Arquivo de 11 de maio de 2017

ASSESSORIA DE IMPRENSA DE LULA DIVULGA NOTA PARA QUE A “TORCEDORA E PROPAGADORA DA ACUSAÇÃO” CONTRA LULA, SERVIÇAL DA GLOBO, M. LEITÃO, TENTE ESCREVER FATOS VERDADEIROS

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Carta aberta à senhora Miriam Leitão

Prezada senhora Miriam Leitão.

Em texto publicado nesta quinta-feira (11 de maio), a senhora, autora do prefácio do livro do procurador Delatan Dallagnol, finge familiaridade com o processo sobre o ‘tríplex do Guarujá’ que corre na Justiça Federal do Paraná, afim de emitir pretensas avaliações jurídicas para seus leitores. Ao fazê-lo, porém, comete erros factuais básicos, que inviabilizam as suas conclusões, sobre as quais não vamos comentar. Dona Marisa desistiu do imóvel do qual tinha comprado cota em 2009, não em 2011, e ele foi vendido para terceiros pela OAS Empreendimentos. A família tinha direito de manter como cota o investimento feito, e o declarou no imposto de renda. A conversa entre Renato Duque e o ex-presidente não aconteceu quando Lula estava no cargo, mas em 2014, quando Lula já tinha deixado o cargo há 3 anos, e Duque já não estava na Petrobras há 2 anos. Ou seja, tudo que a senhora escreveu sobre isso é inteiramente sem base factual, uma fantasia. Seria importante que a senhora reconhecesse seus equívocos e transmitisse a informação correta para seus leitores, telespectadores e ouvintes das organizações Globo, para que eles tenham contato com os fatos como eles são. Seria importante também que acompanhasse com rigor aquilo sobre o que opina. Sem sequer acertar os fatos, não há opinião embasada ou cobertura jornalística, mas propaganda política que a senhora faz dos processos sobre o ex-presidente na condição não de jornalista, mas de torcedora e propagandista da acusação.

Assessoria de Imprensa do ex-presidente Lula. 

O SARRO TIRADO POR LULA DE MORO NA SELEÇÃO DO FILÓSOFO EDSON LENINE

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     Lula é daqueles seres singulares e originais que em uma sociedade democrática é amado pelos ilustres e invejado e odiado pela ralé burguesa. A burguesia aberração filo e ontogenética da espécie humana cuja marca principal é a força-bruta. A irracionalidade. Daí ser uma especie sem qualquer sinal de movimento real, devir-vida. E como não se movimenta não tem qualquer laivo de humor. É inativa.

    Lula, o singular e original, não precisou estudar Nietzsche e nem Brecht para ser a práxis e a poieses, a ação e criação, que é o humor dionisíaco. Para quem não conhece ainda (que alienação-ontológica) a inteligência e o humor (para o filósofo Spinoza só há inteligência onda há alegria) de Lula é preciso conhecer os trechos extraídos do depoimento (para quem gosta de valsa; o baile) do comandante diante de Moro apresentados pelo filósofo Edson Lenine Prado, em seu Facebook. 

                       Diriam os filósofos da Vida que Ativa o Pensamento e o Pensamento que Afirma a Vida: As Gargalhadas de Lula.    

MORO: Tem um documento aqui que fala do triplex….
LULA: Tá assinado por quem?”
MORO: Hmm… A assinatura tá em Branco…
LULA: Então o senhor pode guardar por gentileza!

MORO: Esse documento em que a perícia da PF constatou ter sido feita uma rasura, o senhor sabe quem o rasurou?
LULA: A PF não descobriu quem foi?
MORO: Não!
LULA: Então, quando descobrir, o senhor me fala! Eu também quero saber!

MORO: O Sr. não sabia dos desvios da Petrobras
LULA: Ninguém sabia dos desvios da Petrobras. Nem eu, nem o Sr., nem a imprensa, nem o Ministério Público, nem a Polícia Federal. Só ficamos sabendo quando grampearam o Youssef.
MORO: Mas eu nao tinha que saber, não tenho nada com isso.
LULA: Tem sim, foi o Sr. que soltou o Youssef.

