Arquivo de setembro \30\UTC 2014

MARINA, A EVANGÉLICA, TRAIU OS MANDAMENTOS DE DEUS QUANDO MENTIU AFIRMANDO QUE NÃO VOTOU CONTRA A CPMF

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Vamos fazer de conta, no momento, que quem proclama continuamente Deus em sua vida é realmente uma pessoa religiosa e, consequentemente, ética. Portanto, vamos deixar de lado, também no momento, a enunciação que afirma que quem proclama sempre Deus encontra-se tentando esconder seus pecados. Falo de lei para esconder meus erros que não quero que os outros conheçam. Síndrome do jurista.

A cândida do capital financeiro Marina, representante do partido de aluguel PSB, faz questão de ser conhecida como uma pessoa religiosa, ligada e temente a Deus. Um signo-metafísico que ela explora com exaustão como candidata à presidência da República. Tudo que faz ela envolve o seu ser superior criador do Céu e Terra e de tudo que sobre ou sob ela. Como criador esse ser sobrenatural criou os valores que os religiosos devem seguir para conseguir sua entrada no paraíso para sentar ao lado Dele.

Entre os seus valores-teológicos, que o homem deve seguir para a busca de sua perfeição celestial, encontram os mandamentos. Entre eles o mandamento “não mentir”, já que a mentira esconde a verdade, que é a força da revelação divina. Quando alguém mente esconde a si próprio. Torna-se uma duplicação falsificada de si mesma. Como o homem foi criado à imagem e semelhança de Deus, uma suplicação falsificada é um simulacro que anula Deus, já que não o original criado por Ele. Daí mentir o pecado maior por natureza.

Por isso, o burguês certamente não alcançará o paraíso, visto que ele mente para se tornar um homem rico. E sua maior mentira, que sua condenação, é o salário que ele paga ao trabalhador que atrofiam suas potências, enquanto ele lucra o máximo. Marina, com suas alianças, afirma que está ligada umbilicalmente ao patrão que mente. Por isso, Marina usa todos os recursos para conseguir ser eleita.

No primeiro debate entre os presidenciáveis, realizado pela TV Band, Marina falando sobre a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), afirmou que não havia votado contra a sua criação. Até aí Marina aparecia como uma candidata que falava a verdade, embora muitas pessoas já soubessem da verdade.

Todavia, no debate do domingo passado, dia 28, promovido pela TV Record, Dilma aproveitou a oportunidade para tentar fazer com que Marina repetisse sua afirmação passada. Não deu outra. O público passou saber que Marina havia se postado contra Deus. Dilma apresentou as provas que ela, Marina, havia votado quatro vezes contra a criação da CPMF.

“Candidata , não entendo como pode esquecer que votou quatro vezes contra a criação da CPMF. Atitudes como esta produzem insegurança”, rebateu Dilma.

É claro que na primeira afirmação de Marina na TV Band, Deus já sabia que Marina estava mentindo há muito tempo. Ele deve ter deixado rolara para que ela fizesse um exame de consciência e mudasse de comportamento. O que não ocorreu. Agora, Deus sentiu em sua onipotência a verdade de não poder ver Marina falando a verdade. Marina pecou contra os mandamentos.

Mas, isso é uma questão teológica para ser examinada por Deus e Marina em relação a sua salvação ou não. Já que ela blasfemou contra o seu Pai. Entretanto, como eleição não se realiza no mundo sobrenatural, mas no político, a mentira de Marina deve ser debatida pelos eleitores como atores-produtores da democracia. A mentira na democracia é perniciosa para todos os cidadãos. Ao contrário da mentira para Deus que envolve a individualidade do mentiroso como postulante à sua salvação pós-morte. As vezes até como barganha.

A HILÁRIA IGNORÂNCIA DAS DIREITAS QUE COM METRADO E DOUTORADO DE TRAMA CONTRA LULA E DILMA NÃO CONSEGUEM ATINGI-LOS.

 

 

REPROVADO

Os antigos diziam que quando uma pessoa é bronca é porque ela comeu muito coquinho de tucumã ou comeu muita casca de queijo quando criança. O que significa dizer que os antigos atribuíam a ignorância a uma errada função gastronômica. Um erro de alimentação. O que faz com que essa pessoa seja sempre alguém que não consegue entender a objetividade por se encontra presa em sua função gástrica. Ou estomacal. A moral-burguesa de acordo com o teatrólogo alemão, Brecht: “primeiro a barriga depois a moral”.  O burguês é uma voraz oralidade.

