Arquivo para a categoria 'Direita'

MAUÉS E A POLÍTICA COM FILHOS DE FAMÍLIAS TRADICIONAIS

O PT de Maués, assim como o de Manaus vive um dilema. Ter candidato próprio ou apoiar candidatos da direita para prefeito.

O PT de Manaus casou com o prefeito cassado Amazonino Mendes. Isso, jamais, em 1982 se imaginou. Mas agora, até sonham em fazer dobradinha com o cassado, imaginando eleger um vice- prefeito.

O que temos que entender, politicamente, é que este estado nos últimos trinta anos foi governado por um grupo de pessoas que nunca pensaram no bem estar da população. Gilberto Mestrinho, Amazonino Mendes, Eduardo Braga, Alfredo Nascimento, Omar Aziz.

A forma de governo dessa gente é responsável pelo êxodo rural, crescimento desordenado da capital do Estado, violência urbana, péssimo sistema de transporte coletivo. Está mais provado que essa forma de governar só prejudica a classe trabalhadora do nosso estado.

Alguns petistas não perceberam isso. Em Maués, cidade, que sempre foi governada por filhos da burguesia, de famílias tradicionais, todas defensoras do golpe militar de 1964 estão lá muito bem estabelecidos. Alguns estão em Manaus e noutros pontos do nosso país.

Família Negreiros, Esteves, Michiles, Leite, foram todos da Aliança Renovadora Nacional – ARENA partido político dos generais golpistas. O PT em Maués, por exemplo em 1982 era rechaçado.

Ai de quem se declarasse petista nessa época. O tempo movimentou-se e a situação também. O partido  organizou um diretório  na cidade e hoje possui um número considerado de filiados. Porém, nos causa preocupação, não ter um nome do partido para concorrer à Prefeitura.

Nos causa estranheza também uma aliança com o PPS, PC do B e PR que hoje no Brasil são partidos totalmente ligados à direita, com um PPS cujo Presidente é o direitista Roberto Freire. Um PC do B aliado de Omar Aziz e que controla o SINTEAM sem defender os direitos dos trabalhadores da educação e um PR de um magoado Alfredo Nascimento que no caso de Maués apoiou o prefeito Belexo.

O PT de Maués cogitou vários candidatos. Padre Carlos Góes, Professor Dinelly, Dr. Guti e não emplacou nenhum. Agora  um filho de família tradicional será anunciado nos próximo dias como candidato nessa aliança da direita.

O espectro direitista não os deixa ver novos mundos. Filho de família tradicional nenhum possibilitará mudanças. A tradição gira em torno de idéias fixas, pré-estabelecidas, no caso dessa gente.

Se filho de família tradicional resolvesse os problemas de Maués, teríamos uma cidade diferente. Uma cidade sem violência urbana, ruas asfaltadas, escolas funcionando, professores recebendo férias, 13º salário em dia.

Filhos de famílias tradicionais, assim como Gilberto, Amazonino, Eduardo Braga, ali governaram e ou elegeram-se deputados estaduais, federais, senadores: Manuelzinho Negreiros, Donga Michiles, Darcy Pai e Filho Michiles, Eunice Michiles, José Esteves, Carlos José Esteves, Rafael Faraco, o pai do médico Carlos Almeida, Waldomiro Muniz, Luiz Canindé, Sidney Leite,  dentre outros. Todos de famílias tradicionais. Tradicionais da direita. Quem não são tradicionais são os trabalhadores que produzem a riqueza e que está na hora de mudar essa idéia de que devemos ser governados por senhores endinheirados, tradicionais.

É preciso mudar essa forma de pensar em Maués e no Brasil. E o grande exemplo nos foi dado quando este país elegeu um trabalhador, Luiz Inácio Lula da Silva, depois de 500 anos sendo governados por filhos de famílias tradicionais. Onde fomos parar com eles? Na miséria, na fome, no desemprego, na favela, cortiços e morros e na ditadura. Com Lula começamos a sair da miséria, da fome, tivemos emprego, casas, e os cortiços dos morros urbanizaram-se. Será que é difícil entender isso?  

31 DE MARÇO DE 1964: A REVOLUÇÃO QUE NÃO HOUVE

Esta data no Brasil, véspera do dia dos Tolos, jamais deverá ser esquecida. Muito já foi falado, escrito, cinemas e documentários foram dirigidos sobre esse acontecimento que na nossa opinião maculou a vida do povo brasileiro.

A história oficial repassa que nesse dia os militares iniciaram uma Revolução que durou 21 anos. 1964-1985. O Canal Brasil exibiu um documentário intitulado “O Dia que durou 21 anos”, mostrando como tudo foi planejado.

Mas afinal, o que é uma revolução? Dentre muitas definições, uma que utilizamos, é que revolução é um acontecimento que mexe com a vida de todas as pessoas numa sociedade, pois ela atua fazendo mudanças em todos os campos: no político, econômico, jurídico, ideológico, cultural. As pessoas, na revolução,  vão para o embate. E a revolução acontece porque a sociedade é dividida em classes sociais. Ricos e pobres. Exploradores e explorados.

Uma dessas classes num determinado momento de sua existência decide lutar contra as injustiças que sofre, segundo seus interesses e objetivos.

A história apresenta muitas revoluções, a maioria burguesas. Revolução inglesa, francesa, americana. Revoluções que defendiam interesses das classe dominantes, apesar dos trabalhadores serem utilizados, manipulados a participarem e depois são abandonados à própria sorte.

Nosso país é campeão em “revolução”. A própria Proclamação da República em 1989 consta como revolução. Para os militares tudo é revolução. Para nós, é preciso distinguir revolução de golpe militar. A Proclamação da República foi um golpe militar.

As revoluções no Brasil para nós nunca existiram. O que existiram foram golpes militares. E como afirmamos, começou com a Proclamação da República tendo à frente o Marechal Deodoro da Fonseca. Durante a vida republicana tivemos vários golpes sendo o último o de 1964 o que faz termos pouca República depois da monarquia, como assinala um dos capítulos da importante obra Retratos do Brasil publicada pelos jornalistas Mino Carta, Raimundo Rodrigues Pereira, Raymundo Faoro dentre ouros importantes brasileiros.

Golpe militar é quando um grupo de militares que pode ser de direita como de esquerda, arquiteta, planeja, organiza a tomada de poder, de um governo legitimamente constituído ou não.

Foi isso que aconteceu no Brasil e que nos foi repassado como revolução. Mas por que os militares golpearam nosso país?

Cabe aqui alguns esclarecimentos necessários para que não esqueçamos “O dia que durou 21 anos.” – Canal Brasil

Antes de 1964, o Brasil despontava na América do Sul como uma superpotência. Juscelino Kubitschek de Oliveira (1955) havia construído Brasília, a indústria despontava com lucros e grande expansão em todos os campos. Algumas empresas norte americanas como a Ford, Chevrolet, Coca-cola, I.T.T. dentre outras já estavam instaladas por aqui.

Os Estados Unidos da América não queria concorrente com sua economia. Era preciso debelar o gigante sul americano. Esse verdadeiramente é um dos motivos do golpe.

O projeto de invasão ao nosso país inicia ainda no governo do assassinado Presidente John Kennedy e foi implementado com Lindoln Johnson, que temia a implantação do comunismo no Brasil cujo modo de produção já havia sido implementado na Ilha de Fidel Castro, Cuba.

Era preciso criar uma explicação plausível que justificasse a invasão. Mentiras, por exemplo, como vimos nas últimas invasões comandadas pelos americanos no Iraque, Paquistão, Afeganistão e Líbia.

Os americanos conspiradores possuíam aqui vários agentes. Os dois principais eram o Embaixador Lincoln Gordon e o General Walters, além de muitos outros informantes estrangeiros e brasileiros cooptados pelo Tio Sam.

Em 1960 Jânio Quadros fora eleito Presidente da República com uma campanha contra a corrupção e tinha na música “Vare, vare vassourinha. Varre a bandalheira que o povo está cansado de viver dessa maneira…” o tema contra a roubalheira. Trazia como seu vice, João Goulart, popularmente conhecido como Jango, cunhado de Leonel Brizola, político histórico do Rio Grande.

Jânio Quadros sentido o clima por aqui resolve ir à China. Na terra de Mao Tsé Tung renuncia pensando que o povo que o elegera não aceitaria e o carregariam do aeroporto até o palácio. Se deu mal. Jango assume prometendo fazer uma ampla reforma que ficou conhecida como Reformas de Base. Ela implantaria a reforma econômica,  tributária, política e eleitoral,  reforma agrária dentre outras medidas que beneficiariam todos os brasileiros.

Estavam também sendo observadas as empresas americanas e seus projetos de investimentos e que não estavam atendendo os incentivos que lhes foram dados. Era preciso criar um motivo para a invasão. Era preciso criar uma mentira.

Como no Rio Grande Leonel Brizola começou fazer a reforma agrária e a reforma tem a ver com a vida campesina, com trabalhadores, terçados, martelos, foice, e a terra como bem coletivo de justiça e paz social, associaram-na ao COMUNISMO. Criava-se a mentira para invadirem nosso país.

Era preciso evitar que o comunismo dominasse o Brasil. Documentos oficiais entre a Embaixada americana no Brasil, os militares brasileiros começaram a se manifestar a favor do golpe. O governo americano armou-se política e militarmente para invadir nosso país. Navios, porta-aviões, destróires, aviões e helicópteros a partir da América Central até a costa brasileira estavam todos posicionados.

