Arquivo de agosto \31\UTC 2009

PROPOSTA DO GOVERNO FEDERAL PARA O AUMENTO DO SALÁRIO-MÍNIMO É DE R$ 507

Foi-se o tempo em que o anúncio do aumento do salário-mínimo, tradicionalmente anunciado em abril e adotado após o Primeiro de Maio, era motivo de vergonha para o trabalhador brasileiro.

Embora ainda esteja longe de suprir todas as necessidades que a sociedade de consumo criou e estabeleceu como “essenciais”, e aquelas que são efetivamente essenciais à uma existência sem privações, no governo Lula o salário tem “comido fermento”.

Se antes, o aumento do salário era tormento para o trabalhador e matéria-prima para o humor televisivo, hoje ele é motivo de preocupação para o patrão, que vê no aumento real do poder aquisitivo do trabalhador e da massa salarial uma ameaça à sua larguíssima margem de lucro.

Hoje, momentos antes da cerimônia de anúncio das regras para a exploração do Pré-Sal, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, anunciou à imprensa a proposta para o aumento do salário-mínimo que o governo enviará ao congresso para votação. O valor nominal deverá ser de R$ 506,50. Na prática, 507 Reais.

Salário que deverá injetar na economia, somente através do ministério da Previdência, mais de 7 bilhões de Reais no ano que vem. Na conta do trabalhador que recebe o mínimo, serão 51 reais a mais todo mês.

Se for aprovada pelo congresso e senado, a nova proposta deve entrar em vigor já no início de fevereiro de 2010.

DIVULGADO ÍNDICE NACIONAL DE QUALIDADE DAS UNIVERSIDADES. MANAUS TEM REPRESENTANTE…

O Ministério da Educação divulgou hoje o Índice Geral de Cursos da Instituição, que é uma nota, resultado da análise que o ministério faz sobre as condições nas quais as instituições oferecem seus cursos. Itens como qualificação dos docentes, estrutura e qualidade do ensino entram no cálulo. As notas vão de 1 a 5, sendo a de número cinco a nota máxima, e a 2 considerada insatisfatória.

Vinte e uma instituições conseguiram obter a nota máxima do MEC, o que representa apenas 1% do total. Foram 11 públicas e 10 privadas. A nota mais alta ficou com a Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas, EBAPE, do Rio de Janeiro, instituição particular na qual, evidentemente, não passou nenhum edil ou administrador das esferas municipal e estadual amazonenses. O ITA (Instituto Tecnológico da Aeronáutica), administrado pelo governo federal, ficou em segundo lugar.

Na outra ponta do boletim do MEC estão as entidades que tiraram 1 ou 2, e que devem receber uma visita in loco dos técnicos do MEC, a fim de estabelecer um termo de ajustamento, quando possível. Se as irregularidades forem muitas, o curso é descredenciado. “Dependendo da gravidade da situação, ela pode ter o número de vagas reduzidos nos cursos deficientes, a suspensão temporária ou definitiva do processo seletivo e, em último caso, o descredenciamento da instituição”, afirmou o ministro Haddad.

A lanterninha ficou com a Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais de Maceió, que é uma instituição particular. Ela e outras oito entidades que ficaram no 1 ou 2 podem ser descredenciadas, caso a visita do MEC confirme a incapacidade de oferecer condições mínimas de ensino. Das nove, uma já foi descredenciada.

Manaus, para confirmar o quadro de anemia da educação que se alastra pelos poderes estadual, municipal e UFAM, e que, no plano do ensino dito superior, cresceu no plano particular graças às benesses do MEC de Paulo Renato, no octênio FHC, tem seu representante entre os reprovados: o Instituto de Ensino Superior Materdei.

Saiba quais são as nove instituições clicando aqui.

ÚLTIMA REUNIÃO PARA O GRITO DOS EXCLUÍD@S 2009 (Manaus-AM)

Salve! Salve!

Companheiros e companheiras,

Lutadores e lutadoras do povo.

Ta chegando à hora! Ta vindo gente de todo lugar! Ta vindo gente de barco, de canoa, ônibus, caminhão, de carro e avião. A cidade toda já marcou a hora e o local. Tão vindo em mutirão, segurando o cordão, com uma animação e organização imensa, meu povão.

É a ultima reunião de organização do Grito dos excluídos e excluídas 2009. Será dia 01 de setembro, as 18:30h, no centro de formação da arquidiocese de Manaus – que localiza-se na Avenida Joaquim Nabuco, 1023- Centro.

Todo esse povo que ta vindo em mutirão, vem com bandeiras, latas, panelão, apitos e rojão. Vem gritando “Vida em primeiro lugar – A força da transformação está na organização popular”.

Não vamos esquecer que pra tudo isso acontecer, tem que aparecer dia 01 de setembro, as 18:30h, no centro de formação da arquidiocese de Manaus – que localiza-se na Avenida Joaquim Nabuco, 1023- Centro.