LULA: E como eu considero, doutor, como eu considero esse processo ilegítimo, e a denúncia, uma farsa, eu estou aqui em respeito à lei, em respeito a nossa Constituição. Mas com muitas ressalvas com respeito ao comportamento dos procuradores da Lava Jato.
MORO: Perfeito, mas é a oportunidade que o senhor tem de se defender, e esclarecer estas questões, então eu vou pedir um pouco de paciência para o senhor ex-presidente. Certo?
LULA: Eu tenho paciência, é que perguntar coisas pra mim de uma pessoa que já morreu, é muito difícil, sabe? É muito difícil.
MORO: Eu imagino, mas infelizmente a gente acaba tendo que ir pelo contexto, certo?”
LULA: É, eu sei…

MORO: Agora o senhor tem essas reclamações da imprensa, eu compreendo, mas esse realmente não é o foro próprio pro senhor reclamar contra o tratamento da imprensa. O juiz não tem nenhuma relação com o que a imprensa publica ou não publica e esses processos são públicos
LULA: Doutor, o senhor sem querer talvez entrou nesse processo. Sabe por quê?
MORO: Hum?
LULA: Porque o vazamento de conversas com a minha mulher e dela com meus filhos, foi o senhor que autorizou.

MORO: Saíram denúncias na folha de São Paulo, e no jornal O Globo de que…
LULA: Dr. não me julgue por notícias, mas por provas.

LULA: Doutor Moro, o senhor já deve ter ido com sua esposa numa loja de sapatos e ela fez o vendedor baixar 30 ou 40 caixas de sapatos, experimentou vários e no final, vocês foram embora e não compraram nenhum. Sua esposa é dona de algum sapato, só porque olhou e provou os sapatos? Cadê uma única prova de que eu sou dono de algum tríplex? Apresente provas doutor Moro?

MORO: O senhor solicitou à OAS que fosse instalado um elevador no tríplex?
LULA: O senhor está vendo essa escada caracol nessa foto? Essa escada tem dezesseis degraus e é do apartamento em que eu moro há 18 anos em São Bernardo. Dezoito anos a Dona Marisa, que tinha problema nas cartilagens do joelho passou subindo e descendo essa escada. O senhor acha que eu iria pedir um elevador no apartamento que eu não comprei, ao invés de pedir um elevador no apartamento em que eu moro, para que a Dona Marisa não precisasse mais subir essa escada?

MORO: Senhor ex-presidente, você não sabia que Renato Duque roubava a Petrobras?
LULA: Doutor, o filho quando tira nota vermelha, ele não chega em casa e fala: “Pai, tirei nota vermelha”.
MORO: Os meus filhos falam.
LULA: Doutor Moro, o Renato Duque não é seu filho.

MORO: Sr. ex-presidente preciso lhe advertir que talvez sejam feitas perguntas difíceis para você.
LULA: Não existe pergunta difícil pra quem fala a verdade.

LULA: O Powerpoint do Dallagnol é uma caçamba que cabe tudo. Cadê ele? O Dallagnol não tá aqui. Eu queria o Dallagnol aqui pra me explicar aquele PowerPoint.

….

MORO: Na semana passada, em 5 de maio de 2017, o Sr. ex-presidente prestou as seguintes declarações em evento partidário: “Se eles não me prenderem logo, quem sabe um dia eu mando prende-los pelas mentiras que eles contam”. O que o Sr. quis dizer com esse tipo de declaração?
LULA: Eu disse que a história não para com esse processo. A história um dia vai julgar se houve abuso ou não de autoridade nesse caso, tanto da Polícia Federal quanto do Ministério Público no meu caso.
MORO: E o Sr. pretende mandar prender os agentes públicos?
LULA: Eu nem sei se vou estar vivo amanhã. Isso é uma força de expressão. O dia que o Sr. for candidato o Sr. vai ter muita força de expressão nos palanques.

