Arquivo de maio \31\UTC 2016

COM AS GRAVAÇÕES QUE AFIRMAM QUE O OBJETIVO DAS DIREITAS ERA ACABAR COM A LAVA JATO, O GOLPE PODE SER REVESTIDO, DIZ CARDOZO

Em entrevista a Dário Pignotti, da Página 12, Eduardo Cardozo afirma que o impeachment pode ser revestido. Ele diz que essa possibilidade decorre da forma que vai apresentar o conteúdo da defesa da presidenta Dilma.

   Ele apresentará os conteúdos das gravações de Sérgio Machado onde fica concreto o plano do golpe cujo o objetivo era afastar Dilma para que os golpistas parrassem a Lava Jato para se protegerem, já esses personagens como Romero Jucá, Renan Calheiros, José Sarney, Temer e outros estão envolvidos em vários esquemas de corrupção.

      Leia a entrevista.

Marcelo Camargo / Agência Brasil

Esta semana terá seu momento mais importante quando o Senado definir o cronograma do juízo político contra Dilma Rousseff, cuja defensa foi confiada a José Eduardo Cardozo. O ex-ministro da Justiça da presidenta trabalha na elaboração das alegações que apresentará contra o impeachment que levou Michel Temer a encabeçar o novo governo interino.
 
“Vamos defender nossa tese de que o impeachment é uma forma de encobrir um golpe, porque está viciado desde sua origem pelas manobras do deputado Eduardo Cunha, que o impulsou em dezembro. Com o agravante dos áudios de Romero Jucá, revelados recentemente, podemos demonstrar que houve uma conspiração. Ele foi gravado dizendo que `é preciso tirar a presidenta para acabar com as investigações de corrupção´. Ficou evidente o motivo do golpe” assegura Cardozo.
 
Dessa forma, ele planteia que Temer chegou à presidência através dos acordos obscuros dos seus aliados Romero Jucá e Eduardo Cunha. As ponderações de Cardozo coincidem com as da presidenta, pois ele pertence ao reduzido grupo de conselheiros que ela vê praticamente todos os dias. Ex-coordenador da campanha presidencial de Dilma, ele nega ser “voluntarista” quando diz que é possível que Dilma seja absolvida por um Congresso dominado por dirigentes processados ou suspeitos de corrupção.
 
Foi o que disse durante a conversa de quase uma hora com o jornal argentino Página/12, em seu apartamento de Brasília, entre livros de jurisprudência, anotações, uma lata de refrigerante e um computador, onde produz a defesa na que se jogará o destino de uma democracia aparentemente ferida de morte.

 
– O que leva você a pensar que um Senado com maioria opositora pode absolver a presidenta?
 
– Não será fácil, mas é possível, porque nossas teses jurídicas são indestrutíveis e estão sendo cada vez mais apoiadas. Há meses atrás, na primeira vez que falamos de golpe, fomos duramente criticados, mas hoje todo o mundo percebe que essa é a tese correta, é a tese compartilhada pela imprensa internacional.
 
– Mas essa unanimidade não se reproduz no Brasil.
 
– Eu diria que uma parte da sociedade brasileira não acredita que isto seja um golpe, mas a parte que considera que houve sim um golpe é a que está crescendo atualmente. Tem um ditado aqui no Brasil que diz que “água mole em pedra dura tanto bate até que fura”. Eu acho que as pessoas vão terminar entendendo os nossos argumentos.
 
– Mas os senadores não votam pelas teses, e sim pelos interesses políticos.
 
– Votam por razões políticas, e precisamente por isso que eu acredito que não é voluntarismo pensar que a situação pode sim ser revertida, porque eles começaram a ver a inconsistência deste governo, sua alta rejeição. Eles também escutaram os áudios do Romero Jucá, que é alguém muito próximo ao Temer. Insisto, acho que podemos reverter a posição de alguns senadores. Nós vamos seguir lutando para que a presidenta retome o seu cargo.
 
– Segundo rumores, o ex-presidente Lula teria dito a Dilma que este governo (de Temer) é o pior inimigo de si mesmo.
 
– Eu estive nessa reunião (na semana passada), onde estavam Lula, Dilma e outras pessoas. Essa afirmação é correta, este governo interino não se sustenta, sua incapacidade absoluta para governar é assustadora.
 
– Esta semana, será definido o calendário do processo, por que a direita tem pressa?
 
– Há muita pressa nos setores que apoiam o governo interino, que querem consumar rapidamente o golpe, porque a situação deles se agrava mais a cada dia, em virtude do surgimento de novos fatos. Me parece que eles estão tentando chegar a uma sentença antes da abertura dos Jogos Olímpicos, antes do dia 5 de agosto. Para eles, seria vergonhoso abrir os Jogos na cerimônia do Maracanã com um presidente que ainda é interino, e uma presidenta eleita que não pode estar no cargo. E para isso querem acelerar o processo, atropelando o direito de defesa. Não seria surpreendente que houvesse protestos durante os Jogos, algumas convocadas pelos partidos e organizações sociais, mas também as que nascem de forma espontânea, que acontecem com frequência, até mesmo para nossa surpresa.
 
