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FÁBIO KOFF É REELEITO PRESIDENTE DO CLUBE DOS 13, DERROTANDO KLEBER LEITE, CANDIDATO DA GLOBO E DA CBF

especial para o Por Fora de Futebol

Em eleição realizada hoje, dia 12, o presidente da entidade futebolística Clube dos 13, a elite do futebol brasileiro, Fábio Koff, candidato apoiado pela TV Record, Juvenal Venâncio, presidente do São Paulo, e a maioria do clubes dos 13, foi reeleito para mais um mandato, derrotando Kleber Leite, cartola do Flamengo e candidato da TV Globo e de Ricardo Teixeira, presidente da CBF. Doze votos a favor reconduziram Koff, e oito mantiveram Kleber na ilusão.

Durante os dias que antecederam à eleição, a direita tirânica do futebol brasileiro, comandada por Ricardo Teixeira e a TV Globo, usou os mesmos recursos condenáveis que são usados por demagogos em eleições legislativas e executivas. A CBF ameaçou dirigentes de clubes, fez promessa e emprestou dinheiro ao Botafogo. Por seu lado, a TV Globo adiantou pagamentos para o Corinthians (logo o clube que Lula torce). Com a trapaça, Botafogo, Goiás e Curitiba, que se posicionavam pela democracia, trocaram as camisas e foram para o lado de Kleber Leite. Resultado: perderam e saíram como anti-éticos do futebol brasileiro.

A vitória de Fábio Koff é um fortalecimento da democracia no futebol brasileiro, que vive sob a ditadura das decisões da CBF e das ingerências da TV Globo, principalmente no que tange às programações das partidas de futebol transmitidas pela ex-deusa do Jardim Botânico.

Com sua reeleição, Fábio Koff deve ter mais espaço e sustentação para mudar os empecilhos criados pelas duas entidades tirânicas do futebol. Um desses empecilhos é o horário das transmissões dos jogos pela TV Globo, que segue os critérios exclusivos da rede de programação dos Marinhos.

Pode ser o começo do fim do monopólio da rede Globo nos negócios do futebol brasileiro. Algo que é muito bom para o Brasil.

MESSI E MARADONA: A PULGA E A BOLA

LA PULGA: “Nem que passem milhões de anos eu vou estar no nível de Maradona. Eu quero fazer minha própria história e não me comparar. Ele é o maior de todos os tempos”, disse Lionel Messi, o craque argentino, atualmente no imbatível Barcelona.

LA BOLA: “Hoje é muito fácil dizer que Messi é o melhor do mundo. Na seleção não o tiramos nunca de campo e acreditamos que ele irá explodir em algum momento. Falei com alguém que neste momento está amadurecendo a passos gigantescos. Já não é mais um menino. Tem direitos conquistados dentro de campo e terá que fazer valer sua liderança dentro dele”, falou Maradona, escolhido essa semana o maior craque de todas as copas, atualmente técnico da Argentina, em entrevista à rádio “Cooperativa”, de Buenos Aires.

Quando Maradona marcou aquele gol na Inglaterra na copa 1986, todos o consideraram imediatamente o gol mais bonito de todos os tempos das histórias das copas. No ano passado Messi marcou um gol semelhante, e todos aproximaram com a lembrança os dois gols.

Um drible ali outro ali, um carinho na dendeca, e a imprensa internacional, nacional, estadual, municipal força a comparação entre Maradona e Messi. Tudo bem, Messi já respondeu e, não por modéstia, mas porque sabe que a comparação é falsa quando se fala de um craque. Serve apenas para humilhar os ressentidos, como Pelé.

O que se sabe, o que se vê é que Messi ainda caminha para os 23 anos e, existencialmente, tem todas as possibilidades de esgarçar as quatro linhas e levar nossa azul-celeste não só ao título da próxima copa, mas pode trazer para ela o real enlevo de ver o futebol-devir-criação enlevar corpos e espíritos de todo o mundo. Maradona, o técnico que abraça os jogadores, e que tem um carinho especial por Messi, sabe disso: “Seria terrivelmente estúpido pedir uma posição fixa a Messi. Menotti e Bilardo me diziam: ‘Vá e jogue’. Então digo a Messi que ele deve se preocupar somente em jogar. Ele tem um potencial muito grande para se movimentar e saber onde deve estar em campo”.

Assim, tomando as palavras de Messi, pode ser que daqui a milhões de anos ele não seja igualmente comparado a Maradona, mas que se faça lá a comparação ao menos como entre a pulga (chamam Messi de La Pulga) e a bola (Maradona se autodenominava La Bola): duas singularidades do futebol entre os quais a diferença poderá até ser de graus, mas não de essência.

especial para o Por Fora de Futebol

JORNAL INGLÊS CONFIRMA O QUE O MUNDO JÁ SABIA: MARADONA FOI MELHOR QUE PELÉ

especial para o Por Fora de Futebol

É quase unanimidade entre os especialistas do futebol afirmar que Maradona foi melhor jogador do que Pelé. Só não é unanimidade porque de vez em quando após uma dessas eleições é logo convocada uma outra pelos amigos de Pelé na Fifa.

O jornal inglês The Times divulgou ontem uma lista onde enumera dez maiores craques da história das Copas do Mundo. Quais foram os dois primeiros? Advinha advinhão? Maradona em primeiro e Pelé em segundo.

Seguindo a lista aparecem Franz Beckenbauer, Giuseppe Meazza e Gerd Müller. O imprevisível Garrincha – que para nós, por fora de futebol, ficaria em segundo – foi posto na sexta colocação. Ronaldo, o “jaca que cai”, maior artilheiro da história das Copas, é o oitavo, logo atrás de Johan Cruyff. O inglês Bobby Moore e o húngaro Ferenc Puskas fecham a relação.

Tudo bem, Pelé era craque. Como também é verdade que não há jogador que se compare nem um tantinho assim ao que ele foi na atualidade no Brasil, embora muitos queiram operar essa falcatrua temporal. Mas daí comparar Pelé com Maradona é forçação de barra. Afora nossa simpatia pelo engajamento político-afetivo-existencial de Dieguito fora das quatro linhas, a sua singularidade em conduzir a dendeca onde tudo era possível, sempre traçando coordenadas coletivas, fazendo do futebol uma verdadeira festa onde as cores do baile eram azul-celeste, colocam-no fora de qualquer possibilidade de comparação. Ele é o incomparável.

No mais, que Pelé seja o rei. Como dizem los hermanos: “Todo bien, Maradona es D10S!”

POR FORA DE FUTEBOL

“Eu entro em campo pra ser feliz.” Valdivia, craque chileno

O O O O Bola não é só para rolar, pular e parar. É também para alegrar.

###################### FOGÃO NÃO NEGA A RIMA. É CAMPEÃO!

Quando o Vascão subiu para a primeirona do futebol brasileiro, depois de passar todo o ano de 2009 na segundona, esse Bloguinho Intempestivo afirmou que naquele momento a esquadra lusitana estava apta a participar do campeonato carioca.

Pois bem, hoje, na festejança da estrela que faz de sua solidão a produção constelação, queremos fazer nossa retificação. O Vascão também não está preparado para disputar o campeonato carioca. Ele está preparado para participar do campeonato amazonense que não existe.

ESSE CAMPEONATO É FOGO, TIO LAURO!

Os filósofo da antiguidade, preocupados em encontrar o elemento primeiro que deu origem ao mundo apresentaram a água, o ar, a terra e o fogo. Cristo, falando sobre o desejo, disse que Ele era o Fogo, e quem estivesse longe dEle estaria longe da Vida. Então o filósofo e Cristo se fizeram em BOTAFOGO. O que está na Vida. Pelo menos no Maracá contra o Vascão.