Veja o anexo o que vai acontecer dia 07 de setembro.

Espero-te, vem embora vamos participar. É chegado a hora do povo se manifestar.

Francy Junior

Equipe de articuladores/as do Grito 2009

(92) 96164232 / 84148446 / 32129030

E NÃO PERCA:

07 DE SETEMBRO DE 2009

15o GRITO DOS EXCLUÍDOS E EXCLUÍDAS

Grito 2009

Vida em Primeiro Lugar:

A força da transformação está

na organização popular”.

Concentração: Bola do São José I (Próximo ao Terminal 5)

Horário: 15h

VENHA PARTICIPAR!

ORGANIZAR PARA TRANSFORMAR.

BELCHIOR: “EU SOU APENAS UM RAPAZ LATINO AMERICANO”

REVELADA A FRAUDE DA GLOBO

REVELADA A FRAUDE DA GLOBO

Configurou-se o que já se sabia. O “Fantástico”, confirmando sua decadência, falsificou uma reportagem alucinada/delirante. Propagou que o cantor, compositor e artista/ativista Belchior havia desaparecido magicamente, nisso implicando sua família, amigos e profissionais ligados a ele. Um ato de violento despudor para com uma pessoa e um público.

Como a Globo não trabalha, e nem acredita no princípio de realidade, tentou fraudar seu telespectador, jogando-o para os devaneios de outro mundo. O seu mundo lesivo. Onde ele deveria procurar o artista/ativista. Fora do princípio de realidade. Mas Belchior estava real no princípio de realidade. Território onde os sentidos e razão constroem seus significantes e significados. A objetividade. Por isso ninguém levou em conta a trama da Globo, que agora mostra como se tivesse realmente acontecido. Todos curtiram de montão a babaquice da vetusta Vênus Platinada. Hoje enferrujada, mas sem nenhum perigo de tétano coletivo, já que a população se encontra vacinada.

Nós procuramos você no Brasil e não te encontramos”, disse a ridícula repórter, em sua cena de canastrice comandada pela Globo. “Evidentemente eu estava aqui. Estou fazendo um trabalho, muito, muito especial aqui. Você sabe que eu tenho uma ligação muito grande com a América Latina, ‘eu sou apenas um rapaz latino americano’”, respondeu, zombeteiro, Belchior, em sua casa no Uruguai. A repórter ridícula continuou em seu papel de bem mandada, tentando fazer com que Belchior comentasse sobre o que estavam falando sobre ele no Brasil. Entendedor das malícias e das trapaças dos bem mandados, o arigó sentenciou: “Eu não tenho menor interesse na vida privada de nenhuma pessoa, sabe?” A triste repórter não sabia. Continuou em sua trama vergonhosa de profissional falsária. Belchior não contribuiu.

Mas a Globo não é videotarizante sozinha. Ela tem seus parceiros. Para ilustrar sua patética alucinação/delirante convidou Daniela Mercuri e Alceu Valença, que contribuíram com o que puderam fazer por si mesmos, posto que a natureza não lhes presenteou com a inteligência. Contribuições que só serviram de pilhéria para todos que sabiam da trama da Globo.

Todavia, a Globo não foi de toda inútil como sempre é. Com sua ambição por audiência, conseguiu ter certeza que sua decadência é real. E isso não tem nada com as programações das outras TV’s, que seguem o mesmo modelo de programação alienadora. Tem a ver com o comportamento da população, principalmente internáutica, que fez humor com sua ambição. Demonstrando assim que ela não tem mais poderes de fabricar verdades para o telespectador.

O telespectador sabia que ela desde o começo conhecia o paradeiro de Belchior. Mas só não sabia de seu verdadeiro paradeiro como emissora de inutilidade pública.

POR FORA DE FUTEBOL

Por fora de futebol “Eu entro em campo para ser feliz.”

Valdivia, craque chileno.

Ah, se a bola não pulasse! Como o perna de pau seria feliz!

Trave############# BRASILEIRANÇA A B A B A B B B A A A

MENGÃO AGRADECE FLUZÃO

Despachado no meio da semana pelo Fluzão para fora da Sudamericana, o Mengão encarou, em casa, o Santo André, e meteu três dendecadas: Denis Marques, Leonardo e Zé Roberto. O Santo esqueceu o paraíso e os operários ficaram na Terra. Depois de um crescente paradisíaco, um decrescente terreno.

CORITIBA DEIXA AVAÍ NA ‘ONZÉZIMA’

Que coisa, meu! ‘Ónzima’ partida sem perder, sabe lá o que é isso, brother, cair de três pro estado vizinho? Ainda mais um estado em que as pesquisas demonstram vantagem do intrigante senador do PSDB, Álvaro Dias, para governador. É triste, Avaí. Marcelinho e Pereira. O time da casa está num crescente. Vamos ver se seu crescimento vai lhe fazer colocar entre os primeiros.

AFLIÇÃO, ME DEIXA!

