Archive for the 'Ditadura' Category

CAIADO, CRIA DA DITADURA, LANÇOU IMPROPÉRIOS CONTRA LULA. LULA FEZ O QUE UM CIDADÃO FAZ: ENTROU COM PROCESSO NO STF

5677DCAFE5F5DA9BBE8ADE63F16A897D2604E1CE8E025C0A5D444A0992C2242AO Congresso Nacional é hoje o mais reacionário de sua história. Uma realidade que qualquer brasileiro atento confirma. Para provar que não é maledicência basta observar a postura inconfundível de reacionário e calculista do senador Ronaldo Caiado (DEM/GO). Além de só defender os interesses de sua condição de latifundiário de forma prepotente e autoritária, ele é um dos mais forte defensores de regimes duros. Seu entendimento de democracia se confunde com tirania.

Não foi um simples acaso da a-história que ele foi criado na ditadura para a vivência partidária legislativa. Sempre se identificou com o autoritarismo. Embora, na primeira análise, se veja nele um sujeito-sujeitado medroso. Daí porque encena fanfarronice e conduta de falastrão. É o tipo do “como se”. Como se fosse corajoso. Como não é ele odeia quem é. Que já mostrou na história brasileira sua coragem de brasileiro que sabe o que significa liberdade e democracia. 

Por sua condição inegável de autoritário – Fala Freud: Toda pessoa autoritária carrega um inconsciente dominado pelo medo, seu autoritarismo não passa de sintoma que busca sublimar o medo – ele odeia Lula e Dilma. Nesse quadro, não poderia ser diferente. Ele, como outros, escolheram Lula e Dilma para serem objetos de seu ódio. Tudo por inveja das autênticas existências ontológicas dos dois.

Movido por seu ódio, ele tem postado em sua conta no Twitter frases nazifascistas com o objetivo de atingir Lula como chamar Lula de “bandido”. Como Lula é um homem de grandeza, é lógico que ele não compõe com os afetos tristes em forma de caiadice. Mas Lula, embora com grandeza, como cidadão tem, em nome dos direitos democráticos, de protestar por vias que são mais coletivas: Supremo Tribunal Federal (STF).

Assim, Lula protocolou no STF um pedido de queixa-crime contra o autoritário latifundiário. A defesa de Lula pede a condenação de Caiado pelos crimes de “calúnia, injúria e difamação”. Para os advogados de Lula a atitude do latifundiário extrapola a imunidade parlamentar, pois se configura uma grave ofensa ao ex-presidente.

Membros das direitas em suas aberrações estão acostumados a tentar ofender Lula e Dilma e não encontrar reação, mas Lula demonstrou que não está mais com a intenção de legar a agressão para casa.

INÊS ETIENNE ESCAPOU DO CENTRO DE TORTURA, CASA DA MORTE, CONTOU SUAS VIVÊNCIAS E SEGUIU HONRADA

238abdc3-a9a4-4f9a-ab64-9de11dc42b4eDurante a ditadura militar-civil que dominou o Brasil entre os anos de 1964 e 1984 vários locais foram criados para que os torturadores colocassem em prática suas taras psicopatológicas sobre os presos considerados inimigos do regime de exceção dominantes. Algumas vezes nem precisava criar locais específicos para a prática da sublimação dessas psicopatologias. Qualquer quartinho, saleta, corredor ou mesmo becos e vielas serviam para tais atos irracionais.

Todavia, houve um centro, entre outros, criado com exclusividade para essa prática anormal. A Casa da Morte, em Petrópolis. Era uma residência que do lado de fora quem passasse e a olhasse jamais desconfiaria que as piores atrocidades fossem praticadas contra seres humanos. Tortura e assassinatos eram comuns. Uma cláusula predominava: quem entrava na Casa da Morte jamais saia vivo.

Inês Etienne Romeu, militante da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) lutou contra a ditadura, foi sequestrada e presa em 1971, em São Paulo, torturada, na Casa da Morte, mas escapou. Na verdade, foi à única que escapou. Uma sobrevivente que, agora, ajudou a Comissão Nacional da Verdade a descobrir alguns torturadores que eram desconhecidos e, ajudou também, a encontrar locais onde companheiros foram enterrados. Por seus serviços prestados como alguém que lutou pela redemocratização do Brasil, em 2008, recebeu o Prêmio Direitos Humanos, categoria Direito à Memória e à Verdade, na época, entregue pelo presidente Lula.

