Arquivo de janeiro \31\UTC 2013

E NEM POR ISTO BAIXOU O PREÇO DO PEIXE

≈            O rapper Criolo, aquele que diz não existir amor em SP, de acordo com alguns sites estaria namorando a atriz da alienante emissora carioca Rede Globo, Patrícia Pilar. Os dois se conheceram em março de 2012, durante um show dele no Rio. E nem por isto baixou o preço do peixe.

            As manifestações contra o retorno do senador Renan Calheiros do PMDB-AL, em frente ao (des)prestigiado Congresso Nacional, acabaram servindo de pano de fundo para a gravação de um vídeo por uma mulher identificada como MC Bandida. Após algumas requebradas, ela deixou o local sem explicar o porquê das gravações.E nem por isto baixou o preço do peixe.

≈           O Procurador Geral da República, Roberto Gurgel, pretende enviar nos próximos dias um relatório sobre os trechos do depoimento de desacreditado Marcos Valério, onde o mesmo afirma que pagou despesas pessoais do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. E nem por isto baixou o preço do peixe.

≈         Para a infelicidade dos apreciadores do futebol arte, a TV Acrítica, do pastor bilionário Edir Macedo, irá transmitir os jogos do “emocionante” Campeonato Amazonense de Futebol. Além disso, Dissica “Vitalício” Valério “Matusalém”, presidente da Federação Amazonense de Futebol (FAF), anunciou a Chevrolet como a patrocinadora da pelada. Entre mimos e afagos, o presidente garantiu que o dinheiro da patrocinadora será repassado aos clubes. Será?!?. E nem por isto baixou o preço do peixe.

≈          O deputado estadual Ricardo Nicolau (PSD-AM), pretende deixar um legado. Não para a população, claro. Mas para os seus colegas de trabalho. Antes de passar a presidência para o Josué Neto, também do PSD-AM, o atual presidente vai inaugurar três das quatro obras iniciadas em sua gestão. O custo, uma bagatela: R$ 22,9 milhões para o edifício-garagem, R$ 3,2 milhões para o centro médico e pouco mais de R$ 370 mil nas ampliações do auditório “Belarmindo Lins”. Detalhe, o valor de toda sede da ALE-AM, em 2005, custou R$ 30 milhões. E nem por isto baixou o preço do peixe.

Juíza suspende reintegração de posse no assentamento Milton Santos

Produção de hortaliças das famílias do assentamento Milton Santos. Foto: MST

(Produção de hortaliças das famílias do assentamento Milton Santos. Foto: MST)

A reintegração de posse do assentamento Milton Santos, em Americana, interior de São Paulo, foi suspensa na noite desta terça-feira 29 pela juíza federal Louise Filgueiras, Tribunal Regional Federal da 3ª Região em São Paulo. No entender da juíza, a existência de um assentamento no local pede uma nova análise do caso.

Segundo a juíza, as terras estão destinadas ao plantio e existem investimentos relevantes no local. Ela também escreveu que a reintegração poderia causar um conflito no local. “Com efeito, na presente cautelar sobressai-se às questões dominiais a questão social envolvida e o risco de confrontos entre assentados e a polícia, com consequências indesejáveis, graves e até irreversíveis”, diz a juíza na decisão.

A área em questão pertence aos Abdalla, tradicional família local, e foi confiscada na década de 1970 em razão de uma dívida com a União. Desde então, há um imbróglio judicial e, em dezembro de 2005, cem hectares de um total de 18 mil foram ocupados por trabalhadores sem-terra. Atualmente, 70 famílias (300 pessoas) residem no local. O assentamento é reconhecido por uma portaria do governo federal, pelo Incra, e já recebeu fomento para a construção de casas.

Em janeiro, a comunidade havia recebido um mandado de reintegração de posse, agora suspenso, solicitado pelos Abdalla e concedido pelo desembargador federal Luiz Stefanini, o mesmo magistrado que ordenou o despejo dos índios Guarani-Kaiowá em uma área de conflito no Mato Grosso do Sul. Integrantes do assentamento ocuparam, por mais de uma semana, a sede do Incra em São Paulo e também passaram dois dias no edifício do instituto Lula.