 

OPINIÃO DO NASSIF: A FARSA DO DEPOIMENTO DE LULA NA LAVA JATO

Estão conseguindo criar um herói, é impressionante a falta de visão estratégica dos coordenadores da Lava Jato, incluindo juízes e procuradores. O dia 10 de maio poderá ser marcado pelo renascimento do mito Lula. 
 
O ex-presidente chegou em Curitiba, recebido por uma multidão de pessoas, apaixonadas, montando uma cena consagradora nas ruas da cidade.
 
Em contraposição, no depoimento, o que se viu foi a verdadeira dimensão dos juízes e procuradores. De um lado, uma pessoa que se tornou, durante um certo período de tempo, o estatista mais festejado do mundo, por incluir milhões de pessoas na linha do consumo, sendo comparado a vários heróis pacifistas. E, de repente, por conta da perseguição política, perde a mulher, Marisa Letícia, por complicações decorrentes de um acidente vascular cerebral, visivelmente abatida pelas pressões que vinha sofrendo nos últimos anos
 
O quadro é de uma pessoa – Lula – que saiu consagrada do governo, sendo criminalizada durante os últimos dois anos e meio, sem uma única prova das acusações as quais foi submetida. 
 
A Lava Jato entra, portanto, na mesma armadilha do PSDB: a mídia dá o endosso a uma denúncia, conferindo um poder muito grande de início, mas a falta de inteligência estratégica, tanto dos partidos que fizeram oposição aos governos petistas, quanto da Lava Jato, os levaram a seguir na onda da mídia, e a única coisa que a imprensa sabe fazer é destruir adversários.
 
Em nenhum momento da história a mídia foi capaz de construir a reputação de pessoas de peso. O papel da mídia é, meramente, destrutivo. Exemplo é o PSDB, que até anos 1990, tinha formuladores, pessoas que tentaram pensar linhas desenvolvimentistas para o país, que ficou à reboque por se aliar as estratégias da imprensa. 
 
A Lava Jato segue o mesmo caminho, tendo em vista a imaturidade, já apresentada por representantes da operação, achando que tinham ganhado uma dimensão pública como salvadores da pátria. Na verdade, viraram somente mais personagens da mídia. 
 
Essa é a elite do Ministério Público? Obviamente que não. O depoimento de Lula mostra que são personagens de dimensão menor, que jogaram perguntas genéricas, como pegadinhas, sem trazer nenhuma comprovação de que, como agentes da Lava Jato, tivessem material tangível para encurralar o ex-presidente. 
 
Lula saí do depoimento desse dia 10 de maio como herói nacional, o primeiro operário que chega ao poder, que fez um conjunto de inclusões sociais inéditas na história, e em termos globais, mas que se meteu no jogo político para garantir a governabilidade com as mesmas armas dos adversários e, por isso, acabou se enrolando e, fora do poder, é vitimizado. 
 
Em meio a essa pressão, não submetida sobre nenhum outro ex-presidente, Lula perde sua esposa, tem a sua casa e a dos filhos invadida de forma violenta pela Polícia Federal, no âmbito da Lava Jato. Toda essa estratégia irresponsável deverá comprometer por décadas todo o Judiciário, onde muitos setores que representam a categoria, incluindo a Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil), só se manifestaram quando os vazamentos ilegais de áudios da operação atingiram desembargadores.
 
Um ato mais eficiente contra corrupção seria o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) obrigar os juízes, desembargadores e ministros e revelar quanto cobram por cachês das palestras, especialmente de um juiz, diretor de um instituto de ensino em Brasília, que inventou uma denúncia para fechar o Instituto Lula. 
 
