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PROFESSORES DO ENSINO PÚBLICO MUNICIPAL DE FLORIANÓPOLIS FAZEM MANIFESTAÇÃO PELOS SEUS DIREITOS

assembleiasintrasem18052015Em entrevista, o prefeito de Florianópolis Cesar Souza Junior, do PSD, fez uma afirmação que é totalmente contrária do que vivenciam e sentem os professores do ensino público municipal.

“Educação é o setor que nos orgulha e que nos desafia”, afirmou orgulhoso o prefeito.

Diferente do prefeito, os professores do ensino público municipal não têm com que se orgulhar diante da situação em que se encontram. Por isso, decidiram realizar uma manifestação como luta por seus direitos que, segundo eles, não estão sendo cumpridos pela Secretaria de Educação Municipal de Florianópolis.

IMG-20150522-WA0015 IMG-20150522-WA0016Na manifestação os professores exigem que a prefeitura, através da Secretaria de Educação, cumpra sua obrigação que é um direito trabalhista de todos os funcionários públicos. O pagamento da data base.

Entretanto, não se trata de um caso isolado de reivindicação que ocorre somente na capital de Florianópolis. No Paraná, em São Paulo, no Pará, no Amazonas os professores fazem as mesmas reivindicações em relação à data base.

E há nesses estados um signo que é muito preocupante para os professores: esses estados são governados por membros de partidos de direita. Portanto, reacionários. Os três primeiros pelo partido da burguesia-ignara-parasita, PSDB. Assim, como a prefeitura de Manaus que é administrada (?) pelo prefeito Arthur Neto, PSDB. Aquele que quando senador ameaçou surrar Lula. Em Manaus, os professores reivindicam o pagamento da data base e do Fundeb.

IMG-20150522-WA0020 IMG-20150522-WA0021No fim de sua entrevista o prefeito Cesar Souza Junior fez uma previsão otimista sobre sua gestão.

“O ano de 2015 é um ano para trabalhar muito, fazer as coisas funcionarem”, profetizou o prefeito.

O que pretendem os professores em relação à educação: que o prefeito trabalhe para que as coisas da educação funcionem.

PROFESSORES DO PARANÁ NÃO SE CURVAM DIANTE DAS VIOLÊNCIAS PRATICADAS PELO DESGOVERNO RICHA E CONTINUAM A LUTA

image_large (1)Os professores como conhecedores da história, daí serem professores, sabem que os desgovernos do partido da burguesia-ignara-parasita, PSDB, não têm fineza nem entendimento para com a educação. Os ditos conhecimentos desses desgovernos encontram-se situados no quadro da abstração. Uma fantasmagoria distante dos conhecimentos concretos que saem das experiências diretas com a matéria. Esses desgovernos chamam de educação a projeção que suas subjetividades apresentam a si mesmos como realidade. Uma fantasmagórica realidade que não suporta a realidade saída da experiência direta com a matéria que produz o mundo.

Os professores paranaenses que lutam racionalmente por seus direitos, sabem o  desgoverno Fernando Henrique deixou como conteúdo histórico no quadro da educação brasileira. Daí terem que lutar contra duas violências praticadas pelo desgoverno Richa. Uma a ignorante violência contra a educação, expressada no descaso e na falta de diálogo para por termos ao impasse. Outra a escrachada violência física e psicológica imposta pela Polícia Militar sob seu comando. A última teve um feito pelo Ministério Público para que ela não fosse usada. O que Richa não deu importância a tal pedido-jurídico.

e6fcd602-979b-4e11-b3e2-500392119293Com essa compreensão educacional-política-social-ética, os professores decidiram ontem, dia 5, dia do aniversário do Mouro de Trier, Karl H. Marx, nascido no ano de 1818, o maior grau epistemológico já alcançado por um humano, a realizar o Dia de Luto e de Luta. Milhares de pessoas saíram da Praça 19 de Dezembro, também conhecida como Praça do Homem Nu, e caminhando até a Praça Nossa Senhora de Selete nas confluências entre os prédios do Poder Executivo, Legislativo e Judiciário do Estado do Paraná. Ao chegarem diante do Palácio Iguaçu, tingiram de vermelho a água do chafariz como ato simbólico contra a violência policial e, em seguida, depositaram flores como ato pela paz.