Reportagem da Carta Capital

ESTADOS, PREFEITURAS APROVEITAM COMOÇÃO NACIONAL PARA MOSTRAREM SERVIÇOS

No domingo, 27 dia da tragédia em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, iniciou o debate sobre a situação de funcionamento da boate Kiss.

Para as autoridades, como expressou o governador do Rio Grande, Tarso Genro em entrevista, este chegou a afirmar que o alvará de funcionamento da casa estava em dia. Evidentemente que para o Estado isso era o ideal, pois o livraria de responsabilidades, de culpa, no sentido paulíneo-cristiano. Nessa mesma tônica o prefeito da cidade também afirmava que tudo estava regularizado.

Não foi o que se descobriu depois. O alvará estava vencido. Ruim para o Estado, para o município e para os proprietários da casa noturna.

Era preciso dar demonstrações de atuação do Estado. Prenderam um dos proprietários da casa de show Kiss e dois membros da pirotécnica banda fandangueira.

O Estado e o município não se livrarão de responsabilidades. Autorizar uma casa de shows para mais de 1500 pessoas apenas com uma porta de entrada é de uma irresponsabilidade tamanha. Irresponsabilidade que deve ser compartilhada com a empresa de bombeiros que fez as fiscalizações e vistorias, segundo o Jornal Zero Hora de Porto Alegre.

A demonstração da existência de uma não cidade começou por aqui. Telejornais repercutiram na segunda-feira a iniciativa da prefeitura  psdebista de Manaus em ir a campo fiscalizar casas de shows. Identificaram 39 casas funcionando precariamente e as interditaram.

Quando nós neste intempestivo blog afirmamos que estamos numa não cidade é exatamente por demonstrações como essa. Se não fosse a tragédia em Santa Maria, no Rio Grande, as casas noturnas interditadas por aqui continuariam bailando, fandangando, funcionando e nenhum prefeito apareceria junto com equipes de fiscais vistoriando esses points.

Nesta não cidade, as casas de shows, na sua maioria são galpões. É cerca por todos os lados para bois. Por aqui não vemos nenhuma preocupação com o cliente que freqüentam essas casas, mas sim, almejam lucros capitalísticos, que infelizmente nossos notívagos narcotizados por drogas como a Globo impossibilitam refletir sobre tal exploração e perigo de morte em caso de incêndio.

Para produzir uma casa dentro de padrões próprios para shows é necessário que o empresário apresente o projeto aprovado por todos os órgãos governamentais. Por estas bandas são poucas as casas que cumprem esses critérios. O comum é transformar galpão em danceteria.

E como afirmamos em posts anteriores, os aproveitadores de tragédias buscam aparecer exatamente no memento da dor que é para o povo também levado pela emoção não fazer a análise, a reflexão da necessidade de um trabalho desse sempre, independente de tragédias, de mortes.

Tragédias como surto de dengue, por exemplo, que o prefeito cassado não organizou e o atual só está fazendo promessas de iniciar a fiscalização, fumacê e recolhimento de lixo. Até iniciarem os mosquitos já infectaram muita gente e aí o prejuízo para o Estado vai ser maior.

Para finalizar, a fiscalização do Estado não deve centrar-se apenas em casas de Shows, mas deve desdobrar-se para Igrejas disangelistas, católicas, escolas e outros locais onde se concentram grande número de pessoas como escolas e quadra de samba,por exemplo.

Em Santa Maria, muitos culpados estão livres, mas eles existem

O Brasil está perplexo por Santa Maria. Mas em São Paulo, Porto Alegre, Ribeirão Preto ou Goiânia devem existir estabelecimentos que não preencham os itens requeridos para o seu funcionamento legal. Sem eufemismos: há um comércio de irregularidades atuando por aí – e ele funciona no limite da picaretagem. O artigo é de Enio Squeff

Enio Squeff

A perplexidade que tomou conta do Brasil, perante a tragédia de Santa Maria, talvez explique o que poucas vezes consideramos. A seca do nordeste não é propriamente culpa da presidenta Dilma, como sugerem alguns jornalistas e até um leitor deste site – ou sítio, como dizem os portugueses. Que, aliás, também tiveram momentos de perplexidade horrorizada ao longo da sua história. O sempre citado terremoto de Lisboa de 1755, com mais de vinte mil mortos nas primeiras horas – igualmente apavorou a Europa.