Inês Etienne guarda em seu currículo de militante o ‘louvor’ de ser a última presa política libertada pela Anistia, oito anos após ser presa. Ontem, dia 27, ela confirmou, através da substancialidade de suas vivências, sua honradez, aos 72 anos. 

COMISSÃO DA VERDADE DA DEMOCRACIA MÃES DE MAIO

ca93df43-42c6-4791-9d47-e901a669c50cFoi instalada ontem, dia 20, na sessão da Comissão dos Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) com apoio da Comissão de Anistia e da Comissão de Mortos e Desaparecidos do Ministério da Justiça (MJ), a Comissão da Verdade da Democracia Mães de Maio.

O objetivo da comissão é analisar os atos de violações praticados pelo Estado a partir do fim da ditadura civil-militar que terminou no ano de 1985. São vários os casos de violação de direitos humanos cometidos no estado de São Paulo após o ano de 1985 como o massacre do Carandiru, em 199, mais de 490 assassinatos cometidos nas periferias de São Paulo, Santos e Guarulhos, no ano de 2006, conhecido como Crimes de Maio e o Massacre da Praça da Sé, em 2004.

Para a coordenadora do Movimento Mães de Maio, Débora Maria da Silva, a comissão vai trabalhar com a intenção de que o Estado explique esses crimes.

“A gente sabe que nossos filhos morreram e não voltam mais, mas a gente precisa de uma resposta do Estado. Os assassinos de nossos filhos têm nome, sobrenome, e profissão, eles não são invisíveis”, afirmou Débora Maria da Silva.

Por sua vez, o deputado do Partido dos Trabalhadores (PT), Adriano Diogo, disse que as mães realizam um trabalho que dignifica a busca dos direitos das pessoas, mas é um tema que o Estado evita se envolver.

“Hoje é um marco fundamental desses grupos. A verificação se dará no período pós-ditadura das chacinas e execuções extrajudiciais que ocorreram no Brasil. Será difícil, é uma discussão que o Estado brasileiro não aceita fazer”, disse o deputado.

DILMA, AO RECEBER O RELATÓRIO FINAL DA COMISSÃO NACIONAL DA VERDADE, NÃO CONSEGUE CONTER AS AFECTOS-ETICIZADOS

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A presidenta Dilma Vana Rousseff, recebeu das mãos do coordenador do colegiado da Comissão Nacional da Verdade (CNV), Pedro Dallari, o relatório final que tratou das acusações sobre os agentes públicos que durante a ditadura civil-militar que durou de 1964 a 1985, praticaram atos de exceção como prisões, sequestros, torturas e assassinatos. No todo, o documento contém 4,4 mil páginas, e aponta 434 mortes e desaparecimento durante o regime de exceção. Para o coordenador, as práticas de violências foram realizadas sistematicamente pelos envolvidos na repressão. Como já era de se esperar militares da reserva se opuseram ao documento.

Um momento de intenso afeto foi quando a presidenta recebeu o documento. Dilma, não só por ter sido vítima da ditadura quando foi presa e torturada quando era uma adolescente, mas pela sua grandeza de ser humano que concebe e vive um espírito ético, não suportou a subjetividade do momento e chorou. Chorou de uma forma tão contagiante que várias vezes teve que parar seu discurso.

“Nós que acreditamos na verdade, esperamos que esse relatório contribua para que fantasmas de um passado doloroso e triste não possam mais se proteger nas sombras do silêncio e da omissão.

Sobretudo merecem a verdade aqueles que perderam familiares e parentes e que continuam sofrendo como se eles morrem de novo e sempre a cada dia.

O Estado brasileiro vai se debruçar sobre o relatório, olhar as recomendações e propostas e tirar as consequências necessárias. Agradeço aos órgãos que colaboraram com as investigações da comissão e aos homens e mulheres livres que relataram a verdade para a comissão.

Presto homenagem e manifesto caloroso agradecimento aos familiares dos mortos e desaparecidos, aqueles que com determinação, coragem, generosidade, aceitaram contar suas histórias e histórias de parentes, amigos, companheiros que viveram tempo de dor, morte e sofrimento.