Enquanto isso, Jango recebia do povo brasileiro total apoio para seu projeto de mudanças políticas, econômicas e sociais. O memorável comício feito na Central do Brasil no dia 13 de março de 1964 deu demonstração de que o presidente contava com o apoio de grande parcela da população brasileira.

Mas por trás, os cansados, representantes da retrógrada direita, aliados de mafiosos, como esse último chamado Demóstenes Torres, caninos, organizaram uma grande manifestação chamada a “Marcha da Família com Deus pela Liberdade.”

Os militares e os americanos com isso sentiram que era a hora do golpe. Comboios partindo de vários quartéis no Sudeste rumaram para o Rio de Janeiro.

João Goulart, talvez para evitar um derramamento inicial de sangue, num avião da Força Aérea Brasileira vai para o Rio Grande e depois segue para o Uruguai. Essa decisão do presidente é questionada ainda hoje. Por que ele fez isso? Como chefe de Estado, chefe das Forças Armadas ele teria que ter um comando

Sem seu Presidente, foi declarada a vacância do poder. E o combate aos comunista ia ser iniciada. A deduração ia correr solta. Nosso país passaria a ser governado como Estado de Exceção. A Constituição que rege os direitos e deveres dos cidadãos foi colocada de lado e passou-se a governar com os Atos Institucionais, conhecidos AI 1, 2, 3, 4, 5…

Quem fosse contra o Golpe Militar era preso. Depois torturado. Assassinado. Aviões jogavam contestadores com pedras amarradas nas pernas em locais do oceano atlântico onde as correntes marinhas levavam para locais onde jamais seriam localizados.

Delegados, agentes, prendiam professores, jornalistas, religiosos. Aos gritos, com choques elétricos nos pênis, vaginas, queimaduras com cigarros, pau-de-arara, a tortura e os pedidos de socorro soavam pelo Brasil.

Prisões insalubres, molhadas, uma lata com uma goteira interminável passava o dia e noite pingando para a tortura daqueles que perderam a liberdade de ir e vir.

A insolência de um governo que na mentira para incriminar brasileiros utilizava-se de ardis como a plantação de uma bomba em frente ao Rio Centro na cidade Maravilhosa e que explodiu no colo de militare destruindo um carro puma e que era para explodir dentro do Shopping onde estava sendo realizado um Show com ambiente lotado.

Golpe militar que levou à ditadura e que teve na figura do delegado Sérgio Fleury Paranhos um dos seus algozes. Que o diga a família de Frei Tito, que mesmo indo à Paris, não conseguiu superar os traumas da tortura e suicidou-se.

Carlos Marighela que numa embocada foi assassinado. Wladimir Herzog assassinado dentro da prisão e que simularam um suicídio. Dilma Rousself, nossa presidenta, presa. Lula, nosso presidente preso.

Não podemos esquecer jamais dos que morreram na guerrilha do Araguaia. Brasileiros que queriam bem seu país, que queriam justiça social, que queriam sim, o Comunismo como modo de produção que não distingue as pessoas pelo seu poder social. Queriam sim o Socialismo como caminho para o comunismo.

Não temos como lembrar de todos que foram presos, torturados e mortos, mas temos sim, que dizer, que rádios, emissoras de televisão, jornais, nessa época, na sua maioria estavam cooptados pelo governo ditatorial.

A TV Globo, a Vênus platinada e todas suas afiliadas são frutos da ditadura militar no Brasil. Os grandes jornalões acéfalos indignos representantes da direita, até hoje defendem os verdadeiros inimigos do nosso país. As grandes empresas transnacionais e políticos vendilhões das riquezas de nossa pátria.

O futebol com João Havelange e seu Genro, o Capo Ricardo Teixeira, utilizaram sempre a seleção brasileira para narcotizar o povo. Galvão Bueno que já foi mandado pentear macaco que nem merecem, sempre utilizaram esse esporte para escamotear, esconder o que a ditadura fazia. Por ocasião da copa do mundo em 1970 no México, por exemplo, no governo do General Emílio Garrastazu Médici, prisões, torturas e mortes corriam aos montes, tanto é que esse período é chamado de anos de chumbo.

E o povo cantando e comemorando “noventa milhões em ação/ pra frente Brasil do meu coração/Todos juntos vamos, pra frente Brasil, salve a seleção…” o tri campeonato, enquanto sangue, dor, martirizavam milhares de pessoas e famílias de nosso país.

Os americanos não se contentaram e incentivaram golpes militares por toda a América do Sul e Central: Argentina, Chile, Uruguai, Paraguai, Equador, Venezuela, Peru, Colômbia Nicarágua, Panamá… Rafael Videla, Pinochet, Strosner, Fujimori, foram seus ditadores, dentre outros.

Por cá, não podemos esquecer jamais: do incentivador e primeiro aliado americano: 1964 – Castelo Branco; 1966 Costa e Silva; 1969 o homem do chumbo, o homem do jingle “Este é um país que vai pra frente…”, Criança feliz que vive a cantar…” Emílio Garrastazu Médici, lá dos pampas gaúchos, 1974 Ernesto Geisel e por último o General que preferia o cheiro dos cavalos e não do povo,  João Baptista Figueiredo, todos do exército.

Marinha e Aeronáutica como coadjuvantes forneciam apenas prédios, navios e aviões para os suplícios, mas que de presidência mesmo, só os homens da infantaria, da selva – os selvagens, os Tolos, por isso nesse dia 1º de abril é o dia deles, os Tolos, pois conseguiram após o 31 de março de 1964 nos pregar uma grande mentira.

A revolução foi pra eles. Pro povo, as batatas, como diria Machado de Assis. Ainda bem que estamos sabendo diferenciar as coisas. Por isso há a Comissão da Verdade para desfazer as mentiras e o Estado indenizar todas as famílias que perderam entes queridos, se é que tais indenizações justifiquem barbaridades.

Valeu mano. Este país é nosso. E por uma boa causa pegaremos sempre em armas. A escrita. A caneta. Nosso intempestivo blog.   

    
                 

PARLAMENTARES PEDEM QUE SENADOR DEMÓSTENES EXPLIQUE SUA RELAÇÃO COM SEU AMIGO, O MAFIOSO CACHOEIRA

 Depois que foi publicado na imprensa que o senador da ultradireita, Demóstenes Torres (DEM/GO), mantinha relações estreitas com o mafioso Carlinhos Cachoeira, preso pela Polícia Federal na Operação Monte Carlo, o senador foi à tribuna do Senado no dia 6 de março para se defender. Diante do que anunciou em seu discurso parceiros seus, como o senador do Partido dos Trabalhadores, do Acre, Jorge Viana, se irmanaram com suas declarações.

      Como poderia dizer o próprio ‘modelo moral de político’, o senador Demóstenes, nada como o tempo para processar a verdade. Com o passar do tempo novas denúncias contra o ‘campeão da moral’ foram registradas na imprensa brasileira. Denúncias como o recebimento direto de dinheiro das mãos do contraventor Carlinhos Cachoeira, e o uso de um telefone ativado nos Estados Unidos para o senador conversar com o mafioso tranquilamente sem qualquer receio de suas conversas serem grampeadas pela Polícia Federal.

        Diante do acúmulo de denúncias contra o ‘campeão moral’, senadores pediram ontem para que ele vá ao Senado para explicar sua relação com o mafioso. Entre eles o senador acreano, Jorge Viana, que agora mudou de opinião sobre o caso de Demóstenes Torres.

        “Nós não podemos tapar o sol com a peneira. Esta casa da Federação não terá moral para notificar, para convidar, para intimar qualquer cidadão para depor em suas comissões, se nós não ouvirmos os esclarecimentos do senador Demóstenes Torres”, exigiu o senador Pedro Taques (PDT/MT).

        Como o espírito do Senado é reacionário, os reacionários senadores Álvaro Dias (PSDB/PR) e o líder do governo Eduardo Braga (PMDB/AM) saíram em defesa do companheiro.

      Para Álvaro Dias não há motivo para o senador Demóstenes prestar esclarecimentos no Senado em razão do mesma já se encontra sendo investigado.

       “Quando nós reivindicamos a presença de um ministro, quando nós encaminhamos à Procuradoria-Geral da República representações, nós o fazemos porque autoridades públicas denunciadas não estão sendo investigadas. Não é o caso do senador. Segundo a imprensa veiculou, esse inquérito tem três anos. A investigação se dá, portanto, a cerca de três anos, o próprio senador, no dia 6 de março, daquela tribuna, pediu que fosse investigado”, defendeu seu companheiro o senador.

         Por sua vez, mostrando porque a presidenta Dilma o escolheu para líder do governo, o senador Eduardo Braga, saiu em defesa de seu companheiro Demóstenes dizendo que era para  o caso não “politizado” e que ele “não é de decoro”.

        “Espero que este processo não seja politizado. Ele é de natureza criminal, não é de decoro. E deve ser tratado na instância correta”, afirmou o senador.

        O caso é político, e sendo criminal é de decoro. O envolvimento de Demóstenes com o mafioso foi em pleno desenrolar de seu mandato. Com essa posição, Eduardo Braga, confirma que não sabe, porque Dilma o escolheu para ser o líder do governo.

      

PEC QUE TRANSFERE DA UNIÃO PARA O CONGRESSO OPODER DE APROVAR E RATIFICAR TERRAS INDÍGENAS FOI APROVADA NA CÂMARA

 O parecer do deputado Osmar Serraglio (PMDB/PR), favorável a admissibilidade da proposta de emenda à Constituição (PEC) 215 que transfere da União para o Congresso Nacional a prerrogativa de aprovar e ratificar a demarcação das terras indígenas, de autoria do deputado Almir Sá (PPB/RR), e que está parada há 12 anos, foi aprovado pela Comissão de Constituição e  Justiça (CCJ) da Câmara.

