Arquivo para dezembro \31\UTC 2014

ASSOCIAÇÃO FILOSOFIA ITINERANTE (AFIN) JÀ SE ENCONTRA EM BRASÍLIA PARA A POSSE DE DILMA

10883074_787604021306575_775849887_oA Associação Filosofia Itinerante (Afin) como devir filosofia/política, processual de produção de novas formas de sentir, ouvir, ver e pensar outras enunciações contínuas de existências, que tem do existir o movimento real da potência, encadeia corpos moleculares para além da molaridade.

Por tal, compõe com os vetores cinema, teatro, música, poesia, literatura, pintura, escultura, todos os corpos-potências que se manifestam como estética poiética e práxis. Na verdade, o sentido lato de filosofia/política, como afirmam os filósofos Deleuze e Guattari. Um movimento deviriano que não concebe fins lucrativos e nenhuma relação com entidades privada ou estatal.10866882_787604201306557_1504629044_n 10877428_787596721307305_626552714_n 10878972_787604017973242_164113412_o

Por ser um corpo carregado pelos fluxos-mutantes e quantas-desterritorializantes, a Afin não poderia ficar alienada da filosofante rede cartográfica de desejos que se revela como posse da presidenta Dilma Vana Rousseff. Daí, que com os parcos e minguados elementos financeiros de seus vetorizantes, funcionários públicos, se deslocou, geograficamente – já que como potência criadora intempestiva e desterritorializada se move em todas às ordens e desordens (caos-criador, o significado filosófico de itinerante, o movimento sem espaço e tempo constituído) -, até Brasília. Especificamente, o Planalto Central na enunciação-política, Palácio do Planalto.

Com a meta (produção) em compor novos enunciados com outros elementos políticos filosóficos, pessoas, comunidades, movimentos sociais, entidades de classe, organizações não-governamentais, a Afin se fez, mais uma vez, Afinpress, através da pedagoga, educadora e mãe Aldenice Oliveira e o filósofo, educador, ator e pai, Miguel Oliveira. Ambos cabocões do Amazonas.

Os dois afinados já se encontram “pulsando num segundo letal no Planalto Central, onde se divide o bem e o mal (Ednardo)”, desde o dia 29. E como não poderia ser o contrário, já compuseram outros corpos referentes à posse da presidenta Dilma. Nas composições afetivas/políticas, concederam entrevista ao Blog do Planalto, interligaram enunciações com vários grupos de militantes como o pessoal do Pará, onde um dos coordenadores é o inquieto Magrão, que viajou de Belém até Brasília em um Fusquinha de 1975. Segundo ele, enxutíssimo. E, ainda, segundo ele, a BB não contém um buraco. Uma realidade muito ruim para s formigas.10881255_787596624640648_1202747745_n 10886263_787604107973233_766664640_o 10886284_787604757973168_1297588012_o 10901726_787604751306502_566544717_o

Esse trabalho filosófico político que a Afin mostra, tem como endereço especial os acessantes do Blog Afinsophia. Os que são conhecidos por ele e os que não são. Mas que são através dos rastros que deixam ao digitar esse endereço. O que significa que até o dia da posse o Ainsophia estará publicando temas que ocorrem lá no Palácio do Planalto. 

INDICAÇÃO DO DEPUTADO GEORGE HILTON PARA O MINISTÉRIO DOS ESPORTES “TRAZEM PREJUÍZOS”, DIZEM ATLETAS

b4570838-0d89-46c4-97b6-fad32b8d1d8eÉ mais um caso de fácil entendimento, mas de impossível aceitação. O deputado federal pelo estado de Minas Gerais, George Hilton, do Partido Republicano Brasileiro (PRB), que faz parte da base aliada do governo Dilma, foi indicado para ocupar o cargo de ministro dos Esportes. Como é fácil entender, a indicação faz parte da cota do partido diante do governo. Tudo certo, tudo legal.

Mas vem a parte que se caracteriza como impossível aceitação. O deputado George Hilton, não tem qualquer afinidade com os esportes. Seja em sua burocrática quanto em sua vida pessoal. Pode-se até afirmar, em relação ao futebol, que ele sequer chutou um caroço de tucumã. Ou, quanto ao atletismo, nunca disputou uma corrida de apenas cinquenta metros.

