Arquivo para dezembro \31\UTC 2013

NO 1º ANO DE GESTÃO DO PREFEITO ARTHUR NETO (PSDB) MANAUS CONTINUA A VELHA NÃO-CIDADE DAS DIREITAS: HISTORICAMENTE CONGELADA

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Contabilizar é um ato neurótico porque as pessoas ficam calculando suas perdas e danos. “Onde foi que acertei. Onde foi que errei”. Tudo o que se encontra no passado. É neurótico, porque as perdas e ganhos não mudam em nada o presente. O máximo que fazem é estabelecer uma falsa-alegria pela confirmação do ganho, e uma falsa-tristeza pela confirmação da perda. Para os neuróticos, uma forma de se precaver no futuro. Como se pudéssemos atualizar, a priori, o futuro que é virtual.

O filósofo Spinoza diria que o ato de contabilizar é uma ideia-triste, porque expressa um medo passado e futuro, como a esperança. Mas o pior, é que se esse medo for tirado o indivíduo desespera. E desesperado não sabe mais o que fazer com o tempo que é o suporte da contabilização das perdas e ganhos. Agora, quando ao invés de se contabilizar fatos-temporais tendo o medo como elemento impulsionador, e se recorre à névoa-virtual das imagens-lembranças, como fala o filósofo Bergson, imagens que não atuam mais, em razão de formarem o corpo-passado, mas como fator base do humor, então o trânsito é livre para se comentar um passado. Principalmente quando esse passado foi um presente congelado.

Pois é só como presente congelado que se pode comentar o ano de 2013 da gestão do prefeito de Manaus, Arthur Neto, do partido da burguesia-ignara paulistana, PSDB. Se há um grande feito a ser considerado no 1° ano de gestão de Arthur Neto, é a capacidade que ele teve de manter congelado o tempo-histórico de Manaus. Arthur manteve Manaus no mesmo estado de congelamento-histórico que seus antecessores submeteram a não-cidade de Manaus. Em verdade, ele só usou os mesmo recursos técnicos-burocráticos que já haviam sido usados em sua primeira gestão, no fim da década de oitenta. Recursos também conservadores do congelamento imposto pelas anteriores administrações.

O bom em tudo isso, é que se alguém quiser neuroticamente fazer a contabilidade da gestão de Arthur, vai se frustrar: não há o que contabilizar. Não há fatos. Não há temas. Alguém pode dizer: ”Mas ele mandou passar asfalto na Avenida Djalma Batista, a principal Avenida de Manaus. Isso tem que ser contabilizado”. Não. Isso é reflexo do gelo de outras administrações. Outros já haviam gelado as vias urbanas de Manaus. Arthur só operou para conservar o estado congelado da Djalma Batista e aproveitar para fazer marketing junto às consciências-congeladas de moradores que afirmam que recapeamento da Djalma Batista é tema de contabilização. Para entender é só seguir o significado de recapear. Encapar de novo. Se a Djalma Batista estava congelada como via urbana, Arthur só colocou outra capa-gelada.

Ao contrário do governo Dilma, o prefeito de Manaus não tem o que comemorar administrativamente em seu primeiro ano de gestão. O sistema de transporte coletivo continua da mesma forma: inexistente. As ruas continuam as mesmas: cheias de buracos. A higiene urbana continua a mesma: ruas com esgotos transbordando e lixos proliferando. O lazer municipal continua o mesmo: inexistente, ou se resumindo a um balanço na velha e privatizada Praia da Ponta Negra. A relação da prefeitura com a imprensa continua a mesma: aliança de cumplicidade.

Se algum órgão da imprensa de Manaus fosse um tiquinho independente poderia fazer a seguinte pergunta para os moradores, para saber se a administração de Arthur pode ser objeto de avaliação-contábil. “Arthur e Amazonino são prefeitos iguais?” Não ia dá outra. A resposta seria: “Arthur é igual à Amazonino.”