Os aflitos não estão mais aflitos. A aflição esta se mandando, principalmente do estádio. O mais importante: o estádio tem que ser livre de tudo que é ruim, e, no caso, a aflição. Foi o que os argonautas fizeram. Não se afligiram. Esqueceram o estádio dos aflitos, e dendecaram três em cima do Atlético Paranaense, que tem escorregado ali, escorregado aqui, e não está se afinando. Dendecas? Carlinhos Bala, Michel e Derley. Nada de aflitos! Gritou, satisfeita, a platéia.

SANTO E PERIQUITO, NADA DE CÉU

São Paulo é santo. Periquito é animal faceiro e esvoaçante. Os dois tentaram pelejar, mas só tentaram. O Santo esqueceu o subir, e o periquito não mostrou as asinhas. Compadre, ficar mais de 90 minutos e não dendecar, é digno de Procon.

Não só pela posição que ocupam na tabela, mas pelo porte de time grande no futebol brasileiro, era obrigatório que o público tivesse um bom espetáculo. Não aconteceu. O zerô-zerô afirma que o futebol A está muito bem como B.

VERMELHAÇO BOTA DE QUATRO BANDEIRANTES

Os bandeirante foram ao sul, que não é maravilha. Não é território do glamour. Parecia que ia ser um bom pebol, não foi. Mas ia ser. E daí? Goiás vê o Vermelhão.

Os bandeirantes tinham Fernandão, estreando contra seu velho time do coração. Aos 13 minutos o juiz expulsa, absurdamente, Fernandão. Com isso, vem a vitória de quatro a zerô. Os bandeirante caem de quatro. Que coisa, meu!

Nisso que, querendo vitória, o Vitória meteu três no Cruza, e pegou também três. Como o Botão, que meteu três nos pampas, e levou também três. Partida que o juiz deu uma boa contribuição para os chimarrões. Penal não marcado a favor do Fogão, além do segundo gol pampeiro saído de um cruzamento de uma bola já saída no fundo.

QUEM NÃO CHUTA É CHUTADO

O Luxembuste viu em sua casa, Vila Belmiro, seu time sentir faltar de ar diante de um Fluzão, que dominou a partida. Tudo bem, perdeu, mas dominou. Só que tem um caso. O Fluzão não chuta. Tem toque de bola, mas ninguém chuta. Ora, quem não chuta é chutado. Não deu outra. Em jogadas sem qualquer brilho futebolístico, o peixe foi à rede do Fluzão, que não chuta. Moral: Se não chuta, fica mais perto da segundona.

,,,,,,,,,,,,,,,,,,O bom de um campeonato é que quando um time perde uma partida, em seguida ele cria esperança para a próxima. E quando ele é desclassificado, ele cria esperança para a próxima da segundona.

Moral otimista: Sempre haverá uma outra partida.

SEU ZÉ PELINTRA NO TERREIRO DE PAI CARLOS DE XANGÔ

Aê Palmeirão dos Índios

Aê Bouqueirão de Arara

Sou eu José Pilintra de Pernambuco

Boqueirão de Arara

Sou eu José Pilintra de Pernambuco

Palmeirão de Arara

Pai Carlos - Zé Pilintra 01 por você.

Que festa animada foi a festa de seu Zé Pelintra no terreiro de Pai Carlos de Xangô, ocorrida no Novo Israel II. O simples estava cheio de filhos de Pai Carlos, de convidados de outras casas e de pessoas que simpatizam com toda a beleza e alegria das religiões afro.

Pai Carlos - Zé Pilintra 02 por você.

Pai Carlos - Zé Pilintra 03 por você.

Pai Carlos - Zé Pilintra 04 por você.

E logo veio seu Exu Marabô trazendo um falo pendurado no pescoço, e trazendo para todos com ele uma mensagem de amor, fertilidade, prosperidade e sorte, como nos explicou a bela cambona Diane de Oxum (à direita na foto abaixo).

Pai Carlos - Zé Pilintra 07 por você.

Mara, Mara, Mara, é Marabô

Exu é pequenininho

Mas Exu é do amor

Exu é pequenininho

Mas é bom trabalhador

É Marabôôô…

Pai Carlos - Zé Pilintra 05 por você.

Eu quero que todo mundo fique acomodadinho. Façam de conta que você estão na casa de vocês. Que minha casa seja a casa de vocês, que casa de santo é a casa da prosperidade. É a casa da alegria. Que a casa bata na porta de vocês, que traga muita fartura, muito ouro. O dinheiro que não falte no bolso de vocês, nos cofres. Porque o meu está guardado, bem guardadinho. Então, sorte para todos que estão aqui! Sorte e Alegria! Que os inimigos de vocês não possam mais do que vocês! E a tristeza vai caminhar…

Pai Carlos - Zé Pilintra 06 por você.

Pai Carlos - Zé Pilintra 40 por você.

Pai Carlos - Zé Pilintra 08 por você.