Já é da sabedoria dos não prisioneiros estomacais, que as direitas são personagens proprietárias da inteligência e a sensibilidade cristalizadas. Faculdades impossibilitadas de mudança dado ao seu elevado grau de bronquice. Aprisionadas nesse estado, elas não podem compreender, em função de sua química estomacal, que lhe aprisiona impedindo sua atenção à objetividade, que são impotentes para agir sobre o que elas tomam como inimigos e destruí-los. O exemplo são suas tentativas de querer acabar com os governos populares criados por Lula e continuados com Dilma. Suas tramas, trapaças, cretinismo, sordidez, inveja, ódio, manipulação etc., sempre se apresentam ineficazes para seus propósitos que se mostram como uma hilária ignorância.  

Em cada época de eleição presidencial elas, fantasiam a destruição desses governos, muito claramente demonstrado por um dos papas do reacionarismo do Brasil, Jorge Bornhausen, que disse que elas iriam “acabar com a raça do PT”. Imitado pela retrógada Marina que afirmou querer acabar com este “demônio do PT”. Se nós somarmos o tempo que elas tiveram para aprender que não é com esse comportamento bronco que elas conseguirão destruir os governos populares, podemos saber que elas carregam o tempo necessário para o mestrado e doutorado.

 São doze anos dos governos populares. Tempo suficiente para graduação, mestrado e doutorado. E para quem já iniciou a bronquice com curso superior, os doze anos são suficientes até para o pós-doutorado. Com todo esse tempo observando os governos populares, as direitas, se não tivessem comido tanto coquinho de tucumã e casca de queijo, poderiam até ameaça-los. Mas, acontece que as direitas são inimigas delas mesmas. Como estão presas no estômago não podem aprender. Ter novos saberes para construir dizeres ameaçantes. Suas enzimas não se processam com relação aos seus cérebros para estimular suas zonas cognitivas.

Como as direitas não aprenderam nenhuma nova axiomática e continuam errando em suas provas que são as eleições, e como os governos Lula e Dilma criaram uma politica de educação profundamente gerativa, estabelecendo novas metas positivas para esse seguimento político da sociedade, fica visível, e entendível, que elas vão continuar repetindo os anos. Também, porque, elas repetem as mesmas lições torpes oferecidas pela história degenerada secularmente pelo capitalismo contra a democracia real. Uma repetição que lhes afasta cada vez mais da história política do Brasil.

Como não estão aproveitando a prova da eleição deste ano, visto continuarem com a mesma bronquice, o futuro lhe é apavorante, porque tem Lula em 2018. A única saída seria o povo brasileiro aprová-las mesmo sem nota suficiente para passar, como fazem algumas escolas. Mas como o povo brasileiro é sábio em questão de política, e não quer ver a democracia real anulada, ele vai deixá-las repetindo de ano até que elas façam transplante de estômago e paladar para esquecer o sabor do coquinho de tucumã e da casca de queijo e também diminuírem sua fome compulsiva expressada no lucro máximo. 

Marina continua enganando os trouxas

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Aldir Blanc

Na ONU, a presidente Dilma foi contra o bombardeio indiscriminado do tal Estado Islâmico, que ninguém sabe direito onde fica. Obama criticou a “indiferença” com que assassinos são tratados. Quer falar sobre assassinos, Obananamole? O mundo viu em, estado de choque, aviões implodirem as Torres. Milhares de mortos numa ação terrorista. Sem dúvida, um assassinato em massa terrível. Em resposta, os EUA e aliados invadiram, com as bênçãos de Cristo e falsos motivos, o Iraque e mataram milhares e milhares de inocentes. Casamentos eram pulverizados, festas de aniversário, idem. Seguia-se o cínico pedido de desculpas. O Afeganistão foi tão bombardeado que montanhas inteiras sumiram do mapa. Resultado: voltou a cultura do ópio, com um gatuno como chefe de governo. Sem contar os trágicos mortos por fogo amigo. O capanga dos EUA, Israel, massacrou crianças refugiadas em escolas na Faixa de Gaza. A CIA patrocinou um golpe no Egito — país onde os EUA têm prisões clandestinas para torturar. Todos os opositores do golpe militar, muito bem pago, foram sentenciados em bloco à morte. Em 2008, na maior fraude já vista, Wall Street quebrou o mundo! Quantas vítimas fatais fizeram em toda a Terra, por desespero, doenças cardíacas, depressões, suicídios, fome etc? Como avaliar o número de vítimas? Tropas especiais assassinaram Osama por vingança. Eu pergunto: os que perderam parentes e amigos na roubalheira podem matar safados do Lehman, Bear Sterns, Merrill, Sachs sem fundos, AIG and so on? Os que tiveram suas vidas destruídas têm esse direito? Quando Obamascarado venceu pela primeira vez, Gore Vidal disse: “Vocês estão loucos? Não vai mudar nada!” Na mosca!

