Arquivo para maio \31\UTC 2014

AGENTE DA DITADURA QUE CONFESSOU TER TORTURADO E MORTO PRESOS POLÍTICOS, AUXILIOU A DITADURA ARGENTINA

A Comissão Nacional da Verdade divulgou que o coronel do Exército, Paulo Malhães, participou como agente colaborador da ditadura argentina. O agente prestou dois depoimentos à comissão. Um no dia 18 de fevereiro e o segundo, no dia 25 de março. Um mês depois ele foi assassinado em seu sítio. Um crime que para a polícia do Rio de Janeiro se reduziu a um assalto comum, mas que para o presidente da Comissão da Verdade, Wadih Damous, foi queima de arquivo. Paulo Mlhães confessou que havia torturado e assassinado presos políticos. Além, de afirmar que participou da operação em que foram desenterrados os restos mortais do deputado Rubens Paiva. Durante o depoimento confessou que foi um dos autores da Casa da Morte, em Petrópolis, onde eram torturados e assassinados presos políticos.

“Descobri que tinha uma porção de argentinos voando, dentro do Rio de Janeiro, aproveitando a vida no Rio de Janeiro. Uns exilados políticos pela ONU, outros não. Aí, eu mandei fotografar todo mundo. ‘Eu quero que vocês saiam, tirem foto de todo mundo. Eu quero esses caras todos fotografados. Eu não sei quem eles são, não quero que vocês saibam quem eles são. Eu só quero fotografia deles’. Aí foi tirada a fotografia deles todos.

Fiquei famosíssimo na Argentina. Por causa disso, me deram medalha da Argentina”, disse o agente da repressão.

Ele ainda afirmou que era amigo do presidente Garrastazu Médici que reprimiu o país entre os anos de 1969 e 1974. O período em mais pessoas foram presas, torturadas e desaparecidas. De acordo com suas declarações Médici o tratava com intimidade para resolver algumas situações.

“Médici, mandava me chamar. Eu ia lá no palácio. Já almocei do lado dele. Ele perguntava: ‘E aí’. Eu dizia: ‘O senhor quer que eu resolva? Eu resolvo’. ‘Então, está, Malhães, resolve’”, confessou o agente.

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GRUPO REDUZIDO DE PROFESSORES ERRA ENDEREÇO POLÍTICO: VAI AO ESTÁDIO QUANDO ERA PARA IR PARA SEMED E SEDUC

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A luta dos trabalhadores de todas as categorias por seus direitos é uma luta contra o que os governantes entendem por Estado, já que o Estado é o poder institucional que deve refletir a sociedade. E o que produz e mantém esse poder são as próprias leis constitucionais. A partir do momento em que os governantes não compreendem essa constitucionalidade expressada pelo Estado, os trabalhadores tendem a fazer com que seus direitos sejam garantidos, e para garantir esses direitos eles têm que realizar atos concretos através de suas representações como sindicatos. A primeira grande arma dos trabalhadores, como afirma o filósofo de Trier, Karl Heinrich Marx.

Assim, se inferi, que quando o sindicato não realiza sua função diante dos governantes, muitas vezes empresas privadas, os governantes se sentem muito bem protegidos e até crentes de que estão certos. Então, diante dessa miserável impotência sindical, os trabalhadores que não comungam com a posição do sindicato, tendem a procurar outras estratégias que resultam na consumação de seus direitos.

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Em Manaus, vários grupos de professores independentes do sindicato representante da categoria que se associou aos governantes, resolveram criar suas formas de reivindicar seus direitos como 20% de reposição salaria, vale transporte, vale alimentação e outros direitos trabalhistas. Para enfraquecer as reivindicações, o governo estadual concedeu 5,6%, e o prefeito, 10%. Os professores ligados ao Sindicato dos Trabalhadores da Educação no Amazonas (Sinteam) aceitaram pacificamente. Fazendo valer o dito-patronal de que o amazonense é um povo ordeiro. Sem entender que esse ordeiro quase sempre esconde o cordeiro. O cordeiro que é bom para o pastor. Ou para o mestre: ”Faremos tudo que o mestre mandar”.