Chegaram então as pombogiras com seus maravilhosos cantos, suas vigorosas danças e suas gargalhadas. Como diz a entidade que se chama Exu Maria Quitéria do Cruzeiro das Almas (ao centro na foto abaixo), entidade que acompanha Pai Luiz de Iansã há 24 anos: “Exu é alegria! Exu é prosperidade! Exu é abertura de caminhos!

Pai Carlos - Zé Pilintra 24 por você.

Cai chuva no meu terreiro

Cai chuva no meu quintal

No meio da encruzilhada

Maria Quitéria, uma gargalhada


Quando a palmeira pendia

Quando a palmeira pendia

Um olho d’água rolava

No meio da ventania

Eu perguntei a Lúcifer

Que iluminava esse dia

Abriu as portas do inferno

Saiu Maria Padilha


No meio da festa, um acontecimento inesperado: caiu um dos tambores. Dada a importância maior dos tambores dentro de um terreiro, acompanhamos didaticamente o que se seguiu. Imediatamente seu Marabô ordenou total silêncio no terreiro, pediu uma espada (pana) branca, uma taça com água e uma vela acesa para o ritual de levantar o tambor, e firmou um cântico enquanto levantava.

Pai Carlos - Zé Pilintra 11 por você.

Caminhou, caminhou

E a tristeza caminhou

Marabô veio girar

E a tristeza caminhou

Passou-se então à distribuição da apimentada, saborosíssima farofa de Exu. Todos fizeram fila para receber das mãos de seu Marabô a abençoada farofa e junto com ela as bênçãos dos santos.

Pai Carlos - Zé Pilintra 14 por você.

Farofê, farofá,

Farofa amarela que Exu vai dar

Farofê, farofá,

Farofa amarela que Exu vai dar

Pai Carlos - Zé Pilintra 16 por você.

Pai Carlos - Zé Pilintra 15 por você.

Pai Carlos - Zé Pilintra 18 por você.

Antes de ir seu Marabô colocou o chapéu no meio do terreiro para quem quisesse colocasse uma moeda, algum dinheiro no chapéu e fizesse o seu pedido para o Exu do Amor.


No reinado de meu pai

O ouro é moeda falsa

Quem tem, tem-tem-tem

Quem não tem

É quem quer dá


Pai Carlos - Zé Pilintra 23 por você.

E eis que chegou o dono da festa. Uma das mais conhecidas e respeitadas entidades das religiões afro: trazido ao terreiro por Pai Lala, seu Zé Pelintra. Conversamos com o mestre da Jurema e deitamos abaixo essa conversa, entremeada com imagens e cantos da magnífica festa.

Pai Carlos - Zé Pilintra 26 por você.

São 35 anos que eu trabalho na cabeça do seu Carlos, e hoje é um dia de alegria pra mim porque eu sou um caboco velho da Jurema, venho como mestre da Jurema. Então digo para o povo que estude o espiritismo, porque o espiritismo é como uma escola: o yaô entra para iniciar o santo e segue… Se os pais souberem o que estão fazendo, a religião vai ser sempre uma coisa muito linda. Todas as religiões são muito bonitas, e a nossa é muito bonita se levada a sério. O santo é uma coisa maravilhosa.

Eu me criei em 1974 na cabeça dele, no primeiro barracão, na Praça 14, na casa de Pena de Arara, que era casa de Mãe Francisca. Nessa casa, completou agora no dia 29 de junho passado 23 anos de casa aberta, que foi comemorado pelo santo da casa, que é Badé, que no Candomblé é chamado de Xagô. Nós somos da Mina Jejo Nagô, nós somos mineiros aqui. Badé que reina nesse terreiro. A casa aqui é de Badé com Oxum. Hoje, a gente tem uma história, um projeto onde a gente pode falar assim: “É lindo o espiritismo!”


Eu tenho muitas vitórias na cabeça de seu Carlos, com pessoas que eu já trabalhei, pessoas aleijadas, pessoas doentes que às vezes até a medicina não consegue entender, porque eu sou um doutor. Então, coisas no passado, que a medicina não conseguia dizer, não conseguia fazer, e como eu sou um espírito, nós podemos fazer um milagre através de Deus. A pessoa quando chega com fé leva toda a esperança, leva toda a alegria, e toda a tristeza vai embora. Às vezes um doente chega dentro da casa da gente doente, e a gente faz uma reza simples, mas o poder de Deus é maior.

Pai Carlos - Zé Pilintra 29 por você.

Lá se vem do outro mundo

Com grande saber profundo

Ele vem do outro mundo

Lá vem Zé, lá vem Zé lá da Jurema

Lá vem Zé, lá vem Zé do Juremar…

E quem é Zé? Saravá, saravá…

E quem é Zé? Saravá, saravá…

Pai Carlos - Zé Pilintra 42 por você.

