Arquivo de março \31\UTC 2010

EDITAL DO CONCURSO DA PREFEITURA MUNICIPAL DE MANAUS 001/2010

A Prefeitura Municipal de Manaus tornou público ontem o edital do concurso público para provimento de 862 vagas de nível médio e superior para diversas funções.

As inscrições vão de 5 a 23 de abril apenas via internet, no site da Fundação Conesul de Desenvolvimento, responsável pela realização do concurso.

http://www.conesul.org/

Para quem não tiver acesso a computador, há a alternativa de ir até o posto de atendimento da Divisão de Desenvolvimento Profissional do Magistério da Secretaria Municipal de Educação (antigo Centro de Formação), situado na rua Maceió, 2000 – sala 08, Parque Dez.

Para os cargos de nível médio, a taxa de inscrição é de R$ 50 e, para os de nível superior, de R$ 70. Há ainda a possibilidade de solicitar a isenção se for o caso. Segundo o edital, a divulgação da lista de candidatos inscritos será feita a partir do dia 30 de abril.

Para os cargos de nível superior, o salário é, conforme a função de analista municipal, R$ 2.075,00. Para os cargos de nível médio, há o salário de R$ 1.245,00 (técnicos municipais) e R$ 900,00 (guardas metropolitanos).

O concurso constará de três etapas: 1) Prova de Conhecimentos Teóricos, que será realizada no dia 23 de maio, terá 80 questões no caso de ensino superior e 60 no de nível médio. O prazo para divulgação do gabarito é 11 de junho. 2) Comprovação dos Pré-requisitos. 3) Prova de Títulos.

Acrescente-se que para o cargo de guarda metropolitano haverá ainda a prova de aptidão física e psicológica, que tem caráter eliminatório.

Para quem tiver com dificuldade para baixar os documentos no site do Conesul, devido à grande quantidade de acesso, este bloguinho os disponibiliza nos links abaixo em pdf.

Concurso PMM 01-2010 Aviso

Concurso PMM 01-2010 Edital

CASSAÇÃO DE KASSAB DEVE SER MANTIDA, DIZ PROCURADORIA

Em parecer encaminhado à Justiça, a Procuradoria Regional Eleitoral do Estado de São Paulo recomendou que a cassação do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM) e de seu vice, Alda Marco Antônio (PMDB), seja mantida.

No mês de fevereiro, o juiz da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo, Aloísio Silveira, depois de acatar a denuncia do Ministério Publico Eleitoral (MPE), que acusou Kassab e Alda de receberem doações ilegais da Associação Imobiliária Brasileira (AIB), de mais sete construtoras e do Banco Itau, cassou os dois por recebimento ilegal de doação na campanha eleitoral de 2008.

De acordo com a recomendação do procurador Luiz Carlos dos Santos Gonçalves, os dois cassados devem recorrer da decisão fora do cargo. A recomendação muda, também, a decisão da primeira instância que determinou a inelegibilidade dos dois por três anos. “Determinando-se, ademais, a imediata execução do julgado, no que tange à cassação do diploma expedido”.

Em fevereiro, logo depois de decretada a cassação dos dois, eles recorreram da cassação, e a Justiça Eleitoral acolheu o pedido de efeito suspensivo pedido pela defesa. E assim, a sentença ficou suspensa até a decisão do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo.

PROFESSORES PRETENDEM PLANO NACIONAL DE CARREIRA

Na Conferência Nacional de Educação (Conae), os movimentos sindicais dos professores depois de aprovarem um piso nacional para o magistério, discutiram a criação de planos nacionais de carreira.

Para Maria Izabel Noronha, conselheira nacional de educação e presidente do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (APEOESP), é necessária uma mudança na política de ensino público porque a educação brasileira “está fragmentada e sem organicidade”.

Maria Izabel protestou contra a política de bônus implementada pelo governo de São Paulo e outros estados para premiar professores por bom desempenho, uma violência contra o professor e a educação.

Sobre os planos de carreiras, e da condição das disparidades salariais dos professores no Brasil, Maria Izabel comentou: “Os planos de carreira são bastante distintos, em alguns lugares eles nem existem. Com isso temos diferenciação muito grande de salários que geram duplicação de jornadas e colocam o professor em situação de vulnerabilidade social”.

A Conferência discutiu também a dificuldade da implantação da lei que determinou um piso nacional para professores da rede pública de ensino que se encontra sendo questionada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por motivo de uma ação de inconstitucionalidade impetrada por cinco estados. Eles questionam a proposta que determina que 30% da carga horária do professor deve ser usada para planejamentos e estudos, e o pagamento do piso inicial de R$ 1.024. Os governadores querem incluir no piso os pagamentos das gratificações e outras bonificações para atingir o determinado pela lei.