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Mesmo assim, no dia de ontem, 30, um grupo reduzido de professores resolveu realizar na Avenida Djalma Batista, um point da triste não-cidade Manaus, uma manifestação para mostrar que nem tudo estar como o pastor gosta. Só que alguns participantes do grupo, com nítidos corpos direitistas, ignorando que tudo só acontece uma vez, conforme disse o filósofo Nietzsche em seu Amor Fati (o destino do amor de que não se pode escapar ficando somente a aceitação do real), e quando parece que se repete realmente é como farsa, como mostrou o mouro de Trier, resolveram seguir até o estádio de futebol.  

Como as direitas são destrambelhadas, quem sabe que estes professores não acreditavam que Ricardo Teixeira e Blatter (ou mesmo Dilma), poderiam se encontrar no território pebolístico e resolvessem as pautas das categorias. Como corpo obnubilado, das direitas, tudo se pode esperar. Mas foi uma frustração geral. Os ditos cujos não estavam lá. Mas tudo ficou compensado através do recurso da imaginação heroica de ser um revolucionário da história dissipada.  

Um erro político-replicante do junho que não aconteceu, quando as direitas se deslocaram até o mesmo local, comandada pelo PSDB, partido que defende os magnatas que representam 0,01% da população mundial que detém, só nos paraísos fiscais, US$ 21 trilhões. Sintetizados como as maiores riquezas do mundo. Riquezas construídas com a exploração dos trabalhadores através do mais-valor, e protegidas pelos lacaios das mídias de mercados como Arnaldo Jabour (cuja mulher foi assessora de Serra), Azevedo, etc.

Um erro político que a categoria não deveria se permitir quando a comunidade sabe que sua luta é com as posições dos que se sentem detentores das instituições educacionais no Amazonas e Manaus: Secretaria de Educação do Amazonas (Seduc) e Secretaria de Educação do Município (Semed).

Mas nem tudo foi erro. Na hora da concentração, caiu um pau d’água e os mais sacais não caíram no logro dos coxinhas infiltrados como reivindicadores: deram por terminado suas participações no recinto. Uma prova de inteligência, mesmo que provocada por um fenômeno natural. Mas o homem também é natural. Uma boa composição.

VEJA A ENTREVISTA COM LULA NA TV CARTA

VEJA O VÍDEO DE ZÉ CARLOS QUE NÃO DEIXA A TURMA DO AÉCIO SEM RIR

SEM O BRILHO ILUSÓRIO DE HERÓI CRIADO PELA MÍDIA, JOAQUIM BARBOSA AFIRMA QUE VAI SE APOSENTAR EM JUNHO.

Divulgação

Indicado por Lula que o queria como o primeiro negro no Supremo Tribunal Federal (STF), e iniciando uma carreira progressista para depois, através do julgamento da Ação Penal 470, que condenou membros do Partido dos Trabalhadores, e foi transformado em herói pela mídia acéfala, ir se transformando em um homem perseguidor, vingativo, colérico, voluntarioso e personalista, o ministro Joaquim Barbosa, afirmou que vai se aposentar no fim do mês de junho.

O anúncio, em seu conteúdo, não foi surpresa, porque já vinha sendo comentado alguns meses. Mas tornou-se surpresa por ninguém esperava que com tão brevidade. Ele visitou, pela manhã de ontem, dia 29, a presidenta Dilma, o Senado e a Câmara Federal e anunciou sua decisão. Mas foi durante a realização da sessão plenária do STF que ele fez o anúncio formal. 

“Eu tenho uma informação de ordem pessoal: é que eu decidi me afastar do Supremo Tribunal Federal em junho. Afasto-me não apenas da presidência, mas do cargo de ministro, requererei, portanto, meu afastamento do serviço público após 41 anos.

Eu tive a felicidade, a satisfação, a alegria de compor essa Corte no que é talvez o seu momento mais fecundo, de maior criatividade e de importância no cenário político institucional do nosso país”, disse Barbosa.