Com filósofo e Cristo, os jogadores do Fogão foram queimando os lusitanos. Não para lhes transferir a Vida, mas para torrá-los como um bom prato comestível. É fácil. Bota um Loco na frente, um Lúcio no meio e um negro talentoso no gol. Pronto! Não há como escapar. Mas não esquecer de um Joel Santana, com sua prancheta, na margem do campo. Não dá outra: FOGÃO CAMPEÃO!

O tio Lauro torcia pelo Botafogo no tempo do Garrincha e Nilton Santos. Joel Santana, sem querer, lembrou tio Lauro: Dedicou a conquista ao Nilton Santos, a Enciclopédia do futebol brasileiro.

A festa estava rolando quando de repente, não mais que de repente, apagaram as luzes do Maracá. Alguém acredita que escureceu a noite dos ‘engarrinchados’? Não escureceu. Tudo ficou claro. Era o Fogão o Campeão! O FOGÃO clareou todo o estádio. O FOGÃO tem luz própria!

Para não ficar nenhuma desavença entre Vascões e Mengões, é preciso lembrar que todos dois levaram couro do Fogão. Pronto! Ninguém tira sarro do outro. É a democracia do futebol carioca instalada pelo FOGÃO!

O TIME DO RACISTA VENCE O SÃO PAULO. QUE SÃO PAULO?

Esta semana o São Paulo vai estrear na Libertadores. A diretoria do time tricolor fica afirmando que ele joga no campeonato paulista com o time titular, mas com olho na Libertadores. Campeonato Paulista e Libertadores. Os jogadores entram em campo contra o time do racista com um olho no Palestra e outro no meio da semana. Onde se encontra o São Paulo? Ou que São Paulo encontra-se diante do Palmeiras do racista?

Resulta resultado. Os comandados pelo racista metem duas dendecadas nos sãopaulinos. Robert é o herói do racista com as duas dendecadas, e os incautos fazem a festa.

Outras partidas virão, e os comandados pelo racista não encontraram um São Paulo diáfano, um São Paulo enevoado sem saber onde se encontra. Aí, toda trapaça feita pela diretoria do Periquito, demitindo Muricy e contratando o racista Antônio Carlos, mais um limitado do futebol, vai procurar outra alma penada do futebol brasileiro para contratar. Porque o real do Palmeiras é não ter administração. E a sorte dele é que o futebol brasileiro está nivelado por baixo como por baixo ele se encontra.

Robert, chorou pelos gols que fez. Babaquice de quem não sabe da lógica da hierarquia que controla o futebol. O choro dele é um choro de quem ganhou de um time na disputa do campeonato paulista que nada, ou pouco, vale no ranking futebolístico. Se Robert pudesse saber porque o São Paulo não chorou, ele ia saber que a vitória do Palmeiras não tem nenhuma importância para o São Paulo, que disputa a Libertadores, enquanto o Palmeiras necas.

############### PERGUNTA SOBRE CRAQUES

Quem mais viu craques fora dos campos oficiais?

Resposta: A Lua.

DEIXA QUE EU CHUTO, MEU!

MURICY É DEMITIDO DO PALMEIRAS QUANDO SERIA O PALMEIRAS PARA SER DEMITIDO

especial para o Por Fora de Futebol

Há tempos o Palmeiras não é tempo de Muricy. O que deveria ser no Palmeiras um esporte coletivo se transformou em “cada um cuide de si”. Às constantes derrocadas que o time do Palestra vem colecionando não tem nada a ver como o ex-técnico Muricy Ramalho. Tem a ver com a realidade do futebol capitalizado e mais as péssimas administrações que se sucederam nos transcursos desses mais de dez anos.

Muricy, acostumado a grandes conquistas em sua carreira, principalmente no São Paulo, hoje amarga a realidade do futebol de resultado – não importa como – que tomou conta dos times do mundo inteiro, inclusive na seleção brasileira de Dunga e seus submissos. A demissão de Muricy segue a ordem da estupidez da ilógica da vantagem do futebol: “Ganhou? Foram os jogadores. Perdeu? Foi o Técnico”. Alguém tinha que ser responsabilizado pelos fracassos do Palmeiras, este alguém é o Muricy. Não é o Diego Souza e seus comparsas, almas penadas se arrastando pelos campos. Não é a péssima administração do talentoso economista professor Belluzo, mas insuficiente administrador de um clube de futebol. O Serra do Palmeiras.

Vagner Love, como um deslumbrado burguês, não é confiável, mas ele afirmou, quando saiu do Palmeiras, e vendo o time continuar sua série de derrotas, que o problema do Palmeira não era ele. Aí o baladeiro-sensual acertou. O impasse do Palmeiras é o próprio Palmeiras como instituição futebolística, cujo dirigentes perderam a orientação real de como um clube transcende às afecções individuais e existe pelos jogadores e sua torcida.

O Palmeiras de hoje não possui dirigentes e jogadores, pelo menos, medianos, mas com o sentido coletivo. O mínimo que Muricy pretendia e a diretoria não queria. O que esperar de uma diretoria que acredita resolver as dificuldades de seu time com a contratação de um simples Ewerton? Pobre percepção e concepção do que seja futebol. Esse, o pobre Palmeiras que desde julho de 2009 vinha ofendendo Muricy. Talvez, se alguém perguntar para o Muricy, qual o time em que ele mais se sentiu impotente, é possível que responda que foi no Palmeiras. Principalmente por ser um time grande, de tradição, mas que não consegue lidar com os afetos racionalmente.

POR FORA DE FUTEBOL

“Eu entro em campo pra ser feliz.” Valdivia, craque chileno

################# FOGÃO QUEIMA AS URUBUZUDAS

Em uma partida com duas óbvias expressividades – a ressaca do carnaval e a medíocre performance do futebol carioca – o Fogão empurrou duas dendecadas no Mengão, que fez uma.

O Mengão começou na frente, com seu já manjado futebol, acrescido do visível cansaço dos baladeiros Wagner Love e Adriano. Ex-imperador com um preparo físico que lembrava os plebeus explorados pelos patrícios, dava mais bandeira. Houve um momento que se imaginou que ele ia desmaiar ou pedir para sair. Refluxos do carnaval, que ninguém é Zeus.

Dominando a partida, os Urubuzudas dendecaram com gol de Pacheco. Ainda no primeiro ‘time’, os da estrela solitária, em uma constelação imensa, empataram. A partida estava com a cara de Joel Santana. Faz que está morto e ataca para ver como fica.

Segundo ‘time’, os Urubuzudas não baixaram a bola, foram para a frente. Mas lá estava o esquema do homem da prancheta: os urubuzudas não dendecavam. Era uma partida, no olhar do incauto, dominada pelos Urubuzudas que à qualquer momento marcaria e sairia com a vitória. E marcou mesmo. Só que bobeira. Um toque de bola rápido, nos minutos próximos ao final, Caio caiu disputando a dendeca com o zagueiro menguista, o goleiro Bruno saiu, mas a dendeca foi deitar no canto da rede.

Resultado do falso domínio dos Urubuzudas é que eles estão fora da disputa da Taça Guanabara que ocorrerá domingo, às 16h, no Maraca, entre Fogão e Vascão. Na busca de explicação para a derrota, alguém pode dizer que os Urubuzudas desprezaram os foguistas. Não foi nada disso. O Fogão levou a melhor por força de seus jogadores e, claro, os saques futebolísticos do ex-bigode Joel Santana, que esquematizou o Mengão em seus truques.

########## PERIQUITO É DEPENADO NA PRÓPRIA ÁRVORE

Se apresentando no mesmo estilo quero perder, façam-me um favor, o velho cansado Palmeiras levou uma senhora goleada em sua própria casa. Os operários azulinos bailaram no salão verde-amarelado do Periquito e meteram 4 dendecadas coma maior facilidade, contra uma dendecada.