Aqui na Brasunda, um avião também explodiu. Há quem diga que foi sabotado pela CIA, Mossad, a poderosa empresa transacional Testemunhas de Jeová e outros interessados. Das cinzas, surgiu a Fênix Redentora, Marina d’Arc, com a Bíblia na mão, e o apoio financeiro de Nhá Neca Setúbal. Houve, digamos, um fenômeno carismático (Hitler também tinha carisma). E o corpus mysticum de Marina entrou em levitação. Até que foi descoberto o seguinte: o avião que matou, por ação da Providência Divina (?), o governador Campos estava boladão. Tinha empresas por trás com mais fantasmas que castelo inglês. Os documentos da aeronave sumiram, a caixa-preta pifou, e todos mentiram sobre isso: Campos, a cúpula do PSB e Marina. Campos parou de mentir por motivo de força maior. Marina continua enganando os trouxas. Disse que governará racionalmente, que a Bíblia é só inspiração. O que a inspira? A Matança dos Inocentes? Um pai que sacrificaria o filho porque o Velho é um Deus ciumento? O absurdo e cruel sofrimento imposto a Jó? Os incestos e traições? Arcanjos da SS de lança-chamas queimando os alegres moradores de Sodoma e Gomorra, que tinham direito à sexualidade que quisessem?

Na trilha do clássico de Chico Buarque, afastem do povo brasileiro essa bíblia arcaica, cheia de dólares e mentiras.

SIMPLES. O ATOR MARK RUFFALO, NO DOMINGO, DECLAROU APOIO A MARINA, MAS SOUBE QUE ELA É CONTRA O LGBT. TIROU O APOIO

O ator norte-americano Mark Ruffalo que interpretou o personagem Hulk, nos Vingadores, e que lançou recentemente o filme The Normal Heart, onde interpreta um personagem homossexual que se transforma em um contundente ativista da causa gay, havia declarado, no domingo, seu apoio à candidatura de Marina por seu envolvimento com a causa ambiental que ele também defende, mas ao tomar conhecimento que Marina tem uma postura de extrema direita referente ao casamento gay e os direitos reprodutivos das mulheres, retirou seu apoio e escreveu sua nova posição em relação à evangélica.

Leia a íntegra de sua nota de retirada de apoio à candidata Marina que é contra o movimento LGBT. E, particularmente, o casamento gay.img-1026584-mark-ruffalo

Olá a todos, 

Chegou ao meu conhecimento que Marina Silva, candidata a presidente do Brasil, seria contra o casamento gay. Isso me colocaria em conflito direto com ela. Como vocês sabem , eu luto pelo casamento igualitário no meu país e encaro isso como um reflexo da qualidade do candidato. Eu não sabia que esse era o posicionamento dela quando fiz o vídeo apoiando sua candidatura.  Eu tinha visto apenas o debate em que Marina  falava que apoiava o casamento gay e só soube posteriormente que seu partido  retirou seu apoio à causa. Eu não posso, com consciência, apoiar uma candidata que tenha uma visão de extrema direita em assuntos como o casamento gay e direitos reprodutivos, mesmo se essa candidata está disposta a fazer a coisa certa na causa ambiental.

Eu não sou expert em política brasileira, mas eu posso dizer que os direitos das mulheres, os direitos LGBTQ+ e os direitos ambientais são todos parte de um tipo de visão de mundo com o qual eu me identifico. Ter uma visão de mundo que não inclui essas três posições torna impossível que eu endosse qualquer candidato.

