Arquivo para 12 de março de 2015

FREUD EXPLICA O CARÁTER ANAL-RETENTIVO DAS DISTEITAS E JORNALISTA DO EL PAÍS, AFONSO BENITES, EXEMPLIFICA COM O FASCISTA MARCELLO REIS, QUE VENDE OBJETOS CONTRA DILMA E O PT

precatFreud se conhecesse as direitas do Brasil não teria dificuldade alguma em chegar aos inconscientes dessas pútridas aberrações. Afirmaria, em um átimo, que se trata do clássico caráter anal-retentivo em forma de ódio, inveja e obstinação-compulsiva em querer tudo explodir impulsionado por suas dificuldades em lidar com suas fezes retidas e transfiguradas em suas vidas posteriores como usura, ambição, trapaça, desonestidade, inveja, cobiça, medo, traição e outros corpos repressores anais.

Por isso, elas não se importam com qualquer consequência deletéria . Muito menos com a democracia que para elas é sua inimiga maior, porque impede a realização de seus anseios-pervertidos. Para isso, Freud, explica e resolve: a perversão é o desejo que se desviou de sua meta-objetal como libido e foi transmutado em sintoma. Razão porque é impossível tratar racionalmente com as direitas. As direitas não pensam, só repetem estereótipos-fantasmáticos. Ou seja, representações que não saíram da experiência direta com o mundo, mas como abstrações elaboradas pelas superstições.   

Freud como era um democrata pacifista, aí sua relação com Einstein, provavelmente analisando o caráter anal-retentivo das direitas, que estão com os desejos investidos de forma arcaica no ânus, posto que não conseguiram o desenvolvimento psicossexual normal para atingir a maturidade genital, daí suas formações reativas como sintomas de inveja destruidora contra os que amam, principalmente os que concretizam o amor solidário como os governos populares, gargalharia com seu humor ácido diante do espetáculo que elas exibem sem qualquer preocupação que os outros, através de suas cognições, as tenham como objetos desprezíveis.

E, consequentemente, as tendo como inúteis e desprovidas de qualquer ameaça ao país, já que se trata tão somente de tentativas de sublimações de suas frustrações sintomatizadas pelas repressões que lhes deixaram “impedidas na meta”, como afirma Freud, as tomariam como mero histrionismo – sem o verdadeiro histrião – divorciado de fluxo histórico. Paródia-paranoica fálica narcisista.

Como é sabido da maioria da população, Freud fez escola. E a prova é a matéria escrita pelo jornalista do jornal espanhol El País, Afonso Benites. Ele não usa os termos técnicos da psicanálise, mas interpreta facilmente o caráter do reativo de Marcello Reis, que foi chamado de fascista pelo deputado Paulo Pimenta.

Como um modelo de sujeito-sujeitado da extrema-direita, ele vem aproveitando a projeção-anal que eles mesmos colocaram como suas pautas para tentar atacar Dilma – tentar, porque não conseguem atingir Dilma, ela é superior às aberrações da gente miúda -, e fazer dessa tentativa um mercado lucrativo que fascina outros anais-desesperados. Lance próprio de capitalista em que tudo para ele vira mercadoria-lucro, como afirma o filósofo Marx, que também sabia que o dinheiro é o símbolo da merda. Por isso que todo burguês fede. Não adianta banho com os perfumes mais caros e considerados os mais fluentes. Uma prova? As dondocas das panelas.

Então, é entendível que como esse anais-retentivos projetam sua inveja em Dilma por ela ser mulher, o que caracteriza misoginia, homens e mulheres que não construíram a imago de uma mãe boa, como diria a psicanalista Meleine Klein,os objetos vendidos como camisetas, bonés, bandeiras, etc., são nada mais do representações fálicas dos conflitos edipianos como aliança materna-castradora. Esses objetos são fetiches. E como Freud afirmou, o fetiche é o símbolo substituto do pênis que a criança fantasiou na mãe.

Assim, agora estamos no mercado misógino anal-retentivo, edipiano-castrador-fetichista. Nada que possa atingir Dilma que não tem qualquer responsabilidade dessa culpa materna que as direitas projetam na sociedade como se a sociedade fosse um passeio uterino.

Vamos ao Freud do jornalista Afonso Benites.

O COMÉRCIO DO IMPEACHMENT

Afonso Benites, no El País

Um empresário de São Paulo que se diz falido pelo Governo do PT. Uma publicitária que mora no Mato Grosso e vive “de renda”. Esses são alguns dos comerciantes que se aproveitam do movimento quepede o impeachment de Dilma Rousseff (PT) para ganhar dinheiro ou para financiar os protestos. Vendendo camisetas a 99 reais e adesivos a 3,50, Marcello Reis, de 40 anos, e Letícia Balaroti, de 28, estão na linha de frente dos produtos anti-Dilma.

Reis é um dos líderes do projeto Revoltados On Line, um grupo formado nas redes sociais que se manifesta contra a corrupção. Nos últimos anos, ganhou notoriedade (e seguidores no Facebook) ao pedir o impeachment da presidenta petista e ao se apresentar ao lado de figuras públicas como o músico Lobão, um feroz crítico do petismo que pediu votos para Aécio Neves (PSDB) no pleito passado.