Para quem gostar de caminhar, a partida foi um passeio dos operários pelos intermezzos da zaga palestrante, que de zaga só se via os atacantes operários bailando.

Para quem gosta de sofrer, é de causar dor a face do Muricy no momento da entrevista, tentando explicar o óbvio. Que dor para quem era, até pouco tempo, um vencedor. Já andam comentando que é praga exalada do Serra, que é Conselheiro do Clube.

######## POR SUA VEZ, O TIMÃO PERDE O CARNAVAL, MAS GANHA O PEBOL

Disputando com um Mogi Mirim, que se mostrou sem qualquer criatividade e movimentação da infância, o Timão, depois de perder a disputa do carnaval com a Gaviões da Fiel, meteu três dendecadas nos falsos mirins, com direito a duas de Souza.

Bem na tabela de classificação, o Timão só tem olhos para a Libertadores, e espera contar com sua estrela publicitária, Ronaldo ‘Jaca Que Cai’, que continua tentando se recuperar da última queda.

,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, COISAS DA DUPLICIDADE

Pela Liga dos Campeões, nos jogos de terça-feira, os dois times do pastor Kaká perderam: Milan e Real Madrid. O do mafioso Berlusconi perdeu em casa, apesar do gol do baladeiro-sensual, Ronadinho Chupeta. Dessa forma, os duplos estão em péssimas condições para o seguimento na competição futebolística mais importante do planeta, segundo os capitalistas que empresariam o evento bilionário.

· * * * * De quem são as estrelas?

CABAÑAS FEZ CIRURGIA PARA RETIRADA DE BALA

especial para o Por Fora de Futebol

http://oglobo.globo.com/blogs/arquivos_upload/2008/05/195_1617-caba2.jpg

O craque da Seleção Paraguaia, Cabañas, 29 anos, terror da Seleção Brasileira e alguns times do Brasil, hoje, jogando no México, foi submetido a cirurgia para retirar uma bala que se alojou em seu cérebro depois de ser baleado, na madrugada dessa segunda-feira, na Boate Bar-Bar no México.

Segundo o primeiro boletim médico divulgado aos parentes e amigos do jogador, depois de ter dado entrada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) às 6h local, seu estado de saúde é grave.

Miguel Angel Mancera, procurador de Justiça da Cidade do México, afirmou que ainda não sabe o motivo do disparo. “Ainda não sabemos os motivos. O projétil ficou alojado na cabeça. Ele não perdeu a consciência, mas estava com um problema cardíaco que os médicos tentam resolver”, afirmou.

Muito preocupada com o estado de saúde de seu marido, Maria Alonso Mena pediu para que todos rezem, pois a situação é grave. “As coisas estão um pouco críticas. Rezem por ele, pois seu estado é muito grave”, disse muito emocionada.

Vários jogadores amigos de Cabañas, como Ochoa, Pardo, Daniel Montenegro, Mosquera e Michel Bauer, encontram-se no Hospital Ángeles Del Pedregal, preocupados com o ocorrido e suas consequências dolorosas para o jogador, parentes, amigos e também o futebol mundial, já que se trata da vida de um craque.

Da parte desse Bloguinho Intempestivo, que tantos afetos alegres compôs com as jogadas de Cabañas, principalmente quando ele fazia gols contra os times pernas de pau arrogantes e prepotentes do futebol de São Paulo e Rio de Janeiro, ficam nossos desejos de melhoras. Que ele volte a compor novos afetos alegres com este Bloguinho.

Faz mais um Gooooooooooool, Cabañas!

POR FORA DE FUTEBOL

“Eu entro em campo pra ser feliz.” Valdivia, craque chileno

FUTEBOL E CARNAVAL, QUEM VAI?

O bom do futebol no Brasil é que ele é como carnaval: todo ano tem. Mas o bom do carnaval no Brasil é que ele apresenta sempre performances novas, tudo que não acontece como o futebol, onde entra ano e sai ano, e tudo continua o mesmo.

############ CAMPEONATOS. E OS ATOS?

Novo ano, vida nova. Novo ano, futebol? O mesmo.

Sábado, 11 estados iniciaram seus campeonatos. Entretenimento, diversão, brincadeira e manipulação. Cartolas estarão de mãos e bocas abertas, ávidos para lucrar. Com eles, grande parte da mídia esportiva que está torta de saber que o futebol nos grandes centros é um desfile de pernadas de pernas-de-pau, mas não divulga, chegando até a posição ridícula – para não escrever patética – de no final do Campeonato Brasileiro escolher sua seleção dos melhores. O que, para para esse Por Fora de Futebol, foi a dos piores. O que começa no campo se materializa socialmente nas telas e nas ondas sonoras das rádios.

CAMPEONATO PAULISTA

O começo do campeonato é o momento da tiração de broncas dos times que perdem ou empatam. “O campeonato está apenas no começo”, dizem como conforto. Entretanto, quando chega no final e o time perde o campeonato ou é rebaixado, vem outra realidade: “Nós se demo mal por causa daquela partida que a gente perdemo no começo do campeonato. Agora é bola pra frente”. Como bola pra frente, se a bola sequer foi tocada?

Início de temporada. Janelas às vistas! Contrata um ‘love’ aqui, um ‘louro’ ali, documentos ainda não chegaram, vamos com que temos, concentração, e coisa e tal. Tal a coisa que na primeira rodada o ‘timaço’ do São Paulo, com ‘louro’ e tudo, leva um couro da meiga e simpática ‘Luzinha’. Três dendecadas contra uma. O Coringão, com seus representantes da longevidade lulista, não passa de um empate com o Monte Azul. E era porque o monte era azul, imagine se fosse vermelho. O peixe, um grande, escapou da rota dos dois paulistanos, metendo 4 dendecadas no Rio Branco, que de tão branco não se sujou com ao menos uma dendecada a seu favor.

No sábado, o Periquito, em seu galho, meteu 5 dendecadas contra uma do Mogi Mirim. Entendido: era mirim. Mas, de qualquer sorte, aconteceu a profecia de Muricy. Ele dizia que o Palmeiras, ao contrário dos outros times grandes que andavam alardeando suas contratações, o Periquito estava calado, esperando a hora do vamos ver. Quem viveu, viu.

CAMPEONATO CARIOCA

O já visto se mostrou crente que nunca fora visto. O bom e velho campeonato carioca se mostrou outra vez. Bom, porque é passivo, inerte. Velho, porque todo ano é o mesmo. Velho sem nada de novo. Só não é o pior campeonato do Brasil porque tem o campeonato amazonense, que não passa da fantasia ‘copista’ do governador, o prefeito e imprensa amazonense.

Ontem o Vascão, em casa portuguesa, depois de trocar de técnico e fazer auê de contratação, recebeu o Tigres, supostamente sem presas, e não passou de uma dendecada contra nenhuma do rival. Uma peleja que bem poderia ser chamada de pelada. Domingo, em pleno Maraca vazio, o Mengão recebeu o Duque de Caxias, que, no primeiro tempo, já mostrou porque permaneceu na segundona. Passou todo o primeiro ‘time’ na frente do Mengão com uma dendecada. Somente no segundo ‘time’ os urubuzudas foram pra frente e logo meteram duas dendecadas para o Duque, em sua nobreza, empatar já na casa dos 30 minutos. Mas, em uma bobeira da zaga em cobrança de escanteio, o Mengão se garantiu como vitorioso em uma partida própria do futebol amazonense, que não existe.

COISAS DO FREUD

Analisando os campeonatos estaduais, com exceção os que não são apresentados pelas mídias venais, o criador da psicanálise, Freud, diria que se trata de uma neurose de compulsão. Os times sempre repetem o mesmo. O futebol medíocre de todo santo ano. Mas o Freud não escreveu sobre a mídia, que, além de repetir o mesmo, tenta apresentá-lo como novo. E muito menos Freud escreveu sobre o torcedor que paga para ver o mesmo e ainda vibrar.