Pior que Honduras
 
Uma comparação que se faz com certa frequência é a das características entre o processo contra Dilma Rousseff e os dos “golpes brandos” que derrubaram os presidentes Fernando Lugo (do Paraguai, em 2012) e Manuel Zelaya (de Honduras, em 2009).
 
Em ambos os casos, houve eleições presidenciais em menos de um ano depois da queda, característica que os diferencia do caso brasileiro, já que Temer assegura que só haverá uma nova disputa presidencial em outubro de 2018, se negado a aceitar a ideia de antecipar as eleições.
 
– O modelo de golpe brasileiro é pior que os do Paraguai e de Honduras?
 
– Possivelmente é pior, teríamos que estudar melhor a respeito. É mais, acho o que está acontecendo no Brasil merece ser abordado academicamente ou numa série televisiva. Isto dá um roteiro para uma novela de intrigas que teria mais sucesso que House of Cards (minissérie sobre conspirações políticas em Washington). Ou para um livro entre o policial, a novela negra, uma novela sobre piratas que foram descobertos pelos áudios recentemente publicados pela imprensa. Piratas capazes de qualquer cosa.
 
– Como cobrar subornos?
 
– São gente sem escrúpulos, isso é todo o que eu posso dizer.
 
– Um membro da Comissão Episcopal Caridade, Justiça e Paz, ligada à CNBB, disse que há rumores de que se compraram votos para apoiar o impeachment. Isso é possível?
 
– (após breve silêncio) Eu diria que certamente há muitos comentários sobre esse suposto pagamento indevido para a compra de votos, mas não posso fazer nenhuma afirmação que não tenha uma evidência ou prova concreta. Prefiro falar sobre os fatos comprovados, mas que esses rumores existem, existem.
 
Autocrítica
 
– Qual é a sua autocrítica sobre os governos do PT?
 
– Acho que minha autocrítica se reflete na que o partido já apresentou, mas penso que esse documento necessita avançar mais sobre o menosprezo do partido sobre a ética interna. Um partido de esquerda, que defende a transformação, não pode ser complacente com alguns companheiros que transgridem a ética. O partido tem que ser duro com aquelas pessoas que foram cooptadas pelo sistema político brasileiro corrupto. É preciso atuar com rigor diante desses casos, sempre depois de dar a eles todo o direito de defesa, sem execrá-las. O PT necessita ter essa atitude firme, para que nenhuma ovelha negra contamine todo o partido. Outra autocrítica necessária é que deixamos de cuidar do partido, porque muitos quadros foram para o governo, e o partido em si abandou a formação, a discussão política, a tarefa de escutar a militância. Não chamamos os nossos intelectuais, e muitos deles se distanciaram do partido. Temos que reconhecer que erramos nesse aspecto de formação e debate, enquanto o PC do B, que é um partido menor que o PT, investiu mais nesse aspecto que nós. Outro tema importante é que não apostamos na criação de uma frente de esquerda com a suficiente força e firmeza.
 
– O PT continua sendo um partido de esquerda?
 
– Eu diria que o PT é um partido que tem um programa de esquerda, com certas nuances de centro-esquerda. Um partido que atua com maturidade, sem dogmas. Mas, independente disso, nós temos que pensar em revitalizar a vida partidária, que não pode se limitar a ser uma burocracia partidária.
 
Lula
 
– Há setores que querem perseguir judicialmente o ex-presidente Lula?
 
– Não tenho dúvidas de que o ex-presidente Lula é um perigo para os setores da direita autoritária, assim como o PT é um perigo para esses mesmos setores. Se eles pudessem eliminar os dois de alguma forma o fariam, e alguns utilizam mesmo esse discurso de acabar com o partido. Agora bem, querer acabar com o Lula e com o PT é algo tão absurdo que mesmo alguns grupos de centro-direita, grupos não extremistas, consideram que isso seria um grande equívoco. O PT cumpre um papel importante na realidade brasileira.
 
– Nestes últimos anos, surgiu uma direita mais radical no Brasil. Faltou uma ação política mais enérgica do governo para reverter essa tendência?
 
–Temos que reconhecer esse nosso erro, como governo de esquerda ou centro-esquerda, de ter permitido que correntes de ultra direita pudessem renascer. Algumas francamente fascistas, como as que se viram nas ruas pedindo o golpe, atacando Dilma e Lula selvagemente, que tiveram grande divulgação em alguns meios de comunicação. Eu diria que desde o golpe de 1964 não se via dirigentes expressando abertamente um discurso de extrema direita, que defende a intolerância política, a intolerância de gênero, ataques aos comunistas, ataques ao PT, ataques aos negros, isso tudo é gravíssimo. E este governo interino representa essa ultra direita, mostrou isso ao compor um ministério sem mulheres, sem negros, com ministros cujas posições são arcaicas. Vi gente de centro-direita preocupada por algumas atitudes praticamente fascistas de setores deste governo.
 
“Cunha é quem manda”
 
Por sua parte, a presidenta eleita Dilma Rousseff afirmou ontem, em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, que Michel Temer está “de joelhos” diante de Eduardo Cunha, ex-presidente da Câmara dos Deputados, que está suspenso do seu cargo. Indagado sobre o tema, José Eduardo Cardozo respondeu que “é um fato visível, quem manda neste governo é o Cunha, ele indicou pessoas para os cargos mais relevantes do gabinete. Estamos falando de um presidente de um deputado que foi afastado do cargo de presidente da Câmara por decisão do Supremo Tribunal Federal, e que ainda assim mantém um poder imenso sobre o governo de Temer, realmente imenso. O senhor Cunha controla o bloco de deputados governistas, do qual Temer depende para governar”, afirma o ex-ministro Cardozo.
 
