Archive for the 'Racismo' Category

MINISTÉRIO DA SAÚDE LANÇA A CAMPANHA “RACISMO FAZ MAL À SAÚDE. DENUNCIE”

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“Os profissionais de saúde não acreditam na dor que a gente sente. Acham que é exagero. O que queremos é ser respeitados enquanto seres humanos que somos”, denunciou Maria Renó, paciente com a enfermidade falciforme que causa intensa dor. Marai Renó sempre enfrenta discriminação por parte de médicos quando procura uma unidade do Serviço Único de Saúde (SUS).

Essa é só mais uma denúncia contra a posição racista de muito médicos quando vão atender pacientes negros. Há um número grande desse tipo de profissional que alienado de sua profissão como representação social, atua como mero corpus-imóvel na relação de simpatia e empatia com os enfermos. O Brasil teve uma demonstração clara dessa realidade agora no período eleitoral quando alguns desses profissionais mostraram o quanto estão estupidizados ao projetarem suas frustrações na candidata Dilma. São bloqueados-políticos que não conseguem a realização desses afetos humanos, simpatia e empatia, fundamentais no trato médico-paciente.

Diante dessa cruel realidade, que deveria ter sido observada pela faculdade de medicina por onde passaram esses alienados-profissionais para impedi-los de fazerem uso do discurso médico, a autoridade-médica promulgada, o Ministério da Saúde decidiu lançar a campanha nacional Racismo Faz Mal à Saúde. Denuncie”. A campanha que começou ontem, dia 25, vai até o dia 30 de novembro quando serão distribuídos em todas as unidades de saúde aos profissionais e pacientes 260 mil cartazes e 260 mil folders. Para denunciar basta ligar o Disque Saúde 136.

O Ministério da Saúde vem mostrando através de estudos, que há uma gritante diferença de tratamento entre a paciente branca e a negra. Por exemplo, na questão do parto. Enquanto 46,2% mulheres brancas tiveram acompanhamento no parto, só 27% das mulheres negras tiveram esse acompanhamento. Sobre a importância do aleitamento materno, 77% das brancas tiveram orientação, 62,5% das mulheres negras tiveram essa orientação. Quanto a mortalidade maternal infantil, 60% das mortes maternas atingem as mulheres negras e 34% as mulheres brancas. O estudo mostra ainda, que as crianças que morrem na primeira semana de vida, 47% são crianças negras, enquanto 36% são brancas.

“Dados importantes mostram como a desigualdade e o preconceito produzem mais doenças, mais mortes, mais sofrimento. O que mais pode justificar essa diferença no atendimento a brancos e negros no SUS que não seja o preconceito e o racismo institucional.

Não podemos tolerar o preconceito ou nenhuma forma de racismo na saúde”, disse o ministro da Saúde, Arthur Chioro.

MAPA DA VIOLÊNCIA NO BRASIL MOSTRA QUE EM CADA DUAS HORAS SETE JOVENS NEGROS SÃO ASSASSINADOS

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Um dos principais sintomas apresentados no corpus patológico das organizações sociais é o assassinato de jovens negros. A violência física, psicológica, moral e humana desfechada contra os negros historicamente no Brasil não terminou com a chamada libertação dos escravos.

Os corpos étnicos-antropológicos clivados pelos códigos de dominação do branco sobre o negro permanecem como chagas incuráveis tanto no espaço urbano como no espaço rural da alcunhada modernidade. Sua exclusão não é só uma questão de uma perspectiva, mas de várias. Política, econômica, social, estética e até moral. Moral, porque o negro é visto como alguém que não tem fundamentos de valores que lhe permitam uma confiança por parte do branco-dominador. O negro é sempre o outro, o estranho, ou seja, aquele que ameaça por sua estrutura primitiva.

Essa psicologia nazifascista cunhada na estupidez do desconhecimento genético-humano leva por parte dessa classe discriminadora, a perseguição de todas as formas contra os negros. Sejam perseguições explícitas como faz a polícia, ou de forma implícita como no caso da procura de um emprego. Esse racismo ostensivo comprova o grau de irracionalidade da patologia que domina o corpus das organizações sociais, que Marx diz que só se transforma quando tiver uma nova direção que escape do capitalismo.

O capitalismo promove o racismo principalmente porque ele representa o espírito condutor da maioria da população como elemento das posses. Como o negro é tido, pelas forças repressivas do capital, como uma alteração moral é também clivado como uma ameaça aos chamados bens pessoais. Diante de um assalto em que estejam por perto dois jovens, um branco e um negro, é do negro de quem a polícia, primeiro suspeita. Mesmo que o branco tenha cometido o delito, a suspeita sobre ele é posterior. É como se a polícia já estivesse robotizada em relação ao racismo. Tudo isso, porque ela faz parte do corpo repressivo do sistema capitalista a quem deve defender.  

Foi a partir desse quadro racistante, que o sociólogo Júlio Jacobo Weiselfisz, tomando os dados oficiais do Sistema de Informações de Mortalidade do Ministério da Saúde, trabalhou o Mapa da Violência no Brasil que mostra a cruel realidade que em duas horas sete jovens negros são mortos no Brasil.

