Arquivo para 20 de maio de 2017

EM VELHO PRONUNCIAMENTO TEMER ATACA AMIGOS QUE DESFILAM EM NOVA YORK; LANÇA SUSPEITAS SOBRE INVESTIGAÇÃO DA PGR E STF; ISTO É GRAVE; JOESLEY DECLARA TER CÓPIA E VAI DESMENTIR TEMER

O golpista mor está perdido que nem pinto caído de mudança. Já sabíamos que a linha de sua ecolalia seria atacar os delatores da JBS, pois desde ontem seu amigo advogado que foi sondado para o Ministério da Justiça e recusou impetraria com uma série de recursos no STF. O primeiro dele, o HC foi indeferido pelo ministro Barroso.

Neste não pronunciamento de hoje tomou como linha de sua defesa o trabalho solicitado pelo Jornal Folha de São Paulo que contratou um especialista para analisar o áudio feito pelos irmãos JB. Na conclusão disseram que a gravação foi editada.

Percebe-se com isso que o pessoal da Folha de São Paulo tem interesse que Temer  continue sangrando. A Globo, a Revista Veja principais chanceladores do Golpe já pularam da nau que naufraga e não possui salva-vidas.

Uma coisa é certa. Crimes foram cometidos. Com edição ou não, nada se justifica um presidente recebendo propina e até mesmo ficando com um milhão para si.

E o pior, Temer lança suspeitas sobre o trabalho feito da PGR e do STF no trabalho do ministro Fachin.

Temer atacou os irmãos da JBS e vem insistindo ver crescimento econômico num país que o desemprego aumenta diariamente já estando por volta de 20 milhões de desempregados. Este desgoverno só proporciona insegurança; as instituições estão paradas, perplexas, no Congresso as desformas estão paradas e muitos deputados e senadores não tem condições morais e éticas para aprovarem as desmedidas.

Joesley que acabou de ouvir o pronunciamento do cambaleante golpista declarou que possui cópia da gravação e vai divulgá-las para desmenti-lo.

 

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TEMER FAZ PRONUNCIAMENTO PARA O PAÍS DELIRADO POR ELE

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 O golpista-mor Temer, reuniu alguns apaniguados em sua sala de delírio-alucinação e ecolalizou simulacros-linguístico.

  Afirmou que a gravação de joesley é tudo falso. Não é ele quem fala, mas uma combinação de montagem técnica feita pelas autoridades que realizaram o grampo. 

   Não esquecer que segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), em sua enunciação psiquiátrica, delirar é a atribuir existência a algo que não existe na objetividade. Não existe como real. Alucinar é afirma ouvir, ver, sentir o que não existe como material sensorial-real.

   O delirante-alucinante pronunciamento de Temer encontra-se na sintomatologia apresentada pela OMS. Ele negou a realidade das acusações, inverteu as ordens das relações que antes tinha, intimamente, com os delatores, afirmou que o Brasil vai muito bem, no rumo certo, não há inflação, o PIB subiu, aumentou o número de empregos, o país é uma maravilha.

     Diante desse pronunciamento delirado e alucinado, o povo brasileiro entendeu que o quadro é bem pior em relação a saúde política do país. Por isso, se faz mais intenso o movimento Fora Temer”!, e o Diretas Já! 

PARA ENTENDER A LÓGICA E O TIMING DA LAVA JATO, TEXTO DO ILUSTRE CIENTISTA POLÍTICO ANTÔNIO LASSANCE, NA CARTA MAIOR

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Os destinos do país em 2018
Primeiramente, a crise está de volta às ruas. “Fora, Temer!” e “eleições diretas, já!” são as palavras de ordem.
 
Para aprovar as diretas, é preciso uma proposta de emenda à Constituição. Uma PEC, mesmo que aprovada a jato, cumprindo rigorosamente a Constituição e o regimento das duas casas do Congresso, demandaria de 4 a 6 meses. A PEC do teto de gastos (PEC 55/2016), aprovada a toque de caixa e com forte pressão do governo Temer, então com amplo respaldo congressual, foi votada em6 meses.
 