Diante dessa realidade, que ele pode contestar afirmando que o cargo de ministro não é para disputar torneios, mas para penar os esportes no Brasil, por isso não pede exclusivamente alguém que já tenha sido atleta, a organização Atletas do Brasil, que é dirigida pelo ex-craque Raí, irmão do outro craque Sócrates, nascido no estado Pará, terra de grandes revelações futebolísticas, resolveu divulgar uma nora de protesto contra a incoerente indicação. Por tal, ela afirma que a nomeação de ministro apenas por critério político traz prejuízos ao setor.

“Infelizmente, o Ministério do Esporte, é usado na barganha política. Não se trata de decidir quem seria a melhor pessoa para ocupar o cargo, mas qual partido o terá de acordo com as alianças e que decidirá ao seu bel-prazer quem o representará.

Nem mesmo uma familiaridade com o tema é observada, o que traz enormes prejuízos ao esporte e ao País em um setor que está à frente de um enorme investimento como os megaeventos esportivos.

O critério unicamente político traz consigo o aumento da ineficiência de gestão, descontinuidade da política, reinício de convencimentos e processos e tudo isso com custo aos cofres públicos.

Às vésperas das Olimpíadas, a presidenta Dilma abriu mão de uma oportunidade de melhorar a gestão do esporte; decepcionou todo um setor de atletas, jornalistas, empresários, organizações, trabalhadores e amantes do esporte em geral”, diz parte da nota.

Os ditos atletas se cobrem de razões, mas é preciso saber se eles se movimentaram para ter qualquer nesga de influência na escolha. É do conhecimento até das pedras que não rolam que na sua maioria os atletas do Brasil são pateticamente limitados politicamente, sem falar cognitivamente quanto suas atuações nos territórios sociais. Um exemplo de limitação política é o jogador Kaká, que faz parte da organização Atletas do Brasil.

A organização dos atletas tem que compreender que um país não se governa sozinho. É imprescindível a atuação da sociedade civil em suas expressões como os movimentos sociais, as entidades de classes, grupos. O Estado não pertence ao governo, por isso a luta do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MTST).

Um exemplo próximo de que e por seus movimentos que as categorias influenciam nas decisões do governo é nos dado pela aprovação do Plano Nacional de Educação (PNE). Se os profissionais da educação não tivessem atuado continuamente nos seus interesses a decisão possivelmente não saísse. Apesar da boa vontade do governo.

Como se diz na linguagem mais do que massificada: É preciso ir à luta, mano.

2015, o ano que pode surpreender

Uma frente de esquerda, formada pelos principais movimentos sociais, liderada, entre outros, pelo dirigente do MTST, Guilherme Boulos, está em construção.

por: Saul Leblon

A palavra   incerteza  comanda a passagem de 2014 para o Brasil de 2015, mas o chão mole do calendário político registra agora uma auspiciosa pavimentação de terra firme que pode surpreender.

Uma frente de esquerda formada pelos principais movimentos sociais  brasileiros,  tendo à frente, entre outros, o dirigente do MTST, Guilherme Boulos, está em formação no país.

Não é ainda a alavanca capaz de reverter a ofensiva conservadora em marcha batida na sociedade. Mas tem potência para isso.

Tem, sobretudo, capacidade para sacudir uma correlação de forças na qual as elites mastigam a margem de manobra do  segundo governo Dilma entre os dentes da fatalidade econômica e do engessamento político.

A iniciativa dos movimento sociais, apoiada por partidos de esquerda, conta com um incentivo sintomático  da gravidade dos dias que correm: o do ex-presidente Lula e, portanto, de uma parte significativa do PT.

Tem, ademais, um precedente revelador.

Ela vem se somar a uma mobilização equivalente, iniciada há cerca de um mês, para reaproximar intelectuais de esquerda  e construir um contraponto de ideias progressistas ao agendamento conservador da sociedade, martelado diuturnamente pelo jogral midiático.

Trata-se de uma usina de respostas à espiral regressiva; uma caixa de ressonância de intelectuais cidadãos.

Esse polo de debate e combate foi oficializado no dia 15 de dezembro, em evento em São Paulo, com o nome de Fórum 21.

A primeira assembleia, no Sindicato dos Engenheiros, elegeu como uma de suas vértebras a luta pela democratização dos meios de comunicação.

Presente no lançamento, o secretário de Cultura da Prefeitura de São Paulo, Juca Ferreira, afirmou que os meios de comunicação são o principal obstáculo ao debate crítico dos reais desafios brasileiros.

