Arquivo de novembro \30\UTC 2015

DILMA DISSE QUE ESPERA QUE A COP21APRESENTE UM ACORDO “JUSTO, AMBICIOSO E DURADORA”

95774e0e-73ee-4d1c-900f-e2cad87917bcDepois de conversar com o presidente da Bolívia, Evo Morales, que afirmou que seu país está alinhado com o Brasil quanto seus objetivos na COP21, e depois de tratar com a primeira-ministra da Noruega, Erna Solberg, sobre a parceria de Declaração de Alto Nível sobre Florestas, que ocorrerá hoje, a presidenta Dilma Vana Roussef, divulgou que espera que a 21ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro sobre Mudanças do Clima (COP21) apresente acordo “justo, ambicioso e corajoso”.

Dilma, que chegou a Paris no dia 29, apresentará, hoje, dia 30, durante a COP21, as políticas adotadas pelos Brasil para diminuir o desmatamento e a emissão de gases de efeito estufa que vêm sendo realizadas com grande sucesso. E que coloca o Brasil na posição de vanguarda nesse quesito junto a outros países.

“Concordamos que a reunião de Paris deve consagrar o princípio de responsabilidades comuns, porém diferenciadas, num acordo vinculante”, afirmou Dilma.

Algumas mulheres e homens que participam dessa COP21 têm interesse que haja mudanças na forma como os países vêm entendendo e praticando os fundamentos econômicos como objetivo de desenvolvimento. Eles sabem que a estrutura do sistema capitalista que só tem como fim o lucro de qualquer forma, não trabalha com mudanças que possam atingir esse ideal lucrativo.

Assim, é necessário entender que em sua grande parte a COP21 é mais uma encenação para se tentar mostrar a sociedade mundial que os dirigentes dos países, principalmente os impérios, estão preocupados com a questão do clima e defesa ambiental. O que na verdade não estão, posto que eles sabem que se preocupar com esse tema é ter que mexer com essa estrutura econômica, assim como, também, mexer, na tecnologia que a sustenta e que encontra-se imbricada em seu mecanismo.

E a questão fica assim: países como o Brasil praticam medidas eficazes quanto o clima e outros não. Daí a importância das manifestações contra a COP21, porque os manifestantes sabem que trata-se de mais uma encenação.  

MANIFESTANTES REALIZAM MARCHA PELO CLIMA PARA PRECIONAR CONFERÊNCIA DO CLIMA (COP21)

Rio de Janeiro - Manifestantes realizam a Marcha Global pelo Clima na orla do Rio chamando a atenção da população da cidade para a gravidade das mudanças climáticas globais.(Tomaz Silva/Agência Brasil)

Rio de Janeiro – Manifestantes realizam a Marcha Global pelo Clima na orla do Rio chamando a atenção da população da cidade para a gravidade das mudanças climáticas globais.(Tomaz Silva/Agência Brasil)

Exigindo que se concretizem acordos para diminuir emissão de gases de efeito estufa e desenvolvimento de uma economia de baixo carbono centenas pessoas realizaram nas praias de Copacabana e Ipanema no Rio de Janeiro, a Marcha pelo Clima para pressionara a Conferência do Clima (COP21). A marcha fez parte de outras manifestações que ocorreram e ainda vão ocorrer em todo o mundo.

Desde o início da era industrial aumento menos de 1grau Celsius a temperatura média do planeta que acarretou ondas de calor, enchentes, secas e derretimentos de geleiras, segundo informação do Centro Brasil no Clima que uma das entidades organizadoras da marcha.