Parece que esse ano os campeonatos vão além de Freud…

POLÍTICA DE LONGEVIDADE DO GOVERNO LULA CHEGA AO FUTEBOL

especial para o Por Fora de Futebol

Os estudos apresentados sobre as condições de vida dos brasileiros têm trazido saudáveis informações. De acordo com estes estudos, o tempo de vida dos brasileiros vem crescendo consideravelmente. 70 anos, 80 anos não são mais tempos de vida improdutiva. Uma grande parte de brasileiros nesta faixa etária continua atuando produtivamente de acordo com suas funções físicas e psicológicas. Encontram-se muito bem como sujeitos ontológicos do existir.

Uma confirmação clara da longevidade brasileira, estimulada pelas políticas públicas do governo Lula, pode ser observada no futebol. Clubes chamados de elite, como também os chamados de pequenos, estão investindo resolutamente em jogadores cujas idades, em outros tempos, seriam tidas como avançadas para a prática do esporte bretão.

Dos grandes o Corinthians saiu na frente. Ano passado teve em seu elenco Ronaldo, o ‘Jaca que Cai’, que se não teve uma atuação esplendorosa, pelo menos se mostrou ainda capaz de fazer belos gols contra seu arqui-rival, Periquito, conhecido, quando é time de futebol, como Palmeiras.

Tendo como seu maior e fanático torcedor o presidente Lula, o Coringão tinha que aplaudir a política vitoriosa de longevidade de seu ilustre torcedor. Contratou mais um longevo, Roberto Carlos, revelado, nos bons tempos de Periquito, pelo Palmeiras.

Mas não ficou por aí, a longevidade futebolística. O tricolor de São Paulo, considerado time da elite paulistana-paulista, não conformado com a antevisão da política longeva de Lula, quando contratou Washington, ampliou o embalo. Contratou o ‘louro’ Marcelinho Paraíba, e, de quebra, o convertido ex-bad-boy Léo Lima.

Até o sul, que é sempre reacionário, quando se trata de apoiar as políticas do governo Lula, dessa vez não fez beicinho de amuado-invejoso. O Avaí, clube catarinense, contratou o ex-flamenguista Sávio. Diga-se, uma boa contratação. Sávio é um bom caráter, além de ser um craque.

E como não poderia deixar de ocorrer, nessa festa futebolística, também foi contratado para participar dessa temporada, um dos maiores ídolos do Coringão, e que nunca, durante todo o tempo que se afastou do clube ‘lulista’, deixou de jogar. O bom e alegre Viola. Viola, ‘minha Viola’, na flor dos seus 41 anos, encontra-se todo serelepe para apresentar seus acordes futebolísticos que tanto amam as torcidas.

De formas que as idades que antes marcavam os jogadores de veteranos, hoje, no pique no governo Lula, são exibidas como talento e disposição para continuarem atuando e enchendo a galera de alegria e vibração. Nada de velhinhos transviados, como nas antigas-mentes.

Assim, a política de longevidade do presidente Lula desativa o mote do roqueiro: “Velho para o rock e novo para a vida!” Agora, esses jogadores entram em campo ao som da enunciação: “Vida, para que te quero!”

MESSI E MARTA: OS “MELHORES” DO MUNDO DA FIFA E DO MUNDO

especial para o Por Fora de Futebol

LA PULGA DE OURO

Este ano, pelo Barcelona, o argentino Lionel Messi levou todas: o Campeonato Espanhol, a Liga dos Campeões da Europa, a Copa do Rei da Espanha, a Supercopa da Espanha, a Supercopa da Europa e, no último sábado, o Mundial de Clubes. Além disso, enquanto era aplaudido de pé até por torcedores de equipes quedadas ao talento de “La Pulga”, levava ao desespero o bairrismo de alguns torcedores e a mídia brazuca de forma geral.

Assim, ao contrário do ano passado, quando até o último voto havia uma indecisão entre Messi e Cristiano Ronaldo, quando o português acabou abocanhando o prêmio; este ano não tinha pra nenhum falante do português – nem o “estrelinha” Cristiano Ronaldo nem o previsível Kaká -, como um dos principais craques dentro da equipe espanhola, era óbvio que o craque hermano fosse eleito o melhor jogador do mundo pela Fifa.

Se alguma dúvida restava era devido a Messi ser amigo de Dieguito Maradona, que sempre se colocou contrário às negociatas dos magnatas da Fifa; mas, como a escolha dos melhores do mundo é realizada por técnicos e capitães de seleções filiadas à entidade, essa dúvida se dissipava.

E Messi não é só o “melhor do mundo da Fifa”, é melhor ainda fora do mundo da Fifa. É melhor não no sentido de superioridade em relação aos outros, mas no sentido de “melhor com os outros”. Desde que apareceu nos grandes campos, seus companheiros sempre afirmaram que Messi é amigo dentro e fora de campo. Não só habilidoso com a bola, mas está sempre bem humorado e sempre mantém uma posição íntegra em relação aos acontecimentos pessoais e coletivos.

MARTA NA TERRA DO “FUTEBOL PRA MACHO”

Se o futebol comercial não estivesse muito bem segmentado no espaço estriado conforme as delimitações de subjetividades duras falocráticas, com a máxima machista-fascista ensignada de berço – “Futebol é coisa pra macho!” -, diríamos que ainda há craques no Brasil. Marta é craque.

Por isso, pelo quarto ano consecutivo, ela é eleita como a melhor jogadora de futebol do mundo, suplantando assim os machos Zidane e Ronaldo “Jaca”, como também, no feminino, a alemã Birgit Prinz, ganhadora do prêmio nos anos de 2003, 2004 e 2005.

Mas Marta, tal qual Messi, não estava interessada na disputa individual, e aproveitou para utilizar-se politicamente da conquista, enfatizando a luta do futebol num país ainda muito machista, onde as modalidades esportivas femininas são tidas apenas como apêndice da masculina. “Eu estou realmente surpresa. É inevitável não me emocionar neste momento. Agradeço também às minhas companheiras do Los Ageles Sol e do Santos e espero que esse prêmio sirva de incentivo para o futebol feminino”.

Pra quem vê Marta jogar, sabe que a tacanha seleção de Dunga, por exemplo, não teria nenhuma chance diante dessa cracaça.

UMA DENDECADA DE CRISTIANO RONALDO

E não deu mesmo para os machos brasileiros. Cristiano Ronaldo levou a melhor sobre Nilmar e Grafite. A dendecada do ano, também chamada de gol pelos locutores subvencionados, foi uma do meio da avenida que ele fez quando ainda atuava pelo Manchester United, contra o Porto na Copa dos Campeões Europeia, em cima do goleiro brasileiro Hélton. Com esse gol, Cristiano levou o Prêmio Ferenc Puskas, criado pela Fifa para premiar o gol mais bonito do ano.

Não é daquelas que o craque Moca faz no campo Valdir Moraes, na zona Leste de Manaus, mas é uma bela dendecada…

BARÇA É CAMPEÓN MUNDIAL, MAS A FESTA É ARGENTINA

especial para o Por Fora de Futebol

Na final do Mundial de Clubes da FIFA deu Barça campeón, com duas dendecadas, uma de Pedro e outra de Messi, sobrando para o Estudiantes, com uma dendecada de Boselli.

Não foi um jogo de futebol, foi solamente una partida que começou em disputa semelhante para depois da dedecada do Estudiantes, o Barça dominar o espaço estriado do futebol prisioneiro: o campo.