Afirmar que Arthur e Amazonino são iguais como prefeito de Manaus comprova como essa não-cidade encontra-se congelada. Esses moradores não diferenciam a gestão de Arthur da de Amazonino, nem da de Amazonino da de Arthur, dada à igualdade das duas. Não é oferecido a eles o mais elementar signo para que se produza conhecimento. Para se conhecer um objeto é necessário que o sujeito do conhecimento possa, na objetividade, encontrar categorias que se sirvam de referencial ao objeto a ser conhecido. Diferenças entre os objetos opostos. Como não existem diferenças entre a gestão de Arthur e Amazonino, como existem entre a gestão de Lula/Dilma com a de Fernando Henrique, os moradores de Manaus não estabelecem conhecimentos diferenciais. Tudo é Arthur/Amazonino, Amazonino/Arthur.

Daí segue-se que só pelo humor – nietzschiano – pode-se comentar o 1° ano de gestão de Arthur. Ou melhor: a gestão que não existiu como identidade própria. Um fato que deprime os contabilistas-neuróticos que não podem enumerar perdas e danos.  

O que é mais humorístico nessa realidade congelada é que Manaus tem um clima quente e úmido. Conservando Manaus congelada, Arthur, não perdeu de todo o ano de 2013. Mostrou que o homem pode realmente mudar a natureza.

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LULA FALA SOBRE DILMA AO JORNAL EL PAÍS, AFIRMANDO QUE O ANO DE 2014 SERÁ “O ANO DO RECONHECIMENTO DA SERIEDADE E DA COMPETÊNCIA DESTA MULHER BRASILEIRA DE TANTA CORAGEM”

Em entrevista ao jornal espanhol El País, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e continuo metalúrgico, falou sobre a presidenta Dilma Vana Rousseff. Dilma que foi escolhida pelo jornal espanhol como uma das lideranças dos países ibero-americanos no ano de 2013.

Durante a entrevista Lula contou a trajetória de Dilma desde seu tempo de luta contra a ditadura implantada no Brasil pelos e miliares e civis entre os anos de 1964 e 1985, passando por sua atuação em seu governo até a realização das políticas sociais atualmente.

Lula disse que Dilma é uma mulher de grande competência, seriedade e coragem, por isso o ano de 2014 será o ano do reconhecimento que o povo brasileiro fará de seu governo. Lula pontuou os ganhos do governo Dilma apresentando a diminuição da pobreza, o pré-sal, o Programa Mais Médicos, concessões dos aeroportos, desemprego, etc.

“Dilma lutou desde muito jovem para transformar o Brasil. Na Presidência, enfrentou, neste ano, com êxito, os protestos de junho e a espionagem dos Estados Unidos, que ela mesma sofreu.

Se tivesse que escolher uma palavra para definir o caráter da presidenta Dilma Rousseff, essa seria coragem. Esta companheira lutou desde muito jovem para transformar o Brasil, para melhorar as condições de vida das pessoas mais humildes. Foi perseguida, presa e torturada durante a ditadura, mas nunca abandonou seus ideais. Em uma sociedade a ver sempre os homens em postos dirigentes, ela foi a primeira mulher secretária de Finanças do seu Estado, a primeira ministra de Minas e Energia do Brasil, a primeira chefe da Casa Civil, a primeira presidenta.

Durante o meu governo, ela reorganizou o setor de energia levando eletricidade a três milhões de casas nas zonas rurais. Dirigiu o maior programa de infraestrutura de nosso período que garantiu o crescimento econômico com grande inclusão social.

Em seu governo, o país alcançou a cifra de trinta e seis milhões de pessoas resgatadas da miséria absoluta. Em meio a uma crise mundial, o Brasil da presidenta Dilma, é o país mais empenhado na luta contra o desemprego, que caiu para 5,2%.

2014 será um grande ano para o Brasil, e não só por causa da organização da Copa do Mundo de futebol. O país colherá os frutos que a presidenta Dilma semeou: a exploração do petróleo na camada do pré-sal; as concessões dos aeroportos, da rede ferroviária e dos portos; os grandes investimentos em educação, saúde e saneamento. Será o ano do reconhecimento, da seriedade e da competência dessa mulher brasileira de tanta coragem”, observou Lula.

Uma governança global da pior espécie: dos mercadores

Leonardo Boff

A constituição perversa deste império surgiu por causa da falta de uma governança global que se faz cada dia mais urgente para enfrentar problemas globais.

ArquivoAnteriormente abordamos o império das grandes corporações que controlam os fluxos econômicos e através deles as demais instâncias da sociedade mundial (ver: O funesto império mundial das corporações). A constituição perversa deste império surgiu por causa da falta de uma governança global que se faz cada dia mais urgente. Há problemas globais como os do paz, da alimentação, da água, das mudanças climáticas, das migrações dos povos e outras que, por serem globais, demandam soluções globais. Esta governança é impedida pelo egoismo e o individualismo das grandes potências.