Para José Ortolan, representante da União Nacional dos Dirigentes Municipais da Educação (UNDIME), a implantação do piso levaria à contratação de mais professores, mas sua entidade defende a implantação do piso em todo país.

Nós precisamos buscar uma solução jurídica e política para implantação do piso para todos trabalhadores da educação. Não há como melhorar o ensino se não recuperarmos o valor que tem a figura do professor, seja no seu salário ou nas condições de trabalho”, afirmou Ortolan.

Quanto à questão do piso, Ortolan argumentou: “O piso é remuneração inicial, se juntar tudo para transformar em piso você acaba não valorizando ninguém. Precisamos aguardar o posicionamento do STF sobre esta questão”.

FARC LIBERTAM MAIS ANTIGO REFÉM

Após entregar em Villavicencio, o soldado Josué Daniel Calvo, que estava há 11 meses em seu poder, as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia entregaram ontem (30), em Florencia, seu mais antigo refém, o sargento Pablo Emílio Moncayo, há 12 anos feito prisioneiro.

Moncayo foi entregue a uma comissão formada pela senadora colombiana Piedad Córdoba, membros do Comitê Internacional da Cruz Vermelha e pelo monsenhor Leonardo Gómez.

Ao descer do helicóptero, o sargento saudou a todos e foi abraçado pelos familiares, todos emocionados com o reencontro. Ele também não deu declarações à imprensa até então.

A senadora Piedad Córdoba informou à imprensa que a comissão fez duas paradas, uma de espera da entrega e outra onde a liberação foi feita. Segundo ela, alguns rebeldes queixaram-se nesta primeira parada de alguns sobrevoos de avião pela região. Na segunda parada, ficaram por mais de uma hora dentro do helicóptero enquanto o máximo comandante das Farc, Alfonso Cano, fazia um comunicado.

A mensagem dizia que “com este gesto unilateral, as Farc consideram que o caminho ficou aberto para a imediata troca de prisioneiros de guerra como única forma viável para que os prisioneiros que estão na selva voltem à liberdade, assim como os guerrilheiros prisioneiros nas masmorras da Colômbia e dos Estados Unidos”.

Desde as tentativas do próprio Manuel Marulanda, que sempre dava ênfase às condições que levaram à sua criação, houve muitos gestos das Farc em encerrar o conflito da guerrilha mais antiga da América do Sul contra o exército e principalmente grupos paramilitares na Colômbia. O principal empecilho foram sempre os presidentes que não aceitaram uma negociação, principalmente Uribe, que, surgido dos grandes cartéis do narcotráfico, tinha um dos pontos altos de sua popularidade na perseguição das Farc.

Com a impossibilidade de Uribe em concorrer para um terceiro mandato, talvez tenha início um diálogo para por fim aos conflitos na Colômbia.

CÂMARA APROVA APOSENTADORIA PARA DEFICIENTES

Em caráter urgente a Câmara dos Deputados aprovou ontem, dia 30, o requerimento para votação em regime de urgência o projeto de lei que reduz o tempo de contribuição para a aposentadoria de pessoas com deficiência pelo regime da previdência geral.

Do Projeto de Lei

De acordo com o projeto, o tempo de contribuição para a aposentadoria de pessoas com deficiência é reduzido de dez para três, de acordo com as condições físicas do trabalhador.

Desta forma, o tempo de contribuição do trabalhador, que poderá ser reduzido de três, seis e dez anos, vai depender de seu grau do situação física. Se é leve, moderada ou grave.

Pela nova medida, 100 mil trabalhadores serão beneficiados.

MAPA DA VIOLÊNCIA 2010 – ANATOMIA DOS HOMICÍDIOS NO BRASIL

Conforme o Mapa da Violência 2010 – Anatomia dos Homicídios no Brasil, divulgado ontem (30), em São Paulo, pelo Instituto Sangari, que analisou dados coletados entre os anos de 1997 e 2007, as maiores vítimas da violência no Brasil são os jovens de 15 a 24 anos, negros e pobres.

Segundo notícia na Agência Brasil, “só no ano de 2007 mais de 17,4 mil jovens foram assassinados no Brasil, o que representou 36,6% do total ocorrido no país. O estado que apresentou o maior crescimento na taxa de assassinatos de jovens entre 1997 e 2007 foi Alagoas, que passou de 170 mortes em 1997 para 763 mortes dez anos depois (crescimento de 348,8%). Por outro lado, São Paulo foi o estado que apresentou a maior queda (-60,6%), passando de 4.682 mortes em 1997 para 1.846 óbitos em 2007”.

O estudo revelou também que a violência é muito maior entre os homens. “Em mais de 92% dos casos de homicídio no Brasil as vítimas são homens. Em 2007, por exemplo, para cada mulher vítima de homicídio no país, morreram 12 homens. Neste mesmo ano, faleceram 3.772 mulheres e 43.886 homens.”