‘Precisamos iniciar uma reconstrução programática que supere nosso próprio desgaste, mas essa tarefa requer um ambiente midiático oposto ao atual,  concentrado e carente de regras democráticas’, disse Ferreira.  (leia  ‘Para Juca Ferreira, falta de democracia da mídia substituiu censura do regime militar’, nesta pág).

A importância descomunal da imprensa na luta política não é assunto estranho à reflexão intelectual  desde que Gramsci (1891-1936) o incorporou a sua obra.
Na Itália, a fragilidade das estruturas partidárias, ao lado das dificuldades impostas por uma unificação feita de instituições ralas e abismos sociais e regionais profundos, fez com que os jornais assumissem funções de verdadeiros partidos, ensinou o pensador comunista.

As semelhanças meridionais com o subdesenvolvimento tropical não são negligenciáveis.

Nos anos 90, Celso Furtado costumava explicar pacientemente aos jovens jornalistas – os poucos que ainda procuravam o grande economista brasileiro taxado de jurássico pela emergente agenda tucana— que o ‘populismo’, ao contrário da demonização que lhe atribuíam as elites, refletia o vácuo histórico de uma sociedade pouco sedimentada institucionalmente, capturada pelas mandíbulas de um capitalismo de fronteiras indivisas.

O Estado e os líderes carismáticos compensavam o oco político falando direto às massas. E intervindo na economia para organizar a luta contra o subdesenvolvimento.

A colisão entre esse improviso de poder popular e o diretório midiático gerou entre nós alguns capítulos pedagógicos.

O suicídio de Vargas foi um deles.

O criador da igualmente por isso maldita Petrobras apertou o gatilho para não ceder à pressão insuportável do denuncismo lacerdista, que exigia sua renúncia em emissões sistemáticas através da rádio Globo, dirigida então pelo jovem udenista Roberto Marinho.

O Brasil era descrito como um mar de lama.

É dispensável enfatizar as semelhanças com a pauta e os métodos abraçados agora pelos grandes veículos de mídia em sintonia com a oposição conservadora ao governo Dilma, ao PT e ao ‘lulopopulismo’ econômico.

O Fórum dos intelectuais  e a frente de movimentos sociais  emergem como o contraponto mais importante a isso, desde a vitória de Dilma em 26 de outubro.
O conservadorismo atordoa o discernimento da sociedade desde então com uma escalada vertiginosa de iniciativas.

Habilidosamente, equipara-se combate à corrupção à demonização do polo progressista, no qual se espeta o selo da degeneração política, associada a práticas econômicas ‘intervencionistas’.

A ideia de uma salubridade externa à história, tomada como referência limpa e boa na construção da sociedade, é um daqueles mantras aos quais se agarram os interesses dominantes de todos os tempos.

A depender da conveniência, essa salubridade poderá vestir a toga da judicialização da ‘má política’. Ou a gravata técnica dos centuriões que falam em nome da proficiência dos mercados para dar o rumo ‘correto’ à economia.

Ou ainda encarnar no monopólio de um dispositivo midiático que se avoca a prerrogativa de um Bonaparte, a emitir interditos e sanções em defesa dos interesses particulares apresentados como os de toda a nação.

Hoje, o objetivo desse aluvião é o impeachment de Dilma ou o sangramento irreversível de seu governo, e das forças que o apoiam, bem como das ideias que as expressam. Até o seu sepultamento histórico em 2018.

Semanas após a vitória progressista nas urnas, quando o governo parecia hipnotizado pelo serpentário golpista que havia subestimado,  e por isso não se preparado para defender o escrutínio popular, Carta Maior indagava:

‘O que se pergunta ansiosamente é se  Lula já conversou sobre isso com Boulos, do MTST; se Boulos já conversou com Luciana Genro; se Luciana Genro já conversou com a CUT ; se a CUT já conversou com Stédile; se todos  já se deram conta de que passa da hora de uma conversa limada de sectarismos e protelações, mas encharcada das providencias que a urgência revela quando se pensa grande. Se ainda não se aperceberam da contagem regressiva que ameaça o nascimento de um Brasil emancipado e progressista poderão ser avisados de forma desastrosa quando o tique taque se esgotar’.

A boa nova na praça é que a conversa começou.

O desafio de vida ou morte consiste agora em restaurar a transparência dos dois campos em confronto na sociedade.

