Arquivo de 19 de junho de 2017

SEGURA ESSA TEMER: POLÍCIA FEDERAL CONFIRMA QUE GRAVAÇÃO DE JOESLEY É VERDADEIRA

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  Breve passeio com a deusa da memória, Mnemosine. O empresário, na calada da noite se encontro com o golpista-mor Temer, no Palácio do Jaburu. Como os dois já se conheciam de tempos antigos, eles se mostraram livre no encontro-noturno. Então, na livre condição, Joesley gravou a conversa que os dois tiveram.

   Durante a conversa foram tratados vários temas ligados aos interesses dos dois. Entre eles, o pagamento de propina para Eduardo Caranguejo Cunha e Lúcio Doleiro Funaro para eles se manterem em silêncio e não aceitarem fazer delação. Durante o momento em que Joesley afirma que o negócio estava em plena concretização, Temer afirma: “Mantenha isso, viu”. Só faltou completar: Viu, minino?

    Foi então, que o proprietário da JBS entregou a gravação para a Procuradoria-Geral da República e o conteúdo da gravação foi divulgado para todo o Brasil. Temer voltou a balançar mais ainda em seu já encovado-golpe. Como defesa passou a descaracterizar a gravação e o agente-gravador. Tentou alugar um perito que afirmou que a fita era adulterada, depois que o jornaleco Folha já havia também descaracterizada. 

    O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato, pediu que a PF realizasse a perícia na fita para poder continuar suas ações em relação a Temer. Hoje, dia 19 – véspera do dia da prisão do Mineirinho -, a PF divulgou que a pericia realizada na fita confirmou que ela e verdadeira, sem sinal de que fora adulterada. 

     Temer treme mais ainda. Treme mais que vara verde nas margens do Rio Amazonas.

TEMER E RODRIGO MAIA E A CADEIRA MAL DITA

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     Quando os brasileiros democratas elegeram Dilma Vana Rousseff com mais de 45 milhões de votos presidenta do Brasil, eles esculpiram a cadeira que ela iria sentar para governar com tranquilidade o país que seguiu suas ultrapassagens como potência-governo popular. A cadeira bem dita. A cadeira bem enunciada. A cadeira bem como espírito-superior por ser coletivamente democracia. 

     Dilma compôs com os eleitores-democratas o corpo-bom fundamental para a administração humanizada do Estado Brasileiro, a confirmação da satisfação do povo, posto que nenhum governante pode realizar a práxis-política sem a segurança de onde Estar. Estar-No Mundo protegida pelos utensílios ontológicos, diria o filósofo Sartre. Utensílios-corpos-bons produtores de aumento da potência de agir imprescindível a constituição da democracia.    

     Porém, como sempre ocorre, a cadeira bem dita, representação e materialização da potência-povo, passou a ser objeto da inveja dos andrajosos, dos dementes, dos impotentes, dos indigentes, dos crápulas que aceitavam observar a felicidade expressada pela cadeira bem dita. Então, foi consumado o golpe dos pervertidos. Como a cadeira do bem dito não serve aos mal ditos, eles não necessitaram de qualquer esforço para eleger sua cadeira mal dita. A cadeira que enuncia o mal. A cadeiral mal como espírito-inferior por ser privadamente antidemocrata. A cadeira que não expressa qualquer signo da potência-povo.

   Hoje, 90% do povo brasileiro conhece o enunciado da cadeira mal dita e luta para que ela seja fragmentada. Por onde se anda é escutada a enunciação mal dita. O fim da Previdência Social, deforma trabalhista, que tira os direitos históricos dos trabalhadores, a violência contra a aposentadoria, mais de 14 milhões de desempregados, economia escorregando em toda velocidade em sua pior posição, etc., embora a cadeira mal dita propale debochadamente que tudo vai bem. Um recurso mistificador: incorreta definição dos fatos, como afirma o antipsiquiatra Ronald Laing.