Como defensor de Rousseff, Cardozo protagonizou um dos momentos tensos que precederam a votação do impeachment. Foi em abril, quando denunciou o complô diante de Cunha, que respondeu com um olhar intimidante que foi registrado pelos fotojornalistas.
 
– Você sentiu medo ao ser encarado assim pelo Cunha? Dizem que ele é daqueles que cumprem com suas ameaças…
 
– (após risos) Conheci bem o Eduardo Cunha durante os oito anos que fui deputado, quando ele também era. Sem dúvidas, ele é uma pessoa que não tem limites. É capaz de ameaçar um governo e abrir um processo de impeachment contra a presidenta por não ceder às suas chantagens, como vem demonstrando. Ele é alguém que ameaça a ordem democrática para se salvar das acusações de corrupção que pesam contra ele, de desvio de dinheiro público, de lavagem dinheiro no exterior, etc. Esse homem tem muito poder neste governo.
 
Tradução: Victor Farinelli

Créditos da foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil

Voltar para o Índice

 

 
 

 

 

 

 

 

 

 

 

lo

DILMA DIZ, NO LANÇAMENTO DO LIVRO “A RESISTÊNCIA AO GOLPE DE 2016”, ESCRITO POR 105 PROFESSORES UNIVERSITÁRIOS, QUE GRAVAÇÕES MOSTRAM “SILÊNCIO CONSTRANGEDOR” DOS POLÍTICOS

804_4104x2736_660426081_900x600

Em cerimônia de lançamento do livro A Resistência ao Golpe de 2016, escrito por 105 professores de várias universidades, no Espaço Darcy Ribeiro na Universidade Nacional de Brasília (UNB) que contou com a participação de intelectuais, artistas, sindicalistas, escritores, parlamentares, estudantes, a presidenta Dilma Vana Rousseff fez uma apresentação soberba de gala e contentamento. Mostrando o quanto se encontra confiante em seu retorno ao cargo usurpado por Temer e seus golpistas.

Fez graça com o extermínio da Controladoria Geral da União (CGU) por Temer que colocou em seu Lugar um ministério chamado de Transparência cujo ministro, Fabiano Silveira, indicado pelo golpista já foi exonerado porque apareceu, transparentemente, em gravação realizada por Sérgio Machado tentando influir na Lava Jato em favor do presidente do Senado, Renan Calheiros. Dilma disse que nunca um ministro da CGU fora demitido. Disse também que o grupo de Temer é formado por homens, brancos, velhos e ricos.

“Primeiro achei que era uma jogada de marketing, agora está explicado o motivo. Tenho certeza que o objetivo da mudança era tornar obscura a transparência dentro do Executivo.813_4104x2736_632032308_900x600 818_4104x2736_660256549_900x600 812_1280x866_564603341_900x609 806_1280x847_590061232_900x596

Eles têm um conjunto de armamentos sofisticados, contaram com apoio de segmentos empresariais e de representantes do parlamento brasileiro. Nós temos a nossa consciência. Sabemos o motivo da luta e é isso que transforma a nossa energia em força e emoção.

As gravações divulgadas nos últimos dias mostram o silêncio constrangedor dos políticos sobre os motivos que levaram à abertura do processo de impeachment. Em nenhuma dessas conversas encontramos frases que digam respeito aos seis decretos de créditos suplementares nem ao Plano Safra.

A diferença do golpe de 64 e o de agora não derrubou o processo democrático no Brasil, mas o interrompeu. É como uma parasita que chega numa planta para desolar. Este golpe tenta transformar o atual momento democrático em que o país vive. É um golpe frio. Por isso, precisamos lutar dentro da democracia para conseguir combatê-lo”, discursou Dilma.

Foi uma festa democrática que jamais qualquer golpista vai vivenciar em função de suas estruturas mentais aberrantes. Suas psicopatologias que impedem que eles alcancem a dimensão da humaniora, a simpatia universal que como comunicação íntima, também universal, torna o homem um ser sociabilizado capaz de existir como comunalidade.

760_1280x853_923717380_900x600 788_4104x2736_265775869_900x600 814_4104x2736_114665664_900x600 815_4104x2736_064694516_900x600Foram mais de 4 mil estudantes a bom bradar: “Volta Dilma!”. Junto com um estudante negro que disse a Dilma: “Presidenta, obrigada por fazer que eu esteja em uma universidade”. Ou a jovem que discursou em nome dos estudantes e ao abraçar Dilma caiu em prantos elevada por sublimes sentimentos.

“TENHO CERTEZA QUE OS SENADORES ESTÃO PERCEBENDO OS INÚMEROS RETROCESSOS… FAREMOS O POSSÍVEL PARA REVERTER ESTE QUADRO”, AFIRMOU DILMA. SOBRE O MINHA CASA: “ELES SÃO CAPAZES DE TUDO”

431f0ef5-ae70-4deb-a4d5-c9d2c6ee2d5a

Dando continuidade as suas conversas com internautas através do Facebook, a presidenta Dilma Vana Rousseff, junto com a ex-presidenta da Caixa Miriam Belchior, falou sobre as tétricas decisões promovidas pelo desgoverno usurpador comandado pelo golpista-maior Temer, e suas incidências sobre a população. Principalmente a mais necessitada de políticas sociais.