A pesquisa que 82 jovens que morrem por dia, 30 mil por ano, e todos entre as idades de 15 anos a 29 anos. Desses jovens assassinados, 77% são negros, 93,30% são do sexo masculino. São moradores dos espaços periféricos das regiões metropolitanas dos centros urbanos.

Uma parte que chama atenção de forma preocupante na pesquisa é quanto a diminuição dos homicídios entre os jovens. Enquanto homicídio de brancos diminuiu, o número de vítimas negras aumentou. Em 2002, havia um número de 19.846 vítimas brancas. Em 2012, caiu para 14.928. Um percentual de queda de 24,8%. No mesmo período, 2002 e 2012, o numero de vítimas negras passou de 26.656 para 41.127. Um percentual de crescimento de 38,7%.

Não precisa ser cristão ou pertencer a uma sociedade humanista para saber que essa cruel realidade tem que mudar. E os princípios mutantes capazes de efetuaram essa mudança são a educação, o direito ao respeito, a inclusão na sociedade, como sujeito de produção de novas formas de existir e a ética social que tenha o homem como um ser vocacionado para a vida.

ANISTIA NACIONAL LANÇA O “PROGRAMA JOVEM NEGRO VIVO”

Em cada duas horas, no Brasil, são assassinados sete jovens negros. Esse quadro violento que mostra a verdade cruel do racismo no Brasil tem mudar. Mas esse quadro só pode mudar com as participações dos governos, instituições, partidos políticos, movimentos sociais e toda a sociedade civil. É preciso entender que ninguém se salva sozinho.

Veja, ouça, analise o vídeo e tome sua posição.

O DEPUTADO HEINZE (PP/RS) DISCRIMINOU NEGROS, ÍNDIOS E HOMOSSEXUAIS, AGORA A FRENTE PARLAMENTAR QUER SUA PUNIÇÃO

O Discurso Racista e Homofóbico de Heinze.

“Hoje os invasores de terra têm os direitos e as pessoas de bem não têm direito nenhum. Em Sananduva, no Rio Grande do Sul, tem um pequeno produtor que foi expulso de sua terra e os índios estão certos? Essa gente presta?

Estão aninhados quilombolas, índios, gays, lésbicas, tudo que não presta está alinhado ali, e eles têm a direção e o comando do governo”, discursou o deputado  racista e homofóbico, Luiz Carlos Heinze.

O discurso do deputado ocorreu no mês de novembro do ano passado, passou a ter repercussão agora. Seu discurso, além de ter o objetivo de amealhar eleitores reacionários, procurava atingir o Gilberto Carvalho, ministro Secretário-Geral da Presidência da República. Também o deputado Alceu Moreira (PMDB/RG), entrou na roda de discriminação, e juntos, os deputados, estimularam os proprietários rurais a se rebelarem contra os índios e os quilombolas. Além de acusarem o Conselho Indigenista Missionário (CIMI) de ser o “orquestrador” da posição que os índios tomam na defesa de suas terras, acusaram-no de estar a serviço de organismos internacionais contra o agronegócio.

Agora, que as posições discriminatórias de Heinze chegaram a público, ele iniciou um desmentido com significado hilário. Entretanto, a deputada Érica Kokay (PT/DF), presidenta da Frente Parlamentar dos Direitos Humanos, não riu da piada sem graça de Heinze e afirmou que suas declarações ferem o decoro parlamentar. Por isso, ela vai entrara na Corregedoria com pedido contra o homofóbico racista por quebra de decoro parlamentar.

“Ele incitou a violência e desqualificou gays, quilombolas e indígenas. É inadmissível que nós possamos encarar que isso é natural”, disse a deputada.

“OS NEGROS NO TRABALHO”, BOLETIM DIVULGADO PELO DIEESE, MOSTRA QUE ELES CONTINUAM INFERIORES NO SALÁRIO E POSIÇÃO NO MERCADO DE TRABALHO

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Pesquisa feita pelo Dieese junto com a Fundação Seade e o Ministério do Trabalho que foi divulgada mostra dados que já são do conhecimento público: os negros são muito discriminados na questão do trabalho, como por exemplo, salário. Sua maior participação no mercado do trabalho não lhe garante igualdade com os que não são negros, assim como o fator escolaridade não influi para que eles ocupem postos hierárquicos melhores. Nas regiões metropolitanas eles representam 48,2%, mas seu salário é 36,1% inferior aos que não são negros.

A pesquisa estudou as regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Fortaleza, São Pulo e Salvador.

“De fato, o acesso dos negros à universidade e à qualificação é menor. No entanto, quando aumentam o grau de escolaridade, individualmente tem uma melhora de renda, mas não suficiente para reduzir desigualdade, porque apesar de melhor remuneração ela continua menor se comparada com a dos não negros.

