e perseguir politicamente o ex-presidente Lula, talvez pelo temor e inconformismo diante de sua liderança nas pesquisas eleitorais. Mas mesmo neste jornalismo parcial seria importante algum limite ético e humano, por exemplo, não desrespeitando com mentiras pessoas que já faleceram.

Lula jamais acusou ou usou sua esposa de “álibi”. Quem acusou, injustamente, sua esposa foram os procuradores da Lava Jato chefiados por Deltan Dallagnol, que o fizeram em processos sem sentido sobre pedalinhos e imóveis que jamais foram da família Lula, para tentar atingir o ex-presidente. Nem Lula nem Dona Marisa cometeram qualquer crime. Errada foi a divulgação de conversas telefônicas privadas da primeira-dama para fins políticos e midiáticos.

O ex-presidente tem muito orgulho de Dona Marisa, do apoio que ela dava para que ele pudesse lutar pelo Brasil, sendo pai e mãe dos seus filhos ao mesmo tempo e cuidando das contas da família desde os tempos do sindicalismo.

Essa é a verdade dos fatos. E é assim há muito tempo, como prova uma declaração de Lula de 2008 registrada no livro “Dicionário Lula” do chefão do jornalismo da Globo, Ali Kamel, que poderia encaminhar para os seus subordinados de Curitiba, que editam matérias desequilibradas sobre os processos da Lava Jato contra Lula para os telejornais da emissora. Kamel também poderia presentear com seu livro outros funcionários das Organizações, como Cristiana Lobo e Thais Heredia, que já desrespeitaram Dona Marisa dentro da sanha da Globo contra Lula.
 

Trecho do livro "Dicionário de Lula", de 2008
Trecho do livro “Dicionário Lula”, de 2008

Na fala de 19 de fevereiro de 2008, em Cachoeiro do Itapemirim, registrada no primeiro parágrafo da página 445 do livro, Lula diz que Marisa é quem cuida do dinheiro do casal “desde 1975”. Essa é a verdade dos fatos. E fatos, em tese, para jornalistas, deviam importar mais que maledicências falaciosas. Mas o jornalista deve achar melhor servir maledicências falaciosas contra Lula do que fatos aos seus leitores.

Assessoria de Imprensa do ex-presidente Lula


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Quer linha de corte? Este é esquizo. Acesse:

CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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