Dilma mostrou o quanto as decisões perversas promovidas por Temer e seus cúmplices já atingiram a sociedade. Foram várias decisões irracionais e descabidas, próprias de que não tem competência para administrar um país, unidas com a brutalidade, que os levantes contra o grupo golpista estão cada vez mais se multiplicando por todo o Brasil, e todo dia.

“O governo interino já demonstrou ser contra qualquer subsídio para os mais pobres. Ser contra subsídio é ser contra minha Casa, Minha Vida. Acreditamos que eles, do jeito que vão, são capazes de tudo.

Sem mecanismos, a renda das famílias que ganham até R$ 1.800 irá toda para pagar a prestação da casa própria. É bom lembrar que 80% déficit habitacional está nessa faixa de renda. Além de acabar com os subsídios, o governo provisório vai reduzir o número de moradias que serão contratadas.

O programa é um sucesso porque garante, ao mesmo tempo, casa para quem precisa e gera milhões de empregos em toda cadeia produtiva da construção civil. Até 30 de abril de 2016, foram contratadas mais de 4 milhões de moradias. Vão beneficiar 6 milhões e 750 mil pessoas. Segundo a Fundação Getúlio Vargas, foram criados cinco milhões de empregos. Por isso, mexer no Minha Casa, Minha Vida revela uma falta de compromisso com o povo brasileiro.

É um absurdo que o presidente interino altere tão drasticamente as políticas decorrentes do programa de governo que recebeu mais de 54 milhões de votos em eleições diretas.

Tenho certeza de que os senadores já estão percebendo os inúmeros retrocessos advindos das decisões equivocadas do governo provisório. Faremos todo o possível para reverter este quadro que só tem prejudicado a população, especialmente a que mais precisa”, afirmou a presidenta do Brasil.

E Dilma continua falando com o povo brasileiro que deseja ardentemente sua volta de onde nunca saiu.

Fala, Dilma!

PDT OFENDE BRIZOLA E A DEMOCRACIA AO NÃO EXPULSAR O GOLPISTA DEPUTADO HISSA ABRAHÃO (AM) QUE PROMETEU EXPULSAR

Filiação _Hissa_PDT_4_ L.Barbosa

Para entender a ofensa a Brizola e a democracia produzida pelo PDT. Muito antes da grotesca exibição das aberrações da Câmara Federal na construção do golpe contra a presidenta Dilma Vana Rousseff e a democracia, no dia 17 de abril, a direção nacional do PDT decidiu que todos os seus deputados votassem contra o golpe, caso contrário seriam expulsos do partido.

No dia do desfile das aberrações, que ofendeu a dignidade da maioria do povo brasileiro, o deputado Hissa Abrahão do PDT do estado do Amazonas se rebelou (claro que ele não se rebelou: ele conhece a ética do partido) contra a ordem do partido e votou orgulhosamente pelo golpe afirmando que era também pelos milhares de seus eleitores, sem saber que muitos de seus eleitores ficaram contra sua posição golpista. Hissa não se tornou golpista no Amazonas sozinho. Foi acompanhado por todos os outros reacionários dessa gleba.

Logo em seguida a direção nacional do PDT divulgou que iria expulsar todos os traidores. Hoje, dia 30, a tal afirmação democrática só se concretizou contra um deputado do Rio Grande do Sul. Hissa não foi expulso (como já sabia quando votou pelo golpe) pelo presidente Lupi e cúmplices. Recebeu só uma advertência para que as partes pudendas do partido não ficassem por demais expostas.

O PDT, mais uma vez, mostrou que é mais um partido que não é traspassado pelo  corpus da ética política partidária. Ao não expulsar, Hissa, se mostrou tão golpista quanto o DEM, PSDB, PPS, PMDB, e outros que votaram pelo golpe.

Com esse declarado apoio ao golpe pelo PDT, a presidenta Dilma deve ter mais cuidado com Lupi e seu representante no Senado que já votou pelo golpe também.

Brizola não merece essa antidemocrática violência.

20ª EDIÇÃO PARADA ORGULHO LGBT REÚNE MILHARES EM SÃO PAULO E BRADA “FORA TEMER!” EM BRASÍLIA MULHERES PROTESTAM CONTRA CULTURA DO ESTUPRO, STF, TEMER E GLOBO

13254498_658371537654328_7599887008380460560_n

A 20ª Edição da Parada Orgulho LGBT realizada na Avenida Paulista reuniu milhares de pessoas envolvidas com o tema “Lei de Identidade de Gênero Já! Todas as pessoas contra a Transfobia”. Um tema reivindicador que tem sua discussão obstaculizada pela opressão comandada por parlamentares homofóbicos, mas que não pode enfraquecer diante das forças repulsivas.

13255940_658371367654345_1008777046313670644_n 13267913_658374137654068_5118743608670453437_n 13315439_658434460981369_8401258236654321186_n 13327460_658371370987678_1582432333301369430_n 13332900_658434464314702_7262707716443576526_nComo sempre ocorre, as milhares de pessoas presentes na avenida eram compostas dos representantes LGBT, famílias, militantes de partidos políticos, movimentos sociais, estudantes, profissionais liberais entre outros.