Acreditando no dito “água molhe em pedra dura tanto bate até que fura”, o Barça apertou o cerco, e os Estudiantes, acreditando no contradito “água molhe em pedra dura tanto bate até que fura ou acaba a água”. Só que los argentinos esqueceram que para a água acabar é preciso usá-la ou secá-la, e nada melhor para secar do que Verón. Não secou. A água furou a pedra que Pedro não respeitou. Com Messi dendecando com gol Maradona: “Meu lado esquerdo”.

Contam que antes do jogo, o presidente do Estudiantes foi consultar um pai de santo e perguntou qual dos times iria perder a partida. O Pai, como bom pai, respondeu: a resposta está no nome. O presidente gargalhou em bom som e disse: É o Barça! Barça lembra barca, barca furada. Foi assistir a partida.

O tempo rolando, a partida ia chegando ao seu final, o Barça se mostrando Campeón, foi então que ele entendeu: “O nome do perdedor é La Plata”. O Pai não acertou acertando. No Mundial só deu Argentina, mano. O gol da vitória, a bola de ouro, o carango… O melhor jogador, Messi, argentino. Bola de Prata, Verón, argentina. O time fair play do campeonato, Atlante. Seu capitão, o goleiro argentino Federico Vilar. Assim, para quem gosta de somatória, só deu argentina, mano velho. Sem falar que no Barça tem argentino fugindo pelas castanholas. Não adiantou o possesso Daniel Alves querer comemorar no estilo rancor.

Valeu, Estudiantes! Mas na próxima, ver se não “arrecoa” tanto. Depois do gol, o time se ‘arrecoou’ todo, o técnico, ainda no primeiro tempo, não tirava, literalmente (Salvador Dali), os olhos do relógio. Agora, Verón, a história do teu pai é do teu pai, mano. O que ele fez foi o que ele fez (que lógica!). Esquece Freud, mano. Pai agora és tu, com tua história. O cara da Bola de Plata do Mundial de 2010.

O pai do delírio histórico só serve para fazer o filho biológico e o filho sócio-cultural seu camelo, carregador dos milenares valores opressivos. O que o filho deve se libertar. Vai, Verón! Ser eco da ‘máquina despótica” é um castigo, mano!

BARÇA Y ESTUDIANTES DISPUTAM O MUNDIAL DE CLUBES

especial para o Por Fora de Futebol

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Em uma partida em que a equipe do Barcelona chegou ao domínio de posse de bola de 80%, mesmo estando perdendo por uma dendecada, o time catalão terminou a partida – não peleja, e muito menos jogo – com três dendecadas contra uma do Atlante, que, com todo respeito aos grandes craques que os companheiros mexicanos já engendraram, nem de longe lembra Atlântida, e muito menos Atlântico.

Sabe-se que no México tem time bem melhor, mas foi o Atlante o classificado para ir a Abu Dhabi. E coube a ele enfrentar o time do Messi, que só entrou no segundo tempo, mas foi logo dendecando, abrindo as portas da vitória, para o garoto Pedro dendecar pela terceira vez e fechá-la, contra uma de Rojas. Messi e Pedro completaram as três dendecadas que começou com Busquets, ainda no primeiro ‘time’.

Agora, a parada vai ser sábado, às 14h, horário de Brasília, terra de Arruda, mas não se sabe se ele vai assistir, já que tem mais com que se preocupar, ver se emplaca 2010 como governador. O que está quase certo, em função das tradicionais manobras dos parlamentares, que não são militares e nem frentistas, mas são especialistas em manobras.

Para muitos brasileiros, é uma partida ingrata por tratar-se de dois times do coração. Se fosse contra o Real Madrid, ou o Milan, dois times mafiosos, aí seria fácil torcer. De qualquer sorte, a parada deve valer umas olhadelas. Se o Barça tem Messi, o Estudiantes tem o eterno Verón. Maradona está pondo fé, e, segundo contam, Dom Dieguito, comentando sobre a partida e seu amigo-craque Verón, ele afirmou: “Se vocês assistirem, vocês Veron!”

PALMEIRAS CRIANDO VERGONHA

Os filósofos Deleuze e Guattari dizem que o afecto é uma descarga rápida da emoção, e o sentimento é uma emoção sempre retardada, deslocada, resistente, daí apreende-se que a vergonha é um afecto, e não um sentimento, por isso ela é uma criação, é móvel, não fixa como o sentimento. E como diria o filósofo da liberdade, Sartre, para se envergonhar é preciso o homem encontrar-se em uma situação, e Marx, que a vergonha é a cólera contra si mesmo, infere-se que um afeto vergonhoso é o efeito do corpo cólera composto com um corpo que ainda não havia experimentado a vergonha. É aí que o Palmeiras compõe.

Sendo o afecto vergonha uma ideia adequada que dispõe o sujeito a agir, aumentando sua potência, e não uma ideia inadequada, que diminui a potência de agir, o Palmeiras se prepara para dar a volta em si. Está tentando, mesmo por empréstimo, contratar, junto ao clube árabe Alain, o autor da enunciação filosófica que mais traduz a essencialidade do futebol: “Eu entro em campo para ser feliz”. Valdívia, o craque chileno, que compôs com a torcida do Periquito o último encanto de enamoramento depois de décadas sem amar. Valdívia, no Palmeiras, vai entrelaçar com a torcida periquita o afecto amor-comunalidade, que tão bem construiu o filósofo italiano Toni Negri: “O amor é a chave essencial para transformar o próprio no comum.”

Por seu futebol-comunalidade, Valdívia, junto com seus parceiros, pode “deve construir comunidades mais vastas” no futebol periquitense.

Volta, Valdívia!”, brada a torcida periquita.

POR FORA DE FUTEBOL

“Eu entro em campo para ser feliz.” (Valdivia, craque chileno)

############ BRASILEIRANÇA B A B A B A B A B B A B

É HEXA? É PENTA? NÃO IMPORTA. O QUE VALE É SER CAMPEÃO!

Os futebolistas anti-Mengão afirmam que o título é de penta, não de hexa. Futebolistas pró-Mengão afirmam que é hexa, e não penta. Tolice. Para a geração do agora, que não se encontra presa no passado, mas que quer existir no agora, o que importa é que o Mengão foi campeão. O hexa ou o penta é imagem-lembrança, o que não tem mais força no presente, são apenas adições do passado sobre o presente, que só fazem a apresentação da ocorrência próxima, o campeonato conquistado.

Por isso, o Mengão tem apenas que comemorar a conquista do ano de 2009; as outras conquistas, que formam o hexa ou o penta, já foram presenciadas pelos que compõem o passado. Assim, apresentando um futebol medíocre, como foi todo o campeonato de 2009, o Mengão, contando os pontos, foi o melhor pelo simples talento de Andrade. Esse o responsável pelo campeonato. A partida da conquista do campeonato confirma tudo. Uma partida triste com um time precisando ganhar para ser campeão, e o outro cumprindo tabela desprovido de qualquer ânimo. Um Grêmio pior do que o grêmio da juventude comunista do PC do B do Amazonas de tão entregue.

O Mengão comemora Andrade.

O grito tem que ser: “Valeu, Andrade!”

PALMEIRAS VAI PARTICIPAR DO CAMPEONATO AMAZONENSE

Depois da participação triste no Brasileirança, o Periquito termina o campeonato fora do Grupo G, o grupo do gozo futebolístico. Perdeu por duas dendecadas do Fogão – fora da zona fria – contra nenhuma. Está fora das Libertadores, mas é primeiro lugar da Sudamericana, com possibilidade de disputar a final com a LDU. Mas o que é certo mesmo é disputar o campeonato de futebol amazonense com imensas chances de ser campeão, já que não existe futebol no Amazonas.