Durante os percursos os professores realizaram alguns pronunciamentos sobre a atual condição de trabalho na educação, a luta pelos reajustes, a defesa da dignidade do servidor público e o massacre promovido, na semana passada, pela PM. Durante as manifestações eles tachavam o governador de Beto Hitler. Claro que uma comparação que só pode ser feita levando-se em consideração o ato irracional e perverso da violência, já que Hitler tinha uma formação cultural superior a do governador paranaense. Uma observação sem qualquer laivo de elogio ao nazismo.

 “Na história do estado, jamais ocorreu essa violência contra educadores. Estamos aqui hoje para mostrarmos nossa indignação contra a postura do governo do estado”, afirmou Marlei Fernandez, secretária de Finanças do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Estado do Paraná (APP-Sindicato).

Diante do impasse entre a tolerância e a inteligência dos professores e a intolerância e estupidez do governo Richa, o ministro da Educação, Renato Janine, colocou o ministério da Educação a disposição para tentar encontra uma solução.

“Nós nos dispusemos, caso seja do interesse das partes, no estado do Paraná, a mediar à relação entre o governo do estado e os professores, sobretudo depois dos eventos trágicos de quarta-feira passada, com grande número de professores feridos, em função da repressão”, disse Janine.

Enquanto isso, os professores de São Paulo, em 51 dias de greve por luta de 75% de aumentos para equiparar com outras profissões de nível superior, realizam na frente da Secretaria de Educação, na Praça da República, um churrasco de chuchu, apelido do intransigente governador do estado Geraldo Alckmin colocado pelo jornalista-humoristas Macaco Simão. Como é sabido, Alckmin é mais um governador do PSDB que coloca em prática a técnica da pedagogia do descaso com a educação cultuada por seu partido.

O mesmo ocorre em Manaus, cujo prefeito é o mesmo Arthur Neto que ameaçou surrar Lula. Prefeito do PSDB que os professores da rede municipal de ensino estão contestando junto com outros funcionários públicos.

BETO RICHA, MAIS UMA VEZ, MOSTRA AO MUNDO COMO O PSDB TRATA PROFESSORES: NA VIOLÊNCIA

5c508b64-648c-42a5-907e-63b5da7c99f4O PSDB, partido da burguesia-ignara que tem como berço esplêndido a direita paulista, conseguiu através de seu ‘príncipe’ sem trono, Fernando Henrique, mostrar a sociedade brasileira que seu negócio não é com a educação. Durante os desgovernos do ‘príncipe’ a educação foi profundamente massacrada e desprestigiada por força do caráter tacanho do neoliberalismo adotado pelo ‘nobre’. Não podia ser diferente: o capitalismo embrutece. Vide exemplo as falas e atos dos coxinhas-burgueses que o defendem. Quando o capitalismo se preocupa com a educação é para degenerá-la transformando-a em saber instrumental a serviço do lucro. Nada de sensibilização e racionalidade do saber como espiritualização ontológica.

Ontem, dia 29, mais uma vez o PSDB, através do governador do Paraná, Beto Richa, a subjetividade-racional teve diante de si o exemplo do método usado contra os que pensam uma sociedade democrática. Manifestantes preocupados com seus direitos trabalhistas foram até a Assembleia Legislativa para contestar a votação de um projeto de lei, do governador Beto Richa, que altera a previdência dos funcionários públicos do Paraná. Para os manifestantes o projeto muda a fonte de pagamento de mais de 30 mil do fundo previdenciário, o que causa custos a previdência dos servidores. Com seu projeto o governo vai deixar de gastar R$ 125 milhões mensais.

b4e64d27-dec5-410f-83b8-a3c19e5a55c8b5c9f6bf-7303-4bcf-a5b9-dedf6957c186 b9bf30eb-3f16-4259-bf7c-95dd2d7124e6 bebdc1a5-4246-41f8-b074-5e5ecad46cec d402ae77-6f7b-49dc-b52d-10ea1fef84aaComo já foi mostrado na greve dos professores que o governo tem dificuldade de dialogar democraticamente, a Polícia Militar foi acionada. Acionada ele, composta por 2 mil policiais, passou a reprimir os manifestantes com bombas de efeito moral, jato d’água e bala de borracha. Resultado do método educacional do governador: mais de 200 pessoas feridas, segundo a Guarda Municipal de Curitiba, 40 enviadas ao Hospital Cajuru e oito em estado grave.