VITIMAÇÃO DE NEGROS E POBRES

Revelando uma forte presença de racismo, percebeu-se também que “morrem proporcionalmente duas vezes mais negros do que brancos no Brasil. Enquanto o número de vítimas brancas caiu de 18.852 para 14.308 entre os anos de 2002 e 2007, o de negros cresceu de 26.915 para 30.193”.

Temos um personagem das vítimas que coincide no Brasil com quem os vitima. Vítimas e algozes compartilham da mesma estrutura. Quem é esse nosso personagem? É um jovem entre 15 e 24 anos, provavelmente na faixa de 20 a 23 [anos], morador de periferia urbana, pobre, de baixo índice educacional, homem, e que, por motivos culturais, fúteis e banais, mata o outro”, explicou à Agência Brasil o pesquisador e sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz, do Instituto Sangari.

Para ele, há um aspecto cultural na história de violência no Brasil e que é responsável pela matança da juventude do país. “[A matança de jovens] não é natural porque em metade dos países do mundo a taxa é de menos de um homicídio para cada 100 mil jovens. E nós temos 50. Ou seja, é cultural. Se fosse natural teria que estar em todos os países do mundo”, afirmou.

O sociólogo afirma ainda que a única forma de modificar esse quadro é remodelar e investir na educação. “Pela dimensão continental, penso que a nossa estratégia é notadamente educacional. A escola tem um papel muito grande, primeiro porque a própria escola é um foco de violência. E essa violência está, nesse momento, desestimulando os estudos”, disse ele.

ELIAKIM ARAUJO CONTA O QUANTO ARMANDO NOGUEIRA ANDOU ARMANDO PELA DIREITA DA TV GLOBO

Como jornalista, Armando Nogueira foi um excelente poeta e um prosista de texto refinado. Entrou no jornalismo da TV Globo em 1966, quando o golpe militar estava ainda fresquinho, e lá ficou até 1990, quando o novo presidente, Fernando Collor, convenceu Roberto Marinho a promover Alberico Souza Cruz ao posto máximo do jornalismo global, não que tivesse qualquer objeção a Armando, simplesmente porque precisava premiar o amigo Alberico que teve participação decisiva na edição do debate presidencial e ainda palpitou nos programas especiais que transformaram Collor no indômito “caçador de marajás”.

Armando não foi demitido, pior que isso, sofreu uma “capitis diminutio”. Foi “promovido” a assessor especial da presidência, o que a plebe chama carinhosamente de “aspone”. Dedicou-se então ao jornalismo esportivo, onde, aí sim, foi um verdadeiro mestre da palavra escrita e falada. Fui revê-lo anos mais tarde apresentando um programa de esportes num dos inúmeros canais a cabo da Globo.

De Armando, pessoalmente, guardo duas passagens. Eu estava há menos de um ano à frente do Jornal da Globo quando cruzamos no corredor onde ficava a redação do Globo Repórter. Ele me parou e disse: “olha, eu quero te cumprimentar porque desde Heron Domingues não aparecia aqui um apresentador como a mesma naturalidade dele”. Heron era o ícone de toda uma geração de telejornalistas e ser comparado a ele era um elogio e tanto que elevou meu ego às alturas. Hoje, honestamente, não sei se foi sincero ou apenas uma frase de efeito com a qual seduzia todos que estavam entrando no império global.

Doutra feita, estava eu no Eng, a sala da técnica que comanda a transmissão dos telejornais, quando alguém me chamou ao telefone. Era o Armando: “Tenho uma boa notícia para lhe dar, a partir de agora você vai passar a ganhar cinco mil cruzeiros por mês”. Entre surpreso e curioso, rebati de primeira: “e o que é que vocês vão querer em troca?” Armando ficou visivelmente decepcionado com minha reação, esperava talvez um emocionado agradecimento de quem ganhava dois mil reais. Ora, pensei naquele momento, onde já se viu um patrão mais que dobrar o salário do empregado sem um motivo especial? Depois se esclareceu que eu, e todos os demais apresentadores, perdiam ali o status de funcionários da Globo e passavam a Pessoa Jurídica com contrato de firma. Na época uma novidade, hoje uma prática comum no mercado televisivo.

Mas apesar de todas as virtudes de Armando, cantadas em prosa e verso nos depoimentos de personalidades das artes, da política e do jornalismo, não dá pra esquecer que ele esteve à frente do jornalismo mais comprometido do Brasil: o que foi praticado pela Globo durante os anos da ditadura militar. O JN era conhecido como “o porta-voz do regime”. As ordens que emanavam dos governos militares eram obedecidas sem questionamento. Não me lembro, sinceramente, de ter visto por parte dos profissionais da Globo alguma tentativa de desobediência ou de driblar a censura, como fez por exemplo o Jornal do Brasil, que saiu com aquela capa histórica no dia seguinte à decretação do AI-5, 13 de dezembro de 68, iludindo os militares fardados que ocuparam as redações assim que terminou a leitura do ato discricionário.