Como não poderia ser diferente, durante toda a parada ocorreram várias manifestações contrárias ao golpe comandado pelas mídias acéfalas entreguistas, parte do poder judiciário, parlamentares e empresários vorazes. E despontou como era esperado, o Fora Temer, já que temer é a representação mais violenta e maligna do ataque à democracia brasileira que afastou, por seis meses, a presidenta Dilma Vana Rousseff eleita com mais de 54 milhões de votos.

“Queremos lutar contra isso mostrando para sociedade brasileira que somos seres humanos que temos nossos direitos e lugar na sociedade. Não queremos nada além do nosso espaço. Queremos mudar a imagem de que a transexual e a travesti são objetos sexuais, pois temos capacidade para muitas coisas”, observou a transexual Daniela Marquezine e que desfilou no trio das transexuais.

13332960_658371364321012_5719203399051696182_n 13336106_658433700981445_6007237359349830241_n image_large

São Paulo- SP- Brasil- 29/05/2016- 20ª edição da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, na avenida Paulista. Foto: Paulo Pinto/ Fotos Públicas

São Paulo- SP- Brasil- 29/05/2016- 20ª edição da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, na avenida Paulista.
Foto: Paulo Pinto/ Fotos Públicas

13319956_658363360988479_4483720574765020760_n 13335744_658363414321807_7280026141497660230_n 13339448_658363364321812_8953200866078092154_n 13315662_658349504323198_1989380010129472117_nO terceiro carro a desfilar foi o trio Mães pela Diversidade e que contou com a presença de Ângela Moises mãe de uma homossexual que aos 16 anos foi apedrejada.

“Nós entendemos que temos que botar a cara no sol e sair do armário com nossos filhos e filhas. Mostrar que não são filhos de chocadeiras, que têm mãe, pai e irmãos. Queremos o fim da LGBT fobia, direitos iguais para nossos filhos, o fim de uma bancada fundamentalista que tenta dizer para o Brasil que a família é só homem e mulher, porque família é amor”, afirmou Ângela Moises.

ENQUANTO ISSO, EM BRASÍLIA, MILHARES DE MULHERES realizaram uma marcha contra a CULTURA DO ESTUPRO. Várias palavras de ordens foram proferidas como Mexeu com Uma, mexeu com Todas. Fere o Corpo, Fere a Alma e Mulheres Contra a Cultura do Estupro.

766b7d73-0a0b-4f1f-b5c1-d9ca29101136 6792d9dc-29f8-4b5e-89e3-0081dbc455ea 493e8578-a5d4-4f60-b273-72dd23578a5fA marcha foi até a frente do Supremo Tribunal Federal (STF) onde as manifestantes derrubaram as grades de proteção e chegaram à frente do prédio. Flores e cartazes foram colocados no colo da deusa da Justiça, Têmis, que se encontra na frente do STF. Justiça que hoje no Brasil anda com sua honestidade contestada por muitos brasileiros dado sinais de implicação no golpe. As manifestantes também protestram contra a Rede Globo que, segundo elas e parte da sociedade, estimula a cultura do estupro.

As manifestantes também protestaram contra o golpe que tomou de assalto o País.

O STF ESTÁ ENVOLVIDO NO GOLPE, AFIRMA O PROFESSOR DA UNB, MARCELO NEVES, EM ENTREVISTA A SUL 21

c7dd24c7-1bbc-4ae0-88c3-91b72beefe2c

Leia a entrevista que o professor Marcelo da Costa Pinto Neves, da Universidade Nacional de Brasília, UNB, concedeu a Sul 21.

O sr. é autor de um parecer, divulgado em dezembro de 2015, que classificou o pedido de impeachment da presidenta Dilma Rousseff como frágil e inconsistente. Passados quase seis meses da divulgação desse parecer e com o processo de impeachment já tramitando no Senado, como definiria a situação política que estamos vivendo hoje no país?

A situação do impeachment foi uma criação para destituir a presidente que não tem nenhum fundamento. Toda a estrutura desse processo configura o que tem se chamado de golpe, um golpe parlamentar com a ajuda do Judiciário e da grande mídia, que não tem nada a ver com a prática de crime de responsabilidade pela presidente da República. Há vários elementos que apontam no sentido oposto. O afastamento da presidente tem a ver, principalmente, com a tentativa de abafar as investigações para que elas não atingissem certos políticos hegemônicos da tradição brasileira. Recentes gravações mostram que a presidente vinha permitindo as investigações sem interferência, deixando o Ministério Público e a Polícia Federal com autonomia para atuar. A questão é que isso incomodava muitos grupos. Um ponto fundamental foi esse.

Outro, evidentemente, é que as políticas sociais incomodavam grupos tradicionais das elites brasileiras. Esses foram os elementos fundamentais. Crise econômica, nós já passamos mais graves no governo Sarney e no governo Fernando Henrique. Isso não justificou o impeachment desses presidentes porque, no presidencialismo, uma política econômica frágil e mal conduzida em certo momento não é suficiente para a destituição do chefe de governo. Isso ocorre no sistema parlamentarista.