Foi um cataclismo natural. Mas houve quem buscasse responsáveis pela desgraça de Portugal. O filósofo Jean Jacques Rousseau botou a culpa na mortandade generalizada em Lisboa a partir da existência das grandes cidades. Nos campos seriam poucos os mortos. Voltaire – numa antevisão do darwinismo – rebateu: Rousseau queria que os homens voltassem a andar de quatro patas. Não houve quaisquer conclusões de monta. Só que, no caso de Santa Maria, há culpados – difusos, por enquanto – mas culpados.

Talvez mais do que em outra ocasião, a teoria do tal domínio do fato possa ser invocada – e aqui com toda a propriedade. Ou não fazia parte da propaganda do grupo que tocava na festa que eles usavam shows pirotécnicos como parte de suas apresentações? O advogado do dono da boate Kiss (e por enquanto ainda não, do prefeito Cézar Schirmer, do PMDB) alega que seu constituinte ignorava o que toda a cidade de Santa Maria sabia: que para imitar outras bandas, algures, a rapaziada do conjunto da própria cidade costumava acender os pavios de alguns fogos de artifício onde quer que fossem; era parte do repertório de seu espetáculo.

Evidentemente, são questões de que, por enquanto, pouco se fala: as lágrimas de todo o mundo – a começar pelas da presidenta – são ainda parte exclusiva da purgação do choque inicial. A desgraça, por ora, é muito maior do que a nossa vontade de buscar culpados. Mas eles existem.

Talvez possamos diluí-los na culpa genérica de que somos o país do jeitinho; e que foi por ele que os bombeiros teriam concedido o alvará de funcionamento à boate, ainda que não fizeram o mesmo com o centro acadêmico de uma das universidades; lá, para que licença fosse concedida, exigiu-se o que foi deixada de lado no caso da boate incendiada. No Centro Acadêmico, como disse um estudante, o que faltavam eram portas de emergência. Na boate Kiss, elas foram perfeitamente prescindíveis.

Quanto à fiscalização da prefeitura, pouco a dizer que não lhe releve a responsabilidade. Mas pouco a dizer também porque certamente, em São Paulo, em Porto Alegre, em Ribeirão Preto ou em Goiânia devem existir estabelecimentos que não preencham os itens requeridos para o seu funcionamento legal. Sem eufemismos: há um comércio de irregularidades atuando por aí – ele funciona no limite da picaretagem. Desde que bem pagos, os subalternos e as autoridades em si mesmas só se movem se azeitadas à honestidade ou, pelo contrário – se devidamente corrompidas para fazerem ouvidos e olhos moucos. Essas são quase sempre muito despertas ao tilintar das moedas. E essa parece ser toda a questão.

Houve uma consternação e uma solidariedade muito pouco vistas no Brasil com a desgraça que se abateu sobre Santa Maria. Digamos, sem rebuços, que algumas autoridades se comportaram à altura – a presidenta interrompeu uma conferência internacional, o ministro Alexandre Padilha fincou pé em Santa Maria, e até quando pôde, liderou seus colegas médicos e obteve de todos os outros ministérios aquilo de que os feridos e os seus parentes necessitavam.

O próprio governador, Tarso Genro, fez o que dele todos esperavam – deslocou seu governo para o local da tragédia. Mas Santa Maria, tirante as responsabilidades específicas, não é a único centro urbano brasileiro que tem boates, casas de espetáculos, bares ou teatros sem equipamentos de segurança. No entanto, todas as cidades brasileiras, sem exceção, têm leis que as regulam e que não dependem só da boa ou má vontade das municipalidades.

Aqui a coisa, literalmente, pega fogo. Nos desastres ditos “naturais”, é impossível deslindar as linhas tortas da Providência Divina – pelo menos para os crentes. Quanto aos incréus – sobra-lhes a sempre conhecida e cultivada incredulidade: se a ciência não explica, que fazer com a imprevisibilidade do chamado Destino?

Rousseau tentou a gênese da calamidade sobre Lisboa na criação mesma das cidades: foi um dos precursores utópicos da ecologia. Nada a objetar que não seja justamente a utopia. Mas há quem o imite, remotamente, ao deplorar a existência de casas de espetáculos, boates e outros sucedâneos – aí, sim, típicos dos grandes conglomerados urbanos.