     A PEC que conta com um grande número de pessoas contrárias e, principalmente, as sociedades indígenas concede ao Congresso Nacional as competências exclusivas da aprovação da demarcação das terras tradicionalmente ocupadas pelos índios e a ratificação das demarcações já homologadas. E ainda estabelece que os critérios e procedimentos de demarcação serão regulamentados por lei.

     Durante as quatro horas de debate sobre a votação os representantes indígenas protestaram revoltados com os andamentos da discussão porque percebiam que a votação favorável ia ocorrer, como ocorreu. Deputados do PT, PV e PCdoB, contrários o parecer favorável, tentaram obstruir por algumas vezes o andamento dos trabalhos, mas encontraram pela frente o maior número de parlamentares ruralista defensores – como não podia ser o contrário – do parecer favorável da proposta da PEC.

        Depois da votação favorável aos ruralistas, os índios e os deputados contrários protestaram afirmando que tratava-se de um retrocesso na política nacional de demarcação das terras indígenas. Um acinte a democracia, alguns afirmaram. Para o deputado Luiz Couto (PT/PB) a aprovação é um retrocesso que vai aumentar a violência no campo.

        “Essa PEC é um retrocesso, não só para os povos indígenas, mas também para as autoridades quilombolas. Esta PEC vai provocar um clima de violência no campo”, afirmou o deputado Luiz Couto.

      Para o deputado Paulo Teixeira (PT/SP) a PEC é inconstitucional, porque muda o equilíbrio entre os poderes.

       “A PEC aprovada é flagrantemente inconstitucional. Ela fere o que poderia ser uma cláusula pétrea, do direito das terras para os índios”, disse o deputado Teixeira.

         No entender do deputado Ivan Valente (PSOL/SP) a PEC é um retrocesso nos direitos dos povos indígenas.

        “É a mesma turma que está apressando para aprovar o Código Florestal. Os que apoiam a PEC têm interesses econômicos e imediatistas para ocupar terras que já estão ocupadas e impedir futuras demarcações”, analisou Ivan Valente.

    Sarney Filho também corrobora com a opinião que a aprovação da PEC vai aumentar a violência no campo.

      “Os fatos nos dizem que, quando há insegurança jurídica, há violência. Não gostaria de subir à tribuna na semana que vem para anunciar violência e morte”, disse o filho do vitalício presidente do Senado, José Sarney.

     Ficou para o representante maior da extrema-direita do bloco dos reacionários, deputado Roberto Freire, do PPS, partido capacho do PSDB, junto com o DEM, a fala de defesa dos seus patrões ruralistas.

       “Estamos discutindo uma proposta de emenda à Constituição, que trata de ordenamento e remete essa competência – de demarcação – ao Congresso Nacional. Temos a tripartição dos  Poderes e nada aqui atenta à União, porque somos o Poder Legislativo da União”, ressonou a voz dos ruralista pela mímica do deputado da extrema-direita que no passado recente se inobservava como ilusão de ser comunista.  

SERRA PROMETEU FICAR TODO O MANDATO NA PREFEITURA E AGORA DIZ QUE TUDO É “PAPELZINHO”. “NADA EM CARTÓRIO”

 José Serra, representante maior do partido da direita PSDB, voz da burguesia ignara, e candidato para disputar à prefeitura da capital do estado de São Paulo, falando sobre sua promessa, nas eleições de 2004, que ficaria todo o mandato, disse que assinou “um papelzinho”. E que não assinara nada em cartório.

      A questão foi levantada porque Serra novamente voltou a prometer que se eleito for nas eleições de 2012, para prefeito de São Paulo, ele irá cumprir o mandato até o último dia. Como Serra já é conhecido contumaz  candidato de duas palavras, nunca cumpre o prometido, o tema voltou a tona e está servindo de elemento de campanha para seus opositores, principalmente o candidato do Partido dos Trabalhadores, Fernando Haddad.

      Para se livrar da heresia religiosa de descumprido da promessa, e manter seus eleitores sob a ilusão de sua ‘justa palavra’, o candidato dos reacionários tentou se explicar.

       “Houve um debate, uma entrevista. O pessoal perguntou:”Se o senhor for eleito prefeito vaia sair para se candidatar à Presidência:”. Eu disse que não. “Então assina aqui”. Eu assinei um papelzinho. Não era nada… Eu estava dizendo a absoluta verdade”, afirmou Serra.

     Serra mais uma vez tripudia de si próprio ao negar que não assinou um termo de compromisso. No dia 14 de setembro de 2004, ao participar de um debate promovido pelo jornal reacionário da família Frias, seus amigos, Folha de São Paulo, ele assinou um documento afirmando que cumpriria todo ao mandato e não renunciaria para se candidatar a outro.

               “São Paulo, 14 de setembro de 2004.

         Eu José Serra, comprometo-me a, se eleito prefeito do município de São Paulo no pleito de outubro de 2004, cumprir os quatro anos de mandato na íntegra, sem renunciar à prefeitura para me candidatar a nenhum outro cargo eletivo”, teor do documento assinado pelo justo candidato da ralé retrógada.

        É claro que só acreditam nas promessas de Serra os indiferentes, para quem Serra sempre fala a verdade. Sua verdade, mas verdade. Como gostam os indiferentes.   

 

DEPUTADO PROTÓGENES DIZ QUE CONSERVADORES DA CÂMARA LUTAM CONTRA A CPI DA PRIVATARIA DE SERRA

 O deputado federal Protógenes Queiroz (PCdoB/SP) disse que a ala conservadora da Câmara dos Deputados está lutando para impedir a instalação da CPI da Privataria que vai investigar as denúncias contra José Serra, do partido da direita PSDB, acusado pelo jornalista Amaury Junior de ser o mentor do maior escândalo de posse do dinheiro público através das privatizações. Trama ocorrida no governo de Fernando Henrique Cardoso.  

        Segundo o deputado, a luta desses parlamentares é, principalmente, impedir que a CPI seja instalada antes das eleições em que Serra é candidato do PSDB ao cargo de prefeito da capital de São Paulo.

        “Agora é inexorável. A CPI foi instalada. Não tem mais como voltar atrás. O que se discute são os nomes dos integrantes, mas há uma pressão muito grande, por parte, por parte de setores conservadores na Casa, na oposição e em parte do PMDB, para que os trabalhos comecem somente depois das eleições.

        Vamos começar a recolher o apoio, por todo o país, dos eleitores que querem ver o Brasil passado a limpo. Em São Paulo, já na semana que vem , teremos pontos de recolhimento dessas assinaturas. O mesmo movimento se repetirá no Rio de Janeiro e nas principais capitais do país. O momento agora é de mobilização popular”, disse o deputado.

 

RICARDO TEIXEIRA DEIXA A CBF E PÕE FIM NA HISTÓRIA DO SEM FIM

 

             O hoje ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira, cometeu um ato por demais atemporal. O eterno presidente em sua eternidade de 23 anos comandando a maior entidade do futebol brasileiro colocou um fim na história do sem fim que já se encontrava nas nuvens mitológicas da inutilidade.

       Ricardo Teixeira depois de vários ensaios para deixar ou não o saboroso cargo resolveu deixá-lo e de forma ressentida como se tivesse sido um pobre homem perseguido, e incompreendido. E de quebra, deixa também à presidência do Comitê Organizador Local (COL) da Copa do Mundo de 2014.

         Em seu lugar na CBF vai assumir o cartola amigo de Maluf, José Maria Marin, que chegou a ser vereador da Câmara Municipal de São Paulo e governador do Estado substituindo Maluf quanto este se candidatou à Câmara Federal. José Marín é do ramo dos malufes e teixeiras da sociedade brasileira.

      Sob suspeita de corrupção e enriquecimento ilícito, o ex-eterno Ricardo Teixeira, pela primeira vez em sua história envolta com o futebol, marcou um belo tento ao renunciar. Um belo tento que ameaça conceder vitória ao futebol brasileiro. Um tento maravilhoso aplaudido por todas as galeras e não galeras.

     A sabedoria popular diz que “não existe mal que nunca acabe”. É verdade, mas enquanto esse mal perdura como eternidade ele impõe grandes ferimentos aos que estão sob sua força. Durante todo o tempo que Ricardo Teixeira ficou eterno na CBF ele impôs ao futebol brasileiro duros sofrimentos. Tudo porque ele jamais imaginou o futebol como uma manifestação coletiva, mesmo quando empresariado. Só imaginou o futebol a partir de si mesmo. Como possibilidade de lucro privado.

      Agora, se põe como vitima incompreendida.

    “Futebol em nosso país é sempre automaticamente associado a duas imagens: talento e desorganização. Quando ganhamos, despertou o talento. Quando perdemos, imperou a desorganização.

     Fui criticado nas derrotas e subvalorizado nas vitórias. Isso é muito pouco, pois tive a honra de administrar não somente não somente a confederação de futebol mais vencedora do mundo, mas também o que o ser humano tem de mais humano: seus sonhos, seu orgulho, seu sentimento de pertencer a uma grande torcida, que se confunde com o país”.

       Fim da história do sem fim, apesar de todo apoio das Organizações Globo, tendo à frente a TV Globo, sua maior defensora e marqueteira. Não adiantou Teixeira afirmar que enquanto a Globo não falasse mal dele ele não dançaria. Dançaram os dois.