Uma governança global supõe que cada país renuncie um pouco de sua soberania para criar um espaço coletivo e plural onde as soluções para os problemas globais pudessem ser globalmente atendidos. Mas nenhuma potência quer renunciar uma unha sequer de seu poderio, mesmo agravando-se os problemas particularmente aos ligados aos limites físicos da Terra, capaz de atingir negativamente  a todos através dos eventos extremos.

Diga-se de passagem que vigora uma cegueira lamentável na maioria dos economistas. Em seus debates – tomemos como exemplo o conhecido progrma semanal da Globonews Pinel – onde a economia ocupa um lugar privilegiado. No que pude constatar, não ouvi, nenhum economista incluir em suas análises os limites de suportabilidade do sistema-vida e do sistema-Terra que põe em cheque a reprodução do capital. Prolongam o enfadonho discurso econômico no velho paradigma como se a Terra fosse um baú de  recursos ilimitados e a economia se medisse pelo PIB e fosse um subcapítulo da matemática e da estatística. Falta pensamento. Mal se dão conta de que se não abandonarmos a obsessão do crescimento material ilimitado e em seu lugar não buscarmos a equidade-igualdade social, só pioraremos a situação já ruim.

Queremos abordar um complemento do império perverso das grandes corporações que se revela ainda mais desavergonhado. Trata-se da busca de um Acordo Multilateral de Investimentos. Quase tudo é discutido a portas fechadas. Mas na medida em que é detectado, se retrai, para logo em seguida voltar sob outros nomes. A intenção é criar um livre comércio total e institucionalizado entre os Estados e as grandes corporações. Os termos da questão foram amplamente apresentados por Lori Wallach da diretoria do Public Citizen’s Global Trade Watch no Le Monde Diplomatique Brasil  de novembro de 2013.

Tais corporações visam saciar o seu apetite de acumulação em áreas relativamente pouco atendidas pelos países pobres: infra-estrutura sanitária, seguro-saúde,  escolas professionais, recursos naturais, equipamentos públicos, cultura, direitos autorais e patentes. Os contratos se prevalecem da fragilidade dos Estados e impõem condições leoninas. As corporações, por serem transnacionais, não se sentem submetidas às normas nacionais com respeito à saúde, à proteção ambiental e à legislação fiscal. Quando estimam que por causa de tais limites o lucro futuro esperado não foi alcançado, podem, por processos judiciais, exigir um ressarcimento do Estado (do povo) que pode chegar a bilhões de dólares ou de euros.

Estas corporações consideram a Terra como de ninguém, à semelhança do velho colonialismo e conseguem que os tribunais lhes concedam  direito de adquirir terras, mananciais de águas, lagos e outros bens e seviços da natureza.  Elas, comenta Wallach, “não têm obrigação nenhuma para com os países e podem disparar processos quando e onde lhes convier”(p.5). Exemplo típico e ridículo é o caso do fornecedor  sueco de energia Fattenfall que exige bilhões de euros da Alemanha por sua “virada energética”que prometeu abandonar a energia nuclear  e enquadrar mais severamente as centrais  de carvão. O tema da poluição, da diminuição do aquecimento global e da preservação da biodiversidadae do planeta são letra morta para esses depredadores, em nome do lucro.

A sem-vergonhice comercial chega a tais níveis que os países signatários desse tipo de tratado “se veriam obrigados não só a submeter seus serviços públicos à lógica do mercado  mas tambem a renunciar a qualquer intervenção sobre os prestadores de serviçoss estrangeiros que cobiçam seus mercados”(p.6). O Estado teria uma parcela mínima de manobra em questão de energia, saúde, educação, água e transporte, exatamente os temas mais cobrados nos protestos de junho de 2013 por milhares de manifestantes  no Brasil.

Estes tratados estavam sendo negociados com os USA e o Canadá, com a ALCA  na América Latina e especialmente entre a Comunidade Européia e os USA.

O que revelam estas estratégias? Uma economia que se autonomizou de tal maneira que somente ela conta, anula a soberania dos países, se apropria da Terra como um todo e a tansforma num imenso empório e mesa de negócios.