A gente faz todo tipo de ebó. No caso, o ebó pro amor, quando um homem tá sem uma mulher, uma mulher sem um homem, aí a gente ajuda. Amor é uma coisa que Deus deixou no mundo, não faz mal a ninguém. A gente procura unir as pessoas, e não desunir, porque o amor traz prosperidade, porque o amor. Aqui ninguém mata, ninguém esfola, nada desse tipo de coisa, a gente só faz trabalho pra trazer o amor, pra ajudar quando a pessoa está desempregada, tá doente. A religião não é muita das coisas que muita gente fala, muita gente discrimina. Mas me disseram que formaram uma lei que é correta, que ninguém pode falar mal assim da religião de ninguém, mas ainda existem pessoas que comentam o que não deve ser comentado.

Eu digo assim: “Acima de Deus não há, abaixo de Deus não tem, acima de Deus, dos astros, nós somos mensageiros do bem.” Eu sou conhecido mundialmente. Nos quatro cantos do mundo, em toda parte do mundo nós temos uma forma de trabalho, porque a humanidade, em toda a parte, precisa da gente. O povo até vai em outras igrejas, mas sempre ele tá junto com a gente, porque, na saúde ou na tristeza, o povo procura muito a gente, pois quando ele chega dentro da nossa religião ele consegue tudo que buscava, consegue vencer muito.


Ele se chama José Pelintra

Nego do chapéu derramado

Quem mexer com Zé Pelintra

Ou tá doido ou tá danado

Ou tá doido ou tá danado

Pai Carlos - Zé Pilintra 30 por você.

O povo tem que educar bem os sus filhos, para que ele saiba o tipo de religião que pratica. Muitas vezes o povo diz assim: “Não vai pra macumba, menino, que é coisa da parte do Diabo.” Não tem nada a ver uma coisa com a outra. Se fosse, não teria tanta gente com a gente em nossa casa. O Diabo leva muita culpa, e ele está em cima das pessoas mesmo, não é a gente não. A gente não pode ser responsável pelo que as pessoas fazem. Às vezes a gente tá dentro do barracão, chega o cicrano, quer pagar, quer matar. A gente aconselha: “Não faça isso. Tenha amor no coração pelo próximo, você tem tanta coisa boa pra fazer nesse mundo.” Eu, Zé Pelintra, mestre da Jurema, gosto de trabalhar para as pessoas que necessitam do meu trabalho. Bateu na porta da nossa casa, eu só não posso é tirar da morte, porque da morte só Deus. Mas tudo nesse mundo eu já fiz, já levantei aleijado, já tirei gente do hospício, do hospital desenganado dos médicos, não somente em cima da cabeça desse bablaô, mas em cima das cabeças de muitos médiuns bons por aí.

Eu ainda chamo o seu Carlos de “meu menino”. Ele já vai fazer 50 anos, eu comecei a trabalhar na cabeça dele ele tava com 13 anos de idade. Ele sempre foi uma pessoa muito correta e gosta das coisas certas. Tudo que ele faz ele pede a mim, ou então eu faço na cabeça dele. Ele é muito dedicado ao santo. Os pais e as mães que bem souber, eduque seus filhos no caminho certo.

Pai Carlos - Zé Pilintra 31 por você.

Seu Zé passou então para a linha de malandro, e pela alta madrugada a festa continuou no pique do tambor e do repique.

Pai Carlos - Zé Pilintra 32 por você.

Caboco bom, caboco bom

Caboco bom é o que sabe trabalhar

Caboco bom é o que sobe no coqueiro

Tira o coco, bebe a água

E deixa o coco no lugar

Segura o coco, Margarida

Não deixa o coco cair


E assim nesse ritmo o sol raiou e a festa continuou, agora já numa roda de pagode, que começou com Adoniran Barbosa e passou por vários mestres do samba brasileiro. Enquanto a cerveja não parava de cair, o ogan Irã segurava na batida, e os convidados e até entidades presentes caíram no samba no pé até não mais parar…

Pai Carlos - Zé Pilintra 35 por você.


Na Baixa do Sapateiro

Formou-se uma confusão

Era o malandro Zé Pelintra

Sambando de pé no chão

Pai Carlos - Zé Pilintra 36 por você.

●●● PAI CARLOS DE XANGÔ ●●●

Rua Fábio Lucena, nº 55 — Novo Israel II (Manaus-AM)

Telefones: (92) 3636-5770 / 9161-8342 / 8119-4415

!!!!! O MUNDO É GAY !!!!!

O RISO E O RISÍVEL NO HUMOR CINE-TELEVISIVO

Uma pergunta incômoda e por isso mesmo não formulada pela chamada inteligência artística brasileira é: por que o humor que é produzido no Brasil não incomoda as autoridades?

Pode-se falar em incômodo num plano da intimidade, quando “humoristas” da lavra de pânico e CQC expõe alguém à dizeres da escatologia ou dos resíduos moralizados do corpo. Mas isso não é incômodo. Hitler por exemplo, odiava os humoristas alemãos, porque faziam o povo rir. E não há nada pior para uma tirania do que um povo que ri.