As chamadas pedaladas fiscais não configuram caso de crime de responsabilidade. Já existem muitos estudos sobre isso. Além disso, essas pedaladas foram praticadas abundantemente antes pelo próprio presidente Fernando Henrique Cardoso, que abusou de decretos para a abertura de créditos suplementares. Na época, o Tribunal de Contas da União só encaminhava recomendações para que as contas fossem saneadas. Nunca houve sequer reprovação das contas, quanto mais um impeachment que implica crime de responsabilidade. Então, o TCU também está envolvido nesta trama, na construção deste casuísmo para enfraquecer a presidente e permitir esse impeachment que, na verdade, fere a Constituição porque a tipificação do crime de responsabilidade inexiste.

No presidencialismo, a destituição de um presidente exige que se caracterize o crime de responsabilidade ou o crime comum, que iria para o Supremo. Mas não há caracterização de crime comum nem de crime de responsabilidade. Então, o que vem se dizendo sobre o golpe justifica-se amplamente.

O sr. concorda, então, que estamos vivendo um golpe em curso ou mesmo já efetivado?

Sim, é um golpe que está em curso e que pode se consumar. Não é um golpe clássico, no sentido estrito do termo, com o emprego de violência. É um golpe fundado numa ideologia, numa criação ilusória de que se está atuando de acordo com a Constituição, quando, na verdade, está se atuando para corroer a Constituição, prejudicando o funcionamento normal da ordem constitucional.

Quais são as possíveis consequências dessa quebra da ordem constitucional para a vida do país no médio e longo prazo?

O que pode ocorrer, caso se consume um abuso desse tipo, é termos sempre um perigo pairando sobre qualquer governo contrário aos interesses das elites dominantes. Esse governo não vai conseguir se manter no poder, pois sempre se poderá recorrer a esse precedente. O grande perigo é que essa prática se torne uma rotina na nossa vida política, tendo como alvo presidentes que tenham uma postura transformadora, vinculada a movimentos populares. Isso cria mais instabilidade inconstitucional no país.

O sr. mencionou a participação do Judiciário neste processo de construção do golpe, juntamente com parlamentares e a grande mídia. O STF, que é a nossa última trincheira constitucional, também foi arrastado para essa crise ou está envolvido ativamente nela. Qual sua avaliação sobre a conduta do STF neste processo do golpe?

Acho que o STF está envolvido neste processo, pois está muito parcial. Ele tem tomado medidas que, às vezes, são muito duras para setores do governo e muito parcimoniosas, lenientes e favoráveis a grupos pertencentes à política tradicional brasileira. Além disso, o STF tem se manifestado e prejulgado casos que ainda vai avaliar. Isso tem acontecido com vários ministros, como Gilmar Mendes, Celso de Mello e Cármen Lúcia, que se manifestaram dizendo que o que está acontecendo não é golpe. Estão se manifestando sobre algo que eles podem ter que vir a julgar. Isso fere todas as normas de imparcialidade. Eles não poderiam se manifestar sobre o assunto exatamente porque eles poderão ter que julgar se há vícios no processo do impeachment. Eles estão prejulgando ao falar antecipadamente. Isso poderia, em certos casos mais graves, levar até mesmo ao impeachment de um ministro do Supremo se a gente estivesse atuando, realmente, de acordo com as regras do Estado de direito.

Considerando que o STF é o guardião da Constituição, a quem a sociedade pode recorrer quando ocorre uma quebra da ordem constitucional e aquele que deveria ser o principal defensor do Estado de direito se comporta dessa maneira?

Acho que aí vamos precisar dos movimentos populares. Isso tem que vir mais de baixo. A mobilização popular pode pressionar e provocar uma modificação da situação atual e reorientar algumas posições. Como a coisa está ficando tão descarada com as recentes gravações, isso também vai aumentando o constrangimento dos poderes públicos. É possível que até mesmo o Supremo se veja constrangido a mudar suas posições e ser mais rigoroso com esses grupos de elites tradicionais, em relação aos quais eles não tomam nenhuma providência em processos que duram de cinco a dez anos. Políticos como Sarney e Renan têm um poder muito grande no Judiciário porque eles definem normalmente quem entra lá. Você não pode ir para o Supremo sem beijar a mão de Sarney. Isso torna muito difícil esses ministros fazerem alguma coisa contra esses políticos que controlam as nomeações para os altos postos do Judiciário.

Toda a estrutura está corrompida. O Judiciário também está corrompido, neste sentido. Agora, a natureza das gravações que estão surgindo pode aumentar o constrangimento desses poderes e, em certo momento, inverter o jogo, pois pode ficar mais difícil justificar certas decisões.

Há alguns dias, o sr. advertiu para o risco do surgimento de um Estado policial no Brasil em função do perfil de Alexandre de Moraes, novo ministro da Justiça de Michel Temer. Qual a dimensão desta ameaça, na sua opinião?

O perfil do atual ministro da Justiça é um perfil muito mais de repressão. A ligação dele com os cargos públicos sempre foi ligada à dimensão repressiva e nunca à dimensão dos direitos. Então, evidentemente, vai haver uma fragilização dessa dimensão dos direitos e uma ênfase na repressão. Isso já foi dito explicitamente e está registrado em gravações. Em uma delas, o ex-ministro do Planejamento Romero Jucá disse que já tinha falado com os militares para reprimir o MST. Ou seja, há toda uma ordenação de um aparelho repressivo mais eficiente contra os movimentos sociais. Não há pessoa com perfil mais adequado à essa orientação do que o atual ministro.