 

DILMA TROCA, JUCÁ, LÍDER DO GOVERNO NO SENADO, POR EDUARDO BRAGA, E NÃO PERCEBE SEMELHANÇA NA TROCA

 Em meio às brumas da derrota sofrida na última semana ao não ter a recondução de Bernardo Figueiredo para a Diretoria-Geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres, pelo Senado, a presidenta Dilma Vana Rousseff, resolveu trocar seu líder na Casa, o senador Romero Jucá (PMDB/RR) pelo senador Eduardo Braga (PMDB/AM). A notícia foi divulgada pelo senador Renan Calheiros (PMDB/AL) depois de uma reunião que teve com a presidenta.

         Segundo Calheiros a presidenta disse que a função de Eduardo Braga será unir os elementos do PMDB quando das votações de interesse do governo. E que também pretende impor rotatividade nas lideranças. Dilma não vinha gostando nada do comportamento tíbio de Jucá quando das votações, e a rejeição pelo Senado do nome de seu interessado foi o ponto final.

     Dilma facilita a vida de Eduardo Braga ao dizer que sua função é unir seus parentes de partido, porque se ela tivesse intenções mais elevadas como exigi o ser político, ela confirmaria que se encontra com sua percepção e cognição comprometida com a realidade triste da chamada vida política dos profissionais da política no Brasil, que é tão triste e improdutiva.

     Tanto Romero Jucá e Eduardo Braga não têm elevadas dimensões políticas para compor subjetividade necessária à produção democrática em um corpus como o Congresso Nacional. O estar-político de ambos se fecha e termina na amenidade do conceito provinciano do que é política partidária que é projetado como busca de ganhos da agremiação, e não elevação de categorias políticas. O chamado espírito democrático constituinte/metafísico, como afirma o filósofo  italiano Toni Negri.

       Assim, Dilma, ao acreditar que muda só fortalece as semelhanças.

        Há um porém que não se sabe se Dilma sabe: Eduardo Braga é tido como candidato à prefeitura de Manaus que está seno lustrada pela Copa de 2014 – há um frisson nas candidaturas que buscam o glamour de ser prefeito na Copa – , talvez, concorrendo de frente contra seu criador, atual prefeito, Amazonino Mendes, que embora diga que ainda não se decidiu, já se acredita em campanha.

       Amazonino, que foi cassado em primeira instância pela ilustre juíza Maria Eunice Torres do Nascimento, tem profunda atração por isso que a inteligência ignara alcunha de poder.  

A PALAVRA DE HONRA DE SERRA

José Serra, político reacionário representante da elite ignara paulista, foi eleito prefeito de São Paulo em 2004. Durante sua campanha eleitoral jurava de pés juntos que iria terminar o mandato para o qual foi eleito, por isso pedia a consideração do eleitor. O eleitor considerou, o elegeu, mas um ano e três meses depois deixou a prefeitura de sua jura para se candidatar governador de São Paulo.

Eleito governador jurou novamente de pés juntos que se o eleitor lhe depositasse consideração e fosse eleito iria completar o mandato ao qual foi eleito. Chegado o frisson da eleição para o cargo da Presidência da República o reacionário Serra largou o governo de São Paulo para se candidatar à Presidência. Levou um belo e inesquecível couro da primeira presidenta do Brasil, Dilma Vana Roussefff.

Hoje, ano 2012, ano de eleição municipal, o velho reacionário continua circulando em sua posição molar. Vai disputar as prévias de seu partido, o retrógado representante da direita ultraconservadora do Brasil, PSDB. Ciente que vai ganhar a indicação para concorrer à prefeitura da capital do estado de São Paulo o molar Serra já jurou de pés juntos que vai cumprir o mandato que termina em 2016.

“Estou sendo candidato para governar a cidade até quando o mandato terminar, até 2016. Sei que esta questão vai ser posta, principalmente pelos adversários, mas vou cumprir os quatro anos, e isso é mais do que uma promessa.

O sonho – da Presidência – não está enterrado, mas sim adormecido. Estou no auge da minha energia”, afirmou o sincero Serra.

Será que alguém ainda acredita em Serra?

PT MANAUS: CANDIDATURA PRÓPRIA OU SUBMISSÃO E SERVILHISMO

O Partido dos Trabalhadores quando foi constituído se propunha a lutar por democracia, pluralidade, solidariedade, transformações política, sociais, institucionais, econômicas, jurídicas e culturais para eliminar a exploração, a dominação, a opressão, a desigualdade, a injustiça e a miséria, com o objetivo de construir o socialismo democrático.

Para iniciar essas mudanças, o Partido dos Trabalhadores deve aproveitar o momento que é considerado por 40% da população da Região Norte como o melhor partido do Brasil, segundo a Fundação Perseu Abramo, para ter um candidato próprio em Manaus.

Por ocasião da fundação do partido no Amazonas, seu eleitorado e filiados era mínimo.  Na eleição de 1989 Lula obteve 197.431 votos, equivalente a 23,45% e Collor recebeu 397.103 votos, equivalente a  47,16%.

A partir da eleição vitoriosa de Lula em 2002, depois em 2006 onde obteve mais de 80% de votos e com a Presidenta Dilma conquistando mais eleitores, a tendência é crescer e tornar-se cada vem mais um  partido reconhecido pelo povo brasileiro.

Por todas essas características, queremos aqui, ratificar, apoiar a idéia defendida pelo vereador do Partido dos Trabalhadores, Waldemir José, de que uma candidatura própria do PT é o melhor para Manaus e para o próprio partido.

Quando o partido foi fundado, um dos objetivos era lutar contra a exploração do trabalhador. E para conseguir isso, só será possível atuando com pessoas de sua mesma classe.

Não podemos jamais, acreditar que com o prefeito cassado de Manaus, com o ex-governador do Estado ou seja lá quem for, representantes da direita conservadora manauara possamos promover tais transformações.

Infelizmente o PT, Diretório de Manaus, tem deixado muito a desejar. Sabemos que há as tendências, cada uma defendendo ideias, teses, mas que não tem contribuído para a construção de uma sociedade diferente da qual vivemos.

Neste momento que  se deve caminhar juntos para sair com um candidato próprio, o partido vai reunir delegados para decidirem. E pelo que foi votado e escolhido, há uma tendência para que o partido coligue-se com outros partidos. Só que os partidos já estão no tabuleiro. Se o PDT fosse ainda o PDT do Leonel Brizola, avô do Brizola Neto, tudo bem, mas um PDT que abriga uma pessoa indefinida partidariamente e que há mais de 30 anos comanda este Estado  é querer ficar submisso e na servidão.

A não cidade de Manaus precisa de um Prefeito que não mande uma senhora paraense morrer. Precisa de um prefeito que a transforme numa cidade. E para isso, esse prefeito tem que ser uma pessoa que entenda de trabalhador, que tenha sido um trabalhador, como é Luis Inácio Lula da Silva.

Nosso país só conseguiu dar o salto que deu porque um trabalhador assumiu o comando político dele. Claro que para isso Lula se preparou. Tantas foram as caravanas que ele fez. Lula conhece este país como nenhum outro presidente.

Dessa forma também podemos ter um candidato que resolva o problema de transporte coletivo, habitação, saneamento, fornecimento de água, educação. E no Partido dos Trabalhadores neste momento, o deputado federal Francisco Ednaldo Praciano, que obteve na última eleição 139.800 votos é o nome com melhor aceitação e preferência popular. Ele distoa de todos os outro pré-candidatos.

Se o Partido dos Trabalhadores não sair com candidatura própria estará perdendo uma ocasião de se firmar como um partido em ascensão no nosso Estado, podendo com isso, auxiliar ainda melhor a Presidenta Dilma, como assinalou Waldemir José, pois dessa forma, aos poucos, poderemos estar caminhando para a construção de uma sociedade solidária, cujo objetivo, é o surgimento do socialismo democrático proposto no estatuto do partido.     
   

PESQUISA MOSTRA QUE PESSOAS DE ESQUERDA SÃO MAIS INTELIGENTES. AFIRMAÇÃO QUE NÃO REFLETE MEMBROS DO PT E PCdoB DE MANAUS

Uma pesquisa realizada pela Universidade de Brock, de Ontário, no Canadá, que levou mais de 50 anos coletando dados concluiu que pessoas de esquerda têm inteligência superior às pessoas das ideologias conservadoras, as da direita.

Segundo o estudo, depois de entrevistar mais de 15 mil no Reino Unido do ano de 1958 a 1970, compararam os níveis de inteligência com a posição política dos participantes depois de adultos. Não deu outra.

Os conservadores – retrógados – aparecem com Quociente Intelectual (QI) de 94 pontos, quando a média é 100 pontos. Os de centro com 100 de QI, e os da esquerda com 106 de QI.

Munido com o resultado do estudo alguém pode perguntar: “E qual é o QI dos membros do PT e PCdoB de Manaus?” Fácil resposta. QI mínimo. Ao contrário do QI superior dos primeiros criadores do Partido dos Trabalhadores. Pessoas como Florestam Fernandez, Sérgio e Aurélio Buarque de Hollanda, Antônio Cândido, Lélia Abramo, Apolônio de Carvalho, Gonzaguinha etc.

Como os retrógados representam a imobilidade da vida expressada na ambição da posse e do mando, uma demonstração de QI inferior, antidemocrático, aqueles que formam conluio com eles também possuem a mesma inteligência. A inteligência que por medo teme o novo. O novo que é o movimento do pensamento. Experiência que só tem os de inteligência superior.

Em Manaus, a maior parte do PT que está submissa aos governantes – por isso não pretende candidatura própria para prefeito -, assim como o PCdoB, confirma sua baixa inteligência quando refletem suas alianças com os reacionários Amazonino, Eduardo Braga, Omar Aziz, entre outros. Os de QI inferior. Estes, que por razão de seus baixos QIs impuseram o triste atraso ao estado do Amazonas e a angustia ao povo.