Na peça teatral “A Exceção e a Regra”, do alemão Bertolt Brecht, o cruel comerciante se incomoda com o riso e o canto do carregador. É que o explorador não deseja apenas se alimentar da força de trabalho do explorado. Ele quer aniquilar todas as suas formas de produção e expressão.

Por que se ri do homossexual afetado que, via de regra, surge nos programas humorísticos? Por que se chegou a um ponto em que o humor árido e esvaziado de um Sacha Baron Cohen e seu Bruno é considerado um humor revolucionário?

Podemos destacar aqui, sem muito aprofundamento teórico, duas características do riso e dois usos que dele se pode fazer. Os especialistas rirão, mas entenderão o que queremos dizer.

O riso, segundo o filósofo francês Henri Bergson, é uma reação social – portanto, humana – ao automatismo, à repetição autômata, quando a plasticidade exigida pela Vida para que o homem à ela se adapte é rompida. A fala desmesurada e initerrupta, o andar “robotizado”, a insistência em realizar a mesma tarefa da mesma forma não obstante encontrar sempre o fracasso. É só lembrar Buster Keaton e Chaplin.

O riso carrega uma potência desestabilizadora da serialidade. Embora se ria do automatismo, o riso provoca um estado de excitação que elimina a letargia. É um pouco aquilo que Reich via no orgasmo: uma força que rompe o serialismo e nos leva a outros territórios. Quando gratuito, o riso é risível. Quando o objeto do riso é algo que está ali gratuitamente, quando se faz uso apenas do estereótipo (a serialidade/seriedade) para reafirmá-la como realidade, então o riso é reacionário. O riso histérico que eclode de uma situação em que o próprio sujeito do riso está preso na teia da serialidade. Ri-se porque não se tem outro remédio, mas o riso não é remédio nestes casos. É sintoma da doença.

Daí a patologia do humor gratuito e esvaziado. Querem um exemplo? Liguem a televisão e não verá um só humorista que carregue conteúdo. Mas o riso é tão revolucionário, que mesmo inadvertidamente, os pseudo-humoristas da televisão, conseguem fazer vibrar. Embora não passe nada, nada transborde ou decline dali. Vide o episódio da frase racista de um membro do CQC, que causou furor nas hostes do politicamente correto, sem que as próprias raízes da discriminação racial e dos mecanismos de segregação e rejeição social do negro, evidenciadas na frase, fossem questionados.

Assim, o humor deprimido da televisão não interessa ao movimento LGBT, que não obstante, tem no humor uma força do seu lado, assim como do lado de todas as chamadas minorias (e minoria tem lado, boneca?). Fazer humor, modificar o estado de coisas, não é para quem lida apenas com o automatismo, mas quem faz dele uma forma de desestabilizar o status quo. E isso incomoda. É como afirma o humorista lusitano Raul Solnado: “o ator cômico é um interventor no plano social, político, e até na vida das pessoas que critica, por isso não pode ter a unanimidade universal. O Chaplin tinha imensos inimigos e esses declaravam-se a cada passo. Os meus inimigos não se declaram, mas sei que os tenho”.

Daí que um riso que não carregue elementos necessários a uma modificação no entendimento do objeto do riso, não é humor. De nada adianta rir das piadas do Jô Soares, porque nelas só se veicula a bílis reacionária da classe média e a xenofobia àquilo que não faz parte da zona de conforto do pensamento senso-comum. Ao contrário, é quando rimos de algo, no entendimento de que este algo é absurdamente existente – e que por isso mesmo é necessário mudar – é que esse riso é humorístico. Escapou e construiu outros mundos possíveis, e neste que é objeto de riso já não é possível estar. Como Brecht, Kafka, Saramago, Dante, Chaplin, o clown shakespeariano, dentre tantos.

Só quando, ao rir, se perceba o absurdo de discriminar alguém pela sexualidade, é que finalmente se poderá falar em humor homoerótico.

Muáh!!! pra vocês! Se joguem nas news!

Φ ILGA PROMOVE CAMPANHA CONTRA PSIQUIATRIZAÇÃO DO TRANS. A ILGA (Associação Internacional de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais) iniciou uma campanha que tem como objetivo aprochegar-se à Associação Americana de Psiquiatria (como pode ser uma associação americana se ela pertence somente aos EUA?) e retirar do seu manual a transexualidade como doença. O que, maninha? Os psiquiatras estadunidenses ainda consideram um desvio do comportamento a transexualidade. Bem, se fosse considerado um desvio no sentido de convidar a um jogo onde os signos são descarregados da sua força coercitiva (a verdade) em proveito de um afecto e outros caminhos a percorrer existencialmente, estava valendo. Mas a psiquiatria, em muitas de suas vertentes, ainda insiste em ser o braço da Lei da imagem do pensamento do Estado. A nova versão do DSM deles sai em 2012, e espera-se que o transexualismo seja extinto em nome de um outro modo de existir: a transexualidade. E agora, polícia do pensamento? Sentiu a brisa, Neném?