635852c9-c485-44a4-9998-c2cc48583759 7f11086e-596e-464b-897e-19ca3b18f11a image (1) image (3) imageMas nem todos policiais militares cumpriram a ordem de atacar os manifestantes. De acordo com informação da própria PM, 17 policiais se negaram a atender a ordem e foram presos. Diante da atrocidade, o prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT), que já foi um grande reaça do PSDB, pediu ao governador que mandasse parar o ato de violência. Temendo também pela segurança dos funcionários da prefeitura, o prefeito liberou todos e as crianças que se encontravam nas creches próximo do local da ostensiva repressão.

“Estamos fazendo o possível para atender os feridos na prefeitura, mas nossa capacidade é limitada. Faço um apelo ao governador, Secretaria de Estado de Segurança Pública. Por favor! O momento é de pacificar. Já temos muitos feridos aqui”, implorou o prefeito.     

 Um fato irônico na repressão. A Rede Bandeirantes, como TV tão aliada do PSDB, teve seu cinegrafista Luiz Carlos de Jesus mordido por um pitbull da PM. Nem o seu ‘Jesus’ lhe salvou da repressão.

E como já é recurso demagógico de governo que faz uso da violência como forma de defesa de sua ineficácia, o governador Beto Richa culpou os manifestantes.

Clique no link abaixo pra ver os videos armadores. 

https://scontent-mia.xx.fbcdn.net/hvideo-xpf1/v/t42.1790-2/11192109_10153252225724763_958729337_n.mp4?oh=d5522d4437a5e93199bee7ce153a7741&oe=5541DCA9

https://fbcdn-video-k-a.akamaihd.net/hvideo-ak-xpa1/v/t43.1792-2/11091575_640016612795085_435754608_n.mp4?oh=7d4599e33e6e4dfc7237210587cc9701&oe=5541DC65&__gda__=1430378938_4f15a5c155a4ba6e827e4111417a0720

DESNARCISADOS, PROFESSORES DE MANAUS, TRAPACEIAM MOVIMENTO

IMG-20150327-WA0002O mito de Narciso é um dos principais mitos da mitologia grega – embora não fosse originalmente grego – e um dos mais conhecidos no mundo embora apresente basicamente três versões que servem aos discursos da psicanálise, política, sociologia, antropologia, religião, etc.

O mais conhecido é o que narra que Narciso, ao se encontrar diante de um lago, viu sua própria imagem refletida, e por ela se enamorou. Para alguns, se apaixonou. Enamorado-apaixonado por sua imagem, Narciso, mergulhou em seu encontro e lá ficou. Em outra narrativa, Narciso, que tinha um irmão gêmeo, se apaixona pela imagem do irmão depois que o mesmo morre. Na narrativa do filósofo Rousseau, Narciso, chega à margem de um lago e vislumbra, nas águas, a imagem de um jovem belo e se enamora por ela.

IMG-20150327-WA0004Nas três narrativas observa-se a predominância da imagem que Narciso tem de si mesmo. Na primeira, é ele mesmo; na segunda, é ele mesmo, projetado como irmão-gêmeo; e na terceira, ele mesmo, como outro, mas sempre ele mesmo. O certo é que Narciso se ama. O discurso do amor por si mesmo é apresentado por Freud em seu trabalho, Introdução ao Narcisismo, embora o pai da psicanálise em nenhum momento se refira ao mito grego. Freud chama de fase narcísica o momento em o bebê investe sua libido em si mesmo. O que significa afirmar que ele basta a si mesmo. O investimento da libido no exterior só ocorrerá no momento em a criança corte o fluxo dessa energia libidinal em si. O que seria o investimento do desejo em um objeto no exterior.

Historicamente, a segunda parte do enunciado revolucionário proferido por Cristo: “Amarás teu próximo como a ti mesmo”, é narcísica, mas como preparação de investimento do desejo no mundo como produção coletiva. Seria: é preciso primeiro amar a si para poder ir fora como amor com os outros. A formação revolucionária-coletiva. Como se sabe, essa é a grande ligação de Marx com Cristo, mesmo com o mouro de Trier, afirmando que “a religião é o ópio do povo”. Cristo sabia que era primeiro preciso libertar as almas individuais para depois libertar a alma coletiva. Aí o elemento persecutório criado pelos romanos contra Cristo.