   Por enquanto a cadeira mal dita se cadaveriza. O arquiteto-mor da cadeira mal dita viajou, mas deixou seu representante maior na ordem da mal dicção: Rodrigo Maia, presidente da Câmara Federal investigado pela Polícia Federal onde aparece no relatório como beneficiado com dinheiro emitido pela empresa OAS, de Léo Pinheiro.

     Como a cadeira mal dita não contém estruturas filológicas como suporte significadores-reais, mas delirantes, logo, logo ela, diante do verbo-popular, ela irá se escafeder. 

LAVA JATO SERÁ DENUNCIADA POR TENTATIVA DE INTIMIDAR DEFESA DE LULA, DO JORNAL GGN

 

Jornal GGN – A defesa de Lula promete denunciar aos órgãos nacionais e internacionais a tentativa de intimidação encampada pela Lava Jato em ação penal em que o ex-presidente é acusado de supostamente receber propina da Odebrecht. Isso porque, mesmo contra depoimentos colhidos na frente do juiz Sergio Moro, o Ministério Público Federal insiste em dizer que o advogado Roberto Teixeira ajudou a lavar dinheiro de esquema de corrupção na Petrobras ao prestar consultoria na negociação de imóveis.

Teixeira, assim como Lula, é réu na ação penal em que a Lava Jato questiona a compra, pela Odebrecht, de um imóvel que o Instituto Lula nunca usou e de um apartamento vizinho ao do ex-presidente em São Bernardo do Campo, que teria sido alugado à ex-primeira-dama Marisa Letícia a partir de 2011.

Para a defesa de Lula, Teixeira foi inserido no banco dos réus em uma ação de retaliação da chamada República de Curitiba, que tem sido denunciada por abusos e violações até mesmo na ONU (Organização das Nações Unidos).

Nesta segunda (19), a Folha de S. Paulo publicou reportagem esquentando o assunto, revelando que após novas derrotas sofridas pela Lava Jato, delatores foram convocados para refazer seus depoimentos com foco em Teixeira.

Em nota à imprensa, a defesa de Lula disse que “os atos de intimidação praticados no passado contra nós e que agora estão sendo renovados (…) colide com o artigo 133 da Constituição Federal, que coloca o advogado como essencial à administração da Justiça. Colide, também, com as disposições do Estatuto da Advocacia (Lei Federal nº 8.906/94) e com regras internacionais sobre o tema.”

Em função disso, a suposta perseguição sem causa a Teixeira será “objeto de denúncia aos órgãos nacionais e internacionais competentes”. Para os advogados Cristiano Zanin, Valeska Teixeira, Roberto Teixeira e Larissa Teixeira, a intimidação é uma tentativa de “prejudicar” a defesa de Lula da Silva, “dias após a defesa obter vitórias relevantes nos Tribunais e produzir provas que mostram a inocência” do petista”.

Para a defesa de Lula, a retaliação está relacionada com alguns fatos. Entre eles, a vitória obtida no TRF-4 obrigando Moro a refazer as audiências de Emílio Odebrecht e Alexandrino Alencar, após o Ministério Público Federal anexar, de última hora, delações premiadas aos autos do processo, sem permitir que a defesa tivesse tempo de analisá-las antes dos depoimentos.

“O fato desagradou Moro — que chegou a mandar um ofício ao TRF4 tentando colocar em dúvida a narrativa da defesa,  mas foi desmentido por um áudio gravado de forma lícita e ostensiva durante audiência realizada na 13ª. Vara Federal Criminal de Curitiba”, lembram.

A defesa também cita o depoimento prestado por Emílio Odebrecht no dia 12 passado, em que ele teria deixado claro que não teve conhecimento de qualquer vinculação dos 8 contratos escolhidos pelo MPF para acusar o ex-presidente com a suposta compra de um imóvel para o Instituto Lula. “Ou seja, o depoimento de Emílio reforçou ser fantasiosa a acusação contra Lula – de ter recebido um imóvel para o Instituto que leva o seu nome como contrapartida de supostas vantagens indevidas naqueles 8 contratos firmados entre a Odebrecht e a Petrobras.”

