Arquivo para 15 de abril de 2011

JUSTIÇA DETERMINA A EXUMAÇÃO DO CORPO DE ALLENDE PARA ESCLARECER SE ELE SE SUICIDOU OU FOI ASSASSINADO PELOS MILITARES

Em 11 de setembro de 1973, La Moneda, o palácio presidencial do Chile, foi bombardeada pelos militares comandado pelo ditador Augusto Pinochet, a mando do governo dos Estados Unidos, depois de um trabalho de espionagem realizado pela CIA. Era a instalação do Golpe de Estado contra o governo chileno e o povo, e que se transformou em uma das mais patológicas ditaduras instaladas na América do Sul, que sequestrou, prendeu, torturou e assassinou. Nesse mesmo momento, encontrava-se no palácio o presidente socialista Salvador Allende defendendo o Estado chileno contra a intervenção militar pró América do Norte.

Logo depois dos bombardeios, Salvador Allende, dizem, foi encontrado baleado e levado para um hospital de Santiago. Atendido por um médico, esse haveria dito para os militares que Allende havia se suicidado. Depois, levado para o Hospital Militar, Allende foi submetido a uma necropsia. De lá para cá, a versão que prevaleceu foi a dos militares.

Para os familiares de Allende, uma mentira. Em nenhum momento de sua existência o presidente chileno, tanto quanto pai de família quanto como presidente, sabedor de toda a trama que rondava seu governo, jamais esboçou qualquer sinal de que poderia se suicidar. Ainda mais porque, para ele, o suicídio seria uma forma de traição ao povo que o elegeu em uma eleição histórica que iria instituir a primeira experiência socialista na América do Sul.

Hoje, sexta-feira, dia 15, a pedido da família, o juiz Mario Carroza, ordenou que seja realizada a exumação dos restos mortais do primeiro presidente socialista da América do Sul. Em seguida, o corpo de Allende será submetido a perícias pelo Instituto Médico Legal para então esclarecer as causas da morte do presidente chileno.

Isso vai permitir esclarecer definitivamente um aspecto que no curso da história não foi pacífico”, afirmou Pamela Pereira, advogada da família.

A morte de Allende nunca foi objeto de preocupação por parte de uma investigação judicial. Agora, as perspectivas mudam para os chilenos, para a América Latina e para o mundo.

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FHC tira a máscara

Mauricio Dias*

Ele é um presidente definido por lei que está fazendo o que o país dominante quer que ele faça.” (Avaliação do governo de FHC feita por Raymundo Faoro, em 15/5/2002)

Finalmente, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, suposto arauto da social-democracia brasileira, entrou no trilho adequado. Foi preciso mais de oitos anos, além de três fracassos eleitorais sucessivos na disputa presidencial, para que ele jogasse fora a máscara da social-democracia e assumisse o papel de expressão política da classe média. O sociólogo faz isso agora, na condição de presidente de honra dos tucanos.

Enquanto o PSDB e seus aliados persistirem em disputar com o PT a influência sobre os “movimentos sociais” ou o “povão”, falarão sozinhos”, sentencia FHC em artigo escrito para a nova edição da revista Interesse Nacional, que começou a circular na quinta-feira 14.

Nada de mal. É bom para o País que o rio corra no seu leito natural. Nada de mais. A minoria precisa de alguém que defenda seus valores. O ex-presidente finca a bandeira nesse espaço ou, pelo menos, tenta. Pela primeira vez se apresenta como porta-voz dessa camada social e se apressa a dar receita eleitoral para os candidatos da oposição.

Se houver ousadia, as oposições podem organizar-se, dando vida não a diretórios burocráticos, mas a debates sobre temas de interesse dessas camadas.”
Quem compõe essas camadas da sociedade brasileira? A nomenclatura sociológica se embaralha nesse ponto. A classe média é difusa mesmo a partir da base da pirâmide social. Os milhões tirados da marginalidade ao longo do governo Lula – em torno de 20 milhões – foram batizados de integrantes da classe média “E”, embora uma classe social não se consolide somente a partir do salário.