A organização das eleições pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pode ser feita em 70 dias. Esse foi o prazo informado pelo TSE, em 2013, quando se cogitou fazer, às pressas, um plebiscito da reforma política. Mas se essa organização, preventivamente, for feita de forma concomitante à tramitação da PEC das diretas, as eleições poderiam ser realizadas quase imediatamente após a promulgação da emenda. Com sorte e, principalmente, muita pressão popular, teríamos um novo presidente em dezembro de 2018. O eleito governaria por cerca de um ano.
 
Enquanto isso, o país seria governado por um presidente interino, por 30 dias, e, em seguida, por um presidente com mandato tampão, até dezembro de 2018 ou até que um novo presidente seja eleito, se houver emenda das diretas aprovada. Na prática, a emenda das diretas reduziria o mandato desse presidente tampão. Ele saberia que não tem legitimidade nem tempo para promover grandes reformas, principalmente, sendo escolhido pelos deputados e senadores que passarão para a história por terem elegido Cunha, derrubado Dilma, empossado Temer e sido denunciados na Lava Jato.
 
Como se sabe, o presidente interino, que governaria por trinta dias, pode ser, conforme a linha de sucessão, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e se esse não vier a assumir, o presidente do Senado, Eunício Oliveira. Maia e Eunício estão totalmente metidos em denúncias. Se um dos dois resolver pagar a aposta e assumir, pode ser rapidamente impedido, caso vire réu no Supremo. Para isso acontecer, basta o Procurador-Geral pedir e o ministro Fachin aceitar, ou levar a decisão ao pleno do STF. Fachin tem mostrado que age muito facilmente sob a pressão das ruas e da imprensa – o que for mais forte.
 
Caso nem Maia nem Eunício assumam, a Presidência da República seria ocupada pela atual presidenta do Supremo, Carmem Lúcia. Quem passaria a comandar o Supremo seria seu vice, Ministro Dias Toffoli, até o retorno de Carmem após a eleição indireta de um novo presidente.
 
Duas coalizões se digladiam pelo poder. Nenhuma delas é popular
O destino do país e da Presidência da República depende fundamentalmente do povo nas ruas, mas, neste momento, há duas coalizões principais que se digladiam na disputa pelo poder. Nenhuma delas é popular. Nenhuma cogita eleições diretas já.
 
Uma coalizão é a do grande acordo nacional. Essa é a coalizão comandada por Temer, que assumiu o comando do país com o afastamento de Dilma e que tem como base política o PMDB, o PSDB e o DEM, e como base jurídica o grupo do Supremo conformado por Gilmar e Alexandre de Moraes. Essa coalizão tinha como programa “estancar a sangria” dos políticos e do mercado. Estancar a sangria política seria encerrar a Lava Jato, controlar o Supremo, o Ministério Público e a Polícia Federal. Estancar a sangria econômica seria estabilizar a economia do País e aplicar um programa de reformas que transfira renda dos trabalhadores para as empresas, por meio de duras reformas.
 
O sonho dessa coalizão seria implantar o parlamentarismo no país. Desmoralizada perante a opinião pública, sobretudo pela presidência de Cunha e Renan, pelas reformas da Previdência e trabalhista e pelas sucessivas denúncias de corrupção, essa coalizão esperava no mínimo preparar o terreno para a eleição de um candidato em 2018 que continuasse esse programa impopular – Alckmin ou Doria.
 
A outra coalizão é a da Lava Jato, que tem como agenda principal fortalecer o poder do Ministério Público, da Polícia Federal e do Judiciário sobre os destinos do País. O que quer essa coalizão? O mesmo que os políticos, guardadas as devidas proporções: poder, prestígio e dinheiro. O mote principal desse projeto é o combate à corrupção, mas o interesse fundamental desses grupos é garantir o controle sobre decisões essenciais ao país e a remuneração de suas corporações em níveis que, internacionalmente, não têm paralelo.