Em seus baixíssimos QIS eles se iludem acreditando que porque têm um curso superior têm uma superior inteligência. Leda ilusão quando se sabe que grande parte dos professores das universidades também são portadores dessa síndrome do QI inferior. O QI dos reacionários.

Em síntese, esses dois partidos precisam urgentemente, para sobreviverem, buscar filiações de pessoas com QI superior caso queiram sobreviver como partido políticos. Agora, se é para continuarem como grêmio recreativo, devem permanecer como se encontram. Mas assumam suas inferioridades. Nada de pruridos de intelectuais de shopping.

CIRO GOMES DIZ QUE SERRA È CÚMPLICE DA PRIVATARIA TUCANA

O ex-ministro Ciro Ferreira Gomes, hoje vice-presidente do Partido Socialista Brasileiro (PSB), é uma das testemunhas aguardadas na Câmara dos Deputados caso seja aprovada a CPI da Privataria Tucana, originada no livro homônimo do jornalista Amaury Ribeiro. A obra narra o processo de privatização das grandes companhias brasileiras e o desvio monumental de recursos do Estado para contas particulares, em bancos de paraísos fiscais, entre elas as dos principais líderes do PSDB, como José Serra e Fernando Henrique Cardoso.

Ciro, em entrevista a um programa de TV aberta, ainda em 2009, já denunciava os fatos descritos, em detalhes, no livro-reportagem. Segundo o também ex-deputado federal com mais de 600 mil votos na penúltima eleição, a gestão de FHC e Serra drenou os recursos brasileiros de forma espetacular a ponto de faltar pouco para o país quebrar, ao longo dos oito anos do mandato tucano.

– O (jornalista) Elio Gaspari chama o processo de privatização que eles fizeram de privataria. Uma mistura de privatização com pirataria. Não é por nada particular, porque o Serra gosta de espalhar entre as penas amestradas que ele controla, que eu tenho alguma animosidade pessoal com ele. Ele é um Fernando Henrique Boy. Não tem como não ser. Ele foi ministro do governo Fernando Henrique por oito anos – afirmou Ciro, na entrevista passada.

Ciro Gomes pontuou a velocidade impressionante com que a equipe econômica da gestão FHC avançou sobre os bens nacionais, construídos ao longo de 500 anos.

– O Brasil, quando o Fernando Henrique tomou posse – e eu era ministro da Fazenda – tinha levado 500 anos para fazer uma dívida pública equivalente a 38% do Produto Interno Bruto (PIB). Essa gente, o governador Serra, ministro do Planejamento, membro da equipe econômica, trouxe essa dívida para 78% do PIB em apenas oito anos. Levou 500 anos, brasileiro, para que a dívida chegasse a 38% do PIB. E foi uma dívida feita para construir a Petrobras, a Eletrobras, a Telebras, as estradas etc etc. Essa gente dilapidou o patrimônio brasileiro. O investimento brasileiro caiu ao pior nível desde a Segunda Guerra Mundial. Destruíram as universidades brasileiras. Perdemos um terço dos mestres e doutores, que se leva 40 anos para formar, em apenas oito anos de maluquices. De prostração ideológica neolilberal, de mistificação – relata.

Para o ex-parlamentar, que não concorreu à Presidência da República nas últimas eleições num acordo com o PT, alinhavado pelo próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para que ele apoiasse a candidatura da atual presidenta, Dilma Rousseff, a volta dos tucanos ao poder significa um retrocesso histórico.

– O Brasil foi ao chão. Faltou energia. Pelo amor de Deus… Tem alguma animosidade minha? Se tiver, desmintam um número meu. Então, essa gente não pode voltar, porque agora o Lula provou para nós próprios, brasileiros, que nós temos condições de resolver o nosso desafio. E olha que o Lula pegou a coisa degringolada. Em 2003 o Brasil quase quebra, de novo. Agora, passamos pela maior crise do capitalismo moderno e o Brasil não quebrou.

Aos 52 anos, mais da metade dedicados à vida pública, o ex-deputado federal foi duas vezes deputado estadual, sendo eleito em seguida prefeito de Fortaleza e governador do Ceará. Ocupou ainda os cargos de Ministro da Fazenda e Ministro da Integração Nacional. Em 2006 e foi o deputado federal mais votado do país, proporcionalmente, com 667.830 votos.

Vejam no vídeo parte da entrevista.

* Jornal Correio do Brasil

A coalizão governamental e as questões de propriedade

A polarização, fora do período eleitoral, não é simplesmente entre PT e PSDB. A direita está longe de se restringir ao PSDB; a esquerda está distante de ser representada simplesmente pelo PT. O país está num momento em que a radicalização na base da sociedade está apartada dos dutos de representação política.

Maria Inês Nassif

Se a política se reduzisse a uma disputa eleitoral entre PT e PSDB, tudo seria mais simples. Mas a vida, definitivamente, não é um Fla-Flu. O país está num momento em que a radicalização na base da sociedade está apartada dos dutos de representação política. Se, do ponto de vista da democracia formal, o governo federal, nas mãos de uma presidenta de esquerda eleita pelo voto direto, tem o controle da maioria do Congresso Nacional e o apoio de quase todo o espectro político-partidário, a ação que resulta disso tem severas limitações nas bases da sociedade.

Do lado de lá de qualquer política de distribuição de renda e terra, de saúde pública, de moradia popular, existem sempre barreiras a serem transpostas na base da sociedade. Qualquer política de redução de privilégios se encontra e conflita com setores tradicionais acostumados a eles – não necessariamente de oposição ao governo federal – e com enclaves regionais onde o poder de aparelhos públicos e privados de ideologia se impõem aos setores mais fragilizados da população pela força e por decisões de uma Justiça excessivamente ligada ao status quo. Contraditoriamente, em algum momento pode se somar aos grupos hegemônicos locais a ação de determinados setores do governo federal, já que a enorme coalizão a nível institucional confere uma grande multiplicidade a um aparelho público federal que teoricamente deveria ser a representação dos setores à esquerda da sociedade.

A polarização, fora do período eleitoral, não é simplesmente entre PT e PSDB. A direita está longe de se restringir ao PSDB; a esquerda está distante de ser representada simplesmente pelo PT.

Os atores políticos, institucionais e não-institucionais, estão perdidos numa realidade bipartida, onde a mediação institucional entre setores, interesses e frações de classe é cada vez mais ineficiente. Existe um descompasso entre representação democrática e poder econômico, entre partidos políticos e interesses da sociedade civil – e, até por conta dos demais descompassos, essas contradições estão cada vez mais evidentes nas questões que envolvem propriedade. Essa afirmação não nega a realidade de uma desigual e histórica disputa por terras, rurais e urbanas, no país. Apenas a aponta como alvo de excessivas ações sobrepostas do aparelho de Estado – União, Estados, municípios, Justiça e polícia – que resultam em vitórias dos setores conservadores e provocam reações públicas que, por maiores que sejam, têm seu poder reduzido por uma Justiça pouco sensível a questões que envolvem o reconhecimento do uso social da propriedade.

Quando os partidos políticos perdem o seu poder de mediação, a tendência é a de que, regionalmente, se articulem com mais facilidade os agentes de uma política tradicional que sobrevive sem necessariamente estar dentro de um partido, uma Justiça conservadora dos rincões do país – cuja ação têm sido legitimada por tribunais superiores que, ou reiteram os direitos de propriedade concentrada, ou lavam as mãos diante de uma decisão discutível de juízes locais –, governos locais ligados a esses interesses e um aparelho policial de origem autoritária (a Polícia Militar é uma invenção da ditadura de 1964-1985) que impõe os interesses desses setores de forma truculenta.

Pinheirinho não está só. Antes, houve Cracolândia. Na semana passada, uma força policial de 200 homens fardados desalojou os trabalhadores rurais das comunidades Novo Paraíso e Frederico Veiga, no Tarumã, na periferia de Manaus, pela quarta vez. Derrubaram, como das vezes anteriores, as suas casas, e os pequenos agricultores estão ao relento nos terrenos onde plantam suas roças e criam pequenos animais. E literalmente cercados pela polícia. Na quinta-feira, a polícia paulista simplesmente botou na rua 400 moradores que haviam invadido um prédio na esquina da Ipiranga com a São João, na capital paulista. Nos últimos anos, as favelas paulistanas arderam em chamas, uma desocupação indireta resolvida pela prefeitura com uma bolsa-aluguel que cada vez tem menos utilidade, uma vez que os terrenos desocupados pelos expulsos são integrados ao círculo da especulação imobiliária, e a alta demanda de aluguéis para a população de baixa renda se encontra com uma baixíssima oferta que eleva o preço dos imóveis aos céus.

Isso, sem falar nas lutas históricas pela terra em todos os rincões desse país, que se tornam mais desiguais quanto mais se moderniza a grande propriedade rural, que passa a dispor de meios particulares “legais”, as empresas de segurança (que no passado se chamavam jagunços, desempenhavam a mesma função mas matavam à margem da lei).

A presidenta Dilma Rousseff acumula condições altamente favoráveis na política institucional. Nas eleições de 2010, somados os eleitos pelo PSDB, DEM, PSOL e PPS, a oposição dispunha de apenas 21% da Câmara dos Deputados. Criado o PSD, a oposição ficou reduzida a 19% da Câmara. Nas eleições municipais, dada a ampla base de apoio do governo, vai ser um massacre. Essa realidade coloca inclusive a hegemonia tucana do PSDB paulista em profunda crise. Se não acontecer uma crise política, ou econômica, ou ambas, de graves proporções, o DEM será condenado à extinção em outubro e o PSDB vai chegar perto disso.

