ENQUANTO PLANALTO MINIMIZA GRAVAÇÃO, VEJA PONTOS COMPROMETEDORES DE CONVERSA ENTRE TEMER E JOESLEY

“A MONTANHA PARIU um rato.” Foi essa uma das primeiras falas do presidente Michel Temer sobre a gravação da sua conversa com o empresário Joesley Batista, um dos donos da JBS. A alarmante naturalidade com que o presidente tratou as gravações é ressonante ao tom de suas próprias falas captadas pelo gravador: enquanto o empresário relatava ter comprado juízes e procuradores — o que configura crime de obstrução de investigação — o presidente não apenas mostrou aprovação a tudo, como o incentivou.

Entre outras reações noticiadas de Temer sobre o áudio, ele disse “é só isso?” ao terminar de ouvir a gravação. Parafraseando a presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Cármen Lúcia: “e isso não é só; e isso não é pouco”.

Joesley foi à casa de Temer na calada da noite para lhe dizer que, enquanto investigado, estava dando “conta” de um juiz e de seu juiz substituto e que ainda pretendia “dar conta de trocar o procurador” que estaria atrás dele. E qual foi a resposta do presidente? “Ótimo, ótimo…”

Após a queda do sigilo do áudio, Temer lançou nota pública afirmando que, durante a conversa, não estava acreditando no que Joesley dizia e que achava que o empresário estava a “contar vantagem”. Ou seja: um homem confessa crime de obstrução de investigação ao presidente da República e, em vez de recriminar, o chefe do Estado classifica a fala como um ato de orgulho. Questionado pelos procuradores que receberam a sua delação, Joesley afirmou que estava “blefando” sobre a compra dos juízes. Caberá ao Ministério Público Federal investigar a veracidade dessa afirmação, assim como todas as outras feitas na delação de Joesley.

Acusações de adulteração

Outra reação do Planalto foi acusar o delator de alterar digitalmente o áudio, que conta como prova para a delação de Joesley, o que acabaria por também ser uma obstrução de investigação. A qualidade do som, de fato, é péssima — lembrando que se trata de algo gravado por um gravador não profissional, escondido no bolso de um paletó —, ainda assim, a conversa gravada é reveladora. Mostra a ciência, a aprovação e o estímulo de Temer sobre as falcatruas de Joesley. Os pagamentos pelo silêncio de Eduardo Cunha são apenas uma pequena parte.

A conversa também evidencia o nível de interferência que Joesley tinha [ou acreditava ter] no governo por conta a abertura e o incentivo que o presidente e outros membros lhe davam. Isso se mostra presente não apenas em relatos que Joesley faz de obstrução de investigação e de sua influência nas escolhas de procuradores, mas também na troca de dois interlocutores sobre uma forte interferência que o empresário teria — usando o nome e o consentimento do presidente — no Ministério da Fazenda.

Para facilitar a leitura (e para que os leitores tirem suas próprias conclusões) selecionamos os trechos mais comprometedores sobre Eduardo Cunha,obstrução de investigação, controle da mídia para abafar delações e intervenções no ministério da Fazenda.

Leia a transcrição completa aqui, e ouça aqui toda a conversa.

Eduardo Cunha

Joesley: Como é que o senhor tá nessa situação toda aí do Eduardo [Cunha], não sei o quê… [inaudível]

Temer: O Eduardo resolveu me fustigar, né… você viu que…

Joesley: Eu não sei, como é que tá essa relação?

Temer: Ah, tá… bem difícil… Tá esperando a ordem da defesa… Julgou… indeferiu 21 perguntas dele que não têm é nada a ver com a defesa dele. Era pra… me trutar. Eu não fiz nada com ele… [ruído] No Supremo Tribunal Federal. Ó só [ruído]um, dois, fatalidade… [ruído]. E tá aí, rapaz…  é… aí eu [ruído] inclusive, mas… [ruído] meus onze ministros… [ruído]

Joesley: Mas eu queria falar, muito aqui na…. [ruído] Dentro do possível eu [ruído] fiz o máximo que deu ali, zerei tudo o que tinha que, alguma pendência daqui prali zerou e tal. [ruído] E olha que dei tudo e ele foi firme em cima, ele já tava lá [preso em Curitiba]. Veio, cobrou, tal, tal, tal… Eu, pronto! Acelerei o passo e tirei da frente. O outro menino, o companheiro dele que, caiu aqui né, que o Geddel sempre tava…

Temer: [inaudível/ruído]

Joesley: Isso… Geddel que andava sempre ali.