O ex-presidente faz uma leitura muito particular da eleição de 2010. Ele acredita que o resultado traduz essa visão polarizada: Dilma 56,5% dos votos contra 43,95% de Serra.

O sociólogo, já de olho na competição presidencial de 2014, vê as coisas com a lente descalibrada do político oposicionista. Sem ameaça de ser vitimada pelo preconceito da classe média bem aquinhoada, como acontece com Lula, a presidenta Dilma tem chances de transitar melhor nessa faixa do eleitorado. Exatamente o contingente preferencial do governo de FHC.

Ainda em 2002, poucos meses antes da eleição de Lula, diante da pergunta se achava que o governo tucano fora feito para somente 30 milhões, o jurista e historiador Raymundo Faoro lançou uma dúvida: “Tanto assim?”. E argumentou: “O país que lê jornal… quantos são? E o país que lê livros? Não há sequer mercado para sustentar a cultura”.

FHC tornou-se um ícone do país privilegiado: “É isso que sobrou”, disse Faoro.
Foi o que restou também do PSDB, que nunca teve vínculos com os sindicatos brasileiros e com os movimentos sociais. Vínculos que, em essência, definem historicamente a natureza dos partidos social-democratas. Uma aliança que os tucanos nunca buscaram.

*Maurício Dias é jornalista, editor especial e colunista da edição impressa de CartaCapital. A versão completa de sua coluna é publicada semanalmente na revista. mauriciodias@cartacapital.com.br

ESTUDANTES DA UNINORTE PREPARAM MANIFESTAÇÃO CONTRA O AUMENTO DA TARIFA E PELA MELHORIA DO TRANSPORTE PÚBLICO EM MANAUS

Em comentário enunciante aqui neste bloguinho intempestivo, Vanessa e Phablo, estudantes da UniNorte, conclamam outros estudantes e a população para se organizarem em manifestação contra o aumento da tarifa de ônibus em Manaus e pela melhoria do serviço de transporte coletivo público na cidade.

Sou acadêmica de Letras pelo Centro Universitário do Norte – UNINORTE, e juntamente com meu colega de classe Phablo Dantas de Oliveira, estamos reunindo a população de Manaus, a começar pela faculdade e pelos grupos estudantis, para uma paralisação e manifestação pública contra essa máfia que instalou-se em Manaus chamada TransManaus. Iremos fazer uma manifestação, com o fim de melhorar nosso transporte sem ter que apelar para o vandalismo.

Temos que nos unir, não devemos nos submeter às vontades desses políticos e empresários que não veem a população como prioridade, e sim os seus interesses. Essa paralisação deve ser geral, para que venha obter um resultado satisfatório, pois o que geralmente vemos é que os únicos a fazer greve são os funcionários desta empresa. Agora é a nossa vez, se pararmos um dia para a manifestação, isso eu digo abrangendo todos os setores, irá repercutir de tal forma que conseguiremos colocá-los contra a parede. Ou resolve ou põe essa empresa para fora da cidade.

Peço ao gerenciador do site para publicar meu email aos usuários, para que possam me dar respostas positivas a essa manifestação. Os que quiserem aderir podem nos contatar pelos e-mails: vanessamonteiroaraujo@gmail.com e phablo.pv43@gmail.com

Contamos com a colaboração de todos, não devemos nos conformar, temos que ir atrás dos nossos direitos.

LULA MOSTRA QUE FERNANDO HENRIQUE, EM SUA TORRE DE MARFIM BURGUESA, TEM MEDO DO POVO

O teatrólogo alemão Piscator, amigo e preceptor do outro inquieto teatrólogo alemão, Brecht, afirmou que não gostava do cheiro do povo. Mas o que Piscator quis dizer não foi mais que a crítica de Marx, na qual o povo é identificado pelo capitalismo burguês como miséria. Aí um odor recusável por qualquer socialista, visto que tira do povo sua potência produtora, já que povo não é uma qualificação, uma identidade, uma forma, uma imagem, uma condição, mas um devir. O devir que promove as revoluções que por isso causa medo na burguesia, que só tem proteção no ato de identificar. Identificação que lhe permite dominar o sujeito ou objeto identificado por ela. No caso em questão, a substituição do devir-povo pela identificação miséria.