Com a criação desta comissão, o Brasil demonstrou a importância do conhecimento deste período para não mais deixa-lo se repetir. Conhecer a história é condição imprescindível para construí-la melhor. Conhecer a verdade não significa reagir, não deve ser motivo para ódio. A verdade liberta daquilo que permaneceu oculto”, discursou a ilustre estadista, Dilma Vana Rousseff.939959-comissao%20da%20verdade-4

Há na finalização do documento da Comissão Nacional da Verdade, dois portentosos significados políticos-históricos. Um, o óbvio, o fato do documento, ter sido elaborado e entregue à memória do Brasil. Outro, o inesperado, o fato de que quando da tentativa da criação CNV, houve grande posição pessimista pelos motivos que se reconhece, mas que não foi capaz de impedir sua criação. As posições contrárias não vieram apenas dos que se achavam atingidos, mas, também, de personagens que se tomam como democratas. E, também, como era esperado, de grande parte das direitas.939960-comissao%20da%20verdade-5

Apenas uma observação na máxima dita por Dilma no final de seu discurso. “A verdade liberta daquilo que permaneceu oculto”. Uma força aos psicanalistas que chamam de cura a manifestação do que se encontrava oculto como elemento traumático. A verdade é o que foi censurado no sujeito reprimido que teve que recorrer ao sintoma. Mas ninguém pode se sentir livre e produtivo sob a força do sintoma.

E tem mais uma máxima psicanalista proferida por Dilma. “Conhecer a história é condição imprescindível para construí-la melhor”. Conhecer seu passado e historicizá-lo como potência produtiva do futuro. Sem escravismo-neurótico e nem psicótico, mas como sujeito-histórico que se move em seu objeto de desejo produção-coletiva.

RELATÓRIO FINAL DA COMISSÃO NACIONAL DA VERDADE É ENTREGUE E RESPONSABILIZA MAIS 300 PERSONAGENS ATÉ EX-PRESIDENTES

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O relatório final da Comissão Nacional da Verdade (CNV), depois de dois anos trabalhando sobre documentos e depoimentos de vítimas e parentes de vítimas que foram presos, torturados e assassinados no período da ditadura civil-militar entre os anos de 1964 e 1985, e também depoimentos de alguns agentes que participaram da repressão, foi entregue à presidenta Dilma Vana Rousseff.

O relatório em suas 4,4 mil páginas além de apresentar todos os elementos colhidos, afirma que mais 300 personagens participaram dos atos de violências e arbitrariedades. Entre esses personagens estão militares, agentes do Estado e até ex-presidentes da República.

“Essa comprovação decorreu da apuração dos fatos que estão detalhadamente descritos no relatório, nos quais estão perfeitamente configurada a prática sistemática de detenções ilegais e arbitrárias e de tortura, assim como o cometimento de execuções, desparecimentos forçados e ocultação de cadáveres por agentes do Estado brasileiro.

As violações registradas foram resultantes de ação generalizada e sistemática do Estado brasileiro. A repressão foi usada como política de Estado, concebida e implementada a partir de decisões emanadas da Presidência da República e dos ministérios militares.

A prática de detenções ilegais e arbitrárias, tortura, desaparecimentos forçados e mesmo de ocultação de cadáveres não é estranha à realidade brasileira contemporânea”, diz trechos do relatório.

Outro ponto que mostra o documento é referente à Lei da Anistia, pois trata-se de “crimes contra a humanidade imprescritíveis e não passíveis de anistia”.

“Seria incompatível com o direito brasileiro e a ordem jurídica internacional, pois tais ilícitos, dadas a escala e a sistematicidade com que foram cometidos, constituem crimes contra a humanidade imprescritíveis e não passíveis de anistia”. 

PORTAL MEMÓRIAS DA DITADURA É LANÇADO PELA SECRETARIA ESPECIAL DE DIREITOS HUMANOS

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Documentos, depoimentos, censuras, movimentos de resistência, violação dos direitos humanos, produções culturais, imagens e documentários são alguns corpus-políticos que compõe o Portal Interativo Memorias da Ditadura lançado pela Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República, produzido pelo Instituto Wladimir Herzog.

Trata-se de um corpus-virtual que está disposto a todos que pretenderem realizar estudos e pesquisas sobre o período tenebroso em que o Brasil passou sob a força opressiva da ditadura civil-militar que durou entre os anos de 1964 e 1985. Período de predomínio da violência institucionalizada também conhecido como Anos de Chumbo.

O portal apresenta 50 depoimentos de pessoas que falam de suas vivências durante a ditadura e suas concepções sobre o período cruel que viveram. Tem também biografias de pessoas atuantes no momento, mapas com links de conteúdo produzidos em códigos abertos WordPress que pode ser acessado por tablet, computador, celular e acessibilidade à pessoa com dificuldade física.