Na sua avaliação, a Constituição de 1988 deixou alguma fragilidade institucional que está ajudando a desestabilizar a relação entre os poderes e a própria democracia brasileira?

Acho que o problema básico não é a Constituição como texto elaborado. A Constituição sempre deixa um campo aberto para as práticas constitucionais. O problema é a forma como ela foi construída. É claro que é possível pensar novos mecanismos de participação como, por exemplo, para a escolha de ministros do Supremo. Mas isso, me parece, não é o mais importante. O que é mais importante está ligado à prática de funcionamento das instituições. Em um país onde existem algumas pessoas muito privilegiadas, que eu chamo de sobrecidadãos, que estão acima da lei, e uma massa de pessoas, que eu chamo de subintegrados ou subcidadãos, que não têm acesso aos direitos básicos, é muito fácil para os primeiros manipular a Constituição. Então, eu penso que é mais o momento da realização, da prática, que acaba deformando a Constituição.

O modelo americano de escolha é muito parecido com o nosso, mas o Senado tem um papel muito sério. Quando um ministro é indicado pelo presidente para assumir a Suprema Corte americana, professores e especialistas são convidados para avaliar esse nome. Há um amplo debate público e funciona relativamente bem. No Brasil, essa indicação virou apenas um jogo particularista de esquemas políticos para colocar uma pessoa que vai corresponder não a uma determinada visão de mundo, mas sim a determinados particularismos de grupos. Aí, realmente, a deformação e a deturpação da Constituição se tornam o problema mais grave no nosso caso.

O “ativismo jurídico” tornou-se uma expressão muito repetida hoje no debate político e jurídico brasileiro. Qual sua avaliação sobre o sentido dessa expressão?

Esse ativismo judicial que seria uma tendência à judicialização da política tem sido entendido como se o Direito se ampliasse no campo político. Essa é uma interpretação um pouco infeliz porque, na verdade, em grande parte o que há é uma politização do judiciário. Não é que o Judiciário, com critérios jurídicos, se amplia e se torna forte para controlar o poder político. No caso brasileiro, há uma dimensão mais grave neste fenômeno: o Judiciário é politizado e acaba se vinculando aos interesses de grupos políticos. Isso é muito mais grave e representa uma ameaça para o próprio funcionamento da democracia. São pessoas com poder vitalício, adquirido sem eleição e sem periodicidade, podando e prejudicando o funcionamento do processo democrático.

O sr. defende a possibilidade de eleição no Poder Judiciário?

Não. Acho que isso seria problemático. O que defendo é que o Judiciário reconheça as suas funções e seus limites, ficando ligado à Constituição e aos critérios constitucionais. Em alguns países como a Suíça, em nível municipal, e os Estados Unidos, os juízes são eleitos pela comunidade. Acho que no Brasil isso seria um tanto catastrófico em função da forma pela qual o nosso sistema eleitoral é conduzido.

TEMER, GOLPISTA, O BREVE RECEBE NO JABURU, SÁBADO À NOITE, SEM AGENDA OFICIAL GILMAR MENDES DO STF E STE. PRATO DO REGA BOFE: GOLPE E CARANGUEJO

Resultado de imagem para temer e gilmar mendes

Qual a intenção de um golpista citado na Lava Jato receber às esconidas um ministro do STF que a partir de terça-feira assume os processos dessa operação?

Como fica o STF numa situação dessas depois de uma série de outras situações escandalosas?

Nos diálogos entre o ex-presidente da Transpetro, ex-senador do PSDB, Sérgio Machado, e o carta fora do golpe Romero Jucá, com o senhor dos anéis, Renan Calheiros, seu padrinho político e o ex-presidente biônico, José Sarney uma das maiores preocupações dos golpistas eram onde se reunirem. Na casa de quem sem serem vistos.

Vamos nos encontrar na casa do Renan. Não, não dá. Chega muita gente lá. Pode ser na sua casa, presidente? Pode mas desde que só com duas pessoas que nesse caso é reunião. Mais de três já é comício.

Esses golpistas temiam ser vistos em público se dirigindo para a casa de um deles, pois desconfiavam da trama ser descoberta. Precisavam fazer tudo secreto. Só não “sacaram” o que Jean Baudrillard  falou e escreveu, que o segredo do secreto é não ter segredo.

Pois bem, neste sábado à noite, 28 de maio de 2016, o Ministro do Supremo Tribunal Federal e atual presidente do Tribunal Superior Eleitoral Gilmar Mendes deu uma escapulida e foi bater no Jaburu, residência oficial do inquilino golpista do Planalto.

Só não esperava que o Deputado Federal do PT do Rio Grande do Sul, Paulo Pimenta fizesse a denúncia, assim como outras pessoas pelas redes sociais.