O ministro Joaquim Barbosa um dia afirmou, em relação a José Genoíno, que preso era para pagar sua pena no ostracismo, claro que sem qualquer conhecimento filosófico do que seja ostracismo, e é exatamente em seu sentido de ostracismo que o ministro anuncia sua aposentadoria. Depois de ser elevado pela mídia acéfala aos píncaros da glória a ponto ser exaltado como herói, porque realizou um julgamento que lhe satisfez principalmente condenar José Dirceu, ele começou a sair no gosto própria mídia. Deixou de ter seus minutos de glórias nas telas, mormente, na TV Globo.

De tantas decisões descabidas juridicamente, segundo juristas nacionais e internacionais, ele anuncia o seu ocaso em um quadro lânguido que bem poderia ser retratado pelo cancioneiro popular: “morre hoje, sem foguete, sem retrato e sem bilhete, sem luar e sem violão”. Mas o cancioneiro popular é criação em coordenada com o coletivo. O que não fez Joaquim Barbosa. O julgamento da Ação Penal 470, foi um julgamento para a elite tosca que domina o Brasil.

Ele disse que a Corte tem “seu momento mais fecundo, de maior criatividade e de importância no cenário político institucional do nosso país”. Um autoelogio que não corresponde às críticas que a sociedade brasileira em sua expressão bem consciente-intelectualmente, afirma.

Esperemos o dia, junto com o andamento da Copa.

MUDA MAIS APRESENTA “QUE BOM BOMBOM”

Veja a farsa do querer voltar (não há volta, até o filósofo grego, Heráclito sabia) da turma do arrocho salarial do capitalismo de mercado apresentado pelo site Muda Mais.

O Axé não saía das rádios brasileiras e algumas das mais geniais coreografias eram criadas. Era maio de 1999 e o novo hit do momento era lançado: “Xibom Bombom” (link is external), da banda baiana As Meninas. A letra dessa música, no entanto, chamava a atenção. Diferentemente de boa parte das composições do gênero, a banda de Carla Cristina trazia uma letra que questionava a situação do país.

Carinhosamente batizada de “axé do proletariado”, “Xibom Bombom” falava, com bom humor, da dificuldade do brasileiro em ter acesso à educação, à alimentação e a uma vida digna. Mais que isso, o clássico refrão questionava a grande desigualdade social do país. Afinal, o motivo da situação precária todo mundo conhecia: “o de cima sobe e o de baixo desce”.

Mas isso era em 1999! Nesta semana se completam 15 anos que essa música não sai de nossas cabeças. E em 15 anos muita coisa mudou. Já são 12 anos de um governo que faz quem tá lá “embaixo” subir, que investe na educação, na alimentação, na moradia, no emprego. ♪♫Tucano de novo, o Brasil não merece ♪♫

É por isso que, passada uma década e meia, revisitamos esse clássico. E, olha, tá bem melhor a vida d’As Meninas… canta com a gente:

♫♪ Que bom Bombom: o axé do proletariado 2.0 ♪♫

♪♫ Bom qui bom qui bom bom bom
Bom qui bom qui bom bom bom

Analisei essa cadeia hereditária
E vi que me livrei de uma situação precária

O Brasil cada vez fica mais rico
E agora cada vez tem menos pobre.

E o motivo todo mundo já conhece
Com tucano fora
O emprego cresce
E o motivo todo mundo já conhece
Com tucano fora
O salário cresce.

Bom qui bom qui bom bom bom
Bom qui bom qui bom bom bom

E agora eu eduquei meus filhos
Viraram cidadãos
Com muita dignidade
E agora eu como bem
Posso me alimentar
Com a grana que eu ganho
Já posso até voar

E o motivo todo mundo já conhece
Tucanoooo de novo, o Brasil não merece.
E o motivo todo mundo já conhece
Tucanoooo de novo, o Brasil não merece ♫♪

O verdadeiro discurso do medo

No Chile, o primeiro ato da derrubada de Salvador Allende desenrolou-se com uma paralisação de transportes seguida de um lock-out do comércio de alimentos.