 
Ambas as coisas estão interligadas. Quanto mais poderosas essas corporações se tornam, impulsionadas pela agenda do combate à corrupção, maior a justificativa para que elas sejam muito bem remuneradas e blindadas inclusive quanto a relações promíscuas que estabelecem com o setor privado.
 
O caso de juízes que vendem sentenças; a prisão de um dos procuradores, descoberto por vender segredos da Lava Jato para a JBS; dos procuradores cujos parentes têm escritórios cuidando de investigados e a situação, quase inimaginável, de procuradores licenciados para advogarem para empresas denunciadas por eles mesmos demonstra o quanto o poder absoluto que o Ministério Público ambiciona abre espaço para práticas espúrias, tão corruptas quanto as que denuncia.
 
O mercado, comandado pelos bancos e outras grandes corporações, é sócio da maioria dos políticos. Financia suas campanhas e compra suas decisões a peso de ouro. Se alinha facilmente a qualquer grupo no poder que queira fazer política como negócio. O mercado esteve com Temer até que ele começou a falhar em entregar as reformas.
 
A velha mídia, cuja força hegemônica é das organizações Globo, segue a lógica do mercado, de quem faz parte. A velha mídia é composta por grandes empresas, não tão grandes quanto as que lhe financiam, e vende seus produtos (notícia e entretenimento) com base em sua audiência e na aderência à defesa dos interesses do mercado.
 
Para entender a lógica e o timing das revelações sobre Temer e Aécio
As revelações contra Temer e Aécio têm como propósito principal fortalecer a posição do Ministério Público e a manutenção de seu Procurador-Geral, Rodrigo Janot, no momento em que era ameaçado nas três frentes – Executivo, Legislativo e Judiciário.
 
Janot tem até o final deste mês para decidir se concorre ou não a um novo mandato. A votação dos procuradores deve ocorrer ao final de junho. Só faz sentido para Janot entrar na lista se for para ganhar. Para isso, precisa se manter em evidência entre os procuradores e ter força suficiente para intimidar o Congresso e o presidente da República a aceitá-lo goela abaixo.
 
A fratura exposta de Temer e Aécio veio, coincidentemente – se é que alguém ainda acredita em coincidências -, no dia seguinte em que o presidente revelou que não estava disposto e comprometido a indicar o primeiro da lista de procuradores para ser o chefe do Ministério Público. Ou seja, Temer insinuou que iria rifar Rodrigo Janot.
 
Também por coincidência, a operação contra Aécio veio uma semana depois de Janot ter trocado farpas com o ministro Gilmar Mendes. Gilmar é quem manda hoje no Supremo, e não Carmem Lúcia, que se tornou mera figura decorativa e cujo principal papel é produzir gafes e jantares.
 
Mais do que isso, é público e notório, e é assim entendido no Ministério Público, que Gilmar é quem dá a linha no PSDB sobre como tourear procuradores e as demais instâncias do Judiciário. Se, como dizia Jucá, Temer é Cunha; Gilmar é Aécio. Gilmar é, no STF, a figura central do “grande acordo nacional, com o Supremo, com tudo”, e costurava a estratégia de recolocar o MP sob controle, como nos velhos tempos de Geraldo Brindeiro – conhecido como o engavetador-geral da República.
 
O PSDB, sócio principal do governo Temer e com um presidente de partido que, por baixo dos panos, costurava ativamente contra o Ministério Público, confiava em Gilmar para servir de anteparo. Esqueceram apenas de combinar o jogo com os russos, no caso, Fachin, que se indispôs com Gilmar e foi criticado por ser um juiz pouco interessado na lei e na Constituição e mais em obedecer ao MP. Fachin acabou de provar que é isso mesmo. Está lá à disposição para cumprir esse papel.
 