Esse o recurso classificatório/identificador usado pelo príncipe sem trono, Fernando Henrique, ao afirmar que seu partido o ultraconservador, PSDB, deve esquecer o “povão”. Fernando Henrique, com sua consciência de sociólogo, que acredita no princípio de identidade do “Eu-Social” não pode ter o povo como um devir/revolucionário, daí lançar mão do chavão miserável para tentar fazer crer seus pares reacionários que é um pensador social da política brasileira. Fato que seus dolorosos oito anos de desgoverno mataram todas essas suas ilusões megalomaníacas.

Diante da confissão pública da ignorância de Fernando Henrique, o príncipe do trono vazio, o metalúrgico, por onde se movimenta o devir-povo, Lula, um povão Doutor Honoris Causa, teceu seus comentários de quem se move poieticamente.

Eu sinceramente não sei o que ele quis dizer. Nós já tivemos políticos que preferiram cheiro de cavalo que o povo. Agora tem um presidente que diz que precisa não ficar atrás do povão, esquecer o povão. Eu sinceramente não sei como alguém estuda tanto e depois quer esquecer do povão.

O povão é a razão de ser do Brasil, e dele fazem parte a classe média, a classe rica, os mais pobres. Todos os brasileiros. O povo brasileiro não aceita mais uma oposição vingativa, com ódio, negativista. O que o povo brasileiro quer é gente que pense com otimismo no Brasil, afinal de contas conquistamos um estágio de autoestima que já não podemos voltar atrás”, analisou Lula.

A análise de Lula sobre a ignomínia de Fernando Henrique é ressaltada nos elogios que recebeu em Londres do importantíssimo historiador britânico Eric Hobsbawm.

Lula ajudou a mudar o equilíbrio do mundo ao trazer os países em desenvolvimento para o centro das coisas (…) fez um trabalho maravilhoso não somente para o Brasil, mas também para América do Sul (…). Eu o conheci primeiro em 1992, muito tempo antes de ser presidente. Desde então, eu o admiro. E, quando ele virou presidente, a minha admiração ficou quase ilimitada. Fiquei muito feliz em poder vê-lo de novo.

Acho que Lula deve se concentrar em diplomacia em outras atividades em redor do mundo”, considerou Hobsbawm.

ABRIL VERMELHO DO MST NÃO QUER VIOLÊNCIA EM MANIFESTAÇÕES

Com cerca de mais de 70 ocupações em mais de 20 estados e acampamentos em dez capitais, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) comemora o Abril Vermelho, seu momento já tradicional de mobilização, sem qualquer ato de violência desde seu início nos últimos dias. E a ordem é realizar as negociações sem violência, e ter muito cuidado porque a mídia conservadora só visa divulgar notícias comprometedoras contra o movimento.

João Paulo Rodrigues, um dos membros da coordenação nacional do movimento, disse que é preciso evitar conflito, pois há um cuidado maior nas ações do MST.

Há um estilo nessas mobilizações que não é de provocar ou criar conflitos que possam gerar qualquer tipo de violência. Há um cuidado maior nas ações do MST. Os meios de comunicação a cada momento só tentam achar a parte ruim das mobilizações.

O MST continuará ocupando latifúndio produtivo que não tiver cumprindo sua função social, conforme previsto na Constituição. Não é possível transformar a sociedade brasileira com esta estrutura agrária. Para combater a pobreza, tem que fazer a reforma agrária.

O MST realizou visitas em vários ministérios apresentando suas demandas, onde mostra falhas no assentamento dos trabalhadores rurais, e tentou garantir Orçamento para a reforma agrária no contingenciamento de mais de R$ 50 bilhões divulgado em fevereiro.