A psicanalista francesa François Dolto, quando se sentia meio que triste, ela afirmava que precisava se narcisar, porque estava desnarcisada. O que significava que ela não estava com a libido em si mesma em forma de autoestima capaz de lhe colocar novamente em ligação com o mundo. Seu enunciado destrói o significado do senso comum que diz que uma pessoa é narcisista quando se prende a si mesmo. Não compactua com o mundo exterior. Quer tudo para si e nada para os outros. Ao contrário, ser narcisado é se encontrar em devir coletivo. É atualizar o virtual como real ou, se for o caso, realizar o possível.

Pois bem, os professores do ensino público estadual e municipal de Manaus marcaram para ontem e hoje uma paralização para discutir, em publico, os encaminhamentos da categoria que apresentariam aos governos como formas de reivindicação. Como pagamento da data base em 20%, plano de saúde, auxílio alimentação por cadeira e não matrícula, vale-transporte sem descontos, reforma das escolas, material escolar e merenda para os estudantes.

Compareceram mais de 6 mil professores. Um número expressivo capaz de abalar as pretensões antieducacinais dos governos. Abalaria se não fosse apenas o numeral que é quantitativo, molar, código-imóvel. E não o numerante que é qualitativo, molecular, devir-movimento. Em linguagem narcísica: a maioria dos professores, principalmente os chamados líderes, não estava narcisada para agenciar o movimento transformador na exterioridade.

A maioria, desnarcisada, permaneceu imobilizada nas correntes perversas de seus fantasmas familistas dissimulados em ideias de partidos de esquerda que desejam uma educação libertadora, transformadora e produtora de uma nova realidade. Na verdade, o que se viu e ouviu foi a cristalização do desconhecimento revolucionário de Paulo Freire. Uma desnarcisação tamanha que tem a mesma importância reivindicadora que teve o desnarcisismo da burguesia-ignara-branca da Avenida Paulista. Um desnarcisismo que confluiu com os representantes das direitas que se alcunham de professores.

Ninguém teve a ideia – seria querer demais – de pegar o microfone e gritar por Narciso. Nada disso, na falta de Narciso a saída era o microfone para que a trapaça contra o movimento prevalecesse. Um mundo desnarcisado é perversão crua. Por tal, não houve debate de propostas. Faltou a dimensão política necessária para que o debate fosse estabelecido e movimentado. Por isso, faltou alteridade, cordialidade e tolerância, princípios fundamentais para a produção da democracia. Princípios constitutivos da educação.

Trapaceado o movimento, restaram três propostas inócuas, decorrente da falta de dimensão politica. Uma: acampamento na frente do palácio do governo estadual e na frente da Secretaria de Educação do Município. Outra: chamar o bispo para interceder na temática (o famoso jargão: “vai te queixar pru bispo!”). E outro: criação de um calendário de luta. O defensor dessa proposta não sabe que o calendário é a morte do devir. Não sabe que o não pagamento da data base é uma expressão da imobilidade do tempo calendarizado.

IMG-20150327-WA0003Como os corpos-numerais conseguiram bloquear algumas ruas, alguns tristes professores, efusivos, afirmaram que foi uma vitória. O que o filósofo Paul Virilio,  filósofo da dromografia, diria que nada mudou. Só houve um movimento-quantitativo – nada dialético – no espaço perceptivo que não transforma o que já se encontra estabelecido. “Mostramos nossa força!”, alguns dirão com sentidos e cognição dissipados, já que se assemelha a força dos coxinhas paulistanos.

Politicamente, o que poderia ser um movimento transformador e criador de novos enunciados, não passou de uma trapaça contra o movimento. E diante dessa deplorável condição onde faltou o principal educador, Narciso, os governos, antieducacionais, só comemoram.

No mais, é aproveitar o feriado triste, autodeterminado pelos próprios professores. O que os professores pelegos e trapaceiros agradecem.

PROFESSORES DO ENSINO PÚBLICO ESTADUAL E MUNICIPAL DE MANAUS FAZEM PARALIZAÇÃO HOJE E AMANHÃ. MOTIVO: DEFESA DOS DIREITOS DA CLASSE.