Para entender a Globo
A Globo, como ela própria confessou em editorial, era entusiasta do governo Temer por sua agenda de reformas e também, isso inconfessado, pelas generosas verbas de publicidade que Temer liberou para as mídias decadentes e que tanto precisavam de dinheiro nesse momento de crise.
 
A reviravolta das revelações contra Temer e a opção editorial da Globo pela renúncia ou impeachment se dá por duas razões claras. Em primeiro lugar, a Lava Jato é hoje a principal notícia do país. A Globo, desde o início, é o veículo preferencial dos vazamentos. Essas notícias rendem grande audiência e verbas que ampliam sua publicidade.
 
Recusar os vazamentos levaria a Globo a perder sua preciosa fonte. A entrega das informações do MP ao jornal O Globo e à emissora de tevê foi feita na ofensiva de Janot contra Temer e Aécio para derrotar esses dois adversários. Os vazamentos são inseparáveis da estratégia do Procurador-Geral, pois são por ele controlados. Para a Globo, era pegar ou largar. Ela precisava dar sustentação a Janot em sua briga ou perderia a primazia nos vazamentos.
 
Outro fator essencial é dado pelo mercado financeiro. A situação de Temer frustrou qualquer expectativa de que o governo consiga levar as reformas adiante. Ao contrário, já se considerava que Temer estava enfraquecido no Congresso e demonstrando grandes dificuldades na tramitação da reforma Previdenciária e mesmo em aprovar a reforma trabalhista no Senado.
 
Temer não interessa mais à Globo porque, no mercado, é considerado incapaz de entregar o que prometeu.
 
O “gran finale”: condenar Lula
Outro propósito essencial das revelações é o de fazer crer que a Lava Jato é baseada em provas, e não em convicções, e que seria isenta e apartidária, atingindo a todos indiscriminadamente, sejam eles o presidente da República ou até mesmo o senador tucano queridinho de delegados da operação – aqueles que lhes fizeram declarações de amor no Facebook – e com quem Moro trocou conversas ao pé do ouvido. Esse propósito é fundamental para o passo seguinte e mais importante da Lava Jato: condenar Lula.
 
A convivência pacífica costurada por Lula com o mercado, em seus dois mandatos, acabou rompida no governo Dilma, quando Unibanco, Santander, Fiesp, montadoras de automóveis, os conglomerados de comunicação e tantas outras grandes corporações passaram abertamente a atacar o PT, a financiar Cunha e a conspirar pelo impeachment.
 
A condenação de Lula é líquida e certa desde quando o inquérito foi remetido a Moro. Estamos há um mês para o dia D da Lava Jato, quando ocorrerá a condenação de Lula pela suposta propriedade de um triplex, apenas com base em delações.
 
Em seguida, o processo seguirá para a segunda instância, dessa vez colegiada, e que selará a pá de cal sobre a candidatura Lula em 2018, tirando do páreo quem é, disparado, o candidato mais popular em todas pesquisas.
 
A coalizão da Lava Jato já decidiu: Lula precisa ser condenado, e o será. É uma questão de honra e de autoafirmação. A única dúvida é se ele será conduzido a um presídio ou se será determinada a prisão domiciliar e a aplicação de uma tornozeleira eletrônica. Essa segunda opção proporcionaria um ar de ponderação e isenção à Lava Jato, em vista da idade de Lula e de sua condição de ex-presidente.
 
O relevante para a coalilzão da Lava Jato é desmoralizá-lo e mitigar o risco de transformá-lo em vítima pelo encarceramento, cumprindo o essencial: evitar que ele dispute 2018.
 
Pós-Lula
Não há hoje uma coalizão democrática e popular devidamente articulada, com lideranças com suficiente protagonismo para conduzir uma solução capaz de ser institucionalizada e tornar o país mais democrático, mais justo e menos corrupto. A Lava Jato também demonstrou que não tem projeto de país e sequer é capaz de combater efetivamente as práticas corruptivas. Mesmo Cunha, preso, conforme reconhecem os procuradores, continuava atuando.
 