Na aparente neutralidade de certas iniciativas pulsa, na verdade, a rigidez feroz dos interesses estruturais por elas favorecidos.

O melhor solvente para essa tintura é a ampla participação popular no debate e nas decisões que vão definir a rota do futuro brasileiro.

O país, desde 2003, e com todas as limitações e contradições intrínsecas a um governo de base heterogênea– tem figurado aos olhos do mundo como uma das estacas da resistência latino-americana à retroescavadeira ortodoxa, que demole e soterra direitos sociais e soberania econômica urbi et orbi.

Essa resistência criou um dos maiores mercados de massa do planeta em uma demografia de 202 milhões de habitantes.

O assoalho macroeconômico range e ruge  sob o peso da inadequação entre a emergência dessa nova força motriz  e as estruturas rigidamente pensadas para exclui-la do mercado e da cidadania.

A solução da ‘agenda técnica’ é higienizar a sujeira do intervencionismo público em todas as frentes, devolvendo o mando do jogo à faxina  autorreguladora  dos mercados.

Sobrepor o interesse privado aos da sociedade implica capturar o sistema democrático integralmente para esse fim.

Era esse o objetivo dos candidatos conservadores derrotados em outubro.

Não era apenas uma disputa presidencial. Mas um capítulo do embate inconcluso pelo comando do desenvolvimento brasileiro.

Daí a ilusão de se supor que concessões pontuais vão saciar o agendamento derrotado nas urnas.

Não será a adoção homeopática de sua farmacopeia que o fará recuar.

O discernimento daquilo pelo que se luta, e contra quem se travará a batalha dos próximos dias e noites, é crucial para os interesses populares afrontarem a avalanche em curso.

Essa é uma batalha entre a democracia social e as forças regressivas que se insurgiram contra a sua construção em 32, 54, 64, 2005, 2006, 2010 e 2014.

Tornar esse divisor visível aos olhos da população requer um símbolo de magnetismo equivalente à dimensão das tarefas que essa agenda encerra em termos de organização e  repactuação do país com o seu desenvolvimento.

Requer o nascimento de uma frente  de esquerda que, à semelhança do ‘Podemos’, na Espanha, guarde incontrastável vinculação com as urgências populares. Mas também  encerre um denso discernimento das contingencias globais, que não podem ser abduzidas pelo imediatismo corporativista.

Embora o martelete midiático tenha disseminado a bandeira do antipetismo bélico, a ponto de hoje contagiar setores amplos da classe média, o fato é que esse trunfo conservador  ainda não reúne a energia necessária para  inaugurar  uma nova ordem.

O pântano, por enquanto, o satisfaz.

Ele desarma a sociedade e  exaspera a cidadania.

Dissemina um sentimento de impotência diante das urgências de uma  transição de ciclo econômico marcada por uma correlação de forças  instável,  desprovida de aderência institucional , ademais de submetida à determinação de um  capitalismo global  avesso a qualquer  outro ordenamento  que não  o vale tudo dos mercados.

A força e o consentimento necessários para conduzir  esse  ciclo em uma chave que não seja a do arrocho requisitam o salto de articulação social que agora se ensaia.

O caminho oposto é o da treva.

A regressividade conservadora predominante na Itália após o ‘Mãos Limpas’, nos anos 90, não é uma miragem; é um risco real em sociedades desprovidas de representação política forte e organização social mobilizada (leia ‘Mãos Limpas; e depois, Berlusconi?’; nesta pág).

Lá como aqui o lubrificante do retrocesso foi a prostração progressista e a incapacidade da esquerda e dos democratas de construir um repto histórico de esperança para engajar a sociedade no comando do seu destino.

A gravidade dos desafios embutidos no calendário de 2015 é de ordem equivalente.

Saber onde estão as respostas e reunir a energia política capaz de validá-las é trunfo valioso.

É esse o significado encorajador da nascente frente de esquerda dos movimentos sociais e da usina de intelectuais cidadãos reunidos no Fórum 21.

São sinais de um aggiornamento em curso na vida política nacional.

Mas que já extrapolam a mera formalidade da travessia gregoriana, para emprestar a 2015 a dimensão e o desassombro de uma verdadeira renovação histórica.

Que assim seja um bom ano novo, são os votos que Carta Maior tem a certeza de compartilhar com seus leitores e com a imensa maioria do povo brasileiro.