Lula Marques/Agência PT
Opinião do Nassif: A farsa do depoimento de Lula na Lava Jato  Lula Marques/Agência PT
 

DELES PARA ELES

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A jornalista, Mônica Bérgamo,  funcionária de um dos mais reacionários jornais (?) de São Paulo, e comentarista de uma TV, também, reacionária sucursal da Globo, em São Paulo, contou que houve um encontro casual no aeroporto de Brasília com Moro e Bolsonaro. Porém, o juiz de primeira instância, ídolo das direitas, não reconheceu o deputado… Estes predicados aqui enunciados são do conhecimento da grande parte da sociedade brasileira: homofóbico, racista, misógino. O fato ocorreu no fim do mês de março.

Porém, dias depois, o ídolo das direitas, ligou para o deputado antidemocrático (antidemocrático, saber da maior parte da sociedade brasileira) explicando que não o havia reconhecido no aeroporto. O que causou êxtase no misógino.

“Tive a satisfação de receber a ligação do juiz Moro. Mas o teor da conversa ninguém sabe. Não contei para ninguém”, afirmou o extasiado racista.

Pergunta de uma democrata que ler, perguntaria o teatrólogo-poeta-crítico-romancista-ensaísta-militante Brecht: E precisa contar “o teor da conversa”?

DIANTE DE LULA MORO SENTE PORQUE O COMANDANTE ENCONTRA-SE PRESO NO CORAÇÃO DO POVO BRASILEIRO

AFINPRESS – Direto de Curitiba –  PR. No dia primeiro de janeiro de 2015 fizemos, juntos com os candangos Bosco e Maria a cobertura da posse da presidente Dilma Vanna Rousseff eleita com 54.501.118 votos. Aquela festa foi maravilhosa. Assim como nestes dois dias na cidade verde vermelha do Brasil vivenciamos o encontro com milhares, mais de 50 mil brasileiros que vieram trazer seu apoio, sua solidariedade ao melhor e maior presidente do Brasil: Luís Inácio Lula da Silva.

O que aconteceu nestes dois dias aqui foi de arrepiar. Há vários momentos que são indescritíveis. A chegada das caravanas por todos os meios de transportes. Ônibus, carros, vans e aviões. Os alojamentos e a solidariedade entre as pessoas, o ataque com rojões e fogos de artifícios nos alojamentos do MST, a chegada de Lula para depor, as vigílias, os eventos, as conversas e a chegada de Lula e Dilma na Praça Santos Andrade, ou Praça da Democracia no centro de Curitiba em frente da Universidade Federal do Paraná. Mas o principal de tudo, foi o encontro tão esperado por Lula de defrontar-se com Sérgio Moro. Lula lavou a alma. Lula colocou os promotores e Sérgio Moro no lugar deles. Lula estava seguro porque sabia que os acusadores não teriam nenhuma prova contra ele. E a prova que resolveria tudo isso é a titularidade registrada em cartório de que o presidente seria o dono do tal triplex, quadrúplex. Nada. “Necas que ti biribas.” A partir daí Lula bailou. Chamou para roda os acusadores. Disse que estava sendo julgado por causa de um power point “estou sendo julgado por um power point e por uma tese eminentemente política”. Neste power point acusaram o presidente de ser o comandante do crime organizado.

Mas show mesmo foi suas considerações finais onde disse que a Lava Jato vazou todas as informações para a imprensa. Que um blog nos Estados Unidos fica sabendo com antecedência o que se trata na operação. Desfilou como a imprensa golpista o persegue. Folha de São Paulo, Estadão, Jornal O Globo, Revista Veja, Isto é, Época e o Jornal Nacional que nos últimos tempos dedicou 18 horas falando mal dele. Segundo Lula, equivale a 12 partidas de futebol entre Barcelona e Atlético de Madrid. Várias vezes Sérgio Moro tentou interromper a fala do presidente trabalhador e este pedia para falar porque era preciso esclarecer os fatos. Falou que é o político mais perseguido neste país e “eu sabia que não tinha o direito de errar porque se errasse nunca mais alguém do andar de baixo seria eleito presidente da República”. Falou da importância da Petrobras, da descoberta do pré-sal e da contratação de trabalhadores que a empresa fazia. Mas chama atenção na sua fala isto: pelas perguntas que o Ministério Público formulou a acusação não era nem para ter sido recebida.