Uma realidade que se mostra clara na participação do Periquito no Brasileirança, para quem não acredita na mediocridade do verde-amarelado, é o rosto de Muricy. O técnico do Periquito envelheceu nesses meses no Palmeiras mais do que os anos de São Paulo que por sua vez entrou no GG ao golear o Sport, que perdeu a esportiva.

FLUZÃOZÃO TIRA COXA E FICA

O Fluzãozão escapa da descida; fica, mas tira o Coxa. Foi exatamente no momento em que ele já começava a mostrar visíveis sinais de queda na produção futebolística, que o Fluzãozão escapou da zona fria. Sua última partida pressagiava que se houvesse mais jogos ele teria a certeza do rebaixamento. Como dizem por aí: “Tudo terminou no momento certo de terminar”.

No mais o Azulão, que venceu sua última contra os aflitos, se garantiu também na Sudamericana, assim como a Raposa, ao vencer o Peixe, se garantiu nas Libertadores. Enquanto o Galo, ao levar três dendecadas do Timão, se manteve na Sudamericana.

Assim, sem contar com a participação do Coringão na disputa, termina um dos mais tristes e medíocres campeonato da Brasileirança com o Mengão campeão. Onde não importa se é hexa ou penta, o que importa é que sua Urubuzuda não lamenta.

VALEU, MENGÃO!

Mengooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo

POR FORA DE FUTEBOL

“Eu entro em campo para ser feliz.” (Valdivia, craque chileno)

§§§§§§§§ §§§Com quantos chutes se faz um gol? Com uma bola!

################ BRASILEIRANÇA B B B A BA B B A

SE A SUBIDA É MENGÃO, A DESCIDA É FLUZÃOZÃO

Te balança que eu me balanço!

Como diria a mãe do Abdiel: “Não deu para cochilar. Era dendeca por cima de dendeca”. Coisa de mãe? Não. Mãe é mãe. Sabe de futebol. Uma rodada de deixar cardíaco e hipertenso em festa. Toma lá e toma lá.

Uns querendo subir, outros querendo descer. O Mengão subiu e o Fluzãozão desceu. É quando descer não é derrota, fracasso. É quando descer é alegria. O Fluzãozão saiu da zona fria com sua vitória de 4 dendecadas no Vitória, que só tem o nome. Agora o Fluzãozão está na 16ª posição. Mas nada está garantido. Há uma disputa com o Fogão, que levou duas dendecadas do Atlético Paranaense e subiu para a zona fria. E Coritiba, o bom Coxa, que se encontra na zona de fronteira da zona fria depois de tomar 4 dendecadas da Raposa contra uma. Fica tudo para a última rodada. Mais uma cena para a mãe do Abdiel.

Fred, mais um coração Fluzãozão.

Já o Mengão levou a melhor contra o ausente Coringão – vergonhoso –, confirmando que quem ganha as partidas é o bom Zumbi do Futebol Andrade. O Mengão não apresentou qualquer futebol que pudesse agradar suas Urubuzudas, mas ganhou. Teve Edu, sem coração de Leão, saindo contundido, Jaca caindo, saindo, expulsão, penal, exibição de capoeira do bandeirinha, deboche do goleiro Felipe, Pet sem brilho, mas subiu para o primeiro lugar, se preparando para a festança do campeonato no domingo que vem contra o desfalcado Grêmio no Maracá.

Para melhorar o astral do Mengão, teve um santo despencando por 4 dendecadas contra duas no Serra dourada. O time do Raimundo, que começou a rodada com o primeiro lugar, terminou em quarto, apesar de uma boa partida, e muito bem disputada.

E havia qualquer coisa de diferente nas asas do Periquito diante das penas do Galo. O Galo queria bicar o Periquito para se aproximar do primeiro lugar. Não deu. O Periquito meteu 3 dendecadas contra uma do Galo, com direito à gol do meio do campo do confuso Diego Souza. Mostrando que os penas verde-amarelada ainda se encontram na disputa. Só que o Vermelho também está mais vivo. Com duas dendecadas no Sport, mostrou que tem segundo porte para ganhar o campeonato.

Do meio do campo, o invejoso Pelé não fez, Maradona acertou a trave, mas, no susto, Diego Souza fez.

No mais, além da festança do Mengão, que subiu, e a festança do Fluzãozão, que desceu, teve o Baru dendecado pelo seu sósia Grêmio, os operários empurrando cinco dendecas nos aflitos contra duas, o azulão duas dendecadas contra duas do Peixe.

Agora é a hora do vamos que vamos. Quem for, vai. Quem não for, não foi. Para o presidente de futebol do São Paulo, não vai. Acabou, Arnóbio!

POR FORA DE FUTEBOL

“Eu entro em campo pra ser feliz.” (Valdivia, craque chileno)

§§§§§§§§§§§§§§§§ SUDAMERICANA

FLUZÃOZÃO DESAPARECEU NAS ALTURAS

Quando o Mengão foi desclassificado da Sudamericana, seus torcedores disseram: “Bem, ele agora pode se dedicar só ao Brasileirança”. Deu certo: o Mengão tá que tá, apesar do Goiás. Já o Fluzãozão, que naquele tempo era Fluzinho, foi em frente e aos poucos foi que foi, e foi chegando até a final. Entretanto, tanto a comissão técnica como jogadores e torcedores passaram a comentar sobre o cansaço do time em função da disputa dos dois campeonatos.

Ora, todos sabiam que ia acontecer esse transfutebolístico, pois sempre acontece, e não é só com times brasileiros. São os ossos do futebol mal administrado que nunca mudam, porque tem o beneplácito dos clubes a mídia e, além, é claro, do torcedor.

Ontem, dia 25, pela noite, o Fluzãozão desapareceu nas alturas equatorianas, tomando cinco dendecadas contra uma em plena primeira partida. Não jogou nada. Estava irreconhecível. Não havia Fred, Conca, e muito menos goleiro. Um verdadeiro frangalhão. Foi uma equipe totalmente equivocada – por cortesia, para não dizer errada – sem qualquer jogada conhecida de seus torcedores apresentadas nas últimas partidas disputadas com denodo, talento e garra. Foi um verdadeiro Fluzinho.

Agora, jogadores e comissão culpam as alturas e o cansaço. Pobre argumento que não o livra de possíveis derrotas. Espera-se que não. Mas é preciso saber lidar com o real e não ficar culpando aquilo que, pelo menos, não vai mudar. Mas é preciso ir em frente lutando para reverter o placar, que é difícil, e deixar a zona fria do Brasileirança definitivamente. Em frente, Flu! Volta a ser Fluzãozão!

AMÉRICA F.C. DO RIO ESTÁ DE VOLTA À PRIMEIRONA

Romário, seus companheiros de equipe, mais o espírito de seu pai, conseguiram o prometido: Soerguer o América F.C. e levá-lo à primeira divisão do campeonato carioca. Pelo feito do time rubro capetista, parabéns!; mas pela realidade do futebol carioca da primeira divisão, lamentos. O campeonato carioca é horrível de ruim e desorganização. Só não é o pior do Brasil, porque existe o Amazonas, que não tem futebol e ainda quer ser sede da Copa de 2016. Só tomando o fato como caso de delírio.

De qualquer sorte, vamos para cima, Diablos Rublos! Vamos pelo menos lembrar pela imaginação os bons tempos do América de Pompéia, um dos melhores goleiros do futebol brasileiro. Famoso guarda-meta do América, “no tempo que Dondon jogava no Andaraí”.

############ Um craque se conhece pela bola e não pelo pé. Quando ele se confunde com a bola, devir-bola, como Maradona. Em campo o adversário não podia segui-lo: era total dissipação. A enésima potência do gol. #############

POR FORA DE FUTEBOL

“Eu entro em campo pra ser feliz.” (Valdivia, craque chileno)

_______ E aí, cara, se nós fizemos “uma viração para o Nestor, que está vivendo em dificuldades”, por que a gente não faz uma viração para o ex-craque do Fluminense, Washington, que também está vivendo em grande dificuldades? Vamos lá, cara! Vamos na nossa força futebolística, não importa que time você adore. O ex-craque, Washington, embora fosse do Fluzãzão, ele era, por princípio, do futebol.