MILITANTES, QUE APOIAM DILMA, AFIRMAM QUE SERÃO MAIS DE 40 MIL EM SUA POSSE

Posse_Dilma_2010_7Com os preparativos para a segunda posse da presidenta Dilma Vana Rousseff, no dia 1° de janeiro, na Esplanada dos Ministérios, já quase todos prontos, militantes do Partido dos Trabalhadores (PT), movimentos sociais, organizações não governamentais e a sociedade civil acreditam que serão mais de 40 mil os que comparecerão ao importante acontecimento histórico.

O PT espera caravanas provenientes de todos os estados para participar da posse, num total de mais de 500 ônibus. Os militantes ficaram alojados a 5 quilômetros do locar da cerimônia, no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade e no Ginásio Nilson Nelson.

Durante os preparativos, várias observações foram feitas para que nada fique contrário à festa. Como o ensaio do percurso com o carro Rolls Royce que foi dirigido pelo motorista Valdeci da Silva Ribeiro, o mesmo que dirigiu na primeira posse. Cavalria da Guarda Presidencial, membros das Forças Armadas, Polícia Federal, Civil e Militar, Departamento de Trânsito do Distrito Federal, ao todo 4 mil que já sabem de suas funções no dia da posse.

Flávio Lucena de Assunção, coordenador do Escalão Avançado da Presidência da República, falou sobre os preparativos.

“Hoje vamos fazer o treinamento nos moldes do dia da posse. A previsão é que a presidenta saia às 14h30 do Palácio da Alvorada em direção à catedral. Neste local ela passa para o Rolls Royce da Presidência. Aqui, além das escolta dos motociclistas. Haverá uma escolta hipomóvel até Congresso Nacional.

Em função das distâncias a que se chegar da presidente, o controle é maior. Quando existe uma atividade como essa, em carro aberto, a preocupação da segurança é maior, mas são tomadas medidas para que se resguarde a figura da presidente da República e das demais autoridades.

As manifestações democráticas são sempre bem-vindas, mas o momento que estamos vivendo ainda é do pós-eleição, e existe uma expectativa muito pequena de que ocorram manifestações. Estamos prontos para controlar, para que não haja violência, nem interrupção dos circuitos dos diversos eventos da posse. Isso será garantido pelos órgãos envolvidos na segurança”, observou Flávio Lucena.

As autoridades estrangeiras garantidas para a posse são Nicolas Maduro, presidente da Venezuela, Correa, presidente do Equador, Michele Bachelet, presidenta do Chile, Pepe Mujica, presidente do Uruguai, Joel Biden, vice-presidente dos Estados Unidos, entre muitos. Serão 60 delegações de países estrangeiros e 27 chefes de Estado de Governo.

Aécio Neves governador pôs dinheiro público em rádios e jornal da família

Dinheiro do governo de Minas Gerais abasteceu empresas de comunicação controladas por familiares do ex-governador.

por Helena Sthephanowitz

Ao apagar das luzes dos 12 anos de governo do PSDB à frente do Estado de Minas Gerais, dados dos gastos com publicidade nas empresas de comunicações do ex-governador Aécio Neves (PSDB) e família vêm a público. Entre 2003 e 2014, foi repassado um total R$ 1,2 milhão a três rádios e um jornal ligados à família de Aécio Neves (PSDB-MG).

Segundo levantamento feito pelo jornal O Estado de S. Paulo, a maior fatia foi direcionada a rádios e jornais controlados por Aécio Neves e sua família. A Arco-Íris, que possui uma franquia da Jovem Pan FM em Belo Horizonte. A parte que coube à Arco-Íris chegou a R$ 1,06 milhão, frente a R$ 51,8 mil e R$ 45,5 mil investidos nas rádios São João Del Rey e Vertentes FM, respectivamente – ambas de São João Del Rei (MG). Nos 12 anos em que foi comandado pelos tucanos, o governo de Minas gastou mais de R$ 547 milhões com publicidade, em valores corrigidos pela inflação.

Desde a posse de Aécio, em 2003, até este mês de dezembro, quando termina o governo tucano em Minas Gerais, os gastos do estado com publicidade oficial aumentaram mais de 900%. Emissoras de TV, que deram apoio à campanha aecista para presidente, ficaram com a maior fatia. Rede Globo em primeiro lugar, com R$ 290 milhões. Entre os jornais, foram gastos R$ 138 milhões, o maior beneficiado foi O Estado de Minas, que apoiou editorialmente o governo de Aécio e sua candidatura presidencial. O jornal teve um aumento de 1.428% nos valores recebidos dos cofres públicos de 2003 para cá.