Rio de Janeiro - Manifestantes realizam a Marcha Global pelo Clima na orla do Rio chamando a atenção da população da cidade para a gravidade das mudanças climáticas globais.(Tomaz Silva/Agência Brasil)

Rio de Janeiro – Manifestantes realizam a Marcha Global pelo Clima na orla do Rio chamando a atenção da população da cidade para a gravidade das mudanças climáticas globais.(Tomaz Silva/Agência Brasil)

Rio de Janeiro - Manifestantes realizam a Marcha Global pelo Clima na orla do Rio chamando a atenção da população da cidade para a gravidade das mudanças climáticas globais.(Tomaz Silva/Agência Brasil)

Rio de Janeiro – Manifestantes realizam a Marcha Global pelo Clima na orla do Rio chamando a atenção da população da cidade para a gravidade das mudanças climáticas globais.(Tomaz Silva/Agência Brasil)

Rio de Janeiro - Manifestantes realizam a Marcha Global pelo Clima na orla do Rio chamando a atenção da população da cidade para a gravidade das mudanças climáticas globais.(Tomaz Silva/Agência Brasil)

Rio de Janeiro – Manifestantes realizam a Marcha Global pelo Clima na orla do Rio chamando a atenção da população da cidade para a gravidade das mudanças climáticas globais.(Tomaz Silva/Agência Brasil)

Rio de Janeiro - Manifestantes realizam a Marcha Global pelo Clima na orla do Rio chamando a atenção da população da cidade para a gravidade das mudanças climáticas globais.(Tomaz Silva/Agência Brasil)

Rio de Janeiro – Manifestantes realizam a Marcha Global pelo Clima na orla do Rio chamando a atenção da população da cidade para a gravidade das mudanças climáticas globais.(Tomaz Silva/Agência Brasil)

Rio de Janeiro - Manifestantes realizam a Marcha Global pelo Clima na orla do Rio chamando a atenção da população da cidade para a gravidade das mudanças climáticas globais.(Tomaz Silva/Agência Brasil)

Rio de Janeiro – Manifestantes realizam a Marcha Global pelo Clima na orla do Rio chamando a atenção da população da cidade para a gravidade das mudanças climáticas globais.(Tomaz Silva/Agência Brasil)

Rio de Janeiro - Manifestantes realizam a Marcha Global pelo Clima na orla do Rio chamando a atenção da população da cidade para a gravidade das mudanças climáticas globais.(Tomaz Silva/Agência Brasil)

Rio de Janeiro – Manifestantes realizam a Marcha Global pelo Clima na orla do Rio chamando a atenção da população da cidade para a gravidade das mudanças climáticas globais.(Tomaz Silva/Agência Brasil)

Além de exigirem o aprofundamento das investigações sobre o derramamento de lama no Rio Doce como consequência da irresponsabilidade gananciosa das companhias Vale/Samarco em Mariana, os manifestantes produziram alguma reivindicações socioambientais referentes à mudança do clima: subsídios aos combustíveis fósseis, combate ao desmatamento, fomento à micro e à minigeração de energia solar e eólica e prevenção dos recursos hídricos.

Alfredo Sirkis, diretor-executivo do Centro Brasil pelo Clima, disse que a marcha tem um grande valor porque mostra que a população encontra-se preocupada com a questão que atinge o mundo como um todo.

Rio de Janeiro - Manifestantes realizam a Marcha Global pelo Clima na orla do Rio chamando a atenção da população da cidade para a gravidade das mudanças climáticas globais.(Tomaz Silva/Agência Brasil)

Rio de Janeiro – Manifestantes realizam a Marcha Global pelo Clima na orla do Rio chamando a atenção da população da cidade para a gravidade das mudanças climáticas globais.(Tomaz Silva/Agência Brasil)

Rio de Janeiro - Manifestantes realizam a Marcha Global pelo Clima na orla do Rio chamando a atenção da população da cidade para a gravidade das mudanças climáticas globais.(Tomaz Silva/Agência Brasil)

Rio de Janeiro – Manifestantes realizam a Marcha Global pelo Clima na orla do Rio chamando a atenção da população da cidade para a gravidade das mudanças climáticas globais.(Tomaz Silva/Agência Brasil)

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Rio de Janeiro – Manifestantes realizam a Marcha Global pelo Clima na orla do Rio chamando a atenção da população da cidade para a gravidade das mudanças climáticas globais.(Tomaz Silva/Agência Brasil)