IMG-20150318-WA0016Como até a pedras que não rolam sabem, por isso não criam limo, a educação no estado amazonas é, em função do que fazem os governantes, um caso de polícia. E não um caso de política. Caso de polícia, porque o método que os governos usam em relação aos professores tem o mesmo teor do método repressivo policial. Um exemplo: reprimem os direitos da categoria quando não pagam o Fundeb, cuja verba é federal direcionada aos professores para os mesmo apliquem em seus desenvolvimentos profissionais.

Outro exemplo: a data base. O governo do estado ainda não convocou uma reunião com a categoria para discutir o pagamento que ocorre nesse mês de março. O que já é, policialmente, insegurança, pois leva a categoria, visto que o pagamento ocorre somente no mês de junho. Desrespeito profissional e trabalhista que os professores não aceitam.

Mas o governo extrapola de sua função, porque tem apoio do sindicato-pelego que é seu aliado, mas que concretamente não tem o poder real de representatividade da categoria. Uma clara demonstração de uma aliança apática é que esse sindicato não reivindica qualquer política de incremento e estimulo as práticas educacionais nas escolas. Há falta de merenda nas escolas, falta de matéria, e inúmeras escolas estão avariadas, mas o sindicato não convoca os governantes para assumirem esse fundamental compromisso democrático que é de promover a educação.

Diante desse quadro perniciosamente preocupante, os professores fazem paralização hoje e amanhã na frente da Arena da Amazônia, às 8 horas. Nos dois dias os professores realizarão assembleias para discutirem as pautas opressivas e tirarem indicativos. Entre eles a possibilidade de uma greve geral.

Tudo porque o governador Zé Melo e o prefeito Arthur Neto, aquele que quando senador ameaçou dar uma surra em Lula, do PSDB, partido da burguesia-ignara-parasita, não sabem que educação é uma caso de política.          

 ENQUANTO ISSO, EM SÃO PAULO, 140 MIL PROFESSORES FAZEM GREVE

Vejam o vídeo que eles produziram para divulgar o motivo do ato político que é a greve e entra no seu 16° dia.

PROFESSORES DAS REDES ESTADUAL E MUNICIPAL REALIZARAM MANIFESTAÇÃO, EM MANAUS, REIVINDICANDO SEUS DIREITOS

IMG-20150318-WA0016Como a educação pública é um caso de política, visto que implica os conhecimentos e as práxis significadoras do educar da classe que nela está engajada, o que confirma a dimensão ontológica do educador, todo ano já é pauta da categoria concretizar reivindicações, porque os governantes não possuem o entendimento do que é publicamente educação.

Embora a reivindicação seja dos professores, a educação é um caso de política, porque não termina nos queres desses profissionais. Ela envolve também as escolas, os funcionários da escola, os estudantes, os pais, a comunidade, porque, de maneira geral, reflete todo o sistema de ensino. O professor trapaceado em seu seguimento profissional, como seu salário, expressa a trapaça a todos os trabalhadores. Portanto, não é uma reivindicação isolada, como muitos acredita, entre os muitos os próprios governantes com seus capachos. Entre os capachos, professores submissos, analfabetos políticos, ou masoquista, que gozam sob a opressão destes governos.

IMG-20150318-WA0001 IMG-20150318-WA0002 IMG-20150318-WA0003 IMG-20150318-WA0004 IMG-20150318-WA0007 IMG-20150318-WA0010Foi exatamente com essa compreensão que centenas de professores da rede pública do estado e do município realizaram manifestação, em Manaus, reivindicando seus diretos tendo como pauta principal a data base. Um tema fácil de compreender, mas impossível de aceitar.

Com referência ao estado, a data base, que é um reajuste no salário da categoria que pede 20%, ocorre no mês de março. Só que o governo, em sua infinita sabedoria, até o dia de ontem, dia 18, data da reivindicação, não havia se pronunciado. Como o mês de março caminha para o seu fim, os professores acreditam que vai ocorrer o mesmo que vem ocorrendo durante anos: o pagamento da data base só ocorrerá lá para as bandas de junho quando o dinheiro já tiver tomado outra feição que não a de salário dos professores.

IMG-20150318-WA0014 IMG-20150318-WA0015 IMG-20150318-WA0017 IMG-20150318-WA0018Para materializar a reivindicação, os professores a partir das 8 horas, seguiram para a Avenida Brasil, locais das sedes do governo estadual e municipal. Quando chegaram ao topos estadual, foram informados que o sindicato, considerado pelos manifestantes como pelego, já havia dialogado com o governo. Mostrando o quanto sabe que educação é um caso de política. Para ele simples pelegagem.

