O ainda ministro da Educação, Fernando Haddad, candidato pelo Partido dos Trabalhadores (PT) a prefeitura de São Paulo, respondendo às criticas levianas feitas pela direita ao Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), disse que são “questões pontuais” e que a prova são as tentativas de atentados contra o exame. Haddad, também falou sobre o vazamento das questões no Colégio Christus, que segundo ele foi, a culpa do ocorrido foi de responsabilidade do coordenador pedagógico do colégio.
O ministro fez também um balanço favorável ao ENEM, destacou o aumento de investimento na educação básica, e de quebra ainda torou sarro dos repasses de verbas para educação no triste desgoverno de Fernando Henrique.
“Estamos enfrentando tentativas de atentado contra o exame. Aqui você tem um professor de escola de elite que aproveita uma oportunidade para cometer o crime de estelionato, segundo a Polícia Federal.
Então, o que é de se lamentar é a postura de um professor, que exerce a função de coordenador pedagógico, de uma escola de elite, de alunos que não precisam de muleta, de alunos que não precisavam dessa ajuda criminosa
O balanço é extremamente favorável à reforma da seleção para as universidades. Você tem 4 milhões de jovens e adultos fazendo o ENEM, ao ano. Em janeiro nós tivemos 108 mil vagas em universidades federais, 195 mil bolsas em universidades particulares. Nada disso existia antes do lançamento desse programas. O ENEM era uma prova de autoavaliação, se transformou numa prova respeitada, do ponto de vista pedagógico, que vem alterando a realidade do Ensino Médio.
Segundo o último relatório de organismos internacionais, o Brasil foi o país, entre todos os analisados, que mais avançou no incremento do investimento para a educação básica na primeira década do século XXI. Nós mais do que dobramos o investimento por aluno, na educação básica.
Essa proporção não podia permanecer naquele patamar escandaloso que foi herdado por nosso governo, não é? Hoje se investe cinco e a nossa meta é chegar a quatro ou três vezes, pelo incremento do investimento por aluno, na educação básica”, considerou Haddad.

























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