Φ AVON DISCRIMINA NA COLÔMBIA SE FOSSE SÓ LÁ… A ONG Toque Lésbico, da Colômbia, participou da marcha mundial contra o câncer de mama, promovida pela empresa de cosméticos Avon, e teve que lidar com outro tipo de metástase: a da inteligência. É que a Avon, empresa que discrimina todos os dias nas suas propagandas, pelo mundo inteiro, a velhice, disseminando a geriofobia, sem entender que a velhice é um outro modo de sentir o mundo e a existência, e que, quando linha intensiva que vibra uma biografia ativa, é a expressão do Belo no ser humano, também resolveu discriminar a diversidade. Ao entrar em contato com a empresa, a ONG foi orientada a participar, mas sem nenhum tipo de alusão audiovisual à diversidade, e sequer sem levar um cartaz com o nome da ONG, por ser muito explícito. Daí restou às companheiras do Toque Lésbico dar o toque na passarela da xenofóbica empresa: foram pra rua, levaram seus tambores e um slogan: “O Câncer de Mama não discrimina. E a Avon?”. Sucesso total, vitória do humor sobre a carrancuda seriedade/serialidade empresarial. Queriam o quê, de uma empresa que lucra sobre a estupidez do ideário capitalista do consumo e da fetichização do corpo? Sempre jovem, a Avon é incapaz de perceber o mundo com outros olhos que não os da voracidade aniquiladora da inteligência. Tem dúvida? Fale com a sua consultora. Sentiu a brisa, Neném?

Φ SANTA CATARINA É QUARTO ESTADO A RECONHECER NOME SOCIAL NAS ESCOLAS. Gente, que alegria! Depois do pioneiro Pará (para desespero e mágoa dos ressentidos amazonenses xenofóbicos), Mato Grosso e Goiás, é a vez do conselho estadual de educação de Santa Catarina expedir parecer favorável ao uso do nome social para trans na documentação do sistema público e particular de ensino. Faltam ainda trâmites burocráticos para que a medida entre em vigor, mas agora é questão de tempo. Enquanto isso, a ABGLT continua animando os movimentos estaduais a pressionarem seus governos a adotarem a medida. Em 12 deles, incluindo o atrasado Amazonas, a discussão está rolando. Em outros, a luta está apenas começando, mas a sacar pela onda, deve molhar todo o país. Daí, será um duro golpe na discriminação, ainda que a longo prazo. Sentiu a brisa, Neném?

Φ TREINADOR DA SELEÇÃO ITALIANA NÃO QUER GAYS EM SEU TIME. A Itália tem sido, nos ultimos anos, uma espécie de vitrine social para o futebol. Não porque tenha sido campeã mundial, ou porque tenha revelado craques. Longe disso, é no futebol italiano que tem emergido mais caracaturalmente as contradições da sociedade de consumo que se corporificam no futebol. Principalmente a estupidez, a xenofobia em todas as suas vertentes, e a discriminação. Depois de uma onda de denúncias de resultados arranjados, que levou a Juventus à segunda divisão, à onda de violência entre torcidas, que brigam entre si, brigam contra os vizinhos (Norte rico X Sul pobre), brigam contra os negros, contra as mulheres, contra os LGBT, também no quesito homofobia eles têm mostrado que são craques. Já apareceu por lá garoto de programa que afirmou fazer sexo cotidianamente com grandes jogadores do certame, incluindo selecionáveis e campeões do mundo. Já apareceu dirigente afirmando que não existem gays no futebol. Agora, o treinador da Squadra Azurra, Marcelo Lippi, disse que seria impossível que um jogador da seleção tivesse um relacionamento público homoerótico. Lipp foi até lúcido: afirmou não ser uma questão de cultura, mas de mercado. Os torcedores não gostariam de torcer para um jogador que tivesse um marido ou namorado. No entanto, ele não compreendeu que sua declaração reafirma como verdade tudo o que tem corroído o futebol italiano, e o tem tirado do topo dos certames nacionais europeus de ponta. Nada de potência desestabilizadora do enunciado predominante, nada da potência filosofante de um Dante, de toda uma filosofia, literatura, arte, que encontraram em uma Itália há muito desaparecida, o solo necessário para florescer. E o mais irônico é que enquanto Lippi dizia isso, quantos jogadores na Itália e no mundo inteiro se compraziam nos braços de amados e amantes, no calor consolador do amor que não pode dizer seu nome? Sentiu a brisa, Neném?