Eu tenho de me desculpar por não ter feito um trabalho melhor ao embasar minha decisão [de apoiar Marina]. Eu peço desculpas se decepcionei alguém ou se fiz alguém pensar que fiz vista grossa para esses assuntos, pelos quais eu sempre lutei. 

Nesse momento, seria bom saber, definitivamente, como a candidata Silva se posiciona com relação a esses assuntos, sem termos incertos. A questão está um pouco obscura e incerta atualmente. Até lá, baseado no que pude apreender de algumas postagens aqui, e pelo que está disponível na internet, eu estou retirando meu apoio.  Eu solicito à campanha de Marina que não utilize meu vídeo de apoio até que eles afirmam seu apoio ao casamento gay e aos direitos reprodutivos das mulheres, ou que deixem claro seu posicionamento sobre esses assuntos.  Sem isso, meu apoio é nulo e vazio.

Eu peço desculpas à campanha de Silva por não ter tido melhor conhecimento de suas políticas e por haver criado essa incoveniência. Eu fiquei desapontado ao ver seu apoio ao casamento gay ser retirado por seu partido no dia seguinte ao discurso  de apoio. Eu peço que levem meus votos em boa fé.

Sinceramente,
Mark Ruffalo

MARINA E AÉCIO BRIGAM DISTANTES DO PRIMEIO LUGAR E DILMA SÓ OBSERVA SUAVEMENTE

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A disputa eleitoral para a presidência da República que conta com as participações dos candidatos, entre outros, da presidenta Dilma Vana Rousseff do PT, Marina Silva do PSB (partido de aluguel, ex-socialista) e Aécio Neves do PSDB (da burguesia-ignara), chegou a um ponto um tanto hilário quanto ao segundo lugar.

Tendo a presidenta Dilma já confirmada e reafirmada no primeiro lugar com possibilidade de ganhar no primeiro turno, segundo afirmação do diretor do instituto porta-vos das direitas Datafolha, Mauro Paulino, já que a candidata Marina vem em queda incontrolável, o segundo lugar passou a ser território de luta feroz entre a evangélica e o playboy.

De acordo com informações de um instituto de pesquisa, Marina vem perdendo pontos em todos os seguimentos e estados. Notadamente em São Paulo onde se encontrava em posição inatacável. A inconstância de suas afirmações, a demonstração de um programa voltado totalmente para os interesses do capitalismo confirmado no apoio maior do banco Itaú, através de uma de sua proprietária, Neca Setúbal, mais a dificuldade de materializar suas sentenças-eleitorais com a sociedade, tem levado grande parte de seus supostos eleitoras a mudar suas intenções.

Diante dessa realidade, onde a candidata submissa às imposições do pastor-despótico Malafaia, encontra-se com sua candidatura se desmilinguindo, o outro candidato das direitas, Aécio Neves, mostra uma reação que ameaça a antiga titular do segundo lugar e que hoje luta desesperadamente, agora como postulante, para se manter na passada segurança. De acordo com alguns comentaristas, a reação de Aécio se deu por dois fatores. A insegurança e contradição de Marina e o fato dele ter a atacado mais nos seus últimos pronunciamentos. O que seu guru Fernando Henrique, o príncipe sem trono, com sua inegável sapiência política, para dizer o contrário, censurava-o afirmando que ele deveria atacar era Dilma.

Verdade ou não, o certo é que o playboy mineiro das praias carioca vem conseguindo encostar na candidata do sobrenatural. Segundo o tal instituto de pesquisa eleitoral, ele tem 19% e Marina 23%. Resultado que os coloca em empate técnico. Como Marina encontra-se se estalando no solo eleitoral e ele, com tendência de crescimento, acredita-se que até o dia das eleições já tenha passado a convertida do catolicismo ao fundamentalismo.

Enquanto os dois se engalfinham, a presidenta Dilma, com sua calma e ternura, observa suavemente com seus 38%. Quinze pontos na frente de Marina e dezenove pontos contra Aécio. E a suavidade continua. No segundo turno Dilma vence Marina com 45% contra 40% E vence Aécio por 46% contra 39%.

E haja suavidade!      