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Rio de Janeiro – Manifestantes realizam a Marcha Global pelo Clima na orla do Rio chamando a atenção da população da cidade para a gravidade das mudanças climáticas globais.(Tomaz Silva/Agência Brasil)

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Rio de Janeiro – Manifestantes realizam a Marcha Global pelo Clima na orla do Rio chamando a atenção da população da cidade para a gravidade das mudanças climáticas globais.(Tomaz Silva/Agência Brasil)

Rio de Janeiro - Manifestantes realizam a Marcha Global pelo Clima na orla do Rio chamando a atenção da população da cidade para a gravidade das mudanças climáticas globais.(Tomaz Silva/Agência Brasil)

Rio de Janeiro – Manifestantes realizam a Marcha Global pelo Clima na orla do Rio chamando a atenção da população da cidade para a gravidade das mudanças climáticas globais.(Tomaz Silva/Agência Brasil)

“Temos uma meta de redução de 43% de emissões de gás carbônico até 2030. Comparativamente com outros países é bom, mas em relação do tamanho do problema é muito pouco ainda. Se a gente pegar o somatório das metas voluntárias anunciadas por vários países, estamos ainda muito aquém do necessário para manter o aumento da temperatura do planeta nesse século em menos de dois graus”, observou Sirkis que ainda afirmou que a proposta que o Brasil vai apresenta na COP21, não é ruim.

A esperança venceu o medo?

Ricardo Stuckert/Instituto Lula

Acredito que os governos de 2003 para cá abriram as portas para as manifestações populares, sejam elas quais forem.

José Carlos Peliano*

De entusiasmada e vibrante memória, o bordão “a esperança vai vencer o medo” seguiu por toda a campanha até a vitória final de Lula nas eleições de 2002 em direção ao seu primeiro mandato.

Não filiado ao partido, mas militante, participei da maioria das manifestações, comícios e shows da campanha juntamente com outros milhares de aguerridos amigos, companheiros, conhecidos e desconhecidos vestidos de vermelho.

De fato, queríamos todos os eleitores um Brasil melhor, longe do autoritarismo ainda presente e arraigado na época, travestido nas instituições e seus representantes, seguidores de ordens e progressos pré-estabelecidos pela ortodoxia dos mandamentos, cargos e funções.

Esse pano de fundo, “positivo e operante”, imprimia país afora uma meritocracia, um preconceito e uma hierarquia política, social e econômica, vindas das capitanias hereditárias, da aristocracia portuguesa e dos donos do poder, salve Faoro!

Em particular e especialmente, ao longo de todos os governos, vindas também do bando de invisíveis beneficiários das benesses, privilégios e vantagens distribuídas nos interstícios escusos e escondidos da república tardia. Áulicos da corrupção.

Infelizmente a meritocracia, o preconceito e a hierarquia não deixaram de mandar nos pensamentos, atos e omissões dos poderes constituídos. Exemplos são inúmeros, circunstâncias também, momentos nem se fala.

Evidente que na vida moderna, predominantemente urbana e globalizada, as leis são necessárias e oportunas. Mas, cabe uma indagação, a dita democracia, governo do povo, pelo povo, para o povo, precisa se escudar em leis que protejam, por exemplo, as minorias? Não são elas habitantes do mesmo país e, por definição, não teriam de ter os mesmos direitos e deveres da restante maioria?

Mas esse não é o ponto principal aqui. Ele é importante sim, pois filho da meritocracia, do preconceito e da hierarquia. A questão é o império abusivo da legislação. Ela limita, boicota e reduz as relações humanas na sociedade. Quanto mais impedimentos legais, quanto menos as pessoas se aproximam, se acordam, se superam em promover a convivência, a civilidade, o bem comum.

Acredito que os governos de 2003 para cá abriram as portas para as manifestações populares, sejam elas quais forem. As bandeiras, entre outras, de combate à fome, moradia para todos, acesso garantido ao ensino superior, ampliação do ensino técnico-profissional e as bolsas família, são alguns dos sinais evidentes de que a esperança venceu o medo!