Tudo vira mercadoria: as pessoas, seus órgãos, a natureza, a cultura, o entretenimento e até a religião e o céu. Nunca se toma em conta a possível reação massiva da sociedade civil que pode, enfurecida e com justiça se rebelar e pôr tudo a perder. Graças a Deus que, envergonhados, mas ainda obstinados, os projetos estão se escondendo atrás de portas fechadas.

Créditos da foto: Arquivo

DE HELICÓPTERO DILMA SOBREVOA A REGIÃO DE GOVERNADOR VALADARES PARA ANALISAR OS ESTRAGOS CAUSADOS PELAS CHUVAS

Acompanhada do governador de Minas Gerais, Antônio Anastasia, ministros e técnicos, a presidenta Dilma Vana Rousseff sobrevoou a região do município de Governador Valadares, em Minas Gerais, para poder analisar os estragos causados pelas chuvas que desde semana passada caem sobre a região.

Ciente dos efeitos danosos causados pelas chuvas nas vidas dos moradores das regiões, Dilma, observou que para amenizar os sofrimentos das pessoas vitimadas é preciso que os governos federal, estadual e municipal se solidarizem esquecendo as divergências políticas. Para ela é um fato que merece a cooperação de todos. Depoimento feito no momento da reunião da coordenação de ações com ministro e o governador de Minas Gerais.

Durante a reunião a presidenta teceu elogios aos trabalhos da Defesa Civil Federal, estadual e municipal que resgataram pessoas que corriam perigo. Também falou do trabalho do Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais com mecanismos pluviométricos, radares e mapeamento de riscos nos municípios que servem de sinal para os moradores sobre os perigos. Para ela as construções de pontes que foram destruídas devem ser realizadas após o fim das chuvas. O governo, segundo Dilma, vai distribuir kits de limpeza de cama, mesa e banho.

“Vejo uma grande parceria entre nós e o espírito de cooperação, que tem de imperar nessas horas. Nessas horas, temos que esquecer que temos divergências políticas, ou que somos de partidos distintos, ou que um torce para um clube de futebol ou para outro clube. Nós temos que atuar como um organismo salvando a população, para isso fomos eleitos.

Muitas vezes conseguimos, muitas vezes, não, mas vamos lutar para conseguir. Se eu começar a construir uma ponte, vem a chuva e leva tudo, não tem sentido.

Assim que a prefeitura decreta estado de calamidade, ou de desastre, recebe esse cartão e pode fazer pequenos gastos, como arrumara uma ponte que caiu e está isolando um bairro. Pode também tomar medidas como providenciar água, contratar limpeza de ruas. Superar a questão da burocracia”, observou Dilma.

DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO PUBLICA A LEI QUE REGULAMENTA A MEIA-ENTRADA

O Diário Oficial da União (DOU) publicou a lei que regulamenta a meia-entrada para os espetáculos artísticos e esportivos. A lei que beneficia os estudantes e os idosos foi ampliada também para pessoas com deficiências e seus acompanhantes e para jovens de 18 a 29 anos que apresentem renda familiar mensal entre dois salários mínimos.

Agora, os patrocinadores dos eventos, culturais, artísticos e esportivos têm que reservar 40% dos ingressos para atender os que são beneficiados pela lei. Os patrocinadores devem deixar visíveis as informações sobre os ingressos disponíveis. Se os ingressos de meia-entrada encontram-se esgotados ou não. Os proprietários dos estabelecimentos onde os eventos vão ocorrer devem enviar relatórios para as entidades representativas como a Associação Nacional de Pós-Graduandos, União Nacional dos Estudantes (UNE) e a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes).

Vamos nessa, moçada! É preciso vivenciar as artes para se construir um Brasil mais sensível e inteligente e nele a democracia real.

CANTORAS DO GRUPO PUNK PUSSY RIOT VÃO SE DEDICAR A CAUSA DOS DIREITOS DOS PRESOS RUSSOS

Presas por dois anos depois de cantarem punk rock na Catedral de Cristo Salvador, de Moscou, como protesto político contra o presidente russo Putin, durante a campanha eleitoral para o seu terceiro mandato, embora tenham sido condenadas por “vandalismo motivado por ódio religioso”, as cantoras do grupo punk Pussy Riot, Aliójina, Tolokónnikova e Yekaterina Samutsevich, afirmaram que vão se dedicar a causa dos direitos dos presos russos.