Temer: É…

Joesley: Mas o Geddel também com esse negócio, eu perdi o contato, porque ele virou investigado. Agora eu não posso…

Temer: É… é complicado, é complicado.

Joesley: Também eu não posso encontrar ele.

Temer: [inaudível/ruído]

Joesley: Isso, isso…

Temer: [inaudível] perigosíssimo, isso…

[ruído]

Joesley: Negócio dos vazamento… o telefone lá do [ruído] Eduardo com o Geddel, volta e meia citava alguma coisa meio tangenciando a nós, a não sei o quê… eu tô lá me defendendo. [ruído] Como é que eu… O que que eu mais ou menos dei conta de fazer até agora? Eu tô de bem com o Eduardo….

Temer: É?

Batsita: É…

Temer: Tem que manter isso, viu.

Joesley: Tô… [inaudível]

Temer: É…[inaudível]

Joesley: Não, todo mês…

Temer: [inaudível]

Joesley: Também….

Temer: É…

Joesley: Eu tô segurando as pontas, tô indo.

(…)

Joesley: Voltando um pouco para o caso Eduardo [Cunha], na época… Ele: “Oh, briguei lá e tal pra… Oh, agora tem que ver se…” Enfim, tudo bem.

Aí ele… uns 15 dias antes dele perder o cargo, o Eduardo [Cunha], aí ele veio e deu uma cobradazinha em mim: “Oh, agora eu tenho que trabalhar, né. Não sei o quê e tal”. Digo: “Eduardo não é assim também… Para aí, não é assim não…”

Temer: [inaudível]

Joesley: Mas puta que o pariu…

Temer: Ah, deu no que deu…

Joesley: Deu no que deu… Aí ele, aí eu falei “Eduardo…”, uns 15 dias antes, “Eduardo, não é assim não. Peraí, pô”. “Não, pô”, ali ele [inaudível] “pô, cê tá com a Ferrari aí?”

 

Confissão de obstrução de investigação

E os processos… Eu tô meio enrolado aqui, né… No processo assim…

Temer: [inaudível]

Joesley: Isso, isso. É… é investigado. Eu não tenho ainda denúncia.

Temer: Não tem denúncia…

Joesley: Isso, não tem denúncia. Aqui, eu dei conta de um lado o juiz, dá uma segurada. Do outro lado o juiz substituto, que é o cara que ficou…

Temer: Tá segurando os dois?

Joesley: Tô segurando os dois.

Temer: Ótimo, ótimo…

Joesley: Ô… Consegui [inaudível]ador dentro da força-tarefa que tá…

Temer: [inaudível]

Joesley: Também tá me dando informação. E eu… lá que eu tô pra dar conta de trocar o procurador, que tá atrás de mim. [ruído/inaudível]Or… Se eu der conta tem o lado bom e o lado ruim. O lado bom é que dá uma esfriada até o outro chegar e tal. O lado ruim é que, se vem um cara com raiva ou com não sei o quê….

Temer: Mas no que você tá…

Joesley: Bom, o que tá… o que tá me…

Temer: [inaudível]

Joesley: Não, na verdade tá bom, beleza. Agora, o principal que é um [ruído] E o que tá me, me instigando… eu consegui colar um no grupo. Agora tô tentando trocar…

Temer: O que tá [inaudível]

Joesley: Isso…

Temer: Uhum…

Joesley: Tô nessa aí… Então tá meio assim. Eles saiu de férias… Até essa semana eu fiquei preocupado, que saiu um burburinho de que iam trocar ele e não sei o quê. Eu fiquei com medo… Tudo bem! Eu tô só contando essa história pra dizer, assim, que eu tô me…

Temer: Se mexendo…

Joesley: Me defendendo aí

Temer: É…

Joesley: Tô me segurando tal, os dois lá tô mantendo, tudo bem.

 

Controle da mídia para abafar delações

Joesley: Menino disse assim: “ah, porque eu ouvi falar do Lúcio que não sei o quê… eu ouvi falar de… Bom, me rendeu um “Fantástico”, um “Jornal Nacional” e não sei o quê e uma confusão

Temer: Claro…

Joesley: Ainda bem que eu tenho boa relação com a imprensa e consegui rapidamente… Quietou. Foi um dia, dois, pronto, parou. Mas, puta merda, viu. É um…

Temer: Uma chateação

Joesley: Tudo bem. Sobre esse ponto aí, também estamos tocando.