As mobilizações de rua e a articulação de movimentos populares são a única possibilidade de surgir um fermento social capaz de implodir a lógica do atual sistema político, provocar mudanças e romper com os riscos de um país tutelado por uma burocracia judicial que, se não for controlada, pode se tornar um poder autoritário e corrupto que não deixa nada a dever aos atuais partidos dominantes.
 
Mas as forças populares estão fracas e dispersas. Apesar do retorno das mobilizações e da unificação das lutas em torno das bandeiras do “Fora, Temer!” e “Diretas, Já!”, o fato é que não há nem coalizão popular, nem comando e nem projeto devidamente coerente, consistente e articulado.
 
O país precisaria não só barrar a reforma da Previdência, reverter a reforma trabalhista e a PEC dos gastos. Para rivalizar com a coalizão do “grande acordo nacional”, seria preciso um projeto capaz de reformar o atual sistema partidário e eleitoral e reconstruí-lo em novas bases, mais democráticas, mais participativas, de maior controle sobre os eleitos e renovação de seus quadros. Boa parte das lideranças sociais que despontaram na crise deveriam formar uma nova geração de políticos intimamente conectados às suas bases, superando o descolamento atual que se vê nos partidos, e com uma agenda de reformas de controle social sobre a política.
 
Para rivalizar com a coalizão da Lava Jato, seria importante um programa para fortalecer o Estado, “desmamar” as corporações de seus privilégios e criar instrumentos para blindar o Estado rigorosamente da promiscuidade com o setor privado. Para tanto, é preciso que surja uma maior coordenação com juízes, procuradores e policiais federais que fortaleça, sem mordaça, o propósito democrático e republicano dessas corporações.
 
Do contrário, o país continuará à mercê de seus predadores, sejam eles políticos, empresários, burocratas ou mídia. Como se vê, o Brasil tem sido vítima da ação perversa desses quatro cavaleiros do apocalipse. Enquanto isso persistir, o poço continuará sem fim.
 
* Antonio Lassance é cientista político 

PREFEITURA DE MANAUS AGORA INCENTIVA O CULTIVO DE AÇAÍ E CACAU NOS BURACOS DAS RUAS QUE INFESTAM O NÚCLEO 16 E ADJACÊNCIAS NA CIDADE NOVA

IMG-20170520-WA0069Como o governo do Estado e a Prefeitura de Manaus não possuem política que incentive o desenvolvimento agrícola no Estado do Amazonas e na capital que já concentra mais de um milhão e trezentas mil almas e nesta época do ano em que as várzeas do Amazonas e Solimões estão submersas a saída dos moradores foi cultivar plantas nos buracos que infestam as Ruas de Manaus.

Tornou-se hábito dos moradores da cidade o cultivo de árvores. No sábado passado plantaram bananeiras.

A Prefeitura de Manaus sentiu o baque e num golpe de jiu-jitsu colocou um exército de trabalhadores para tapar buracos. Mas a quantidade de morada de tatus são tantos que os trabalhadores não deram conta. Não deu outra. Os moradores resolveram contra-plantar.

Estão a plantar hoje, dia 20 de maio de 2017, nos buracos, açaízeiros e cacaueiros e cada um com uma faixa ostentando seu protesto.

É isso ai. Os moradores, cidadãos estão exercendo o direito de protestar, requerer e mostrar as mazelas que a capital amazonense enfrenta comprovando com isso que o atual prefeito Artur Neto que ameaçou surrar o presidente Lula usou a máquina administrativa da prefeitura para tapar buracos no período eleitoral e depois os serviços pararam. Ganhou a eleição porque parte do povo acreditou nas promessas do prefeito que é do PSDB e que nestes dias estamos vendo a situação da “Social Democracia Brasileira”. O outro povo que não tinha candidato anulou o voto. E agiu certo. Vamos às fotos que enunciam dizeres emanados das ruas onde se produz a Democracia que amanhã dia 21 de Maio transbordará por outras ruas, avenidas, Paços, praças deste imenso país. 