A ficha caiu

A fatalidade de um arrocho doloroso, ganhe quem ganhar, é o novo bordão do jogral do Brasil aos cacos. A receita foi condensada em editorial do Financial Times.

por: Saul Leblon

Nenhuma frase resume de forma tão incisiva o cavalo de pau ocorrido na política brasileira nos últimos 20 dias –a forma como ele se deu, a intensidade do confronto que o desencadeou e os seus desdobramentos para o futuro– quanto o desbafo da presidenta Dilma Rousseff na última 6ª feira.

Em entrevista a um grupo de blogueiros, ‘sujos, ideológicos’, como a eles se refere o higienismo isento, a candidata explicitou assim o divisor que marcará o seu possível segundo mandato: ‘Terei um embate (político) mais sistemático; não serei mais tão bem comportada; me levaram para um outro caminho, que não era o que eu queria’.

Nenhuma liderança responsável escolhe o caminho do embate sistemático como sua primeira opção.

Um chefe de Estado tem obrigação de esgotar as linhas de menor resistência na consecução de seus compromissos.

A rotina de confrontos carente de uma correlação de forças pertinente, não raro imobiliza a sociedade, asfixia a economia, prejudica, em primeiro lugar, os mais pobres.

A história de Dilma não autoriza ninguém a caracterizá-la como uma mulher desprovida de coragem pessoal e política.

São essas referências que adicionam abrangência superlativa ao desabafo da presidenta e candidata.

Mais que isso.

Sua assertiva ecoa um sentimento coletivo no campo progressista. Inclua-se aí o estado de espírito da ala majoritária do PT, da qual faz parte a principal liderança política do partido e do país: Lula.

Em três mandatos presidenciais sucessivos predominou nesses protagonistas a determinação de restringir o confronto direto com os interesses conservadores na faixa de segurança permitida por uma correlação de forças adversa.

O marcador mais significativa dessa adversidade é a própria abrangência da coalizão de governo. O que antes parecia uma contingência administrável –ainda que a um custo político cada vez mais asfixiante— evidenciou nestas eleições os contornos de um ciclo esgotado.

Três fatores convergiram para essa condensação:

1) o desespero conservador com possibilidade de um quarto ciclo presidencial fora do poder –o que poderá significar a morte do PSDB;

2) a redução da margem de manobra na economia, após seis anos de crise mundial, gerando insatisfação e rupturas – entre as quais alinham-se as manifestações de junho do ano passado, e

3) o surgimento de uma candidatura competitiva, capaz de reabrir as portas do poder ao conservadorismo – e a um revival extremado do modelo neoliberal dos anos 90.

No final de agosto esse conjunto formava um aluvião anti-Dilma.

Era tão denso que expoentes do colunismo conservador ejaculavam precocemente a derrota irreversível do ‘lulopetismo’.

O catalisador do êxtase, a candidata Marina Silva, chegou a abrir 10 pontos de vantagem, então, nas enquetes de 2º turno do Datafolha.

O resto é sabido (leia ‘Uma semana para não esquecer’; nesta pág)

O sinal de alarme ensejou no PT o fulminante arremate de uma inquietação disseminada, mas que aguardava o safanão de uma crise para emergir .

Em um encontro de balanço da campanha em São Paulo, dia 5, coube a Lula sintetizar a lição da qual tampouco não se eximia:

‘Nós ficamos economicistas; não nos faltam obras, mas política’, diagnosticou para prescrever o antídoto: ‘Temos que demarcar o campo de classe dessa disputa: é preciso levar a política à propaganda’.

A partir de então a essência radicalmente neoliberal embutida no programa de Marina Silva passou a ser floculada do espumoso caudal de 242 páginas.

O extrato dessa depuração tem sido exposto à luz do sol em uma narrativa pedagógica, determinada a tipificar um a um seus riscos históricos, estratégicos e sociais.

Pertence à mesma mutação em curso o desabafo feito pela Presidenta Dilma na entrevista aos blogueiros, na 6ª feira passada.

Dilma passou a dar nomes aos bois.

Porém, mais que isso.

Anunciou que num eventual novo governo, essa dimensão do embate político, mitigada pela prioridade administrativa da gestão, passará a desfrutar de espaço nobre.

Pode-se argumentar que se trata apenas de um arroubo dirigido a plateia receptiva.