Os negros, em todas as estruturas produtivas, estão em ocupação de menos prestígio. E mesmo quando têm maior escolaridade, estão em níveis mais precarizados. Os dados são uma comprovação de que existe um papel grande da discriminação racial no mercado de trabalho. A despeito do aumento da escolaridade, o negro vai se manter na ocupação que exige menos escolaridade. Porque é aquele emprego que é oferecido a ele, que destinado a ele.

O mercado teve melhora como um todo, isso é fruto do desempenho econômico, do crescimento, da melhoria de condições gerais. A população negra em alguma medida se beneficiou, aumentou sua ocupação, mas a desigualdade de inserção se mantém.

A política de cotas teve impactos positivos, pois cria mais oportunidade e ela a escolaridade da população negra, mas não é único elemento para acabar com a desigualdade no mercado de trabalho.

O movimento sindical tem iniciado esse debate, tem aparecido bastante nas negociações coletivas, para que esse tema seja debatido no espaço da empresa. Preconceito racial é subjetivo às vezes, embora tenha um reflexo objetivo no mercado. É importante incluir todos no debate, para ir aos poucos saindo do esquecimento, dessa capa de que há igualdade no mercado”, analisou Adriana Marcolino, socióloga do Dieese.

DIA INTERNACIONAL DE LUTA PELA ELIMINAÇÃO DA DISCRIMINAÇÃO RACIAL É COMEMORADO COM A IMPLEMENTAÇÃO DO DISK RACISMO

Hoje se comemora em todo o mundo o Dia de luta pela eliminação da desigualdade racial, e o Brasil começou as atividades deste dia ontem, com o lançamento do serviço Disk Racismo que será uma ferramenta social pela proteção dos direitos das populações negra, indígena, quilombola, cigana e ribeirinha, e de zelo e manutenção das religiões de matrizes africanas.

Concebido pela Secretaria Especial da Promoção da Igualdade Racial do Distrito Federal (Sepir/DF) o serviço além de fazer todo processo de acompanhamento da denúnicia oferecerá assitência gratuita de psicólogos e advogados. Para o secretário da Sepir, Viridiano Custódio Negrito, “os negros e pardos correspondem a 54% da população do DF. Com a iniciativa, o Distrito Federal se torna a primeira unidade da federação livre do racismo”.

A razão de se comemorar esta data se deve ao Massacre de Shaperville, onde 20 mil negros protestaram, na África do Sul, contra Lei do Passe, que os obrigava a portar cartões de identificação, além de especificar os locais permitidos para circulação. Essa manifestação terminou com a morte de 69 pessoas e 186 feridos pelo exército. Este marco na luta contra a discriminação mostrou a importância de políticas publicas que não permitam diversas manifestações racistas e compostas de microfacismos no cotidiano de qualquer cidadão.

Segundo a ministra-chefe da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial do governo federal, Luiza Bairros “a existência do Disque Racismo é uma afirmação do GDF para a população negra do DF de que nós temos direitos nessa sociedade e nós temos e podemos fazer valer esses direitos”.

Diversos orgãos públicos e movimentos sociais se manifestaram sobre o lançamento e este dia de luta como a conselheira do CFP responsável pelo tema, Marilda Castela que afirmou ser“ importante que a Psicologia admita o racismo e tome isso como tema transversal em suas ações, independente de onde as (os) psicólogas (os) estiverem atuando”.

O atendimento pelo telefone 156 opção 7, vai funcionar diariamente, das 7h às 19h. Em outros horários, a denúncia poderá ser feita pelo e-mail ouvidoriaracial.sepirdf@gmail.com. A vítima vai receber orientações para registrar um boletim de ocorrência na Delegacia de Polícia com uma testemunha.

GOVERNO LANÇA PLANO NACIONAL DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DOS POVOS E COMUNIDADES TRADICIONAIS DE MATRIZ AFRICANA

A Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR) através da Ministra Luiza Bairros lançou na tarde de ontem  no Ministério da Justiça em Brasília o 1 Plano de desenvolvimento sustentável para comunidades de matriz africana.

Segundo o ministério  o documento reúne políticas voltadas para a garantia de direitos, proteção do patrimônio cultural e da tradição africana no Brasil e o enfrentamento à extrema pobreza com ações emergenciais e de fomento à inclusão produtiva .

Ainda existe diversas barreiras culturais no Brasil quanto o respeito e aceitação das produções negras no Brasil. Além disso os direitos e participação dos negros na sociedade são constantemente suprimidas pela presença do modelo brancoeuropeu que nos foi e continua sendo imposto. Por isto para a Ministra o plano “resulta do reconhecimento por parte do governo federal, da necessidade de articular as iniciativas e os esforços dos diversos ministérios e órgãos para garantir direitos, efetivar a cidadania e combater o racismo e a discriminação que incidem sobre os povos e comunidades tradicionais de matriz africana no Brasil.”

Estiveram presentes no lançamento artistas, ativistas negros, representantes dos cultos afrobrasileiros, membros da sociedade civil, personalidades políticas e sociais. O plano  em sua constituição “é um instrumento de planejamento e implementação das ações prioritárias para esse segmento populacional, construído com base no Plano Plurianual, PPA 2012-2015”.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Quer linha de corte? Este é esquizo. Acesse:

CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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