Vamos nessa, cara! O que nos importa são as grandes jogadas que ele nos proporcionou. O que foram muitas. Vamos nessa que o Nestor também está, ele e o Antonico.

######## BRASILEIRANÇA B A B B B A B A BA B

URUBU SE EMPERIQUITOU

A queda do Flamengo

Meu, olha só, ou escuta só. A gente ia andando pelas “quebradas do mundaréu, lá onde o sol se esconde, o vento faz a curva e a chuva encosta o lixo” (Plínio Marcos) e vimos um boteco cheio de torcedores de um monte de time. Tinha nego com camisa do Mengão, Vascão, Periquito, Timão, Santopaulino, Fogão, Peixe e etcs e mais etcs. Pois bem, mano, era uma alegria só. Resultados de partidas correndo. Azulão de Santa Catarina perdeu de 4 a 2 para os operários da zona fria, Santo André. Fluzãozão, fazendo valer sua força de campeão, metendo três dendecadas no Sport – ex-porte – contra nenhuma. Peixe, fora d’ água, metendo 4 dendecadas contra nenhuma do Coxa, profundamente bamba. O Fogão mostrando que o São Paulo não tem time para ser campeão, três dendecadas no santo contra duas. Ajudando com o resultado ao Mengão. E nisso, coisas e tais.

Mas, mano, todos no boteco o que esperavam? A partida do Mengão contra o Goiás. Se o Mengão ganhasse chegaria ao primeiro lugar da tabela, já que o santo havia perdido. “Mas qual o quê”, o urubu se emperiquitou. Entrou em campo em estágio de missa de sétimo dia. Todos respeitando o morto. Ninguém, em respeito ao morto – o campeonato brasileiro -, se arriscava a fazer a festa, como pede o futebol. Não se via um Adriano impetuoso, veloz, enfrentador, amante de futebol, se via, isso sim, um Pet com os pés engessados na calçada da fama. Um Mengão tíbio, anêmico, como o Periquito. Um Mengão que não merece o Andrade. Um Mengão que auxiliou o santo a permanecer na primeira posição e se acreditar campeão. Como disse um urubuzuda depois da partida: “Nós viemos para comemorar o campeonato, mas tamo voltando como quem se derrotou pelo outro”.

No mais, foi o Vermelhaço acabando com a perspectiva do Galo ser campeão, metendo uma dendecada que lhe pôs na terceira colocação, empurrando o Periquito para a sudamericana. Foi o Baru pegando de dois contra nenhum. Como dizem os por dentro do futebol: eles fizeram o que puderam. Se não agradou aos interessados, também estas minhas coisas, que os interessados fazem, não interessam.

Faltando duas rodadas para o fim do Brasileirança, o Mengão, emperiquitado de medo e de falta de ânimus” , discursou que na próxima peleja respeitara a torcida de mais de oitenta mil frustrada com o malogro da partida.

POR FORA DE FUTEBOL

“Eu entro em campo para ser feliz” Valdivia, craque chileno.

########### BRASILEIRANÇA B A B A A BB AA B ABB

TIMÃO EM MARÉ FUNDIADA

Então o Mano, que tem demonstrado que não é mano, foi aos aflitos, mas os aflitos estavam menos aflitos. Aflitos caídos são aflitos absorvidos. Dignidade. Segundona. “Estamos na segundona, e daí? Vamos à peleja. É o Timão? Vamos mostrar como está a maré”. E mostraram. Três dendecadas contra duas. E o Timão continua em seu oriente: o Brasileirança foi só brincadeira. Já estavam classificados para a Libertadores, como coisa que o futebol se resumisse a uma campeonato. Mas é assim que imaginam os cartolas, e os técnicos e jogadores dizem amém. Só não imaginam que nas Libertadores a brincadeira é outra. E, apesar da mediocridade do futebol sul-americano, o Timão pode nem sair das oitavas.

Hoje o Timão é essa realidade. Um time que desde o começo do campeonato cumpre tabela. Se o Mengão precisar de pontos para ser campeão, já é campeão. O Timão está no papo. São três pontos. Adeus, São Paulo!

RAPOSA TOCAIADA

A Raposa pegou os da baixada. Queria as uvas. Boas uvas paranaenses. Mas a Raposa não aprendeu a lição do “Vovô viu a uva”, e não viu a uva. Precisa ver para se aproximar dos das Libertadores. Não se libertou da baixada e baixou a cauda. Empatou. Uma dendecada para os dois lados. Raposa, muito à contra gosto, beijou o desafeto Atlético Paranaense.

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O tema foi esse. O Vascão foi para campo para festejar, com sua torcida, sua ascensão ao chamado grupo de elite do futebol brasileiro. Que de elite só tem as classificações dos cartolas e a mídia.

Então, o Vascão recebeu a Lusinha, desesperada para ser classificada para a primeirona. Não conseguiu. Vitória de Pirro: ganhou, mas perdeu. Não foi classificada. Uma dendecada no Vascão, campeão da segundona, que tomou a gelada aguada.

Mas o que importa é que na orla dos medíocres, os ‘subidores’ para primeirona são: Luso, Bugre, Arigó e Bandeirante. Na linguagem povão: Vasco, Guarany, Ceará e Atlético Goianiense.

Subiram para terem a certeza de como é fácil ser igual na mediocridade.

POR FORA DE FUTEBOL

“Eu entro em campo pra ser feliz.” (Valdivia, craque chileno)

############ SUDAMERICANA

FLUZÃOZÃO FAZ NOVAMENTE A FESTA

Meu, coisa de doido! O Fluzãozão, logo no começo da partida leva uma dendecada. Imagina que ele se ‘arrecolheu’? Que nada, meu. Foi pra cima, dominou todo o primeiro ‘time’, mas não conseguiu dendecar. Fred estava no vacilo, pouco dava certo para ele. Conca tentava, mas que nada. Mil escanteios e nada de dendeca. Ataque pela direita, esquerda, meio e nada. Fim do primeiro ‘time’, hora da aguinha e de mais Cuca.

Vamos para o jogo que a dendeca quer amor. Novamente só dando Fluzãozão, mas dendeca que é bão, nada. O Cerro é um ferrolho que às vezes no contra ataque ameçava. O Cerro sabe catimbar uma partida, e assim fez. O tempo rola, a dedeca rola, mas não rola a alegria da galera. O estádio é só pó de arroz. Havia um cheiro de arroz no ar. Segundo ‘time’ terminando, o Fluzãozão em cima perdendo dendecadas e mais dendecadas. Lá vem os acréscimos, Fluzãozão se faz Fluzãozão: dendecada do empate. Mais de 48 minutos, ataque contra o Fluzãozão, o goleiro do Cerro sobe, a bola rola, a defesa do Fluzãozão despacha pra frente, o jogador pó de arroz domina e segue para a meta desguarnecida, não dá outra: outra dendecada.

O resto é comemoração, rabo de arraia, rasteira, cotovelada, chute nos culhões, gravata, soco na boca do estômago, cassetetada no lombo, onde pegar, é turma do Cerro, que se sentiu provocada pela comemoração dos laranjeiras e foi pra cima. Coisa de doido esportivo, meu.

Mas o certo é que Fluzãozão está na final. O resto é Brasileirança.