Convenhamos: a essas alturas, é uma questão rigorosamente irrelevante que as cidades existam. A palavra “se”, no condicional, pode configurar hipóteses para a ciência ou para as artes enquanto ficção – são, porém, sempre hipóteses a-históricas. Se Cristo não tivesse sido crucificado, se Napoleão não tivesse sido derrotado em Waterloo…

É, no entanto, nas cidades que residem os cidadãos, a rigor, como sabemos, um conglomerado inevitável de seres humanos, mas aos quais a sociedade sancionou terem, em teoria, direitos e deveres iguais. Os deveres dos donos de uma boate não são diferentes dos direitos dos cidadãos que as freqüentam. Isso é tão óbvio quanto à existência do sol. Mas é por isso que existem as leis ditas “civis”: a sua origem radica exatamente na realidade das cidades; é ela, aliás, que explica etimologicamente as outras expressões que conhecemos, da qual a palavra “civilização” é a que consagra e celebra justamente os maiores dos atributos dos centros urbanos – aqueles de serem organizados para o bem dos cidadãos.

E será uma decepção ou talvez uma desgraça tão monstruosa quanto essa que se abateu sobre Santa Maria (fala-se dos que acreditam numa civilização brasileira) que fatos como esses passem à categoria de “acidentes naturais”, sem culpados. Eles existem e não apenas em Santa Maria, mas em muitíssimas outras cidades brasileiras. Por outra: se o exemplo não nos servir, nada nos servirá. Os mais de 200 jovens mortos serão outros tantos amanhã, também para a nossa desgraça enquanto nação. Ou a civilização brasileira. Se é que não se trata exclusivamente disso.

PSDB BUSCA A PROCURADORIA-GERAL DA REPÚBLICA E PROVAM TER UM ENTENDIMENTO ERRADO SOBRE O BRASIL

O assim chamado Partido da Social Democracia Brasileira entraram com um recurso na Procuradoria-Geral da República (PGR) para que se apure o pronunciamento televisivo da Presidenta Dilma na semana passada sobre a redução da tarifa de energia.

Segundo os tucanos houve no pronunciamento o uso da máquina pública do Partido dos Trabalhadores que fez o anúncio fosse além do informativo e abrisse espaço para criticar a oposição. Ainda por cima informaram que na ocasião houve uso “eleitoral” de “configuração gráfica” semelhante a feita na campanha que elegeu Dilma Vana Rousseff e desta forma buscando confundir o eleitor. Colocamos abaixo o vídeo completo do pronunciamento que mostra o equívoco do PSDB.

Primeiramente o quesito visual não tem nada a ver com a acusão tucana. Dilma como sempre está elegante, alegre e confiante e utiliza sua sala no Planalto para fazer o pronunciamento. O mesmo ocorreu durante os outros pronunciamentos no ano passado, inclusive no de fim de ano. Esta acusação nada mais mostra o medo do PSDB, que não distingue a variação afetiva de Dilma Vana Rousseff Presidenta da República que por sua vez tem aprovação recorde, e foi a candidata que os derrotou. Em outras palavras eles ainda não perceberam que é a mesma mulher em sua singularidade, mas é outra mulher que se transformou em seu fazer democrático presidencial. Mas como explicar isto a alguém que só enxerga seu processo delirante  fantasmagórico?

No pronunciamento, além informar a população Dilma, que é doutora em economia, deu uma aula sobre as reservas de energia do país em suas mais diversas formas (biomassa, xisto, termelétricas, etc). Ao fim do pronunciamento Dilma  comentou sobre a parte mais reacionária da sociedade , os “sempre do contra” que estão ficando para trás. Ela ainda informou que erraram os que achavam que o país não tinha capacidade de “crescer e distribuir renda, sair da miséria”. Dilma não se refere a nenhum grupo e usa contra  todos os equivocados seu otimismo e determinação sociopolítica.

Esta última parte é a questionada pelo PSDB. Porém foi evidente em vários momentos no fim do ano passado e no início deste ano que a mídia reacionária e a direitaça usou de seu espaço e voltou-se a população para inventar que o país passaria por um apagão, racionamento de energia, que a taxa energética subiria elevadamente, que não haveria água nos reservatórios. Isto sim é especulação e falta de ética política/jornalística.