Não só venceu o medo, quanto alimentou a desobediência civil, tão cara a Thoreau e Gandi. Diziam eles que o clamor do povo vem à tona quando a sociedade organizada limita os espaços de liberdade. Todos têm o direito de exporem e manifestarem suas ideias e ideias, mesmo que eventualmente insurjam contra a ordem estabelecida.

Foram, então, as cadeiras a mais postas à mesa farta do país pelos três últimos governos que ensejaram o reconhecimento e a acolhida dos cidadãos então esquecidos, relegados a seus próprios meios e fins.

Desempregados, pobres, sem instrução, de um lado, e homo-afetivos, negros, índios, deficientes, de outro lado, entre outros, puderam finalmente ter vez, voz e lugar nas políticas públicas e nas instituições urbanas e rurais.

Até mesmo a melhoria da economia levou milhões de brasileiros a entrarem no mercado e ampliarem o consumo e o investimento. Aeroportos cheios, supermercados e shoppings com maiores clientelas, enxurrada de carros novos nas ruas, maior produção da construção civil, foram as marcas indeléveis do nascimento de um país capitalista novo e moderno, mas distributivo.

Essa a esperança que venceu o medo. Essa a ousadia de um governo que deu asas ao povo. Essa a provocação que ainda irrita jornalistas de um olho só, juristas encastelados, parlamentares de salto alto, pastores ilusionistas e cientistas sociais sem sociedade.

A corrupção? Ela é típica da nação do compadrio. Ela não tem cor, nem nacionalidade, nem filiação partidária, nem lugar e hora. Fruto da lei de Gérson, de tirar vantagem de tudo e por tudo.

Infelizmente houve gente do PT envolvida, embora mal julgada e mal condenada. Juristas ilustres estão aí para confirmarem. O tempo e os tribunais multilaterais ainda hão de provar a arbitrariedade, irmã do preconceito e da meritocracia, que imperou nos julgamentos.

As manifestações originais, não as preparadas pela oposição, são sinais positivos da esperança. A luta por uma tarifa justa de ônibus trouxe às ruas paulistas jovens de todas as idades para levarem à frente suas reivindicações. Agora, mais recentemente, as ocupações das escolas públicas paulistas seguem no mesmo rumo e bandeira.

Salve a democracia, mesmo que tardia. A espontaneidade desses dois movimentos em São Paulo traz a pureza e a determinação de gente que se vê livre para protestar e defender seus direitos. Mesmo que o poder público tente cercear. Mas como ir contra jovens do ensino fundamental que querem estudar para ser alguém na vida? Por que e como retirá-los das escolas?

Essa a esperança de mudança que venceu o medo. Essa a semente plantada e que dá e promete mais frutos. A despeito de falsas e rasas análises feitas aqui e ali que buscam estigmatizar um partido, que, bem ou mal, abriu as portas da rebeldia e da desobediência civil. Poderia ser melhor, sim, do mesmo jeito que a avaliação dos governos petistas entregues hoje à sanha dos indignados por não mais estarem no poder.

Essa indignação doentia da oposição aliada à parcialidade de membros da Justiça e à sanha destrutiva da mídia provocaram uma balbúrdia na vida política nacional. O recuo do governo com seus poderes sem força e ameaçados piora o quadro geral.

Mas o povo sabe hoje melhor do que ontem quem é quem, de fato, a comandar o triste espetáculo. O medo já não existe mais, apenas a perigosa falta de perspectiva. Legado infeliz dos meritocratas, preconceituosos e hierarquizados.

*colaborador da Carta Maior

SENADOR REQUIÃO DIZ QUE A ABI, ABERT, E A MÍDIA NÃO QUEREM LEI NENHUMA, NÃO QUEREM GARANTIA DO CONTRADITÓRIO

ed4f4341-47a5-4bb5-b68d-cb45e955b78cApesara do veto da presidenta Dilma Vana Rousseff em uma parte da Lei de Direito de Resposta, sua aprovação impôs mudança na tirania imposta pelas mídias de mercado que não tem qualquer compromisso com a democracia a não ser quando lhe permite continuar lucrando junto com seus defensores.