O que aconteceu hoje, dia 10 de maio de 2017 aqui em Curitiba é um dos temas que chamamos de evento. Nesse evento há uma subjetividade. A subjetividade é a construção da democracia. E a democracia se produz na Ágora, na praça pública. Cada brasileiro que viveu aqui estes dias e cada brasileiro que vivenciou, acompanhou nos mais distantes recantos deste país, como uma estrela que formou uma constelação está produzindo o novo, está construindo novas formas de ver, sentir e criar um país digno e soberano.

O que aconteceu nestes dias em Curitiba marcará cada brasileiro e é um aviso para os senhores donos da casa grande. Aqui viemos, participamos da festa e não era preciso ter gasto exorbitante somas de dinheiro com a segurança. Sugerimos que Moro investigue porque foi gasto a quantia que dava para comprar três triplex. Quem compareceu a Curitiba veio prestar solidariedade, veio trazer alegria, veio participar de uma festa. A festa da Jornada da democracia.

A cidade verde vermelhou. Apoiadores de Moro. Oito, depois 15, no final 50. Preferiram ficar em frente ao Museu Oscar Niemayer. Que contradição. Os vendedores de bandeira do Brasil, camisa verde amarela da corrupta CBF e bonecos de Lula declinaram que tinha mais repórteres do que gente (coxinhas).

Chegamos ao outono. Deu uma chuva torrencial. Antes que o frio chegue a Curitiba que torna os dias mais escuros e à noite há necessidade de muito aquecedor e edredons vamos nos despedindo e partindo para outras manifestações que virão. Brasília. Valeu! Nós estaremos sempre unidos povo de Lula, Dilma e do Brasil. Valeu Movimentos Sociais, Centrais Sindicais, igrejas, MST, Povo Sem Medo, militantes, jornalistas, Blogs Sujos, MTST, camponeses, Frente Brasil Popular,  todos, todos que prestaram solidariedade a Lula e que ajudaram Moro prender Lula cada vez mais no coração do povo brasileiro. Nossa caminhada para o Palácio do Planalto está começando.

 

ADVOGADOS APONTAM ‘ANOMALIA E PATOLOGIA’ CONTRA LULA NA LAVA JATO

Advogados de Lula

São Paulo – Em entrevista coletiva concedida logo após o depoimento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao juiz Sergio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, os advogados Cristiano Zanin Martins, José Roberto Batochio e Valeska Teixeira Martins afirmaram que sua atuação perante o magistrado foi no sentido de preservar o Estado Democrático de Direito. Eles afirmaram que, após quase cinco horas de audiência, diante da absoluta falta de provas contra o petista em relação ao apartamento tríplex no Guarujá, Moro passou a questionar o interrogado sobre fatos “estranhos” ao processo, caracterizando um julgamento político.

“Depois que ficou clara a inocência (de Lula), buscou-se um exame sobre a política que ele fez no país. Isso mostra que o processo é um instrumento de perseguição política. Qualquer pessoa no mundo vai poder assistir à audiência e constatar que são perguntas que buscam avaliar a sua política de governo”, disse Zanin Martins. “Quando isso acontece, você não está diante de um processo legítimo.”

Batochio reafirmou a acusação já feita pelos próprios advogados de Lula e inúmeros juristas de que a Operação Lava Jato inverteu a presunção de inocência, garantida pela Constituição. “Hoje os processos começam com a prisão sem culpa e sem sentença. Aqui, prendemos para delatar. Isto não é civilizado. Isto é medieval. Estamos regredindo em termos civilizatórios. Estamos vivendo um momento em que a prisão precede a tudo.”

Segundo Zanin Martins, diante da inexistência de provas contra Lula, Moro passou a falar sobre o sítio de Atibaia, que não integra o processo, como objeto do depoimento. Pior, disse o advogado, o magistrado de Curitiba passou a questionar o ex-presidente sobre o “mensalão”. “Ele quis colher a opinião do ex-presidente em relação à Ação Penal 470 e qual seria sua opinião sobre o julgamento do caso pelo Supremo Tribunal Federal.”