IMG-20150318-WA0019 IMG-20150318-WA0020 IMG-20150318-WA0023 IMG-20150318-WA0024Os manifestantes não se abateram e nem imitaram as direitas que são imobilizadas por um eterno estado de depressão. Professores subiram ao carro de som e expressaram seus discursos de descontentamento com o estado de coisa que violenta a educação no Amazonas há décadas sob a força opressora dos governos reacionários. Depois seguiram em direção à sede da prefeitura sob o ideário neoliberal do partido da burguesia-ignara-parasitária, PSDB, comandada pelo prefeito Arthur Neto, que quando senador, afirmou que iria surrar Lula. Semelhante como ocorreu na frente da sede do governo estadual, os professores também discursaram de forma veemente e convincente diante da sede da prefeitura.

Como não foram atendidos pelos governos, a categoria, em assembleia no local, decidiu que na quinta-feira e sexta-feira da próxima semana haverá um paralisação geral. No dia 26, na frente da Arena da Amazônia, haverá um assembleia para decidir a greve geral. Uma decisão que mostra que esses professores compreenderam, junto ao filosofo Marx, que a potência política do trabalhador é a mobilização. E que em alguns casos leva à greve comandada pela classe.

IMG-20150318-WA0026 IMG-20150318-WA0027 IMG-20150318-WA0028 IMG-20150318-WA0030 IMG-20150318-WA0031 IMG-20150318-WA0032 IMG-20150318-WA0035 IMG-20150318-WA0036 IMG-20150318-WA0040 IMG-20150318-WA0042 IMG-20150318-WA0043 IMG-20150318-WA0045Enquanto a decisão confirma que a educação é um caso de política, para os capachos e pelegos, que não comparecem às reivindicações, a decisão é um momento de confirmar suas alienações como intrusos na educação, porque irão aproveitá-la como um bom feriado. Um convescote ou uma oportunidade para irem livremente e saltitantes ao shopping ou supermercado, suas praias efusivas promovidas pelo consumo capitalista. Uma prática que se configura como a exploração da mais-valia, sobretrabalho, que os professores manifestantes produzem e os pelegos tomam para si. 

DEPOIS DE UM MÊS DE GREVE PROFESSORES DO PARANÁ MANTÉM PARALIZAÇÃO DIANTE DA OBSTINAÇÃO DO GOVERNO

image_largeSão várias vozes ecoando que o governador do Paraná, Beto Richa, do partido da burguesia-ignara paulistana PSDB, que já mostrou através de seu guru Fernando Henrique que não tem dimensão política para tratar da educação, quebrou o estado. Envolvidos por essas vozes, os democratas paranaenses entendem, sem aceitar, que a educação no estado também foi atingida de forma cruel.

Milhares de professores lotaram o Estádio Durival de Brito, do Paraná Clube, para discutir os temas que obstinadamente o governador do estado procura não trata como deve ser tratado. Depois que vários professores usaram suas vozes e inteligências reivindicatórias foram tiradas as decisões. A APP Sindicato, entidade sindical dos professores paranaenses, decidiu junto com a categoria que a paralização continua. Uma decisão que vem contando com o apoio da população do estado. Segundo pesquisa do Instituto Paraná Pesquisa, encomendada pelo jornal Gazeta do Povo, 90% dos entrevistados sabem da existência da greve e a apoiam, e 80% apoiaram a ocupação da Assembleia Legislativa, no dia a10 de fevereiro.

Como parte ironicamente-humorística, 76% da população paranaense desaprova a administração do governador. Em dezembro ele tinha 65% de aprovação.

“Nós fizemos uma avaliação ontem, com o comando estadual de greve, com mais 200 pessoas reunidas e decidimos pela continuidade da greve porque entendemos que o governo não pode fechar as portas, não pode entregar isso na mão do Judiciário, tem que vir discutir os pontos pendentes. A organização escolar ainda não está suficiente. Queremos que todas as condições efetivas para trabalhar estejam adequadas” disse Marlei Fernandes, secretária de finanças da APP Sindicato.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Quer linha de corte? Este é esquizo. Acesse:

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VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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