A Lei de Direitos de Resposta de autoria do senador Roberto Requião (PMDB/PR), aprovada mostra em poucos momentos a sua firmeza e justeza ao permite pessoas atingidas em suas integridades morais por falsas notícias divulgadas por essas mídias. Diante da realidade comunicacional democrática era esperado que os chamados barões dessas mídias esperneassem. Tentassem impedir sua ação benéfica à democracia.

Assim, a Abert e ABI, duas sociedade que se dizem democraticamente jornalísticas, passaram a censurar a lei. A, ABI, entrou com uma ação de inconstitucionalidade contra a lei no Supremo Tribunal Federal. Logo a ABI que teve um papel importante na ditadura defendendo a imprensa.

Diante das censuras impostas pelos barões das mídias de mercado e seus representantes o senador Roberto Requião passou a defender o que a maioria da sociedade brasileira defende: o direito de resposta que defende a lei.

“Sou autor da lei. O relator era o senador Pedro Taques, hoje governador de Mato Grosso. A, ABI, a Abert, esse pessoal todo participou das discussões para a elaboração da lei. Não fizeram objeção alguma. Na verdade, eles não queriam lei alguma. Se eles tinham alguma coisa a dizer, deveriam ter dito durante a elaboração da lei.

O Pedro Taques fez dezenas de reuniões com eles. O que eles não querem é vigilância alguma, não querem garantia ao contraditório. Eles querem o vazio e o direito da difamação, da calúnia e da infâmia absolutamente livre de qualquer possibilidade de contraposição”, disse Requião.

O que a mídia de mercado quer é continuar alimentando a ilusão que é deusa onisciente que sabe o que a população deve saber. Mas, como é ilusão, a Lei de Direito de Resposta a coloca no real: como o homem pensa e fala ele tem o direito natural de se fazer ouvir pelo outro. E não só o outro tem direito a voz.

LULA DISCURSA PARA TRABALHADORES NA BAHIA E DIZ QUE OS INVISÍVEIS PRODUZEM 70% DOS ALIMENTOS NO BRASIL E A MÍDIA NÃO DIVULGA

5527-mediumO ex-presidente Lula, vitalício metalúrgico esteve em Valentes, município importante por sua produção de sisal no sertão da Bahia, para participar do ato Territórios em Movimento que foi organizado pela Rede Nacional de Colegiados Territoriais. Lula abordou o tema: Territórios em Movimento: articulação e gestão para o desenvolvimento sustentável evento com trabalhadores e concebeu um discurso com a mesma inteligência, denodo e coragem que lhes são peculiares e falta em todas as direitas. Por isso são direitas.

Lula, além de exaltar o trabalhador brasileiro que movimenta o Brasil e com sua força de produção não permite que ele estanque, falou sobre as pressões que Dilma vem sofrendo através dos ataques das direitas e que o povo deve defender o governo Dilma que em nenhum momento se afastou dos direitos do povo, como, também, falou sobre a mídia esconde, não divulgando que os trabalhadores continuam trabalhando e produzindo.

“Sai de Pernambuco em 1958 para não morrer de fome. Quando voltei em 1977, meus parentes vivam do mesmo jeito. Foi preciso chegar à Presidência para mudar, criar o Luz Para Todos.

 Nós fizemos mais m 12 anos do que as elites deste país em 100 anos. Muitas pessoas que comem café da manhã todo dia não tinham noção que tinha gente nesse país que passava meses sem comer carne.

Apesar das manchetes negativas, este país trabalha. Quem é invisível para a mídia produz 70% dos alimentos do Brasil.

Por isso digo a Dilma: não ouça só quem te procura para reclamar. Temos de ouvir quem trabalha. Por isso é importante juntar forças para superar dificuldades.

Cada um de você precisa ajudar Dilma. Quero que vocês imaginem a pressão que essa mulher está sofrendo, a dificuldade que ela está passando. Antes de criticar, se coloquem no lugar dela.