Só foram divulgados gastos efetuados pela administração direta, sem incluir despesas feitas por empresas estatais, que também anunciam nas rádios de Aécio e família.

Em sua declaração de bens como presidenciável ao Tribunal Superior Eleitoral, o candidato derrotado e atual senador declarou possuir 88.000 cotas da Rádio Arco-Íris, com valor de R$ 700 mil. O tucano declarou possuir ações junto à empresa Diários Associados, que pertenceram a seu avô, Tancredo Neves.

Em 2011, Aécio Neves foi parado em uma blitz da Lei Seca dirigindo um Land Rover da Arco-Íris, o que motivou uma investigação pelo Ministério Público Eleitoral.Em seguida,  o MPE de Minas Gerais instaurou inquérito civil para investigar repasses feitos pelo governo do estado à Rádio Arco-Íris entre 2003 e 2010, época em que o tucano comandou o Executivo mineiro. Além de Aécio, também consta do inquérito civil no Ministério Público de Minas Gerais (MPMG 0024.12.001113-5) o nome de sua irmã, Andrea Neves, ex-presidente do Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas) e coordenadora do Núcleo Gestor de Comunicação Social do governo, responsável pelo controle do gasto com comunicação, inclusive a publicidade oficial, durante a gestão do irmão.

A propriedade da rádio por parte de Aécio e Andrea veio a público quando o senador teve a carteira de habilitação – vencida – apreendida e foi multado em R$ 1.149,24 após se recusar a fazer o teste do bafômetro, ao ser parado na blitz. O Land Rover fora comprado em novembro de 2010 em nome da emissora.

Na ocasião, o governador Anastasia confirmou que havia sido feitos repasses à rádio em 2010 (Aécio permaneceu no cargo até 31 de março de 2010). O caso levou a oposição na Assembleia Legislativa de Minas a tentar, sem sucesso, criar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). A Promotoria de Defesa do Patrimônio Público do MPE anunciou que faria investigação para confirmar se foram repassadas verbas públicas à rádio também nos outros anos em que Aécio esteve à frente do governo e os critérios usados para a liberação dos recursos.

No período em que o atual senador comandou o Executivo mineiro, as despesas de órgãos da administração direta com “divulgação governamental” chegaram a R$ 489,6 milhões, segundo o Sistema Integrado de Administração Financeira de Minas Gerais (Siafi-MG), valor que ultrapassa R$ 815 milhões quando incluídos gastos de empresas, fundações e autarquias controladas pelo Executivo. Além da Rádio Arco-Íris, o MPE vai investigar se as empresas Editora Gazeta de São João Del Rey Ltda. e a Rádio São João Del ReY SA, que têm Andrea como sócia, receberam recursos do governo durante a gestão do irmão

Aécio se tornou sócio da Rádio Arco-Íris, que já era dirigida por sua irmã Andrea, em dezembro de 2010, dois meses depois de ser eleito para o Senado. O Land Rover é um dos 12 veículos identificados em nome da emissora, que está registrada com capital social de R$ 200 mil e faturou mais de R$ 5 milhões em 2010.

Caso abafado

O caso deflagrou uma briga interna no Ministério Público Estadual (MPE) de Minas. Depois de o então procurador-geral de Justiça do Estado, Alceu José Torres Marques, arquivar representação para verificar se a Arco-Íris recebia recursos do governo durante a gestão dele – e em que Andrea presidia o grupo técnico de comunicação da gestão estadual. A representação contra o senador do PSDB de Minas Gerais foi apresentada à Procuradoria-Geral da República em maio de 2011, por deputados da oposição.

O promotor João Medeiros, da Promotoria de Defesa do Patrimônio Público, chegou a instaurar inquérito civil para apurar repasses publicitários do Executivo, mas Marques novamente arquivou a denúncia. O caso foi parar no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), que”confirmou o engavetamento”.

Os Neves receberam a outorga do Ministério das Comunicações e a a concessão da emissora de rádio em 1987.

COREIA DO NORTE RESPONSABILIZA NOVAMENTE OBAMA POR APAGÃO NA INTERNET

2ucrako5xc7im5ikqqd8q1hy4É fácil de entender, difícil é aceitar. Os estúdios de cinema Sony Pictures produziu o filme tido como comédia Uma Entrevista de Loucos que apresenta dois jornalistas, recrutados pela CIA, com a missão de assassinar o líder da Coreia do Norte. O governo norte coreano não gostou.