Φ PROJETO QUE REGULARIZA UNIÕES ESTÁVEIS EXCLUI RELAÇÕES HOMOERÓTICAS. Mais uma evidência de que a Câmara Federal é muito mais perniciosa e daninha à sociedade brasileira do que sonham os vãos detratores de José Sarney. A Comissão de Seguridade Social e Família aprovou nesta quarta-feira última uma nova versão do projeto de lei que regulamenta a União Estável. A questão é que, por iniciativa do deputado José Linhares (PP/CE), as uniões homoeróticas foram excluídas do texto final. Linhares é padre e deputado (mas a igreja não condena a politização de seus membros? Não foi por isso que o bispo Fernando Lugo, do Paraguai, foi expulso da Santa Sé? Ou será que foi porque ele era de esquerda?) e diz-se não contrário às uniões civis homoeróticas, apenas quer que elas continuem sendo consideradas ilegais. Bom que é, né! Linhares confunde alhos com bugalhos, como diriam os gajos de Portugal. Acredita na família adônica, e quer fazer crer que o discurso teológico compõe com o científico e com o do Direito. Se o Estado é laico, a qualquer deputado que sabe somar dois mais dois, fica claro que os interesses do deputado são um atentado a um dos pilares do Direito moderno. E a modificação não deve passar. Mas em se tratando da câmara que temos, nem espere uma só sinapse, um só lampejo de inteligência: esta câmara contradiz Deleuze. Não há buraquinho por onde passe a inteligência. Vamos nos mobilizar, a inteligência, neste caso, somos nós. Sentiu a brisa, Neném?

Φ MINISTÉRIO DA SAÚDE COMBATE AIDS USANDO MÍDIAS ELETRÔNICAS. Nas últimas eleições brasileiras, bem antes dos EUA descobrirem a internet na eleição de Obama, já se percebia a importância da rede como território de combate à rigidez das mídias tradicionais. Lula venceu, apesar da maçiça campanha contrária em cadeia de rádio e tevê, Jornal Nacional, Band, Record, SBT, Folha, Estadão, Veja, etc. O governo federal tem mostrado que em matéria de mobilização midiática, compreende melhor que a alcunhada oposição que os saberes não tem fonte, e que devem circular nos meios, fazer comum-unidade pelo país afora. Por isso, distribuiu a verba publicitária, tirando a concentração econômica que antes existia em meia-dúzia de jornalões para colocar a propaganda em zil jornais menores e mídias alternativas. Agora, o ministério da saúde embarcou nessa. Tomou o insosso Orkut e o Facebook, duas possibilidades teletecnológicas de ação que são tradicionalmente usadas para o banal e o efêmero, para disseminar o combate ao vírus HIV e o uso do preservativo. Na comunidade “Atitude Contra a AIDS” (aqui, no orkut; aqui, no facebook), discutem-se temas relativos à prevenção, e o pessoal do ministério dá dicas confiáveis. Nada de amadorismo aqui. As comunidades são resultado de uma pesquisa que mostrou que pelo menos um em cada dez jovens já transou com alguém que conheceu na internet. Idéia Mara! O negócio agora é disseminar… A comunidade, meu bem. Disseminando a comunidade, você ajuda a não disseminar o vírus. É batalha virótica nos planos virtuais! Mande bronca, Matilda! Sentiu a brisa, Neném?

E não se perca na balada, querida! Para entender o que as bees estão falando, confere aí embaixo as principais gírias do mundo LGBT! Aloka! Hihihi…

VOCABULÁRIO LGBT

– LETRA “D” –

Dadeira: gay que adora ser passivo e pratica muuuuito

Dar a elza: roubar.

Dar close: ficar poucos minutos em algum lugar. Dar pinta

Dar o truque: enganar

Dar pinta: mostrar afetação

Débora Kerr: o mesmo que Betty Faria.

Desencanado: mais que simpatizante, não está nem aí

Desaquendar: desapegar, desembaçar

Descolado: que não é tímido, expansivo e integrado a algum círculo.

Derreter: quando alguém se colocou muito e fica em algum canto esperando a bebedeira passar

Dildo: Vibrador ou outro objeto utilizado para estimular o ânus ou vagina

Do além: pessoa, fato ou lugar estranho, chato, incompreensível

Do bem: pessoa, fato lugar legal, amigo (antônimo: do mal)

Drag Queen: homem que se veste com roupas geralmente associadas ao sexo feminino mas sem esconder que é homem, também associado a maior espalhafato. No original inglês, drag queen é utilizado como o mesmo significado de Travesti (homens que parecem mulheres)

Drag King: versão feminina de Drag Queen, i.e. mulher que se veste de homem

Drama: situação trágica ou tragicômica. Própria das dramáticas.

Fazer drama: exagerar no sentimentalismo ao contar/interpretar um fato; dramatizar

Dramática: para Johny Luxo, o mundo se divide em dramáticos e exóticos. Também utilizado como expressão tanto de contentamento como de espanto, alegria, satisfação e tristeza. Pode ser usado como elogio para alguém.

Dun-dun: negro ou muito bronzeado

Dyke: o inglês lésbica.

Dzarm: versão light de cafona.

.

Beijucas, até a próxima, e lembrem-se, menin@s:

FAÇA O MUNDO GAY!


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Quer linha de corte? Este é esquizo. Acesse:

CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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