Já o delator Alexandrino Alencar disse diante de Moro que Roberto Teixeira não teve qualquer participação no processo de escolha de um imóvel para o Instituto Lula, que teria passado por mais de 15 unidades. Ele nega a informação do MPF aos 27 minutos do vídeo abaixo:

Para a defesa de Lula, “já havia sido um ato de retaliação da Lava Jato, pois longe de praticar um crime ele havia apenas prestado serviços jurídicos a um cliente que comprara os direitos do imóvel situado na Rua Haberbeck Brandão, 178, em São Paulo (SP). A criminalização da advocacia é algo repugnante e incompatível com o Estado de Direito.”

A defesa ainda diz que “tem enfrentado com altivez o comportamento do juiz Sérgio Moro e de alguns membros do MPF que se utilizam, em atos processuais, de termos e expressões desrespeitosas, que violam prerrogativas dos advogados e, sobretudo, o exercício do direito dedefesa com a extensão assegurada pela Constituição Federal.”

“A Lava Jato têm um histórico de grosseiras violações não apenas em relação a Lula, mas também a nós, que integramos sua equipe de defesa. Foi no âmbito dessa operação, por exemplo, que o juiz Sérgio Moro acolheu pedido do MPF e autorizou a interceptação do principal ramal do nosso escritório para bisbilhotar a defesa de Lula e, não bastasse, divulgou conversas obtidas por esse meio. O juiz faltou com a verdade ao tentar justificar que desconhecia que a interceptação foi dirigida a um escritório de advocacia, pois demonstramos que a empresa de telefonia responsável pelos terminais grampeados encaminhou dois ofícios ao processo registrando esse fato.”

“Com todas essas grosseiras violações praticadas, causa perplexidade que os órgãos correicionais do País tenham se omitido ou até mesmo reconhecido a validade dos atos praticados pelo juiz Sérgio Moro”, afirmam.

“Até quando esses atos flagrantemente ilegais continuarão esvaziando o nosso Estado Democrático de Direito impunemente?”, indagam.

HOJE É DIA DO ANIVERSARIANTE CHICO, E O QUE FAZ LULA? COMEMORA!

ATO CONTRA A VIOLÊNCIA NO CAMPO REÚNE ARTISTAS E MOVIMENTOS SOCIAIS NO PARÁ, DA REDAÇÃO DO BRASIL DE FATO

Participam o Movimento Humanos Direitos - da atriz Dira Paes (foto) -, MST, CUT, CPT, Contag, Sociedade de Direitos Humanos, entre outros - Créditos: Lucivaldo Sena

Ao longo desta segunda-feira (19), movimentos populares do campo e de direitos humanos realizam diversas atividades, em Belém (PA), para denunciar a escalada de violência no campo no estado, como a chacina de Pau D’Arco, no sudoeste do estado, quando nove posseiros e a presidenta do sindicato de trabalhadores rurais do local foram assassinados pela polícia, no mês de maio.

Pela manhã, representantes das organizações se reuniram no Palácio dos Despachos, sede do governo estadual, com o vice-governador do Pará, Zequinha Marinho, e autoridades da área de segurança pública, para debaterem o assunto.

A presidenta da Federação dos Trabalhadores na Agricultura (Fetagri) no Pará, Ângela Lopes, disse que a violência que assola o campo paraense está relacionada a questões estruturais da lógica fundiária do Brasil, como a alta concentração de terras.

“Eu não quero mais trabalhar nos problemas pontuais. A gente precisa trabalhar as estruturas. Quando falo de estrutura, falo de lei, de medidas. Que o governador Simão Jatene (PSDB) possa ser um aliando nessa mudança estrutural”, cobrou a sindicalista.