Eu estava na TV Globo durante o primeiro mandato de Leonel Brizola à frente do governo do Estado do Rio. Entrei em maio de 83, pouco depois da posse do novo governo, e o jornalismo da Globo passava por uma grave crise de credibilidade, com seus repórteres e carros ameaçados nas ruas pela população. Pesava sobre a emissora a acusação de, junto com a Proconsult, empresa contratada pelo TRE para apurar os votos da eleição direta para governador do Estado, em 1982, tentar fraudar o resultado para dar a vitória a Moreira Franco, o candidato do regime militar, apoiado pela família Marinho. Por engano ou má-fé, a emissora divulgava números que não refletiam a verdade da apuração.

Em 1984, no episódio das Diretas Já, onde atuei como narrador em off no comício da Candelária, no Rio, a postura da Globo foi a de ignorar por completo os movimentos populares que cresciam em todo país. Mas não bastava ignorar, era proibido usar a palavra “diretas” em qualquer situação, mesmo como notícia, contra ou a favor. Até que a pressão popular tornou-se irresístivel e a emissora foi obrigada a render-se ao apelo da população brasileira.

Em 1989, no segundo e último debate entre Collor e Lula nos estúdios da TV Bandeirantes, no Morumbi, quando eu tinha acabado de deixar a Globo e estava lá representando a Manchete, observei que Lula estava visivelmente cansado e abatido. Além do esforço da reta final da campanha, ele tinha sido acusado no programa de Collor por uma ex-namorada, Mirian, de tentar convencê-la a abortar uma criança (a filha dele, Lurian). Depois se soube que a estratégia (financeira) de colocar a enfermeira Mirian no foco da mídia a três dias da votação partiu de Leopoldo, o irmão de Collor e muito amigo dos Marinho. A família Collor é dona da emissora que retransmite a programação da Globo em Alagoas. Toda essa lembrança histórica é para dizer que Lula foi mal naquele segundo debate, mesmo assim a Globo, na edição da matéria, destacou os melhores momentos de Collor e os piores de Lula. Os que têm boa memória hão de se lembrar da severa campanha do Jornal Nacional contra o então ministro da Justiça do governo Figueiredo, Ibrahim Abi-Ackel, que ousou impedir a liberação de uma carga de equipamentos supostamente contrabandeados destinados à TV Globo.

Durante várias edições, o JN acusou o ministro de envolvimento no contrabando de pedras preciosas, no qual Abi-Ackel não teve, comprovou-se depois, nenhuma participação. Mas pouca gente lembra disso. É provável até que os jovens executivos da Globo “desconheçam” o fato ou, se souberem, contem uma história diferente. Armando Nogueira estava à frente do jornalismo em todos esses episódios nebulosos que narrei com absoluta fidelidade. De uma maneira ou de outra compactuou com esse tipo de jornalismo corporativo e subserviente.

Talvez tenha faltado em Armando a coragem de assumir sua responsabilidade como diretor de jornalismo da Globo que notoriamente era o braço da ditadura militar na mídia. Sua memória estaria resgatada para sempre se um dia ele tivesse contado toda a verdade, que apenas cumpria ordens que vinham do oitavo andar, mais precisamente da sala do Doutor Roberto. Armando, como eu e todos os que trabalharam na emissora nos anos de chumbo, fomos cúmplices do regime. Uns por total desinteresse político, outros por opção ideológica, outros ainda por necessidade profissional.

Deixo aqui minha homenagem ao Armando Nogueira, poeta, cronista e escritor de texto sensível. E um adjetivo que ainda não ouvi nos inúmeros depoimentos sobre ele: um sedutor irresistível.”

do Direto da Redação

Também o companheiro Joel Bueno, em seu blog, coloca algumas cenas patéticas (não no sentido do pathos grego, claro) protagonizadas pelo passivo “sedutor irresistível” Armando Nogueira.

“(…) Ele protagonizou um dos episódios mais patéticos da TV brasileira. Foi quando o Brizola foi à Globo, já vitorioso na eleição estadual, e denunciou a armação da emissora com o Proconsult. O Armando era diretor de jornalismo da Globo. O Brizola escrachou. O Armando Nogueira titubeou, gaguejou e finalmente chorou – ao vivo. Esta cena eles não passam agora, para a gente rever.”

* Ambos os textos foram fisgados a partir do blog do Nassif.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Quer linha de corte? Este é esquizo. Acesse:

CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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