Todavia, junto com uma base excessivamente ampliada, o partido com mais potencial de crescimento nessas eleições, o PT, é o partido que acumula mais dificuldades de mediação com a sociedade. A ação política junto ao aos setores que teoricamente representa fica extremamente limitada pela coalizão que dá suporte à presidenta Dilma Rousseff no plano institucional. De alguma forma, as tentativas de reaproximação do partido com os movimentos sociais, e a retomada de algumas bandeiras originais do partido, como democratização dos meios de comunicação e redução da jornada de trabalho, que aconteceram já na gestão do deputado Rui Falcão na presidência da legenda, é um reconhecimento do esgarçamento do poder de mediação do PT junto aos setores menos privilegiados. Resta saber se essas tentativas vão sobreviver a eleições que serão o palco de disputa de todos os partidos da base aliada do governo federal.

(*) Colunista política, editora da Carta Maior em São Paulo.

Pinheirinho: “Direita oligárquica não descansa”, diz Boaventura

Em Canoas para uma oficina da universidade Popular dos Movimentos Sociais, evento pré-Fórum Social Temático, o sociólogo português Boaventura de Sousa Santos condenou duramente a ação de reintegração de posse autorizada pela justiça paulista e executada pelo governo de Geraldo Alckimin (PSDB). “A violência é um recado da direita oligárquica, que não descansa, a todos os movimentos sociais que lutam por seus direitos”, disse Boaventura.

Canoas (RS) – O sociólogo português Boaventura de Sousa Santos comentou neste domingo, a violenta ação da Polícia Militar de São Paulo na desocupação da comunidade do Pinheirinho, em São José dos Campos, São Paulo, na manhã deste domingo. Relatos dos próprios moradores dão conta de pelo menos sete mortes, informação não confirmada pela polícia militar até o final da tarde deste domingo.

Em Canoas para uma oficina da Universidade Popular dos Movimentos Sociais, evento pré-Fórum Social Temático, Boaventura condenou duramente a ação de reintegração de posse autorizada pela justiça paulista e executada pelo governo do estado, comandado pelo governador tucano Geraldo Alckimin (PSDB).

Para o professor, a violência é um recado da direita oligárquica a todos os movimentos sociais que lutam por seus direitos. Uma tentativa de desmoralizá-los. Para ele, a direita é anti-democrática e não hesita em usar de todos os meios para garantir seus interesses, sejam meios legais ou não.

O sociólogo cobrou uma ação firme do governo federal no caso e considera que mesmo com a violência, os movimentos sociais não se deixarão desmoralizar e seguirão em suas lutas por direitos fundamentais de cada cidadão.

Vídeo: Ivan Trindade

Fonte: Blog da Carta Maior

LANÇAMENTO EM SÃO PALO DO LIVRO “A PRIVATARIA TUCANA”, DO JORNALISTA AMAURY RIBEIRO JUNIOR, FOI UM SUCESSO

O Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé lançou em São Paulo o livro A Privataria Tucana, do premiado jornalista Amaury Ribeiro Junior, que conta a devassa no dinheiro público quando das privatizações das empresas do Estado no governo Fernando Henrique. Além do ex-presidente-vaidoso, o livro mostra com riqueza de documentos as participações do ex-governador de São Paulo José Serra, sua filha Verônica Serra, os seus amigos Daniel Dantas, investigado pela Operação da Polícia Federal Satiagraha, assim como sua irmã Verônica Dantas. Os personagens que aparecem nas operações fraudulentas apontadas no livro, são todos das relações de Serra.

O debate do lançamento, que foi mediado pela jornalista Renata Mielli e pela jornalista Maria Inez Nassif, contou com as presenças dos debatedores Altamiro Borges, deputado federal Protógenes (PCdoB/SP) e o jornalista Paulo Henrique Amorim. Para o jornalista Altamiro Borges, a quantidade de pessoas presentes ao evento superou as expectativas.

“Calculamos mal. Assim como a Geração Editorial, subestimamos o interesse sobre o tema”, observou Borges.

Durante o debate, o jornalista Amaury Ribeiro Junior, entre um autógrafo aqui e uma foto ali, se mostrou muito alegre com tudo que está correndo em redor do livro. Alegre e bem disposto, respondeu às perguntas que lhe foram dirigidas e teceu comentários variados sobre o tema. Falou de sua surpresa com a vendagem do livro, o silêncio mortal da velha mídia de mercado-acéfalo, a força revolucionária da blogosfera, a certeza de que o PSDB vai reagir contra a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), além de indicar o deputado Protógenes para sua relatoria.  

“Quando peguei a “Veja” desta semana e vi que não tinha nada (gargalhadas)… Percebi que demos um nocaute na grande imprensa, na blindagem que têm os tucanos.

Depois de um ano de tentativas de me atacar, senti o nocaute, porque eles não responderam. Nunca pensei que a gente conseguiria fazer isso. É um trabalho que se não fosse a blogosfera e as redes sociais… Eu não conhecia nada disso. Eles – os blogueiros – se articularam.

Serra vai se levantar. Uma das características do PSDB é ter uma conexão muito forte com a Polícia Federal e o Ministério Público Federal. Tentam transformar o réu em herói e quem investiga em réu.

A CPI caiu na mão certa, porque Protógenes é um dos maiores especialistas em inteligência financeira. Se a CPI for aberta, vou avisar que o que está no livro é pequeno. Vai chegar à sociedade a forma como a editora de uma grande revista e veículos de comunicação tiveram dívidas perdoadas depois das privatizações”, disse Amaury.

PROTÓGENES DIZ QUE AMAURY CORRE RISCO

Em trecho de sua fala, o deputado Protógenes fez algumas observações sobre a força do livro na criação da CPI e a preocupação com a segurança do jornalista Amaury.

“O livro do Amaury é como ‘cafezinho carioca’, é gostoso de toma e até vicia. Quando comecei a ler o livro e a acompanhar as pressões que este importante jornalista estava sofrendo, decidi dar minha contribuição, para dizer que este jornalista não está sozinho.

Não poderíamos demorar muito para não perder o ‘timing’ e perder o Amaury. Você viraria estatística, sofreria um ‘assalto’ diriam que reagiu e perderíamos um jornalista”, disse Protógenes.

GLOBO ESPORTE PÓS BMG “BARCELONA ME GOLEOU”, QUE NEM COM SANTOS TEMOS FUTEBOL

Para  Por Fora de Futebol

Salvo rara exceções, não há vida inteligente no futebol brasileiro e nem na crítica desse esporte no nosso país.  Esse tema já foi abordado aqui. Todavia, o que vemos nos últimos dias após a hecatombe do cardume de peixes além do oceano pacífico são comentários de que o Brasil não possui futebol. Será só porque isso partiu do mascarado Neymar que após a goleada se pronunciou dizendo que havia participado de uma aula de futebol?

O Globo Esporte de ontem, dia 19/12/2011 da Vênus platinada e de hoje, dia 20, segundo fontes que assistiram ao programa, resolveram expor o seguinte: que o futebol brasileiro não está bem a começar pela seleção que chamam do Brasil – nós dizemos que não é do Brasil porque não contempla no seu plantel jogadores das 27 unidades da federação, então não pode ser chamada de seleção do Brasil. Falaram seus apresentadores que o futebol não vai bem porque promover amistosos no Gabão, Haiti, Irã não é possível testar o nível dos jogadores. E quando criticavam que não se estava jogando futebol choviam críticas nas redes sociais, na internet, pela falta de nacionalismo.

Tomando esse posicionamento dos apresentadores da Vênus cabe o seguinte comentário. A Rede Globo de Televisão nunca teve interesse de promover, incentivar o esporte brasileiro, quer seja o futebol ou outra modalidade. Tanto não promove que chama para si o monopólio das transmissões do futebol e não deixa as outras emissoras mostrarem jogos diferentes para expor as pernadas que o futebol brasileiro anda dando e que prende o telespectador ao pacote negociado com a CBF.

Pra Rede Globo só interessa aquilo que dá lucro e promova o enrijecimento do telespectador para seus programas anódinos, não inteligentes, porque se usassem a inteligência, característica que não possuem, contribuiriam para desmitificar que a muito tempo no Brasil, especialmente no futebol não aparece nenhum craque.

As crianças de hoje, infelizmente, só veem pernas de pau disputando um peladão no Brasil. Já afirmamos isso aqui várias vezes. São crianças órfãs e que não viram jogar, por exemplo, Garrincha, Afonsinho, Paulo César Caju, Rivelino, Ademir da Guia, Sócrates, Falcão, Zico, Roberto Dinamite, Marcial, Wladimir, Raí. Foram jogadores, craques com a dendeca , inteligentes, pois além das pernas o cérebro  de alguns desses atletas extrapolavam o entendimento do só jogar bola. Eles posicionavam-se politicamente. Do grupo desses jogadores, no Corinthians, nasceu a democracia Corinthiana, que promoveu uma nova forma de relacionamento entre jogadores, administradores do clube e daí se posicionarem politicamente, participando, inclusive de manifestações políticas como  criação de sindicatos, nos comícios pelas diretas já, lei do passe;  concentrações e a importância do futebol na vida do povo brasileiro.