O portal tem um espaço-virtual exclusivo para professores. Nesse espaço-virtual os professores encontrarão planos de aula, material didático. Paulo Paim, ministro da Educação afirmou que o portal será divulgado nas escolas para estimular o acesso e uso dos professores.

Durante o lançamento do portal, a ministra Eleonora Menicucci, da Secretaria de Políticas para Mulheres, falou sobre a importância do site e comentou sobre s perseguição, prisão e tortura durante o tempo em que ficou sob a força do regime ditatorial.

“Não podemos deixar que o passado caia no esquecimento. Precisamos lembrar sempre do que aconteceu e colocar nossa lente do futuro para que isso jamais se repita.

Vai ser de muita valia para o sistema educacional brasileiro, e para toda a sociedade, para que tenhamos a memória viva de tudo que ocorreu naditadura militar”, comentou a ministra.

Já a ministra Ideli Salvatti, da Secretaria de Direitos Humanos, disse que o portal foi criado no momento oportuno para que aqueles que desconhecem a ditadura possam  conhecê-la.

“Temos uma parcela da população que advoga essa tese e, por isso, precisamos dar os instrumentos para que aqueles que não têm a informação saibam o significado de uma ditadura, para que isso nunca mais aconteça no país”, observou a ministra.

 Acesse o site: http://www.memoriasdaditadura.org.br

CRIANÇA SEQUESTRADO PELA DITADURA ARGENTINA E QUE TEVE A MÃE ASSASSINADA APARECE E LEVA À AVÓ, EXCLAMAR: “OS PORTA-RETRATOS JÁ NÃO ESTÃO MAIS VAZIOS”

A ditadura argentina que perdurou entre os anos de 1976 a 1983, prendeu, torturou e assassinou tanto quem protestava contra os militares como também inocentes. Foram milhares de pessoas presas arbitrariamente. Foi a ditadura mais perversa dos últimos anos. Apesar de se saber que toda ditadura é perversa, visto que o afeto de solidariedade, que é humana, é desviada e substituída pelo ódio como forma de sublimação. Todo ditador é alguém que não atingiu em si o sentido ontológico do humano.

Em sua perversidade a ditadura argentina desenvolveu uma prática das mais terríveis contra os prisioneiros. As mulheres que eram aprisionadas e estavam grávidas, depois do parto tinham seus filhos sequestrados e, a maioria, era entregue para famílias de militares ou amigos dos ditadores que os criavam como filhos. Esse caso encontra-se amplamente disseminado na literatura, no teatro, no cinema e na música. Com os filhos e os netos desaparecidos, milhares de mulheres argentinas, mães e avós, criaram o movimento de procura de seus parentes e se reuniam na Praça de Maio e passaram a ser conhecidas como As Mães e as Avós da Praça de Maio. Há quarenta anos elas cultuam essa luta épica.

Estela Carlotto, presidenta do movimento Avós da Praça de Maio, há 36 anos passados teve a filha Laura Carlotto, presa e assassinada pelas forças sádicas repressivas. No momento de sua prisão, Laura, estava grávida e foi torturada e assassinada.

Envolvido pela subjetividade da ditadura, o pianista Guido, compôs a música Pela Memória em homenagem às vítimas da repressão. Como era carregado pela angústia de sua origem, um dia, como um Édipo que procura sua identidade, ele resolveu ir até a Praça de Maio e se submeter ao exame de sangue para ver se tinha alguma relação com as vítimas da repressão. Logo sua angustia identificatória desapareceu: o exame mostrou que ele é filho de Laura.

Mas a decisão de ir até a Praça de Maio para realizar o exame Guido tomou no momento em que viu nos meios de comunicação da Argentina a campanha realizada nas vésperas da Copa, para que quem tivesse dúvidas sobre sua origem, procurasse as mães e avós da Praça de Maio desencadeada pelos jogadores Messi e Mascherano. Uma demonstração de quanto os jogadores argentinos tem educação política, ao contrário dos nossos jogadores alienados modelitos.

“Os porta-retratos já não estão mais vazios. Tem um rosto, eu vi. Ele é um bom rapaz”, disse a avó Estela Carlotto.

Mas a luta continua, como diz o povo. São mais de 300 crianças que a ditadura realizou o desaparecimento.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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