Se eu me sentir desanimado, basta lembrar que não há crise que possa vencer esse povo”, discursou o imbatível e engajado Sapo Barbudo.

ESTUDANTES DAS ESCOLAS PÚBLICAS DE SÃO PAULO NÃO SE INTIMIDAM COM A VIOLÊNCIA POLICIAL, CONTINUAM PROTESTOS E RECORREM CORTE DA OEA

image_largeEstudantes, professores e pais de alunos das escolas públicas de São Paulo não estão se intimidando com a violência da Polícia Militar e continuam protestando contra o projeto do governador Alckmin chamado ‘reorganização’ que transfere estudantes matriculados em escolas de suas comunidades para outras escolas distantes de onde moram, causando total mudança em seus cotidianos.

  Já são 190 escolas tomadas pelos estudantes como forma de protesto contra o plano do governador. Ontem, dia 27, os estudantes realizaram uma passeata que teve como ponto de concentração a calçada do Museu de Arte de São Paulo (Masp), na Avenida Paulista, e se deslocaram até a Secretaria de Educação, na Praça da República, no centro.               

Maria Izabel Noronha, presidenta do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), disse que o projeto de ‘reorganização’ vai atingir até os professores diminuindo seus salários.

“Para os professores, vai significar redução de jornada. Para os pais, vai significar uma quebra de logística, porque colocavam seus filhos em uma mesma escola para irem juntos. Fora a superlotação de salas de aula”, disse Izabel Noronha.

Diante da violência praticada pela polícia de Alckmin, os advogados dos estudantes vão enviar à Corte Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos documento denunciando as violências que os estudantes vêm sofrendo como tortura física e psicológica, ameaças do Estado por meio da própria polícia, de dirigentes regionais da Secretaria de Educação e diretores de escolas, além do recurso de corta luz, água e gás das escolas para inibir as ocupações.

O governador contraria, como sempre, a filosofia que enuncia: Educação é um caso de Política e não de polícia.  

Veja o vídeo em que um policial militar agride com um soco um estudante, e tome sua posição.

Carta aberta à ministra Carmen Lúcia, do STF

Divulgação: Ministra Cármen Lúcia em sessão plenária que julga a Ação Penal 470. Foto: Carlos Humberto/SCO/STF (03/08/2012)
DOM ORVANDIL

Prezada Ministra Carmem Lúcia

Nosso País acordou estupefato com a prisão de um senador da República. Por outro lado, alivio-me com a prisão de um banqueiro, um dos mais ricos do Brasil.

Não guardo intimidade com o pensamento do Senador Delcídio do Amaral em virtude de suas origens políticas, ligadas à privatizações e ao nefasto neoliberalismo. Porém, sua prisão nos coloca sob espanto pelo colorido de arbitrariedade em face da imunidade parlamentar de que gozam os eleitos pelo povo para ocupar cadeira na mais alta casa legislativa.

Perdoe-me, ministra Carmem, por me dirigir a senhora sem o traquejo jurídico próprio dos advogados, já que não sou um e sem a formalidade de um tribunal, já que não pertenço a nenhum.

Aqui tenho o objetivo de questioná-la pelo que disse na 2ª turma do STF ao justificar seu voto na decisão do ministro Teori Zavascki ao ordenar a prisão do Senador Delcídio do Amaral e do Banqueiro André Esteves.

É de se esperar que os homens e as mulheres eleitos e eleitas sejam honestos, honestas, probos e probas nas suas atividades parlamentares, embora alguns afrontem e desrespeitem a sensibilidade social e a cidadania, como é o caso do Senador Ronaldo Caiado, que frequentemente usa camiseta amarela com os sinais de 9 dedos, em deboche a deficiência física do ex-presidente Luiz Inácio Luiz da Silva, sem que seja incomodado em momento algum por esse preconceito e crime.

Nesta carta singela desejo lhe dizer que me senti ofendido e desrespeitado como cidadão com seu discurso ao justificar seu voto a favor da prisão de Delcídio do Amaral, nesta manhã.