E que tudo voltará a ser como sempre –na verdade, muito pior– caso as urnas de outubro concedam um quarto mandato presidencial ao PT.

Afinal, a fatalidade de um ‘arrocho doloroso’, ganhe quem ganhar, é o novo bordão do jogral do Brasil aos cacos.

É assim que o conservadorismo se calça, diante da eventual vitória do PT, tentando desde reduzi-lo a um frango desossado da Sadia, que só se equilibra espetado em interditos e ajustes incontornáveis.

Ou não será isso que o editorial do Financial Times adianta neste sábado?

Referência dos mercados internacionais –e das pautas nacionais, ao lado da Economist, o diário londrino afirma que a redução em curso na liquidez mundial, por conta da proximidade da elevação dos juros nos EUA, exigirá ‘uma quase inevitável’ e ‘dolorosa correção em países como Brasil, Turquia e África do Sul’.

Por ‘dolorosa’, entenda-se: choque de juros, arrocho fiscal, redução do poder de compra das famílias assalariadas, privatizações (‘flexibilizar o pré-sal’) etc

Sim, a agenda da frente única do conservadorismo que assessores de Marina e Aécio tem vocalizado às platéias extasiadas de banqueiros e com a qual se pretende depenar o PT num eventual segundo turno em outubro.

A receita vendida pelo conservadorismo talvez fosse inevitável, de fato, se o desabafo de Dilma e de Lula nestas eleições significasse apenas um ponto fora da curva.

Um rompante, e não a trajetória final da ficha que acelerou sua aterrisagem no discernimento do partido nos últimos anos.

O acelerador dessa curva tem um motor turbinado.

Seu combustível é o ponto de exaustão atingido pelas relações entre o partido, seus dirigentes e a mídia conservadora.

Marmorizada de ódio político e desrespeito pedestre, a guerra fria cabocla contra o PT ensejou uma experiência de acuamento até certo ponto nova na existência do partido – ainda que virulenta para saturar um ciclo.

Círculos dirigentes e militantes mais antigos não experimentaram nada parecido antes. Nem mesmo na sua origem, nos anos 70/80, quando operários do ABC se colocaram frontalmente contra o regime militar, em desafio aberto ao poder armado e empresarial.

Sedimentou-se ali, ao contrário, com base em uma cumplicidade que parecia ampla e sólida, a suposição de que haveria da parte da imprensa se não apoio, ao menos respeito com o avanço da luta dos trabalhadores.

Mais que isso: tolerância com a criação de um partido próprio, de recorte socialista ecumênico.

Ancorada na intensidade histórica de uma fase alegre dos consensos democráticos, criou-se assim uma jurisprudência petista.

A mediação com o conjunto da sociedade, embora marcada pela má vontade de chefias e donos de jornais, estava sendo feita a contento pelos meios de comunicação.

Até o 2º governo Lula, o PT nunca incluíra entre as suas prioridades efetivas a d regularizar o sistema de comunicação existente para torná-lo mais plural.

Do mesmo modo, nenhum dirigente histórico deu ao projeto de construção de uma mídia própria, a prioridade política, financeira e mobilizadora devotada, por exemplo, a uma campanha eleitoral.

A proximidade com os jornalistas – muitos dos quais renunciariam a cargos e carreiras para se engajar na construção do partido e nas campanhas eleitorais dos tempos pioneiros- cevou ilusões.

O trânsito fácil com a imprensa sugeria haver espaço a ocupar na caixa de ressonância da grande indústria de notícias.

Um consenso algo ingênuo, algo acomodato exergava uma margem de manobra nas redações; a cota de tolerância não se esgotara.

A derrota para Collor em 1989, quando a Globo manipulou a edição do debate decisivo da campanha, e deu quase dois minutos adicionais ao ‘caçador de marajá’ no Jornal Nacional, abalou essa inércia.

Mas não construiu uma novo diagnóstico político, forte o suficiente para renovar a agenda em relação ao poder midiático.

A liderança de massa de Lula atingiu seu auge e reverberou no país durante os oito anos que esteve à frente de um governo exitoso no plano social e econômico.

O prestígio esmagador dentro e fora do Brasil empalideceu o cerco midiático diante da obrigatoriedade de se conceder espaço e voz ao Presidente.

O conjunto coagulou o debate petista sobre o papel da comunicação na construção de uma democracia social em um dos países mais desiguais do planeta.