Dilma no pronunciamento apenas respondeu a estes grupos que eles erraram, e enquanto insistirem em sua caturrice pessimista, continuarão ficando para trás. O incômodo do PSDB é devido eles sentirem que o que Dilma falou é verdade e se identificarem no grupo dos que são “sempre do contra”, se sentindo ofendido pela presidenta ao afirmar que eles erraram. A angústia da culpa somada com raiva e ressentimento após o puxão de  orelha da “mãe imaginária” como diria o velho Freud. E Dilma também precisa falar didaticamente ao povo brasileiro para que não se desespere e não acredite nestes falsos profetas da direitaça que se apoia na mídia mais reacionária e que busca deturpar com seu ódio cada fala de Dilma. Este fato tinha que ser exposto afinal a cada dia mais falsos boatos são espalhados. E isto também prova que o PSDB não entendeu o posicionamento do governo federal e comprova ser um partido reacionário que busca apenas saciar sua sede de poder.

Dilma, no entanto, nunca utilizou de desprezo ou desdêm por estes grupos reacionários para subir. Ela nunca “desceu para precisar subir” como cantou Clara Nunes em um samba. E além do mais Dilma não precisa. Tem um grande talento, uma aprovação recorde, a economia brasileira vai bem, e a população melhora a cada mês com mais emprego e com a redução da miséria e desigualdade social. Mesmo se Dilma algum dia precisasse utilizar da chamada “baixaria política” ela não o faria visto que é uma mulher integra com grande hombridade e dignidade.

E assim independente de ser candidata ou não no próximo pleito, a maior preocupação de Dilma, ao contrário do PSDB, é com um governo que traga reais benefícios ao povo brasileiro e construa um Brasil diferente. Como nunca antes na história deste país.

PREÇOS DA GASOLINA E DIESEL ESTÃO MAIS CAROS NAS REFINARIAS A PARTIR DE HOJE

Após o anúncio da Petrobras feito ontem a noite de um aumento de 6,6% no preço da gasolina comum (Gasolina A) e de 5,4% no preço do óleo diesel as refinarias da companhia em todo o Brasil amanheceram com o preço destes produtos mais caro.

Segundo a Petrobrás o reajuste leva em conta a” política de preços da companhia de buscar alinhar os preços dos derivados aos vigentes no mercado internacional.” Eles ainda afirmam que os preços do reajuste não incluem os tributos federais como a Contribuição de Intervenção do Domínio Econômico (Cide) e PIS/Cofins e o tributo estadual ICMS.

Há mais de 6 meses não havia alteração pela empresa e o consumidor pode esperar que esta mudança reflita em sua economia familiar.

GOVERNO LANÇA PLANO NACIONAL DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DOS POVOS E COMUNIDADES TRADICIONAIS DE MATRIZ AFRICANA

A Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR) através da Ministra Luiza Bairros lançou na tarde de ontem  no Ministério da Justiça em Brasília o 1 Plano de desenvolvimento sustentável para comunidades de matriz africana.

Segundo o ministério  o documento reúne políticas voltadas para a garantia de direitos, proteção do patrimônio cultural e da tradição africana no Brasil e o enfrentamento à extrema pobreza com ações emergenciais e de fomento à inclusão produtiva .

Ainda existe diversas barreiras culturais no Brasil quanto o respeito e aceitação das produções negras no Brasil. Além disso os direitos e participação dos negros na sociedade são constantemente suprimidas pela presença do modelo brancoeuropeu que nos foi e continua sendo imposto. Por isto para a Ministra o plano “resulta do reconhecimento por parte do governo federal, da necessidade de articular as iniciativas e os esforços dos diversos ministérios e órgãos para garantir direitos, efetivar a cidadania e combater o racismo e a discriminação que incidem sobre os povos e comunidades tradicionais de matriz africana no Brasil.”

Estiveram presentes no lançamento artistas, ativistas negros, representantes dos cultos afrobrasileiros, membros da sociedade civil, personalidades políticas e sociais. O plano  em sua constituição “é um instrumento de planejamento e implementação das ações prioritárias para esse segmento populacional, construído com base no Plano Plurianual, PPA 2012-2015”.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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