A senhora disse que antes nos fizeram acreditar que a esperança venceu o medo. É evidente que a senhora se referiu à campanha eleitoral e eleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, sem citá-lo.

E vencemos mesmo, ministra Carmem. Milhões de brasileiros fomos ameaçados com o estouro do dólar, com a fuga dos empresários que investiriam em outros Países abandonando o Brasil ao desemprego e à pobreza. Uma atriz da TV Globo apareceu em noticiários e na propaganda eleitoral do PSDB fazendo caras teatrais de assustada e dizendo: “ai, estou com medo”. Pois vencemos essa tentativa. Os milhões de votos investidos em Lula transcenderam fronteiras partidárias para afirmar nossa esperança contra as ameaças rasteiras e desonestas. Vencemos o medo, com muita esperança. O Brasil se sentiu recompensado com essa vitória. A senhora sabe!

Como cidadão e como povo me sinto ofendido e agredido em minha esperança e em minha fé com essa sua fala, para mim irônica e sem nenhuma relação com o mensalão da mídia, com muitos casos dúbios e influenciados pela opinião publicada.

A senhora carregou sobre a ironia sem nexo ao afirmar que “agora o escárnio venceu o cinismo”.

Qual a relação do possível crime do Senador Delcídio do Amaral, nem investigado totalmente e, muito menos julgado e condenado, com a vitória da esperança em 2002?

A senhora quer nos envolver em todos os possíveis crimes de Delcídio? A senhora falou pensando em investigação e condenação do ex-presidente Lula, o candidato a respeito de quem se usou o slogan “a esperança venceu o medo”? A senhora já sabe, mesmo sem julgamento, que o Senador Delcídio do Amaral é criminoso, até mesmo antes da manifestação da casa onde ele é parlamentar?

Na fundamentação de seu voto a favor da prisão do aludido senador a senhora asseverou que ” agora o escárnio venceu o cinismo”.

Pergunto se o seu voto não se referia a um senador? Se se referia ao Senador Delcídio do Amaral qual a relação da ironia com os votos de milhões de brasileiros que tiveram esperança de mudar aquela realidade triste de desemprego, de miséria e de pobreza em 2002?

A senhora ameaçou quem ao afirmar posteriormente que “criminosos não passarão sobre a justiça”, alertando a todos do mundo da corrupção?

Perdão, ministra, mas a minha ofensa também vem do fato de a senhora misturar ironicamente fatos e valores sem nenhuma relação, sendo que a esperança realmente venceu o medo e sempre vencerá as vilanias da classe dominante, principalmente da rapinagem dos poderosos internacionais, que atuam por meio de jagunços nacionais.

Pior, a sua referência de falso senso de oportunidade choca por estabelecer nexos irreais entre um senador atual, preso acusado de atrapalhar investigações, com toda a força da esperança de um povo.

Choca mais o fato de a senhora não fazer nenhuma menção ao banqueiro André Esteves, dono do Banco BTG Pactual, também preso como suspeito de fazer uma operação polêmica na área internacional da Petrobras, ao comprar poços de petróleo na África, sendo ele um dos homens mais ricos do Brasil, um País pobre e, mesmo assim, de esperanças que vencem os medos.

A senhora não disse nada sobre André Esteves foi pelo fato de ele ser banqueiro e rico? Haveria na senhora algum senso de seletividade, como o há na mídia que reforçou com grande destaque as suas palavras?

Enfim, perdoe-me pela ousadia de exercer o direito de questionar, de me indignar contra as seletividades e contra o deboche em relação ao povo que tem esperança, apesar do medo que diuturnamente lhe impingem.

• Abraços críticos e fraternos na luta pela justiça e pela paz sociais.
• Dom Orvandil, OSF: bispo cabano, farrapo e republicano, presidente da Ibrapaz, bispo da Diocese Brasil Central e professor universitário, trabalhando duro sem explorar ninguém.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Quer linha de corte? Este é esquizo. Acesse:

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VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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