O futebol no Brasil sempre foi usado para mascarar realidades perversas. O tricampeonato conquistado no México  em 1970 e festejado, escondia prisões ilegais, torturas e mortes de pessoas que se posicionavam contra da ditadura militar no Brasil, comandada e auxiliada pelos Estados Unidos da América. Pergunta-se: quantas vezes, o craque, o rei, Negro de Alma branca, Pelé se manifestou contra essas arbitrariedades? Abriu a boca uma vez pra dizer que o povo brasileiro não sabia votar. Mesmo não sabendo votar, o “craque” chegou a ser ministro de um presidente eleito pós-ditadura militar.

No futebol brasileiro atual não há um jogador que após a partida fale algo importante. Aproveite a ocasião de uma entrevista para emitir uma opinião sobre um fato relacionado à vida da população brasileira. Falam sim: “não deu, vamos trabalhar mais, vamos levantar a cabeça, futebol é assim mesmo, tomamos uma lição de futebol…”

A TV Globo critica agora, porque num jogo dessa importância, principalmente para o Santos a partida estava sendo transmitido para várias partes da Terra e ela teve um prejuízo enorme. Já imaginaram mandar equipes para a maioria das casas dos jogadores para filmar suas reações de alegria pela conquista do caneco em várias partes do Brasil. Colocar uma equipe na casa do jogador Danilo, que se contundiu e não foi à Terra do sol nascente? A TV Globo chora porque com o banho que o Barcelona deu no peixe capitalisticamente não deu para expor e ganhar dinheiro com a tristeza de um Muricy, o irritado e prepotente, com um mascarado lacrimoso.

Além do prejuízo financeiro, a emissora do Jardim Botânico dissemina um ranço preconceituoso contra os africanos, pois entendem que jogar no Gabão não é válido, não é teste para a seleção do técnico das calças coladas, apertadinhas, Irmão Menezes. A seleção tem sim, que jogar, na África, principalmente na África para mostrar o que se fez com aquele continente no período colonial e ainda hoje. Tem que se jogar noutros continentes, fora do circuito Paris, Londres, Roma, Milão, Madrid,  para aprender a jogar diferente. Pra não ser humilhado como foi o peixe num domingo que santistas achavam que não se confirmaria o que estava estampado em sua camisa – BMG: “Barcelona Me Goleou”, como assinalou hoje de manhã um professor flamenguista vendo a propaganda na camisa do time litorâneo, vizinho de São Vicente, Praia Grande, Itanhaém e Peruíbe.

O futebol brasileiro será melhor quando quebrarmos o monopólio da TV globo, não acharmos que somos os melhores do mundo; que Neymar não é melhor que Messi e os técnicos devem começar a colocar na roda os jogadores para brincar de bobos com um toque só, sem firulas, a não ser que surjam craques como Maradona, Garincha e Messi, cuja arte não deve, jamais ser podada, além de colocar todos para estudar no clube em horários alternativos. Brincar, jogar, mas estudar também. Com isso tudo, poderemos melhorar o futebol na Terra do craque, paraense Sócrates.

PREFEITO DE BOA VISTA DO RAMOS E COMO SE FAZ UM PREFEITO

O Estado do Amazonas mais uma vez foi manchete deplorável no planeta Terra. Dessa vez não foi a polícia militar atirando num adolescente, nem os índices educacionais, mas o Prefeito de Boa Vista do Ramos, Emir Lima Mota (PSD), comprando o mandato do vereador Joaquim Teixeira Barbosa (PSC) para que assumisse o aliado do prefeito, vereador suplente, Rivaldo Anselmo, também do PSC.

A trama foi colocada para a opinião pública nacional porque um grupo de funcionários descontentes com o eleito resolveram expor uma das facetas desse despudorado,   que já fora afastado do cargo três vezes por suspeita de improbidade administrativa e tem retornado ao desmando da prefeitura amparado por liminares.Como sempre, as liminares do TJ-AM.

Para rebater as imagens divulgadas e vistas em toda a Terra, num telejornal de ontem, dia 16 de dezembro de 2011, o prefeito armou uma cena efetuando pagamento aos funcionários da prefeitura com dinheiro numa banca como forma de mostrar que pela ausência de bancos na pequena cidade do Ramos é comum tais pagamentos. Porém, o que não é comum,  é um agente público, rodeado de outros assessores receber tanto dinheiro e colocá-los por todas as partes de seu corpo, calhamaços de dinheiro.

O prefeito Emir Lima Mota, o despudorado,  do PSD, vem sendo questionado desde o início de sua administração o que já lhe rendeu cassação, intervenção na prefeitura por parte da câmara dos vereadores e ultimamente esteve na cidade um promotor do Ministério Público Estadual. E agora não só o  Ministério Público Estadual, mas também o Tribunal de Justiça e a Polícia Federal, porque o vereador Júnior Andrade do PT já recorreu à essas instituições para tomarem providências quanto a essa situação, porque segundo ele, a população de Boa Vista do Ramos passa por muitas dificuldades, e uma delas  é a falta de remédios básicos nos postos de saúde e no hospital da princesa do Ramos.

O despudorado mesmo tendo as imagens corrida o planeta Terra, juntou-se ao prefeito de Maués, Miguel Belexo, outro sobre quem pairam suspeitas de não residir no município devido estudar em Manaus bem como por improbidade administrativa, participaram de uma solenidade onde estava presente o governador Omar Aziz concedendo o “Prêmio Escola de Valor” para gestores e estudantes.

Sobre essa atitude cabe de nossa parte a seguinte indagação: Como pode um prefeito ser flagrado num ato de corrupção e no outro dia estar ao lado do governador do Estado e isso não provoca em ambos nenhum constrangimento? Não.

Cenas como essas já vimos anteriormente com outras figuras nocivas ao nosso país. E a essa prática chamam de corrupção. Quem subtrai  ilegalmente dinheiro do poder público ou privado ou usa de influência para se beneficiar é corrupto.  No Brasil, o ladrão, funcionário público ou privado, deixou de ser ladrão, ele é corrupto.  Comparando esse funcionário, corrupto de dinheiro público e um ladrão de galhinha, de pão, muitas vezes para suprir a necessidade de um filho que chora com fome, quem é que sai como o “indivíduo”, “meliante”, “elemento”, “desocupado”, “ladrão.” A “porrada”, desculpem o clichê, só sobra para os menos favorecidos.

Para os privilegiados, como por exemplo, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, mentor e criador do PSD,  usou a fraude e a falsidade ideológica para constituir o partido. No Brasil todo, constatou-se que milhares de filiados eram “que nem o corupira”. Sabemos que existe, mas ninguém vê.  Mesmo assim, para o lado de Kassab voaram  governadores, prefeitos, deputados e vereadores. Agentes políticos, alguns remanescentes de partidos da direita reacionária que tem na corrupção sua marca deplorável e o PSD caminha para a manutenção dessa tradição de partido conservador, de direita, cometendo ilícitos como o da “Privataria Tucana”, que ele , Kassab sabe de muita coisa, pois foi vice-prefeito de Serra.

Em síntese, um prefeito do interior do Amazonas, do PSD, repete a fraude da criação desse partido, tendo como idealizador Gilberto Kassab, também investigado e hoje com seus bens bloqueados pela justiça, comandando, “administrando,” cidades onde sua população não vê serviços de utilidade pública como prioridade e sim, a ganância, o roubo, o furto e a intolerância. Por isso eles não se envergonham e por isso eles não se suicidam, como ocorre, por exemplo, no Japão, na maioria das vezes.

CPI DA PRIVATARIA TUCANA JÀ ESTÁ GARANTIDA COM NÚMEROS DE ASSINATURAS MAIS DO QUE NECESSÁRIAS

Nunca dantes na história deste país – como diria o Lula – uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) conseguiu assinaturas tão céleres. Foi só o probo, combativo e ativista deputado federal, ex-delegado federal que prendeu o maior autor de crime financeiro no Brasil Daniel Dantas, colocar a idéia em prática que choveu adesão. Até de deputados da turma da privataria que ofendeu a sociedade brasileira.

O deputado Protógenes de Queiroz, que já conhecia a maior parte dos assuntos criminosos que vem ofendendo a dignidade política-financeira do país estimulados nos governos do PSDB, sob o desgoverno de Fernando Henrique, bastou pegar e ler o livro-explosivo do jornalista premiadíssimo Amaury Ribeiro Junior, A Privataria Tucana, para iniciar a coleta de assinaturas de seus pares para abertura de uma CPI para examinar o maior escândalo de apropriação do dinheiro público de toda a história do Brasil.

Segundo o deputado, já foram conseguidas – até a tarde de ontem – 173 assinaturas de parlamentares que querem passar a política brasileira na passarela da análise para que não fique sordidez sobre sordidez como se fosse normal essa conduta. O número necessário para a abertura de uma CPI é de 171 nomes, mas com 173 a abertura já está mais do que garantida. Entretanto, o deputado ativista imaginando uma garantia maior, visto que alguns parlamentares podem tirar suas assinaturas depois de receberem uma boa cantada, acredita que até o começo da semana que vem a CPI da Privataria Serrista já terá alcançado seu número de 250 assinaturas. E possivelmente terá seu começo em fevereiro de 2012.

Entusiasmado com as assinaturas que permitem a abertura da CPI, Protógenes, agradeceu ao povo brasileiro.

“Viva o povo brasileiro! Conseguimos 173 assinaturas de deputados para abrir a CPI da Privataria Tucana. Continuem enviando mensagens para seus deputados”, comemorou, Protógenes.

Como já vinha sendo observado, nem todos os parlamentares do partido do governo assinaram ou vão assinar a lista da CPI. Os motivos são óbvios. Mas quem foi o responsável por tornar a decisão covarde mais óbvia foi o deputado petista, líder do governo na Câmara, Candido Vaccarezza. Ele candidamente respondeu aos repórteres que não ia assinar a lista porque não faz política “olhando pelo retrovisor”.

