A presidenta Dilma Vana Rousseff fez pronunciamento ao povo brasileiro na noite de ontem, dia 30, em cadeia de rádio e televisão comemorando o Dia do Trabalho. A presidenta que é representante do Partido dos Trabalhadores, o partido que mudou historicamente a concepção retrógada do conceito de trabalhador, embora hoje tenha se transfigurado, em seu discurso pontuou a ênfase nas políticas sociais que inserem ao homem dignidade como força de produção de trabalho capaz de produzir uma sociedade mais justa que satisfaça as necessidades do homem.
Por isso, Dilma, se pronunciou afirmando que não quer ser lembrada como uma presidenta que soube tratar bem com a economia, mas uma presidenta que seja conhecida pela defesa da capacitação profissional do trabalhador brasileiro. Para ela, a capacitação profissional contribui para luta contra a pobreza extrema, conquista de melhores salários, e permite ao trabalhador ter acesso a mais bens e serviços.
“Não quero ser a presidenta que cuida apenas do desenvolvimento do país, mas aquela que cuida, em especial, do desenvolvimento das pessoas”, discursou Dilma.
Dilma no transcurso de seu discurso não deixou fora a corrupção cujas consequências atinge em cheio os trabalhadores, visto que ao desviar dinheiro público faz com que falte para aplicação de políticas que beneficiem os trabalhadores.
Sobre a corrupção ela afirmou que vai continuar combatendo os “malfeitos e os malfeitores” e estimular as pessoas honestas do Brasil.
“Garanto às trabalhadoras e trabalhadores brasileiros que vamos continuar buscando meios de baixar impostos, de combater os malfeitos e os malfeitores e, cada vez mais, estimulara as coisas bem feitas e as pessoas honestas de nosso país”, discursou a presidenta.
Dilma também falou sobre a disparidade dos impostos cobrados pelos bancos aos empresários e aos consumidores, e pediu que os consumidores escolham as empresas que lhes oferecem melhores condições.
“É inadmissível que o Brasil, que tem um dos sistemas financeiros mais sólidos e lucrativos, continue com um dos juros mais altos do mundo. Esses valores não podem continuar tão altos. O Brasil de hoje não justifica isso. Os bancos não podem continuar cobrando os mesmos juros para as empresas e para o consumidor, enquanto a taxa básica Selic cai, a economia se mantém estável e a maioria esmagadora dos brasileiros honra com presteza e honestidade os seus compromissos.
O setor financeiro, portanto, não tem como explicar esta lógica perversa aos brasileiros. A Selic baixa, a inflação permanece estável, mas os juros de cheque especial, das prestações ou do cartão de crédito não diminuem.
É bom, também que você consumidor, faça prevalecer os seus direitos escolhendo as empresas que lhe ofereçam as melhores condições”, discursou Dilma, contra a especulação perversa de um dos maiores representante – quiçá o maior – da trapaça do capitalismo, o sistema financeiro.




























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