PERIQUITO TOMA CHIMARRÃO E FICA PORRE

Cara a cara com a verdade

Maktub! Estava escrito! Não adiantou a torcida do time verde-amarelado esperar a realização da profecia: “O futebol é uma caixinha de surpresa”. Não teve surpresa. Deu o que estava escrito: Periquito tomou mais uma violência ecológica. E mais, como se não bastasse a força do azul gremista, os dois verdes-amarelados, Obina e Maurício, saíram literalmente na porrada dentro de campo no intervalo do primeiro ‘time’ para o segundo. E literalmente foram expulsos do time do Periquito. Não são mais do Palestra.

Obina será devolvido para o Mengão, o que é uma boa pala ele. Se não conseguiu ser campeão pelo Periquito, será pelo Urubu. Compensações penosas.

O ocaso do Periquito no Brasileirança é de causar risos. Um time que já falava em ganhar a Libertadores, depois de se tornar campeão da Brasileirança, hoje não sabe nem se vai ficar na Sudamericana. Demência e dormência futebolística.

,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,Hoje tem LDU e River pela Sudamericana. O vencedor disputará a final com o Fluzãozão.

,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,Seleção Uruguaia se classifica para Copa da África do Sul depois de derrotar a Seleção da Costa Rica.



POR FORA DE FUTEBOL

Por fora de futebol

“Eu entro em campo pra ser feliz.” (Valdivia, craque chileno)

]]]]]]]]]]]]]]]]]] O jogador. O jogador é quem joga. E só joga quem é jogador. O jogador joga por que é um homem livre. Livre, o jogador é princípio e não consequência. Ser princípio é ser criador. Logo, os jogadores brasileiros não jogam. Não são criadores, mas meras consequências imitadoras.

Trave ###############BRASILEIRANÇA B B A B A A B A B A A

FLUZÃOZÃO JÁ É UM FURACÃO

fred-conca-flu-436Não um fura cão. Não cão como diabo. Nada disso. O Fluzãozão está com o cão no couro. Com o fogo da vida, como dizia Cristo. Fluzãozão é fogo. Fogo criador. N’s partidas ele não perde para ninguém. Se fosse possível colocar de ponta-cabeça o campeonato, o Fluzãozão seria o campeão disparado.

Ainda se encontra na zona fria, mas é só calor. Em pleno frio, meteu duas calorosas dendecadas no time do delegado Antônio Lopes, contra uma. É por isso tudo que ele é o furacão do Brasileirança. Hoje, é o time mais regular do campeonato e ainda com ajuda dos concorrentes, mesmo não precisando. Como os aflitos, levando duas dendecadas do Mengão, que transpira Andrade, pronto para levantar o caneco. Um dos técnicos mais lúcidos, alheio ao glamour do sucesso momentâneo. E com os operários muito distantes do paraíso, levando três dendecadas do Goiás, contra uma. Mas do que nunca na zona fronteira fria.

BARU BOTA NO BOTA

Em uma partida perneta, onde um único time se mostrou em campo, o Baru, o com duas pernas, meteu três dendecadas no Fogão, o com uma perna.

O Baru, já muito bem postado para o próximo campeonato, venceu fácil, fácil o Fogão ameaçado pela zona fria, mostrando que o Fogão ainda não entendeu o quanto em três ele pode rodar direto para a segundona.

AVAÍ MOSTRA QUE ESTÁ AÍ

O Coringão encontra-se nas Libertadores. Todos relacionados com o pebol sabem. Mas poucos atentam para a exorbitância da mediocridade de seu futebol. É possível que este seja o campeonato mais sem brilho que o Coringão disputou. Mesmo o do ano retrasado, que o levou à segundona, foi mais aguerrido e produtivo que este.

Sua participação é tão medíocre que não permite ninguém afirmar qual é seu melhor jogador na temporada dado sua ausência no certame. Foi por isso que o Avaí bailou com três dendecadas contra uma com direito a valsa. Nisso dá para esperar, já que o futebol não é uma caixinha de surpresa, que o timão nas Libertadores pode ser um fiasco, posto que afirmou ser o Avaí um candidato, ainda, às Libertadores.

É claro, não esquecendo que o Vermelhaço, ao meter três dendecadas no peixe, que só ‘buiu’ uma vez, pode ser o grande concorrente do Avaí, ou de qualquer outro. Inclusive o Periquito.

LÓGICAS DO FUTEBOL MEDÍOCRE

para o Por Fora de Futebol

Que o futebol brasileiro atual é medíocre, talvez só os por dentro de futebol não considerem. O que se está repetindo nos campeonatos das séries B e A é tão medíocre que o rabo se encontra com a cabeça. Não há distinção onde começa o rabo ou onde começa a cabeça. Tudo é um corpo só. Cabeça e rabo, rabo e cabeça. Unicidade corporal.

Nessa unicidade medíocre saltam três times pebolísticos expressões da igualdade. Vasco, Palmeiras e Fluminense. Não que estes três times sejam os únicos como exemplo. Não, todos podem ser exemplos. Só que, por zombaria das tabelas classificatórias, os três saltam como corpos demonstrativos das lógicas debochadas de nosso futebol ex-Pátria com chuteiras. Hoje, sem chuteiras. Demonstração atual? Penal cobrado por Luiz Fabiano, ontem, contra a equipe da England. Síntese medíocre de Dunga, CBF e mídia esportiva.

PORQUE VOS AMO, MEUS TIMES!

A mediocridade do Vascão. Um time é desclassificado da primeira divisão para segunda, porque jogava um futebol melhor que o de hoje, campeão da série B. O vascão desclassificado no ano passado era muito melhor que este campeão. O campeonato era melhor? Não. Os acasos daquele Vascão lhes fizeram jogar ruim nas partidas que tinha que vencer, ou empatar. Ou seja, no cômputo geral, o Vascão não tinha garrafas para vender. Desceu.

Agora, o Vascão comemora sua volta para a primeira divisão do Brasileirança. Vitória de Pirro. O Vascão não ganhou nada. Está pior do que no ano passado. Seus acasos deste ano lhe permitiram vencer e empatar em um campeonato medíocre, e assim somar pontos para ser campeão. Lógica de campeão: o Vascão sobe com um futebol pronto para disputar o campeonato carioca. Logo, o Vascão está pior. Mas a torcida sabe disso. O que é importante.

O Palmeiras quer ser campeão. Mas como? O campeonato é medíocre, mas como a mediocridade tem seus truques algumas partidas parecem ser o destaque do menos pior sendo pior.

O Palmeiras está apresentado uma performance mediocremente enganadora. Não tem futebol para querer ser da primeira divisão dos grandes times. Não só porque não existem grandes times, mas porque não reflete qualquer sinal de um grande time. Nada de Djalma Santos, Ademir da Guia, Dudu, Tupãzinho, Evair, Waldemar Scoto, Servilho e outros jogadores de futebol. O Palmeiras de agora não tem jogadores.

Esse Palmeiras de agora era para está lutando para não ser rebaixado. Joga pior que Náutico, Fluminense, Sport e Santo André, os habitantes da zona fria do campeonato.

Dos dois acima, o Fluminense destoa da classificação pejorativa. O Fluminense atua medíocre, mas em uma mediocridade que agora suplanta os medíocres iguais. É um time em iminência de descer para a segunda divisão com um futebol superior ao Vascão, que subiu, e Palmeiras, que pretende ser campeão.

O Fluminense encontra-se em uma performance tão produtiva que deixou de ser Fluzão para ser Fluzãozão. E, como Fluzãozão, tem futebol para disputar as Libertadores. Tudo o que não tem o Vascão e o Periquito, bons medíocres.

Essa é a coerente lógica do futebol brasileiro. Uma lógica para os jogadores fingirem que jogam, a mídia comentar o fingimento como o real futebol e a torcida extravasar suas paixões sem suspeita do ludíbrio.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Quer linha de corte? Este é esquizo. Acesse:

CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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