Com esta posição é melhor que o petista não assine mesmo. Quem não consegue entender que a privataria tucana se mostra com força no presente não sabe mesmo o que é retrovisor histórico.    

Como o deputado Protógenes pertence ao PCdoB, nada mais significativo do esta CPI homenagear Oscar Niemeyer, um histórico e belo comunista, nos seus suáveis 104 anos.

SERRA CONFIRMA O CONTEÚDO DO LIVRO “A PRIVATARIA TUCANA” EM QUE É O PERSONAGEM PRINCIPAL

Serra, o decadente personagem espectral do maior partido da direita brasileira, PSDB, personagem central do livro A Privataria Tucana, que mostra com riqueza de fatos e documentos irrefutáveis o maior assalto oficial já praticado contra o dinheiro público, em entrevista, confirmou o conteúdo da obra que é o maior Best-Seller da literatura brasileira.

O ex-governador do estado de São Paulo, ex-prefeito da cidade de São Paulo, ex-ministro do desgoverno Fernando Henrique e ex-candidato derrotado à Presidência da República pela ilustríssima presidenta Dilma Vana Rousseff, respondendo a pergunta de uma repórter sobre o conteúdo do livro do jornalista Amaury Ribeiro Junior, de forma sintética e decisiva disse: “É lixo!”.

Logo em seguida, interrogado por outra repórter, foi outra vez convincente: ” É lixo! Lixo é lixo, e pronto!”

Serra, o tramador, não se preocupou em ser sincero ao afirmar que o conteúdo do livro “é lixo”. Ele não se preocupou com seus asseclas de partido que podem lhe empurrar com mais brevidade e força para o ostracismo político. Ao assumir que o conteúdo “é lixo” ele implica publicamente seus parceiros.

Com sua avaliação, Serra, se associa aos que já leram a obra e consideram um verdadeiro lixo da política brasileira comandada por seu partido PSDB. Como lixo, os fatos e documentos apresentados por Amaury Ribeiro Junior, causam aversão, nojo. Como pode homens e mulheres reunidos, em família, para governar o país, aproveitarem para dilapidá-lo? Como pode homens e mulheres, que não conseguem enriquecer com suas inteligências e trabalho, se locupletem com o dinheiro do honesto, suado e trabalhador brasileiro? Isso repulsivo. Causa bílis. Detrito lixeiro mental e moral.

Diante de toda essa lixeira, povo brasileiro só tem que agradecer ao jornalista Amaury Ribeiro Junior por ter tornado público esse lixo que poluiu a sociedade brasileira produzido pelos predadores financeiros comandados por Serra, o espectral decadente, junto com Fernando Henrique & Cia.

PROFESSORES ANALFABETOS POLÍTICOS DA SEMED TIVERAM REAJUSTE JIQUITAIA-MUCUIM APROVADO NA CÂMARA A MANDO DE AMAZONINO

Lendo comentários feitos neste blog, percebemos que ainda há na categoria de trabalhadores da educação  aqueles que desconfiam de tudo que a direita, os patrões oferecem como dádiva, como reconhecimento. Quando numa das formações em pólo da SEMED-MANAUS foram eleitos diretores, pedagogos e professores para reelaborarem a lei 1126/2007 que instituiu o PCCS já havia certa desconfiança. Essa desconfiança aumentou por ocasião da primeira reunião na SEMED-MANAUS, no dia 31 de agosto de 2011 com parte setorial da categoria eleita, declarou um professor.

Na ocasião foi falado pelo assessor Suamy,  pela Gerente de Pessoal e pelo próprio Secretário Mauro Lippi, que ali iniciava um processo de discussão para reformulação do PCCS, pois, que consultados vários planos de salários de outras secretarias pelo Brasil, havia no da SEMED-MANAUS vários equívocos que só prejudicavam os trabalhadores e que com os debates seriam corrigidos.

Tanto o assessor, Suamy como o secretário Mauro Lippi elogiavam o prefeito pela iniciativa e que provavelmente haveria pessoas que sairiam daquele encontro falando mal da iniciativa. Fizeram questão de reafirmar que não visava interesses eleitoreiros e que todos participariam dos debates, dos cálculos e percentuais de ganhos.

Na ocasião, algumas vozes destoaram do proselitismo babal.  Havia professores desconfiando dos métodos de como seriam as reuniões, como  tratariam as propostas do novo PCCS, desconfiaram de como um político da categoria de Amazonino abria discussão para debater reajuste de salário de trabalhadores da educação quando no seu histórico nunca houve tal preocupação;  defendeu-se na ocasião que fosse adotado o piso nacional estabelecido para os professores.

Pela boca grande circulava que o prefeito-cassado daria um presente para a categoria por ocasião do dia dos professores. Realmente um “presente de grego” como fala o manifesto dos professores em movimento tendo à frente o professor Lambert e outros, foi confirmado.

Não houve mais discussões na SEMED-MANAUS. O projeto de PCCS que iniciou como promessa morreu e ressuscitou pelas mãos do deus Amazonino que tudo sabe acerca de custo de vida,  apenas com três alterações: pagamento integral de carga dobrada, aposentadoria e reajuste de 10%, votado dia 12 de dezembro de 2011, às 16 h na Câmara Municipal de Manaus, às pressas, impondo, como fez essa mesma Câmara e o Prefeito Serafim Correa numa  4 h da madrugada de 2007 mais uma derrota à categoria, que infelizmente possui ainda, apesar de professores, muitos analfabetos políticos que aplaudem Amazonino e participam de seus bailes e bailando vão dançando a valsa da vida enganada.

E o jiquitaia-mucuim reajuste de 10% só será pago no mês de janeiro de 2012 porque a folha dos barnabés fecha no próximo dia  15 de dezembro e não dará tempo para  sancionagem do prefeito e pagamento “festivo” ainda este ano.

Outros professores ouvidos pelo blog declararam que o SINTEAM não se manifestou sobre o assunto e  como alternativa há o “professores em movimento” discutindo questões políticas, salariais, pedagógicas de enfrentamento aos patrões e ao Sindicato.

Para esses professores a categoria sofreu um prejuízo enorme porque tal reajuste impõe perdas dissociadas do plano nacional de educação   e que só serão corrigidas com a categoria discutindo, debatendo e organizando-se, caso contrário a política da prefeitura perpetuar-se-á impondo revés que muitos professores não merecem, exceto, a claque e professores  analfabetos políticos que não são poucos.

Próxima Página »


Quer linha de corte? Este é esquizo. Acesse:

CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

_________________________________

BLOG PÚBLICO

Propaganda Gratuita

Você que quer comprar entre outros produtos terçado, prego, enxada, faca, sandália, correia, pé de cabra ou bola de caititu vá na CASA UYRAPURU, onde os preços são um chuchu. Rua Barão de São Domingos, nº30, Centro, Tel 3658-6169

Você quer um corte de cabelo para completar o seu corpo ativo vá ao SALÃO DO SOUZA, o cabelereiro do executivo. Rua Rio Javari- Vieiralves

Pão Quente e Outras Guloseimas no caminho do Tancredo.
PANIFICADORA SERPAN (Rua José Romão, 139 - Tancredo Neves - Fone: 92-8159-5830)

Fique Frio! Sabor e Refrescância!
SORVETERIA SEMPRE FRIO (Todos os dias, na Praça de Alimentação do Dom Pedro).

O Almoço em Família.
BAR DA NAZA OU CASA DA VAL (Comendador Clementino, próximo à Japurá, de Segunda a Sábado).

Num Passo de Mágica: transforme seu sapato velho em um lindo sapato novo!
SAPATEIRO CÂNDIDO (Calçada da Comendador Clementino, próximo ao Grupo Escolar Ribeiro da Cunha).

A Confluência das Torcidas!
CHURRASQUINHO DO LUÍS TUCUNARÉ (Japurá, entre a Silva Ramos e a Comendador Clementino).

Só o Peixe Sabe se é Novo e do Rio que Saiu. Confira esta voz na...
BARRACA DO LEGUELÉ (na Feira móvel da Prefeitura)

Preocupado com o desempenho, a memória e a inteligência? Tu és? Toma o guaraná que não é lenda. O natural de Maués!
LIGA PRA MADALENA!!! (0 XX 92 3542-1482)

Efeitos Justos para Suas Causas.
ADVOGADO ARNALDO TRIBUZY - RUA COMENDADOR CLEMENTINO, 379, SALA C (8114-5043 / 3234-6084).

Decepcionado com seus desenganos? Ponha fé nos seus planos! Fale com:
PAI GEOVANO DE OXAGUIÃ (Rua Belforroxo, S/N - Jorge Teixeira IV) (3682-5727 / 9154-5877).

Quem tem fé naõ é um qualquer! Consultas::
PAI JOEL DE OGUM (9155-3632 ou paijoeldeogum@yahoo.com.br).

Belém tá no teu plano? Então liga pro Germano!
GERMANO MAGHELA - TAXISTA - ÁGUIA RADIOTAXI - (91-8151-1464 ou 0800 280 1999).

E você que gostaria de divulgar aqui seu evento, comércio, terreiro, time de futebol, procurar namorado(a), receita de comida, telefone de contato, animal encontrado, convites diversos, marocagens, contacte: afinsophiaitin@yahoo.com.br

Frente Blogueira LGBT

Outras Comunalidades

   

Categorias

Blog Stats

  • 2,485,564 hits

Páginas

 

junho 2012
D S T Q Q S S
« mai    
 12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Join 77 other followers