Batochio disse que tal questionamento por parte de Moro é descabido. “Desde quando uma pessoa que está ali sob uma acusação tem que dar uma opinião sobre um julgamento realizado pela Suprema Corte? Não tem cabimento, e é uma demonstração clara do que está acontecendo. Lula não é um jurista para emitir opinião sobre o assunto. Jamais teve a ver com o caso (da AP 470)”, afirmou Batochio aos jornalistas. Esse episódio mostra intenção de fazer “uma cena política, pois são temas absolutamente estranhos à acusação”.

Incompetência de Moro

Os advogados esclareceram que questionam e vão questionar em todas as instâncias possíveis três aspectos do processo conduzido por Moro. O primeiro é a “incompetência territorial”. Segundo eles, de acordo com a legislação brasileira, Moro não tem competência para conduzir e concentrar em Curitiba todos os casos da Lava Jato.

“O Código de Processo Penal diz que o juiz que deve julgar o crime deve ser o juiz do local onde (supostamente) foi praticado o crime”, lembrou Batochio. “Por que razão que a 13ª Vara Federal de Curitiba julga o Brasil inteiro? Isso reforça a ideia de que se passa algo estranho, (que há) coisas estranhas que nunca foram explicadas”, acrescentou. “Diz a lei que sentença dada por juiz incompetente é absolutamente nula.”

Segundo Batochio, a concentração da enorme quantidade de processos nas mãos da 13ª Vara Federal “é fabricada, criada artificialmente”. “Trata-se de uma anomalia, uma patologia processual, de uma manobra condenável. Nenhum juiz brasileiro tem competência sobre todo o país.”

O segundo aspecto é a “paridade de armas”: a defesa quer ter acesso a todos os documentos aos quais a acusação e a Petrobras tiveram acesso. “Se a Petrobras é parte e integra a acusação temos o direito de conhecer tudo”, argumentaram os advogados. “Não tivemos acesso aos documentos relativos à Petrobras. Precisamos ter o mesmo acesso que a acusação está tendo. Isso é negado à defesa”, disse Valeska Martins.

O terceiro ponto é a suspeição de Moro: “em nenhum lugar do mundo um juiz que praticou os atos de Moro poderia ser conhecido como legítimo para julgar o ex-presidente Lula”. Os vazamentos das conversas entre Lula e a ex-presidenta Dilma Rousseff configuram uma das principais ilegalidades do processo. Além disso, Moro se comporta como acusador, e não como juiz, e adota uma postura midiática incompatível com sua posição, defenderam.

“Se a atuação parcial (de Moro e de sua “força tarefa”) será reconhecida, não dá para saber. Mas qualquer cidadão no Brasil e no mundo vai constatar que o que a defesa diz é a verdade e isso vai ser mostrado pela história”, afirmou Zanin.  O advogado lembrou que existe um recurso no Comitê de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) contra as arbitrariedades da Lava Jato. O Brasil é signatário do Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos da ONU. “Esperamos que a ONU ajude o Brasil a se reencontrar com o estado democrático de direito e a legalidade.”

As informações que circulam na imprensa sobre o tríplex que supostamente teria sido “comprado” por Marisa Letícia, mulher de Lula, são produto de “um grande erro de entendimento sobre o que significa direito cooperativo”, de acordo com Valeska. “O imóvel nunca esteve em nome de dona Marisa. Dona Marisa preferiu reaver o dinheiro relativo à cota e não aceitou receber o apartamento.”

A advogada sugeriu que os jornalistas procurem o foro de São Paulo, onde está ajuizada uma ação em nome de Marisa Letícia para reaver o que pagou como cotista da Cooperativa Habitacional dos Bancários (Bancoop), mas não como compradora de qualquer apartamento. 


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Quer linha de corte? Este é esquizo. Acesse:

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VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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