Elas foram anistiadas em função da lei de anistia geral que passou a vigorar na Rússia a partir da semana passada, muito embora tenham cumprido quase todo o tempo das penas que lhes foram impostas. As jovens engajadas cantoras punk já escolheram o nome do projeto: Zona do Direito. Segundo seus testemunhos, há uma quantidade grande de presos sem assistência e alguns “vivem à beira da morte”.

Entretanto, as jovens afirmaram que ainda não têm os nomes das pessoas ou entidades que poderiam auxiliar no projeto, mas elas cogitam contar com a participação de Alexei Navalni, líder da oposição que durante o pleito para a prefeitura de Moscou conseguiu 27% dos votos. Também esperam contar com a doação de recursos por qualquer cidadão russo.

“Esse projeto começou há tempos, quando começamos a nos dedicar à defesa dos direitos humanos nas prisões onde cumpríamos pena. Nossa vida agora está muito vinculada a esse projeto.

Neste momento precisamos criar um esquema de financiamento transparente”, afirmou Tolokónnikova.

DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO PUBLICA MP PARA APRESSAR VERBAS PARA SEREM APLICADAS NAS ÁREAS ATINGIDAS PELAS CHUVAS

As áreas dos estados do Espirito Santo e Minas Gerais atingidas pelas chuvas que caíram nos últimos dias destruindo casas deixando milhares desabrigados e causando a morte de vários moradores, deverão com brevidade receber verbas para suas recuperações. Para que isso fosse possível, o governo federal publicou no Diário Oficial da União (DOU) uma Medida Provisória (MP). Ela muda a Lei nº 12.340, de 1° de dezembro de 2010 que trata das transferências de recursos da União aos órgãos e entidades dos estados, municípios e o Distrito Federal.

A transferência dos recursos deverá ser feita por meio de depósito em conta específica do beneficiário em instituição financeira oficial federal. Outra forma será pelo Fundo Nacional para Calamidades Pública, Proteção e Defesa Civil (Funcap). A MP também estabelece que será da União a responsabilidade de determinar as diretrizes e aprovar os planos de trabalho de ações de prevenção em áreas de risco e recuperação. Depois dos trabalhos aprovados, também é da responsabilidade da União o repasse de recursos aos entes beneficiários, como também fiscalizar as metas físicas e avaliar o cumprimento das ações estabelecidas pela lei.

O estado do Espírito Santo tem sido o território onde mais ocorreram mortes: são 27 mortos. E o município onde mais morreram moradores, foi em Itaguaçu. Quatro moradores morreram por aterramento e mais quatro por causas variadas. Em Colatina morreram seis, em Baixo Guandu, morreram quatro, e em Domingos Martins, Barra do São Francisco e Nova Venécia, um morador em cada um desses municípios. São 50 municípios atingidos.

Em Minas Gerais o número de mortos é de 18 moradores. Foram pessoas vitimadas por desabamento e deslizamento. Além dos mortos existem seis moradores feridos, 3.410 desalojados e 744 desabrigados. Já são 79 municípios afetados onde 26 decretaram situação de emergência ou calamidade pública.

Hoje, dia 27, a presidenta Dilma visitará o estado de Minas Gerais para avaliar os desastres ocorridos pela ação das chuvas e tomar as providências cabíveis. Segundo Francisco José Teixeira, ministro da Integração Nacional, a presidenta vai oferecer ajuda ao governador Antônio Anastásia (PSDB).

 “Estamos viajando com a presidenta para poder oferecer ajuda que já foi oferecida por mim, enquanto ministro, ao governador do estado de Minas Gerais. Também queremos disponibilizar esta ajuda para o estado e já estamos enviando esforços para ajudar os municípios mais afetados.

Com essa nova medida provisória o componente se torna mais ágil. Vamos poder agora liberar de uma forma menos burocratizada, mais imediata, os recursos para poder reconstruir pontes, estradas, habitações para as populações que têm que sair da área de risco, drenagem urbana. Tudo aquilo que é necessário para reconstruir e para prevenir novos desastres serão feitas em velocidade muito maior que está sendo feita hoje”, disse o ministro.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Quer linha de corte? Este é esquizo. Acesse:

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VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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