Os movimentos denunciam o fato de apenas 8% dos proprietários acumularem 69% das terras do estado. Junto a isso, há o alto índice de grilagem de terras públicas, a expansão do agronegócio e o fato do Pará liderar os casos de trabalho escravo e de maior desmatador da Amazônia.

Segundo dados trazidos pelas organizações, nos últimos 15 anos a área plantada de soja para exportação aumentou 15.000%, enquanto a área destinada à produção de alimentos despencou. Para eles, a solução para estes problemas estariam relacionados à democratização do acesso à terra e o reconhecimento de direitos territoriais dos povos do campo e comunidades tradicionais.

Durante a audiência, advogado da Comissão Pastoral da Terra (CPT) de Marabá, José Batista, questionou quais as medidas que o estado irá tomar em relação aos familiares das vítimas dos últimos conflitos. Ele lembrou ainda que o Pará “é conhecido nacionalmente e internacionalmente pelos conflitos agrários. O estado irá se adiantar quanto a isso ou teremos que acionar a Justiça? O que será feito?”, indagou.

Segundo dados da CPT, dos 307 assassinatos registrados nos últimos 21 anos, poucos foram os casos levados a julgamento, sendo que a maioria dos inquéritos não foi sequer concluída e nenhum mandante encontra-se preso.   

Também presente na reunião, o ator Osmar Prado disse ser “desagradável vir ao Pará em um momento tão trágico” e relacionou o aumento dos conflitos no campo com a atual situação do Brasil. “Os desdobramentos que ocorrem estão relacionados ao contexto político. Quando se destituiu uma presidenta legitimamente eleita, abriram-se as portas para os desmandos”, avaliou.

Além da audiência pública no Palácio dos Despachos, os movimentos ainda realizam dois seminários no auditório do Sindicato dos Bancários e um ato político em defesa da democracia e contra a violência no campo, que acontece no centro da capital, às 18 horas.

As atividades estão sendo organizadas pelo Comitê Paraense de Combate à Violência no Campo e as Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo.

Edição: Vivian Fernandes.

NOTA DOS ADVOGADOS DE LULA SOBRE ENTREVISTA JOESLEY BATISTA PARA REVISTA ÉPOCA

 

A entrevista de Joesley Batista tem que ser entendida no contexto de um empresário que negocia o mais generoso acordo de delação premiada da história. Mesmo nesse contexto, Batista foi incapaz de apontar qualquer ilegalidade cometida, conversada ou do conhecimento do ex-presidente Lula. Considerações genéricas e sem provas de delatores não podem ser consideradas como dignas de crédito e não têm qualquer valor jurídico.

Cristiano Zanin Martins

SOBRE PALESTRAS E APROPRIAÇÃO DO PÚBLICO PELO PRIVADO, TEXTO DO JURISTA EUGÊNIO ARAGÃO

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por Eugênio José Guilherme de Aragão

Credores têm melhor memória do que devedores (Benjamin Franklin).

​Prezado ex-colega Deltan Dallagnol,

Primeiramente digo “ex”, porque apesar de dizerem ser vitalício, o cargo de membro do ministério público, aposentei-me para não ter que manter relação de coleguismo atual com quem reputo ser uma catástrofe para o Brasil e sobretudo para o sofrido povo brasileiro. Sim, aposentado, considero-me “ex-membro” e só me interessam os assuntos domésticos do MPF na justa medida em que interferem com a política nacional. Pode deixar que não votarei no rol de malfeitores da república que vocês pretendem indicar, no lugar de quem deveria ser eleito para tanto (Temer não o foi), para o cargo de PGR.