Por sua vez, o governo federal, até o dia 2 de maio, responderá ao MST e outros movimentos sociais sobre suas demandas. Em reunião realizada na segunda-feira com os secretários executivos dos ministérios, a Secretaria-Geral da Presidência da República distribuiu para cada pasta um CD com listas das reivindicações a serem respondidas conforme orientação da secretaria.

O governo está tratando os movimentos sociais com muita seriedade. Nós entendemos que são legítimas as reivindicações dos movimentos sociais e entendemos que é legítima a luta pela terra, mas isso tem que se dar nos marcos da legalidade”, afirmou o secretário executivo da Secretaria dos Direitos Humanos, André Lázaro.

DITADOR É CONDENADO À PRISÃO PERPÉTUA NA ARGENTINA

Por crime de lesa humanidade são condenados à prisão perpetua”, sentenciou a juíza Maria Lúcia Cassain, sentenciamento transmitido ao vivo e à cores da liberdade pelas principais emissoras da Argentina, onde o tango “pega bem melhor que um blue” (Belchior). Libertárias comemorações foram executadas pelas famílias das vítimas da ditadura e vários integrantes das entidades de defesa dos direitos humanos que se encontravam no tribunal, em San Martín, e outras que se encontravam do lado de fora levantaram bandeiras e cartazes com fotos dos desaparecidos durante o regime patológico. Foi um desabafo geral.

Já em julgamento realizado no ano passado, o ditador-assassino fora condenado a 25 anos de prisão, também com pena em prisão comum. Na época o ditador-assassino se defendeu contestando a decisão afirmando que os integrantes dos direitos humanos estavam praticando “falsidade”, porque “nada fez de errado”. Enquanto não fazia nada de errado famílias inteiras eram enlutadas com mortes e desaparecimentos de seus entes.

O condenado não é nada mais que o último presidente do período mais monstruoso imposto à dignidade do povo argentino, Reynaldo Bignone, de 83, acusado de sequestros, torturas, assassinatos e desaparecimentos de milhares de pessoas no regime paranoico estabelecido na Argentina entre os anos de 1976 a 1983, junto com o ex-oficial da polícia, Luis Patti, de 59 anos. Ambos irão cumprir a vitalícia pena em prisão comum.

Não poderíamos esperar menos que a prisão perpetua para todos eles”, afirmou contente Eduardo Luiz Duralde, secretário de Direitos Humanos do governo argentino. Por sua vez, a presidenta da entidade das Avós da Praça de Maio, Estela de Carlotto, que teve uma filha morta na sangrenta ditadura, e o neto sequestrado, a quem ela procura até hoje que deve estar com 32 anos, comemorou com entusiasmo, bradando que “este dia era muito esperado. Muitos países da região estão olhando o que está ocorrendo na Argentina na área de direitos humanos. É um grande avanço”.

Sobre a decisão de mandar os dois assassinos para cumprirem suas penas em prisão comum, tanto o secretário de Direitos Humanos como a presidenta da entidade das Avós da Praça de Maio, foi justa, afirmaram. Eles não merecem qualquer privilégio, “são pessoas perigosas”, sentenciaram.

KHADAFI DÁ O AR DE SUA CARA NAS RUAS DE TRÍPOLI

Enquanto, a secretária de Estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton, porta-voz maior da propaganda da força de coalizão da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) anuncia aos quatro cantos que o seu país só deixa a Líbia quando o “trabalho seja completado”, o seu desafeto maior, Khadafi, é visto desfilando nas ruas da capital Tríploli, em carro conversível. A imagem ostensiva do ditador líbio foi exibida pela televisão estatal, onde ele aparece sorridente com o braço para cima e a mão fazendo um V da vitória. Para os inimigos, uma provocação bélica.

O ditador líbio fez seu passeio paranoico vestido em roupa escura e chapéu, desfilando em um carro esporte ranço. Para tirar mais sarro das forças de coalizão, que acabavam de realizar um bombardeio intensivo, Khadafi acenou para alguns e conversou com outros que o aplaudiam rodeados de cartazes em cores verdes, símbolo de seu governo, com dizeres exaltando a sua pessoa e seu governo.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Quer linha de corte? Este é esquizo. Acesse:

CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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