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LAVA JATO A QUERER TIRAR LULA DO PLEITO DE 2018 ESQUECEU DA GAIOLA ONDE PASSARINHOS RECEBIAM ALPISTE. CADÊ AS PROVAS CONTRA LULA E DILMA?

Lula publicou fotos do juiz Sergio Moro com Aécio Neves e com o presidente Michel Temer (Foto: Reprodução/Facebook)

Por onde anda Sérgio Moro e os Procuradores da República em Curitiba? Que explicação esse juiz de primeira instância dá para as delações e revelações que os donos da JBS fornecem? Não tinham conhecimento dos irmãos da JBS? Tem “jornalistas” que chamam patrão de companheiro, segundo Mino Carta que já estufam o peito e estão a dizer que a Lava Jato é imparcial. Não investiga pessoas só ligada ao Partido dos Trabalhadores. Investiga o PT, o PMDB, o PP, o PSDB. Investiga Lula, mas investiga também o golpista Temer, Aécio, irmã do Aécio, Andréa Neves que inclusive já será alimentada com alpiste porque todos são passarinhos.

Discordamos da imparcialidade cantada por tais jornalistas. A Lava Jato pretendia tornar Lula inelegível sem provas. E os irmãos JB não delataram em Curitiba porque entregariam Temer, o mineirinho e muita gente com provas robustas de fazer Temer dá piti. “Não renunciarei. Insisto, não renunciarei.” Palmas chochas para o insustentável, o dublê de presidente.

Com a Lava Jato de Curitiba parcial, os irmãos J&F Holding dona da JBS poderosa decidiram delatar direto na PGR sem ter sofrido tortura, sem estarem presos numa relação com os interrogadores onde a conversa parecia familiar, entre amigos. Tão amiga que delatar a compra de deputados transpareceu de forma tão canhestra como se estivessem comprando peixe em feira. Deputados picaretas. Quando lula chamou-os de picareta, protestaram. Agora aplaudem.

Pois bem. A preocupação de condenar Lula deixou a gaiola aberta para o fornecimento de alpiste para os passarinhos Eduardo Cunha e Funaro. E a “babita” era alta. Os lavajateiros não sabiam? A parte da Polícia Federal que trabalha na Operação Lava Jato sediada na cidades das araucárias  não sabia? Que parte da Polícia Federal é essa? É a nossa Polícia Federal republicana que aqui várias vezes falamos tão bem?

Quando em posts anteriores nós e muitas outras pessoas falávamos em prisão para juízes e promotores parciais não estávamos errados. Por que Moro censurou as perguntas do metamorfoseado Eduardo Cunha que antes era caranguejo e agora é passarinho feitas para Temer? A Lava Jato é imparcial? Sérgio Moro, os Procuradores e a Polícia Federal de Curitiba devem explicações e muitas explicações para a sociedade brasileira, para a ONU e para os democratas do planeta Terra. Segundo juristas, advogados,  o juiz de primeira instância praticou obstrução judicial; a justiça impedindo que se fizesse justiça defendendo um único lado: o golpe e o capital. O capital norte americano.

No mais, cadê as provas contra Lula e Dilma. Existe alguma filmagem de malas de dinheiro sendo recebidas por Lula e Dilma? Há, sim muitas falas ditas por terceiros. O próprio Joesley da JBS disse que repassou para as campanhas de Lula e Dilma U$ 150 milhões em conta no exterior. Cadê o Banco, a conta e os depósitos? Lula e Dilma são investigados diuturnamente. A Lava Jato de Curitiba não sabia disso?

A Verdade de Lula é que como presidente do povo brasileiro, da classe trabalhadora o que essa elite ignara quer fazer é tirá-lo da disputa de 2018, mas não fará porque o povo está com Lula assim como a Lula está com o mar e formam o que esse povo produziu TRANSLULAÇÃO para o Brasil e o mundo ser mais feliz. Lula lá! Manô!


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Quer linha de corte? Este é esquizo. Acesse:

CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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