“Agora à noite, o ministro do Tribunal Superior Eleitoral e do STF que vai julgar o pessoal citado na Lava Jato é recebido no Jaburu sem está na agenda oficial. Se fosse Lula e Dilma que recebesse o  ministro do TSE e do STF sem estar na agenda, políticos e a imprensa golpista, covarde  tratariam como um escândalo. Neste momento ninguém diz nada, acham que é normal, mas não é normal, temos que denunciar porque é parte do golpe”, declarou o deputado que é uma pimenta contra o golpe à democracia e à presidenta Dilma Vana Rousseff.

Concordamos com o deputado e com todos os internautas que divulgaram a fugidinha do ministro que precisa passar por um anti-dopping. Lá em São Paulo tem um tal de Villa que todo dia critica a agenda do Prefeito Fernando Haddad. Esperneia de todo jeito até ter sido trolado outro dia.

Que esse governo golpista, escrachado, sem reconhecimento público não tem nossa consideração é uma verdade. Só não podemos concordar que venha tramando na calada da noite. Um ministro, sem agenda oficial frequentar a casa do golpista-mor numa noite de sábado, sabendo que o mor está com medo tremendo da delação do derrubador de árvores, resolveu chamá-lo para falar alguma coisa sobre o processo da Dilma com ele no Superior Tribunal Eleitoral e no que pode fazer com a falação de Sérgio Machado que já declarou que ajudou seu menino. Temer é presidente do PMDB, foi quem negociou toda a grana das campanhas do partido é por isso que está só um cagaço, que nem os Cunha. Aécio e o suíço que a Torre da Inglaterra espera.

A semana para eles foi péssima em todos os sentidos. Escândalos, bolsa de valores operando negativamente, Dilma disparando na confiança do povo brasileiro, políticos sendo defenestrados, achincalhados, cuspidos, expulsos de lugares públicos, vaiados pela internet por não participar de evento em Nova York, o golpe tendo apoio declarado do governo norte americano, deputado amazonense sendo considerado o mais corrupto de todos, congresso no fundo do poço donde só cinco escapam. Serei eu, Mestre!?

O calendário de manifestações contra o golpe, contra Gilmar Mendes e contra todos os golpistas prosseguem neste domingo em Chapecó, Floripa, Curitiba, Milão, na Itália, Ponta Grossa, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Sorocaba, São Paulo dentre outras cidades e capitais.

12472557_554523531374859_5248570906730480954_n

Em São Paulo, hoje, domingo teremos a grande parada LGBT na Avenida Paulista que escrachará os golpistas e prosseguirão eventos de toda natureza protestando contra essa violência contra nossa democracia. As ruas do nosso país desde o dia 17 de abril não dormem mais e não dormirão enquanto os golpistas, sem voto, sem aceitação popular não saírem do Palácio onde empossamos Dilma no dia 01 de janeiro de 2014. Os golpistas não passarão.

 


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Quer linha de corte? Este é esquizo. Acesse:

CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

_________________________________

BLOG PÚBLICO

Propaganda Gratuita

Você que quer comprar entre outros produtos terçado, prego, enxada, faca, sandália, correia, pé de cabra ou bola de caititu vá na CASA UYRAPURU, onde os preços são um chuchu. Rua Barão de São Domingos, nº30, Centro, Tel 3658-6169

Pão Quente e Outras Guloseimas no caminho do Tancredo.
PANIFICADORA SERPAN (Rua José Romão, 139 - Tancredo Neves - Fone: 92-8159-5830)

Fique Frio! Sabor e Refrescância!
DEGUST GULA (Avenida Bispo Pedro Massa, Cidade Nova, núcleo 5, na Rua ao lado do DB CIdade Nova.Todos os dias).

O Almoço em Família.
BAR DA NAZA OU CASA DA VAL (Comendador Clementino, próximo à Japurá, de Segunda a Sábado).

Num Passo de Mágica: transforme seu sapato velho em um lindo sapato novo!
SAPATEIRO CÂNDIDO (Calçada da Comendador Clementino, próximo ao Grupo Escolar Ribeiro da Cunha).

A Confluência das Torcidas!
CHURRASQUINHO DO LUÍS TUCUNARÉ (Japurá, entre a Silva Ramos e a Comendador Clementino).

Só o Peixe Sabe se é Novo e do Rio que Saiu. Confira esta voz na...
BARRACA DO LEGUELÉ (na Feira móvel da Prefeitura)

Preocupado com o desempenho, a memória e a inteligência? Tu és? Toma o guaraná que não é lenda. O natural de Maués!
LIGA PRA MADALENA!!! (0 XX 92 3542-1482)

Decepcionado com seus desenganos? Ponha fé nos seus planos! Fale com:
PAI GEOVANO DE OXAGUIÃ (Rua Belforroxo, S/N - Jorge Teixeira IV) (3682-5727 / 9154-5877).

Quem tem fé naõ é um qualquer! Consultas::
PAI JOEL DE OGUM (9155-3632 ou paijoeldeogum@yahoo.com.br).

Belém tá no teu plano? Então liga pro Germano!
GERMANO MAGHELA - TAXISTA - ÁGUIA RADIOTAXI - (91-8151-1464 ou 0800 280 1999).

E você que gostaria de divulgar aqui seu evento, comércio, terreiro, time de futebol, procurar namorado(a), receita de comida, telefone de contato, animal encontrado, convites diversos, marocagens, contacte: afinsophiaitin@yahoo.com.br

Outras Comunalidades

   

Categorias

Blog Stats

  • 3,958,425 hits

Páginas