Para garantir o pagamento da estrutura usada nos protestos promovidos por ele, como um trio elétrico de 20.000 reais,  Reis vende camisetas, bonés e adesivos na internet. Um kit, com uma camiseta polo preta, um boné e cinco adesivos custa de 175 a 195 reais, de acordo com o tamanho. Se for levar só a camiseta com uma faixa presidencial pela metade e os dizeres “Deus, Família e Liberdade”, o cliente gastaria 99 reais. Isso sem contar o frete. “É um preço justo porque o material é importado. É de boa qualidade e não temos uma confecção própria”, explica Marcello Reis, que diz ter fechado uma empresa de segurança da informação porque não quis participar do “jogo sujo do serviço público”.

Descrevendo-se como apartidário, e demitido de uma agência de comunicação há dois meses, Reis agora se empenha exclusivamente no movimento que pede a saída de Rousseff do cargo. Ele alega que sua demissão do último emprego ocorrera porque o deputado petista Paulo Pimenta o acusou de fascista e de militante de extrema direita durante o protesto que motivou o fechamento do Congresso Nacional no ano passado. Desde então, Reis passa dia e noite vendendo os produtos anti-Dilma e coletando assinaturas na internet para ingressar com o pedido de impeachment.

“Ele (o deputado) me chamou de neonazista porque sou desprovido de cabelo. Mas estou longe de ser extremista, muito menos nazista. Sou só um cidadão politizado que é contra esta roubalheira toda”, justifica-se.

Outros empreendedores, à primeira vista menos militantes, também parecem ter farejado negócio na onda anti-PT. A camiseteria online NM vende uma camiseta com o mote do impeachment por 39,90 reais. Procurados, os representantes da loja não se manifestaram.

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Ódio ao PT?

Na história do Brasil, sempre que o salário mínimo e a renda média subiram, houve algum tipo de intento golpista. O problema da elite não é com a corrupção.

Róber Iturriet Avila*

Três intelectuais de relevo trataram recentemente acerca do ódio ao PT: Leonardo Boff, Luis Fernando Veríssimo e Luiz Carlos Bresser Pereira. Suas palavras têm a lucidez de quem enxerga além das aparências e do senso comum. Embora o momento corrente não seja corriqueiro, um olhar histórico traz ensinamentos.

Na Revolução Francesa, por exemplo, na aparência havia uma ruptura lastreada em novos valores: Liberté, Egalité, Fraternité. O pano de fundo real era, entretanto, a emergência de um novo grupo. Em meio a um período econômico conturbado, a burguesia degolou o poder político e o status social da aristocracia.

No Brasil, a constatação de que a escravidão foi excessivamente longa já sinalizava que o arranjo da sociedade é deveras estamental. Políticas progressistas sempre encontraram fortes barreiras conservadoras.

Os conflitos de 1954, por exemplo, foram intensos. Na superfície, o governo estava cercado diante dos “escândalos” de corrupção. A constante oposição na imprensa desgastava Vargas. Em 1954, o então presidente aumentou o salário mínimo em 100%. Quem não é ingênuo sabe que Vargas estava contrariando interesses empresariais, tanto com a concessão de direitos trabalhistas e civis, quanto com ampliações salariais. O suicídio foi a saída honrosa ao cerco montado.

João Goulart foi presidente em um período de conflitos. Seu governo concedia elevados aumentos salariais, prometia reforma urbana, voto de analfabetos, elegibilidade de todos brasileiros, reforma agrária, concessão de terras a trabalhadores rurais, justiça social, emancipação dos brasileiros. Caiu! O receio do “golpe comunista” foi o discurso raso que justificava.

Vargas e Goulart saíram do poder ao tempo em que concediam direitos sociais, sobretudo aos menos favorecidos. Não é novidade que durante os governos do PT, os trabalhadores ampliaram sua renda, o salário mínimo cresceu de maneira contínua e houve uma série de programas sociais. Não surpreende que, mais uma vez, setores da sociedade brasileira se ergam contra tais políticas, ainda que, escamoteadamente, o bordão seja “contra a corrupção”.

Evidentemente, existem elementos factuais dos governos Lula e Dilma que causaram desconforto e indignação a todos os cidadãos. Contudo, é preciso muita inocência para imaginar que as manifestações contra o governo são incentivadas pelo descontentamento com a corrupção, pela elevação do preço do combustível ou da energia. Quem tem conhecimento histórico e compreensão profunda da sociedade não ignora a ojeriza existente a um programa que garante R$ 35,00 para os pobres. O ódio não é ao PT.

Conhecendo um pouco mais dos dados do Brasil se observa que houve dois momentos de crescimento relevante do nível dos salários: no período Getúlio Vargas – João Goulart e nos governos do Partido dos Trabalhadores. Os gráficos abaixo não apenas demonstram esses movimentos como indicam que presentemente o excedente operacional bruto caiu em relação ao produto total em detrimento do incremento nos salários. Interesses poderosos estão sendo feridos. Não apenas segmentos estão perdendo, em termos relativos, como também regiões. Será mesmo preciso pintar de azul em um mapa qual região perde mais com a solidariedade distributiva?


C:\Users\rober\Desktop\renda media do trabalho.png


C:\Users\rober\Desktop\sal minimo.png


C:\Users\rober\Desktop\distribuição funcional.png
*Doutor em economia, pesquisador da Fundação de Economia e Estatística e professor da Universidade do Vale do Rio dos Sinos.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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