Em seguida, os estúdios da Sony Pictures sofreram um apagão online o que levou o FBI a acusar o governo de Pyongyang de ser o responsável por um dos mais graves ataques informáticos no país. Logo foi a vez da Coreia do Norte, sofrer apagões em sua rede de internet. O governo norte coreano, por sua vez, acusou Washington de ser o autor dos apagões em sua rede de internet. De acordo com a agência estatal chinesa o terceiro apagão durou ao menos duas horas.

“Às 19h30, hora local de Pyongyang, a internet e rede móvel 3G da Coreia do Norte ficaram paralisadas. A situação só regressou à normalidade às 21h30”, divulgou a agência chinesa.

Não esquecer que a companhia chinesa Unicom, uma das mais fortes operadoras de comunicações da China, é a responsável pela ligação das quatro redes de comunicação norte coreana.

Entendendo que foi pessoalmente Obama quem instigou os cinemas a projetarem o filme tido por comédia, o governo coreano, através de seu porta-voz, divulgou mensagem acusando o presidente norte-americano.

“Obama é sempre imprudente nas palavras e nos atos, como um macaco numa floresta tropical.

Se os Estados Unidos continuarem arrogantes, déspotas e utilizar métodos de gangster, apesar dos repetidos avisos, deverão ter em mente que as suas ações políticas fracassadas vão levar a golpes mortais inevitáveis”, diz trecho da mensagem coreana.

Nesse imbróglio online, a empresa norte-americana especializada em segurança informática Dyn Research afirmou, através do Twitter, que a Coreia havia sofrido “uma interrupção da internet em todo país”.

Ainda há quem acredite ser o imbróglio internacional prática política adulta, necessária ao mundo.    

ATENÇÃO, PROFESSORES! DEPOIS DE TRÊS ANOS E MEIO O PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO FOI APROVADO

educacao2Os professore, principalmente, os da rede do ensino público tem um motivo para comemorar nesse finalzinho de 2014. Depois de muitas lutas, reivindicações, marchas e contra marchas, protestos e ameaças, o Plano Nacional de Educação (PNE) foi aprovado.

Foram precisos três anos e meio de discussão para que ele fosse aprovado. Um dos temas mais discutidos foi os 10% do Produto Interno Bruto (PIB) a serem aplicados na educação durante os dez anos do plano. Para os representantes da categoria a aprovação do foi uma conquista coletiva dos educadores.  

O PNE foi sancionado no mês de julho sem vetos. Ele define as metas da educação a serem cumpridas nos próximos dez anos. Agora, depois de aprovado ele será submetido a intenso debate para regulamentação de diversos pontos e cumprimentos das metas. Entre as metas estão, ampliação de matrículas, inclusão de pessoas com dificuldades físicas e cognitivas, melhoria na infraestrutura e valorização dos professores e trabalhadores em educação.

Para Heleno Araújo, coordenador do Fórum Nacional de Educação (FNE), os próximos anos serão de muita luta para a implementação das metas do PNE. Ele também falou da importância da realização da 2ª Conferência Nacional de Educação (Conae), que foi ocorreu no mês de novembro e reuniu mais 3,6 mil participantes.

“A primeira tarefa neste primeiro ano do PNE é fazer com que haja debate, discussão, elaboração coletiva, aprovação nas casas legislativas e sanções de prefeitos e governadores.

Precisamos construir os planos municipais e estaduais de Educação até junho de 2015. O primeiro semestre será de trabalho, de mobilização para estimular a criação de polos municipais de educação e que eles possam conduzir e elaborar planos municipais.

O caráter mobilizador da Conae é importante para colocar a educação em pauta, sair da esfera do discurso político para ações práticas. A Conae foi uma conferência que apontou caminhos para a execução e o acompanhamento do PNE, e o documento final atendeu as expectativas do que produzimos durante as etapas municipais e estaduais”, observou Heleno Araújo.

Não esquecer que a Conae também discutiu a regulamentação do Custo Aluno-Qualidade (CAQ) que agora se encontra no PNE. Para a Conae é necessário estruturar a colaboração financeira da União dos estados e municípios para a realização e permanência do CAQ.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Quer linha de corte? Este é esquizo. Acesse:

CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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