Mas, vamos ao que interessa: seu mais recente vexame como menino-propaganda da entidade para-constitucional “Lava Jato”. Coisa feia, hein? Se oferecer a dar palestras por cachês! Essa para mim é novíssima. Você, então, se apropriou de objeto de seu trabalho funcional, esse monstrengo conhecido por “Operação Lava Jato”, uma novela sem fim que já vai para seu infinitésimo capítulo, para dele fazer dinheiro? É o que se diz num sítio eletrônico de venda de conferencistas. Se não for verdade, é bom processar os responsáveis pelo anúncio, porque a notícia, se não beira a calúnia é, no mínimo, difamatória. Como funcionário público que você é, reputação é um ativo imprescindível, sobretudo para quem fica jogando lama “circunstancializada” nos outros, pois, em suas acusações, quase sempre as circunstâncias parecem mais fortes que os fatos. E, aqui, as circunstâncias, o conjunto da obra, não lhe é nada favorável.

Sempre achei isso muito curioso. Muitos membros do Ministério Público não se medem com o mesmo rigor com que medem os outros. Quando fui corregedor-geral só havia absolvições no Conselho Superior. Nunca punições. E os conselheiros ou as conselheiras mais lenientes com os colegas eram implacáveis com os estranhos à corporação, daquele tipo que acha que parecer favorável ao paciente em habeas corpus não é de bom tom para um procurador. Ferrabrás para fora e generosos para dentro.

Você também se mostra assim. Além de comprar imóvel do programa “Minha Casa Minha Vida” para especular, agora vende seu conhecimento de insider para um público de voyeurs moralistas da desgraça alheia. É claro que seu sucesso no show business se dá porque é membro do Ministério Público, promovendo sua atuação como se mercadoria fosse. Um detalhe parece que lhe passou talvez desapercebido: como funcionário público, lhe é vedada atividade de comércio, a prática de atos de mercancia de forma regular para auferir lucro. A venda de palestras é atividade típica de comerciante. Você poderia até, para lhe facilitar a tributação, abrir uma M.E., não fosse a proibição categórica.

E onde estão os órgãos disciplinares? Não venha com esse papo de que está criando um fundo privado para custear a atividade pública de repressão à corrupção. Li a respeito dessa versão a si atribuída na coluna do Nassif. A desculpa parece tão abstrusa quanto àquela do Clinton, de que fumou maconha mas não tragou. Desde quando a um funcionário é lícita a atividade lucrativa para custear a administração? Coisa de doido! É típica de quem não separa o público do privado. Um agente patrimonialista par excellence, foi nisso que você se converteu. E o mais cômico é que você é o acusador-mor daqueles a quem atribui a apropriação privada da coisa pública. No caso deles, é corrupção; no seu, é virtude. É difícil entender essa equação.

Todo cuidado com os moralistas é pouco. Em geral são aqueles que adoram falar do rabo alheio, mas não enxergam o próprio. Para Lula, não interessa que nunca foi dono do triplex que você qualifica como peita. Mas a propaganda, em seu nome, de que se vende regularmente, como procurador responsável pela “Lava Jato”, por trinta a quarenta mil reais por palestra, foi feita de forma desautorizada e o din-din que por ventura rolou foi para as boas causas. Aham!

Que batom na cueca, Deltan! Talvez você crie um pouco de vergonha na cara e se dê por impedido nessa operação arrasa a jato. Afinal, por muito menos uma jurada (“Schöffin”) foi recentemente excluída de um julgamento de um crime praticado pelo búlgaro Swetoslaw S. em Frankfurt, porque opinara negativamente sobre crimes de imigrantes no seu perfil de Facebook (http://m.spiegel.de/panorama/justiz/a-1152317.html). Imagine se a tal jurada vendesse palestras para falar disso! O céu viria abaixo!

Mas é assim que as coisas se dão em democracias civilizadas. Aqui, em Pindorama, um procuradorzinho de piso não vê nada de mais em tuitar, feicebucar, palestrar e dar entrevistas sobre suas opiniões nos casos sob sua atribuição. E ainda ganha dinheiro com isso, dizendo que é para reforçar o orçamento de seu órgão. Que a mercadoria vendida, na verdade, é a reputação daqueles que gozam da garantia de presunção de inocência é irrelevante, não é? Afinal, já estão condenados por força de PowerPoint transitado em julgado. Durma-se com um barulho desses!

 


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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