Wanderley Guilherme dos Santos

Também seguimos inseguros, os empenhados existencialmente nesse fluxo histórico de espetacular transformação da comunidade brasileira. Também seguem meio desorientados os que apostaram na capacidade de um punhado de políticos de boa cepa ensinar ao país que é possível perseguir uma sociedade justa, não obstante os entulhos de um passado oligarca e suas reencarnações tatibitati. Mas incomoda vê-los hesitar diante das vociferações dos antidemocratas de todas as cores. A imagem de meia dúzia de desatinados, entre os quais índios sem teto ou sem oca, expostos a selfies na marquise do Congresso não prenuncia nada engraçado. Muito menos folclóricos ainda são os gigantescos engarrafamentos castigando a população que retorna do trabalho, à conta da intimidação promovida por uns poucos buldogues ameaçadores, fora da linha sindical. São movimentos de carregação aproveitados, bandeiras à vista, por legendas partidárias sem expressão e sem voto, desafio da força bruta ocasional à tolerância democrática.

A democracia é, por certo, um sistema político que garante voz a quem deseja acabar com ela, mas não é um arranjo institucional de espinhela caída a permitir ações que constrangem a maioria da população. O conhecido e histórico oportunismo de certos grupos sociais – trabalhadores em transportes, especialmente de massas, e empregados em saúde pública – e de rótulos partidários sem energia própria podem, parasitando a inércia das instituições legítimas e com divulgação garantida, persuadir a maioria não organizada dos cidadãos que são eles os minoritários. Imprensados entre a balbúrdia com proteção jornalística e o silêncio governamental, ficam os trabalhadores em dúvida sobre se a melhoria em suas condições de vida não constitui imerecida exceção num país aparentemente em ruínas.

Quem conhece o todo e não compartilha informação com os beneficiados comete grave erro de propaganda política. Faz parte da obrigação governamental não apenas fazer, mas fazer saber. Em 27 de maio último, por exemplo, o Senado aprovou proposta tornando legal a expropriação de empresas que explorem trabalho escravo. Não há em nenhum lugar do mundo legislação semelhante. Tal como o programa bolsa-família, essa legislação será em breve copiada por outros países, pois o trabalho escravo não é monopólio de países pobres. Contudo, notícia de tal importância foi relegada a páginas remotas dos diários ou nem mesmo registrada. Do mesmo modo, o imenso planejamento das benfeitorias que serão deixadas pela Copa de futebol, muitas das quais já operando, foi até aqui esmagado por uma das mais estúpidas campanhas jamais patrocinada pelo conservadorismo oposicionista e uisquerdóides de todos os tempos. Pois vai ter Copa, sim, assegurada pela maioria real do país e apesar do paralisante acidente vascular do governo.

Minorias têm direitos, mas não podem ter o poder de subjugar a maioria. Tratá-la como maioria é traição institucional e política. A população trabalhadora tem direito a exigir transportes suficientes e em boas condições, mas previamente tem o direito constitucional de ir e vir. Conta-se que, na China pré-conquista do poder, o Partido Comunista organizava greve de bondes fazendo os transportes rodarem gratuitamente. Não li que jamais os incendiasse e obrigasse os trabalhadores seguirem a pé para suas casas. Já no Chile, o primeiro ato da derrubada de Salvador Allende desenrolou-se com uma paralisação de transportes seguida de um lock-out do comércio de alimentos. Não conheço tratado de política em que tais movimentos prenunciem avanços democráticos. Conheço histórias em que os desfechos foram tiranias longevas.

Há razão para a ansiedade de parte da população e para o desejo de mudança. Já não é tão claro, apesar de destemidos intérpretes e fora os itens costumeiros de melhor transporte, saúde, educação e segurança, o que deseja a significativa maioria da população. Pelo que costuma responder sobre a difusão da violência, o anarquismo sem rumo dos blaquiblocs e aparentados, esplendidamente repelidos, o que a maioria deseja é mudar a sociedade. É importante que as autoridades meditem sobre isso, não se entreguem às interpretações velhacas e tragam segurança jurídica e existencial à maioria. São pagas para isso.

Créditos da foto: Arquivo

 


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Quer linha de corte? Este é esquizo. Acesse:

CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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