Parecia desnecessário diante dos êxitos econômicos sucessivos que calavam uns e aciavam outros.

Nesse idílio escaparia a Lula e aos dirigentes petistas a brutal transformação em marcha no interior da mídia e na própria composição das redações.

Ao longo de duas década de polarização entre a agenda afuniladora do neoliberalismo e a da implantação de um Estado social tardio no país, o jornalismo brasileiro sofreria uma mudança qualitativa de pauta e estrutura.

A tentativa de impeachment de Lula em 2005, já no ciclo da chamada crise do ‘mensalão’ – que culminaria em 12 de novembro de 2013 com a condenação dos doirigentes José Dirceu e Genoíno à prisão – sacudiu a inércia petista com força pela primeira vez.

O espaço de tolerância acalentado ainda por emissários autonomeados, que traziam recados dos donos de jornais e revistas sobre o preço a pagar por uma trégua na escalada golpista, perdeu eco na cúpula do governo.

Lula, a contrapelo dos punhos de renda do petismo, recorreu então ao movimento sindical.

A palavra ‘golpe ‘ foi entronizada no discurso da resistência – para horror dos que teimavam em buscar um acordo com o dispositivo midiático conservador.

Numa quadra de clamorosa falência do projeto neoliberal, o tridente udenista da corrupção e a demonização da esquerda como sujeito histórico degenerado, pôs-se a campo ainda como mais força, a partir de então.

Tornou-se a pauta-jogral de um dispositivo midiático reestruturado para esse fim.

Qual?

Fazer do segundo mandato de Lula a evidência de que essa dissonância histórica não seria mais tolerada na democracia tutelada pelo poder do dinheiro.

Instalou-se um termidor antipetista nas redações.

A ilusão na mídia como ambiente democrático permissivo à formação da consciência crítica e progressista da sociedade deixou de existir.

A percepção dessa ruptura e os desdobramentos políticos que ela acarreta cristalizaram-se no linchamento midiático que orientou as togas inebriadas pelos holofotes, na Ação Penal 470.

O que Dilma está dizendo agora, portanto, não é um acidentre de percurso.

Está sedimentado nas estocadas de uma espiral virulenta que , como ela mesma diz, ‘me levaram para um outro caminho, que não era o que eu queria’

A ficha da crispação conservadora caiu definitivamente nesta campanha de 2014.

O PT e sua propaganda redescobriram que não se faz política sem definir o adversário, dizer o que ele representa, por que precisa ser derrotado, as perdas e danos de se entregar o país de volta ao poder conservador.

Por enquanto isso é feito na janela que o horário eleitoral abriu ao partido em meio ao monólogo conservador que dá aos dois minutos de Marina uma extensão de horas.

Mas e depois que ela se fechar outra vez?

‘Vou fazer a regulação econômica da mídia’, sacramentou Dilma na entrevista da 6ª feira aos blogs ‘sujos e ideológicos.

Isso não é pouco.

Não apenas pelo efeito esclarecedor que exerce na opinião pública, hipnotizada pelo jogral do Brasil aos cacos.

O que Dilma está vocalizando é uma agenda, não uma medida solteira.

Se socialismo é levar a democracia às suas últimas consequências, a pluralidade da informação que isso requer não pode ser confundida com a disseminação de tabletas e celulares de última geração entre os brasileiros.

A disjuntiva que se coloca é entre a livre formação do discernimento político da sociedade ou a sua subordinação a um aparato claustrofóbico de difusão, que se avoca o direito de enclausurar a formação da opinião pública brasileira em pleno século XXI.

Não se trata de uma queda de braço ideológica, tangencial à gestão progressista do Estado.

É um problema do desenvolvimento brasileiro.

A presidenta Dilma incorporou a chave da eficiência às prioridades do seu governo.

Com razão: é obrigação progressista zelar pela cuidadosa aplicação dos fundos públicos, erigir um Estado transparente, capacitá-lo a mobilizar recursos e coordenar as ações da dura luta pelo desenvolvimento soberanoe e justo.

Durante muito tempo, porém, errou-se ao não afrontar as demais intercorrencias da agenda do Estado mínimo.

Entre elas a gororoba ideológica construída em torno da lingérie mais reluzente do conservadorismo: o fetiche da autossuficiência da gestão.