Temer: [inaudível]

Joesley: [inaudível] To fazendo um [inaudível]quenta mil por mês.

Temer: Inaudível

Joesley: Pro rapaz e tal

Temer: [inaudível]

Joesley: [inaudível] e dá informação e tal, dá informação [inaudível/ruído] O brabo é… enfim, mas vamos lá.

Interferência no ministério da Fazenda

Joesley: Por exemplo, um dia eu falei com ele [Henrique Meirelles]. Já falei: “ministro [inaudível] no BC, como é que tá e tal”[inaudível]. E ele: “é, não, aquilo lá, o Ilan [Goldfajn] faz as coisas”. E o tira fora. E eu: “ué, não é você que manda nessa merda?”. “Não, o Ilan lá…”

Temer: É…[inaudível]

Joesley: Então, aí que eu quero… um dia eu falei assim: “Henrique, precisa mexer na Receita Federal, porra. O [Jorge] Rachid aí, tá há tanto tempo aí. Põe um outro cara aí, mais dinâmico, e tal. Um monte de coisa pra fazer”. “Ixi, não, não. Não posso mexer.” Ah, e… BNDES? “Não, BNDES é o Planejamento.” Mas foi você quem botou a Maria Sílvia [Bastos Marques] lá, porra.

Temer: É… é…

Joesley: É. “Não, não não, mas isso é do [Romero] Jucá… é outro…”

Temer: [inaudível] Na verdade, Maria Silvia fui eu [inaudível] me falou “é ótima” [inaudível] e eu conhecia a Maria Silvia [inaudível] Ligou, acertou e tal [inaudível]

Joesley: Queria ter alguma sintonia contigo pra, quando eu falar com ele, ele não jogar “Ah, não, o presidente não…”

Temer: Eu não deixo…[forçando a voz]

Joesley: “Não deixa, não quer”, coisa e tal. “Pô, Henrique, mas então você é um banana. Cê não manda, porra…”[risos]

(…)

Joesley: Isso… Aí eu: “Ei, pô, presidente do Cade, aí, tinha que botar…” “Ah, isso aí não…” Então, quer dizer, o seguinte, resumindo: Eu também não sei se é hora de mexer em uma coisa porque, dentro do contexto geral, eu também não quero importunar ele. Também, é… eu não… Se eu for mais — eu trabalhei com ele quatro anos — se eu for mais firme nele, dizendo “Pô, Henrique, cê tem que…”, eu acho, acho, que ele corresponde.

Michel Temer:  Ele [inaudível] maiores que determinaram a vinda dele pra mim [inaudível] foi você. [inaudível]

Joesley: Sim, sim

(…)

Joesley: O Henrique [Meirelles] ficou muito prestigiado. [inaudível] Peraí, o Henrique também não vai sair fazendo [inaudível] pô. [inaudível] Queria só. Não sei, se eu, te dar um toque em relação a isso e em relação a eu não sei o quanto eu vou mais engolir Henrique, o quanto eu deixo ele com essa pepineira dele aí e tal… Enfim…

Temer: [inaudível]

Joesley: Se ele jogar para cima de você, eu posso bancar e dizer assim: “não, não, não, qualquer coisa eu falo com ele…”

Temer: Claro! [inaudível]

Joesley: Pronto…

(…)

Joesley: Mas, quando eu digo de ir mais firme no Henrique é isso. É falar: “Henrique, porra, mas você vai levar? Cê vai fazer isso?”/“Vou.”/ “Ah, então, tá bom”. Que aí ele vem. Então pronto, é esse alinhamento só que eu queria ter…

Temer: Tá bom. Pode, pode fazer isso…

Joesley: E todos os, em termos mais amplos assim e genéricos, ter esse alinhamento para dizer o seguinte: “oh, quando eu falar um negócio, porra, pelo menos vai e consulta lá, vê”. Queria [inaudível] negócio do BNDES lá, daquela operação.

(…)

Temer: Mas isso aí do Meirelles é [inaudível]

Joesley: É isso que eu quero pra… E, se eles escorregar eu digo “oh…”

Temer: “Então, consulte-o.”

Joesley: Consulta lá…

Temer: “Consulte o Presidente.”

Joesley: É… “consulta e me fala desse negócio”

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USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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