Confunde-se a opinião pública ao endossar falsas convergências redentoras, a exemplo do ‘fazer mais com menos’, que omite a verdadeira luta de sabre para dividir a fatura da crise e instaurar o passo seguinte do desenvolvimento. Ao não distinguir uma coisa de outra, corre-se o risco de endossar a tese que pretende equacionar a desordem atual com poções adicionais do veneno que a originou.

O colapso neoliberal trouxe para o colo do governo uma crise da qual a Nação é vítima e não sócia; as forças progressistas são adversárias, não co-autoras.

O nome da crise não é PT, não é gastança, não é Petrobrás, não é desrespeito ao tripé, como quer a constrangedora declamação de Marina Silva.

O nome da crise é capitalismo desregulado, é supremacia financeira, é a desenfreada ferocidade com que os capitais fictícios exigem um mundo plano de fronteiras livres e desimpedidos , por onde possam transitar à caça de fatias reais de uma riqueza, para a qual não se dispõem a contribuir, apenas se apropriar em espirais de bolhas recorrentes.

A dissonância de um Brasil que se propõe a construir um Estado de Bem-estar social tardio, regulado e soberano, precisa ser sufocada para que o fluxo incorpore esse promissor naco da riqueza mundial ao seu circuito.

‘Não há alternativa’, dizia Margareth Tatcher nos anos 70.

Quarenta anos depois e uma colapso da ordem neoliberal que se ombreia à crise de 1929, é o que continuam a dizer Aécio, a doce Marina e a mídia que os ancora.

É o que continua a pontificar o editorial do Financial Times, a vaticinar ‘um arrocho doloroso’ para o Brasil, ganhe quem ganhar as eleições do próximo domingo.

Os desequilíbrios de fato existem. Não se incorpora 60 milhões de ex-miseráveis e pobres ao mercado sem mexer nas placas tectônicas de uma ‘estabilidade capitalista’ alicerçada em uma das mais desiguais estruturas de renda do planeta.

Há duas opções: avançar dar coerência estrutural e política à emergencia desse novo ator, ou recuar e devolvê-lo àmargem de origem. Custe o que custar.

Será ‘doloroso’ , avisa o Financial Times,sobre aquilo que Aécio, Marina e o colunismo isento vendem como virtude.

Para fazer diferente não basta buscar atalhos na gestão da macroeconomia.

A macroeconomia não é de esquerda, nem de direita.

Quem adiciona coerencia à macroeconomia do desenvolvimento é correlação de forças da sociedade em cada época.

Para fazer diferente do que a frente única do conservadorismo apregoa será necessário coordenar as linhas de passagem de um novo ciclo histórico repactuando metas, concessões, prazos, avanços e salvaguardas com o conjunto das forças sociais.

Isso requer uma mídia pluralista para que possa acontecer. Foi essa sucessão de contingências que fez cair, definitivamente, a ficha histórica do PT em plena eleição de 2014.

A consciência desse aggiornamento estratégico talvez seja uma vitória tão importante quanto vencer no próximo domingo. Porque só assim será possível honrar os compromissos com a sociedade nos próximos quatro anos.

VAI UM CINEMINHA? “OS QUATRO CAVALEIROS”. DOCUMENTÁRIO DE ROSS ASCHCROFT SOBRE A RELAÇÃO DO CAPITAL COM A POLÍTICA

Ross Aschcroft mostra em seu premiadíssimo documentário Os Quatro Cavaleiros, a descarada corrupção da política pelo capital financeiro que faz profundas interferências nas decisões dos governos que aparecem como seus dependentes. A perversa participação dos bancos financiando candidaturas que depois de eleita ficam presas as determinações destas empresas.

Um tema atualíssimo, como se pode observar quando comparado com o momento atual das campanhas eleitorais para a presidência da República. Um exemplo claro e incontestável a candidata Marina, inquilina do PSB, envolvida até a medula com o banco Itaú de sua orientadora financeira, Neca Setúbal.

Veja, ouça e analise como essa forma de corrupção causa grandes males ao mundo. É o capital se reproduzindo de forma mais aberrante dominando as principais fontes de riquezas minerais dos povos.

 


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Quer linha de corte? Este é esquizo. Acesse:

CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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